Início Site Página 181

Hostinger Horizons se torna a primeira ferramenta de vibe coding com e-commerce integrado nativamente

Mais de 2,7 bilhões de pessoas compram online, a maioria todos os meses¹. Para ajudar empreendedores a alcançar esse público crescente, a Hostinger Horizons, parceiro de IA tudo-em-um para criação de sites e aplicativos web, acaba de lançar uma integração de e-commerce, tornando-se a primeira ferramenta de vibe coding a oferecer funcionalidade completa de loja virtual já pronta para uso.

“Após analisar 200.000 prompts, descobrimos que as lojas virtuais são o uso mais popular entre os clientes da Hostinger Horizons, representando cerca de um terço de todos os projetos criados com a ferramenta de IA. Sabendo que nossos clientes querem vender online, 

entregamos um recurso de e-commerce fácil e intuitivo”, afirma Dainius Kavoliūnas, Head da Hostinger Horizons.

Simplificando a presença online com vibe coding

Diferente dos construtores de sites tradicionais, as ferramentas de vibe coding transformaram a criação de sites e aplicativos web em algo tão simples quanto conversar com uma IA. O usuário descreve o que deseja com suas próprias palavras e a IA constrói, instantaneamente e sem programação.

Até agora, porém, criar uma loja online era um processo muito mais complexo.

Empreendedores precisavam primeiro entender como o e-commerce funcionava e, em seguida, configurar manualmente cada função, desde bancos de dados de produtos e métodos de pagamento seguro até envio, carrinho de compras e análises. Até mesmo adicionar produtos podia exigir dezenas ou centenas de prompts pagos em outras plataformas.

“Estamos desenvolvendo o Horizons para pessoas que não querem se preocupar com configuração técnica ou aprender como o e-commerce funciona. Criar uma loja era tecnicamente possível antes, mas levava muito tempo e esforço. Felizmente, tínhamos uma solução testada na equipe do Hostinger Website Builder, um motor de e-commerce robusto. Só precisávamos integrá-lo”,  complementa Kavoliūnas.

Gestão de loja sem esforço e sem código

A nova integração de e-commerce aparece como um pop-up na interface da Hostinger Horizons. A partir dele, o usuário pode configurar e gerenciar sua loja sem programação ou ferramentas externas. É possível:

  • Adicionar e editar produtos digitais ou físicos
  • Configurar mais de 100 opções de pagamento
  • Definir métodos de envio
  • Aplicar impostos e descontos
  • Gerenciar estoque e pedidos

A solução suporta até 600 produtos sem taxas adicionais de transação. Diferente dos fluxos padrão de IA, o gerenciamento da loja é manual e ilimitado, o usuário não precisa gastar mensagens pagas de IA para atualizar preços ou listas de produtos.

Ainda assim, é possível usar IA para personalizar o layout da loja, reorganizar produtos, alterar cores de botões ou adicionar novas seções.

Selo do Mercado Livre fortalece segurança e confiança de consumidores em compras online

A Magis5, especializada em soluções de integração para e-commerces, acaba de conquistar o selo Integrador Platinum do Mercado Livre — o mais alto nível de reconhecimento concedido pela plataforma a seus parceiros de tecnologia. O título coloca a empresa paulista em um grupo seleto de integradores homologados, reconhecidos por sua alta performance, estabilidade técnica, suporte de excelência e capacidade de atender sellers de médio e grande porte.

Fundada em 2018, a Magis5 conecta lojas virtuais a mais de 30 marketplaces, incluindo gigantes como Mercado Livre, Amazon, Shopee e Americanas. O hub de integração atua como uma solução completa para a gestão de vendas, permitindo que os sellers centralizem pedidos, estoques e anúncios em uma única plataforma.

A tecnologia visa eliminar tarefas manuais, reduzir erros e impulsionar a escalabilidade dos negócios com agilidade e segurança. A Magis5 já processou mais de R$ 2 bilhões em vendas e atende a mais de 5 mil sellers ativos em todo o Brasil.

“Essa conquista demonstra o nosso compromisso diário com a excelência técnica e a eficiência operacional que os nossos clientes precisam para escalar vendas de forma sustentável no Mercado Livre e em outros marketplaces estratégicos”, afirma Claudio Dias, CEO da Magis5.

Para alcançar a certificação, a Magis5 passou por rigorosas avaliações técnicas e operacionais que comprovam a excelência da plataforma em diversos quesitos, como estabilidade de conexão com a API do Mercado Livre, processamento em tempo real de pedidos e estoques, tempos de resposta acima da média e suporte altamente qualificado. Na prática, a certificação se traduz em vantagens competitivas para os sellers. Ao contar com um integrador Platinum, eles obtêm uma operação mais ágil, segura e escalável, permitindo um melhor aproveitamento de campanhas, menor tempo de resposta ao consumidor e redução de rupturas de estoque.

“Nosso objetivo é ser o motor de crescimento para o seller brasileiro, com tecnologia de ponta, inovação constante e suporte que faz a diferença”, conclui Claudio Dias.

Topaz lança Topaz Open e leva robustez do core bancário para modelo SaaS

Topaz, uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais do mundo e parte do grupo Stefanini, anuncia o lançamento do Topaz Open, evolução estratégica de seu core bancário para o modelo SaaS (Software as a Service). A novidade marca um movimento decisivo da companhia para democratizar o acesso à tecnologia bancária de alta performance no Brasil, oferecendo uma alternativa mais acessível, ágil e operada pela própria Topaz às instituições financeiras, como cooperativas, fintechs e bancos digitais de pequeno e médio porte.

A nova oferta, baseada em uma instância single tenant – ou seja, separada para cada cliente, com gestão compartilhada -, traz como base a mesma robustez utilizada por grandes instituições que operam milhões de contas. Com isso, o Topaz Open garante escalabilidade, segurança e disponibilidade contínua, agora com implantação em poucos meses e menor custo.

“O Topaz Open surge como resposta a uma demanda crescente do mercado por soluções completas, mas mais enxutas em termos de operação e personalização. Muitos bancos e fintechs não querem apenas trocar de sistema, mas querem uma plataforma pronta para operar, com implantação rápida e gestão de infraestrutura integrada”, afirma Jorge Iglesias, CEO da Topaz.

Acesso à tecnologia bancária de ponta

Historicamente, o core bancário da Topaz foi adotado por instituições com grande complexidade e times robustos de tecnologia. Com o Topaz Open, a empresa passa a atender instituições com estruturas menores, que buscam eficiência operacional sem abrir mão da confiabilidade.

A proposta é clara: entregar a mesma base tecnológica de alta performance, mas em uma oferta estandardizada, escalável, com gestão da própria Topaz. Isso reduz a carga operacional do cliente e viabiliza a entrada de novos players no ecossistema financeiro com uma plataforma testada, segura e pronta para escalar.

“É a mesma engenharia de ponta do core bancário, com um modelo de entrada mais acessível, ideal para quem está começando ou quer crescer com solidez. E se esse cliente evoluir e quiser personalizar mais à frente, a migração é simples, pois ele já está na mesma plataforma”, complementa o executivo.

Diferenciais e nova etapa para o core bancário no Brasil

Topaz Open reúne uma série de diferenciais estratégicos que o posicionam como uma solução ideal para instituições financeiras que buscam agilidade, eficiência e segurança. A solução permite implantação acelerada, com projetos que podem ser concluídos em até três meses, graças a uma estrutura pré-configurada. Toda a gestão da infraestrutura é feita pela própria Topaz, em um modelo de subscrição com SLA por disponibilidade técnica, o que reduz a necessidade de grandes times internos de tecnologia. Mesmo com um custo de entrada mais acessível, o Topaz Open mantém a mesma capacidade de escalabilidade, oferecendo também flexibilidade para o futuro, com a possibilidade de migração para um modelo mais customizado sem a necessidade de trocar de plataforma ou tecnologia.

Embora a Topaz já ofereça modelos SaaS em outros países da América Latina, o lançamento do Topaz Open representa a primeira oferta nesse formato com ocore banking da Topaz no mercado brasileiro. A experiência com infraestrutura, gestão e escalabilidade agora é materializada em um produto que deve acelerar a transformação digital de diversas instituições.

“O futuro da tecnologia bancária está em permitir que cada instituição escolha como quer consumir inovação. A Topaz segue comprometida em entregar flexibilidade, robustez e tranquilidade operacional. O Topaz Open amplia esse leque e fortalece nosso papel como parceiro estratégico para todos os perfis de cliente”, conclui Jorge Iglesias.

Integração entre Wake e ANYMARKET amplia alcance de lojistas em marketplaces como Magalu, Americanas e Mercado Livre

Com o comércio eletrônico crescendo em ritmo acelerado, os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes. Um estudo da Opinion Box aponta que 85% já realizaram compras em marketplaces, atraídos pela variedade de produtos e preços competitivos. Esse comportamento evidencia a necessidade de soluções que simplifiquem a operação digital e ampliem o alcance das vendas.

Para responder a essa demanda, a Wake, empresa de tecnologia voltada para digitalização do varejo, firmou uma parceria estratégica com a ANYMARKET, uma das mais completas plataformas de integração para e-commerce da América Latina. A iniciativa permite que lojistas gerenciem produtos, estoques, preços e pedidos em marketplaces como Americanas, Magalu e Mercado Livre de forma eficiente e escalável, eliminando a necessidade de controles manuais e reduzindo as chances de erro.

Mais do que simplificar rotinas administrativas, a parceria fortalece a competitividade dos lojistas em um mercado em expansão. Segundo pesquisa da ABComm, os marketplaces já representam mais de 78% do faturamento total do e-commerce no Brasil, reforçando a importância de estar presente nesses canais de maneira estruturada e eficiente.

Para o consumidor final, os ganhos se traduzem em experiências de compra mais completas, com maior agilidade e variedade. Já para os clientes Wake, os principais benefícios incluem:

  • Expansão de canais de venda: acesso rápido e simplificado aos maiores marketplaces do Brasil e do mundo, alcançando milhões de potenciais clientes.
  • Gestão centralizada e inteligente: catálogo, estoque e pedidos reunidos em um único painel; qualquer alteração na plataforma ANYMARKET é automaticamente replicada para todos os canais integrados.
  • Operação automatizada: redução de controles manuais e erros, com sincronização de informações que permite aos lojistas focar em estratégias de crescimento e tomada de decisão.
  • Inteligência de mercado: dados e relatórios que ajudam a otimizar estratégia de preços e a identificar novas oportunidades de negócio.
  • Plano exclusivo e adaptado: acesso a um plano especial ANYMARKET completamente voltado às suas necessidades.

O impacto da parceria se alinha a tendências do setor: de acordo com dados do E-commerce Brasil, empresas que utilizam plataformas de integração podem reduzir em até 40% o tempo gasto com tarefas operacionais. O dado reforça como a combinação de tecnologia, dados e gestão eficiente atende às demandas de um mercado digital em constante crescimento.

“Estamos atentos às mudanças do mercado e focados em soluções estratégicas. Com a integração Wake e ANYMARKET, nossos clientes poderão transformar dados em ações concretas, entregando experiências mais ágeis e personalizadas para os lojistas”, afirma Diego Santos, head de Inovação e Parcerias da Wake.

“Unir a expertise da Wake em e-commerce à especialidade do ANYMARKET em marketplaces é proporcionar aos sellers uma jornada digital fluida e sem fricções. Essa parceria estratégica permite que cada empresa atue no que faz de melhor, ampliando o valor entregue aos clientes e fortalecendo todo o ecossistema de vendas online no Brasil e na América Latina. Estamos muito felizes com essa aproximação e confiantes de que o mercado colherá grandes resultados dessa união”, comenta André Pereira, Diretor Comercial e de parcerias BR do ANYMARKET

Com essa integração, a Wake e a ANYMARKET oferecem ferramentas que permitem gerenciar vendas em múltiplos canais com mais eficiência, acessar dados estratégicos e ampliar a atuação no mercado digital, gerando valor tanto para os lojistas quanto para os consumidores finais.

Líderes brasileiros priorizam tradição e regras, aponta pesquisa

Ao contrário do estereótipo global que associa os brasileiros à informalidade e à descontração, líderes no país aparecem como mais tradicionais, disciplinados e orientados a regras. É o que revela um levantamento da Hogan Assessments, em parceria com a Ateliê RH, baseado em dados de mais de 2.800 executivos comparados a benchmarks globais.

De maneira geral, os resultados do estudo pintam um retrato dos executivos brasileiros como líderes íntegros, motivados e socialmente sintonizados. Seu perfil motivacional reflete uma forte preferência por estrutura, tradição e profissionalismo, com ênfase em fazer as coisas da maneira “certa” e manter altos padrões de conduta. Do ponto de vista comportamental diário, eles se mostram ambiciosos e disciplinados — definindo metas ousadas, mas mantendo o foco no processo, na organização e na execução.  

Já sob pressão, os líderes brasileiros demonstram uma tendência a se tornarem excessivamente confiantes e resistentes a feedback, ao mesmo tempo, os dados sugerem que eles permanecem acessíveis, empáticos e atenciosos com os outros. No geral, esse perfil sugere um estilo de liderança focado em objetivos e orientado por valores, equilibrado por inteligência emocional e um profundo respeito pela estrutura e tradição.

Metodologia de estudo

Uma das maiores editoras de testes de personalidade do mundo, a Hogan Assessments, em quase quatro décadas, se especializou na criação de testes que mensuram especificamente o comportamento do indivíduo no trabalho. A empresa desenvolveu três inventários de personalidade que são base para diferentes relatórios: o HPI (Inventário Hogan de Personalidade) mede os traços de personalidade que o indivíduo apresenta no dia a dia que influencia sua reputação; o HDS (Inventário Hogan de Desafios), que mapeia como o profissional age em momentos de estresse e pressão; e o MVPI (Inventário de Motivos, Valores e Preferências), que identifica os motivadores e valores de um indivíduo. Os três inventários foram usados para realizar a comparação entre líderes brasileiros e globais.

Com base nas escalas dos três inventários, pesquisadores da Hogan fizeram o recorte de uma amostragem de 2.800 testes respondidos por executivos brasileiros, de diferentes áreas e setores, ao longo do ano de 2023. Esses resultados foram comparados com as médias de resultados globais.  

Um dos pontos que mais se destaca na avaliação da personalidade dos líderes brasileiros é a valorização da Tradição – uma das escalas presentes no MVPI. A diferença em relação aos líderes globais é de 13 pontos percentuais. “Líderes com alta pontuação em Tradição valorizam a história e as convenções, e esses indivíduos provavelmente possuem um alto padrão de conduta e princípios bem estabelecidos que orientam sua tomada de decisões e comportamento. Além disso, são percebidos como maduros e de bom senso, e se preocupam em manter a tradição, os costumes e os comportamentos socialmente aceitáveis. Normalmente acreditam que existe uma maneira certa e uma maneira errada de fazer as coisas e incentivam abordagens estruturadas para a conclusão de projetos e tarefas”, explica Roberto Santos, sócio-diretor da Ateliê RH, que introduziu e distribui os instrumentos Hogan no Brasil há 22 anos.

Em compensação, o motivador com menor pontuação dos líderes brasileiros é o Hedonismo, com oito pontos abaixo do benchmark global de executivos. Líderes com baixa pontuação em Hedonismo tendem a preferir ambientes de trabalho profissionais e formais. “Eles podem preferir levar o trabalho mais a sério e encontrar prazer apenas nos momentos de folga”, complementa Santos.  

Em conjunto, esses dois traços refletem um estilo de liderança baseado em princípios, disciplina e respeito à hierarquia, com menor ênfase na diversão ou espontaneidade no local de trabalho. Esses líderes provavelmente prosperam em ambientes onde as expectativas são claras, os comportamentos são guiados por padrões compartilhados e o trabalho é abordado com um senso de dever em vez de recreação.

“Esse perfil contraria o estereótipo global de brasileiros como amantes despreocupados de futebol, praia e carnaval, com pouca consideração por estrutura ou valores conservadores. Na prática, a perspectiva baseada na ciência é confirmada por novas empresas interessadas em investir no Brasil: espera-se que os líderes brasileiros sigam regras, mantenham padrões e se concentrem diretamente no negócio” diz Santos.

O “jeito” brasileiro

A partir das escalas do Inventário Hogan de Personalidade (HPI), que mede como  as pessoas se relacionam, trabalham, lideram e alcançam sucesso no dia a dia, o estudo revelou que os executivos brasileiros são ligeiramente mais ambiciosos que a média global, com a diferença de um ponto percentual. A escala em que eles têm maior pontuação é a Ambição, demonstrando autoconfiança, motivação e espírito de liderança. Líderes com alta pontuação em Ambição tendem a definir e alcançar metas audaciosas e, frequentemente, são altamente seguros de si e orientados para a realização. No entanto, podem parecer excessivamente competitivos e intimidadores para os outros.

A segunda escala de maior pontuação dos líderes brasileiros é a Prudência – com 12 pontos acima do benchmark global. Líderes com alta pontuação em Prudência tendem a ser orientados por regras, confiáveis, organizados e orientados por processos. Esses líderes provavelmente são bastante focados em implementação e conformidade; no entanto, podem parecer rígidos, inflexíveis e resistentes a mudanças.  

A combinação entre esses dois perfis dá origem a um estilo de liderança orientado a objetivos e altamente disciplinado. Esses líderes provavelmente serão vistos como confiantes, motivados e capazes de definir e alcançar objetivos desafiadores, ao mesmo tempo em que valorizam estrutura, confiabilidade e cumprimento de regras. Comparados aos seus pares executivos globais, eles se destacam por seu forte foco tanto em desempenho quanto em processos. Embora essa união possa apoiar a execução eficaz e a presença da liderança, também pode apresentar riscos de serem percebidos como excessivamente controladores, rígidos ou excessivamente competitivos em ambientes de alto risco.

“A liderança brasileira frequentemente reflete uma cultura de “Alta Tradição” — valorizando a hierarquia, a adesão a regras e a tomada de decisões centralizada e de cima para baixo. Muitas vezes, é uma mistura de autoritarismo e aversão ao risco, temperada pela flexibilidade e resiliência para navegar por fortes restrições regulatórias — personificando o jeitinho brasileiro, ou o jeito brasileiro de prosperar na complexidade”, avalia Santos.

Ainda segundo o especialista, essa tríade de Alta Tradição, Ambição e Prudência é comum entre os líderes de empresas do Brasil. “No entanto, as multinacionais tendem a favorecer uma combinação diferente, com menor Tradição e Segurança, demonstrando maior tolerância a riscos e níveis mais moderados de orientação por processos e regras,” completa.

Excesso de autoconfiança e informalidade podem ser um problema

Com doze pontos percentuais acima do benchmark global de executivos, o fator que mais atrapalha os líderes brasileiros é a Arrogância. Curiosamente, esta é a única escala do Inventário Hogan de Desafios em que os líderes brasileiros pontuam acima do benchmark global; todas as outras escalas variam de um a 12 pontos abaixo do benchmark de executivos. Aqueles com pontuação alta em Arrogante tendem a passar de confiantes e assertivos a arrogantes e presunçosos sob pressão e estresse. “Esses líderes podem até superestimar suas próprias habilidades, tornando-se excessivamente confiantes e deixando de receber feedback de seus chefes, colegas e subordinados. Pior ainda, sob estresse e pressão, essa arrogância pode se manifestar como abuso de poder e confiança”, pontua Santos.

Em contrapartida, a escala de menor pontuação no HDS é o traço Reservado, com 12 pontos percentuais abaixo do benchmark global de executivos. “Esses líderes tendem a ser percebidos como educados, gentis e atenciosos. Eles conseguem ler as pessoas rapidamente e tentam entender as perspectivas dos outros. Quando questionados, conseguem lidar e apoiar as tempestades emocionais dos outros”, avalia.  

“Considerando os outros traços de personalidade, a liderança brasileira pode ser paternalista e autoritária, resumida na citação: “faça o que eu digo e eu te trato bem”. Dito isso, essa liderança é temperada pelo calor, hospitalidade e informalidade, especialmente ao receber pessoas de fora. “Isso torna os líderes carismáticos e habilidosos na construção de consensos, mas pelo seu estilo informal e comunicativo, podem ser vistos como evasivos, pouco diretos ou até mesmo ‘sem filtro’, dependendo do público, complementa Santos.

Para o especialista, os resultados da pesquisa também trazem reflexões práticas para as organizações. “Embora o estilo ‘comando e controle’ predomine na maior parte das organizações, os líderes devem considerar o efeito que esse estilo tem no engajamento dos funcionários e no planejamento da sucessão. Muitas vezes, podem bloquear inadvertidamente o sucesso daqueles sob sua liderança que são mais questionadores. É fundamental entender que receber feedback e contribuições não significa perda de autoridade; pelo contrário, a inclusão pode ampliar o poder e a influência de quem lidera”, finaliza.

Desafios e aprendizados de liderar uma equipe da geração Z – sendo eu mesma da geração Z

Todas as gerações, desde os baby boomers até o millennials, sofrem com estereótipos no mercado de trabalho, e com a geração Z não seria diferente. Enquanto os boomers são vistos como excessivamente rígidos, a geração X é considerada pragmática, e os millennials são vistos como inseguros, a geração Z é percebida como desinteressada e superficial. E dentre tantos equívocos e preconceitos, o mercado de trabalho tem hoje o desafio de acolher a crescente leva de profissionais da geração Z, que até o final do ano deve representar 27% da força de trabalho no mundo, segundo o Fórum Econômico Mundial.

Como garantir que as companhias estejam aptas para atrair e reter talentos mais jovens, que têm demandas diferentes das gerações que fundaram as empresas e estruturaram a cultura corporativa? Sendo hoje uma profissional da geração Z que lidera uma equipe de pessoas que também são da geração Z, tenho compreendido a importância do diálogo intergeracional, no qual um se disponha a aprender com o outro. Além disso, percebo que o futuro está nas mãos de uma gestão que integre autonomia e flexibilidade, com o respeito à individualidade e à vulnerabilidade de cada um, inclusive dos próprios líderes.

No dia a dia, lidero uma equipe de jovens profissionais, mas respondo para lideranças de gerações anteriores, então cabe a mim traduzir um pouco dos anseios e das demandas de cada lado. E o sucesso desse trabalho se dá pela escuta ativa e humanizada, reconhecendo os contextos de cada geração para fazer com que as diferenças sejam respeitadas e gerem oportunidades de crescimento para todos. A geração Z chega ao trabalho com o desejo de se engajar em atividades que tenham propósito, que estejam alinhadas com seus valores pessoais, enquanto as gerações anteriores, mais experientes, dominam habilidades como disciplina e organização. A combinação entre tais características tem um potencial muito mais positivo quando o diálogo é feito de forma respeitosa.

Por outro lado, a geração Z, tem demandado cada vez mais flexibilidade no trabalho, para que possa conciliar melhor vida profissional e pessoal. Porém, isso não é uma novidade: todas as gerações sempre quiseram isso, mas hoje há um contexto social que possibilita os mais jovens a exigir isso no trabalho. Esse entendimento deve fazer com que líderes de gerações anteriores, sejam mais empáticos ao lidar com os mais jovens, dispondo-se também a guiá-los para que se desenvolvam profissionalmente com mais atenção às suas responsabilidades.

Confiança: flexibilidade e autonomia

Hoje em dia, a adoção de um modelo de trabalho híbrido ou de estratégias como o short day tem gerado bons resultados justamente porque os colaboradores se sentem mais à vontade para exercer suas funções sem sacrificar o contato com a família e os momentos individuais de lazer. Além disso, as lideranças devem delegar com autonomia, ou seja, estipular as tarefas que cada um deverá fazer, mas garantindo aos profissionais a liberdade de tomar decisões na execução. Isso alivia a rigidez do ambiente de trabalho fazendo com que o colaborador se sinta valorizado.

Tudo isso, contudo, só é possível quando os líderes demonstram confiança em suas equipes. A geração Z, mais do que qualquer outra geração, não se sente confortável com o microgerenciamento – o controle excessivo e detalhista sobre tudo o que é feito –, e por isso evita trabalhos que sejam muito rígidos e sem liberdade. A confiança, aqui, é pilar para uma boa relação no ambiente corporativo, propiciando melhores resultados e retenção de talentos.

Super herói x ser humano

Outro ponto importante é o convite à vulnerabilidade: em outras gerações, os líderes buscavam se apresentar como infalíveis, super-heróis que não estavam sujeitos a falhas, porque acreditavam que isso era uma forma de conquistar o respeito e a confiança dos liderados. Para a geração Z, porém, é muito mais valioso que os líderes sejam vistos como seres humanos reais, que cometem erros e aprendem a evoluir. Isso é o que inspira os jovens profissionais a se tornarem versões melhores de si mesmos.

Afinal, aquele estereótipo do chefe que sacrifica tudo – desde relações familiares até a própria saúde – em nome do sucesso profissional não é mais um modelo a ser seguido. Ao contrário, a geração Z quer que seus líderes sejam pessoas equilibradas, humanas, dispostas a encarar a rotina de trabalho com mais leveza. Isso gera conexão entre as equipes e fomenta a confiança necessária para que os colaboradores tenham a desejada autonomia para executar suas tarefas.

Valorização do indivíduo

A minha geração foi moldada na personalização: se eu chego numa organização eu sou tratada apenas como mais uma colaboradora, rapidamente me desmotivo. Então, pelo menos para o meu líder, eu preciso ser vista. As lideranças precisam conhecer suas equipes, estar atentos às especificidades de cada um, enxergar as habilidades e as limitações que possam ter e trabalhar ativamente para que o potencial individual seja melhor desenvolvido.

E esse reconhecimento não precisa necessariamente vir por meio de uma promoção, por exemplo, que não é a ambição de todos os colaboradores da geração Z. Conheço profissionais que foram convidados para serem mentores em um programa e ficaram muito mais felizes do que quando foram promovidos. Quando o reconhecimento é de fato pensado nos anseios e nas demandas do profissional, ele gera satisfação e estimula o engajamento de forma mais orgânica.

Feedback – ou simplesmente diálogo

A prática do feedback, com reuniões específicas entre líder e colaborador para apontar melhorias no trabalho, é um caminho importante para o sucesso na gestão da geração Z. Mas isso se dá porque o diálogo, no final das contas, é a base para a construção de uma cultura organizacional que sabe acolher os trabalhadores mais jovens e apresentar para eles caminhos de desenvolvimento pessoal e profissional. Se a intenção é gerar um ambiente corporativo pautado no respeito à individualidade, tanto para os colaboradores quanto para as lideranças, então é imprescindível que as partes estejam disponíveis para boas conversas e aprendizados mútuos. Esse, afinal, é o futuro das relações de trabalho.

*Natália Travagin é supervisora de Marketing na DM, grupo de serviços financeiros especializado em gestão de crédito, nascida no ano 2000.

Natura lança programa Criadores da Beleza e acelera a profissionalização das vendas por influência digital

A Natura acaba de anunciar o lançamento do programa Criadores da Beleza, um novo marco na estratégia de Vendas por Relações, principal canal de receitas da companhia. A iniciativa fortalece a comunidade formada por 1,6 milhão de Consultoras de Beleza Natura e Avon no País, e avança na transformação digital com as Vendas por Influência a partir da formação de verdadeiras criadoras de conteúdo. Elas utilizam linguagem autoral, autêntica e com potência criativa para compartilhar informações relevantes e engajar suas comunidades nas redes sociais, potencializando essa atividade econômica tão importante para a geração de renda e o empreendedorismo.

Somente no Brasil, a iniciativa já reúne 600 Consultoras Influenciadoras com perfis que refletem o compromisso de diversidade, equidade e inclusão da Natura. A formação do grupo valoriza diferentes vozes, sotaques, idades e origens raciais e regionais, refletindo a pluralidade do Brasil. Com a capacitação em novas linguagens digitais e habilidades, como edição de vídeo, produção de imagens e uso de ferramentas de IA — além de acesso a plataformas e recursos inéditos —, a companhia amplia o papel da Consultora de Beleza como agente de mobilidade social e inclusão produtiva dentro da economia criativa.

Este movimento representa o potencial da categoria, considerando os dados de performance já obtidos na jornada da rede no digital. Um exemplo disso é o pioneirismo da Natura, primeira marca global de beleza a estrear no TikTok Shop, com registro de incremento nas receitas pelo canal. Além disso, cerca de 42% dos pedidos realizados pelas CBs já são conquistados por meio da criação de conteúdos das marcas Natura e Avon. Além disso, as Consultoras que passam pelos treinamentos para se adaptarem ao digital vendem 2,3x mais.

Mais do que um programa de capacitação digital, o Criadores da Beleza fortalece a dimensão comunitária do negócio. “A percepção do papel da Consultora de Beleza vai muito além da vendedora, é uma verdadeira agente de transformação em seu bairro, cidade ou perfil nas redes sociais. Elas inspiram escolhas, promovem autoestima e geram impacto positivo”, revela Maria Eduarda Cavalcanti, Diretora de Venda Direta Natura e Avon Brasil. “Ao dar protagonismo a essas vozes, ampliamos a relevância das relações humanas em um contexto no qual a confiança e a autenticidade são diferenciais decisivos para a conversão da compra”.

Para o desenvolvimento do programa, a Natura se uniu a parceiros estratégicos como a YOUPIX, responsável pela identidade do programa, conectando presença digital e empreendedorismo. Já a FLINT, startup especialista em educação de linguagem creator, ajudou a desenvolver a trilha de capacitação. O envolvimento de parceiros externos especializados trouxe o suporte necessário para que a companhia ofereça uma experiência profissional de alto nível, alinhada às melhores práticas do mercado de influência digital.

Pioneirismo no TikTok One e TikTok Shop

A novidade soma-se ao pioneirismo da Natura nas plataformas digitais. Em 2024, a companhia se tornou a primeira empresa de beleza a adotar o Pool Privado de Criador no TikTok One, permitindo às Consultoras de Beleza se profissionalizarem como criadoras de conteúdo. No primeiro semestre de 2025, a entrada na vitrine do TikTok Shop consolidou a integração entre consumo e interação social, com milhares de pedidos realizados pelas mãos das Consultoras e 5% da receita total da plataforma provenientes da rede.

O programa oferece uma trilha gratuita de capacitação em influência digital, certificada pela Escola Natura e Avon, com módulos segmentados para diferentes níveis, entre iniciantes e avançados, além de lives quinzenais no recém lançado canal TV Consultoria, mantido pela Natura no YouTube. Além disso, as Consultoras também terão acesso a ferramentas inéditas, como assistente de IA no WhatsApp para planejamento de publicações, templates exclusivos em parceria com o Canva e funcionalidades para potencializar a venda online por meio do Espaço Digital Natura.

Uma nova potência do digital: Minha Loja

Totalmente conectado à capacitação e desenvolvimento da transformação digital vivida na Consultoria de Beleza, a “Minha Loja” é a nova plataforma digital da Natura e Avon. Criada para oferecer à cada Consultora de Beleza sua própria loja online, personalizada e sempre disponível aos clientes, a novidade permite que as Consultoras ofereçam o portfólio completo das duas marcas em um só link, sem a necessidade de estoque ou pedido mínimo, com opções variadas de pagamento e histórico de compras integrado.

Intuitiva, simples de usar e altamente compartilhável nas redes sociais ou WhatsApp, a ferramenta facilita a rotina das empreendedoras. Além disso, amplia as possibilidades de vendas e garante que cada interação com os clientes represente uma oportunidade de negócio, fortalecendo os vínculos da rede e gerando oportunidades para novas receitas.

“As Consultoras de Beleza já são influenciadoras por natureza. Elas sempre foram as primeiras a recomendar, orientar e inspirar suas comunidades”, conta Maria Eduarda Cavalcanti. “Novidades, como o programa Criadores da Beleza e a Minha Loja, representam um reconhecimento a esse protagonismo e oferece ferramentas, capacitação e visibilidade para que cada uma possa crescer ainda mais no digital, à sua maneira. Assim, terão novas oportunidades para a geração de renda e o estreitamento de seu vínculo com os clientes que confiam na recomendação personalizada dos produtos mais apropriados para cada um”, conclui a Diretora de Venda Direta Natura e Avon Brasil.

‘Datas duplas’ no comércio eletrônico viram nova corrida por vendas em grandes marketplaces

O calendário do varejo brasileiro não é mais o mesmo. Impulsionados por gigantes do e-commerce como Shopee, Amazon e Mercado Livre, as ‘datas duplas’ ou,  spike days, reconfiguram a forma como o consumidor compra e, principalmente, a maneira como nós, líderes de mercado, precisamos nos preparar para vender.

A corrida por novas frentes de vendas no e-commerce brasileiro está reconfigurando o calendário do varejo, e a estratégia por trás disso tem um nome: as “datas duplas”. Nascidas na China pela iniciativa da Alibaba, que transformou o 11/11 (Dia do Solteiro) em um evento global de vendas, essas datas se tornaram um fenômeno no Brasil.

O poder desse movimento é inegável: na última edição, o 11/11 movimentou globalmente 203,6 bilhões de dólares em um único dia, um valor quatro vezes superior ao faturamento anual do e-commerce brasileiro. Essa nova dinâmica exige uma nova postura estratégica, onde cada mês tem potencial para gerar picos de demanda.

Mas, por aqui, já temos resultados impressionantes também. No 07/07, data dupla que marca aniversário da Shopee, no nosso sistema Magis5 tivemos meio milhão de pedidos processados. O volume que superou o total de pedidos de todos os marketplaces na última Black Friday. Nas horas de pico, nossa plataforma ultrapassou a marca de 40 mil pedidos por hora, demonstrando a robustez necessária para suportar picos de demanda.

Todo esse movimento se deve à procura pela Shopee, mas por outros marketplaces também. Sabedores da ofensiva da Shopee, redes como Mercado Livre e Amazon também colocaram descontos e promoções ousadas em campo.

O Mercado Livre baixou, em julho, o valor mínimo para compras com frete grátis, de R$ 79 para R$ 19. Você deve ter visto na televisão, na internet e em outras mídias a campanha publicitária da empresa, estrelada por Neymar e Ronaldo Fenômeno.

Por sua vez, a Amazon tem instituído o Amazon Day – geralmente por volta do dia 15 de cada mês. Não é, portanto, necessariamente uma data dupla, mas o dia de ofertas especiais é definido como reação à estratégia de data dupla propriamente dita, da Shopee.

Diante dessa nova realidade, é crucial alertar os gestores de e-commerce e grandes sellers. Essa força empreendedora, composta por brasileiros e brasileiras que encontram no e-commerce uma fonte de renda significativa, precisa de preparo para aproveitar a crescente corrida dos marketplaces. A profissionalização não é mais uma opção, mas uma exigência para atender à demanda e manter a competitividade.

Chamo a atenção para a necessidade de os sellers estarem preparados para aproveitar essa corrida dos marketplaces. É preciso investir cada vez mais na profissionalização, para atender o que pedem os marketplaces e o que exige o consumidor. A gestão integrada, o controle minucioso de estoque e o cumprimento de prazos não são mais diferenciais, mas sim requisitos básicos para quem busca competitividade e escala. Em suma, uma gestão integrada que aguente o tranco dessas ondas de demanda.

Não se trata mais de aguardar e focar na Black Friday. Todo mês, agora, tem seu potencial.

Por Cláudio Dias, CEO da Magis5, hub de automação e integração de marketplaces

Eletrodomésticos são os usados mais vendidos no primeiro semestre segundo a OLX

Eletrodomésticos foram os itens mais vendidos no primeiro semestre por meio da OLX. A conclusão é do levantamento do maior marketplace de classificados de produtos usados do país. Os eletrônicos e celulares ocupam a vice-liderança, seguido por móveis, informática e autopeças.

“É notável o interesse dos consumidores por equipamentos eletrônicos, principalmente celulares, e também por eletrodomésticos e móveis de segunda mão. São produtos que todo mundo tem em casa e que rendem bons negócios tanto para quem vende, como desapego e renda extra, como para quem compra, com preços mais vantajosos. Não por acaso as três categorias juntas movimentaram 39% de todas as comercializações de bens de consumo por meio da plataforma em 2024”, diz Flávio Passos, VP de Autos e Bens de Consumo do Grupo OLX.

A pesquisa Perfil do Vendedor, realizada pela OLX em abril de 2025, com 800 respondentes, mostra que os brasileiros entrevistados estimam arrecadar, em média, R$ 2 mil com a venda de itens sem uso, o que já faz a diferença no orçamento.

Categorias mais procuradas

Os itens de autopeças foram os mais procurados no primeiro semestre de 2025. Em segundo lugar, foram os eletrodomésticos, seguidos pelos móveis, eletrônicos e celulares , e moda e beleza.

Subcategorias

Quando se observa as subcategorias da plataforma, é a de celulares e smartphones quem lidera nas vendas no primeiro semestre. Geladeiras e freezers ocupam o segundo lugar, Peças e acessórios (Carros, vans e utilitários) o terceiro, consoles de videogame, o quarto, e fogões e fornos, o quinto.

O segmento de peças e acessórios (para carros, vans e utilitários) lidera dentre as subcategorias mais procuradas por meio da plataforma. O segundo lugar ficou com celulares e smartphones, seguida pela de geladeiras e freezers. Completam as cinco primeiras colocadas as peças e acessórios para motos e os itens para ciclismo.

Como fazer uma compra online com mais segurança

  • Não divulgue seus dados pessoais nem seu número de celular;
  • Desconfie de preços ou ofertas muito abaixo do mercado;
  • Verifique na plataforma informações sobre o vendedor, como tempo de conta, registro da empresa, se for o caso, e licenças;
  • A OLX oferece a opção Garantia da OLX, serviço pelo qual é possível pagar a compra pela plataforma, sem precisar efetuar transferências para terceiros. Assim que o pagamento é confirmado pela OLX, o comprador recebe uma mensagem de confirmação diretamente no chat do anúncio;
  • Sempre peça a nota fiscal do item que está negociando. Desta forma, há certeza da legalidade da procedência do produto e, caso ainda esteja na garantia, é possível ter acesso à assistência técnica oficial;
  • No caso de uma compra ou entrega presencial, escolha lugares movimentados, como praças, shoppings ou estações de metrô. Se possível, sempre vá acompanhado de outro adulto;
  • A OLX não possui parcerias com aplicativos de mobilidade, como Uber, Rappi e 99. Para vendas e compras com a Garantia da OLX, as entregas funcionam para todo o Brasil via Correios, Jadlog, Clique e Retire, Loggi e R3 Transportes. Verifique sempre, na área logada do site ou app, seu histórico de venda e a forma como seu produto será enviado;
  • A OLX nunca solicita códigos de confirmação ou de segurança, seja por telefone, e-mail, chat ou aplicativos de mensagens. Se você receber algum contato em nome da OLX solicitando qualquer código ou senha, denuncie na plataforma;
  • A OLX não envia e-mails com anexos ou links que redirecionam para fora da plataforma. Caso você receba alguma comunicação do tipo, não baixe nenhum tipo de documento e não clique nos links.

6 sinais de que sua empresa pode estar na mira dos hackers: como as APIs ajudam a prevenir golpes

Uma pesquisa recente da Fortinet, empresa global de cibersegurança, aponta que o Brasil concentrou 315 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos no primeiro semestre de 2025. Esse número representa mais de 80% do total de ataques na América Latina. A vulnerabilidade das empresas não reside apenas em ataques externos, mas também em falhas internas de integração de sistemas, que servem como porta de entrada para criminosos.

A América Latina é a região com maior dificuldade em responder a incidentes cibernéticos, com cerca de 42% das organizações latino-americanas expressando preocupação com esse tipo de crime, segundo a pesquisa Global Cybersecurity Outlook de 2025 do Fórum Econômico Mundial (WEF). O fórum também aponta uma escassez de 4,8 milhões de profissionais qualificados em cibersegurança. 

Mas, como saber se a sua empresa está na mira dos hackers? Diante desse desafio, a abordagem API-first e a integração de plataformas emergem como estratégias essenciais para fortalecer a segurança das empresas.

“A integração de sistemas por meio de APIs é um pilar fundamental da segurança digital. Desconexões e falhas na comunicação entre plataformas podem criar brechas significativas que, se não gerenciadas, se tornam portas de entrada para ataques”, afirma Willy Sousa, diretor de Produtos da Engineering Brasil, parte do Grupo Engineering, companhia global de tecnologia da informação e consultoria especializada em transformação digital.

A seguir, o especialista apresenta seis sinais de que sua empresa pode estar sob a mira de hackers, e como as APIs atuam na prevenção:

  1. Relatórios inconsistentes ou duplicados

As falhas indicam falta de integração entre os sistemas. Além de comprometer a análise de dados, pode ocultar anomalias exploradas por hackers. “A ausência de uma fonte única de verdade nos dados dificulta a identificação de atividades suspeitas, tornando a empresa um alvo mais fácil e vulnerável”, explica.

  1. Decisões baseadas em informações desatualizadas

Quando as decisões são tomadas com base em dados não sincronizados ou desatualizados, a empresa opera sem uma visão precisa da realidade. Essa lacuna de informação pode levar a erros estratégicos e operacionais, criando oportunidades para fraudes. “A agilidade e a precisão das informações são barreiras essenciais contra a manipulação. Sistemas desconectados impedem essa agilidade”, comenta.

  1. Falhas no atendimento ao cliente

Problemas nesse setor, como a impossibilidade de acessar o histórico completo do cliente ou informações inconsistentes em diferentes canais, são um sinal de que os sistemas de CRM e outras plataformas não estão se comunicando adequadamente. Essas falhas geram insatisfação e podem ser exploradas por golpistas que se passam por representantes da empresa. “Um atendimento fragmentado oferece a golpistas a chance de explorar a confusão e a falta de informação, comprometendo a confiança do cliente”, aponta o diretor de Produtos.

  1. Dificuldade em identificar usuários ou acessos não autorizados

Sem rastreabilidade adequada, a empresa não consegue saber quem acessou os dados, quando e quais permissões. Essa fragilidade em identidade digital e autenticação abre brechas para invasões silenciosas. “Um controle de acesso ineficaz é praticamente um convite para acessos não autorizados. Com as APIs, é possível integrar sistemas de identidade e monitorar acessos de forma contínua e detalhada”, diz Sousa.

  1. Processos manuais excessivos

A dependência de processos manuais para transferir dados entre sistemas aumenta a probabilidade de erros e introduz pontos de vulnerabilidade. Cada etapa manual é uma oportunidade para a intercepção ou manipulação de informações. “A automação via API não só otimiza processos, mas reduz a exposição a erros humanos e intervenções maliciosas”, esclarece.

  1. Ausência de uma visão unificada dos dados

A falta de uma plataforma centralizada que reúna e harmonize dados de diferentes sistemas impede a empresa de ter uma compreensão completa de suas operações e riscos. Essa visão fragmentada dificulta a detecção de padrões de ataque. ”Uma visão holística dos dados, possível com a integração de APIs, é fundamental para detectar e responder a ameaças antes que elas causem danos significativos”, conclui Willy.