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Black Friday e Natal ampliam procura por mão de obra e desafiam candidatos

A proximidade das datas mais movimentadas do varejo brasileiro, a Black Friday, em novembro, e o Natal, em dezembro começa a acender um alerta para empresas e profissionais.

Se de um lado, o comércio precisa reforçar suas equipes para dar conta do aumento da demanda, por outro, os candidatos precisam estar preparados para conquistar as vagas que se abrem nesse período. De acordo com Karina Pelanda, Gerente de Recrutamento e Seleção da RH NOSSA, a disputa por profissionais começa já:

“Esse é o momento em que o comércio busca rapidez na contratação, mas também qualidade na escolha dos candidatos. Quem chega com currículo atualizado e alguma qualificação em atendimento, vendas ou logística tem mais chances de se destacar”, afirma.

Somente segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, em 2024 o número de trabalhadores temporários contratados para essas datas chegou perto de 450 mil em todo o Brasil.

A sazonalidade faz com que o setor varejista precise contratar milhares de temporários em poucas semanas, principalmente para funções como vendedores, operadores de caixa, estoquistas e atendentes. Para muitos, a oportunidade é o primeiro passo no mercado de trabalho e grande parte dessa mão de obra pode ser absorvida no pós-data. É um movimento comum todos os anos:

“As empresas aproveitam o período para testar os profissionais antes da efetivação. Aqueles que mostram comprometimento e habilidade em lidar com clientes têm boas chances de serem contratados em definitivo”, explica Pelanda.

Especialistas reforçam que os candidatos devem enxergar as vagas temporárias como oportunidades estratégicas. Atualizar o currículo, investir em capacitação rápida e destacar experiências anteriores, mesmo que informais, são diferenciais importantes, além disso, manter no currículo palavras-chave pode ser um ótimo impulso para ser contratado.

Selbetti consolida posicionamento em cibersegurança com novo SOC

A Selbetti, uma das maiores One-Stop-Tech do país, anuncia seu serviço de Security Operations Center (SOC), uma estrutura centralizada e altamente especializada em monitoramento, detecção, resposta e prevenção de ameaças cibernéticas. O SOC da Selbetti nasce robusto, consolidando a experiência e os ativos tecnológicos adquiridos de empresas incorporadas anteriormente, que já atuavam em iniciativas de segurança e monitoramento.

Com tecnologia de ponta e equipe multidisciplinar, o SOC da Selbetti oferece monitoramento contínuo (8×5 ou 24x7x365), análise comportamental com uso de inteligência artificial, threat hunting, resposta a incidentes, análise forense, gestão de vulnerabilidades e proteção de marca (Digital Risk Protection Service) — monitorando inclusive riscos na web, deep web e dark web. A solução é flexível para integrar-se a ferramentas já existentes no cliente e escalável para evoluir em camadas de serviços, do monitoramento básico, à estratégia completa de cibersegurança.

“Nosso SOC foi estruturado para oferecer uma resposta proativa e integrada, capaz de reduzir riscos e otimizar custos de segurança. O serviço é resultado direto da união de expertises e tecnologias adquiridas em movimentos estratégicos da Selbetti, o que garante maturidade e confiabilidade desde o primeiro dia de operação”, Luiz Claudio Rossi, Arquiteto de Soluções da Selbetti.

Segurança integrada à jornada digital

O SOC da Selbetti se diferencia por reunir, em uma única plataforma, recursos de XDR (Extended Detection and Response) e SIEM (Security Information and Event Management) totalmente integrados, capazes de realizar correlação avançada de eventos para uma visão unificada do ambiente de segurança.

“O SOC da Selbetti vai além da entrega de um serviço de segurança: ele se conecta a toda a jornada digital do cliente, integrando-se de forma fluida às demais soluções tecnológicas que já oferecemos. Com um único parceiro, a empresa concentra a gestão de sua segurança e de sua transformação digital, ganhando agilidade, eficiência e uma visão unificada de todo o seu ambiente”, explica Gabriel Pedroso, Head de Cibersegurança da Selbetti.

Essa base tecnológica é potencializada por uma camada de SOAR (Security Orchestration, Automation and Response), que automatiza e orquestra respostas, acelerando a mitigação de incidentes. O serviço também incorpora análise comportamental com uso de inteligência artificial, permitindo identificar padrões anômalos e antecipar ataques sofisticados antes que causem impacto.

Todo esse ecossistema é operado por equipes altamente especializadas — como Blue Team, Red Team, CSIRT, Hunt, Threat Intelligence, DevSecOps e Governança — que atuam de forma coordenada para garantir uma proteção abrangente. A operação é sustentada por uma infraestrutura própria, composta por data centers TIER 3 redundantes localizados em Barueri e Campinas (SP), assegurando alta disponibilidade e resiliência às operações críticas dos clientes.

O modelo de entrega permite que empresas iniciem com monitoramento essencial e evoluam para serviços completos, acompanhando a maturidade e as necessidades do negócio. Essa abordagem modular garante que organizações de diferentes portes possam adotar uma postura mais resiliente frente ao aumento expressivo dos ataques cibernéticos no Brasil — que registrou 356 bilhões de tentativas em 2024, segundo o relatório IBM Security.

E-commerce de moda: 3 estratégias para competir com gigantes internacionais

O mercado de moda online brasileiro enfrenta um desafio crescente com a entrada de gigantes internacionais. Segundo a CNC, a importação de bens de consumo chineses no Brasil, com valor médio de US$ 50, cresceu 575% nos últimos 20 anos, frente a uma média global de 155%. Nesse contexto, competir apenas em preço não garante vantagem: o consumidor brasileiro também valoriza a experiência e relacionamento com as marcas.

Para se manterem competitivas, as empresas precisam investir em estratégias que combinem tecnologia, experiência e eficiência operacional. Murilo Vieira, sócio e diretor de operações da Agência FG, especializada em e-commerce, que oferece soluções completas por meio de três verticais: Performance, Evolução e Implantação de Projetos B2C e B2B, compartilha dicas valiosas que podem fazer a diferença na disputa por market share. Confira!

1. Aplicativos como motor de conversão e fidelização

Apps próprios representam um diferencial competitivo relevante no setor de moda, onde a recompra é frequente. “Temos casos na agência em que os aplicativos chegam a registrar taxas de conversão maiores do que os sites tradicionais”, comenta Murilo.

Um exemplo prático é o lançamento do aplicativo da Brooksfield Donna, desenvolvido em parceria com a FG. Em poucos meses, o app já apresenta taxa de conversão pelo menos duas vezes maior que a do site. “O cliente nem precisa procurar no Google, basta abrir o app e comprar”, explica o especialista.

Além disso, os aplicativos permitem personalizar a experiência do usuário: recomendações de produtos, notificações de promoções e histórico de compras tornam a jornada de compra mais ágil e próxima do consumidor, fortalecendo a fidelização.

2. Estratégia multiplataforma

Uma operação integrada entre lojas físicas, e-commerce e aplicativos garante que o cliente possa comprar por qualquer canal, criando uma experiência fluida e consistente.

“A chave está em fazer com que cada canal se alimente dos outros. Campanhas no Meta Ads aumentam reconhecimento de marca, estimulando pesquisas orgânicas e alimentando o CRM; influenciadores digitais geram tráfego qualificado para todos os canais; e o Google atua como porta de entrada para clientes em diferentes estágios da jornada, da descoberta à compra”, explica Vieira. “O Meta tem a função de conduzir toda a jornada: o cliente é impactado por um anúncio, clica no site, sai e depois é impactado em outros canais”.

Esse modelo provou sua eficácia nos resultados recentes de clientes da agência. A Brooksfield Donna registrou alta de 64% no faturamento nos sete primeiros meses de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho veio acompanhado de avanço de 42% na taxa de conversão e 21% no ROAS (Return on Advertising Spend), indicadores que reforçam a eficiência da estratégia omnichannel.

3. Gestão inteligente de estoque

A integração entre estoque online e físico é outro diferencial decisivo. No modelo em que produtos vendidos online saem das lojas físicas, é possível oferecer entregas mais rápidas, reduzir custos de frete e evitar rupturas de estoque.

“As lojas físicas são bem abastecidas, o valor do frete é competitivo, não há ruptura de estoque e a profundidade do inventário é bem gerida. Além disso, as entregas são mais rápidas, o que garante uma experiência positiva para o cliente”, afirma.

Dica bônus: Como a IA entra em cena

Além dessas três estratégias, a Inteligência Artificial vem transformando a forma como os e-commerces operam e interagem com o consumidor. Chatbots inteligentes automatizam atendimentos, otimizam o tempo da equipe e melhoram a experiência do cliente.

“A IA está mudando a forma como o tráfego orgânico chega até as marcas. O que antes vinha do Google orgânico agora é complementado por acessos que chegam via IA”, analisa Vieira. Ele destaca que muitas marcas já aparecem em resultados de ferramentas como ChatGPT quando os usuários fazem consultas específicas sobre produtos, criando novas oportunidades de visibilidade e vendas.

Martech brasileira amplia presença internacional e cresce 92% nos seis primeiros meses de 2025

Datta Büsiness, martech brasileira especializada em análise de dados para marketing digital, acelera sua expansão internacional e prepara o lançamento de novas funcionalidades baseadas em inteligência artificial. Com operação consolidada no Brasil e em expansão para São Paulo, já atende clientes no México e nos Estados Unidos. O faturamento supera 3 milhões, com crescimento de 120%, e a meta é alcançar 8.000 clientes ativos até 2026.

Fundada em 2022 por Cintia Freitas, especialista em marketing com sólida experiência no setor de shopping centers, a startup nasceu com o propósito de ajudar empresas a compreenderem, de forma objetiva, o retorno de seus investimentos digitais. Inicialmente dedicada à consultoria estratégica, a operação incorporou recursos de automação em 2021 e, no ano seguinte, consolidou-se como uma plataforma SaaS após a entrada de dois sócios especializados em engenharia de processos e dados. Desde então, a empresa já atendeu mais de 350 clientes e acumula um faturamento superior a 3 milhões.

Ao comentar sobre o propósito do negócio, Cintia de Freitas explica que o diferencial está na capacidade de traduzir dados em decisões práticas, “Nosso objetivo sempre foi transformar dados em decisões mais rápidas e inteligentes para o marketing. Ao conectar diferentes fontes de informação e apresentar insights acionáveis, conseguimos democratizar um recurso que antes era restrito a grandes empresas”, destaca.

A solução conecta-se diretamente às contas de anúncios e organiza as informações automaticamente, oferecendo monitoramento em tempo real, relatórios automáticos, comparativos entre campanhas e recomendações inteligentes. O modelo SaaS permite que empresas de diferentes portes, de franquias a pequenos negócios, acompanhem métricas como ROAS, custo por conversão e engajamento, padronizem relatórios e otimizem campanhas sem depender de equipes especializadas.

Entre os clientes, estão franqueados de marcas como Depyl Action, Morana, Usaflex, Plié e Buddha Spa, além de instituições como Sebrae Paraná, Sebrae Santa Catarina e Sebrae Conecta. A empresa também atende shoppings, entre eles o Goiabeiras Shopping, em Cuiabá, o Sobral Shopping, no interior do Ceará, e o Internacional Shopping, em Guarulhos. O desempenho recente também foi impulsionado por um aporte pré-seed de R$ 600 mil, liderado pela Bossa Invest, que elevou em 72% o faturamento recorrente mensal (MRR) da Datta nos quatro meses seguintes ao investimento.

Reconhecida em programas como o Capital Empreendedor (Sebrae Nacional), o Programa do IBGC, o B2Mamy + Google for Startups e o Inovabra Habitat (Bradesco), a Datta integra desde 2025 o Cubo Network (Itaú). Neste mesmo ano, Cintia de Freitas tornou-se embaixadora do Inovabra Habitat, reforçando o protagonismo feminino em um ecossistema em que apenas 12% dos recursos de venture capital no Brasil são destinados a startups lideradas por mulheres, segundo a ACATE.

Diante dos resultados conquistados no mercado de dados e inteligência artificial, a Datta Büsiness decidiu também expandir sua atuação por meio da educação corporativa, com o propósito de formar novas lideranças preparadas para os desafios do marketing orientado a dados e IA. Nesse contexto, a empresa foi convidada a desenvolver um MBA exclusivo em Marketing Orientado a Dados e Inteligência Artificial. O programa entrou em vigor em junho de 2025 e já prevê a abertura de novas turmas todos os meses até dezembro do mesmo ano.

Nos próximos meses, a empresa planeja ampliar as integrações com plataformas digitais, lançar novas funcionalidades baseadas em inteligência artificial e consolidar seu MBA exclusivo fundamentado em tecnologia proprietária. Para Cintia, “nosso foco é escalar com eficiência e tornar a análise de dados mais acessível para empresas de todos os portes. A estrutura está pronta para suportar os próximos ciclos de crescimento”, finaliza. 

Queremos IA agora. Mas será que sabemos pra quê? 

Um quadrinho viralizou algumas semanas atrás e me chamou atenção. Um bonequinho pergunta “Quem somos nós?” e vários outros respondem “CEOs”. “E o que nós queremos?”. Eles respondem: “IA!”. “Inteligência artificial pra fazer o quê?”. E eles respondem: “Não sabemos!”. “Mas quando queremos?”. E eles respondem: “Agora!”

A piada tem total reflexo da realidade, não apenas do que vemos no nosso dia a dia, mas também do que chega por meio do relatório “The GenAI Divide: State of AI in Business 2025″, publicado pela iniciativa Networked AI Agents in Decentralized Architecture (NANDA, traduzindo, agentes de IA em rede em arquitetura descentralizada) do MIT, nos Estados Unidos.

O estudo revela que, embora a IA generativa seja uma promessa de agilidade, solução de problemas e até lucratividade para o mundo corporativo, a maioria das iniciativas ainda não chegou a grandes níveis de sucesso. 

O relatório diz que apenas cerca de 5% dos programas piloto de IA conseguiram alguma aceleração das receitas de forma notável. A maioria das iniciativas ficou estagnada, o que gerou pouco ou nenhum impacto mensurável nos lucros ou perdas. 

Em entrevista à Fortune, a principal autora do relatório e colaboradora do projeto NANDA do MIT, Aditya Challapally, explicou quais foram os programas piloto de grandes empresas e startups mais jovens que conseguiram se destacar com IA generativa nos últimos anos. “Eles escolhem um ponto problemático, executam bem e fazem parcerias inteligentes com empresas que usam suas ferramentas”, completou. 

Para 95% das empresas incluídas no relatório, apenas implementar alguma solução de IA generativa não foi suficiente. A questão central não seria a qualidade dos modelos e ferramentas, mas sim a “lacuna de aprendizagem”. 

Diz o texto da Fortune que, embora os executivos culpem a regulamentação ou o desempenho do modelo, a investigação do MIT aponta para falhas na integração empresarial. 

Ou seja, a solução de IA até existe, mas foram encontrados problemas na rotina de trabalho das outras peças desse processo: os humanos. 

Ferramentas de uso mais genérico, como o ChatGPT, são excelentes para indivíduos devido à sua flexibilidade, mas não fazem milagre no uso empresarial porque não aprendem ou não se adaptam aos fluxos de trabalho, explicou Challapally.

Tenho falado exatamente sobre isso em algumas palestras e conversas. Ferramentas de IA são um excelente apoio, mas não um atalho. A IA é excelente para acelerar testes, refinar ideias, fazer a conferência de dados ou ainda realizar uma tarefa complexa, como se dominasse um software ou aplicativo dedicado.

É como o relatório apontou: empresas que acertaram na escolha do agente de IA selecionaram uma questão problemática ou um ponto de fricção e conseguiram solucionar ou, ao menos, acelerar esse processo, levando naturalmente a um aumento da produtividade e da lucratividade.

Uma boa pergunta a se fazer, antes de entrar no coro do “Queremos IA em tudo agora”, é: quais são as ferramentas e soluções disponíveis que podem ajudar a atender às necessidades da empresa? 

Pode ser que ainda não existam produtos e aplicativos prontos para as grandes questões. Porém, se você conseguir acelerar algum processo ou dar mais fundamentos para que seus colaboradores tomem decisões melhores, esse será o melhor apoio de IA para sua empresa no momento. 

A decisão final é sempre humana, inclusive, para dizer até onde a inteligência artificial vai ajudar. E como toda tecnologia, estamos em um momento de evolução e aperfeiçoamento. Então, sua decisão também pode mudar dentro de seis meses.

Henrique Calandra é fundador do WallJobs, empresa de tecnologia brasileira que oferece soluções automatizadas para contratos de estágio, autor do livro “Inteligência Artificial Generativa para Iniciantes”, colunista da ABStartups e palestrante de grandes ecossistemas como InovaBRA e Distrito.

Black Friday 2025: parcelamento no cartão divide protagonismo com o Pix nas compras dos brasileiros

Com a proximidade da Black Friday, principal data do varejo e do e-commerce, a escolha dos meios de pagamento ganha ainda mais relevância. De acordo com o Relatório Yampi Black Friday 2024, que analisa os comportamentos de compra dos lojistas da plataforma, o cartão de crédito manteve a liderança absoluta, respondendo por 57,26% das transações. Em seguida, o Pix consolidou-se como segunda força, responsável por 41,85% dos pedidos. 

Já o boleto bancário caiu para 0,87%, enquanto outras modalidades foram praticamente residuais (0,02%). Os números indicam uma tendência que deve se repetir em 2025 e evidenciam uma mudança de cenário: se por um lado o crédito permanece como tradição consolidada, por outro o pagamento instantâneo avança como opção preferida por consumidores e lojistas.

Trata-se de um movimento que está alinhado aos números divulgados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O Pix encerrou 2024 com 63,8 bilhões de operações, um crescimento de 52% em relação a 2023, quando haviam sido registradas 41,9 bilhões de transações. O volume superou todas as operações somadas de cartões de crédito, débito, boletos, TEDs, cartões pré-pagos e cheques, que totalizaram 50,8 bilhões.

“Durante a Black Friday, cada detalhe conta. Quanto mais simples e flexível for a forma de quitação, maiores as chances de concretizar a venda e conquistar a confiança do cliente. É nesse ponto que entra a importância de revisar e preparar as alternativas disponíveis, garantindo fluidez e segurança para o público em um dos momentos de maior competitividade no comércio eletrônico”, afirma Gustavo Miller, diretor de Marketing da Yampi.

Parcelado garante fôlego, Pix impulsiona modernização das transações

Na avaliação de Miller, o crédito em prestações continua relevante por refletir o cenário macroeconômico do país. Em um contexto de aumento da inadimplência e limitações de renda, a alternativa de fracionar valores em parcelas torna-se essencial para preservar o poder de compra da população. Já o Pix simboliza a modernização dos hábitos de consumo, reunindo conveniência, agilidade e baixo custo operacional para empresas e clientes.

“Os meios de pagamento deixaram de ser apenas um recurso de finalização de compra e se consolidaram como um eixo estratégico para o e-commerce. Eles influenciam diretamente a receita, a confiança do consumidor e a posição da marca no mercado. Durante a Black Friday, a escolha e a gestão dessas alternativas podem definir a taxa de conversão e também a percepção de solidez e preparo da empresa para sustentar volumes elevados de transações”, complementa o executivo.

Além disso, um sistema de pagamento eficiente é crucial para o sucesso de qualquer operação de e-commerce. Quando a transação ocorre de forma simples e com alta taxa de aprovação, a chance de conversão cresce, reduzindo a frustração do usuário e os índices de desistência no checkout.

A proteção é outro aspecto central. Plataformas que priorizam métodos estáveis reforçam a segurança do cliente, que percebe clareza nas etapas, transparência nos valores e barreiras contra fraudes. “É válido aproveitar datas sazonais para tornar a jornada de aquisição mais fluida e ampliar a lealdade, o que fortalece a imagem da marca”, finaliza Gustavo Miller.

De centro de custo a motor de receita: ROI e KPIs da biometria comportamental

São 6h da manhã e você está em um carro a caminho do aeroporto. Precisa concluir uma transferência urgente antes de embarcar. Abre o aplicativo do seu banco, mas o reconhecimento facial falha. Tenta de novo. Nada. Na terceira tentativa, recebe a mensagem: “Tentativas excessivas. Tente novamente mais tarde”. O embarque começa e a operação, e suas consequências pelo atraso, ficam para depois. Situações como essa revelam um dilema central: como equilibrar segurança e experiência do cliente no mundo bancário digital.

Por muito tempo, a segurança foi vista como uma barreira operacional inevitável. A biometria facial, por exemplo, é altamente eficaz contra fraude de roubo de conta (ATO, na sigla em inglês): alguns bancos brasileiros registraram redução de até 85% nas tentativas após a adoção dessa tecnologia. Porém, para funcionar adequadamente, exige um ambiente perfeito, com boa iluminação, tempo e atenção do usuário. No mundo real, variáveis como local, uso de óculos ou máscara e pressa do cliente podem gerar falhas, aumentar o atrito e levar ao descontentamento e abandono da transação.

Além disso, pesquisas da Universidade da Pensilvânia mostram que taxas de falsos positivos e negativos são maiores para grupos étnicos minoritários. Dispositivos com câmeras de baixa qualidade, acessórios como óculos escuros ou turbantes e mudanças físicas impactam a eficácia, o que leva clientes legítimos a enfrentar barreiras frustrantes.

Ao mesmo tempo, os criminosos não param. Entre 2023 e 2024, bancos que investiram em biometria facial conseguiram conter o ATO, mas viram crescer as fraudes por engenharia social, como o golpe da falsa central e o do WhatsApp. A Febraban reportou, em março de 2025, que 38% dos brasileiros foram alvo de tentativas de golpe (alta em relação aos 33% de setembro de 2024), e o Banco Central, via dados obtidos pela imprensa, registrou 4,7 milhões de fraudes via Pix em 2024, com prejuízos estimados em R$ 6,5 bilhões. Em paralelo, no Reino Unido, o Annual Fraud Report 2025 apontou perdas de £1,17 bilhão em 2024, mesmo com quedas relevantes em golpes de transferência induzida, o que reforça a necessidade de defesas mais adaptativas e menos visíveis.

É nesse cenário que a biometria comportamental deixa de ser apenas uma “camada extra” e se torna um diferencial competitivo. Ao analisar mais de 3.000 sinais de interação e contexto (como ritmo de digitação, padrões de deslize, velocidade de reação, movimentação do cursor, telemetria do dispositivo, geolocalização e até a detecção de acesso remoto), a tecnologia constrói um perfil dinâmico de risco para cada usuário. Isso permite identificar, em tempo real, comportamentos que indicam fraude ou “comportamento guiado” por criminosos, inclusive quando o cliente está, conscientemente ou não, seguindo instruções de um golpista ao telefone.

ROI e KPIs: segurança que entrega valor

O diferencial dessa abordagem é que ela mantém a experiência fluida para o cliente legítimo, enquanto bloqueia ou desacelera apenas o que foge do padrão seguro. Em casos práticos, os resultados são expressivos. Um banco do Reino Unido que implementou as soluções de inteligência comportamental manteve 95% de eficácia contra ATO, reduziu significativamente as fraudes de engenharia social e alcançou ROI de 400% no primeiro ano, combinando a queda nas perdas diretas com redução de falsos positivos e do volume de chamadas ao atendimento. No Brasil, outro banco, após enfrentar aumento de golpes no WhatsApp e telefone mesmo com biometria facial, implementou inteligência comportamental e passou a identificar e bloquear 97% das tentativas de ATO nos primeiros oito meses, detectando também a maioria dos casos de clientes agindo sob pressão criminosa. O impacto foi percebido não só na segurança, mas na satisfação: o NPS (Net Promoter Score) subiu 38 pontos e o tempo médio de autenticação caiu de forma relevante.

Esses resultados se refletem em KPIs que dialogam diretamente com a estratégia do negócio: redução no tempo de autenticação, diminuição de reclamações ligadas à segurança, alta taxa de resolução silenciosa de tentativas de fraude e maior aprovação automática de transações legítimas. No cálculo de ROI, entram as perdas evitadas, a redução de custos operacionais e a receita preservada por manter o cliente ativo e confiante. Um estudo da Forrester sobre Total Economic Impact (TEI) reforça que soluções que combinam prevenção de fraude e redução de atrito conseguem payback rápido e benefícios cumulativos ao longo dos anos.

Ao contrário de mecanismos visíveis, que desgastam o relacionamento quando falham, a biometria comportamental atua nos bastidores, protegendo o cliente de ameaças que ele nem sabe que existem. É uma segurança que, além de invisível, é estratégica: impede que o fraudador apenas mude de tática e explore outro ponto vulnerável. Para o cliente, o banco “simplesmente funciona melhor”; para o banco, cada interação segura e sem fricção é uma oportunidade de fortalecer confiança, reduzir perdas e transformar segurança em motor de competitividade.

Por Diego Baldin, Engenheiro de Soluções LATAM da BioCatch

Split payment desafia caixa e governança nas empresas na Reforma Tributária

Com a chegada da Reforma Tributária, a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) marca uma mudança estrutural para o ambiente de negócios no Brasil. Entre os mecanismos previstos, o chamado split payment, ou pagamento desmembrado, talvez seja um dos dispositivos mais disruptivos do ponto de vista operacional, financeiro e sistêmico.

Nesse novo modelo, o valor do imposto é automaticamente segregado no momento da transação e repassado diretamente ao fisco. O fornecedor, portanto, recebe apenas o valor líquido. Embora a proposta vise combater a sonegação e otimizar a arrecadação, ela exige revisões profundas nos processos empresariais e gera incertezas importantes, especialmente para os líderes das áreas financeira, comercial, fiscal, de logística e tecnologia.

Isso porquê, na prática, o split payment exige um novo desenho de fluxo de caixa, precificação, governança sistêmica e renegociação contratual. Logo, a alta gestão é colocada em uma posição de protagonismo e passa a operar não apenas como apoiadora da transição fiscal, mas como agente estratégico para garantir continuidade, liquidez e resiliência.

O caixa das empresas será afetado diretamente. Com o valor líquido sendo menor, haverá necessidade de redimensionar capital de giro, revisar projeções financeiras e renegociar limites bancários, inclusive, porque a previsibilidade financeira, elemento essencial para o resultado, será comprometida em um primeiro momento.

Além disso, a liquidez dos fornecedores também pode ser impactada, afetando prazos de entrega e contratos logísticos. Cadeias interdependentes, como distribuição e revenda, podem sofrer rupturas operacionais; e a redução no valor líquido recebido pode forçar ajustes de precificação, descontos e comissões, gerando revisões em contratos com grandes clientes e impactando margens.

A conciliação entre o que é retido, repassado e registrado passa a demandar governança digital intensa e maior investimento em controle interno. Um erro técnico pode se transformar rapidamente em passivo fiscal e reputacional.

Vale reforçar que ERPs, gateways de pagamento, módulos fiscais e contábeis precisarão estar integrados de ponta a ponta para lidar com o desmembramento tributário. Empresas com múltiplos sistemas ou baixa maturidade digital enfrentarão custos altos de integração e risco de inconsistência.

Incertezas práticas ainda preocupam muito o mercado

Apesar das diretrizes gerais, diversos cenários operacionais ainda não têm definição clara sobre como funcionarão na prática sob o regime de split payment. Isso eleva a complexidade e acende alertas para os líderes empresariais.

Algumas questões levantadas giram em torno de como funcionará a devolução de mercadorias após o imposto já ter sido recolhido? Como será o processo de ajuste em casos de bonificação, desconto comercial ou cancelamento de nota? Haverá uma via automatizada para reembolso de tributos pagos indevidamente ou valores a recuperar? O sistema do fisco estará preparado para lidar com o volume e a diversidade das transações em tempo real?

Essas perguntas ainda sem resposta indicam que o impacto do split payment não se limita à esfera fiscal. Ele afeta o coração das operações e a margem operacional das empresas, exigindo revisão de processos, reestruturação de custos e redesenho da cadeia de valor.

Para a alta gestão, isso significa atuar de forma antecipada, avaliando cenários financeiros simulados, impactos em orçamento e a capacidade da empresa de absorver variações no caixa. Afinal, toda essa complexidade se traduz, no fim do dia, em resultado, o que depende diretamente do fluxo de caixa.

Esse novo cenário exige que as empresas se preparem com antecedência, realizando simulações e revisões dos valores por meio de soluções de cálculo externo, de forma a assegurar o compliance tributário, centralizar as regras fiscais e garantir que os montantes segregados, creditados e conciliados estejam em total conformidade com a legislação vigente. Afinal, se até hoje já há retenções e burocracias para que o contribuinte recupere valores que lhe são de direito, imagine o impacto e a complexidade em um sistema estruturado no split payment.

Com isso, as empresas têm percebido que há diversas vantagens como a redução de erros humanos e retrabalho, agilidade na adaptação às mudanças legais sem paralisação dos sistemas, integração com ERPs e múltiplos sistemas de gestão os quais são essenciais para operações de grande porte e melhor previsibilidade fiscal e financeira.

A Reforma Tributária e, especialmente, o split payment, devem ser entendidos como um novo capítulo da governança empresarial. CEOs, CFOs, COOs e líderes das áreas críticas precisam assumir o protagonismo desde já, promovendo uma resposta sistêmica à altura da complexidade envolvida.

Ainda acha que esse tema é apenas um desafio do fiscal e do TI? O split payment prova o contrário. Ele redefine processos, afeta decisões de preço, fluxo de caixa, investimentos e até a forma como o mercado percebe a empresa. Quem não assumir o protagonismo agora, vai descobrir tarde demais que pode ter perdido o controle.

*Thais Borges é diretora comercial e de marketing da Systax, empresa que desenvolve soluções tecnológicas voltadas para o mercado tributário.

EUA lideram contratações de devs brasileiros com salários de até US$ 110 mil por ano, revela levantamento

A demanda global por programadores continua acelerada e, com ela, cresce o interesse de devs brasileiros. Segundo levantamento proprietário da TechFX, plataforma de câmbio especializada em profissionais brasileiros que recebem do exterior, os Estados Unidos lideram com folga a lista de nações que mais absorvem talentos, concentrando 85% das vagas. Dos 1.428 desenvolvedores brasileiros atuando no exterior que foram entrevistados, 1.220 trabalham para organizações americanas, com salários médios que chegam a US$ 110 mil anuais.

O estudo também aponta que, Canadá e Austrália aparecem empatados na segunda colocação, com apenas 1,85% cada. Outros mercados de destaque são Reino Unido (1,85%), Argentina (1,55%), Portugal (1,16%), México (1%) e Alemanha (0,62%).

“O profissional brasileiro, em média, alia formação técnica sólida à criatividade e adaptabilidade, uma combinação rara e altamente valorizada por empresas estrangeiras”, ressalta o CEO da TechFX, Eduardo Garay. “Além disso, companhias internacionais costumam oferecer salários até quatro vezes maiores do que os praticados no Brasil, o que torna essas vagas ainda mais atrativas, especialmente para PJs”, completa.

A presença de destaque de brasileiros no mercado internacional é reflexo da própria alta densidade de programadores no país. De acordo com dados da JetBrains, empresa especializada em desenvolvimento de software, o mundo soma hoje mais de 19,6 milhões de desenvolvedores. Com cerca de 630 mil devs, o Brasil ocupa a quinta posição em número absoluto de especialistas.

Cresce a migração de devs nacionais para oportunidades globais

Apesar do grande contingente de devs, estima-se que o Brasil enfrente hoje um déficit de 500 mil talentos em TI. Um dos principais fatores por trás desse desequilíbrio é a crescente valorização dos brasileiros por empresas estrangeiras. Entre 2020 e 2023, a contratação de profissionais de tecnologia do país por organizações internacionais disparou 491%, segundo o Brazilian Global Salary, estudo realizado no final de 2024 também pela TechFX.

O levantamento, que ouviu 1.611 brasileiros entre novembro e dezembro do ano passado, revela que 73% deles consideram atuar no exterior. Em sintonia com esse interesse, a demanda global por programadores brasileiros cresce, em média, 40% ao ano.

“A combinação de excelência técnica com a motivação para se destacar no cenário global torna os brasileiros cada vez mais requisitados. Com a desvalorização da moeda local, é natural que muitos busquem oportunidades em mercados mais competitivos e com melhor remuneração”, conclui o CEO da TechFX.

Destinos mais buscados pelos desenvolvedores

Se a ideia é encontrar os melhores destinos para aplicar seus talentos, vale observar onde estão as maiores concentrações de desenvolvedores no mundo. Esses mercados costumam oferecer mais oportunidades, infraestrutura sólida e maturidade para o trabalho remoto ou internacional. Não por acaso, a lista se aproxima bastante dos destinos mais escolhidos por brasileiros que atuam no exterior.

Confira abaixo os países com o maior número de desenvolvedores no mundo, segundo o estudo da JetBrains:

China
Com 3.885.000 desenvolvedores, a China lidera em número  absolutos e possui um mercado de software avaliado em US$ 2 trilhões. O país é referência em inteligência artificial e tecnologias emergentes. Ainda assim, seu mercado não é amplamente aberto à mão de obra estrangeira, o que limita o acesso a oportunidades para devs de fora do território chinês.

Estados Unidos
Na segunda colocação, os EUA reúnem 2.918.000 desenvolvedores e mantêm uma política ativa de contratação internacional: cerca de 200 mil profissionais de TI são admitidos anualmente, oriundos de diferentes regiões do mundo. O salário médio é de US$ 110.140 por ano, o que faz do país o principal destino para brasileiros que buscam renda mais alta.

Alemanha
Com mais de 832.000 desenvolvedores, a Alemanha se consolida como o maior hub tecnológico da Europa continental. O salário médio anual gira em torno de US$ 52.275, e o país mantém programas especiais de entrada para jovens brasileiros, como o Working Holiday Visa, que facilita a mobilidade internacional de especialistas na área.

Canadá
O mercado canadense contabiliza mais de 632.000 devs e cerca de 80 mil vagas abertas atualmente. O salário médio anual é de US$ 61.680. Com políticas de imigração mais flexíveis e iniciativas voltadas à atração de talentos estrangeiros, o país figura entre os destinos mais viáveis para brasileiros que desejam atuar fora do Brasil.

Reino Unido
Com cerca de 500.000 desenvolvedores, o Reino Unido se destaca por sua forte concentração tecnológica em Londres, que desponta como um dos principais hubs de inovação da Europa. O salário médio de um desenvolvedor gira em torno de US$ 55.275 por ano. Ainda que o país represente uma parcela menor das contratações globais de brasileiros, continua sendo uma opção estratégica para quem busca se estabelecer em um ecossistema maduro.

Inscrições abertas para cursos gratuitos de empreendedorismo no Qualifica SP

Pessoas que sonham em ter ou alavancar o próprio negócio têm a oportunidade de se capacitar gratuitamente até o dia 12 de outubro. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), através da Subsecretaria de Empreendedorismo e Produtividade, está oferecendo dois cursos gratuitos, on-line, para quem deseja empreender ou melhorar a gestão de pequenos negócios: Desenvolvimento de Atitude Empreendedora e Gestão de Pequenos Negócios com Inclusão Digital. Os interessados devem se inscrever pelo site: www.qualificasp.sp.gov.br

Ambas as formações têm 80 horas de duração, com aulas totalmente remotas no período noturno. Ao todo, são 100 vagas disponíveis, sendo 50 para cada curso. As capacitações são voltadas para pessoas a partir dos 25 anos, que desejam se qualificar em uma nova área ou iniciar uma nova carreira. As inscrições vão até 12 de outubro, e as aulas têm previsão de início em 27 de outubro.  

Daniele Aparecida Sampaio, de 43 anos, é proprietária de um pet shop em Mendonça, no interior paulista. Ela participou do curso de Gestão de Pequenos Negócios com Inclusão Digital e conta como a capacitação a ajudou na rotina empreendedora. “Acrescentou bastante no meu crescimento profissional. Aprendi sobre planejamento, finanças, marketing, vendas, gestão de pessoas e sobre aspectos legais e tributários que envolvem a administração de um empreendimento. Já estou colocando em prática o conhecimento no dia a dia para melhorar cada vez mais minha forma de trabalhar e a gestão do meu pequeno negócio”, diz. 

O que você vai aprender  

O curso Desenvolvimento de Atitude Empreendedora tem como objetivo qualificar o participante para identificar oportunidades de mercado e desenvolver produtos ou serviços. Veja alguns conteúdos abordados: 

  • Principais nichos de atividades empreendedoras 
  • Como administrar o próprio negócio. Visão estratégica de modelo de negócio 
  • Observações erradas resultam em ideias furadas – Pesquisa de mercado 
  • Noções de educação tributária. Principais tributos e taxações obrigatórias 

Já o curso Gestão de Pequenos Negócios com Inclusão Digital tem o intuito de desenvolver habilidades para atuar com mais eficiência no mercado, aliando gestão estratégica e inclusão tecnológica. Além dos temas do curso de Atitude empreendedora, há também:  

  • Netiqueta: etiqueta na era digital 
  • Dicionário digital 
  • Ferramentas de informática e de busca 
  • Ferramentas operacionais digitais 

Como se inscrever   

Basta acessar o www.trampolim.sp.gov.br, fazer o login na sua conta gov.br e escolher o curso desejado. Podem participar candidatos alfabetizados, domiciliados no estado de São Paulo e com idade compatível com a modalidade escolhida.   

Caso o número de inscritos ultrapasse o número de vagas, serão priorizadas pessoas menores de idade, com deficiência, desempregadas e com baixa renda.    

Para receber o certificado, o aluno deve ter ao menos 75% de presença nas aulas do curso.