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Itaú Empresas e TikTok se unem para impulsionar pequenos negócios 

O Itaú Empresas e o TikTok anunciam parceria inédita com a criação da plataforma Academia de Negócios by Itaú Emps e TikTok, como parte da estratégia de lançamento do Itaú Emps, solução inteligente e segura voltada para pequenos negócios e profissionais autônomos que buscam autosserviço e apoio na sua gestão financeira. O movimento estratégico tem como objetivo empoderar pequenos empreendedores, com conteúdos educativos sobre como usar o TikTok para impulsionar seus negócios, vender seus produtos e serviços e fortalecer sua marca.

A nova plataforma ficará disponível em uma página exclusiva dentro do TikTok e reunirá conteúdos da Academia de Negócios voltados para empreendedores. Para acessar o hub de conteúdo, os interessados podem acessar, preferencialmente pelo telefone, este link, que estará disponível na bio do perfil oficial do Itaú Emps ( itauemps). Basta preencher um cadastro para ter acesso a dezenas de conteúdos de maneira gratuita para apoiar sua profissionalização. Os vídeos são leves, educativos e práticos para ajudar os empreendedores no seu dia a dia: em um primeiro momento, abordarão temas mais amplos sobre como usar o TikTok para impulsionar negócios. Porém, haverá também vídeos originais e proprietários com abordagens mais específicas e aprofundadas sobre diferentes aspectos do empreendedorismo.

“O Itaú Emps nasceu para ser o sócio do empreendedor – alguém que está ao seu lado na gestão do dia a dia – que cada vez mais passa pelas redes sociais. O TikTok já é usado por milhares de pequenos negócios para vender, atrair clientes e fortalecer suas marcas, mas sabemos que muitos ainda não se sentem prontos para usar essa vitrine com estratégia e consistência”, afirma Aline Bozzi, superintendente de marketing do Itaú Unibanco. “Por isso, o canal do Itaú Emps terá conteúdos práticos, acessíveis e educativos, feitos para ajudar quem empreende a transformar presença digital em resultado. Mais do que um banco, queremos ser também uma fonte de capacitação – oferecendo ferramentas, inspiração e apoio para o empreendedor crescer de forma segura e sustentável”, complementa.

Com uma plataforma simples e prática, o Itaú Emps foi criado para ser o parceiro de quem empreende e precisa de eficiência e agilidade para resolver tudo no dia a dia, passando por gestão do fluxo de caixa, recebimentos via Pix, crédito e controle das finanças, além de assessoria personalizada para apoiar no crescimento do negócio, oferecida por meio de uma inteligência artificial generativa contextualizada, disponível 24/7.

“No TikTok, vemos frequentemente como pequenas e médias empresas conseguem transformar criatividade em resultados reais. Hoje, 82% dos nossos usuários afirmam ter descoberto uma PME primeiro na plataforma, e 3 em cada 4 já compraram um produto depois de vê-lo aqui. Isso mostra o poder da descoberta e da conexão genuína que o TikTok oferece”, afirma Marcello Lopez Vieira, diretor de Vendas do TikTok. “É por isso que iniciativas como a parceria com o Itaú Empresas são tão importantes: elas ajudam a ampliar o acesso a conhecimento e ferramentas para que mais empreendedores possam aproveitar esse potencial”, complementa.  

A colaboração com o Itaú Emps fortalece o programa TikTok Academy, que oferece conteúdos práticos e acessíveis para empreendedores. Segundo estudo da Nielsen, o TikTok pode ser até 73% mais eficiente que outras mídias digitais e 80% mais eficiente que mídias offline em retorno sobre investimento publicitário, reforçando seu papel como aliado estratégico para negócios de todos os portes.

“Desde o início, nosso objetivo com Itaú Emps foi posicionar a marca como um verdadeiro parceiro do pequeno empreendedor e dos profissionais autônomos. A parceria com o TikTok, umas das maiores vitrines digitais da atualidade, coloca esse movimento em prática e é uma extensão desse propósito. A Academia de Negócios By Itaú Emps e TikTok nasce como um ponto de fomento e apoio concreto para transformar conteúdo em oportunidade para alavancar negócios”, comenta Ana Coutinho, Head de Negócios e sócia da GALERIA.ag. Além de contribuir para o desenvolvimento da estratégia de comunicação para lançamento do Itaú Emps e criar a campanha publicitária, a GALERIA.ag idealizou e viabilizou essa parceria entre o banco e o TikTok. 

Estudo da Zebra com a Oxford Economics: Automação de fluxos de trabalho impulsiona aumento de 20% na produtividade

Zebra Technologies Corporation, empresa global na digitalização e automação de fluxos de trabalho para oferecer operações inteligentes, anuncia uma nova pesquisa em colaboração com a Oxford Economics. O estudo mostra como a modernização dos fluxos de trabalho da linha de frente com tecnologias como inteligência artificial (IA), automação e dados aumenta a lucratividade e eleva a experiência do cliente.

A pesquisa também destaca o impacto transformador que os fluxos de trabalho aprimorados podem ter nos setores de varejo, manufatura, transporte e logística. Por exemplo, os varejistas relataram uma melhora de 21% na satisfação dos clientes, os fabricantes observaram um aumento de 20% na produtividade dos funcionários, e os líderes de transporte e logística reportaram um crescimento de 21% na produtividade com fluxos de trabalho mais eficientes. Além disso, o estudo indica que investimentos em IA ajudam as organizações a obter visibilidade em tempo real, gerar insights acionáveis e aumentar a eficiência.

Otimização de fluxos de trabalho na linha de frente impulsiona crescimento financeiro

Se as 20 maiores organizações da lista Forbes Global 2000 em cada um desses setores – varejo, manufatura, transporte e logística – alcançassem melhorias significativas em seus fluxos de trabalho da linha de frente, a Oxford Economics estima que cada empresa poderia obter, em média, US$ 3 bilhões em receita adicional e cerca de US$ 120 milhões em lucro extra.

As organizações que adotam operações inteligentes – integrando tecnologias avançadas como IA, automação e dados com a experiência humana para otimizar processos de negócios – registram ganhos relevantes. O estudo aponta que:

  • Varejistas alcançaram até 1,8 ponto percentual de crescimento em receita e lucratividade ao melhorar o fluxo de trabalho prioritário de gestão de inventário.
  • Fabricantes que otimizaram seu principal fluxo de controle e garantia de qualidade tiveram aumento de 2,4 pontos percentuais em crescimento de receita e melhora de 1,4 ponto percentual na lucratividade.
  • Empresas de transporte e logística que otimizaram fluxos-chave de entrega e inventário registraram crescimento de até 3,4 pontos percentuais em receita, com aumento semelhante na lucratividade.

“Varejo, manufatura e logística estão sendo redefinidos no nível do fluxo de trabalho – onde velocidade, visibilidade e precisão impulsionam o crescimento, aumentam a produtividade da linha de frente e melhoram a experiência dos clientes”, diz Joe White, Chief Product & Solutions Officer da Zebra Technologies. “As operações inteligentes simplificam a complexidade ao combinar o melhor das tecnologias avançadas com as pessoas na linha de frente, permitindo que as organizações se adaptem rapidamente e prosperem em mercados competitivos.”

Investimentos em tecnologia, incluindo IA, geram benefícios tangíveis

O estudo intitulado “Impacto das Operações Inteligentes” indica:

  • Varejistas estão testando IA para enfrentar áreas críticas como prevenção de perdas, detecção de riscos e otimização de inventários.
  • Mais de dois terços das organizações de transporte e logística e quase metade dos fabricantes já implementaram IA na gestão de inventários, previsão de demanda e análises preditivas.
  • Ferramentas avançadas como RFID e visão computacional são essenciais para ampliar a visibilidade operacional e a eficiência em diferentes indústrias.

Do armazém, da linha de produção, dos corredores do varejo até o leito hospitalar, a Zebra oferece soluções que ajudam as organizações a enfrentar desafios persistentes, como escassez de mão de obra e mudanças nas expectativas dos consumidores. A nova plataforma de marca da Zebra, “Better Every Day” (Melhor a Cada Dia), reforça o compromisso da companhia em entregar soluções e serviços inteligentes e conectados, que melhorem continuamente o desempenho, a agilidade e a capacidade de resposta da linha de frente em fluxos de trabalho críticos.

“A Zebra Technologies capacita organizações de todos os portes ao redor do mundo a impulsionar continuamente processos mais eficientes e a se adaptar às mudanças”, afirma Bill Burns, CEO (Chief Executive Officer) da Zebra Technologies. “Nosso poderoso portfólio de soluções de ponta conectadas, visibilidade de ativos e automação inteligente foi projetado especificamente para dar suporte a fluxos de trabalho modernos e otimizar a maneira como você trabalha todos os dias”.

Por meio de um profundo conhecimento do setor e de um ecossistema global de parceiros, a Zebra aproveita o poder dessas tecnologias avançadas em um portfólio de produtos e soluções que permitem às organizações:

  • Capturar e agir com base em dados em tempo real, tomando decisões mais rápidas e inteligentes.
  • Padronizar tarefas repetitivas, reduzir erros manuais e aumentar a consistência.
  • Redesenhar fluxos de trabalho para maior simplicidade, velocidade e produtividade.
  • Usar IA na linha de frente para impulsionar inovação contínua no ponto de execução.

PRINCIPAIS CONCLUSÕES

  • De acordo com a pesquisa da Zebra Technologies e da Oxford Economics, varejistas, fabricantes, além de empresas de transporte e logística registraram aumentos significativos em receita e lucratividade ao otimizar fluxos de trabalho da linha de frente.
  • Os setores estão adotando cada vez mais a IA para análises preditivas, gestão de inventários e detecção de riscos, enquanto ferramentas como RFID e visão computacional ampliam a eficiência operacional.
  • A nova narrativa de marca da Zebra, “Better Every Day”, reafirma o compromisso da empresa em capacitar organizações por meio da automação e da IA, criando novas formas de trabalho que tornam o dia a dia melhor.
  • Para mais informações, visite esta página em Zebra.com.

METODOLOGIA

A Zebra Technologies encomendou uma pesquisa global à Oxford Economics, realizada por meio de uma combinação de entrevistas e análises econométricas. Participaram 1.000 executivos seniores dos setores de varejo (400), manufatura (400), transporte e tecnologia (200) nos EUA, México, Reino Unido, Alemanha, Índia, Japão, Austrália e Nova Zelândia. As áreas de foco incluíram gestão de estoques, controle de qualidade, operações de entrega, manuseio de materiais e fluxos de trabalho de prevenção de perdas. Uma análise de regressão foi aplicada para correlacionar melhorias nos fluxos de trabalho com métricas de desempenho financeiro.

Pix movimentou mais de US$ 35 bilhões no último ano – segurança agora é prioridade estratégica, aponta Worldpay

O Brasil vive um momento singular no cenário global de pagamentos. Segundo o Global Payments Report 2025, elaborado pela Worldpay, líder do setor em tecnologia e soluções de pagamentos, o país está entre os líderes em inovação, impulsionado pelo sucesso do Pix e pela rápida adoção de carteiras digitais. Agora, o próximo desafio será combinar a velocidade e a conveniência conquistadas nos últimos anos com novas camadas de segurança e confiança.

O estudo mostra que o Pix já é utilizado por três em cada quatro brasileiros e movimentou mais de US$ 35 bilhões no último ano, devendo ultrapassar o volume dos cartões em pontos de venda ainda em 2025. Desde o seu lançamento, em 2020, o Pix contribuiu para reduzir pela metade a participação do dinheiro em espécie no Brasil, que caiu de 35% em 2020 para apenas 17% em 2024.

Apesar do avanço do sistema bem-sucedido desenvolvido pelo Brasil, o relatório da Worldpay aponta que o próximo capítulo da transformação digital no Brasil será a confiança.

“O Pix transformou a forma como os brasileiros pagam e já é estudado como um modelo de sucesso em diversos países. Mas a prioridade das empresas de tecnologia financeira em geral busca ampliar seus sistemas e soluções de inovação com foco na proteção contra fraudes e golpes digitais”, afirma Juliana Campos, vice-presidente de operações da Worldpay América Latina.

O estudo também destaca que, até 2030, os pagamentos digitais devem representar mais de 80% do valor gasto no e-commerce brasileiro, acompanhando a tendência global. Isso coloca o país em posição estratégica para ditar tendências não apenas na América Latina, mas em todo o mundo.

Sistemas de pagamento instantâneo já existiam no mundo antes do desenvolvimento do Pix. É o caso do indiano UPI (Unified Payments Interface), lançado em 2016 e que atingiu 58% dos pagamentos em lojas em 2024. No Brasil, o Pix trouxe inovações que atendem as peculiaridades e necessidades dos brasileiros, caso da inclusão financeira de milhares de pessoas e, nos últimos cinco anos, já alcançou quase 40% de participação em pontos de venda (PDVs), deixando para trás meios como débito e boleto.

Outro dado relevante é a forma como os brasileiros utilizam múltiplos meios de pagamento em paralelo. O estudo mostra que 53% dos consumidores no país financiam suas carteiras digitais com cartões, número próximo da média global (56%), mas bem abaixo dos 70% registrados nos EUA e no Reino Unido. Para a Worldpay, isso indica que o consumidor brasileiro é multicanal por natureza, alternando com facilidade entre Pix, cartões e carteiras digitais.

“O equilíbrio entre agilidade e confiança será decisivo para o futuro do varejo. O consumidor brasileiro valoriza a conveniência, mas não abre mão da segurança. O grande diferencial das empresas será oferecer experiências digitais fluidas, protegidas e confiáveis”, complementa Juliana.

Novo estudo da ADP Research mostra que brasileiros veem impacto positivo da IA no trabalho

Um novo estudo global do ADP Research, centro de pesquisa da ADP, revela que o Brasil lidera o otimismo na América Latina em relação ao impacto da Inteligência Artificial (IA) no ambiente de trabalho. A pesquisa, que ouviu 38 mil trabalhadores em seis continentes, aponta que 26% dos brasileiros acreditam que a IA terá um efeito positivo em suas tarefas e responsabilidades no próximo ano, percentual acima da média regional, de 19%. A pesquisa faz parte da série People at Work 2025, que busca entender, sob a ótica dos próprios colaboradores, como a tecnologia está moldando o futuro do trabalho. 

Apesar da visão majoritariamente positiva, o estudo também revela que a IA gera sentimentos ambíguos entre os profissionais. No Brasil, 10% dos trabalhadores temem ser substituídos pela tecnologia, enquanto 12% ainda não sabem como podem afetar suas funções. Esses índices de preocupação e incerteza estão alinhados com a média da América Latina e reforçam a necessidade de ações claras por parte das empresas para mitigar inseguranças e preparar os times para as transformações tecnológicas.

Em todo o mundo, a presença da IA no ambiente corporativo representa mais do que uma mudança operacional. Para os trabalhadores, trata-se de uma transformação emocional. Empresas que reconhecem esse impacto, que se comprometem a treinar os profissionais para o uso da tecnologia e que comunicam com clareza como ela será integrada ao dia a dia, mostram-se mais preparadas para construir equipes resilientes e prontas para o futuro.

Um dos destaques do levantamento é a relação entre a percepção da IA e a retenção de talentos: entre os brasileiros que temem ser substituídos por máquinas, 30% estão ativamente em busca de novas oportunidades de emprego. Já entre aqueles que não têm essa preocupação, apenas 16% demonstram o mesmo comportamento, indicando que a insegurança pode ser um fator determinante para o aumento da rotatividade nas empresas.

O estudo também observou diferenças importantes entre gerações. Os trabalhadores  jovens mostram-se mais otimistas com o potencial da tecnologia: 30% dos profissionais de 18 a 26 anos acreditam que ela terá impacto positivo em seu trabalho. Entre os de 27 a 39 anos, esse número é de 28%; na faixa de 40 a 54 anos, 23%; e entre os com mais de 55 anos, 20%. Por outro lado, o receio da substituição também é mais presente entre os mais jovens, com 13% na faixa de 18 a 26 anos e 11% na faixa de 27 a 39 anos. Isso sugere que, mesmo otimistas, os jovens sentem mais a pressão da mudança.

A qualificação profissional também influencia a forma como a IA é percebida. Entre os chamados “trabalhadores do conhecimento”, 23% enxergam um impacto positivo. Entre os profissionais de tarefas qualificadas, o índice é de 19%, e entre os que exercem funções cíclicas ou repetitivas, 16%.

Na análise por setor, que abrange toda a América Latina, as áreas de tecnologia e finanças se destacam como as mais otimistas. Cerca de 26% dos entrevistados do setor de tecnologia acreditam que a IA terá um efeito positivo em seus trabalhos, seguidos por 23% no setor financeiro e de seguros.

Em contrapartida, o levantamento mostra que os setores mais temerosos são os de Serviços de Tecnologia e Mineração, extração de petróleo e gás, onde 13% e 24% dos trabalhadores, respectivamente, temem ser substituídos pela IA na região. Na área de saúde e assistência social, o número de otimistas cai para 15%.

O levantamento reforça que, embora a Inteligência Artificial seja amplamente vista como uma aliada no ambiente corporativo, o caminho da transformação exige preparo, escuta ativa e estratégias claras por parte das empresas. Com um cenário em rápida evolução, liderar com empatia e planejamento será essencial para construir uma força de trabalho pronta para os desafios e oportunidades do futuro.

Metodologia da Série de Relatórios “People at Work 2025”

A série de relatórios ‘People at Work 2025’ baseia-se na Pesquisa Global da Força de Trabalho do ADP Research, um estudo robusto conduzido regularmente desde 2015. A pesquisa, desenhada pela equipe de analistas do ADP Research, coleta informações sobre o mercado de trabalho da perspectiva dos próprios trabalhadores, fornecendo insights que podem melhorar o mundo do trabalho por meio de uma melhor compreensão do sentimento e das expectativas dos trabalhadores.

Baseado em dados de pesquisa de quase 38.000 trabalhadores em 34 mercados em seis continentes, “People at Work 2025” apresenta uma amostra representativa da força de trabalho global para fornecer comparações regionais e de mercado a mercado do sentimento dos trabalhadores na região da Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio e África, e América do Norte.

Os entrevistados vêm de uma ampla variedade de indústrias, formações educacionais, ambientes de trabalho presenciais e remotos, e conjuntos de habilidades. Eles representam uma gama de cargos de gestão e de contribuição individual, trabalhando para empregadores de todos os tamanhos.

Um atributo único da série de relatórios “People at Work 2025” é a sua medição do sentimento do trabalhador em detalhes granulares entre os tipos de trabalhadores, usando uma metodologia proprietária desenvolvida pela ADP Research. Além das características demográficas do empregador, os entrevistados da pesquisa são classificados pelo tipo de trabalho que realizam – do conhecimento, de tarefas qualificadas ou cíclicas – independentemente da indústria.

A capacidade do “People at Work” de coletar sentimentos ao longo dessas diferentes dimensões de trabalhadores e geográficas fornece aos empregadores uma visão refinada e granular da força de trabalho global que eles podem aproveitar para entender melhor suas equipes e impulsionar o crescimento por meio de decisões de talento baseadas em dados.

Cada relatório combinará tendências globais com insights de mercado a mercado sobre tópicos do local de trabalho, que vão desde inteligência artificial e trabalhadores com múltiplos empregos para sobreviver, até tendências salariais e desenvolvimento de carreira.

O que o CX precisa para acompanhar o verdadeiro consumidor moderno?

Desde que a internet consolidou-se como o principal canal de comunicação e vendas, tornou-se quase um mantra no mercado a frase: “o consumidor atual é conectado”. Embora ainda verdadeira, a sentença hoje é bastante simplista. O consumidor não é somente conectado, ele é mais informado, exigente e menos tolerante a falhas.

Dados da Forbes revelam que quase 60% dos clientes pagariam mais por um atendimento melhor. Ainda assim, menos da metade (45%) está satisfeita com as interações atuais, e 39% aceitam falhas apenas para evitar experiências burocráticas ou ineficazes. Os números evidenciam uma contradição: enquanto as expectativas crescem, marcas parecem ainda não acompanhar o ritmo das mudanças.

Com isso, a IA desponta como peça chave para reduzir essa distância. Projeções da Statista indicam que o mercado de IA deve movimentar US$ 827 bilhões até o fim da década, impulsionado, principalmente, pela capacidade de processar dados em larga escala e personalizar interações. No entanto, o retorno não será imediato. Novamente baseado nos números,  levantamento da Forrester mostra que apenas 49% das empresas esperam ROI em até três anos; para 44%, o prazo chega a cinco anos. É um jogo de paciência e visão de longo prazo.

O avanço de soluções generativas e autônomas amplia esse potencial

Com sistemas multiagentes, a IA pode responder a demandas, antecipar necessidades, tomar decisões em tempo real e interagir de forma personalizada com cada cliente. Isso muda o papel do atendimento, de função reativa para um centro ativo de geração de valor.

Apenas tecnologia, porém, não será suficiente. A McKinsey aponta que, ainda hoje, 86% das empresas mantêm dados fragmentados entre plataformas, o que impede jornadas integradas. Esse modelo vai diretamente na contramão com o sentido do mercado contemporâneo, onde experiência é fator imprescindível para retenção e crescimento. 

A liderança em CX, portanto, precisa evoluir para além da gestão de processos. É necessário adotar um mindset analítico, capaz de interpretar dados em tempo real e tomar decisões fundamentadas. Isso inclui entender as implicações éticas do uso de IA, estabelecer governança de dados e promover interoperabilidade entre sistemas. 

Há também uma dimensão estratégica na mudança. O atendimento, historicamente visto como um centro de custo, está reposicionado como motor de valor. O movimento exige métricas que vão muito além do tempo de resposta ou do custo por interação, englobando o impacto na fidelização, no ticket médio e no valor vitalício do cliente, aspectos estes que a IA, se bem implementada, pode potencializar de forma consistente.

O ponto central da discussão precisa se concentrar no equilíbrio. Enquanto os agentes autônomos oferecem agilidade, escala e uma nova possibilidade a partir de dados; pessoas garantem empatia e julgamento contextual. Marcas que conseguirem equilibrar tudo isso a partir de uma liderança bem orquestrada e adaptativa vão ser as poucas a conseguir satisfazer o verdadeiro consumidor moderno. 

*Executiva com experiência global, atuando em mercados na América Latina e Estados Unidos, Simone Bervig possui mais de 20 anos de experiência em marketing, branding e tecnologia, e coleciona passagens por multinacionais de tecnologia como SAP, Citrix e SAS. É colunista da MIT Tech Review, membro da Angel Investor Club e mentora na AngelUs Network. Atualmente é Diretora de Marketing do Grupo MakeOne.

Congress Brazil Mobile & Expo 2026 consolida São Paulo como hub latino-americano do mercado mobile

A revolução do smartphone no varejo brasileiro encontra no CBM – Congress Brazil Mobile & Expo 2026 o palco estratégico para acelerar as vendas, inovação e transformação digital, além de um ponto de encontro para negócios e novas parcerias. O evento acontece de 20 a 22 de março de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), reunindo os principais players do setor para três dias de negócios, conteúdo estratégico, aprendizado e muito networking.

Diferente dos modelos convencionais de feira, o CBM se posiciona como um hub estratégico para ampliar vendas, gerar leads e firmar parcerias comerciais com tomadores de decisão de todo o setor mobile. A programação contempla área de exposição com marcas nacionais e internacionais, arenas de conteúdo segmentadas e formatos exclusivos de visibilidade para empresas que atuam em um ambiente cada vez mais competitivo.

“Mais do que um evento, o CBM é o ponto de convergência do mercado mobile, onde estratégias se encontram, oportunidades se concretizam e o futuro do varejo se constrói”, destaca Carlos Clur, CEO do Grupo Eletrolar All Connected.

Uma vitrine de soluções

Entre os expositores confirmados estão fabricantes nacionais e internacionais, distribuidores, startups mobile-first, plataformas de pagamento, segurança digital, logística e IoT voltada ao varejo mobile, como Hrebos, Mobsystem, Legend Tech.

O evento contará com a presença de grandes nomes do mercado, como: Alfredo Soares – cofundador e mentor do G4 Educação e presidente da Loja Integrada, e Tallis Gomes – presidente da G4 Educação, Thiago Nigro – fundador do Grupo Primo, entre outros.

A programação inclui trilhas sobre varejo, marketing, meios de pagamento, logística, tecnologia e dados, além de painéis sobre vendas, ESG, inovação e pós-venda. A área de exposição reunirá fabricantes, distribuidores, startups, fintechs e empresas de tecnologia apresentando soluções para toda a cadeia mobile.

Cenário atual

De acordo com a Abinee, o setor eletroeletrônico brasileiro faturou R$ 249,7 bilhões em 2024, o que representa 8,6% do PIB industrial e gera 284 mil empregos diretos. Dentro desse cenário, o segmento mobile é um dos principais motores de crescimento, refletindo mudanças profundas no comportamento de consumo e acelerando a digitalização do varejo. É nesse contexto que o CBM 2026 se consolida como plataforma estratégica para conectar marcas, antecipar tendências e impulsionar novos negócios.

✔️ 79% dos usuários de smartphones compraram online nos últimos seis meses.
✔️ 70% dos acessos ao varejo online vieram de dispositivos móveis (Kobe Apps).
✔️ 94% buscam informações no celular durante as compras e 80% pesquisam produtos antes de comprar (Google).

Mercado de acessórios em alta

O número de celulares conectados no Brasil, em junho de 2025, é de 272 milhões de smartphones em uso, o que representa 1,3 aparelho por habitante, segundo um estudo da FGV.

Cada um desses aparelhos representa a possibilidade de vender não um, mas vários acessórios. Embora faltem dados específicos de faturamento para o mercado de acessórios no Brasil, os números globais e do e-commerce já dão uma boa ideia do tamanho dessa oportunidade. Em 2024, o mercado global de acessórios para celulares foi avaliado em US$ 112 bilhões, com previsão de crescer, em média, 6,8% ao ano até 2030.

O CBM 2026 será o ambiente para transformar esses números em oportunidades.

Com o mercado mobile em rápida expansão e influenciando diretamente o consumo no Brasil, o CBM 2026 oferece o ambiente ideal para líderes do varejo, indústria e serviços ampliarem resultado

  • Antecipar tendências: acesso a insights sobre comportamento do consumidor, tecnologias mobile-first e novos canais de venda.
  • Gerar negócios: estrutura que conecta fabricantes, distribuidores, varejistas, fintechs e startups, criando oportunidades reais de vendas, parcerias e expansão de mercado.
  • Integração de tecnologias: trilhas de conteúdo, painéis especializados e demonstrações de soluções que apoiam a adoção de modelos multicanal, melhoram eficiência em vendas, logística e atendimento.

Link de imagens: Link
Serviço
Data: 20 a 22 de março de 2026
Local: Distrito Anhembi – São Paulo/SP
Horário: 09h às 20h

Mudança fiscal impulsiona revisão de custos e estratégia no mercado de ERP

A Reforma Tributária Brasileira, prevista para entrar em vigor no início de 2026, inaugura uma nova era no sistema fiscal do país. Embora prometa simplificação, transparência e eficiência, impõe, no curto prazo, uma complexidade sem precedentes com implicações jurídicas, operacionais e financeiras para todas as empresas que operam no Brasil. Diante desse novo cenário, investir em tecnologia, automação e conformidade não será opcional e os sistemas ERP estão no centro dessa transformação, abrindo uma janela estratégica para fornecedores de software e serviços fiscais especializados.

Embora muitas companhias ainda encarem essa nova regulamentação como uma pauta local, seus efeitos serão amplamente globais. Empresas estrangeiras que operam com o Brasil em vendas, serviços ou plataformas digitais também precisarão se adequar às novas regras fiscais. Mais do que uma atualização, trata-se de uma reconfiguração profunda nos modelos de conformidade, processamento de transações e geração de relatórios. Para lideranças empresariais, especialmente em operações transnacionais, o impacto vai exigir respostas rápidas e decisões estratégicas para evitar riscos regulatórios e manter vantagem competitiva no mercado brasileiro.

O ritmo acelerado da inovação já coloca novas ferramentas à disposição das áreas fiscais. No entanto, a modernização desigual obriga muitas equipes a trabalharem com soluções fragmentadas e desconectadas. Uma transformação significativa exigirá reavaliar plataformas existentes, identificar lacunas e evitar sobreposições que prejudiquem o desempenho e a conformidade.

ERP moderno é a chave na nova era tributária

A mudança fiscal em curso no Brasil não é uma atualização simples, é uma mudança fundamental na forma como as transações são processadas, relatadas e reconciliadas. Nesse novo ambiente, muitos sistemas ERP permanecerão fora da nuvem e podem comprometer a conformidade fiscal, falhando em pontos críticos como aplicação de impostos por destino, validação em tempo real de créditos, gestão de pagamentos fracionados e emissão de documentos fiscais eletrônicos. Para esses cenários, existem abordagens específicas capazes de mitigar riscos e manter a operação alinhada às exigências legais.

Enquanto departamentos fiscais ainda buscam acompanhar essa transformação, os desenvolvedores de software seguem inovando e acelerando. Com o avanço do modelo SaaS e a consolidação de soluções altamente configuráveis na nuvem, a tecnologia deixou de ser suporte para se tornar diferencial competitivo. Migrar para plataformas modernas não é mais uma questão técnica, é uma decisão estratégica para manter a eficiência, a conformidade e a capacidade de inovar frente à concorrência.

Segundo estudo da Deloitte, embora 40% dos profissionais tributários considerarem o ERP em nuvem como modelo ideal, muitas empresas ainda esbarram em limitações de tempo e prioridade. Para líderes empresariais, a modernização em modelo dual track, que combina a migração crítica do ERP com a transformação da plataforma fiscal, represente mais do que uma atualização tecnológica é uma oportunidade estratégica de inovação, ganho de eficiência e alinhamento competitivo em um cenário tributário cada vez mais digital e dinâmico.

Eficiência fiscal é vantagem competitiva

Com a chegada iminente da Reforma Tributária, as empresas precisam encontrar maneiras de otimizar o benefício das novas tecnologias. A adoção de soluções em nuvem libera recursos avançados tanto para sistemas ERP quanto para operações comerciais em geral, criando, ao mesmo tempo, uma oportunidade ideal para a transformação tributária. A escolha das soluções certas exige planejamento e consideração rigorosos, enquanto atualizações e substituições exigem a mesma diligência.

A implementação da nova tributação não representa apenas uma mudança tributária. É uma transformação completa na forma como seu sistema ERP lida com conformidade fiscal, fluxo de caixa, relatórios e integração. Ignorar essa transformação, ou tratá-la como uma simples atualização de TI, pode expor as empresas a riscos financeiros, operacionais e regulatórios sérios.

Independentemente do estágio em que cada empresa se encontra, avançar na jornada de modernização fiscal significa mais do que cumprir obrigações. É uma forma de transformar dados em inteligência operacional, acelerar decisões e ampliar a competitividade. O que antes era uma função de apoio torna-se fonte estratégica de insights para o negócio.

Demissão por performance x falta de feedback: onde está a falha na gestão?

A gestão de pessoas ainda enfrenta desafios na avaliação de desempenho e no fomento ao desenvolvimento, sendo o engajamento dos colaboradores um fator central para a produtividade e a retenção de talentos nas organizações. De acordo com a pesquisa Engaja S/A, realizada pela Flash em parceria com a FGV e o Talenses Group, em 2024, 44% dos trabalhadores do país estão engajados e 56% desengajados ou ativamente desengajados. Além disso, um estudo da Harvard Business Review descobriu que 72% dos funcionários acreditam que seu desempenho melhoraria se recebessem mais feedback de seus gestores.

Para Pablo FunchalCEO da Fluxus Educação Corporativaespecializada no desenvolvimento de lideranças, a gestão baseada exclusivamente em métricas digitais, sem contrapartida de diálogo, pode gerar insegurança, desgaste emocional e riscos reputacionais. “O feedback não é instrumento de revanche, mas de crescimento. Quando oferecido de forma estruturada e constante, ele contribui para a confiança, a segurança e a satisfação das pessoas, refletindo diretamente na performance”, afirma.

Ainda de acordo com Pablo, adotar uma cultura de feedback consistente também significa criar um ambiente de aprendizado contínuo, onde erros são oportunidades de evolução e conquistas são reconhecidas de forma clara. O especialista destaca que, embora o monitoramento de dados seja relevante, ele não substitui a interação direta entre líderes e equipes. “Uma demissão sem feedback prévio representa uma quebra de contrato psicológico e pode afetar a confiança de todo o time”, completa.

Jon Vlogs anuncia parceria inédita como embaixador da BetBoom

Com um anúncio que movimentou as redes sociais, Jon Vlogs surpreendeu o público na noite da última terça-feira (23) ao revelar que é o novo embaixador da BetBoom. O influenciador, que possui mais de 25 milhões de seguidores nas mídias, apresentou os detalhes da parceria, que consolida a marca como sua patrocinadora oficial, apoiando seus projetos pessoais e a produção de conteúdos exclusivos ao lado dos streamers do “Bonde do Jon” (BDJ). A colaboração, que marca uma nova etapa na carreira do criador de conteúdo, inclui transmissões especiais, como uma aventura de pesca de três dias no Rio de Janeiro. Essas lives serão palco de ações voltadas a reforçar a parceria e ampliar a visibilidade do “BDJ Company”, o maior hub de creators especializado no estilo “In Real Life” (IRL) – um dos formatos que mais crescem no mundo.  

“É uma grande alegria anunciar minha parceria com a BetBoom, que chega em um momento especial da minha trajetória. Mais do que um patrocínio, essa união representa um apoio aos meus projetos e à relação que construí com a minha comunidade. Ansioso para mostrar tudo isso de perto e compartilhar cada conquista com quem me acompanha há tanto tempo”, celebra Jon.

Com operação licenciada no Brasil, a BetBoom vem expandindo a presença do negócio no país com investimentos em ações de aproximação com o público por meio de projetos ligados à cultura, ao esporte e ao entretenimento, atentando-se à experiência segura e responsável dos clientes.

“Enxergamos essa parceria como uma oportunidade única de nos conectarmos com uma comunidade tão apaixonada de maneira divertida e inovadora. O Jon construiu uma forte relação com seu público e, por meio dessa colaboração, queremos mostrar que a BetBoom não é apenas sobre igaming, mas também sobre entretenimento, criatividade, e-sports e proximidade com a cultura que os fãs tanto valorizam. Estamos confiantes de que, juntos, vamos criar experiências envolventes, ampliar nossa presença no país e levar ainda mais diversão para todos”, afirma Igor Savun, CMO da BetBoom.

Pix Automático: Hotmart aumenta retenção de clientes em 32 pontos percentuais após lançar nova funcionalidade do Pix com EBANX

Hotmart, empresa global de tecnologia e líder em negócios digitais na Economia Criativa, anunciou resultados positivos de performance desde que passou a oferecer o Pix Automático, nova funcionalidade recorrente do Pix. Com integração por meio do EBANX, fintech global especializada em pagamentos para mercados emergentes, o Pix Automático está disponível na plataforma da Hotmart desde 16 de junho, primeiro dia de operação da ferramenta.

Os dados inéditos foram apresentados no EBANX Payments Summit, evento anual que está no oitavo ano, realizado na Cidade do México na semana passada. Durante o Summit, a Hotmart revelou um crescimento de 32 pontos percentuais na retenção de clientes que usam Pix para pagamentos recorrentes desde o lançamento do Pix Automático. Na prática, isso significa que a Hotmart agora converte mais de quatro vezes o número de pagamentos recorrentes com Pix para assinaturas que antes falhavam.

“O Pix Automático elimina oatrito dos pagamentos manuais mensais, o que proporciona uma experiência fluida para os usuários e melhora a retenção, a previsibilidade do fluxo de caixa e o crescimento dos criadores”, explicou Allana Braga, Head de Pagamentos da Hotmart e palestrante do EBANX Payments Summit.

A Hotmart opera em cinco países da América Latina com o EBANX, incluindo Brasil, Colômbia, Chile, Peru e México. Com a parceria, a empresa oferece na região uma combinação de pagamentos com cartões e métodos alternativos, como o Pix e o Pix Automático, que rapidamente se tornou um sucesso para a plataforma. “Pagamentos recorrentes não são novidade, mas algo que mudou foi a importância deles. Agora, eles são cruciais para o criador construir um público fiel, estabilizar a renda e, assim, se planejar, investir e crescer”, afirmou Braga.

Melissa Johnson, Vice-Presidente Comercial para as Américas do EBANX, destacou o motivo que levou o Pix Automático a gerar resultados tão positivos para a Hotmart: “Oferecer mais opções de pagamentos recorrentes gera uma experiência melhor para o cliente e, no final, um alcance maior. Com o Pix Automático, a Hotmart oferece a mais pessoas no Brasil a possibilidade de fazer a assinatura, mesmo sem cartão de crédito.”

Mais de 160 milhões de adultos no Brasil já usam o Pix, o que significa 93% da população adulta do país. Em comparação, 60 milhões de adultos brasileiros não possuem cartão de crédito, segundo o Banco Central. Ao preencher essa lacuna, o Pix Automático deve movimentar mais de 30 bilhões de dólares em pagamentos recorrentes online nos próximos dois anos, segundo dados da instituição de pesquisa Payments and Commerce Market Intelligence (PCMI) apresentados na Beyond Borders 2025, estudo anual do EBANX.

O Pix Automático deve se tornar uma ferramenta padrão para pagamentos digitais recorrentes no Brasil, expandindo a inclusão financeira e proporcionando receita mais previsível para negócios baseados em modelos de assinatura, incluindo criadores, plataformas digitais e empresas de SaaS”, disse Johnson.

Antes da Cidade do México, o EBANX realizou uma edição do Payment Summit em Macau, no final de agosto, também com participação da Hotmart.