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FinOps prova que economizar na nuvem não precisa sacrificar performance

Com orçamentos cada vez mais apertados, muitas empresas estão percebendo que reduzir custos não é suficiente. É preciso adotar uma abordagem estratégica que conecte diretamente investimentos em tecnologia aos resultados de negócio, e é aí que o FinOps se torna essencial. Essa prática vai além da simples contenção de despesas, integrando áreas de tecnologia, finanças e operações, criando processos que permitem maior transparência e controle sobre os gastos em nuvem.

Essa colaboração entre equipes garante que decisões sobre recursos e investimentos sejam fundamentadas em dados, aumentando a eficiência e evitando desperdícios. Uma das práticas centrais do FinOps é o monitoramento contínuo do consumo de recursos na nuvem. Com observabilidade em tempo real, as empresas podem identificar picos de demanda, ajustar a alocação de recursos e manter a performance de sistemas críticos sem surpresas na fatura. Isso é particularmente importante em operações de alto impacto, como e-commerce em períodos sazonais ou serviços financeiros em horários de grande tráfego.

Além do controle de custos, o FinOps promove previsibilidade financeira. Ao transformar dados de consumo em métricas acionáveis, permite que gestores planejem investimentos futuros com maior precisão. Essa visão clara sobre gastos e tendências de uso fortalece a tomada de decisão estratégica e reduz riscos de estouro de orçamento.

O relatório ISG Provider Lens Google Cloud Partner Ecosystem 2024 aponta que, com a expansão de ambientes híbridos e Multicloud, empresas brasileiras buscam soluções integradas, usando amplamente o Anthos do Google Cloud para orquestrar infraestrutura híbrida e Multinuvem. Os custos da nuvem pública seguem como preocupação central, estimulando a adoção de práticas e ferramentas que equilibram desempenho, confiabilidade, segurança e otimização de recursos. O estudo destaca ainda que soluções avançadas de FinOps com IA para prever consumo futuro ainda estão em estágio inicial, mas ganham relevância como tendência para aumentar a eficiência operacional.

A automação é outro pilar da abordagem, como no caso de ferramentas e processos automatizados que ajudam a identificar recursos subutilizados, eliminar desperdícios e otimizar a alocação de infraestrutura. Quando combinada com governança e monitoramento contínuo, a automação garante que a performance e a disponibilidade dos sistemas não sejam comprometidas, mesmo em cenários de pressão financeira.

Segundo o estudo IT Trends Snapshot 2023, da Logicalis, 45% das empresas brasileiras migraram ou estão migrando para a nuvem, mas apenas 34% têm processos de governança de custos na nuvem (FinOps). Esse dado evidencia que, embora a nuvem seja cada vez mais adotada, a disciplina financeira e de governança ainda não acompanha a expansão, tornando o FinOps um diferencial competitivo crucial.

A implementação bem-sucedida transforma o gasto com tecnologia em um investimento estratégico. Empresas deixam de encarar a nuvem apenas como custo operacional e passam a vê-la como um ativo que pode gerar valor, inovação e competitividade. Isso exige cultura organizacional alinhada, com equipes preparadas para agir rapidamente e colaborar de forma transversal.

Em mercados dinâmicos, a capacidade de ajustar rapidamente os recursos de nuvem sem comprometer a qualidade do serviço se torna um diferencial competitivo. O FinOps fornece as ferramentas e processos necessários para que empresas reajam com agilidade a mudanças de demanda, oportunidades de negócio e restrições orçamentárias.

Em resumo, o FinOps não é apenas uma ferramenta de controle financeiro, mas uma abordagem estratégica que conecta tecnologia e resultados de negócio. Empresas que compreendem e aplicam essa disciplina conseguem equilibrar eficiência, performance e inovação, garantindo que a nuvem contribua efetivamente para o crescimento sustentável em um cenário de custos sob pressão.

*Especialista em operações de TI, SRE, DevOps e QA para eventos de alta demanda e com vasta experiência em desenvolvimento e qualidade de software de sistemas para Mercado Financeiro e Outsourcing Bancário, Juliano Videira é Business Development Executive e sócio da Vericode.

realme anuncia o primeiro smartphone oficial de Game of Thrones

A realme, marca de smartphones que mais cresce no mundo, anuncia sua mais recente inovação em crossover: uma edição limitada em colaboração com a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products (WBDGCP) – divisão da Warner Bros. responsável por expandir suas marcas para o mundo físico, para trazer aos fãs um smartphone inspirado na lendária série da HBO, Game of Thrones. Essa parceria marca um ousado marco no portfólio de colaborações da realme, unindo narrativa épica e design imersivo para inspirar uma nova geração de usuários. Com o tema “Liberte o seu real poder”, o lançamento é uma celebração da autenticidade, da coragem e da autodeterminação, valores que ressoam profundamente entre os jovens.

“Essa colaboração é a prova do compromisso da realme com a inovação voltada para a diversão e para o engajamento com os jovens”, afirmou Chase Xu, Vice-Presidente e CMO da realme. “Ao unir lendas inspiradoras com design imersivo, estamos capacitando a nova geração a abraçar sua identidade e impactar o mundo ao seu redor. A Edição Limitada Game of Thrones não é apenas um produto, é uma declaração de coragem e criatividade.”

Como mais uma adição ao brilhante portfólio de produtos da realme, este lançamento reforça a estratégia de branding e a proposta de valor da marca: a realme sabe brincar. A colaboração busca inspiração nos lendários personagens e temas de Game of Thrones, transmitindo ressonância emocional por meio de narrativas visuais e experiências criativas de uso. Da independência destemida de Arya Stark à liderança silenciosa de Jon Snow, o dispositivo incorpora o espírito de rebeldia, reinvenção e resiliência.

O design do realme 15 Pro Game of Thrones Limited Edition é uma homenagem à grandiosidade de Westeros, e ao poder de “O Fogo Não Pode Matar um Dragão”. Sua estética em preto e dourado remete ao luxo medieval, enquanto os dragões nano-gravados simbolizam força e legado. O destaque do design é a primeira aplicação mundial da tecnologia de mudança de cor com o “fogo de dragão” — um material termo sensível que se transforma do preto para o vermelho quando aquecido, inspirado no renascimento de Daenerys Targaryen através do fogo. Essa inovação tátil vai além da estética: é um símbolo do poder interior esperando para ser liberado.

A abordagem da realme para este crossover vai além do uso de nomes famosos, o dispositivo incorpora elementos de narrativa imersiva que permitem aos usuários escolher sua lealdade. Temas personalizados de interface inspirados nas Casas Stark e Targaryen reimaginam o sistema com um toque cinematográfico, transformando interações cotidianas em momentos de fantasia. A caixa de presente da edição limitada inclui uma micro-réplica de Westeros, um suporte de celular modelado no Trono de Ferro e cartas colecionáveis com os brasões das casas — cada detalhe pensado para aprofundar a conexão emocional entre o usuário e o universo de Game of Thrones.

Essa colaboração não se trata apenas de design, mas de impacto cultural. Ao se alinhar com uma das franquias de entretenimento mais reconhecidas globalmente, a realme se posiciona como a marca de smartphones mais divertida e criativa. A campanha “Liberte o seu real poder” fala diretamente às aspirações dos jovens que navegam em um mundo complexo. É um chamado para abraçar a individualidade, desafiar normas e construir o próprio caminho.

O crossover também reflete a estratégia mais ampla da marca realme. Nos últimos anos, a empresa vem constantemente ultrapassando limites em ciência de materiais, design e marketing voltado para os jovens. Para o futuro, a realme planeja expandir seu portfólio de colaborações globais, unindo tecnologia e narrativa criativa. O objetivo é criar produtos imersivos que vão além da funcionalidade, oferecendo aos usuários senso de identidade, pertencimento e impacto.

Em um mundo onde a tecnologia muitas vezes parece impessoal, a realme está redefinindo o que significa jogar o jogo. A Edição Limitada Game of Thrones é um lembrete de que o poder não está na conformidade, mas na coragem e na diversão. É uma celebração dos ousados, dos corajosos e do que é real.

Relatório inédito aponta razões para o Brasil liderar o uso de caminhões elétricos na América Latina

O relatório “Dez razões para o Brasil liderar o uso de caminhões elétricos na América Latina”, elaborado pela campanha Gigantes Elétricos, que reúne organizações da sociedade civil na Europa, nos Estados Unidos e agora também no Brasil,  aponta como o gigante sul-americano está em posição estratégica para acelerar a eletrificação da frota de caminhões.

Com políticas públicas favoráveis, investimentos internacionais e iniciativas de grandes corporações, o Brasil combina oportunidades econômicas, ambientais e sociais, criando um ambiente propício para que a transição para veículos elétricos seja segura, eficiente e exemplar para a região. 

A vantagem energética do Brasil é um diferencial claro, apontado pelo relatório. Com mais de 80% da eletricidade gerada a partir de fontes renováveis, o país tem condições de produzir caminhões de baixo carbono, reduzindo custos operacionais em até 76,5%. Além disso, possui reservas significativas de terras raras para produção de baterias, o que permite agregar valor industrial e reduzir dependência tecnológica externa, consolidando a região como referência em energia limpa e produção sustentável de veículos pesados.

O relatório também destaca a oportunidade de liderança regional. Atualmente, o Brasil domina 78% das exportações de veículos pesados na América Latina, movimentando cerca de R$12 bilhões em 2024, e pode consolidar-se como hub estratégico de caminhões elétricos, tanto para o mercado interno quanto para exportação regional. A eletrificação da frota cria um diferencial competitivo, fortalecendo a indústria nacional e colocando o país em posição de destaque em inovação tecnológica e responsabilidade ambiental.

O mercado brasileiro de caminhões elétricos está projetado para crescer 25,6% ao ano entre 2025 e 2031, impulsionado pela demanda crescente por transporte sustentável, incentivos governamentais e investimentos privados. Essa expansão cria oportunidades bilionárias para fabricantes, investidores e cidades que buscam reduzir custos e poluição, enquanto se posicionam competitivamente na região. Grandes empresas, como Scania, BYD e Volkswagen, já anunciaram investimentos significativos em fábricas e produção local, sinalizando que o setor está pronto para crescer em escala.

Negócios e Emprego

O relatório enfatiza também a importância de investimentos em infraestrutura. Para que a eletrificação seja viável em larga escala, o Brasil precisará atingir cerca de 15 mil pontos de recarga nos próximos anos, criando oportunidades de retorno de longo prazo para investidores e fabricantes, além de estimular inovação em logística e serviços digitais. Experiências internacionais mostram que países que antecipam o desenvolvimento de infraestrutura de recarga conseguem acelerar a adoção de veículos elétricos e consolidar posições de liderança no setor.

Pesquisas do International Council on Clean Transportation (ICCT) indicam que a transição para caminhões elétricos pode mais que dobrar o número de empregos no setor automotivo até 2050. Hoje, a indústria emprega mais de 100 mil trabalhadores na montagem de veículos e cerca de 300 mil na produção de autopeças. Mantido esse ritmo, o total de empregos no setor pode ultrapassar 800 mil, abrangendo desde a produção de veículos e baterias até cadeias de suprimentos e serviços logísticos.

Segundo Thiago Rodrigues, do ICCT, essa expansão cria um ambiente favorável para requalificação profissional, atração de talentos e fortalecimento das cadeias produtivas locais. “Além dos benefícios ambientais, a eletrificação da frota de caminhões pesados representaria uma oportunidade para modernizar a indústria nacional de veículos e baterias, promovendo a incorporação de novas tecnologias, alinhamento com as tendências globais de descarbonização e geração de emprego e renda.”

Saúde

O relatório destaca que a transição não se limita ao campo econômico e industrial. Caminhões elétricos podem reduzir em até 46% as emissões de gases de efeito estufa até 2050 e diminuir drasticamente a poluição do ar associada a doenças respiratórias. Ao reduzir a exposição a emissões tóxicas do diesel — fator de risco para asma, doenças cardíacas, AVCs e até certos tipos de câncer —, a mudança pode trazer ganhos expressivos para a saúde pública. As economias nessa área podem chegar a R$25 bilhões, graças à queda de internações e tratamentos relacionados à poluição atmosférica. Para muitas comunidades, especialmente urbanas e vulneráveis, a eletrificação representa ar mais limpo e também justiça social.

No caminho da eletrificação

O relatório reforça que o momento de investir e atuar no setor é agora. A combinação de crescimento do mercado, benefícios econômicos, impactos positivos para a saúde pública, criação de empregos e vantagens energéticas posiciona o Brasil como referência internacional em transporte sustentável. A adoção de caminhões elétricos representa não apenas um avanço tecnológico, mas também uma oportunidade de construir cidades mais saudáveis, uma indústria mais competitiva e um futuro de transportes eficiente e sustentável.

O documento de tendências está disponível para download no site oficial da campanha: giganteseletricos.com.

Seis principais estratégias para destravar seu e-commerce

Apesar do ritmo acelerado, muitos empreendedores ainda encontram obstáculos para transformar suas lojas virtuais em operações lucrativas e escaláveis. Para ajudar nesse desafio, o Ecommerce na Prática, especializado em educação para e-commerce, reuniu um conjunto de estratégias práticas que podem destravar o crescimento e melhorar os resultados de quem vende online.

“Muitos lojistas acreditam que para crescer basta investir em anúncios, mas o desempenho real depende de um olhar estratégico para toda a operação. Existem quatro pilares essenciais para o crescimento sustentável de um e-commerce: diagnóstico inteligente, produto/posicionamento/persona, marketing estratégico e operação escalável, que garantem resultados sólidos e consistentes”, afirma Fabio Ludke, especialista do Ecommerce na Prática.

Junto com a escola, ele separou dicas para os empreendedores que estão com o crescimento estagnado retomarem o ritmo. Confira as dicas do especialista:

1. Realize um diagnóstico inteligente: utilize dados para identificar gargalos e entender a situação atual da sua operação. “O empreendedor precisa analisar números e métricas, como taxa de conversão, abandono de carrinho e ticket médio, para montar um plano de ação consistente”, explica Ludke.

2. Defina claramente produto, posicionamento e persona: conhecer o cliente ideal e destacar os diferenciais da marca são pontos decisivos. “Quando o lojista sabe exatamente para quem está vendendo e o que seu produto entrega, consegue criar narrativas e ofertas muito mais assertivas”, completa o especialista.

3. Aposte em marketing estratégico: campanhas de mídia paga precisam ter objetivos claros. O Google Ads, por exemplo, pode ser usado de forma institucional e, também, em campanhas de performance, enquanto o Facebook Ads é uma excelente opção para remarketing. “Cada canal precisa ter um papel definido dentro da estratégia, caso contrário o investimento se perde”, alerta Ludke.

4. Estruture uma operação escalável: processos bem definidos e uso de tecnologia permitem que a empresa cresça sem depender exclusivamente do dono. Plataformas modulares, integrações inteligentes (como ERPs, CRMs e gateways de pagamento) e o uso de inteligência artificial para tarefas de rotina são fundamentais nesse processo. “Um e-commerce precisa funcionar mesmo sem a presença direta do dono, e a tecnologia é a chave para isso”, reforça.

5. Explore estratégias que aumentam as vendas: automatizações como recuperação de carrinho abandonado, upsell e cross-sell, além de novidades como vídeo commerce e provador virtual, são tendências que vêm demonstrando resultados expressivos. “Essas ações não só aumentam as vendas como também melhoram a experiência de compra do cliente”, comenta Fabio.

6. Multiplique seus canais de venda: estar presente em diferentes ambientes digitais, como loja própria, marketplaces e redes sociais, amplia as chances de atingir novos clientes. “O consumidor atual busca conveniência, e quanto mais opções de contato a marca oferecer, maior será a conversão”, destaca o especialista.

Segundo Ludke, aplicar essas estratégias em conjunto possibilita ao empreendedor não apenas vender mais, mas também construir um negócio sólido e sustentável para o longo prazo. “Cabe a análise crítica de cada um sobre seu negócio para verificar se as estratégias se encaixam nesse momento. Cada empreendimento vive uma fase única e certos caminhos podem direcioná-lo a um crescimento saudável, ainda mais se pensada de maneira estratégica com os demais processos”.

O futuro do atendimento no setor de Telesserviços: tecnologia com propósito e pessoas no centro

Durante muitos anos, o setor de Telesserviços carregou a imagem de ser obsoleto. Era comum associá-lo a operações pesadas, foco apenas em volume e baixa inovação. Mas essa visão ficou para trás. O que vemos hoje é um setor em evolução acelerada, impulsionado por tecnologia de ponta, por novos modelos operacionais e, principalmente, por um novo olhar sobre a experiência do cliente.

O ponto é simples, direto e inequívoco: ou evoluímos, ou perdemos espaço. O consumidor atual, muito mais conectado e municiado de informações do que o de gerações anteriores, não tolera mais respostas demoradas, processos engessados ou falta de personalização. Ele busca fluidez, rapidez e empatia. E isso só é possível com o suporte de plataformas inteligentes, IA generativa, dados em tempo real e decisões embasadas.

Há um discurso recorrente de que a tecnologia substituirá os atendentes. E, de fato, figuras como Sam Altman, CEO da OpenAI, já alertaram que os profissionais de call centers estão entre os mais suscetíveis às mudanças trazidas pela inteligência artificial. Mas essa constatação não deve nos paralisar. Pelo contrário: ela deve servir como um alerta para nos anteciparmos com estratégia e responsabilidade.

A McKinsey publicou um estudo recente mostrando que o uso de IAem operações de atendimento pode aumentar a produtividade dos agentes em até 35%, principalmente nas interações repetitivas e de baixa complexidade. Mais do que isso, a mesma pesquisa destaca que os maiores ganhos são percebidos quando as pessoas são treinadas para usar essas ferramentas como extensões de sua inteligência, e não como substitutas.

Aqui chamo atenção para o papel essencial da capacitação dos nossos profissionais. É preciso que eles dominem o uso de ferramentas analíticas, compreendam dashboards em tempo real e atuem com autonomia e inteligência. Entregar esse nível de preparo não é apenas uma exigência operacional; é uma postura ética e estratégica, porque respeita o valor do trabalho humano e entrega mais ao cliente.

Um motor dessa guinada tem sido o Business Transformation Outsourcing (BTO), que se consolida como o novo eixo do nosso setor. Diferente do BPO tradicional, que tinha foco na execução e na redução de custo, o BTO atua na transformação real do negócio. Ele une tecnologia, análise de dados e visão consultiva para criar operações que são, ao mesmo tempo, eficientes, humanas e centradas no cliente.

O mercado brasileiro de transformação digital, que inclui soluções estratégicas como o BTO, movimentou cerca de US$ 17 bilhões em 2024 e deve crescer em ritmo acelerado nos próximos anos.Esses números reforçam o potencial de transformação que temos diante de nós.

Para muito além de somente reduzir custos, empresas que adotam esse modelo estão continuamente aprimorando a jornada do cliente, integrando canais, antecipando necessidades e criando vínculos mais fortes com seus públicos.

Com o BTO, conseguimos atuar com dados e insights em tempo real, empoderar o atendente com ferramentas inteligentes e redesenhar processos, ao mesmo tempo em que tornamos o trabalho dos agentes mais significativo.

Tecnologia com empatia

É tentador olhar para a tecnologia apenas como uma forma de cortar custos. Mas, se essa for a única lógica, perderemos a essência daquilo que construímos como setor: o compromisso com a escuta, com o vínculo humano, com a resolução de problemas reais.

A tecnologia precisa estar a serviço da experiência do cliente. E isso envolve empatia, inteligência emocional, e capacidade de adaptar a conversa ao momento e ao perfil de quem está do outro lado. Nenhum robô, por mais treinado que esteja, substituirá completamente esse tipo de conexão.

Portanto, é nosso papel como líderes garantir que a tecnologia seja implementada com ética, com responsabilidade e com foco no valor humano. Isso significa priorizar o encantamento do cliente, investir nas pessoas que o atendem e usar as ferramentas digitais como aceleradores de excelência.

O setor de atendimento está cada vez mais atento a essas necessidades dos consumidores, provando-se cada vez mais necessário na vida das pessoas. Com o apoio da tecnologia certa e de profissionais bem-preparados, podemos não apenas resolver demandas, mas criar experiências que fidelizam, encantam e agregam valor.

O futuro do nosso setor não é sobre substituir pessoas por máquinas. É sobre colocar a inteligência a serviço do humano.      

* Gustavo Faria é diretor executivo da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT).

Homedock alcança a Europa e comemora abertura de operação na Alemanha

A Homedock, e-commerce de móveis e decoração, dá um passo decisivo em sua trajetória de crescimento e anuncia a consolidação de sua operação internacional em Colônia, na Alemanha. A empresa, que se firma como referência em soluções digitais e de e-commerce no Brasil, amplia a atuação para o mercado europeu, marcando a entrada em um dos principais pólos de inovação e logística da Europa.

A agenda de expansão inclui a formalização da Homedock GmbH, estrutura alemã equivalente a uma sociedade limitada no Brasil, com a participação em eventos estratégicos e encontros de negócios, que reforçam o compromisso da marca em se posicionar como player global. A escolha da Alemanha, e especificamente da região da Renânia do Norte-Vestfália (NRW), destaca a busca por um ambiente econômico robusto, conectado a iniciativas de sustentabilidade e programas de incentivo à internacionalização.

A presença na primeira edição do NRW-Brazil Day, evento promovido pelo governo do estado da Renânia do Norte-Vestfália para fomentar parcerias entre empresas brasileiras e alemãs, em Colônia, coloca a Homedock no centro de um diálogo estratégico com autoridades locais, Câmaras de Comércio e instituições financeiras, fortalecendo a imagem da companhia como representante brasileira em expansão no cenário internacional. A empresa participa ainda da DMEXCO, (Digital Marketing Exposition & Conference), maior feira de marketing e publicidade digital da Europa, oportunidade de atualização sobre tendências globais e de aproximação com lideranças do setor digital.

Durante a segunda quinzena de setembro, a Homedock mantém uma série de reuniões de negócios com operadores logísticos e empresas especializadas em gestão de e-commerce. Essas agendas são fundamentais para estruturar a base operacional europeia da companhia, que busca acelerar conexões estratégicas e expandir sua rede de parceiros locais.

Ainda mais importante que a internacionalização, a expansão da Homedock reflete um modelo de liderança pautado em boas práticas, com foco no bem-estar e nas relações humanas. Daniela Costa, fundadora e CEO da empresa, ressalta a importância de unir negócios com propósito: “A Homedock acredita que um lar incrível é um direito de muitos e não um privilégio de poucos. Neste sentido, trabalhamos a cada dia para que a casa seja um veículo de cura para a sociedade, nossa missão é espalhar essa visão em cada mercado onde a gente atuar”, diz.

O movimento reforça a solidez da Homedock como uma empresa capaz de ultrapassar fronteiras e consolidar sua marca não apenas no Brasil, mas também em um dos mercados mais competitivos do mundo. “A internacionalização da nossa marca mostra maturidade empresarial, mas também traduz uma forma de pensar o negócio com impacto social, onde crescimento e cuidado caminham juntos”, finaliza a CEO.

O software deixou de ser ferramenta e se tornou infraestrutura do mundo

O software deixou de ser apenas uma ferramenta de apoio e se consolidou como a linguagem que estrutura a sociedade contemporânea, moldando desde as ações mais triviais do cotidiano até os processos mais complexos de governos, corporações e instituições. Por trás da interface amigável de um aplicativo ou da precisão de um sistema automatizado, existe um fenômeno em constante expansão, onde a demanda por software é, em essência, infinita. Sua presença ubíqua revela um crescimento contínuo que parece não ter limites, permeando mercados financeiros, redes corporativas e sistemas governamentais ao redor do mundo.

Durante décadas, a criação de soluções digitais esteve restrita a grandes empresas com orçamentos robustos e equipes numerosas. A lógica era de escassez, em que cada projeto precisava justificar altos custos e prazos extensos. Esse cenário começou a se transformar com a disseminação da inteligência artificial generativa, das plataformas low-code e no-code e de modelos de linguagem avançados. A barreira entre ideia e implementação foi drasticamente reduzida, permitindo que um protótipo funcional surja em dias e não mais em meses.

Esse movimento é tão significativo que o mercado global de plataformas de desenvolvimento low-code, avaliado em US$ 28,75 bilhões em 2024, deve alcançar US$ 264,40 bilhões até 2032, crescendo a uma taxa anual composta de 32%, segundo relatório da Fortune Business Insights. A cada problema solucionado, novos contextos emergem, gerando novas necessidades. Um sistema de atendimento automatizado, por exemplo, logo evidencia a demanda por integração com CRMs, análise de sentimentos e personalização de fluxos.

No entanto, esse ritmo acelerado também levanta desafios importantes. A democratização do desenvolvimento e a dependência crescente de IA podem gerar riscos de segurança, desigualdade tecnológica e obsolescência rápida de profissionais que não se adaptam às novas ferramentas. Além disso, a pressão por soluções rápidas pode comprometer a qualidade e a sustentabilidade de softwares críticos, expondo empresas e usuários a vulnerabilidades técnicas e éticas. O crescimento exponencial exige, portanto, atenção à governança digital, à capacitação de talentos e ao desenvolvimento responsável da tecnologia.

Diante disso, a inteligência artificial ocupa papel central nesse movimento, já que mais do que acelerar o processo de desenvolvimento, ela redefine a prática de criar software. Ferramentas baseadas em modelos de linguagem são capazes de escrever código, sugerir arquiteturas, corrigir falhas e até desenhar fluxos de interação. Isso altera o perfil do desenvolvedor, que passa a atuar de maneira mais estratégica e criativa, delegando atividades operacionais a sistemas de apoio inteligentes.

Ao reduzir drasticamente o custo de desenvolvimento, a IA também democratiza o acesso a tecnologias sofisticadas. Recursos antes disponíveis apenas para grandes corporações, como ERPs sob medida ou algoritmos de recomendação, tornam-se acessíveis a pequenas empresas, startups e organizações sem fins lucrativos. O resultado é a ampliação da base de inovadores, capazes de lançar soluções que antes eram inviáveis econômica ou tecnicamente.

Esse processo reforça o papel desse sistema como infraestrutura invisível, mas indispensável, comparável à eletricidade e à própria internet. De sensores urbanos a sistemas hospitalares, de redes sociais a plataformas financeiras, praticamente toda atividade moderna depende do sistema para funcionar com eficiência, escalabilidade e segurança. Isso significa que a evolução tecnológica de setores emergentes, como biotecnologia e robótica, continuará condicionada ao avanço das soluções digitais.
 
O avanço gera um ciclo virtuoso, onde a tecnologia facilita o desenvolvimento, a inovação também acelera e novas demandas surgem em sequência. A velocidade desse movimento gera uma espiral de abundância digital, em que a própria criatividade humana, potencializada por IA, se converte em combustível para a produção de software em escala inédita.

Portanto, a demanda por software tende a permanecer ilimitada, porque cada solução gera novos desafios e oportunidades. A inteligência artificial não substitui o desenvolvedor, mas amplia sua capacidade de criar. O horizonte que se abre não representa o fim de um ciclo, mas o início de uma era em que os limites da criação digital deixam de ser barreiras definitivas e passam a ser apenas pontos de partida, desde que saibamos gerir os riscos, treinar profissionais e manter a tecnologia como aliada do desenvolvimento responsável.

Com integração de portfólios, UOL Host e HubLocal unem forças para transformar jornada digital de PMEs

UOL Host, parceiro ideal para quem busca começar ou alavancar um negócio online no Brasil, acaba de firmar uma parceria estratégica com a HubLocal, plataforma líder de Marketing Local e SEO Local na América Latina, com mais de 20.000 clientes. A partir da integração das soluções das empresas, os clientes terão acesso a recursos avançados de SEO Local, inteligência artificial aplicada à presença digital e ferramentas de hospedagem, tudo de forma unificada e escalável. 

Em um cenário onde estar presente no ambiente digital deixou de ser uma opção e se tornou uma necessidade, os números falam por si. Cerca de 46% das buscas no Google têm caráter local e 85% dos consumidores pesquisam online antes de comprar em lojas físicas. Além disso, 97% das pessoas consideram as informações online essenciais para confiar em um negócio local e 60% chegam a entrar em contato diretamente pelos resultados de busca. 

Nossa missão com essa parceria é empoderar empreendedores para que sejam facilmente encontrados pelos seus clientes, desde a busca online até a conversão. Com a tecnologia da HubLocal e a solidez do nosso portfólio, entregamos uma solução completa e escalável para quem quer crescer de verdade. A parceria vem com um objetivo ambicioso: impactar mais de 1 milhão de empresas até 2028”, afirma Ricardo Leite, Diretor do UOL Host. 

A partir dessa integração, os clientes do UOL Host passam a ter acesso às ferramentas avançadas de SEO e de inteligência artificial para posicionamento Local da HubLocal, enquanto os clientes da HubLocal também poderão contratar o robusto portfólio do UOL Host em um só lugar (Criador de Sites, Loja VirtUOL, E-mail Pro Premium e UOL Anúncios).  

Entre os recursos oferecidos pela HubLocal, destacam-se a atualização automática de dados em plataformas como Google Perfil de Empresas, Bing Places for business, Apple Business Connect e Facebook Places; o gerenciamento centralizado de avaliações com respostas automatizadas via IA; a publicação em massa de ofertas e eventos; relatórios inteligentes em tempo real; e consultoria técnica especializada. Tudo isso apoiado pela IA de posicionamento local, tecnologia exclusiva da HubLocal que mensura a visibilidade digital, sugere melhorias e facilita a gestão multicanal.  

A tecnologia também permite o gerenciamento unificado da presença digital em múltiplos canais, incluindo buscadores (Google, Bing, Yelp), geolocalização (Google Maps, Apple Maps, Perfil de Empresa no Google), redes sociais (Facebook, Instagram, WhatsApp, LinkedIn, Foursquare) e plataformas de busca por voz, como Amazon Alexa. Essa centralização reduz a complexidade da operação e aumenta significativamente o alcance e a eficiência digital dos negócios. 

“A cada dia fica mais evidente que o futuro dos negócios locais está na visibilidade digital. Nossa parceria com o UOL Host nos permite acelerar esse movimento, levando a tecnologia e inteligência necessária a milhões de empreendedores. Mais do que integrar portfólios, nos unimos com o mesmo propósito de fortalecer o ecossistema de pequenos e médios negócios no Brasil e ajudá-los a prosperar na era digital”, analisa Felipe Caezar, CEO da HubLocal.  

Outro diferencial está no uso da inteligência artificial por meio do HubNômetro, sistema exclusivo da HubLocal. A ferramenta oferece recomendações de melhorias baseadas em dados, termômetro de performance, edições em massa e monitoramento de avaliações com respostas automatizadas. O objetivo é otimizar a gestão digital e permitir que o empreendedor concentre seus esforços no crescimento do negócio. 

“O empreendedor que não é encontrado online perde clientes todos os dias. Essa parceria entrega o que há de mais completo em soluções locais, com usabilidade, inteligência e suporte para facilitar a gestão desde o início, acelerar a digitalização, aumentar a visibilidade e impulsionar as vendas. Com essa colaboração, ampliamos não apenas o nosso portfólio, mas também o da HubLocal, que passa a oferecer as soluções de digitalização de negócios do UOL Host”, finaliza Ricardo Leite. 

Sextech brasileira cresce 700% em 3 anos e coleciona prêmios em um dos mercados mais restritos do país

A Dona Coelha, marca brasileira de bem-estar íntimo, consolidou-se como um case de sucesso no e-commerce ao dobrar de tamanho por três anos consecutivos, mesmo atuando em um dos setores com maiores barreiras de marketing do país. 

Operando em um modelo bootstrapped — com recursos próprios e sem investimento externo — a sextech atribui seu crescimento exponencial a uma estratégia focada em conteúdo e comunidade, que tem sido validada por uma série de importantes reconhecimentos de mercado em gestão, liderança e atendimento. “Capital próprio ensina a dizer ‘não’ para atalhos e ‘sim’ para o que compõe margem e reputação”, afirma Natali Gutierrez, CEO e fundadora da marca.

Crescimento que nasceu da restrição

Ao contrário dos varejistas de outros setores, o mercado de bem-estar sexual enfrenta barreiras estruturais nas principais plataformas digitais, que restringem ou proíbem anúncios de seus produtos. 

Diante da impossibilidade de usar o “caminho fácil” dos anúncios pagos, a Dona Coelha, desde sua fundação, investiu na tática que se tornou seu maior diferencial: a criação de uma comunidade através do conteúdo. 

“O algoritmo muda, a intimidade das pessoas, não. Por isso nossa tese é perene: educação, empatia e respeito. Nossa forma de quebrar tabus nunca foi gritar mais alto, mas sim explicar melhor e de todas as formas disponíveis, incluindo vídeo, texto e imagem”, explica Renan de Paula, CMO da Dona Coelha.

Assim, a empresa construiu sua autoridade com um blog educativo, gerando informação de confiança para 6 milhões de leitores por ano, além de acumular 126 mil seguidores no Instagram e mais de 1 milhão de visualizações no Tiktok. O resultado é a formação de uma base de clientes leal e engajada, impulsionando o crescimento orgânico de forma sustentável.

Validação em 360 graus: crescimento, liderança e atendimento

O sucesso desse modelo de negócio tem sido validado por importantes reconhecimentos em três pilares essenciais para estruturar um negócio de sucesso:

  • Crescimento: Pelo segundo ano consecutivo, a empresa figurou no prestigioso ranking “Negócios em Expansão”, da revista Exame e do BTG Pactual, que audita e reconhece as PMEs que mais crescem no Brasil;
  • Liderança: A fundadora da marca, Natali, foi selecionada para o “Winning Women”, um programa global da consultoria EY (Ernst & Young) que reconhece e acelera mulheres empreendedoras com alto potencial de crescimento e visão estratégica;
  • Atendimento: A excelência no atendimento foi confirmada com a indicação da Dona Coelha ao Prêmio Reclame Aqui de 2025, um dos maiores selos de confiança do consumidor no país.

Para Renan, essa conquista vai além de um selo de qualidade ao representar a “métrica mais concreta de confiança” que um negócio pode receber. Ela reforça que o grande objetivo da empresa é se consolidar como a principal referência para quem busca informação segura sobre prazer.

Inovação co-criada com a comunidade

A estratégia da empresa de colocar a comunidade no centro do negócio se reflete também na forma como a inovação é feita. Em vez de desenvolver produtos em um vácuo, a Dona Coelha utiliza a escuta ativa como principal ferramenta de P&D. As mais de 5.000 avaliações positivas recebidas em 2024, somadas aos feedbacks de um grupo exclusivo de “testadores de sextoys”, são a prova de que a empresa ouve seus clientes e desenvolve novidades em colaboração com eles, garantindo que os lançamentos atendam a desejos e necessidades reais.

“Investimos boa parte do nosso orçamento no desenvolvimento de produtos que resolvem problemas reais dos nossos clientes. Não é sobre vaidade: é sobre mudar a vida das pessoas”, complementa Natali.

O sucesso da Dona Coelha é um claro case de resiliência e gestão inteligente. A empresa prova que é possível construir um negócio de alto crescimento e forte reconhecimento, mesmo nos contextos mais desafiadores, quando o foco está na comunidade, no propósito e na excelência operacional.

Dígitro reduz custos de uso da IA com otimização de GPU

A Dígitro Tecnologia implantou um sistema de orquestração de modelos de linguagem que reduz a demanda por GPUs (unidades de processamento gráfico, originalmente criadas para imagens e hoje usadas em inteligência artificial). A inovação garante eficiência, escalabilidade e custos mais competitivos em aplicações que vão do atendimento digital à análise avançada de dados.

A GPU, é um circuito eletrônico especializado originalmente projetado para acelerar a criação de imagens e vídeos. Sua imensa capacidade de realizar grandes cálculos de maneira ágil e tarefas que exigem um grande volume de dados é utilizada em recursos com inteligência artificial.

Segundo Agenor Pacheco Junior, Gerente de Produtos e Inovação da Dígitro, grandes modelos de linguagem são extremamente pesados. A GPU é cara e consome muita energia. “Com a orquestração, conseguimos acionar apenas o modelo necessário no momento certo, usando a mesma infraestrutura. Isso torna a IA economicamente viável para diversas aplicações. Nosso objetivo foi enfrentar um dos maiores desafios da inteligência artificial no mundo corporativo: o custo, otimizando recursos e entregando inteligência artificial de forma acessível, eficiente e escalável. explica o executivo.

De acordo com Agenor Junior, o grande desafio superado neste projeto foi o de trazer economia com performance, otimizando o uso de GPUs e apresentando tempos de resposta curtos, exigidos por aplicações em tempo real.

Inovação sustenta serviços de IA

Na prática, a orquestração sustenta os serviços de IA já embarcados nas soluções da empresa. Entre as funcionalidades disponíveis estão o processamento de linguagem natural (PLN) para interpretar perguntas abertas, o RAG (Retrieval-Augmented Generation), que cria uma base de conhecimento específica de cada organização, e a visão computacional, capaz de extrair informações de imagens, como por exemplo, dados de carteirinhas de plano de saúde para marcação de consultas.

O desenvolvimento começou em outubro de 2024 e hoje já está em operação, disponível para uso em todas as soluções da Dígitro, mas com foco particular na automação de atendimento e análise de diálogos em contact centers, onde o uso de inteligência artificial já faz parte do dia a dia das operações