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Social selling: quando a venda tradicional encontra as redes sociais

Desde que a sociedade existe, vender nunca foi apenas transacionar, foi antes de tudo, conversar, onde o vendedor que batia de porta em porta, o balconista que conhecia o cliente pelo nome, o comerciante do bairro entendia a dor antes de oferecer o produto: todos eles vendiam porque criavam relações. A conversa sempre foi o caminho para explicar valor, mostrar benefícios e entender uma necessidade real.

O que mudou não foi o princípio da venda, mas o lugar onde ela acontece

Hoje, uma boa parte dessa conversa migrou para as redes sociais. É aí que entra o social selling, não como uma moda, mas como a evolução natural da forma como marcas e pessoas se relacionam.

Diferente do modelo tradicional de vendas, o social selling nasce dentro do atendimento, que acontece quando alguém entra em contato para elogiar um produto, tirar uma dúvida, reclamar, pedir uma atualização ou fazer uma sugestão. Em geral, esse canal dentro das redes sociais é visto apenas como um espaço de resolução de problemas, mas foi exatamente ao olhar com mais profundidade para essas conversas que ficou claro que ali existe uma oportunidade legítima de venda.

Imagine um consumidor que entra em contato dizendo que sua geladeira quebrou, que o modelo é antigo e que não encontra mais peças no mercado. Isso não é apenas um problema a ser encerrado com um protocolo, é uma chance concreta de oferecer uma solução melhor, talvez um cupom de desconto, um upgrade, um novo produto que resolva aquela dor. E muitas vezes, a venda se concretiza ali mesmo, dentro da conversa na rede social.

Esse entendimento muda completamente a dinâmica das equipes de atendimento, já que o profissional que antes tinha como único objetivo resolver demandas passa a ter um novo papel: o de vendedor consultivo. Alguém que escuta, interpreta o contexto, entende o momento do consumidor e a partir disso, oferece algo que faça sentido. Não é empurrar produto, é gerar valor no momento certo.

A conversão através da conversa é, para mim, uma das transformações mais interessantes desse modelo, especialmente porque ela acontece em um canal que historicamente sempre foi associado a problemas. Encontrar oportunidades de venda justamente ali exige maturidade, empatia e inteligência tanto humana quanto tecnológica.

Nesse cenário, a inteligência artificial tem um papel estratégico

O primeiro passo já está acontecendo, que é usar IA para analisar o que é dito nas redes sociais e identificar com mais precisão os casos com potencial de venda. Isso significa mapear padrões, intenções, sinais de compra e momentos de oportunidade. É a base para automatizar parte desse processo no futuro.

Hoje, a IA atua como um copiloto, apoiando o time humano, aponta oportunidades, ajuda a priorizar atendimentos e indica onde há maior probabilidade de conversão. Em um futuro próximo, esse copiloto será cada vez mais sofisticado, sugerindo inclusive qual produto faz mais sentido oferecer para cada pessoa, naquele contexto específico.

Se olharmos um pouco mais adiante, é inevitável imaginar agentes de venda baseados em IA atuando diretamente nesses canais, primeiro em colaboração com humanos, e depois conduzindo conversas e vendas de forma autônoma. Esse caminho segue uma lógica: a IA começa analítica, evolui para preditiva e em um terceiro estágio, se torna prescritiva, interagindo diretamente com o consumidor.

Isso não elimina o fator humano, pelo contrário, reforça a importância de desenhar experiências de venda mais inteligentes, éticas e centradas na necessidade real do cliente.

É importante esclarecer um ponto que costuma gerar confusão: Social selling não é social commerce

Social commerce é quando a rede social já nasce como um ambiente de venda direta, com vitrines, carrinhos e checkouts integrados. O social selling é outra coisa, é a venda que acontece dentro da conversa de atendimento, mediada por pessoas, contexto e relacionamento.

Ainda existe um espaço enorme para crescimento nesse mercado, já que muitas empresas continuam enxergando as redes sociais apenas como um SAC ampliado ou como um canal de marketing. Enquanto isso, deixam passar oportunidades valiosas de transformar interação em relacionamento e relacionamento em receita.

No fim das contas, o social selling não é sobre tecnologia, IA ou canais digitais, é sobre resgatar algo que sempre esteve no centro da venda: a conversa certa, no momento certo, com a solução certa. A diferença é que agora essa conversa acontece em escala e com muito mais inteligência envolvida.

Bruno Alves é executivo de tecnologia com 30 anos de experiência, atuando na Plusoft como vice-presidente desde 2020 e liderando iniciativas que conectam estratégia de clientes, dados, IA e experiência do consumidor. Tem histórico de direção executiva na iCustomer (Plusoft) e foco em evolução de CRM inteligente, automação de marketing e jornadas digitaisorientadas por dados.

Saúde, varejo e TI lideram a presença de CEO mulheres

O Great Place To Work®, principal referência mundial em cultura organizacional, lança o estudo “Mulheres na Liderança” que revela panorama sobre a presença feminina em diferentes setores econômicos. O setor de saúde lidera em participação feminina em posições de liderança no quadro geral com 63% e também apresenta o maior percentual de mulheres CEOs (19%). Na outra ponta, o agronegócio registrou, em 2025, a menor representatividade feminina no quadro geral (23%) e o menor percentual de mulheres CEOs (9%), no entanto, foi o setor que mais avançou na participação de mulheres em cargos de alta liderança, saindo de 14% em 2022 para 24% em 2025.

O setor de tecnologia da informação ocupa a segunda posição em mulheres como CEOs, passando de 7% em 2022 para 16% em 2025. No entanto, foi o segmento que registrou a maior queda na participação feminina no quadro geral, recuando de 43% em 2022 para 39% em 2025, apesar de leve recuperação em relação a 2024, quando o índice era de 38%.

indústria apresentou, em 2025, a menor participação de mulheres em cargos de alta liderança (21%), embora o número de mulheres na empresa, de forma geral, tenha aumentado de 27% em 2022 para 31%, em 2025. O varejo lidera o indicador, com 28% de mulheres na alta liderança. Já o ranking de instituições financeiras registrou a maior queda na presença feminina na alta liderança, passando de 48% em 2022 para 27% em 2025.

Em relação à média liderança, o setor de tecnologia registrou crescimento expressivo da participação feminina, passando de 13% em 2022 para 37% em 2025. Já o varejo instituições financeiras apresentaram as maiores quedas nesse nível hierárquico, com recuo de cinco pontos percentuais cada.

“A ascensão de mulheres à liderança está diretamente ligada à cultura organizacional. Empresas que promovem flexibilidade, ampliam licenças parentais e envolvem lideranças masculinas nas discussões de gênero criam um ambiente mais favorável para que elas avancem na carreira. Embora alguns setores apresentem crescimento na alta liderança, a baixa representatividade feminina no quadro geral ainda revela um desafio estrutural: é preciso ampliar o acesso e garantir a permanência desde a base para formar um pipeline consistente de lideranças”, destaca Daniela Diniz, diretora de comunicação e relações institucionais do GPTW.

As Melhores Empresas para Trabalhar costumam se destacar por práticas estruturadas voltadas à equidade e à ascensão de mulheres em cargos de liderança. “O que observamos é que, nas organizações mais maduras, a equidade deixou de ser apenas uma agenda reputacional e passou a integrar a estratégia do negócio”, completa a executiva.

Metodologia

O estudo Mulheres na Liderança foi feito a partir da análise dos dados demográficos dos rankings setoriais das melhores empresas para trabalhar entre 2022 e 2025.

Dia do consumidor: Como antecipar tendências e se destacar no mercado

Com a digitalização da sociedade, os consumidores que antes estavam limitados a comprar em ambientes físicos agora dispõem de ferramentas digitais que facilitam a procura por produtos e serviços. Essa mudança de comportamento possibilitou que as marcas alcançassem novos públicos e, consequentemente, precisassem ampliar a quantidade de soluções disponíveis para venda. Nesse contexto, a evolução tecnológica surge como resposta para viabilizar a hiperprodução. De acordo com a 4ª edição da pesquisa da Bain & Company sobre a adoção da IA generativa, as empresas que implementam essa tecnologia têm registrado  um aumento de 14% na produtividade e um crescimento de 9% nos resultados financeiros.

Diante desse cenário, vemos que o aumento da procura  levou a um mercado mais acirrado entre os concorrentes. Para Gustavo Caetano, CEO  e fundador da Sambatech, especialista em desenvolver soluções digitais inteligentes e eficazes com foco em Inteligência Artificial, para se destacar entre tantas empresas, a antecipação de tendências se torna peça-chave nesse processo. “Os agentes de IA são ferramentas capazes de coletar e analisar grandes volumes de dados, como o tipo de roupa mais procurado no momento ou as ofertas que fazem o consumidor ficar mais tempo dentro do site. Com esses insights, as marcas adaptam o espaço digital conforme as novas tendências antes mesmo do consumidor perceber a mudança do seu comportamento”, afirma o executivo.

Outra mudança impulsionada pela tecnologia é que a fronteira entre o físico e o digital se tornou cada vez mais tênue. No estudo E-commerce Trends 2026, realizado pela Octadesk em parceria com o Opinion Box, 86% dos respondentes afirmam já ter pesquisado em uma loja física e comprado online, enquanto 71% fizeram o caminho inverso.  “O consumidor já não separa mais o online do offline. Para ele, tudo faz parte de uma única jornada. Por isso, as estratégias precisam ser pensadas de forma realmente omnicanal e integrada”, afirma Amanda Sobrinho, Gerente Comercial da Unlimitail, joint venture entre o Grupo Carrefour e o Grupo Publicis, criada para atender ao crescente mercado de Retail Media na Europa e na América Latina.“Com Retail Media, conseguimos transformar dados em inteligência para conectar todos os pontos dessa jornada. Identificamos, por exemplo, quais produtos estão sendo mais pesquisados no ambiente digital e usamos essas informações para orientar ativações e posicionamento estratégico no ponto de venda. Quando dados, mídia e experiência de compra trabalham juntos, conseguimos antecipar a intenção do consumidor e influenciar a decisão de compra de forma muito mais eficiente”, complementa Amanda.

Com essa presença crescente no ambiente cibernético, se destacar é também antecipar os riscos. Segundo o Relatório de Ameaças de Dados da Thales de 2026, conduzido pela S&P Global 451 Research, apenas 34% das organizações sabem onde os seus dados estão armazenados. Para Paulo Lima, CEO da Skynova, empresa destaque em serviços de e-mail corporativo, cloud computing e segurança digital,  a nuvem deve ter a IA no centro do seu desenvolvimento para conseguir rastrear as transações e identificar anomalias em tempo real. “No Dia do Consumidor, o que diferencia as empresas não é só a experiência de compra, mas a confiança que elas transmitem. Com o volume de dados gerado nas interações digitais, a segurança deixou de ser um tema de TI e passou a ser um ativo de negócio. Usamos inteligência artificial para identificar padrões e antecipar riscos em tempo real, mas a grande virada está em transformar esses dados em decisões estratégicas e não apenas em alertas técnicos.” , afirma Lima. 

Para Aluísio Cirino, CEO da Alloyal, Loyalty Tech que entrega mais vendas, engajamento e retenção de usuários para empresas por meio de soluções personalizadas de fidelidade, antecipar tendências passa, necessariamente, por estruturar dados e relacionamento de forma estratégica. “No Dia do Consumidor, muitas marcas ainda concentram esforços apenas na conversão imediata. Mas o diferencial competitivo está em transformar picos sazonais em oportunidades de recorrência. Quando a empresa utiliza dados de comportamento para personalizar ofertas, criar jornadas inteligentes e ativar programas de fidelidade integrados aos canais digitais, ela deixa de reagir ao mercado e passa a construir previsibilidade de receita”, afirma o executivo.

Thiago Hortolan, CEO da Tech Rocket,  afirma que antecipar tendências passa por entender rapidamente como o comportamento do consumidor está mudando. “Hoje as empresas têm acesso a uma quantidade enorme de dados sobre preferências, frequência de compra e sensibilidade a preço. O desafio é transformar essas informações em ações práticas. Datas como o Dia do Consumidor são uma boa oportunidade para testar abordagens, observar padrões de compra e ajustar ofertas em tempo real. Quem consegue fazer essa leitura com agilidade entrega experiências mais relevantes e cria uma relação mais consistente com o cliente”.

Focando na construção de relacionamentos entre marcas e público, ouvir o cliente deixou de ser uma boa prática de atendimento para se tornar um insumo estratégico. Para Thiago Leon Marti, Head de Branding, Design e Comunicação da Printi, compreender as reais necessidades do público e converter críticas em aprendizado é um pilar da estratégia centrada no consumidor. “Durante nosso processo de rebranding, recebemos diversos comentários, inclusive críticas. Em vez de ignorar esse feedback, decidimos analisá-lo para entender os motivos. Esse diálogo nos permitiu ajustar rotas, aprimorar produtos e reforçar nossa proposta de valor. O resultado foi um impacto direto nos indicadores de crescimento. No fim, ouvir o consumidor não é apenas responder a mensagens, mas construir soluções que façam sentido para quem está do outro lado”, afirma o executivo.

No Dia do Consumidor, a segurança de dados é o que define a credibilidade de uma marca. Com a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados)  intensificando a fiscalização do cumprimento da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) em 2026, empresas que não automatizam sua governança ficam expostas a riscos e multas. Para Ricardo Maravalhas, CEO da DPOnet, a privacidade é a base da confiança:“O consumidor atual não compra apenas preço, ele compra segurança. Estar em conformidade com a LGPD e as diretrizes da ANPD não é só evitar sanções, é construir uma reputação sólida. Quando a empresa blinda os dados e combate fraudes, ela ganha a lealdade que nenhuma promoção substitui”, afirma Maravalhas.

ESY lança SOC em parceria com a LevelBlue e eleva o padrão de cibersegurança no Brasil

A ESY anuncia o lançamento do seu novo Security Operations Center (SOC), desenvolvido em parceria com a LevelBlue, referência global em soluções avançadas de cibersegurança. O movimento marca um novo capítulo na estratégia da empresa, consolidando sua atuação como distribuidor de valor agregado e como MSSP (Managed Security Services Provider) de referência no país, agora com uma oferta ainda mais robusta, estratégica e orientada a resultados.

O SOC da ESY nasce com uma proposta clara de entregar proteção contínua, inteligência acionável e resposta rápida em um cenário de ameaças cada vez mais sofisticado. Com monitoramento 24×7, detecção e resposta a incidentes, análise avançada de ameaças e suporte especializado, a operação combina a inteligência global da LevelBlue com a expertise técnica local da ESY, garantindo máxima eficiência na prevenção, identificação e mitigação de riscos cibernéticos.

“A parceria com a LevelBlue representa um avanço estratégico para a ESY e para o mercado brasileiro. Nosso SOC nasce com o compromisso de elevar o nível de maturidade em cibersegurança das empresas, oferecendo monitoramento contínuo, resposta rápida a incidentes e acesso às tecnologias mais avançadas do mercado global”, afirma Iury Cardoso, Head of Cyber Products & Services da ESY.

“A LevelBlue mantém uma parceria estratégica com a ESY no Brasil, posicionando a empresa como seu distribuidor oficial e MSSP de referência no país. Por meio dessa colaboração, a ESY atua como o principal canal para a expansão das soluções de cibersegurança da LevelBlue no mercado brasileiro, combinando expertise técnica local, capacidade de distribuição e um forte ecossistema de parceiros”, afirma Francisco J. Avalos, Channel Sales Manager – LATAM da LevelBlue.

“Como parceiro de referência, a ESY oferece às organizações brasileiras acesso às soluções avançadas de segurança da LevelBlue por meio de serviços gerenciados, suporte especializado e integração com as necessidades específicas do mercado local. Essa aliança fortalece a presença da LevelBlue no Brasil e permite que empresas de diferentes setores elevem seu nível de maturidade em cibersegurança com tecnologias líderes e um parceiro confiável no país”, conclui o executivo.

“O lançamento do nosso SOC em parceria com a LevelBlue reforça nosso posicionamento como um provedor estratégico de serviços gerenciados de segurança. Estamos preparados para apoiar empresas de todos os portes na jornada de transformação digital com proteção contínua, inteligência de ameaças e governança alinhada às melhores práticas internacionais”, complementa Rogério Moraes, CEO da ESY.

Com o novo SOC, a ESY amplia significativamente seu portfólio e se posiciona como protagonista no ecossistema brasileiro de cibersegurança, oferecendo uma estrutura escalável, altamente especializada e preparada para proteger negócios em um ambiente digital cada vez mais crítico e desafiador.

Total Express e Melhor Envio firmam parceria estratégica para impulsionar a logística de pequenas e médias empresas

Total Express, referência em soluções logísticas há mais de 30 anos, e o Melhor Envio, plataforma líder em gestão de fretes, anunciam uma parceria estratégica voltada ao fortalecimento da logística de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) no Brasil. A iniciativa entra em vigor em março e amplia o acesso a soluções logísticas integradas, eficientes e competitivas para empreendedores digitais em todo o país.

As pequenas e médias empresas já são protagonistas do comércio eletrônico brasileiro. Estudos recentes indicam que elas lideraram o crescimento do e-commerce em 2025, com avanço de 77%, e representam a maioria absoluta dos vendedores em marketplaces, onde chegam a responder por mais de 50% das vendas online, segundo relatórios da LWSA, Abiacom e dados divulgados por grandes marketplaces.

“Para a Total Express, estar conectada a todo o ecossistema de e-commerce é parte central da nossa estratégia. Hoje, já estamos integrados a mais de 40 plataformas, marketplaces e soluções do mercado, o que nos permite apoiar o crescimento dos lojistas com escala, capilaridade e qualidade de serviço. A parceria com o Melhor Envio reforça esse compromisso de ampliar acesso à logística de alto nível para as PMEs”, afirma Renata Cavalcanti, Head Comercial, da Total Express.

Com a integração, lojistas que utilizam o Melhor Envio passam a contar com a Total Express entre as opções de envio disponíveis na plataforma, podendo comparar prazos, preços e modalidades de entrega de forma centralizada. A parceria conecta os serviços logísticos da maior transportadora privada do e-commerce brasileiro a todos os sellers do Melhor Envio.

“Além de ampliar as opções de frete, essa integração permite ao empreendedor comparar condições e selecionar a alternativa mais adequada para cada pedido, sem necessidade de contrato individual. Essa parceria está alinhada à nossa estratégia de crescimento no segmento de PMEs e vamos avaliar resultados, oportunidades e novas evoluções de nossa plataforma”, afirma Bruno Sá, diretor de Operações do Melhor Envio.

O movimento acompanha a evolução do Melhor Envio, que registrou crescimento de 23%, 2025 comparado a 2024, na demanda por frete entre PMEs online que atuam por meio de plataformas de ecommerce como Bling, Tray e Bagy. As parcerias estratégicas na oferta de players logísticos para os seus clientes desempenharam importante papel nesse incremento. A plataforma intermedia a contratação do frete, reduzindo custos e ampliando a competitividade do empreendedor.

A operação contará com a presença nacional e praticidade dos pontos de coleta e retirada da Total Express, onde o seller fará o envio dos seus pedidos. “Toda a rede de mais de 1.500 pontos da Total Express estará disponível para lojistas e sellers localizados em todas as regiões do Brasil, conectando-os a entregas em 100% do território brasileiro com a qualidade da Total já reconhecida pelo e-commerce”, conclui Greisieli Uesugui, Gerente de Pontos da Total Express.

Tittanium Mentoring mostra cinco estratégias para transformar visibilidade em autoridade e vendas

A expansão das redes sociais ampliou a visibilidade de mentores, especialistas e empresários que compartilham conhecimento online. Ainda assim, transformar presença digital em autoridade consolidada e faturamento consistente continua sendo um desafio para muitos profissionais. 

Levantamentos sobre empreendedorismo e desenvolvimento de negócios indicam que grande parte das empresas brasileiras enfrenta dificuldades para estruturar crescimento sustentável, sobretudo quando falta estratégia comercial clara e posicionamento consistente no mercado.

Fernanda Tochetto, psicóloga, empresária e fundadora do Tittanium Club, afirma que o erro mais comum aparece quando profissionais confundem exposição com autoridade. “Ter visibilidade não significa ter um negócio estruturado. Autoridade de verdade nasce quando o conhecimento gera transformação concreta para o cliente e isso se traduz em resultado”, afirma.

Dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) apontam que o Brasil possui uma das maiores taxas de empreendedorismo do mundo, com milhões de pessoas tentando transformar conhecimento ou habilidades em negócios próprios. Ao mesmo tempo, pesquisas do Sebrae mostram que muitos empreendimentos enfrentam dificuldades nos primeiros anos justamente por falta de planejamento estratégico, organização comercial e clareza de proposta de valor.

Segundo ela, muitos especialistas acumulam anos de experiência técnica, constroem audiência nas redes sociais e produzem conteúdo com frequência, mas deixam de estruturar processos claros de posicionamento, oferta e venda. O resultado costuma ser uma presença digital forte, mas com baixa previsibilidade de receita. “Influenciar é chamar atenção. Autoridade é gerar confiança a ponto de alguém decidir investir no seu trabalho”, diz.

Esse cenário se repete em diferentes setores da economia do conhecimento. Profissionais da saúde, educação, consultoria ou gestão frequentemente dominam a técnica, mas encontram dificuldade ao tentar transformar esse conhecimento em um modelo de negócio escalável. “Conhecimento por si só não cria empresa. É preciso organizar produto, comunicação e estratégia comercial para que o mercado entenda o valor daquilo que está sendo oferecido”, explica.

Nos últimos anos, programas estruturados de mentoria e formação empresarial passaram a ganhar espaço justamente por ajudar especialistas a organizar essa transição entre conhecimento técnico e negócio. O Tittanium Mentoring, por exemplo, foi criado com o objetivo de apoiar mentores, especialistas e profissionais da educação a estruturar mentorias com método, posicionamento claro e modelo de receita recorrente.

“Quem decide atuar com mentoria precisa entender que está construindo uma empresa. Isso envolve produto, posicionamento, vendas e entrega consistente. Sem execução, a visibilidade se torna apenas exposição passageira”, afirma.

A especialista observa que empresas e profissionais que estruturam autoridade com método tendem a gerar ciclos de crescimento mais previsíveis. “Quando existe clareza de proposta e consistência na entrega, a reputação passa a trabalhar a favor do negócio. A autoridade se torna um ativo que abre portas e reduz o esforço comercial.”

A especialista aponta cinco práticas para transformar visibilidade em autoridade e vendas no mercado de mentorias

Para mentores, especialistas e empresários que desejam transformar conhecimento em um negócio sustentável, a mentora destaca alguns pontos de atenção. Antes das estratégias práticas, ela ressalta que autoridade se constrói a partir de coerência entre discurso, posicionamento e resultados entregues.

A partir dessa lógica, cinco práticas aparecem com frequência entre profissionais que conseguem consolidar negócios educacionais ou de mentoria.

  1. Estruturar a mentoria como produtoMentorias que funcionam como negócio possuem metodologia clara, jornada definida para o cliente e objetivos mensuráveis. A organização do conteúdo e da experiência do aluno transforma conhecimento em produto estruturado.
  2. Demonstrar valor com resultados concretosAutoridade cresce quando o especialista consegue apresentar casos reais, depoimentos ou resultados práticos gerados por seu trabalho. Provas concretas costumam gerar mais confiança do que promessas genéricas.
  3. Organizar processo comercialNegócios baseados em conhecimento também dependem de estratégia de vendas. Definir público, proposta de valor e canais de aquisição de clientes é essencial para gerar previsibilidade de receita.
  4. Participar de ambientes estratégicos de negóciosRedes empresariais, mentorias coletivas e comunidades profissionais ajudam especialistas a ampliar repertório, trocar experiências e construir parcerias. Ambientes de troca estruturada costumam acelerar decisões e oportunidades.
  5. Avaliar com critério mentorias e programas de formaçãoAntes de investir em uma mentoria, a recomendação é analisar metodologia, histórico do mentor e resultados de participantes anteriores. Programas estruturados normalmente oferecem acompanhamento prático e plano de ação.

Ao observar a evolução do mercado de educação baseada em conhecimento, Tochetto acredita que a tendência é de profissionalização crescente. Especialistas que estruturam posicionamento, método e entrega tendem a consolidar negócios mais duradouros.

“O mercado não precisa de mais conteúdo. Precisa de pessoas que transformem conhecimento em solução real para o cliente. Quando método e execução entram em cena, autoridade deixa de ser apenas imagem e passa a gerar resultado”, conclui.

Atendimento ao cliente vira fator decisivo no mercado de autopeças B2B

Durante décadas, o setor de autopeças B2B construiu sua competitividade sobre três pilares bastante conhecidos: preço, disponibilidade de estoque e relacionamento comercial. O atendimento ao cliente, na prática, era quase uma extensão natural da venda, sustentado pelo vínculo entre o vendedor e a oficina, o frotista ou o revendedor. Funcionava porque o mercado era menos dinâmico, a concorrência mais regional e o acesso à informação mais limitado.

Esse cenário mudou, e rápido. Hoje, quem compra autopeças opera sob forte pressão de prazo, margem e produtividade. Uma oficina não pode manter um veículo parado aguardando resposta, já que um erro de aplicação não significa apenas uma troca de produto, mas retrabalho, insatisfação do cliente final e impacto direto no caixa. Nesse cenário, atendimento passou a ser eficiência operacional.

Quando uma resposta demora, quando a informação técnica é imprecisa ou quando o pedido exige múltiplas interações para ser concluído, o problema não é apenas “experiência ruim”, é interrupção de serviço. É perda de tempo produtivo. E tempo, nesse mercado, é receita. Não por acaso, a PwC aponta que 80% dos compradores B2B afirmam que a experiência de compra é tão importante quanto o produto ou serviço oferecido. Isso sinaliza uma mudança: atendimento não é mais suporte, é um critério de decisão.

Um dos equívocos mais recorrentes no setor é tratar atendimento como atributo individual, algo que depende da boa vontade, da memória ou da experiência de um vendedor específico. No B2B contemporâneo, atendimento é processo. Envolve velocidade padronizada, clareza de informação, consistência técnica e previsibilidade de entrega. Quando o fluxo depende exclusivamente de pessoas, surgem desafios. O vendedor se torna o intermediário obrigatório para tarefas operacionais básicas: consultar catálogo, verificar aplicação, confirmar preço, checar disponibilidade.

Esse modelo consome tempo, amplia a chance de erro técnico e limita a capacidade de escala. Além disso, fragiliza a operação, em que basta uma ausência ou sobrecarga para que o atendimento desacelere. Diferentemente do varejo, onde a reclamação costuma ser pública, a perda aqui é silenciosa. O cliente simplesmente migra para quem responde mais rápido, facilita o pedido e reduz seu esforço. A ruptura aparece no volume de vendas, mas dificilmente vem acompanhada de feedback explícito.

Enquanto isso, o comportamento do comprador evolui. Segundo a Meticulous Market Research, o mercado global de e-commerce automotivo deve alcançar US$ 267,8 bilhões até 2032, com crescimento anual composto de 16,5% entre 2025 e 2032. O dado mostra uma mudança de expectativa, em que o comprador está cada vez mais habituado a autonomia, rapidez e precisão.

Nesse cenário, manter processos manuais e excessivamente dependentes de atendimento individual cria um descompasso competitivo. Transformar o atendimento em ativo estratégico exige três movimentos claros. O primeiro é capacitação técnica consistente, reduzindo erros de aplicação e retrabalho, o segundo é organização estruturada da informação, catálogos confiáveis, regras comerciais claras, dados integrados e o  terceiro é definição de fluxos operacionais objetivos, que diminuam improvisos e tornem a experiência previsível. 

Automatizar consultas, aplicar regras comerciais automaticamente e permitir que o cliente acompanhe pedidos em tempo real reposiciona o papel do vendedor. Ele deixa de atuar como “balcão operacional” e passa a focar onde realmente gera valor: negociação, orientação técnica especializada e desenvolvimento de relacionamento estratégico. Empresas que compreendem essa mudança colhem ganhos concretos: menos erros, mais velocidade, maior conversão e fidelização construída sobre eficiência, não apenas sobre proximidade pessoal.

Portanto, em um mercado de margens pressionadas e concorrência intensa, facilidade e previsibilidade passam a ser diferenciais reais. No setor de autopeças B2B, ignorar essa transformação não significa apenas perder eficiência interna, significa abrir espaço para concorrentes que entenderam que, hoje, vender bem começa por atender melhor, de forma estruturada, ágil e escalável.

Rafael Calixto é especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon.

SEOcamp Brasil 2026 reúne mais de 70 especialistas para discutir o futuro das buscas e o impacto da IA no marketing digital

No dia 27 de março acontece o  SEOcamp Brasil 2026, um dos principais encontros dedicados a estratégias de visibilidade digital, marketing de busca e otimização de conversão no país, será realizado no Espaço Fit Eventos, em São Paulo. Em sua terceira edição, o evento reunirá mais de 70 palestrantes nacionais e internacionais com conteúdos voltados a profissionais de marketing digital, tecnologia, e-commerce e negócios interessados em ampliar a presença online de suas marcas.

Em um cenário cada vez mais influenciado pela inteligência artificial, novas plataformas de busca e mudanças no comportamento do consumidor digital, o SEOcamp propõe uma imersão em estratégias capazes de aumentar a relevância das empresas nos ambientes digitais. A iniciativa busca promover um ambiente de troca de conhecimento, networking e atualização profissional, conectando especialistas, empresas e profissionais que atuam na construção de estratégias digitais baseadas em dados e performance.

Programação destaca tendências e novas estratégias de busca

A programação foi estruturada para oferecer conteúdos em diferentes formatos e níveis de profundidade, permitindo que os participantes escolham sua jornada de aprendizado ao longo do dia. Ao todo, serão quatro palcos temáticos, com palestras, painéis, sessões imersivas, dinâmicas práticas e apresentações rápidas.  Entre os temas que estarão em destaque na programação estão:

  • SEO técnico na era da inteligência artificial
  • SEO programático e automação de estratégias digitais
  • SEO internacional e expansão de conteúdo para novos mercados
  • Estratégias de SEO para e-commerce com uso de IA
  • Construção de autoridade e SEO off-page
  • Testes A/B e otimização de conversão (CRO)
  • SEO para empresas B2B

Além das palestras, o evento também traz discussões sobre empreendedorismo no setor, formação de profissionais de SEO e construção de cultura de dados nas empresas, temas cada vez mais relevantes para organizações que buscam fortalecer sua presença digital e melhorar sua performance online.

Outro destaque do SEOcamp será a premiação dedicada aos melhores cases de SEO do Brasil, que reconhecerá projetos e estratégias capazes de gerar resultados relevantes para empresas e marcas. A iniciativa busca valorizar boas práticas, estimular a inovação e ampliar a visibilidade de profissionais e organizações que se destacam no mercado digital.

O evento também aposta na criação de um ambiente voltado ao networking e à troca de experiências entre profissionais do setor, reunindo especialistas, consultores, agências e empresas interessadas em acompanhar as transformações da busca digital e suas aplicações no marketing e no comércio eletrônico.

No mês do Consumidor, Mercado Livre promove campanha para incentivar a proteção de dados pessoais no descarte de embalagens

No Dia do Consumidor, o Mercado Livre, empresa de e-commerce, lança uma ação inédita para incentivar a proteção de dados no descarte de embalagens. A proposta é estimular um hábito simples, que reforça a importância do cuidado com as informações pessoais também após o recebimento dos pedidos.

Para estimular os consumidores, a campanha “Raspe seus Dados” vai dar um cupom especial para as três mil primeiras compras realizadas na landing page da iniciativa, que será divulgada a partir do dia 15 de março nos stories no Instagram da marca (@mercadolivre). Ao receber a encomenda e remover seus dados da etiqueta, um cupom exclusivo será revelado, conectando a conscientização a um benefício direto ao comprador.

Usuários que não receberem as etiquetas especiais também poderão participar da iniciativa por meio das redes sociais. Como parte da estratégia de reverberação da campanha, o Mercado Livre lançará uma ação no X que condiciona a liberação de cupons ao engajamento do público. Ao atingir um número determinado de comentários na publicação oficial, um cupom será disponibilizado, reforçando a mensagem da importância de raspar os dados pessoais antes do descarte das embalagens. Os cupons são limitados.

“Quando falamos em proteção de dados, falamos de uma responsabilidade contínua. Queremos ampliar essa consciência para o momento do descarte de embalagens e incentivar um cuidado simples, mas relevante, na rotina das pessoas. O cupom funciona como um estímulo para transformar essa conscientização em hábito”, afirma Iuri Maia, diretor de estratégias de marca do Mercado Livre.

Assinada pela GUT, a iniciativa começa com um vídeo-manifesto estrelado por Marcos Mion, que apresenta a proposta e orienta sobre a forma correta de remover os dados das etiquetas. A comunicação se desdobra nas redes sociais com conteúdos nativos de Tik Tok via creators.

“A ideia é criar o hábito de apagar seus dados de qualquer coisa que você receba no dia a dia. O Mercado Livre é a primeira marca a pensar nessa iniciativa, mas o convite é para que as pessoas façam isso com tudo que recebam em seu nome”, explica Tiago Abreu, CCO da GUT.

A ação complementa as práticas contínuas do Mercado Livre voltadas à proteção de dados, com investimentos permanentes em tecnologia, processos e segurança da informação para garantir uma experiência confiável em todo o ecossistema da companhia. As diretrizes de proteção de dados podem ser consultadas no site oficial.

Agência: GUT São Paulo

Anunciante: Mercado Livre

Produto: Institucional

Título: Chuva de Cupons

CCO: Bruno Brux

ECD: Tiago Abreu e Pedro Araujo

Creative Director: Rafael de Miranda e Juan Pablo Tyrer

ACD: Leonardo Konjedic e Rick Garcia

Creatives: Henrique Guimarães e Thiago Ferreira

CEO: Valéria Barone

Managing Director: Alessandra Visintainer

Regional Account Director: Raphaela Guillen

Account Director: Milena Braune

Account Director: Giovanna Falvino

Communications Director: Beatriz Ribeiro
Head of Strategy: Gisele Bambace

Strategy Director: Gabriela Sanchez

Strategy Manager: Raphael Bueno

Strategy Supervisor: Samantha Avelino 

CMO: Douglas Silveira

Media Director: Dennis Grassi

Media Manager: Mayara Garcia

Media Supervisor: Gilberto Paz

Media Supervisor: Jayane Lopes

Media Coordinator: Dayanne Verissimo

Media Coordinator: Nátaly Goes

Head of Production: Mônica Siqueira

Production Director: Rafael Motta

Production: Pedro Santafé

Produtora de imagem

WOLFWOLF

Produção Executiva: Leo Sassini e João Luz

Direção Criativa: Jay Sassini

Atendimento: Mariana Moncavo

Operação: Manuel Fraga Neto

Assistente: Victor Gaffo

Diretor de Produção: Ulisses Santana

Produção: Janaina Babinot

Fotografo Still: Pepe Rodrigues, Sean Vadaru, Igor Bkz e Dido Henrique

Videomaker: Davi Oliveira e Murillo Ruocco

Contra-Regra: Victor Alonso

Megafoto

CEO: Claudia Cobalea

Founder & Diretor de Produção: Marcio Rodrigues

CTO: Marcelo Moreira

Assistente de Fotografia: Jorge Bacellar
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Amazon Prime Video Anuncia Novidades: De Comédia com Keanu Reeves a Filmes Esportivos e Séries Policiais

O Amazon Prime Video está agitando o catálogo com novos lançamentos e atualizações. A plataforma de streaming adicionou recentemente a comédia “Quando o Céu se Engana”, estrelada por Keanu Reeves, além de anunciar a chegada de diversas outras produções, incluindo séries originais e filmes aguardados.

Lançamentos da Semana: De Comédia a Drama

Entre os dias 9 e 15 de março de 2026, o Prime Video recebe uma variedade de conteúdos.

  • “Quando o Céu se Engana”: Uma comédia dirigida por Aziz Ansari, onde Keanu Reeves interpreta um anjo que perde suas asas ao tentar provar que dinheiro não resolve problemas. Apesar das boas intenções, o filme tem sido criticado pela falta de criatividade no roteiro e na execução.
  • “Scarpetta: Médica Legista”: Estrelada por Nicole Kidman, esta nova série original acompanha uma médica legista determinada a desmascarar um serial killer, enquanto lida com segredos familiares e os desafios de sua carreira.
  • “Caçadores do Fim do Mundo”: Um filme de ação e ficção científica que se passa em uma Terra pós-explosão solar, onde caçadores de tesouros buscam relíquias antigas.
  • “Downton Abbey: O Grande Final”: A família Crawley se adapta a uma nova era na década de 1930.
  • “O Bad Boy e Eu”: Um drama romântico sobre os sonhos de uma líder de torcida que são abalados pela chegada de uma estrela do futebol americano.
  • “La Oficina”: Uma série de comédia mexicana sobre um gerente regional que aterroriza seus funcionários.
  • “Terror em Shelby Oaks”: Um filme de terror e suspense sobre uma mulher em busca de sua irmã desaparecida.
  • “Zoopocalipse — Uma Aventura Animal”: Uma animação onde animais de zoológico se transformam em zumbis após a queda de um meteoro.

Novos Projetos em Desenvolvimento

Além dos lançamentos imediatos, o Prime Video também está investindo em futuras produções.

  • “Play by Play”: Jake Gyllenhaal estrelará este novo drama esportivo, escrito por Chris McCoy. O filme, adquirido pelo Amazon MGM Studios, reforça a parceria entre o ator e o estúdio após o sucesso de “Matador de Aluguel”. Os detalhes da trama ainda são mantidos em sigilo.

Críticas e Expectativas

Enquanto “Quando o Céu se Engana” tem recebido críticas mistas, com destaque para a atuação de Keanu Reeves, mas apontando falhas no roteiro e na direção, a expectativa para novas séries como “Scarpetta: Médica Legista” e projetos futuros como “Play by Play” permanece alta entre os assinantes da plataforma.

Fontes