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Felipe Cohen é o novo CMO do Magalu

O executivo Felipe Cohen é o novo Chief Marketing Officer (CMO) do Magalu. O anúncio foi realizado durante o Expo Magalu 2025, evento voltado para a comunidade de sellers do marketplace da empresa.

Com uma década de experiência no grupo, Cohen assume o desafio de liderar o marketing em um momento de transformação. Ele será responsável por consolidar o processo de unificação da comunicação da marca em todos os seus canais de venda – físicos e digitais, valorizando, assim, o conceito de multicanalidade do Magalu. Um dos marcos dessa estratégia será a inauguração, até o final deste ano, da Galeria Magalu, loja conceito, que tangibiliza o ecossistema de negócios da companhia, reunindo todos os ativos de varejo do grupo e sendo um espaço de  vendas, relacionamento, experiência e exposição privilegiada de marcas parceiras. Cohen também vai promover a intensificação do uso de ferramentas de IA para mensuração de resultados e para aumentar as taxas de conversão de vendas.

“Minha missão é imprimir nas ações de marketing do Magalu uma narrativa única, 100% focada no cliente, independentemente do canal. O comportamento do consumidor está em constante evolução e o nosso papel, mais do que nunca, é acompanhar e nos antecipar a essas mudanças”, afirma Cohen. “A área é um pilar estratégico da companhia e continuaremos a desenvolver campanhas inovadoras e sempre próximas à realidade dos consumidores.”

Desde 2024, Cohen ocupava o cargo de diretor-executivo de marketplace do Magalu. Ao longo de sua carreira na companhia, também esteve à frente das áreas de supply chain e de operações do e-commerce. Na trajetória profissional, tem passagens por empresas como Carrefour, B2W Digital e Walmart.

Marketing mais tech, ágil e escalável

A inteligência artificial terá um papel central no processo de evolução e sofisticação do marketing do Magalu, com maior alcance e eficiência. A Lu, influenciadora digital da empresa, com mais de 32 milhões de seguidores nas redes sociais, continua a ser um ativo fundamental da marca, potencializada pelas ferramentas de IA. A tecnologia também será usada para personalizar interações e otimizar investimentos, o que torna os processos de criação mais ágeis e orientados à inovação.

“Aliado a tudo isso, nosso time seguirá atuando com agilidade na identificação de tendências e oportunidades, uma característica que sempre marcou o posicionamento da companhia em suas campanhas, sejam elas institucionais ou promocionais”, afirma Cohen. 

Indústria 4.0: como a integração da TI com a gestão industrial pode trazer mais eficiência operacional

Com equipamentos totalmente conectados em redes e gerenciados em tempo real, a fronteira entre tecnologia operacional (OT) e tecnologia da informação (TI) praticamente desapareceu Indústria 4.0. Automação industrial e TI precisam atuar de forma integrada, pois essa convergência é fundamental para alcançar o mais alto desempenho e funcionalidade nas operações modernas. Nesse sentido, a área de TI, sobretudo o suporte interno de tecnologia, precisa se alinhar à área operacional de maneira estratégica, já que qualquer falha em sistemas ou equipamentos digitais pode interromper linhas de produção inteiras.

Em ambientes industriais conectados, paradas não planejadas têm impacto financeiro severo. Um estudo da Siemens de 2022, denominado “The True Cost of Downtime”, indica que empresas chegam a perder em média 11% do faturamento anual devido a downtime não programado (aproximadamente US$ 1,5 trilhão). Uma única hora de máquina parada pode custar desde US$ 39 mil em bens de consumo até US$ 2 milhões na indústria automotiva, dependendo do setor.

Esses números explicam por que manter a continuidade operacional é crítico: minutos contam, e o rápido atendimento de TI para resolver incidentes faz a diferença entre um pequeno susto e grandes prejuízos. Entretanto, a transformação digital industrial traz ganhos mensuráveis quando bem implementada. Empresas brasileiras que já adotaram tecnologias de Indústria 4.0 relataram aumento médio de 22% na produtividade e redução de 17% nos custos operacionais, de acordo com um estudo elaborado pela Fiesp.

Parte desses ganhos vem da redução de falhas e tempos de parada graças a recursos como manutenção preditiva e monitoramento remoto de ativos. Ou seja, integrar TI e operações industriais resulta em fábricas mais eficientes, com menos interrupções e desperdícios.

Convergência entre service desk e operações industriais

Para viabilizar essa integração entre atendimento de TI e gestão industrial, as empresas estão investindo em plataformas de service desk modernas que ofereçam multisserviços e automação de ponta a ponta. Com a integração entre áreas e o estabelecimento de workflows, chamados técnicos podem trafegar entre times de TI, engenharias e operações sem se perder, seguindo regras de negócio pré-definidas.

Por exemplo, sensores IoT em máquinas podem detectar uma anomalia e automaticamente abrir um ticket de serviço, acionando o time de TI ou manutenção antes mesmo de ocorrer uma pane. Da mesma forma, sistemas de chão de fábrica (MES, SCADA, etc.) integrados com a central de suporte permitem visibilidade em tempo real dos incidentes, facilitando decisões ágeis para evitar gargalos.

A automação e os workflows inteligentes cumprem um papel central nessa convergência. Com fluxos de trabalho bem definidos, um incidente registrado dispara notificações, escalonamentos e procedimentos padronizados sem atraso humano, garantindo respostas mais rápidas e assertivas.

Essa abordagem preventiva e coordenada reduz drasticamente o tempo médio de resolução de problemas críticos, fator vital quando “tempo é dinheiro” na produção industrial. As próprias empresas, inclusive, já mapearam a importância de aprimorar o suporte de TI para acompanhar a transformação digital. Uma pesquisa recente mostrou que 97% dos executivos brasileiros planejam melhorar o gerenciamento de serviços de TI (ITSM) nos próximos 12 meses, e 68% pretendem implementar novos softwares de suporte, com 43% buscando automatizar processos.

Esses números reforçam a percepção de que suporte de TI eficiente e automatizado é pilar da Indústria 4.0, garantindo que inovações como IoT e analytics operem sem interrupções.

Na medida em que a Indústria 4.0 evolui, empresas que unificam seus processos de TI e operacionais estão um passo à frente na curva de competitividade. A integração do atendimento de TI com a gestão industrial não é apenas uma questão de eficiência, mas sim de sobrevivência num mercado onde downtime zero é o ideal e a resposta rápida a incidentes é diferencial.

Mais do que isso, investir em ferramentas e processos que quebrem silos entre TI e produção traz retornos tangíveis: menos paradas, mais produtividade e decisões orientadas por dados em tempo real. No Brasil, essa movimentação já está em curso – e quem integrar com sucesso atendimento de TI e gestão industrial estará colhendo os frutos de uma operação mais eficiente, resiliente e preparada para os desafios da quarta revolução industrial.

Por Luciano Costa, cofundador da Setrion e MilldeskPor Luciano Costa, cofundador da Setrion e Milldesk.

Trends como o Morango do amor exige cuidado nas redes sociais

Em julho as redes sociais brasileiras foram invadidas por um fenômeno de audiência, o “morango do amor”: uma iguaria composta por um morango, com cobertura de chocolate e aparência de “maçã do amor”. Marcas, usuários, queriam embarcar na onda e aproveitar a tendência. Porém, especialistas chamam a atenção para possíveis problemas da trend.

Segundo Thiago Andrade, gestor de redes sociais da KAKOI Comunicação, aproveitar as trends é quase uma obrigação, mas é preciso ter cuidado com todo o ecossistema envolvido, principalmente a maneira com que a empresa se comunica:

“Primeiro é preciso respeitar a voz da marca da empresa. Se nunca fez piadas, aproveitou outras trends, não adianta entrar no morango do amor e depois voltar a falar como se nunca tivesse feito. É preciso respeito para com a audiência e com o planejamento estratégico previamente desenvolvido” afirma Andrade.

Outro ponto de atenção segundo o especialista, é com a expectativa criada. Quando uma trend está em seu ápice, o algoritmo das redes sociais apresenta o conteúdo para milhares de pessoas que não conhecem a marca ou a empresa, isso pode ser favorável ou uma armadilha:

“Imagine uma lanchonete, por exemplo, ela se comunica há tempo fazendo piadas e aproveitando a trend, mas não vende o morango do amor. A depender da qualidade do conteúdo, irá atingir milhares de pessoas que não conhecem a empresa e podem pensar que sim, ela vende o produto. Quando o usuário impactado pela publicação e pelo algoritmo entrar em contato e descobrir a negativa, o resultado será pior. Avaliações que vão derrubar a reputação da empresa, então, é preciso estratégia” enfatiza o gestor.

Segundo o ifood, maior plataforma de delivery do Brasil, Somente no mês de julho foram entregues mais de 524 mil unidades do doce, valor que representa uma alta de mais de 2.490% em relação ao mês anterior. Ou seja, a cada pedido são vendidas cerca de duas unidades da sobremesa.

Personalização e IA: Como dados estão transformando conversão em venda real no e-commerce brasileiro

Se até pouco tempo atrás a disputa no e-commerce era apenas por tráfego, agora a pergunta que domina os bastidores do varejo digital é outra: “como transformar visitantes em compradores reais?”. É nesse cenário que o CRO (Conversion Rate Optimization), aliado à inteligência artificial, vem ganhando status de prioridade estratégica para marcas e marketplaces.

Segundo a consultoria McKinsey, empresas que aplicam personalização avançada já registram de 10% a 15% mais receita. No Brasil, a expectativa é de que o comércio eletrônico cresça 15% ainda em 2025, puxado justamente por automação e inteligência aplicada à jornada do cliente.

Rodrigo Garcia, diretor-executivo da Petina Soluções Digitais, explica que o movimento marca uma mudança de mentalidade: “Atrair tráfego é só metade do caminho. A verdadeira virada de chave acontece quando usamos dados e IA para personalizar a jornada, prever comportamentos e oferecer a experiência certa, na hora certa. É isso que aumenta conversão e fidelização.”

5 estratégias de CRO com IA que estão acelerando vendas

1 – Vitrine que aprende com o cliente

“A vitrine digital deixou de ser estática: ela responde ao comportamento do cliente. Essa personalização é o motor da conversão”, diz Garcia. Algoritmos de IA analisam navegação, histórico de compras e preferências para recomendar produtos em tempo real. Plataformas como SmartHint, Linx Impulse e edrone já ajudam e-commerces brasileiros a elevar taxas de conversão em até 30%.

2 – Cadastro de produtos inteligente

Ferramentas como ChatGPT e CopyMonkey automatizam a criação de títulos, descrições e atributos técnicos em marketplaces como Mercado Livre, Amazon e Magalu. O resultado: menos erros, mais SEO e maior velocidade de publicação.  “Hoje, a eficiência começa no momento do cadastro. A IA elimina gargalos e potencializa performance desde o primeiro clique”, destaca o executivo.

3 – Conteúdo visual sob medida

“Visual não é mais ilustração, é estratégia. A IA garante que cada criativo esteja otimizado para o contexto e para o consumidor certo”, explica Garcia. Com visão computacional e geração automatizada, imagens e vídeos são adaptados conforme canal, formato e perfil do público. O que antes demandava altos custos de estúdio hoje pode ser feito em escala.

4 – Relatórios preditivos para decisões rápidas

A inteligência artificial cruza dados de ERPs, hubs e plataformas de venda, gerando relatórios dinâmicos com insights sobre faturamento, estoque, sazonalidade e concorrência. O diferencial está na ação imediata. “Os relatórios deixaram de ser números: eles viraram conselhos que direcionam o negócio em tempo real”, afirma.

5 – Monitoramento de concorrência em tempo real

Com IA, marketplaces agora conseguem mapear preços, promoções, avaliações e descrições dos competidores em segundos. Isso permite reações ágeis e estratégias mais precisas. “A concorrência não é mais uma ameaça invisível. A tecnologia nos dá uma visão completa e em movimento do mercado”, finaliza Garcia.

O futuro próximo: teste, dados e velocidade

Garcia aponta que o A/B testing inteligente já é uma das armas mais fortes do CRO com IA. Layouts, cores, chamadas e formatos podem ser testados em escala, com aprendizado contínuo e resultados quase em tempo real.

Outro diferencial será a unificação de dados entre canais. Do CRM ao WhatsApp, do histórico de compra ao comportamento em loja física, tudo integrado em uma jornada omnicanal. “A loja que conseguir conectar dados e entregar personalização contínua vai liderar o mercado nos próximos anos”, projeta.

Aposta Ganha firma parceria com Serasa Experian para reforçar segurança no processo de cadastro na plataforma

Com foco em segurança, inovação e experiência do usuário, a Aposta Ganha integra a solução Valida Bets, da Serasa Experian, ao seu processo de verificação de identidade (KYC). A novidade acelera o fluxo na etapa de registro, reforça a prevenção a fraudes e melhora a conversão de novos usuários na plataforma.

A parceria trouxe avanços significativos para o fluxo de entrada. Com a funcionalidade de reuso de documentos, mais de 90% das validações passaram a ser concluídas em menos de 30 segundos, eliminando a necessidade de envio ou fotografia de documentos em boa parte dos casos.

A integração com a base de dados da Serasa Experian também contribuiu para um processo mais fluido e assertivo, resultando em um aumento de 5% na taxa de aprovação de cadastros. Além da agilidade, o sistema oferece uma infraestrutura robusta de segurança, com biometria facial, prova de vida (liveness), documentoscopia automatizada e checagem de listas restritivas, atendendo as exigências regulatórias da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), tanto no momento do registro quanto no saque.

“A busca por eficiência e segurança na integração de novos usuários é contínua. Com a Serasa Experian conseguimos aliar velocidade, precisão e conformidade regulatória em uma única solução. Esse avanço reflete nosso compromisso em oferecer uma jornada simples para o usuário e robusta para o negócio”, destaca Danley Silva, Head de Produto da Aposta Ganha.

A implantação da solução foi conduzida de forma colaborativa entre as equipes da Aposta Ganha e da Serasa Experian, com atuação próxima e integrada. A parceria segue evoluindo, com novos recursos previstos para os próximos meses, reforçando o compromisso mútuo com a inovação e a excelência operacional no setor de iGaming.

“Trouxemos para essa parceria com a Aposta Ganha toda a nossa expertise em prevenção a fraudes para garantir que as apostas sejam conduzidas de maneira ética, simples e segura para o apostador, protegendo-o contra os golpes de identidade e contribuindo para que a Aposta Ganha esteja em linha com as conformidades regulatórias”, explica Pedro Moreno, gerente executivo de Prevenção a Fraude na Serasa Experian.

Under Protection NG SOC investiga mais de 185 mil ataques cibernéticos no primeiro semestre de 2025

A Under Protection, empresa cibersegurança, acaba de divulgar os números consolidados do desempenho de seu NG SOC (Security Operations Center de nova geração) do primeiro semestre de 2025. Foram mais de 185 mil incidentes investigados em um somatório de 1,67 trilhão de eventos processados em tempo real e consolidando a automação como centro estratégico da operação. Os dados reforçam a liderança da companhia em proteção digital e resposta a ameaças cibernéticas no país.

Somente em junho, foram 283 bilhões de eventos processados, com cerca de 25 mil ações automatizadas. No acumulado dos seis primeiros meses, o sistema totaliza aproximadamente 185 mil alertas investigados19 mil ativações de resposta e 167 mil execuções automáticas, o que reforça a eficácia da tecnologia própria da Under Protection em neutralizar riscos com velocidade e escala.

“O crescimento contínuo da operação do nosso NG SOC demonstra o compromisso da Under Protection com inovação e excelência técnica. Estamos preparados para enfrentar o aumento do volume e da complexidade das ameaças com inteligência de dados, automação e visão estratégica”, destaca Wagner Loch, Diretor de Operações da Under Protection.

Os resultados expressivos do NG SOC demonstram que o centro de operações da Under Protection está em plena expansão, mantendo alta eficiência em indicadores cruciais como o MTTA (tempo médio para resposta), que em alguns meses chegou a apenas 20 minutos. Esses avanços são sustentados por uma equipe de 33 especialistas em segurança, que atuam em conjunto com 1.041 playbooks de resposta a incidentes, cobrindo diferentes cenários de ameaça, incluindo monitoramento na dark web, logs, honeypots e ambientes híbridos.

Um modelo de SOC pioneiro no Brasil

Diferente dos modelos convencionais, o NG SOC da Under Protection é baseado em um ecossistema híbrido que une detecção proativa, automação, e resposta inteligente, com acompanhamento 24/7. A operação atual conta com:

·        Mais de 50 mil ativos monitorados entre servidores e estações de trabalho;

·        671 mil contas monitoradas,

·        1.618 fontes de dados monitoradas;

·        2 mil perfis na dark web analisados regularmente.

Os dados refletem a crescente confiança do mercado nas soluções da Under Protection, que também atua como parceira estratégica de revendas e integradoras de TI que ainda não possuem um SOC próprio, oferecendo não apenas segurança, mas inteligência de negócios por meio da cibersegurança.

A empresa aposta na personalização e na construção de cenários específicos para diferentes segmentos – de e-commerce e saúde a infraestrutura crítica. Com isso, vem consolidando sua posição de player brasileiro pioneiro na construção de um SOC altamente adaptável à nova realidade das ameaças digitais e às exigências de compliance, como LGPD e frameworks internacionais.

iFood e Mottu anunciam parceria inédita para ampliar benefícios exclusivos a entregadores

O iFood, empresa brasileira de tecnologia, e a Mottu, maior plataforma de aluguel de motos do país, anunciam uma parceria para ampliar os benefícios aos entregadores no Brasil. A iniciativa reduz barreiras e possibilita que mais pessoas tenham acesso a uma moto para trabalhar no delivery, inclusive aquelas com pendências financeiras. A colaboração reúne vantagens exclusivas para quem entrega pelo iFood e já aluga seu veículo com a Mottu ou deseja iniciar uma locação, com foco em aumento de ganhos, redução de custos e mais suporte no dia a dia.

A partir de setembro, entregadores de todo o País passam a contar com ganhos extras, acesso facilitado a veículos econômicos e com IPVA incluso, além de suporte em caso de roubo, e de mais comodidade. Entre as principais vantagens estão:

  • Aumento de ganhos – Os profissionais que alugam motos pela Mottu e atuam no iFood poderão ampliar sua renda com benefícios exclusivos. A cada desafio concluído, que consiste em realizar uma quantidade específica de corridas em determinados períodos, o entregador pode receber até R$350 extras por mês. Além disso, quem mantém alto nível de ocupação garante até 10% de retorno em Mottu Cash, um crédito convertido a partir do valor pago no aluguel e que pode ser utilizado em casos de despesas. Na prática, isso significa mais receita por entrega e maior potencial de faturamento diário.
  • Descontos – Entregadores novos em ambas as empresas terão acesso facilitado a motos econômicas, com até 20% de desconto na caução e condições especiais para iniciar ou renovar o contrato de aluguel.
  • Comodidade – Algumas oficinas da Mottu estão em fase de testes para funcionar como pontos de apoio aos entregadores. Elas já oferecem serviços de manutenção para motos da marca e espaço de descanso.
  • Economia – Os planos da Mottu garantem previsibilidade de custos e podem gerar economia significativa em combustível (60 km/l, quase o dobro da média das motos convencionais). O modelo, com diárias a partir de R$19, já se mostra competitivo frente a outros custos do dia a dia, oferecendo mais previsibilidade ao entregador e garantindo que o ganho líquido da atividade seja ampliado.

Para ter acesso aos benefícios, é preciso ter mais de 18 anos e cadastro nos dois aplicativos, e ter uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida na categoria A. O processo pode ser feito totalmente online. Além disso, as companhias estudam implementar um fluxo de cadastro simplificado para quem quiser participar das duas empresas.

“Nossa prioridade é apoiar quem está nas ruas todos os dias. Por isso, essa parceria busca oferecer soluções práticas, que ajudem os entregadores a ter mais autonomia e melhor rendimento de forma facilitada”, afirma Johnny Borges, Diretor de Impacto Social do iFood.

Rubens Zanelatto, CEO da Mottu, complementa: “Na Mottu, qualquer pessoa que deseja conquistar uma moto encontra um caminho acessível e sem burocracia. Com a parceria com o iFood, além do acesso facilitado às motos mais econômicas do mercado, os entregadores passam a contar com condições especiais e ganhos extras, tornando essa a melhor opção para quem quer trabalhar com delivery”.

O programa é exclusivo para entregadores ativos no iFood e locatários Mottu, o que reforça a posição das plataformas como as melhores opções para quem deseja atuar com delivery no Brasil. Hoje, o iFood conta com cerca de 450 mil entregadores ativos em mais de 1.500 cidades e segue ampliando seus investimentos em soluções que oferecem vantagens únicas para quem trabalha com a empresa.

A parceria fortalece a capilaridade logística do iFood e consolida a Mottu como parceira estratégica na oferta de veículos mais econômicos e suporte técnico aos entregadores. Os veículos disponíveis nas lojas Mottu oferecem isenção de IPVA, licenciamento, suporte em casos de roubo, cobertura para danos a terceiros e assistência 24h.

A parceria com a Mottu fortalece ainda mais o pacote de vantagens do iFood, que vem sendo ampliado de forma consistente para apoiar os entregadores da plataforma em diferentes frentes. A iniciativa se soma ao iFood Super – programa que reconhece os profissionais mais engajados com benefícios financeiros. Essas ações reforçam o compromisso do iFood com a valorização contínua dos entregadores, promovendo mobilidade, economia, suporte técnico e mais oportunidades para quem está nas ruas todos os dias.

Parcerias

O iFood tem avançado na agenda de parcerias com empresas que compartilham a mesma cultura de inovação e tecnologia, e que oferecem soluções para diferentes partes do ecossistema, com foco em gerar valor para entregadores, lojistas e consumidores.

Já em fase piloto, a iniciativa deve envolver mais de 5 mil motociclistas, com acompanhamento próximo dos ganhos e da economia gerada. Atualmente, a Mottu possui mais de 130 mil motos alugadas aptas a participar da parceria com o iFood, além de uma rede de 146 pontos físicos distribuídos em mais de 120 cidades brasileiras.

“O nosso objetivo é firmar parcerias que fortaleçam nossa proposta de valor cada vez mais, com soluções consistentes para os estabelecimentos parceiros, consumidores e entregadores. A gente entende que o benefício nunca é só para o público diretamente atingido, ele se reflete em todo o ecossistema. E é essa a visão do iFood quando traz para perto empresas que estão transformando suas áreas de atuação, como a Mottu”, diz o diretor sênior de Inovação do iFood, Thiago Viana.

Personalidade sob pressão: pesquisa aponta traços de personalidade indicativos de burnout

Desde o fim de maio passado, as empresas brasileiras discutem um novo marco legal sobre saúde mental no ambiente corporativo. A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), cuja obrigatoriedade de implementação foi adiada para 2026, prevê que as organizações identifiquem e mitiguem riscos psicossociais como estresse, assédio moral e sobrecarga emocional. Nesse contexto, gestores e profissionais de Recursos Humanos precisam compreender, mais do que nunca, as diferenças individuais e condições de trabalho que podem levar ao burnout.

Estudos recentes da Hogan Assessments – uma das maiores editoras de testes psicológicos do mundo, com foco na avaliação da personalidade no trabalho – apontam que determinados traços de personalidade podem levar algumas pessoas a experimentarem o esgotamento profissional mais rápido que outras.

“O burnout não é apenas resultado de características individuais; ele decorre de uma combinação de fatores. Ambientes tóxicos, demandas excessivas e chefias hostis podem levar ao esgotamento até o profissional mais resiliente”, alerta Roberto Santos, sócio-diretor da Ateliê RH, empresa que distribui os assessments Hogan no país.

Maior suscetibilidade ao estresse

A pesquisa da Hogan, feita a partir das respostas dos testes psicológicos da empresa, o que configura uma base de milhares de respostas ao redor do mundo – inclusive no Brasil – aponta que, embora qualquer pessoa esteja sujeita ao estresse crônico, dois traços estão associados a um risco maior de burnout: escores baixos nas escalas Ajustamento e Ambição – medidas utilizadas para se avaliar os traços de personalidade de um indivíduo.

“O traço de Ajustamento refere-se à estabilidade emocional e resiliência a pressões diárias. Pessoas com baixa pontuação nessa escala são mais sensíveis ao estresse e menos resilientes, ficando suscetíveis à exaustão durante longos períodos de tensão. Elas têm elevada autocrítica, sentem-se facilmente sobrecarregadas, preocupadas e inseguras sob pressão, e apresentam dificuldade em “desligar” emoções negativas após o expediente”, explica Santos.

Já profissionais com baixa pontuação em Ambição revelam perfis que se dedicam ao trabalho sem buscar avanço a posições de liderança. Geralmente, não gostam de competir e podem se sentir sobrecarregados quando precisam assumir responsabilidades adicionais ou se comprometer com metas ambiciosas.

A pesquisa da Hogan Assessments também identificou 11 comportamentos do chamado lado “sombra” da personalidade ou “descarriladores de carreira”, comportamentos que podem tirar a carreira profissional dos trilhos. Dois desses traços são indicativos de maior propensão à doença: escores elevados nas escalas Temperamental e Cauteloso.

De acordo com o estudo, profissionais com uma alta pontuação na escala Temperamental são pessoas muitas vezes, apaixonadas pelo que fazem, e bastante enérgicas, porém emocionalmente voláteis – com tendência a oscilar do entusiasmo à frustração rapidamente. Esse mesmo fervor que os impulsiona pode levá-los ao esgotamento, pois costumam ter maior dificuldade em gerenciar emoções negativas por se fustrarem facilmente, o que pode levar ao estresse prolongado.

“Por outro lado, indivíduos com pontuações elevadas em Cauteloso tendem a evitar riscos por medo de falhar. Embora prudentes, hesitam na tomada de decisões em ambientes de alta pressão, paralisando-se diante da possibilidade de erro, o que aumenta a sensação de sobrecarga e exaustão”, alerta o executivo.

Como identificar riscos no cotidiano corporativo

No dia a dia, profissionais com baixa estabilidade emocional (Ajustamento) frequentemente reagem intensamente a contratempos. Pequenas mudanças, conflitos ou cobranças adicionais podem gerar níveis desproporcionais de estresse ou irritação. Esses indivíduos demonstram mudanças de humor frequentes, pessimismo e dificuldade de concentração. Quando também apresentam baixa Ambição, tendem a evitar desafios ou grandes responsabilidades, permanecendo em suas zonas de conforto.

“No curto prazo, isso pode funcionar como mecanismo de proteção. Porém, em cargos de alta demanda, resulta em acúmulo de tarefas, adiamento de decisões importantes e sensação de incapacidade diante de exigências crescentes, levando ao burnout”, explica Santos.

Profissionais com traços Temperamental e Cauteloso deixam claras pistas de risco no cotidiano. Um gestor com alto traço Temperamental inicia projetos com entusiasmo, mas desanima rapidamente frente a obstáculos, tornando-se emocionalmente imprevisível. Essa instabilidade cria insegurança na equipe.

Já o profissional excessivamente Cauteloso mostra relutância em tomar decisões difíceis ou inovar, avaliando excessivamente riscos mínimos. Em ambientes acelerados, essa hesitação pode levar à perda de prazos e oportunidades, acumulando pressão sobre si e colegas. Sua necessidade constante de validações amplifica o estresse e pode afetar o ambiente organizacional.

Burnout como fenômeno sistêmico

O burnout não é apenas um problema individual, mas organizacional e cultural. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica-o como “fenômeno ocupacional”, resultado de estresse crônico no trabalho mal gerenciado.

O esgotamento surge quando há descompasso persistente entre demandas do trabalho e capacidade do indivíduo para supri-las. Embora fatores de personalidade influenciem, o contexto é determinante: em uma cultura saudável e com gestão sustentável, até pessoas predispostas podem evitar o burnout; já ambientes tóxicos prejudicam até os profissionais mais resilientes.

Pesquisas da Gallup mostram que principais causas de burnout estão ligadas ao ambiente e às práticas de gestão: tratamento injusto, cargas excessivas, falta de clareza, ausência de apoio das lideranças e prazos irreais. A conclusão dominante dessa pesquisa é clara: “as pessoas deixam os chefes, não as empresas”.

Uma análise da McKinsey também indica que locais de trabalho hostis, com liderança abusiva ou demandas excessivas, elevam drasticamente as taxas de burnout. Funcionários em ambientes tóxicos têm probabilidade muito maior de se desligar devido ao esgotamento. Demandas crônicas que superam recursos disponíveis, como equipes reduzidas após demissões sem ajustes equivalentes nas metas, causam sobrecarga, jornadas excessivas e estresse exacerbado. Todos esses fatores residem na esfera de responsabilidade das organizações.

Estratégias de mitigação

Enfrentar o burnout exige um olhar integrado. “Compreender quem somos afeta nossa reação às pressões, mas é a cultura e a estrutura ao nosso redor que definem o limite entre desafio saudável e sobrecarga”, ressalta Roberto Santos.

Para profissionais de RH, mapear e gerir proativamente as vulnerabilidades comportamentais das equipes e dos líderes desde a contratação é tão estratégico quanto gerenciar produtividade, orçamento ou inovação.

“A mensagem é clara: o investimento em avaliações que identifiquem essas vulnerabilidades comportamentais não é só uma boa prática, mas uma estratégia essencial para promover ambientes saudáveis e produtivos, especialmente diante da nova exigência da NR-1”, conclui o especialista.

Bitybank lança cadastro via Pix e reduz tempo de abertura de conta para menos de 1 minuto

O Bitybank, banco digital especializado em criptoativos, anuncia o lançamento do Cadastro via Pix, uma solução inédita que permite a compra de Bitcoin e Ethereum de forma instantânea, apenas com o envio de um Pix. A novidade elimina barreiras tradicionais, como baixar um aplicativo ou preencher formulários antes da primeira compra, tornando o primeiro contato com criptomoedas mais simples e acessível.

Para utilizar o serviço, basta enviar um Pix para uma das chaves oficiais do Bitybank: btc@bity.com.br (para Bitcoin), eth@bity.com.br (para Ethereum) ou cadastro@bity.com.br (para depósito em reais). O valor mínimo é de R$10. Assim que a transferência é realizada, o sistema identifica o CPF e o nome do remetente e efetua a operação vinculada a esses dados, criando automaticamente uma conta para esse novo usuário.

O acesso aos ativos ocorre após a conclusão do cadastro no aplicativo, que pode ser feita com calma no futuro, em um momento mais propício para o cliente.

Entre os principais benefícios do Cadastro via Pix estão:

  • Não é necessário baixar o app para começar;
  • Nenhum formulário precisa ser preenchido no primeiro momento;
  • Compra de cripto em poucos segundos, ao enviar um PIX;
  • Operações seguras, vinculadas ao CPF e em uma empresa brasileira, com 7 anos no mercado.

“O Cadastro via Pix é mais do que um produto, é um convite para que qualquer pessoa possa dar seus primeiros passos no mundo cripto sem complicações. Nosso objetivo é reduzir barreiras, oferecer simplicidade e garantir segurança em cada etapa do processo”, afirma Ney Pimenta, CEO do Bitybank.

O lançamento acontece em um momento de expansão do uso do Pix, que já movimenta bilhões de transações por mês no Brasil, e de crescente adoção das criptomoedas. Ao unir esses dois ecossistemas, o Bitybank busca democratizar o acesso ao mercado cripto, reforçando sua posição como referência em inovação no setor financeiro digital.

Como fotos editadas por IA ajudam vendedores brasileiros a vender mais gastando menos?

A imagem ainda vale mais do que mil palavras, especialmente no e-commerce. Consumidores levam em média apenas 50 milissegundos para formar uma primeira impressão sobre um produto online, segundo dados de uma pesquisa Google. Com a popularização de ferramentas de inteligência artificial voltadas à edição de fotos, vendedores brasileiros têm encontrado alternativas mais acessíveis e eficientes para apresentar seus produtos online, sem depender de ensaios fotográficos profissionais, que costumam ser caros e demorados.

Em vez de montar estúdios, contratar fotógrafos ou alugar locações, lojistas que vendem no Mercado Livre, Shopee, Elo7, Instagram Shopping ou plataformas como Nuvemshop e Shopify têm adotado imagens geradas por IA para simular contextos realistas. Uma almofada artesanal pode aparecer em uma sala de estar moderna; um cosmético natural, sobre uma bancada de banheiro iluminado; uma caneca feita à mão, nas mãos de um modelo em uma mesa de café da manhã. Tudo isso feito digitalmente, com base em uma única foto simples do produto, geralmente feita com o celular.

O recurso, conhecido como encenação de produto com IA, utiliza algoritmos para posicionar produtos em cenários que imitam a realidade, ajustando automaticamente luz, sombras, perspectiva, escala e temperatura de cor. Ao contrário das maquetes digitais ou montagens tradicionais, as ferramentas atuais foram treinadas para entender tanto o objeto quanto o ambiente, resultando em imagens que parecem ter sido produzidas em sessões fotográficas reais.

“Antigamente, criar boas imagens de estilo de vida exigia toda uma produção: locação, casting, fotógrafo, direção de arte e edição. Isso custa caro e demanda tempo, um luxo que a maioria dos vendedores simplesmente não tem”, explica Matt Rouif, CEO da Photoroom, startup especializada em edição de imagens com IA. “Hoje, em poucos minutos, é possível gerar uma biblioteca de fotos realistas com qualidade profissional.”

A proposta é simples: com uma imagem limpa do produto, o lojista pode gerar dezenas de variações ambientadas para diferentes canais. Além de páginas de produto, essas imagens são usadas em campanhas de e-mail, redes sociais, anúncios pagos e vitrines virtuais. A flexibilidade visual também permite adaptar as peças para diferentes públicos, por exemplo, posicionando um mesmo tênis, em uma trilha esportiva ou em um ambiente urbano, conforme o perfil da campanha.

Para muitos comerciantes brasileiros, principalmente os que operam sozinhos ou em equipes enxutas, essa tecnologia se tornou um diferencial competitivo. “Os custos para uma sessão de fotos completa com locação, fotógrafos, modelos e edição podem facilmente ultrapassar R$ 5 mil. É inviável repetir esse processo a cada novo lançamento ou campanha promocional. Com IA, resolvemos isso em minutos, com um investimento simbólico”, diz Matt.

Mais do que uma solução prática, as imagens contextualizadas desempenham um papel estratégico ao compensar a ausência do contato físico com o produto durante a jornada de compra online.

Segundo especialistas do setor, esse tipo de narrativa visual desperta interesse imediato, além de gerar maior confiança e conexão emocional. “Se você vende sabonetes artesanais, camisetas estampadas ou bijuterias feitas à mão, mostrar seus produtos no contexto certo pode ser o diferencial entre ser ignorado ou vendido”, acrescenta o CEO da Photoroom.

Além disso, a facilidade na produção de imagens permite às equipes testar rapidamente quais visualizações geram mais valor. Com menos tempo e custo por imagem, é possível realizar testes A/B com diferentes contextos visuais e concentrar esforços nas campanhas e ativos criativos que mais convertem.

“A IA não substitui a criatividade humana, mas multiplica o alcance do que uma pequena equipe consegue produzir. E, no comércio online, onde tudo começa pela imagem, isso faz toda a diferença”, finaliza Matt.