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Lyra M2M passa a fazer parte da ABESE

Lyra M2M, empresa do Grupo Lyra, referência global em serviços financeiros para o mercado de pagamentos e em soluções de conectividade para IoT, passa a fazer parte da ABESEAssociação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Os mais de 20 anos de experiência do Grupo Lyra nos mercados brasileiro e global juntam-se às três décadas de existência da ABESE no fortalecimento do mercado de segurança eletrônica.

Fundada em 1995, a ABESE representa mais de 500 empresas distribuídas por todo o território nacional, abrangendo fabricantes, distribuidores, revendedores, empresas de monitoramento e rastreamento, além de projetos, instalação e manutenção de sistemas eletrônicos de segurança. O principal objetivo da associação é promover o desenvolvimento sustentável do setor, em um ambiente de segurança eletrônica mais seguro, inovador e regulamentado.

Com 25 anos de atuação no mercado internacional e há 20 anos no Brasil, o Grupo Lyra, criado na França em 2001 e presente atualmente em 12 países, é referência global do mercado de pagamentos para bancos, varejistas, bandeiras de cartões e adquirentes. Sua divisão de IoT totalmente focada em conectividade, plataforma de gestão e dispositivos nos mais diversos setores, a Lyra M2M tem em seu DNA o profundo conhecimento de mercado, a expertise em inovação tecnológica e a reconhecida alta qualidade em atendimento ao cliente, características que marcam a história de sucesso do Grupo Lyra. www.lyram2m.com.br

O que falta para os aplicativos móveis conquistarem excelência?

A discussão sobre qualidade em aplicativos móveis nunca foi tão urgente. O mercado já ultrapassa a marca de 200 mil apps analisados em 2025, mas apenas 18% alcançam a excelência. Isso significa que a maioria dos usuários ainda convive com experiências frustrantes que poderiam ser evitadas com um olhar voltado aos detalhes. É preciso encarar os principais pontos de atenção que estão diante de nós como oportunidades de melhoria.

Quando observamos os dados de forma ampla, fica evidente que o usuário valoriza simplicidade e conveniência. Aplicativos que oferecem navegação intuitiva, processos de compra sem ruídos e entregas confiáveis acabam gerando uma percepção positiva imediata. Não por acaso, as categorias com melhor desempenho são justamente aquelas em que o app consegue ser uma extensão natural da vida cotidiana, como compras online ou previsão do tempo. O contrário também é verdadeiro: quando funções básicas deixam de funcionar, como login, checkout ou aplicação de cupons, o impacto é desproporcional e mina a confiança do consumidor.

Esses pontos não devem ser lidos como falhas isoladas, mas como sinais de que a jornada digital ainda tem gargalos que exigem atenção. A instabilidade técnica, por exemplo, aparece com frequência nos relatos de usuários, o que reforça a importância de investir em testes robustos e monitoramento contínuo de desempenho. Do mesmo modo, problemas como estoque desatualizado ou fretes inconsistentes revelam a necessidade de maior integração entre sistemas e áreas do negócio. Cada detalhe que não funciona como esperado gera atrito e aumenta as chances de abandono.

As consequências para os negócios são claras. Um app instável ou confuso não apenas afasta clientes, mas eleva os custos de aquisição, já que cada novo usuário precisa ser conquistado com mais esforço e investimento. Em contrapartida, aplicativos de qualidade conquistam taxas mais altas de retenção, estimulam compras recorrentes e fortalecem a imagem da marca. A diferença entre estar no grupo dos 18% de excelência ou entre os 64% que decepcionam pode ser decisiva para a sustentabilidade de um modelo digital.

Ao mesmo tempo, novas tecnologias oferecem um horizonte promissor. Recursos de inteligência artificial permitem experiências mais personalizadas, com recomendações precisas, suporte automatizado mais eficiente e processos de compra otimizados em tempo real. Isso indica que, além de corrigir gargalos básicos, as empresas que buscam se destacar devem olhar para o futuro com a mentalidade de inovação contínua.

A boa notícia é que a solução está ao alcance de todos. Quando o aplicativo funciona de forma consistente, a experiência de compra é altamente satisfatória. Isso significa que investir em estabilidade, clareza de informações e suporte eficiente não é apenas uma questão de corrigir falhas, mas de abrir caminho para que mais empresas se posicionem no seleto grupo dos aplicativos de excelência.

O futuro dos aplicativos dependerá da capacidade de transformar pontos de atenção em diferenciais competitivos. Usuários não buscam experiências perfeitas, mas consistentes, fluidas e confiáveis. Se conseguirmos avançar nesse sentido, a curva que hoje aponta para a crise de qualidade pode se inverter, e os aplicativos passarão de ferramentas de conveniência a exemplos de inovação e confiança digital.

O outro lado da Black Friday: estratégias para conter a inadimplência no B2B

O brilho das promoções da Black Friday costuma se apagar rápido quando chegam as faturas e os boletos de início de ano. Entre gastos por impulso e renda extra temporária, muitos consumidores entram em janeiro já endividados — e esse efeito em cascata pressiona não apenas as famílias, mas também o caixa de varejistas e fornecedores. Para se ter uma ideia, em 2024 as vendas no varejo físico cresceram 17%, e o e-commerce avançou 9% em relação a 2023, superando patamares pré-pandemia, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado.

Isso significa que a Black Friday é uma data poderosa para tracionar vendas, mas que também pode levar muitos a comprar por impulso e gastar mais do que podem pagar. O problema é agravado porque o final do ano costuma trazer renda extra temporária, como 13º salário e bonificações, dando falsa sensação de folga financeira. Em janeiro e fevereiro, o consumidor tem que lidar com uma avalanche de contas inadiáveis, que incluem impostos, escola dos filhos, entre outros compromissos.

De fato, o número de consumidores com contas atrasadas cresceu consistentemente entre novembro de 2024 e março de 2025. Em novembro passado, eram 68,62 milhões de inadimplentes (41,51% da população adulta), subindo para 69,66 milhões em março, o equivalente a 42,01% da população adulta, de acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).  

Impactos para a inadimplência B2B

O aumento da inadimplência pós-Black Friday repercute também nas relações B2B, especialmente entre grandes redes varejistas e seus fornecedores. Isso ocorre porque, se o consumidor final atrasa ou dá calote, o varejista pode enfrentar um aperto de caixa e atrasar pagamentos de pedidos feitos a fabricantes e distribuidores.  

Empresas que oferecem crediário próprio ou parcelamento sem intermediários acabam carregando em seu balanço a carteira de recebíveis dos clientes finais e, se muitos desses clientes não pagam, o prejuízo é direto. Já no caso de vendas via cartão de crédito, embora o risco de crédito seja do emissor, o varejista pode ser afetado indiretamente pela menor liquidez, e por custos financeiros mais altos.  

Um varejista com dificuldades vai buscar alongar prazos com fornecedores ou até suspender temporariamente pagamentos, transferindo o problema adiante na cadeia. Para os fornecedores, o acúmulo de débitos a receber atrapalha ou até interrompe o fluxo de caixa da empresa fornecedora.  

Uma estratégia sempre necessária para empresas fornecedoras é gerenciar os riscos com eficiência por meio do fortalecimento da análise de crédito preventiva. Esta é a primeira linha de defesa contra a inadimplência, que deve ser feita de forma rigorosa antes mesmo de conceder prazos e limites de compra aos varejistas. No contexto de uma Black Friday, muitos fornecedores ampliam estoques e oferecem condições especiais para aproveitar a alta demanda, contudo, é preciso fazer isso de maneira seletiva e coordenada.  

Outra recomendação é observar o comportamento de pagamento logo nas primeiras parcelas ou faturas após a Black Friday. Se o cliente varejista começar a atrasar já em dezembro ou janeiro, isso acende um sinal de alerta para o fornecedor intensificar o acompanhamento.  

Ferramentas de inteligência de crédito podem ser grandes aliadas nesse processo preventivo. Ao utilizar dados de bureaus e indicadores setoriais, fornecedores conseguem identificar rapidamente sinais de alerta em seus clientes varejistas, como aumento de passivos, concentração de dívidas ou histórico recente de atrasos.  

Decisões baseadas em dados tendem a tornar a concessão de crédito mais precisa e evitar novos atrasos, sobretudo em um cenário em que a inadimplência das famílias pressiona diretamente o caixa das grandes redes. Análises preventivas de crédito B2B não são apenas uma medida de prudência, mas um recurso estratégico para garantir a sustentabilidade das relações comerciais em períodos de maior risco, como o pós-Black Friday.

Efeitos das ações ágeis de cobrança no pós-venda

Mesmo com uma análise preventiva robusta, é inevitável que atrasos ocorram. Por isso, a segunda linha de defesa é uma estratégia de cobrança ágil e efetiva logo após a Black Friday. Aqui, a regra de ouro é: não procrastinar frente a um atraso.

Estudos demonstram que quanto mais cedo se age, maior a chance de receber. Segundo o Índice Global de Recuperação de Crédito B2B (IGR), 82% das dívidas com até 10 dias de atraso são recuperadas, entre 11 e 20 dias, a recuperação cai para 70%, porém, quando o atraso passa de 20 dias, a taxa de recuperação tende a ficar abaixo de 50%. Ou seja, dívidas B2B que ultrapassam três semanas de atraso entram em uma zona crítica em que praticamente metade já não se recupera mais. Esse dado evidencia a importância de reagir prontamente a partir do monitoramento do calendário de pagamentos para evitar picos de inadimplência, acionando a cobrança assim que ocorrer o atraso.

Na prática, isso significa ter uma régua de cobrança bem definida no pós-Black Friday. Se o título venceu hoje e não houve pagamento, amanhã mesmo já deve partir um aviso amistoso ao cliente. Muitas vezes, um simples aviso pode resolver, especialmente após o período de vendas intensas, em que o comprador pode ter se desorganizado em meio a tantos pagamentos. Uma estratégia preventiva de cobrança é enviar lembretes de pagamento poucos dias antes do vencimento e imediatamente após a data, já que uma parcela dos atrasos iniciais está ligada a esquecimentos ou pequenos desencontros administrativos.

Passados 30, 60 dias, a probabilidade de não receber cresce exponencialmente, e a empresa precisa decidir até quando é viável esperar antes de tomar ações jurídicas. Nesse sentido, ter políticas claras de crédito e cobrança ajuda a evitar decisões emocionais ou tratamento inconsistente entre clientes.

Avanços da tecnologia facilitam a recuperação de crédito

Lidar com um volume alto de cobranças simultâneas, algo comum após grandes períodos promocionais, pode sobrecarregar as equipes de crédito. Felizmente, a tecnologia é uma aliada para tornar esse processo mais eficiente e até melhorar as taxas de sucesso. Segundo dados do IGR, hoje mais da metade (54%) dos acordos de renegociação de dívidas são fechados por meio de canais digitais, com destaque absoluto para o WhatsApp, utilizado em 45% das negociações bem-sucedidas. Também cresce o papel da automação, com cerca de 10% dos acordos sendo feitos com recursos de IA.

Na cobrança digital, há ainda os benefícios trazidos pela riqueza de dados gerados. Ao usar sistemas informatizados, é possível monitorar em tempo real quais clientes visualizaram a mensagem, clicaram no link de pagamento, ou responderam com alguma dúvida. Com essas informações, a equipe de cobrança pode fazer uma gestão mais inteligente, identificando quais devem seguir no fluxo automatizado e quais precisam escalar para uma ligação telefônica.

No fim, o sucesso da Black Friday não se mede apenas pelo volume de vendas, mas pela capacidade das empresas de transformar esse faturamento em receita líquida. Investir em análise de crédito preventiva, estruturar uma régua de cobrança consistente e adotar ferramentas digitais de monitoramento é o que separa crescimento sustentável de ilusão passageira. A data pode ser um motor de expansão ou uma porta de entrada para a inadimplência — a diferença está na gestão.

Por Alessandro Holthausen, gerente de Customer Sucess & Relacionamento da Global

Gripmaster lança e-commerce e aposta em digitalização do setor de pneus pesados

A Gripmaster, marca de referência em pneus fora-de-estrada e parte da Cantu Inc., maior ecossistema de soluções em pneus e líder no mercado de reposições na América Latina, acaba de lançar o seu e-commerce exclusivo para revendedores e frotistas. A novidade fortalece a estratégia omnichannel da companhia e amplia a sua presença no atacado digital, atendendo especialmente segmentos pesados como mineração, construção civil, portos, agricultura e indústria. 

Segundo Leandro Veiga, Diretor Comercial da Gripmaster, o objetivo é simplificar a jornada de compra de frotistas, lojistas e distribuidores, garantindo agilidade e maior conveniência. “Estamos trazendo um modelo inédito de vendas para o setor, elevando os níveis de transformação digital no ecossistema de pneus. A compra agora acontece de forma prática, diretamente pela tela do celular”, afirma o executivo. 

Operação multicanal e atendimento personalizado 

Até então com atuação apenas no modelo offline, a Gripmaster passa a adotar um formato multicanal, que integra a atuação da equipe comercial ao novo ambiente digital. O e-commerce funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, oferecendo mais autonomia ao cliente, sem renunciar ao suporte humano, pois vendedores seguem sendo os responsáveis pelo relacionamento e pelo pós-venda, mesmo nas compras realizadas online. 

A plataforma utiliza a estrutura logística da Cantu Inc., que atualmente conta com mais de 60 centros de distribuição espalhados pelo país. O acesso é restrito a empresas cadastradas, com login via CNPJ, garantindo segurança e personalização das condições comerciais. 

Com foco em operações OHT (Off the Highway Tires), nas quais o custo por hora oferecido pelos pneus é decisivo, o canal digital deve acelerar cotações e aquisições de pneus para os diversos segmentos atendidos pela marca. A expectativa da Gripmaster é que o e-commerce já represente mais de 10% da receita da unidade de negócio ainda em 2025.  

A Gripmaster apresentará oficialmente a sua nova plataforma ao público durante a ExposiBram, que será realizada em Salvador entre os dias 27 e 30 de outubro, onde apresentará também diversas novidades no setor de pneus para mineração. 

Retorno financeiro médio das campanhas da Meta foi 20 vezes maior do que no TikTok

Mesmo com o crescimento acelerado do TikTok como canal de publicidade, a Meta (dona do Instagram e do Facebook) continua sendo a plataforma que mais entrega resultados financeiros para os anunciantes. Essa é a conclusão de um estudo feito pelo Reportei, uma das principais plataformas de relatórios e dashboards para marketing digital, com base na análise de mil contas com campanhas ativas, sendo 700 no TikTok e 300 no ecossistema da Meta.

Segundo o levantamento, cerca de 66% das contas do TikTok não obtiveram nenhum lucro com os anúncios, ou seja, os gastos superaram os ganhos. Já na Meta, apenas 30% das contas ficaram no prejuízo. E mais: o retorno financeiro médio das campanhas na Meta foi 20 vezes maior que no TikTok, mesmo com um número de contas analisadas muito menor.

Além disso, metade das contas da Meta conseguiu multiplicar por seis cada real investido em anúncios. No TikTok, esse retorno médio foi de apenas R$1,70 para cada R$1,00 gasto.

“Apesar de o TikTok ter crescido em número de anunciantes, a maioria ainda investe pouco e não alcança resultados relevantes. Já na Meta, há uma base mais madura de anunciantes, com investimentos mais consistentes e estratégias melhor estruturadas”, explica Renan, cofundador e CMO do Reportei.

Entre as contas analisadas no TikTok, 50% investiram cerca de R$500 em anúncios nos últimos seis meses. O problema é que, para a maioria delas, esse valor não se converteu em vendas — e, por consequência, o desempenho financeiro foi negativo.

A análise revelou um padrão claro: campanhas com baixo investimento tendem a ter baixo retorno. Enquanto isso, as contas que mais faturaram foram justamente aquelas que investiam valores maiores e com estratégias mais refinadas. Esse comportamento foi mais visível entre os 20% de contas com melhor desempenho, o que ajuda a explicar por que algumas campanhas elevam artificialmente a média geral, mesmo quando a maioria apresenta resultados ruins.

No caso da Meta, o investimento médio foi muito mais alto — e, proporcionalmente, o retorno também. Um dado que chama atenção é que as contas da Meta foram mais ativas, com maior frequência de campanhas, testes e ajustes ao longo do tempo. Isso contribuiu para uma curva de crescimento mais consistente nas métricas analisadas.

Em 2025, por exemplo, o estudo apontou um salto expressivo no lucro gerado pelos anúncios na Meta, mesmo com variações no desempenho ao longo dos meses.

Melhores setores por plataforma
O estudo também avaliou o desempenho por segmento. De forma geral, todos os setores analisados apresentaram melhores resultados na Meta. Entre os destaques estão empresas que usam o gerenciador de anúncios da Meta (Ads Manager), companhias com presença estruturada na plataforma e agências de marketing.

Já no TikTok, o setor de e-commerce foi o que apresentou os melhores retornos médios, seguido por freelancers e pequenas agências. No entanto, o número de contas ativas em cada setor ainda é pequeno, o que limita a representatividade dos dados.

Outro ponto importante: quanto maior o investimento, maior a dificuldade de manter um bom retorno proporcional, principalmente no TikTok. “Isso acontece porque campanhas menores, muitas vezes mais segmentadas, têm mais chance de acertar o público ideal — enquanto grandes investimentos exigem escala e precisão para manter o desempenho”, explica Renan.

Para os profissionais de marketing e publicidade, os dados da pesquisa deixam um recado claro: o TikTok ainda é um território em construção quando o assunto é mídia paga. “Embora o TikTok seja uma vitrine poderosa para marcas e criadores, a performance financeira dos anúncios ainda está concentrada em poucos casos de sucesso. Já a Meta, com mais tempo de estrada e recursos de segmentação mais consolidados, segue como a principal plataforma para obter retorno real sobre investimento em anúncios — principalmente para empresas que estão começando a estruturar suas campanhas digitais”, aponta o cofundador do Reportei.

Startup Odisseia AI lança Synthetos, solução de inteligência de dados

A Odisseia AI, startup catarinense especializada em agentes de atendimento baseados em inteligência artificial, lançou uma nova solução de inteligência de dados chamada Synthetos durante a participação na Fenabrave, maior feira da América Latina e a segunda maior do mundo no setor da distribuição de veículos automotores.

A edição deste ano da Fenabrave atingiu recorde de público no São Paulo Expo, com mais de 12 mil participantes inscritos e 200 marcas expositoras. O estande da Odisseia AI atraiu o interesse dos visitantes, com mais de 30 empresas que agendaram reuniões para avançar em conversas sobre as soluções apresentadas.

O assistente inteligente voltado especialmente para apoiar a gestão de vendas traz análise de dados e gera relatórios e insights sobre o negócio do cliente, traduzindo informações complexas.

“O Synthetos é o melhor amigo do gerente de vendas. Ele é capaz de analisar todas as conversas de todos os vendedores em tempo real, identificando pontos de melhoria, percentual de conversão e destacando quais interações não performaram e porquê. É um tipo de trabalho que antes era impossível de ser feito manualmente, mas agora se torna realidade com a Odisseia”, explica Felipe Bittencourt, CEO da Odisseia AI.

Com um ecossistema completo de soluções, a Odisseia AI se diferencia de outras ferramentas do mercado. “Não somos apenas um CRM. Também não somos apenas um chatbot. A Odisseia funciona como um verdadeiro sistema operacional para toda a jornada do cliente. Conseguimos garantir eficiência em cada interação”, afirma.

A participação na Fenabrave reforça o compromisso da startup em conduzir inovação às empresas, levando tecnologia de ponta a processos comerciais.

Primeira plataforma do Brasil a automatizar a venda de cloud é apresentada na Futurecom

Ativos Capital, ecossistema de inovação que integra Martech, Comunicação e Cloud, confirma presença na Futurecom 2025, evento conhecido como o maior relacionado a tecnologia e transformação digital da América Latina. O grande destaque da companhia é a ferramenta Solvefy.cloud, considerada a primeira plataforma do Brasil a automatizar a venda de cloud de forma prática e acessível. A proposta é transformar qualquer empresa em provedora de serviços de nuvem, eliminando barreiras técnicas e burocráticas.

Octávio Carradore, CEO da Ativos Capital, explica que na prática, a ferramenta Solvefy.cloud funciona como um “e-commerce da infraestrutura digital”. O cliente final acessa um portal personalizado, escolhe a quantidade de CPU, memória e armazenamento que deseja, realiza o pagamento online e, em poucos minutos, já pode começar a utilizar sua máquina virtual. Tudo em um modelo self-service, sem necessidade de depender de um time comercial. 

“Quando se fala em “cloud computing”, muita gente pensa em grandes empresas globais armazenando e gerenciando volumes imensos de dados. A nuvem faz parte do dia a dia das pessoas, seja na busca de um filme em streaming ou no salvamento de fotos no celular. No ambiente corporativo, ela exerce um papel estratégico, justamente por garantir escalabilidade, segurança e redução de custos para as empresas que se relacionam com a tecnologia. É nesse contexto que surge a Solvefy.cloud”, esclarece Carradore.

Segundo o executivo, o grande diferencial está na interface white label, que permite que a empresa parceira use sua própria identidade visual. Assim, o cliente interage sempre com a marca do provedor, fortalecendo o relacionamento e gerando fidelização. Além disso, a plataforma traz recursos como painel administrativo intuitivo, automação de tarefas, provisionamento de serviços e um sistema de faturamento integrado, reduzindo custos operacionais e otimizando processos internos.

“Assim como o e-commerce permitiu que lojas físicas vendessem pela internet, a Solvefy.cloud permite que qualquer empresa venda sua infraestrutura de tecnologia diretamente ao cliente. E isso é o que estamos levando para o público do Futurecom”, explica Karuline Tonetti, gerente de Marketing de Produto da Ativos Capital. Segundo ela, a solução atende a um mercado estimado em R$ 2 bilhões no Brasil, hoje dominado por ofertas caras e pouco flexíveis. 

De acordo sua funcionalidade, a Solvefy.cloud é apresentada como um importante passo rumo à democratização da nuvem no Brasil, tornando acessível a provedores e empresas a chance de competir em um mercado cada vez mais estratégico para a transformação digital. Os dados da pesquisa realizada pela Gartner comprovam a teoria: até 2027, 90% das empresas que usam serviços de memória e armazenamento de dados migrarão para nuvem pública. Os investimentos devem alcançar US$ 723,4 bilhões até 2025, impulsionados pela busca por soluções escaláveis e mais eficientes.

Ativos Capital na Futurecom

Marcada para acontecer entre os dias 30 de setembro e 02 de outubro, no São Paulo Expo, em São Paulo, a Futurecom é referência em conectividade e inovação para a América Latina tanto que, nos últimos anos, tornou-se também um importante hub em soluções para cibersegurança e facilitador da Transformação Digital. Ao todo, a expectativa é reunir cerca de 300 marcas expositoras e mais de 30 mil profissionais do setor, em mais de 25 mil m² de área de exposição. 

No evento, a Ativos Capital estará no estande da Abeprest – Associação Brasileira de Empresas de Soluções de Telecomunicações e Informática. “A participação da Ativos Capital na Futurecom reforça o nosso posicionamento como protagonista na inovação tecnológica no Brasil. O evento, reconhecido por impulsionar a transformação digital na região, será o palco ideal para a empresa apresentar ao público as vantagens de sua solução proprietária e fortalecer conexões estratégicas no ecossistema de tecnologia”, destaca Octávio Carradore, CEO da Ativos Capital.

Como parte da programação preparada especialmente para o evento, a Ativos Capital vai promover uma palestra no próprio estande da Abeprest. O tema será o mercado de cloud e como ele deve dominar o futuro dos negócios. Além de tirar dúvidas, o facilitador trará insights sobre a melhor forma de se preparar para implantar a tecnologia no negócio e como ela pode ser utilizada de forma a suprir todas as necessidades, desde a parte de comercialização até a contabilidade. “Será um momento de puro aprendizado e esclarecimento de dúvidas. Queremos que as pessoas conheçam mais sobre a plataforma e suas vantagens na prática e trazendo-a para o dia a dia”, finaliza Carradore.

Casal investe em frota 100% elétrica e já fatura R$ 500 mil com app de mobilidade em MG

O casal Danilo e Priscila, naturais de Janaúba (MG), transformou a paixão por carros elétricos em um negócio inovador de mobilidade urbana. Menos de dois anos após lançar a 100% Eletric, o aplicativo de transporte urbano já realiza cerca de 3 mil corridas por mês na cidade e alcança faturamento anual de R$ 500 mil, atendendo moradores e fortalecendo a cultura sustentável na região.

Como o nome entrega, a frota é 100% composta por carros elétricos. Para os passageiros, uma corrida econômica, confortável, rápida e sustentável; para os motoristas, uma chance de ter ganhos ainda maiores que os aplicativos tradicionais. Eles não têm custos com eletricidade, IPVA ou manutenção dos carros, que são integralmente cobertos pela empresa. 

“O foco da operação está na pontualidade, na qualidade e na experiência positiva oferecida aos passageiros. Queremos que cada corrida inspire confiança tanto para quem está no carro quanto para quem dirige. Nosso objetivo é que o transporte sustentável se torne a escolha natural na cidade”, afirma Danilo.

O projeto começou com um investimento de cerca de R$ 200 mil, destinado à compra do primeiro veículo elétrico, à instalação de placas solares e à estruturação inicial do aplicativo. Mas, antes disso, a ideia partiu de um incômodo pessoal: os deslocamentos diários entre Janaúba e a cidade vizinha, onde o casal administrava uma casa lotérica, eram custosos para o bolso deles e para o meio ambiente.

“Percebi que era possível unir economia, sustentabilidade e uma oportunidade de negócio inovadora na nossa cidade. Cada corrida que fazemos representa uma alternativa de mobilidade e um passo para reduzir a emissão de poluentes. Isso nos motivou a sonhar com um impacto ainda maior no futuro”, explica Danilo.

Inicialmente, o próprio Danilo operava o aplicativo, realizando corridas de teste e aprendendo a configurar a plataforma — ele utiliza a Machine, software white label da Gaudium voltado para mobilidade e entregas. Depois, amigos e motoristas selecionados entraram na operação, permitindo a expansão da frota.

Hoje, o aplicativo conta com oito motoristas, todos uniformizados e com treinamento para garantir segurança e excelência. A tarifa mínima é de R$ 9,99, que permite atender corridas longas na cidade. Outro atrativo é a remuneração dos condutores, que recebem de R$ 2.500 a R$ 3.000 líquidos por mês.

O casal planeja consolidar a operação em Janaúba e expandir para cidades vizinhas, mantendo a própria frota de veículos elétricos e abrindo espaço para novos motoristas, que já tenham carros elétricos e estejam interessados em implementar mobilidade sustentável nos seus municípios. A estratégia de crescimento ainda inclui parcerias com empresas locais.

“Nosso plano é crescer de forma sustentável, levando a mobilidade elétrica para cidades vizinhas e inspirando outros a adotarem soluções similares. Queremos que o 100% Eletric seja referência não só em conforto e pontualidade, mas também em inovação e consciência ambiental”, finaliza Danilo.

Inteligência artificial no campo impulsiona ganhos no agronegócio

O uso da tecnologia, da inteligência artificial e de novas estratégias de marketing vem beneficiando diretamente o produtor rural e o desenvolvimento do agronegócio, facilitando o dia a dia com soluções como leilões online, simplificação do financiamento agrícola e caminho mais curto para atendimento especializado. 

As inovações no agronegócio, na indústria e no setor de distribuição se conectam com o objetivo de aumentar a produtividade agrícola de forma sustentável, diante do desafio de produzir 60% mais alimentos até 2050 para alimentar uma população mundial de 9,3 bilhões de pessoas, conforme previsão da FAO (Organização para a Alimentação e Agricultura). 

De acordo com a MarketsandMarkets, plataforma mundial dedicada a pesquisas de mercado, o mercado de IA voltado para a agricultura está projetado para atingir US$ 4,7 bilhões até 2028. E o recurso da IA aparece como um dos pontos centrais do aumento da produtividade no campo. 

A tecnologia encurta o caminho entre o produtor rural e as soluções para o dia a dia do agronegócio. Entre as frentes que a IA já atua, está o atendimento automatizado e personalizado ao produtor rural. 

Agentes de inteligência artificial são treinados para atender via WhatsApp, simulando financiamentos em tempo real e gerando propostas personalizadas para o produtor rural. A IA também orienta sobre insumos agrícolas, responde dúvidas e auxilia compradores, funcionando como extensão digital das equipes comerciais.  

O especialista em marketing, tecnologia e vendas e CEO da BW8, Willian Crizostimo, explica que o objetivo da inovação e do uso da IA no setor é criar inteligência de mercado para antecipar demandas.  

“Um dos objetivos é trazer previsibilidade de vendas em setores historicamente instáveis. Colocar o agricultor, o distribuidor e a indústria no mesmo fluxo de dados e comunicação”, diz o CEO. 

A IA é projetada para operar em um ambiente seguro e controlado, onde todos os dados técnicos e operacionais são protegidos, e as respostas fornecidas seguem as diretrizes específicas da empresa, minimizando o risco de interpretações errôneas. 

Desta forma, a ferramenta se torna adaptável para atender às necessidades de diferentes tipos de negócios, operando dentro das especificações determinadas por cada cenário de atendimento. No agronegócio, por exemplo, a IA foi treinada com uma vasta base de dados técnicos, incluindo manuais de equipamentos agrícolas, catálogos de insumos e defensivos, e guias de manutenção. Isso garante que as respostas sejam precisas, claras e alinhadas com as melhores práticas do setor.

Entre os resultados, o uso da IA automatizada reduziu em 40% o tempo de atendimento e aumentou em 25% a satisfação dos clientes, apontam os dados da BW8. 

“Com isso mostramos que não basta jogar água nas folhas. É preciso irrigar o solo para que toda a cadeia cresça”, disse o CEO da empresa de tecnologia.

Anunciantes ampliam investimentos e consolidam o digital como grande força da comunicação

No Dia do Anunciante, comemorado nesta segunda (29), o mercado brasileiro celebra um movimento de confiança e expansão. Segundo a Bússola de Marketing 2025, estudo conduzido pela Croma Consultoria, a maioria das empresas projetou aumento dos investimentos em marketing e comunicação em 2025. O levantamento, realizado com 151 companhias de diferentes portes e setores, revela que 52% dos anunciantes vão ampliar seus orçamentos, enquanto apenas 6% estimam cortes. Neste cenário, 74% da alocação de verbas são para internet e 26% para outros meios. 

O recorte por faturamento reforça a tendência: companhias com receita acima de R$ 300 milhões puxam a expansão da mídia, confirmando a publicidade como motor estratégico de crescimento. Já entre empresas de menor porte, a manutenção dos investimentos predomina como sinal de cautela em meio à instabilidade econômica. 

Embora a indústria continue direcionando a maior parte dos seus investimentos para o digital (39%), ela mantém uma estratégia diversificada, apostando também em TV Aberta (20%), OOH (9%), como canais relevantes para a sua comunicação. Outro dado relevante é a diversificação dos canais: 79 anunciantes afirmam que irão reforçar sua presença em múltiplos meios, combinando digital e offline, com destaque absoluto para o digital como principal força – seja em alcance, personalização ou mensuração de resultados.

Para Edmar Bulla, fundador da Croma Consultoria, os números confirmam que a comunicação deixou de ser um custo para se tornar um ativo estratégico: “O anunciante precisa, cada vez mais, tomar decisões com base em dados, equilibrando performance e construção de marca. O estudo Bússola mostra que os investimentos em comunicação não são apenas despesas, mas sim alavancas de valor para os negócios e para a sociedade.”

Ainda de acordo com o estudo, 3 em cada 4 anunciantes acreditam que a IA (Inteligência Artificial) influenciará as iniciativas de marketing e comunicação. Os anunciantes do setor de serviços são os que mais veem a IA como um fator transformador, enquanto a indústria demonstra ainda grande ceticismo em relação ao seu impacto. 

A mensagem é clara: comunicar é investir no futuro. Ao consolidar o digital como alicerce de suas estratégias, os anunciantes brasileiros reforçam a importância da publicidade como elo entre marcas e consumidores em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.