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Quais os benefícios na implementação de wallets no e-commerce?

A discussão sobre meios de pagamento no e-commerce não se trata mais apenas em oferecer cartão, boleto ou Pix. O mercado entrou em uma nova fase, em que a experiência de pagamento se tornaparte decisiva da conversão. Assim, as wallets (carteiras digitais), como Apple Pay, Google Pay, e Nupay, ganham espaço porque reduzem atrito, aceleram a jornada de compra e criam novas possibilidades de relacionamento entre consumidor, varejista e instituiçãofinanceira.

Na prática, uma wallet não é apenas mais um botão no checkout. Ela representa um ambiente de pagamento seguro, usando biometria para confirmar a identidade do comprador. Ao incluir um meiode pagamento (cartão de crédito, débito, ou conta bancária com Pix), o pagador precisa entrar no app do banco e autorizar a inclusão do meio de pagamento na carteira. Uma vez adicionado o meio de pagamento a carteira, ele pode ser usado somente usando a biometriado seu dispositivo. A autenticação é simplificada e, em alguns casos, oferece benefícios adicionais para o usuário. Isso muda bastante a lógica da compra online. Em vez de preencher dados, revisar informações e passar por etapas mais longas, o cliente concluia transação com menos esforço e mais segurança. E, no e-commerce, reduzir fricção impacta diretamente na  melhoria de conversão, e elimina o risco de uma loja receber um pagamento de um fraudador usando um cartão de crédito roubado.

Esse avanço ajuda a explicar por que o tema passou a chamar mais atenção de operações digitais. determinadas wallets já disputam espaço com meios tradicionais de pagamento dentro da mesma basede clientes.

Esse é um detalhe importante. O consumidor não adota uma nova forma de pagamento apenas porque ela existe. A adoção costuma acontecer quando há uma proposta de valor clara. Facilidade é partedessa equação. O uso também aumenta quando a wallet entrega uma vantagem perceptível, seja na experiência, seja na gestão financeira da compra. Quando isso acontece, a implementação do novo método no checkout deixa de ser só uma etapa operacional e passa afuncionar como uma extensão da estratégia comercial.

Para o e-commerce, o primeiro benefício é menos fricção na finalização da compra. Quanto mais simples for o pagamento, menores tendem a ser as chancesde abandono de carrinho. Isso vale especialmente para compras por celular, onde qualquer etapa extra pesa mais. Uma wallet bem implementada encurta esse caminho, reduz digitação e melhora a fluidez.

O segundo benefício está na segurança percebida pelo consumidor. Em vez de inserir os dados do cartão diretamente em cada compra, o usuário recorre a um ambiente com o qual já tem familiaridade.Esse fator pode parecer subjetivo, mas influencia bastante o comportamento de compra. Em muitos casos, a confiança no meio de pagamento ajuda a destravar a confiança no próprio lojista, sobretudo em operações de primeira compra.

Há também uma vantagem estratégica que costuma ser subestimada: wallets podem funcionar como instrumento de aumento de aprovação e ampliação de acesso ao pagamento. Dependendo do arranjo, elaspermitem combinar saldo em conta, crédito, limite adicional ou outras camadas de conveniência financeira. Para o consumidor, isso pode facilitar uma compra que talvez não acontecesse por um meio tradicional isolado. Para o varejo, isso significa menos perdade venda por barreira de pagamento.

Porém, nem toda wallet gera resultado da mesma forma. O mercado já viu casos em que a adoção cresceu com força no início, sustentada por subsídios, cashback ou incentivos promocionais, masperdeu fôlego assim que esses estímulos foram reduzidos. Isso mostra que a implementação, sozinha, não garante relevância. O uso recorrente depende de uma equação mais sólida, que combine conveniência real, benefício claro e aderência ao perfil da base declientes.

Por isso, a decisão de implementar wallets no e-commerce não deve ser tratada como tendência ou novidade de checkout. Ela precisa ser analisada como parte da estratégia de conversão da loja.A pergunta não é quais carteiras oferecer, mas quais delas fazem sentido para o público, para a recorrência de compra e para o contexto da operação.

Marketplaces podem aumentar concorrência e democratizar preços de medicamentos, diz camara-e.net

A Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) avalia que a ampliação da venda de medicamentos por meio de marketplaces pode aumentar a concorrência no setor e contribuir para a redução de preços ao consumidor.

Segundo a entidade, plataformas digitais ampliam a transparência ao permitir comparação direta entre ofertas, o que tende a pressionar margens e estimular maior eficiência entre farmácias. Além disso, permitem que farmácias pequenas e sem capacidade financeira de criar e manter sites próprios, possam concorrer em um mercado que hoje é dominado por grandes redes farmacêuticas. Marketplaces reduzem custos de busca e de transação e ampliam o alcance de farmácias, com efeitos positivos sobre a dinâmica competitiva do setor.

A camara-e.net destaca que o modelo mantém a responsabilidade técnica das farmácias e deve operar dentro das regras sanitárias vigentes. Para a entidade, o avanço desses canais pode contribuir para um ambiente mais competitivo e eficiente, com impacto direto sobre preços e acesso.

IA na engenharia financeira: velocidade na construção, modernização e personalização do software bancário

Nos últimos 30 anos, o setor financeiro passou por diversas revoluções tecnológicas. Primeiro vieram os caixas eletrônicos, que tiraram parte das operações das agências. Depois surgiram os internet bankings e, mais tarde, os aplicativosmóveis, que colocaram o banco à disposição do cliente, em qualquer hora e a qualquer momento.

Apesar dessas transformações, havia algo que permanecia praticamente sem alteração: a forma como os sistemas financeiros eram construídos.

Equipes grandes, ciclos de desenvolvimento longos e processos complexos sempre fizeram parte da criação de tecnologia bancária. Mesmo com novas linguagens de programação ou novas interfaces, a maneira de se construir um softwarecontinuava essencialmente a mesma.

Agora, estamos entrando em um novo momento. A inteligência artificial começa a transformar não apenas a experiência do cliente bancário, mas a própria engenharia por trás das plataformas financeiras.

A nova velocidade da inovação financeira

Com a hiperconectividade do sistema financeiro, hoje, uma simples compra online pode envolver uma cadeia complexa de integrações: Pix, cartões, gateways, bancos, wallets e plataformas digitais. Essa infraestrutura exige sistemascada vez mais complexos e robustos para suportar as operações. Acontece que, até pouco tempo atrás, a velocidade de construção dessas soluções não acompanhava a velocidade das mudanças do mercado.

É nesse ponto que ferramentas baseadas em IA estão acelerando a modernização de sistemas legados, automatizando etapas do desenvolvimento, permitindo ciclos de testes mais rápidos e viabilizando a personalização de aplicaçõesfinanceiras em escala.

Esse avanço acompanha uma tendência mais ampla dessa indústria. De acordo com a Gartner, até 2028, cerca de 75% dos desenvolvedores de software utilizarão assistentes de IA em suas rotinas, o que deve acelerar a produtividadee transformar o ciclo de desenvolvimento como conhecemos hoje.

O novo diferencial competitivo dos bancos

Durante décadas, bancos competiam principalmente por escala ou por capilaridade. Depois vieram as fintechs, que trouxeram a vantagem da experiência digital. Agora surge um novo diferencial competitivo: a capacidade de inovar rapidamente.

Isso não significa que desenvolver software bancário ficou simples. Pelo contrário. As equipes precisam ser cada vez mais multidisciplinares, capacitadas e especializadas. Mas uma mudança é inegável: a velocidade com que novassoluções podem ser concebidas, desenvolvidas e levadas ao mercado aumentou de forma significativa.

Isso se aplica a novos meios de pagamento, experiências digitais personalizadas, soluções de crédito e serviços financeiros integrados a ecossistemas digitais cada vez mais amplos.

Velocidade como estratégia: a transformação começa dentro de casa

Essa transformação no setor financeiro não se resume à adoção de novas tecnologias na ponta, nem apenas à criação de novos produtos. O movimento mais significativo acontece dentro das próprias áreas de tecnologia.

O desafio passa a ser como incorporar a inteligência artificial no dia a dia de seus processos de desenvolvimento, desde a concepção até a entrega, para melhorar a experiência dos clientes, mas, principalmente, para aumentar avelocidade com que essas experiências chegam ao mercado. Em um ambiente marcado por ecossistemas cada vez mais interconectados, é preciso encurtar o caminho entre a ideia, desenvolvimento e a execução.

Nesse contexto, bancos, fintechs e empresas de tecnologia financeira que conseguirem evoluir suas plataformas digitais com velocidade estarão mais bem posicionados e terão vantagem competitiva. É uma estratégia que está diretamenteconectada a essa mudança estrutural: acelerar a entrega de valor de forma consistente.

*Jorge Iglesias é CEO da Topaz, empresa do Grupo Stefanini especializada em soluções financeiras digitais.

BackChannel e Nuvemshop se unem para que lojistas façam bonito com estoque de grandes marcas e descontos de até 80%

BackChannel, plataforma B2B que conecta grandes marcas e fabricantes a uma base de compradores, anuncia uma parceria com a Nuvemshop, maior plataforma de e-commerce da América Latina. A iniciativa amplia o acesso de lojistas digitais a produtos de grandes marcas com descontos que podem chegar a 80%, criando novas oportunidades para as marcas que querem se destacar e escalar seus negócios.

Por meio da parceria, lojistas que usam a Nuvemshop podem acessar o marketplace da BackChannel para adquirir lotes de produtos originais diretamente de fabricantes, distribuidores e grandes redes varejistas. A proposta é permitir que as marcas ampliem o sortimento de suas lojas virtuais com itens de alta demanda e margens competitivas, sem a necessidade de negociações complexas ou grandes volumes de compra.

“A ideia é simplificar o acesso a produtos de grandes marcas para quem vende online. Muitos lojistas têm capacidade de venda, mas encontram dificuldades para acessar bons fornecedores ou condições competitivas. A BackChannel nasce justamente para conectar esses dois lados”, afirma Guillermo Freire, CEO da BackChannel.

“Nossa missão é simplificar o sucesso de quem vende online. Com a BackChannel, eliminamos as barreiras de fornecimento para que cada marca da nossa rede possa elevar o nível do jogo e encantar seus clientes”, afirma Ale Vázquez, presidente e cofundador da Nuvemshop.

A plataforma reúne atualmente mais de R$ 187 milhões em produtos disponíveis, distribuídos em categorias como vestuário, calçados, utilidades domésticas, beleza, alimentos, móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, entre outros. Os produtos são organizados em lotes voltados para revenda, com preços dinâmicos e curadoria orientada para o varejo.

A integração entre BackChannel e Nuvemshop redefine o acesso ao inventário de grandes marcas para o pequeno e médio varejista brasileiro. Ao instalar o aplicativo diretamente em sua loja digital, o lojista rompe barreiras tradicionais de volume mínimo e burocracia, passando a contar com um ecossistema de fornecimento unificado que simplifica a operação logística e financeira.

Além de democratizar o acesso a portfólios premium, a parceria otimiza também a gestão de capital de giro ao oferecer lotes acessíveis a partir de R$ 3 mil. Na prática, a solução impulsiona pequenos e médios empreendedores, ajudando a diversificar seus catálogos com menor risco de ruptura, adquirir produtos com descontos industriais que potencializam as margens de lucro e testar novas categorias com agilidade, tudo de forma nativa e sincronizada ao ambiente de vendas da Nuvemshop.

A BackChannel atua como uma ponte entre empresas com estoques parados e compradores que buscam variedade e preço competitivo. Ao transformar esses estoques em novas oportunidades comerciais, a plataforma contribui ainda para um modelo de consumo mais eficiente e sustentável, reduzindo desperdícios na cadeia de suprimentos.

Como começar

O processo é simples: após realizar o cadastro gratuito no site www.backchannel.com.br, o lojista pode acessar o marketplace da plataforma, explorar os lotes disponíveis e adquirir produtos para revenda em sua loja virtual.

A parceria com a Nuvemshop facilita o acesso de empreendedores digitais a novas oportunidades de compra, permitindo que lojas online ampliem rapidamente seu catálogo com produtos de grandes marcas e condições competitivas.

Amazon acelera expansão no Brasil e chega a 300 centros logísticos, oferecendo a opção de entrega mais rápida entre os principais e-commerces do país

A Amazon encerrou o primeiro trimestre de 2026 alcançando dois marcos históricos no Brasil: a expansão para 300 centros logísticos operados com tecnologia Amazon, distribuídos por todos os estados brasileiros e contribuindo para a geração de milhares de oportunidades de emprego; e a oferta da opção de entrega mais rápida entre os principais e-commerces do país, com ampla variedade de produtos chegando em poucas horas nas principais cidades e, em áreas selecionadas, em até 15 minutos.
 

Nos últimos seis anos, a Amazon expandiu sua rede logística no Brasil a uma média de quase um novo centro por semana. Em 2026, esse ritmo triplicou, atingindo uma média de três novos centros inaugurados a cada semana, refletindo na redução dos prazos de entrega por todo o país. A expansão do Brasil é uma das prioridades de investimento global da empresa; em apenas seis anos de operações de varejo, a Amazon Brasil criou uma das maiores redes de infraestrutura logística do país, proporcionando aos clientes acesso a milhões de produtos, com preços competitivos e entregas cada vez mais rápidas e convenientes. Os membros do Amazon Prime economizam ainda mais com frete grátis ilimitado em milhões de produtos e têm acesso a ofertas exclusivas, entretenimento, transmissões esportivas no Prime Video, mais de 100 milhões de músicas e podcasts sem anúncios no Amazon Music Prime, jogos gratuitos com o Amazon Luna, além de centenas de revistas e e-books.

A expansão da Amazon no Brasil serve a um único objetivo: criar experiências cada vez melhores para seus clientes em todo o país, entregando a maior seleção possível de produtos mais rápido do que nunca. Essa evolução foi resultado de investimentos estratégicos, inovação tecnológica desenvolvida por equipes locais e uma expansão logística sem precedentes no país. A rede da Amazon cresceu de 1 para 300 centros logísticos em apenas seis anos, sempre com o mesmo propósito: colocar a conveniência no centro da vida dos brasileiros.

Ampliando o Acesso: Chegando aos Clientes em Todas as Regiões

Com mais de 100 novos centros inaugurados somente em 2025, a Amazon realiza entregas porta a porta para consumidores em uma ampla variedade de destinos — das regiões ribeirinhas da Amazônia às favelas de São Paulo e do Rio de Janeiro, ampliando o acesso ao e-commerce e à conveniência do dia a dia de todos os brasileiros.

A expansão da Amazon no Brasil vai além do Sudeste: mais de 100 centros logísticos estão localizados nas regiões Norte e Nordeste, com presença em mais de 50 cidades no Norte e 40 no Nordeste. A isso se somam 10 centros no Centro-Oeste e 40 no Sul. Essa descentralização logística permite que a Amazon atenda seus clientes com mais rapidez e confiabilidade além das grandes cidades brasileiras, ampliando o acesso a uma ampla seleção de produtos nacionais e internacionais a preços competitivos.

Somos obcecados pelos nossos clientes — e é essa obsessão que nos impulsiona a continuar inovando e elevando o patamar do e-commerce no Brasil. Estamos investindo no país para oferecer flexibilidade e conveniência reais, independentemente de onde nossos clientes estejam. Seja em 15 minutos, no mesmo dia em uma janela de horário agendado ou consolidado em um único dia da semana com o ‘Seu Dia de Entregas Amazon’, os brasileiros podem contar com a Amazon de diferentes formas.” — Ricardo Pagani, Diretor de Operações, Amazon Brasil

Além das entregas, o Amazon Prime é a assinatura no Brasil que reúne tudo o que os brasileiros amam: ofertas exclusivas, Prime Video com futebol ao vivo e entrega gratuita de produtos de supermercado em minutos.” — Ricardo Pagani

Investindo em Escala: Infraestrutura, Tecnologia e IA

Esse crescimento se apoia nos investimentos de longo prazo da Amazon no Brasil, que totalizam mais de R$ 55 bilhões ao longo da última década, com 19 centros de distribuição em sete estados brasileiros, sete dos quais foram inaugurados ano passado. A implementação estratégica de inteligência artificial e automação, desenvolvida pelas equipes locais da Amazon, foi fundamental para essa expansão: a IA otimiza rotas em tempo real, prevê a demanda e faz com que cada pacote chegue no menor tempo possível. Essa abordagem tecnológica reduziu em 77% o tempo de implementação de cada novo centro logístico e viabilizou o crescimento acelerado da rede.

Nosso investimento no Brasil é de longo prazo, e isso se reflete em resultados concretos para os brasileiros. Em 2025, alcançamos as velocidades de entrega mais rápidas de nossa história: mais de 50 milhões de itens Prime foram entregues no mesmo dia ou no dia seguinte. E agora, com o Amazon Now, estamos levando a conveniência a um novo patamar — entregando produtos essenciais em minutos. Mas velocidade, para nós, não é apenas uma questão de tempo: é sobre democratizar o acesso. Queremos que todo brasileiro, seja no interior do Amazonas ou em uma favela, tenha a mesma experiência de excelência. É isso que nos motiva a continuar investindo e inovando no país.” — Ricardo Pagani

3 dicas para as empresas não errarem no uso do IA 

A rápida adoção de inteligência artificial pelas empresas tem ampliado o debate sobre seu uso seguro. Atualmente, mais de 80% das organizações já utilizam inteligência artificial em alguma função do negócio, segundo a McKinsey. Nesse contexto, ganham espaço ferramentas como o “vibe coding”, prática que permite que funcionários criem sistemas com IA usando comandos simples. Apesar do ganho de produtividade, especialistas alertam que a ausência de controle técnico pode ampliar riscos à segurança da informação.  

Para Mateus Magno, CEO da Magnotech, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de Inteligência Artificial para negócios, o controle deixou de ser um tema secundário. Ele deve ocupar o centro das decisões no uso da IA. 

“Com a evolução das ferramentas, o papel da engenharia mudou. O foco não é mais apenas produzir código, mas definir arquitetura, garantir consistência, validar decisões automatizadas e orquestrar sistemas híbridos. É isso que permite capturar valor com segurança”, afirma.

Principais riscos 

O especialista explica que os principais riscos  de usar o vib coding sem controle surgem quando os sistemas ficam desprotegidos, processos automáticos apresentam falhas ou quando a IA cria códigos que não seguem o padrão da empresa, o que pode gerar erros e vulnerabilidades.

O problema se agrava com o chamado “shadow AI”, que é quando funcionários utilizam ferramentas de IA por conta própria, sem conhecimento ou controle da empresa. Nesses casos, aumenta o risco de falhas e até de exposição de informações sensíveis.

Para evitar esses riscos, Magno propõe três tipos de controle:

1 – Definir o uso
Estabelecer quais ferramentas podem ser usadas, por quais equipes e em quais situações. Isso ajuda a ter mais controle sobre o uso da IA.

2 – Revisão técnica periódica
Revisar códigos, validar sistemas e fazer testes com frequência para garantir que tudo siga os padrões da empresa.

3 – Definir limites para decisões

Determinar quando a IA pode agir sozinha e quando precisa de revisão humana, principalmente em processos importantes. Isso evita erros e mantém o controle.

Para o especialista, a capacidade de ampliar o uso da IA com controle deve se tornar um diferencial de crescimento. “A IA pode escrever códigos, automatizar processos e acelerar decisões. Mas ainda cabe ao time humano definir o que deve ser feito, como isso será usado e quais riscos são aceitáveis. É nesse ponto que o futuro das organizações começa a ser definido”, conclui.  

Só 22% das PMEs usam IA de forma estruturada no Brasil, aponta estudo do G4

A adoção de inteligência artificial (IA) pelas pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras ainda está longe de atingir maturidade operacional, apesar do forte reconhecimento de sua importância estratégica. É o que mostra um estudo conduzido em 2026 pelo G4, maior plataforma brasileira de soluções corporativas para PMEs, que ouviu empreendedores de todo o país.

De acordo com o levantamento, apenas 22% das pequenas e médias empresas (PMEs) utilizam a IA de forma estruturada em suas operações. O dado contrasta com a percepção de relevância: 59,1% dos empresários afirmam que a tecnologia será crucial para o sucesso de seus negócios já em 2026. Ainda assim, 53% reconhecem a importância da IA, mas dizem não saber como implementá-la, enquanto 38% admitem operar com processos considerados “artesanais”, baseados em planilhas e dependentes de pessoas chave.

O cenário evidencia um descompasso entre intenção e execução, – um “gap” que tem limitado o avanço da transformação digital no segmento. Para Tallis Gomes, cofundador e presidente do G4, o desafio não está mais na conscientização, mas na aplicação prática. Segundo o executivo, as empresas já entenderam que precisam incorporar IA no dia a dia, porém ainda carecem de direcionamento, capacitação e ferramentas adequadas para transformar essa ambição em resultados concretos.

Como complemento a esse diagnóstico, um relatório da Adobe, que avaliou o uso de inteligência artificial por PMEs no Brasil entre 2023 e 2025, mostra que empresas de menor porte enfrentaram obstáculos semelhantes, especialmente em governança de dados, capacitação técnica e clareza de retorno sobre investimento.

Por outro lado, os dados mostram que a IA já é uma realidade entre as PMEs. Pesquisa da Microsoft aponta que 75% das PMEs brasileiras estão otimistas quanto ao impacto da IA em seus negócios, enquanto um levantamento do Sebrae indica que 44% dos pequenos empreendedores já utilizam algum tipo de inteligência artificial, sinalizando que a adoção está em curso — ainda que de forma inicial e pouco estruturada.

A combinação desses dados sugere que a inteligência artificial já deixou de ser apenas uma promessa e passou a ocupar um papel central na competitividade das empresas. No entanto, a capacidade de transformar essa tecnologia em ganhos reais de produtividade e eficiência ainda depende de avanço em maturidade operacional, formação de equipes e integração estratégica.

Nesse contexto, especialistas apontam que as PMEs que conseguirem estruturar o uso da IA com foco em aplicação prática, capacitação contínua e geração rápida de valor tendem a sair na frente — consolidando vantagem competitiva em um mercado cada vez mais orientado por dados.

Rappi PRO firma parceria com a Iberia e passa a oferecer acúmulo de milhas em compras no app

 O Rappi anuncia uma nova parceria estratégica com o Iberia Club, clube de benefícios da companhia aérea espanhola líder em conectividade entre a América Latina e a Europa, que permite aos usuários transformar compras do dia a dia em benefícios para viagens. A partir de agora, assinantes do Rappi PRO e Rappi PRO Black podem acumular pontos Avios ao realizar pedidos pelo aplicativo.

A mecânica é simples: a cada compra elegível acima de R$ 100, o usuário acumula 1 Avios para cada dólar gasto, além de receber 1 ponto Elite a cada 10 pontos Avios acumulados, contribuindo também para a progressão de status dentro do programa de fidelidade da Iberia.

O benefício é válido para pedidos realizados no Brasil em diferentes categorias da plataforma, como restaurantes, supermercados e e-commerce. O cálculo considera apenas o valor dos produtos adquiridos, sem incluir taxas adicionais como frete, gorjetas ou serviços.

A parceria oferece aos usuários uma nova forma de transformar despesas recorrentes em vantagens concretas, aproximando cada pedido do próximo destino. Para começar a acumular pontos, basta acessar a seção de “Loyalty” no aplicativo do Rappi, vincular a conta ao Iberia Club e selecionar o programa como preferido. A partir disso, os Avios passam a ser acumulados automaticamente a cada compra elegível.

A iniciativa, focada no universo de viagens, amplia os benefícios da assinatura Rappi PRO ao conectar consumo cotidiano a experiências futuras. O movimento também acompanha uma tendência crescente no mercado de fidelidade, em que plataformas digitais passam a integrar programas de recompensas para aumentar engajamento e recorrência.

Além da novidade, assinantes Rappi PRO também têm acesso a benefícios como entregas gratuitas ilimitadas, atendimento prioritário e descontos exclusivos no aplicativo.

*Confira os Termos e Condições aplicáveis aqui.

Logística mais limpa: alternativa ao plástico stretch une eficiência e retorno financeiro

Você sabia que empresas logísticas chegam a gastar um quilo de filme plástico apenas para manter a carga presa ao pallet de transporte? O material descartável não pode ser reaproveitado pelo setor e é descartado após o uso. Conhecido como ‘stretch’, a solução ainda é utilizada por quase todo setor logístico, mas o cenário pode mudar com uma inovação brasileira: as cintas reutilizáveis. O recurso desenvolvido pelo engenheiro Leandro da Silva Hiebl, CEO da AgilFix, já impediu o uso de mais de 7500 toneladas de plástico em uma década de comercialização. 

O executivo explica que, além de gerar um volume massivo de resíduos, o plástico descartável representa um custo recorrente elevado para as empresas. “Em um cenário em que práticas ESG ganham protagonismo, reduzir esse desperdício deixou de ser apenas uma questão ambiental e passou a ser também uma decisão estratégica. O empresário conta que, fazendo a troca, é possível obter o Retorno sobre Investimento (ROI) em até três meses em alguns casos”, afirma. 

Sustentabilidade como pilar estratégico da logística

O CEO da AgilFix, que hoje produz cerca de 17 mil cintas reutilizáveis por mês e já conta com os produtos em praticamente todo território nacional, destaca que os temas da sustentabilidade e das práticas ESG se tornaram um pilar que as empresas logísticas precisam alcançar para crescer no mercado. No entanto, o investimento neste tipo de solução reutilizável não é apenas uma decisão guiada pela cultura das empresas, mas, sobretudo, pela eficiência financeira e operacional.

Para facilitar essa análise, a AgilFix desenvolveu uma calculadora própria, que estima a economia e a redução de emissões de CO₂ com base no volume de pallets movimentados. Ao substituir um insumo descartável por um produto reutilizável com vida útil de até 5 anos, a AgilFix transforma a lógica de consumo dentro da logística, mostrando que eficiência operacional e sustentabilidade podem caminhar juntas. O ganho não é só ambiental e financeiro: em termos de produtividade, a solução também se destaca, com aplicação em menos de 45 segundos por pallet, chegando a ser até três vezes mais rápida do que o uso do filme stretch.

Outro ponto, é que com os conflitos no Oriente Médio, o preço do plástico no mercado brasileiro passou por reajustes expressivos com a alta do petróleo. Nesse sentido, Hiebl explica que a demanda por soluções reutilizáveis segue uma trajetória de ascensão nos últimos meses e pode indicar uma escolha sustentável e economicamente mais segura para lidar com diferentes cenários geopolíticos. “Na ponta do lápis, as soluções reutilizáveis são a melhor escolha, o que falta é uma ampliação no interesse das empresas em mudar um modelo tradicional para um mais eficiente”, conclui o executivo. 

Dia das Mães deve movimentar mais de R$ 11 bilhões no e-commerce em 2026, segundo ABIACOM

O comércio eletrônico brasileiro deve registrar mais um Dia das Mães positivo em 2026. A data, considerada uma das mais importantes para o varejo, tem expectativa de movimentar R$ 11,06 bilhões,segundo projeções do setor. Isso representa um crescimento em relação aos R$ 9,98 bilhões registrados em 2025.

O incremento nas vendas também deve avançar, passando de R$ 1,48 bilhão em 2025 para R$ 1,68 bilhão em 2026, e indicando a força da data para o consumo. Apesar disso, o ritmo de crescimentotende a ser mais moderado, com alta estimada de 10,78%.

Outro indicativo da estabilidade do consumo está no ticket médio, que deve se manter estável, chegando a R$ 598,23. Já o número de pedidos deve atingir os 18,49 milhões, refletindo o aumentono volume de compras. A combinação entre esses fatores indica que o consumidor deve manter a tradição de presentear, mas com maior atenção ao orçamento.

“Mesmo em um cenário de crescimento mais equilibrado, o Dia das Mães segue como uma data estratégica para o varejo, impulsionada pelo apelo emocional e pela diversidade de categorias de produtos.O aumento no número de pedidos mostra um consumidor presente, ainda que mais cauteloso nas escolhas”, destaca Fernando Mansano, presidente da ABIACOM.

Giuliana Flores espera até 30 mil pedidos para a data

A Giuliana Flores projeta crescimento de 15% nas vendas para o Dia das Mães de 2026, apoiada em uma campanha que propõe um novo olhar sobre a figura materna ao resgatar a mulher antes da maternidade.A expectativa atingir a marca de 28 a 30 mil pedidos durante a semana que antecede a data, com foco em categorias clássicas e afetivas, como buquês de flores, plantas e cestas de café da manhã.

“Para o Dia das Mães, desenvolvemos uma campanha que convida a olhar para a mulher além da maternidade, valorizando sua história e individualidade. Reunimos um portfólio com mais de 10 milopções no site para atender todos os perfis de mães, reforçando nosso compromisso em traduzir, por meio dos presentes, o carinho e o afeto que tornam essa data tão especial”, compartilha Clóvis Souza, CEO da Giuliana Flores.