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WhatsApp Business cresce no Brasil com 70% das empresas usando para vendas, aponta estudo

Com presença em praticamente todos os celulares no Brasil, o WhatsApp se consolidou como uma ferramenta de trabalho para pequenas e médias empresas em todo o país. O app está instalado em 99% dos celulares no Brasil e mantém 147 milhões de usuários, segundo o estudo Digital 2024: Brazil.

Para especialistas em canais de atendimento, o que antes era apenas um meio informal de contato agora ganha papel estratégico: cada vez mais empresas estão automatizando processos, organizando suas operações e vendendo diretamente pelo aplicativo.

Segundo relatório da Opinion Box, 82% dos brasileiros já utilizam o WhatsApp para se comunicar com empresas, e 60% afirmam já ter feito compras pelo app. Não é à toa que o número de negócios que usam a versão empresarial — o WhatsApp Business — também cresceu: o Brasil é um dos maiores mercados do mundo para a solução. Cerca de 70% das empresas brasileiras já usam o app como parte de suas estratégias de marketing, vendas e relacionamento, segundo o Panorama de Marketing e Vendas 2024, da RD Station.

“Antes, tudo era manual. Hoje, consigo falar com dezenas de clientes ao mesmo tempo, sem deixar ninguém esperando”, diz Gabriel Sávio, diretor de uma loja de móveis em Goiás. Após automatizar o atendimento e vendas pelo WhatsApp, ele afirma ter multiplicado o faturamento por seis. “Organização e agilidade fizeram toda a diferença”. Ele utiliza a plataforma de atendimento da Poli Digital em suas operações, empresa também de Goiás, que possui chatbot, automações e CRM para atendimento de clientes.

“A plataforma atrelada à automação pode ser um verdadeiro motor de vendas de uma empresa. Há uma diferença grande entre atender um pedido e operar um processo comercial inteligente, escalável e eficiente”, afirma Alberto Filho, CEO da Poli Digital.

Casos como o de Gabriel não são isolados. Uma pesquisa da Meta (2023) ouviu 6,5 mil adultos de 13 países, incluindo o Brasil, e mostrou que 81% dos brasileiros disseram achar mais fácil enviar mensagens para uma empresa do que acessar um site para ter esse contato, e 78% afirmam ter mais chance de fechar uma compra quando conseguem resolver tudo por ali — do primeiro contato ao pagamento.

Alessandra Bona, da Burntech Caldeiras Equipamentos Industriais, também cliente da Poli Digital, cita que a possibilidade de responder aos clientes na mesma tela, atendendo diversos canais ao mesmo tempo, facilitou muito o dia a dia. “Permitir ter tudo registrado em um funil de pré-vendas (mensagens e ligações) foi um fator decisório”. 

Além de aprimorar as conversas, o WhatsApp também impulsiona as vendas com recursos integrados. Um dos mais utilizados é o Click-to-WhatsApp, que transforma anúncios no Instagram e Facebook em conversas diretas na plataforma de atendimento. Segundo a Meta, mais de 40% dos anunciantes brasileiros já adotaram essa funcionalidade — sinal de que o WhatsApp se tornou um ponto central na jornada de compra.

Outro destaque é o Poli Pay, ferramenta desenvolvida pela Poli Digital que funciona como um sistema de gestão de pedidos direto pelo WhatsApp e Instagram. Ela permite que empresas enviem e recebam cobranças diretamente pelo chat, com catálogo de produtos integrado e carrinho de compras. A funcionalidade movimentou cerca de R$ 7 milhões desde seu lançamento em 2020. A taxa de conversão alcançada com o Poli Pay foi de 46%, o dobro da média dos e-commerces tradicionais.

“Ou seja, com suporte e organização, conseguimos crescer mesmo com uma equipe enxuta. O WhatsApp é o app que já está no bolso, é ágil, direto e conveniente — uma vantagem competitiva enorme”, diz Alessandra Bona.

Ao contrário de soluções robustas criadas para grandes empresas, que muitas vezes são caras e difíceis de implantar, o WhatsApp Business oferece uma porta de entrada acessível para a digitalização das PMEs. “Automatizar o atendimento, registrar históricos de conversa, treinar equipes e integrar pagamento direto pelo chat. Tudo isso já é possível, e não exige grandes investimentos”, afirma Alberto Filho.

IA já é usada por cerca de 70% das empresas no Brasil para frear fraudes digitais, que continuam crescendo

As fraudes digitais avançam em ritmo acelerado e desafiam a confiança no sistema financeiro global. No Brasil, golpes cada vez mais sofisticados passaram a fazer parte da rotina dos consumidores. Entre as práticas mais comuns estão a abertura de contas bancárias com documentos falsos, compras online em nome de terceiros, invasões de contas de pagamento, clonagem de cartões e até o uso de vídeos manipulados por tecnologia de deepfake para enganar familiares, amigos e empresas.

De acordo com o relatório “The Future of Finance 2025” da Veriff, empresa líder em verificação de identidade que recentemente abriu um hub tecnológico em São Paulo, o número de tentativas fraudulentas cresceu 21% no período de um ano, entre 2024 e 2025. No Brasil, 69,5% das companhias já utilizam inteligência artificial para combater fraudes, enquanto 16,5% estão em processo de implementação — mas o cenário ainda é preocupante. Segundo um levantamento recente da Serasa Experian, o país registrou mais de um milhão de tentativas de fraude pelo segundo mês consecutivo em 2025, o que reforça a urgência de investimentos em soluções mais rigorosas de verificação de identidade e prevenção de riscos.

Os serviços financeiros permanecem entre os principais alvos de criminosos. Ainda segundo a pesquisa da Veriff, somente no último ano, uma em cada vinte tentativas de verificação envolvia alguém tentando se passar por outra pessoa, um tipo de golpe que, sem o apoio de uma tecnologia adequada, pode gerar prejuízos milionários para empresas e consumidores. Nos Estados Unidos, 35% das empresas do setor reportaram perdas financeiras, sendo que 13% indicaram impacto de até 20% da receita anual. No mesmo período, 47,5% dos consumidores relataram ter sofrido algum tipo de fraude online. 

Kaarel Kotkas, fundador e CEO da Veriff, um dos 25 jovens empreendedores mais influentes do Norte da Europa, explica que o setor financeiro continua sendo o principal alvo dos criminosos por conta do retorno financeiro rápido e adianta que, para prevenir crimes, é preciso se antecipar. “Nossa missão é garantir que pessoas reais tenham acesso a serviços, enquanto criminosos são barrados de forma inteligente e escalável, mesmo diante de ameaças cada vez mais sofisticadas.”

IA como ameaça e solução

A inteligência artificial, entretanto, aparece como um divisor de águas nesse cenário. Ainda que esteja mais presente nos ataques — 60,5% dos entrevistados relataram um aumento no uso de IA em golpes e 31,94% dos americanos já foram alvo de fraudes com uso de deepfake —, a tecnologia também se tornou uma das principais aliadas na prevenção de riscos. Soluções como verificação de identidade digital e biometria já são realidade em 83% das empresas, e outras 81% planejam expandir o uso dessas tecnologias.

Confiança digital como vantagem competitiva

Para Andrea Rozenberg, general manager da Veriff no Brasil,  a confiança digital se tornou fator determinante para a competitividade, especialmente em setores de alto risco, como o financeiro, de pagamentos e de criptomoedas, que apresentam índices de fraude quase duas vezes acima da média global. “O futuro dos serviços financeiros será definido pela capacidade das empresas de protegerem seus clientes em um ambiente cada vez mais digital. A biometria é uma ferramenta poderosa, mas ela não pode atuar sozinha. A autenticação precisa combinar múltiplas camadas de verificação e inteligência de risco para realmente proteger o ecossistema financeiro global. A combinação de verificação por IA, biometria e autenticação contínua é essencial para construir experiências seguras e confiáveis”, afirma.

Atualmente, já existem soluções capazes de identificar imagens manipuladas, realizar análises biométricas avançadas, detectar padrões anormais de comportamento e reforçar a autenticação de usuários em tempo real, tornando a inteligência artificial o principal escudo contra fraudes. “Com a crescente sofisticação dos ataques, a expectativa é de que, nos próximos anos, tecnologias como detecção de deepfake, autenticação contínua e verificação de identidade em tempo real se tornem ainda mais estratégicas para proteger empresas e consumidores”, reforça Andrea.

Optichannel apresenta novo caminho para a personalização da experiência do cliente

A inovação tecnológica tem transformado a execução de modelos de negócios e atividades em áreas como marketing e vendas. Novas estratégias, como o optichannel, surgem como uma forte tendência dentro dessa reformulação do mercado, impulsionada pelo avanço de soluções digitais como a Inteligência Artificial (IA).

A transformação provocada pela popularização da internet trouxe desafios ainda maiores para a conquista e fidelização de clientes no ambiente digital. Com isso, oferecer uma experiência cada vez mais personalizada e eficiente tornou-se essencial para negócios com forte atuação em canais digitais, como e-commerces e sites de serviços.

Do omnichannel ao optichannel

O modelo optichannel representa uma evolução estratégica do conceito omnichannel, no qual as empresas integram seus canais de comunicação e vendas — sejam eles digitais, físicos ou híbridos. A diferença é que, no optichannel, o foco não é apenas estar presente em todos os canais, mas sim identificar e priorizar o canal mais eficiente para cada cliente, com base em seu perfil e em sua jornada de compra. Essa personalização estratégica redefine a forma como as marcas interagem com seus consumidores.

Mapeamento e inteligência de dados

A base do optichannel é a análise de dados avançada, utilizando ferramentas como IA e machine learning. Essas tecnologias permitem mapear o perfil de cada consumidor, identificando comportamentos, preferências, histórico de compras e padrões de engajamento.

Com essas informações, o negócio escolhe o canal certo, na hora certa e com a mensagem certa — seja via e-mail, WhatsApp, redes sociais, aplicativos ou até mesmo no atendimento presencial.

Futuro da personalização com eficiência econômica

O modelo optichannel representa o futuro da personalização na experiência do cliente. No entanto, personalizar por personalizar pode ser caro e não necessariamente gerar um aumento significativo nas vendas. O segredo é personalizar de forma economicamente eficiente, garantindo que cada interação personalizada gere valor real, tanto para o cliente quanto para a empresa.

Nesse contexto, vale entender o ecossistema digital como um bioma, onde diversos elementos interdependentes cooperam para manter o equilíbrio e promover o crescimento sustentável. Assim como em um bioma, é preciso:

1. Nutrir a fertilidade: garantir que o ambiente digital esteja preparado para sustentar a aquisição e retenção de clientes.

2. Definir limites: entender claramente qual é o público-alvo e o posicionamento estratégico da marca.

3. Cultivar a biodiversidade: explorar diferentes perfis e jornadas, sem apostar todas as fichas em um único tipo de consumidor.

4. Construir resiliência: preparar o ecossistema para lidar com mudanças de comportamento, novas tecnologias e crises de mercado.

5. Facilitar trocas: garantir que os fluxos de dados, feedback e interações entre marca e cliente sejam contínuos e transparentes.

Com esse olhar sistêmico e estratégico, o optichannel vai além de uma simples personalização e se torna uma ferramenta para crescimento sustentável e eficiente, equilibrando experiência superior e rentabilidade para o negócio.

*Galba Junior é VP de vendas LATAM da Corebiz, empresa que faz parte do WPP e é referência na implementação de negócios digitais na Europa e na América Latina. Conta com escritórios no Brasil, México, Chile, Argentina e Espanha, e já executou projetos em mais de 43 países entre as maiores marcas do mercado, com serviços de implantação e crescimento de e-commerce, SEO, Mídia, CRM e CRO – corebiz@nbpress.com.br – corebiz@nbpress.com.br

Canais do Whatsapp se transformam em nova central de empregos

Se antes o cenário era imprimir muitos currículos, colocar uma roupa bonita e ir de porta em porta entregando o documento com a esperança de conseguir uma vaga de emprego, isso mudou.

A maioria absoluta das grandes empresas concentram suas oportunidades em agências de RH e estas abrem suas inscrições online. Ou seja, agora o ato de “procurar emprego” pode acontecer em casa e de pijamas.

Nessa nova realidade, uma das maneiras que os RHs estão encontrando para divulgar suas vagas, além das redes sociais, é o Whatsapp. Os chamados “Canais” já se refletem como propulsores dessa divulgação.

Karina Pelanda, Gerente de Recrutamento e Seleção da RH NOSSA, uma das maiores empresas do segmento do Brasil, conta que com a difusão de redes sociais, o avanço das conexões das pessoas online, há muitas posições que não são fechadas simplesmente porque as pessoas não sabem que elas existem:

“Sempre estamos em busca de avisar as pessoas sobre as vagas disponíveis, nesse ínterim, o Canal de vagas no Whatsapp atende as pessoas em uma rede presente em 100% dos celulares dos brasileiros”.

A gerente conta que desde que foi implantado, o canal de vagas da empresa no aplicativo de mensagens, houve um aumento significativo nos cadastros, gerando assim a possibilidade de recolocação profissional;

“Nosso canal, por exemplo, divulga nossas oportunidades com links direto para a candidatura. Não é preciso instalar um novo aplicativo, você recebe a notificação da vaga, acessa o link e se candidata. O processo foi bastante simplificado” finaliza Pelanda.

Segundo dados divulgados pela pesquisa We Are Social e Meltwater em 2024, o aplicativo passou a ser a rede social mais usada do Brasil. A pesquisa aponta que 93,4% dos usuários de internet brasileiros, de 16 a 64 anos, usam o WhatsApp, equivalendo a 169 milhões de usuários.

Pix e redes sociais impulsionam e-commerce, mas orquestração de pagamentos é o próximo passo

O comércio eletrônico no Brasil deve atingir um faturamento de R$ 224,7 bilhões em 2025, aponta projeção da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), indicando crescimento de cerca de 10% em relação ao ano anterior. O avanço confirma a tendência de expansão observada desde a intensificação da digitalização durante a pandemia de COVID-19.

Um dos principais motores desse crescimento é a consolidação do Pix como método de pagamento. De acordo com a pesquisa “Pagamentos em Transformação: Do dinheiro ao Código”, realizada pelo Google, o Pix respondeu por 47% do volume total de transações em 2024, superando o cartão de crédito (34%) e outros métodos (18%). O sucesso do sistema se explica pela aprovação instantânea das operações, ausência de tarifas para o consumidor e altos níveis de segurança.

Além disso, plataformas digitais como Instagram e TikTok têm se consolidado como vitrines virtuais estratégicas, capazes de influenciar diretamente o comportamento de compra dos consumidores. O relatório “Estado do Marketing de Influência no Brasil 2025” da HypeAuditor revela que o país já possui 3,8 milhões de influenciadores ativos, superando Estados Unidos e Índia, o que representa 15% do total global.

O crescimento do comércio digital também se reflete no aumento do volume de pedidos. Segundo a ABComm, em 2025 serão realizadas 435 milhões de compras on-line, alta de 5% sobre o ano anterior. Especialistas destacam que, embora Pix e redes sociais impulsionem o setor, os resultados poderiam ser ainda melhores com uma orquestração eficiente dos pagamentos. Integrar diferentes métodos, otimizar o checkout e gerenciar transações de forma unificada poderia elevar as vendas em até 5%, cerca de R$ 12 bilhões adicionais, ao reduzir fricções e melhorar a experiência de compra do consumidor.

O avanço do Pix e das redes sociais não apenas facilita a experiência de compra, mas também promove maior inclusão financeira e engajamento de pequenos e médios empreendedores. “A competição é cada vez maior, e apenas aqueles que investirem em inovação, experiência do usuário e qualificação digital terão chances reais de prosperar nessa nova era. O varejo mudou para sempre e, agora, a questão não é mais se a empresa deve estar online, mas como ela vai se diferenciar para continuar relevante nesse cenário altamente competitivo”, afirma Rebecca Fischer, co-fundadora e Chief Strategy Officer (CSO) da Divibank

Com o mercado em expansão, empresas e plataformas digitais precisam se adaptar rapidamente às mudanças de comportamento do consumidor e às novas tecnologias, consolidando o Brasil como um dos principais polos de e-commerce da América Latina.

Setor de transporte adota PIX e inteligência artificial para cortar custos e evitar fraudes

Rápido, gratuito e disponível 24 horas por dia, o PIX se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, alcançando recentemente seu recorde histórico de uso. No dia 6 de junho de 2025, o sistema registrou 276,7 milhões de transações em apenas 24 horas, de acordo com dados do Banco Central. Ao fim de 2024, mais de 75% da população já utilizava o PIX com mais frequência do que dinheiro em espécie, cartões de débito ou crédito, mudança significativa no comportamento financeiro do brasileiro.

No setor de logística e transporte rodoviário, não poderia ser diferente. Motoristas e transportadoras estão adotando o pagamento digital para tornar o abastecimento mais rápido, seguro e principalmente mais barato. O processo que antes exigia cartões físicos, autenticações manuais e prazos de compensação agora é realizado em segundos por meio de um simples aplicativo com IA. A tecnologia garante trusted data nas transações, reduz custos, melhora a eficiência operacional e simplifica o pagamento nos postos de combustível. 

Ricardo Lerner, CEO da plataforma de gestão de abastecimento Gasola, destaca que a implementação da IA no setor de logística traz agilidade e confiabilidade para as operações das transportadoras. “A leitura automática das informações tornará desnecessário, em breve, qualquer preenchimento manual. Com o cruzamento automático das informações, conseguimos identificar erros de digitação e abastecimentos em veículos não autorizados, além de gerar relatórios mais consistentes para apoiar a tomada de decisão das transportadoras”.

A transformação promovida pela inteligência artificial já se reflete em ganhos concretos nas operações logísticas. Empresas que adotaram IA em suas operações relatam processos mais ágeis, maior controle e redução de custos operacionais. Um estudo da consultoria McKinsey & Company aponta que o uso de inteligência artificial pode gerar até 15% de economia em custos logísticos, especialmente por meio da otimização de gestão e análise de dados em tempo real. Além disso, o Relatório do Estado do Transporte Comercial de 2024 identificou uma queda de 40% no número de acidentes nas estradas entre as empresas que incorporaram tecnologias baseadas em IA, demonstrando também impactos positivos na segurança viária.

O CEO reforça que, além da logística, esse avanço permite a oferta de preços mais competitivos e maior controle para o gestor da frota. “Por meio de valores negociados previamente e pagamentos realizados à vista ao abastecer, o sistema oferece preços abaixo dos praticados, eliminando os juros gerados pelos cartões de frota, que tradicionalmente pagam os postos em prazos de 30 a 35 dias”, explica o executivo.

A IA, inclusive, também se demonstra útil na proteção contra fraudes como adulteração de hodômetro, abastecimento de veículos não autorizados ou cobranças indevidas. “Utilizamos a IA para cruzar, em tempo real, os dados fornecidos no abastecimento com imagens registradas no momento da operação. O sistema exige que o motorista envie fotos da bomba, do caminhão, da placa e da própria quilometragem, além de uma imagem sua. Esse conjunto de informações é processado automaticamente, reduzindo drasticamente a possibilidade de fraudes “, diz Ricardo Lerner.

A expectativa é de que os ganhos de eficiência se tornem ainda maiores com a chegada de novas funcionalidades ao ecossistema do PIX e a adaptação às ferramentas de IA. “Nossa plataforma evoluiu muito com o investimento em IA. Aos poucos, o sistema tem se mostrado cada vez mais eficiente e recebido feedbacks positivos dos usuários”, conclui o CEO.

Quase metade dos roubos de carga em entregas em SP ocorre entre 10h e 14h, segundo pesquisa da GIF International

O Panorama de Roubo de Cargas e Veículos em São Paulo, estudo inédito da GIF International, consultoria especialista em combate a fraudes corporativas, revela que 49% dos roubos de carga em operações de entregas na Grande São Paulo acontecem entre 10h e 14h, justamente no horário de maior volume de entregas.  

O dado, que acende um sinal de alerta para o setor logístico, de transportes, entregas, mobilidade e e-commerce, foi obtido a partir da análise de informações operacionais das ações da GIF International, contando com 3.536 ocorrências no Brasil, sendo 2.586 apenas no estado de São Paulo, e com o cruzamento do banco de dados públicos da Secretaria de Segurança Pública de SP. 

Além da concentração no horário do almoço, o levantamento apontou que veículos maiores, como utilitários, vans e VUCs, representam 56% das ocorrências, sendo alvos preferenciais por transportarem maior volume de mercadorias.  

A pesquisa também identificou indícios de participação interna em 45% dos casos, o que evidencia fragilidades em processos de onboarding de novos profissionais e prestadores de serviços, falta de rigor no controle e monitoramento de equipes terceirizadas e motoristas.

Para o CEO da GIF International, Pablo Colombres, a atuação das quadrilhas é cada vez mais estratégica, organizada e adaptada ao cotidiano das operações logísticas. 

“Os dados mostram que o crime se profissionalizou. Os ataques ocorrem quando as entregas estão em andamento, aproveitando vulnerabilidades operacionais e previsibilidade das rotas. As empresas precisam agir com inteligência, integrando prevenção, investigação e análise de riscos em suas rotinas”, destaca Colombres. 

O estudo também revela que as 10 localidades e bairros de São Paulo com maior número de ocorrências de roubo e furto de carga de entregas respondem por 9,2% dos casos no estado, reforçando que a geolocalização é um elemento essencial na estratégia de segurança. Este recurso, inclusive, já é amplamente utilizado por aplicativos de mobilidade por meio de sistemas de localização e alertas que indicam zonas de risco. 

“A GIF International atua com um ecossistema de soluções integradas para prevenção, detecção e investigação de fraudes, apoiando empresas dos segmentos mais impactados no roubo de cargas, como logística, e-commerce, transportadoras, entre outros, para mitigar as perdas e minimizar riscos”, completa o CEO da empresa. 

Para saber mais informações, acesse o estudo completo: Panorama do Roubo de Cargas e Veículos em São Paulo 2025.

Vendas no Whatsapp demandam segurança e confiança em tempos de golpes digitais, alerta CM Mobile 

O WhatsApp se consolidou como uma das principais ferramentas de comunicação entre empresas e consumidores no Brasil. Seja para atendimento, envio de promoções ou fechamento de vendas, o aplicativo oferece agilidade e proximidade. No entanto, em 2024, o canal também se tornou o centro de preocupações crescentes com a segurança digital.

Segundo levantamento recente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), os golpes via WhatsApp foram os mais praticados contra clientes bancários em 2024, com mais de 153 mil registros. Ao todo, as fraudes digitais cresceram 17% em relação ao ano anterior, gerando prejuízos que somam R$ 10,1 bilhões. Já uma pesquisa do Instituto DataSenado revela que 24% dos brasileiros com mais de 16 anos foram vítimas de crimes cibernéticos nos últimos 12 meses — o equivalente a mais de 40 milhões de pessoas.

Diante desse cenário, o uso do WhatsApp pelas empresas exige mais do que presença digital: exige credibilidade. Para transformar o aplicativo em um canal confiável de vendas, é necessário demonstrar comprometimento com boas práticas, certificações reconhecidas e um processo de maturidade digital.

A CM Mobile, uma das principais empresas da América Latina no desenvolvimento de soluções de mensageria entre marcas e consumidores, alerta que a confiança é o novo ativo estratégico nas relações comerciais. “No ambiente atual, o consumidor está mais cauteloso e exigente. As empresas precisam mostrar que são legítimas e seguras — não apenas dizer,” afirma Pólen Kuhnen, Country Manager da empresa no Brasil.

O especialista afirma que o processo de “maturação” para um aplicativo mais seguro inclui passos como certificações de selos e autenticidade que validem a identidade da empresa, protocolos de verificação que garantem a integridade da comunicação, uso de plataformas integradas que permitam controle e rastreamento das interações e treinamento contínuo das equipes de atendimento para lidar com situações suspeitas.

“São elementos que criam uma jornada de compra mais protegida, transparente e eficiente. Quando o cliente se sente seguro, ele tende a permanecer e comprar com mais confiança,” complementa.

Kuhnen acredita que, em tempos de alta exposição a riscos digitais, a confiança deixou de ser apenas um valor abstrato e passou a representar um diferencial competitivo. Empresas que investem em segurança e autenticidade digital ganham espaço em meio à concorrência e constroem relações duradouras com seus públicos.
 

“No fim das contas, a segurança digital é sobre pessoas. E pessoas compram de quem confiam,” conclui.

Expo Magalu 2025 usa o sucesso de brasileiros reais para inspirar pequenos e médios varejistas

Nos próximos dias 21 e 22 de agosto, acontece o Expo Magalu 2025, megaevento proprietário da companhia, voltado a pequenos e médios varejistas que vendem ou têm interesse em fazer parte do marketplace da empresa. Em sua quarta edição, o evento tem como proposta inspirar esses empreendedores com o compartilhamento de casos de sucesso de brasileiros reais. A programação conta com mais de 70 apresentações, entre palestras e experiências interativas. Entre os palestrantes já confirmados estão Karla Felmanas, vice-presidente da empresa farmacêutica Cimed, João Branco, ex-CMO do McDonald’s, Alberto Serrentino e o cabeleireiro Celso Kamura. A expectativa é receber cerca de 6 000 pessoas em cada um dos dias da Expo Magalu, que será realizada no Distrito Anhembi, na Zona Norte de São Paulo. 

Na abertura, Frederico Trajano, CEO do Magalu, e André Fatala, vice-presidente de plataformas da companhia, participarão de um debate sobre como aumentar vendas e alavancar a conversão. O painel será mediado por Ricardo Garrido, diretor-executivo de marketplace da empresa. Durante a tarde, Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magalu, repete a dobradinha no palco com Fatala para discutir tecnologia aplicada aos negócios. Ao longo dos dois dias, divididos em cinco palcos e três arenas, os palestrantes e diversos especialistas do Magalu conduzirão cerca de 20 horas de debates e trilhas de conhecimento relacionados a temas como marketing, tecnologia e logística.

“Nosso objetivo é levar para todo empreendedor brasileiro conteúdos práticos, que possam ser aplicados no dia a dia dos negócios e gerar resultados reais”, afirma Ricardo Garrido, diretor-executivo de marketplace do Magalu. “O Expo Magalu é uma oportunidade não só para nossos mais de 300 mil sellers, mas também para pequenos e médios varejistas de todo o país se inspirarem com casos e ensinamentos de alguns dos melhores profissionais do país e de sellers de sucesso. É um encontro valioso para quem busca crescimento.”

A programação completa pode ser conferida no link https://expomagalu.com.br. Os ingressos custam 99 reais, à vista, no lote promocional. 

Novidades na plataforma

Durante o evento, o Magalu fará uma série de anúncios relacionados a seu marketplace. Entre  eles, estão os lançamentos de ferramentas, inovações no uso da plataforma e novos formatos de anúncios para os sellers que já são parceiros da companhia. Todos tem o objetivo de facilitar o processo de venda de produtos e estão ligados à melhoria da experiência do varejista e do consumidor, com foco no aumento da conversão das vendas. 

Entre as principais novidades, estão o lançamento de melhorias nos algoritmos de busca e de catálogo, a introdução de frete grátis para produtos de supermercados estocados nos centros de distribuição do Magalu (o Full), o lançamento de uma ferramenta que identifica a compra correta de peças automotivas de acordo com o ano e o modelo do carro do cliente, a renovação do programa de afiliados e a possibilidade de inclusão de vídeos nos anúncios e avaliações dos produtos, atualizações no ranqueamento de reputação dos parceiros, assim como a adição de novas informações no Portal do Seller que orientam como melhorar reputação e competitividade.

Nos dois dias, a UniMagalu, central de cursos destinados a parceiros do marketplace, será a coordenadora das arenas e oferecerá conteúdos a cada 30 minutos. Os participantes trocarão experiências com especialistas para aproveitar os insights relacionados à criação de anúncios, uso do serviço de fulfillment, gerenciamento de campanhas e gestão financeira, entre outros, para multiplicar as suas vendas no marketplace. 

O Expo Magalu 2025 também tem o apoio da Comunidade Seller Mulheres de Negócios de Luiza. Empreendedoras que participam do grupo, liderado por Luiza Helena Trajano, compartilharão suas experiências e falarão sobre como é possível fazer bom uso da rede de apoio para mulheres. Além disso, todas as marcas de varejo do ecossistema Magalu – Netshoes, KaBuM! e Época Cosméticos – estarão presentes no evento.  

Integração entre Uber e Livelo começa a valer e usuários já podem ganhar pontos em viagens

A espera acabou! A parceria entre Uber e Livelo, que promete mudar a forma de acumular benefícios, já está valendo. A partir de hoje, as viagens e entregas com a Uber podem se transformar em pontos Livelo, possibilitando que o seu trajeto vire uma oportunidade de conquistar recompensas, como produtos, viagens, serviços e até dinheiro de volta. A novidade está sendo gradualmente liberada para todos os usuários da Uber no Brasil, e membros do Uber One, o programa de assinatura da Uber, ainda têm vantagens extras. O acúmulo de pontos funciona da seguinte forma:

  • Para membros Uber One: 1 ponto Livelo a cada R$ 2 gastos em qualquer viagem Uber;
  • Para outros usuários: 1 ponto Livelo a cada R$ 3 gastos somente nas modalidades Uber Black, Comfort e Reserve.

A parceria contará também com ações promocionais e paridades diferenciadas em datas específicas. As informações sobre as categorias elegíveis podem ser consultadas no regulamento.

Por enquanto, todas as formas de pagamento são válidas para o acúmulo de pontos, incluindo Uber Cash. Em viagens com pagamento compartilhado, cada usuário que tiver a conta Livelo vinculada à Uber acumulará pontos proporcionais ao valor que pagou, desde que tenha a conta linkada antes da finalização da viagem.

Os pontos serão creditados na conta Livelo em até 7 dias corridos após o efetivo pagamento e encerramento da viagem. A parceria é válida apenas para viagens com origem e destino no Brasil.

“Na Uber, buscamos constantemente formas de recompensar nossos usuários pelas escolhas que fazem no dia a dia. A parceria com a Livelo reforça esse compromisso: escolhemos a Livelo por ser uma das principais plataformas de recompensa do Brasil, com ampla capilaridade e relevância para quem valoriza cada ponto acumulado. Agora, ao usar o app da Uber, nossos usuários também somam benefícios que vão muito além da mobilidade”, ressalta Marco Cruz, diretor de Business Development da Uber no Brasil.
 

Como vincular as contas e começar a ganhar pontos
A integração é simples e rápida. Para conectar a conta Livelo ao perfil na Uber, siga o passo a passo:

  • Abra o aplicativo da Uber e acesse o menu “Conta” no canto inferior direito.
  • Selecione a opção “Configurações”.
  • Na seção “Recompensas”, selecione “Livelo” e depois “Vincule e comece a juntar pontos”..
  • Faça login em sua conta Livelo ou crie uma nova conta, caso não tenha uma.
  • Siga as instruções de validação (via SMS) para autorizar o vínculo.

Pronto! Sua conta estará vinculada, e você passará a juntar pontos automaticamente em todas as viagens elegíveis. Importante: a conta Uber só pode ser vinculada a uma conta Livelo e vice-versa; caso o usuário deseje realizar o vínculo de uma nova conta, é necessário desvincular a anterior.

“Por meio da parceria exclusiva de Livelo com a Uber, conseguimos expandir nosso ecossistema de acúmulo de pontos e nos conectar com o que é relevante para nossos clientes. O transporte por aplicativo é parte da rotina de milhões de brasileiros e, com essa novidade, também pode aproximar o consumidor de sua próxima recompensa”, afirma André Fehlauer, CEO da Livelo.

Conheça o programa de membros Uber One
O Uber One é o programa de membros da Uber que oferece diversas vantagens aos assinantes. Além da pontuação extra com a Livelo, os membros do Uber One ganham 10% de cashback em Créditos Uber One em viagens elegíveis e têm acesso aos motoristas mais bem avaliados pelos usuários, entre outros benefícios. Confira o passo a passo para assinar:

  • Abra o aplicativo da Uber e acesse o menu “Conta” no canto inferior direito.
  • Selecione a opção “Uber One” e depois “Assine o Uber One”.
  • Leia atentamente os termos e condições e siga as instruções para escolher o plano mensal ou anual (R$19.90/mês ou R$198/ano, respectivamente).
  • Escolha uma forma de pagamento e pronto! Você já pode desfrutar das vantagens de ser um membro Uber One.

Com essa parceria, Livelo e Uber reforçam seu compromisso com inovação, praticidade e valorização do consumidor, e se consolidam como protagonistas de uma nova fase do consumo inteligente. A proposta é clara e ambiciosa: transformar cada trajeto em uma oportunidade de conquista, seja uma viagem, um produto, um serviço e até dinheiro de volta no bolso.