Início Site Página 230

“Uber” das Lavanderias chega aos condomínios do Brasil

digitalização da rotina condominial ganhou um novo capítulo com o lançamento do Laundry in Box, solução criada pela Lavanderia 60 Minutos, que transforma smart wardrobes em pontos de coleta e devolução de roupas higienizadas. Instalado diretamente nas áreas comuns dos edifícios, o sistema funciona como um “Uber das Lavanderias”: o morador deposita as roupas sujas, realiza o pagamento via aplicativo e recebe de volta, no mesmo compartimento, as peças limpas e embaladas, em até 24 horas, sem contato físico e com rastreamento em tempo real. A proposta une conveniência, tecnologia e sustentabilidade para atender a uma demanda crescente por serviços sob demanda em ambientes residenciais. A expectativa é atingir 2 mil unidades instaladas até o fim de 2025, com operação já iniciada em São Paulo.

O funcionamento é simples: os armários são instalados sem necessidade de obras, intervenções estruturais ou consumo de energia do condomínio. O síndico autoriza a instalação e, a partir daí, o serviço é ativado com apoio da equipe do Grupo Hi, holding por trás da Lavanderia 60 Minutos responsável por toda a logística de coleta, lavagem e devolução. A lavagem é realizada por unidades franqueadas da rede, com tecnologia própria, baixo consumo de água (48 litros por ciclo) e insumos biodegradáveis. Com isso, os condomínios passam a oferecer aos moradores um serviço essencial e de alta qualidade, sem nenhum custo de manutenção, sem necessidade de pessoal interno e com total autonomia do usuário final.

O modelo tem se mostrado especialmente atrativo em grandes centros urbanos, onde o tempo é cada vez mais escasso e a praticidade virou prioridade. “Ao eliminar deslocamentos até lavanderias externas, filas e processos manuais, o Laundry in Box proporciona uma nova experiência de consumo, que se alinha à tendência de automação dos serviços domésticos e à preferência por soluções acessadas pelo celular”, pontua Isaelson Oliveira, CEO do Grupo Hi. Ele explica que a proposta é tornar a lavagem de roupas tão simples quanto pedir uma refeição ou um carro por aplicativo, transformando o cotidiano do condomínio em um ambiente mais moderno, fluido e conectado. “Temos visto o mercado de serviços evoluir de forma muito rápida, e o Laundry in Box é a nossa resposta a essa tendência”, ressalta.

A difusão do serviço faz parte do plano estratégico do Grupo Hi, que já implantou 50 unidades em São Paulo. A estimativa de expansão acompanha a própria trajetória de crescimento da holding, que encerrou 2024 com R$ 54 milhões em faturamento e prevê alcançar R$ 75 milhões até o final de 2025. Com quase 1000 lojas em operação, a holding também está em processo de internacionalização, com investimento inicial de € 1 milhão em Portugal, onde pretende consolidar sua atuação na Europa e se preparar para um IPO até 2027, com meta de atingir R$ 1 bilhão em valor de mercado. “Para os síndicos, a solução representa mais do que uma comodidade: é uma forma de valorizar o condomínio, agregar inovação ao dia a dia dos moradores e se alinhar às novas expectativas do mercado imobiliário”, complementa Isaelson. A presença do Laundry in Box pode ser destacada como um diferencial competitivo na venda e locação de unidades, reforçando o posicionamento de condomínios que investem em serviços inteligentes, sustentáveis e centrados na experiência do usuário.

E-commerce infantil no Brasil cresce com personalização e novos hábitos de consumo familiar

O mercado infantil vem se consolidando como uma das grandes apostas do e-commerce brasileiro. Impulsionado por mudanças nos hábitos de consumo das famílias, o setor tem experimentado um crescimento expressivo nos últimos anos, com destaque para segmentos como roupas, brinquedos, artigos de papelaria e cuidados pessoais. Segundo dados da Nuvemshop, as vendas online de produtos infantis cresceram 54% em 2023, com mais de 1,4 milhão de pedidos realizados por meio da plataforma. A tendência reflete não apenas o avanço da digitalização dos consumidores, mas também a maior diversificação da oferta voltada ao público infantil.

Esse crescimento está alinhado ao panorama geral do comércio eletrônico no país. De acordo com o Webshoppers 48, da NielsenIQ|Ebit, o e-commerce brasileiro fechou 2023 com R$ 185,7 bilhões em faturamento, dos quais uma parcela crescente é atribuída a nichos como o infantil. Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) indicam que as categorias de brinquedos e moda infantil figuram entre as dez mais vendidas no e-commerce nacional. A pandemia acelerou essa digitalização, mas os números demonstram que a tendência se manteve mesmo com a reabertura das lojas físicas.

Além do aumento no volume de vendas, o setor também evolui em termos de sofisticação. Marcas e plataformas têm investido em personalização, experiência do usuário (UX) e curadoria especializada para atender aos diferentes perfis de famílias e faixas etárias. Segundo levantamento da Bornlogic, empresas do setor que apostaram em estratégias digitais omnichannel apresentaram aumento de até 40% nas taxas de conversão em campanhas de produtos infantis em 2023. A presença de influenciadores mirins nas redes sociais também tem ganhado relevância nas decisões de compra dos pais, ampliando o alcance e a influência das marcas.

Outro fator que impulsiona o setor é a crescente preocupação das famílias com saúde, nutrição e sustentabilidade — especialmente no consumo voltado ao público infantil. Produtos orgânicos, roupas de algodão reciclado, brinquedos educativos e cosméticos com fórmulas naturais seguem em alta, mas o destaque recente vai para a alimentação infantil, que passou por uma transformação significativa na última década. Pais mais informados passaram a buscar alimentos clean label, livres de aditivos artificiais e com ingredientes reconhecíveis, priorizando marcas que oferecem produtos naturais e opções orgânicas desde as primeiras fases da introdução alimentar. Segundo a Euromonitor International, o Brasil já é o segundo maior mercado de produtos naturais e orgânicos da América Latina, com crescimento acelerado no setor infantil, especialmente nas capitais. Esse cenário tem impulsionado também o surgimento de marcas nativas digitais, modelos por assinatura de refeições saudáveis e a expansão de pequenos e médios empreendedores que atuam com produção artesanal ou local, vendendo diretamente por canais digitais.

Com consumidores mais conectados, exigentes e atentos à experiência de compra, o e-commerce infantil se posiciona como uma nova fronteira em expansão no comércio eletrônico nacional, destaca Rebecca Fischerco-fundadora e Chief Strategy Officer (CSO) da Divibank. “O desafio, agora, está em manter a escalabilidade sem perder a personalização, além de seguir inovando em logística, segurança digital e atendimento. Ao que tudo indica, atender crianças passou a ser também uma forma de fidelizar adultos — e ganhar espaço em um dos segmentos mais promissores do e-commerce brasileiro”, afirma.

Etiquetas inteligentes: como o e-commerce e o varejo omnichannel estão transformando a logística com tecnologia e eficiência

Na era da experiência integrada e sem atrito, o varejo omnichannel deixou de ser tendência e se tornou uma realidade. Cada vez mais, consumidores navegam por diferentes canais de compra – online, físico, aplicativos e redes sociais – esperando encontrar produtos disponíveis com conveniência, agilidade e segurança. Nesse cenário, tecnologias como o RFID (Identificação por Radiofrequência) têm desempenhado um papel fundamental para garantir visibilidade em tempo real dos estoques, reduzir perdas e melhorar a experiência do cliente.

Segundo Thiago Cergol, gerente de desenvolvimento de novos negócios de Solutions Group da Avery Dennison, a adoção de etiquetas RFID tem revolucionado a gestão logística e o e-commerce. “Ao integrar uma etiqueta RFID a cada produto, é possível criar uma identidade digital única. Isso permite rastrear o item desde o centro de distribuição até a entrega final, com máxima transparência e segurança. Essa visibilidade em tempo real fornece respostas mais rápidas, além de evitar erros no estoque, reduzir erros humanos em inventários, impulsionar a automação e a eficiência de processos”, explica o executivo.

A tecnologia também facilita a integração entre lojas físicas, centros de distribuição e canais digitais, viabilizando estratégias como o envio direto da loja mais próxima e a retirada de produtos em pontos físicos. “O RFID oferece uma base sólida para que o varejo amplie sua presença online sem comprometer o controle dos estoques. Assim, as lojas físicas podem funcionar como pontos de envio, agilizando as entregas e reduzindo custos logísticos”, completa Cergol.

Cadeias logísticas mais eficientes: cases que inspiram

O impacto da tecnologia RFID já pode ser mensurado em casos reais. No Brasil, o Grupo Boticário implementou a tecnologia com o objetivo de obter rastreabilidade de ponta a ponta em sua complexa cadeia de suprimentos. Como resultado, a companhia registrou uma redução de até 97% nas faltas de produtos, mais de 50% de aumento na identificação de falhas ocultas, redução de 14% na mão de obra e aumento significativo na receita. “Foi uma transformação completa em agilidade, visibilidade e eficiência”, reforça Cergol.

Outro exemplo vem da Jetrosoft, empresa colombiana especializada em tecnologia sob medida e transformação digital. Com o desafio de ampliar a rastreabilidade e o controle logístico de seus clientes, especialmente na cadeia de suprimentos da indústria alimentícia, a companhia implementou com sucesso as soluções RFID da Avery Dennison. A adoção da tecnologia permitiu à Jetrosoft automatizar processos, rastrear ativos como cestos plásticos retornáveis e aumentar a visibilidade em diferentes pontos da rede de distribuição. A colaboração com a Avery Dennison otimizou a operação logística dos clientes da companhia, elevando a eficiência e consolidando sua posição no mercado.

Sustentabilidade integrada: menos resíduos, mais inovação

Além da rastreabilidade e eficiência, novas soluções têm permitido que diferentes empresas reforcem o compromisso ambiental de suas operações, especialmente no universo de aplicações logísticas, incluindo o e-commerce.

De acordo com Renato Rafael, gerente de produtos para rótulos e etiquetas da Avery Dennison na América Latina, soluções como as etiquetas Linerless, vêm sendo cada vez mais demandadas por seus benefícios operacionais e ambientais. “Ao eliminar o liner – a base descartável das etiquetas –, reduzimos drasticamente o volume de resíduos nas operações logísticas. Isso contribui para uma menor pegada de carbono, menos uso de água e mais produtividade em ambientes que exigem alta performance e lidam com alto volume de pedidos, como centros de distribuição de e-commerce”, afirma.

Norteada pela crescente demanda sustentável, a Avery Dennison segue ampliando seu portfólio de soluções sob esse aspecto. Além de Linerless, a companhia lançou no Brasil a etiqueta térmica Fasson® Térmico Dry 10% PIR, a primeira do mercado composta por 10% de conteúdo reciclado de resíduo pós-industrial. Produzida em parceria com a Oji Papéis Especiais e a recicladora Polpel, a solução é um marco do programa AD Circular, que busca ampliar a circularidade de materiais utilizados em rótulos e etiquetas, a partir da coleta dos liners dispensados após a etapa de conversão.

“Supermercados, operadores logísticos e e-commerce estão entre os maiores consumidores de etiquetas térmicas. Com o lançamento de uma alternativa reciclada, livre de Bisfenol A e certificada por instituições como a FSC®, oferecemos ao mercado uma opção mais sustentável sem renunciar à performance. Ao reintegrar resíduos industriais ao ciclo produtivo, damos um exemplo concreto de economia circular em ação, um avanço significativo rumo a cadeias mais responsáveis e eficientes”, conclui Renato.

Marcas faturam mais de R$ 5 milhões com método da Comu, no TikTok Shop

A Comu, comunidade dedicada à profissionalização de criadores de conteúdo, vem ganhando destaque no TikTok Shop. Em menos de 50 dias, as marcas associadas à plataforma faturaram mais de R$ 5 milhões. Ao conectar seus membros a campanhas exclusivas de marcas como Guday Gummies, Sallve, Simple Organic, entre outras, no TikTok Shop, o método próprio da COMU permite que pessoas comuns passem a trabalhar na internet, com metas e previsibilidade de receita.

A missão é clara: dar protagonismo a quem quer ganhar dinheiro com vendas nas plataformas digitais. Entre os destaques, está Nevin Mourad que, em 50 dias, alcançou mais de 40 mil seguidores em seu perfil do TikTok e movimentou aproximadamente R$ 1 milhão em vendas, garantindo cerca de R$ 100 mil em comissão. Antes, a criadora que já atuava no  mercado de UGV,  contava com apenas 6 mil seguidores, sem faturamento expressivo.

“Eu dependia de campanhas pontuais. Com a Comu, transformei meu conteúdo em uma renda mensal escalável”, explica Mourad. “Hoje, tenho metas e estratégias para vender 10x mais do que no passado, e isso mudou tudo na minha rotina como criadora”, afirma. Nevin é atualmente a criadora de conteúdo da COMU TOP 1 no ranking do TikTok Shop Brasil.

Assim como ela, outros milhares de membros passaram a faturar, em média, R$ 5 mil por mês, com vendas na plataforma. Do lado das marcas, a Guday Gummies, da influenciadora Manu Cit, fatura mais de R$ 1 milhão por mês no TikTok Shop, em parceria com a Comu.

Para  Gabriel Lira, CEO e fundador da Comu, o diferencial está no desenho da operação:  “As marcas querem vender e escalar suas operações e os criadores de conteúdo querem ser melhor remunerados e é exatamente isso que estamos fazendo. O TikTok Shop não é só marketplace, nem afiliado tradicional e muito menos uma rede social. Estamos falando de uma verdadeira revolução no e-commerce do Brasil, seguindo o sucesso já consolidado em mercados como os EUA e Ásia”, explica.

A Comu atua com marcas nativas digitais, grandes multinacionais e novos talentos do conteúdo. O foco agora é consolidar essa lógica como referência para quem quer vender de forma consistente no TikTok, conectando audiência com estratégia, e influência com resultado

Sustentabilidade como diferencial competitivo para pequenos negócio

Muito além de uma tendência, adotar práticas sustentáveis passou a ser um diferencial competitivo real. Com consumidores cada vez mais atentos ao impacto ambiental de suas escolhas, pequenos negócios têm encontrado na sustentabilidade um caminho estratégico para crescer, fidelizar clientes e se destacar no mercado. Uma pesquisa da Ilumeo revelou que 75% dos entrevistados conhecem o selo “Eu Reciclo”, o estudo também mostra que as certificações sustentáveis já figuram entre os quatro fatores mais importantes na decisão de compra, superando até mesmo a recomendação de amigos. Já 86% dos entrevistados consideram essencial que produtos tenham reconhecimento ambiental.

Esse comportamento reflete um consumidor cada vez mais engajado e atento às práticas sustentáveis das empresas. Nesse cenário, negócios que aliam eficiência, propósito e responsabilidade ambiental conquistam vantagem frente à concorrência. É o caso da KoalaCar, uma microfranquia de limpeza a seco de veículos, com baixo custo, rápido retorno e consciência ambiental. Numa lavagem convencional, consome-se mais de 300 litros de água, mas com os produtos da empresa, esse número é zero.

“Além do menor consumo de água, nós também utilizamos produtos biodegradáveis, técnicas de limpeza a seco e atuamos com o atendimento delivery, o que reduz emissões com deslocamentos desnecessários”, diz Marco Lisboa, CEO e fundador da KoalaCar.

Desde 2019 com a marca, o CEO da KoalaCar listou outros três pontos e vantagens para investir em negócios sustentáveis:

Valorização da marca

Adotar uma postura sustentável não significa, necessariamente, altos investimentos. Os pequenos negócios podem começar com medidas simples, como redução de resíduos, economia de água, reaproveitamento de materiais, uso racional de energia e produtos menos agressivos ao meio ambiente.

Público mais consciente

Os consumidores do mundo inteiro passaram a valorizar marcas com propósito claro, que tenham responsabilidade ambiental e social. Negócios que comunicam bem essas ações conseguem maior engajamento nas redes sociais, mais indicação boca a boca e fidelização de clientes, mesmo em segmentos altamente concorridos.

Caminho sem volta

Com a pressão por metas ESG chegando também às grandes redes, os pequenos negócios que já se adaptaram saem na frente ao serem considerados fornecedores ou parceiros ideais por empresas maiores, que buscam alinhar toda a cadeia de valor à agenda sustentável.

“Implantar o ESG é assumir o compromisso de ser uma empresa relevante, ética e sustentável, capaz de gerar valor para todos os públicos com os quais se relaciona e contribuir para a construção de um futuro melhor. Pensando no futuro da franquia, estamos lançando também o modelo com a bicicleta e moto elétrica e o aspirador de pó a bateria para as higienizações. Já os nossos tecidos de limpeza ecológica suportam até 500 lavagens com sabão de coco neutro e o mínimo de água na limpeza, pois o objetivo da KoalaCar é ter uma conciência ambiental para vez melhor e claro, gerando cada vez menos resíduos”, explica o CEO da marca.

Investimentos em startups recuam, e seletividade dos fundos exige preparo das empresas para captação

O volume global de investimentos em venture capital registrou queda em 2023, refletindo um movimento de maior cautela por parte dos fundos diante de incertezas econômicas e mudanças no apetite por risco. Nesse cenário de seletividade, startups brasileiras que buscam capital precisam demonstrar muito mais do que uma boa ideia para os investidores que esperam planejamento financeiro estruturado, tração comprovada e capacidade de execução estratégica.

De acordo com Marilucia Silva Pertile, CEO e cofundadora da Start Growth, venture capital especializada em negócios de tecnologia, o novo momento exige um perfil mais profissionalizado das startups. “Os fundos querem entender como a empresa pretende utilizar o dinheiro, quais resultados já atingiu e qual o caminho para crescer de forma sustentável. Não há mais espaço para apostas baseadas apenas em potencial”, afirma a executiva, que também atua como mentora de empreendedores e é formada em Administração, com especializações em Valuation de Startups, Gestão Comercial e Planejamento Estratégico.

Segundo levantamento da CB Insights, 35% das startups encerram as atividades por não conseguirem captar recursos, muitas vezes por falta de clareza no modelo de negócios. A Start Growth, que já investiu mais de R$ 40 milhões em rodadas recentes, orienta os empreendedores a apresentarem dados concretos, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente), LTV (Lifetime Value), MRR (Receita Recorrente Mensal) e churn rate.

Desde 2014, a Start Growth já ajudou dezenas de empresas a superar o “vale da morte”, estágio em que o negócio tem potencial, mas ainda não atingiu estabilidade financeira. Entre os casos recentes de sucesso estão a fintech SmartSave, que automatiza o hábito de poupar por meio de microeconomias digitais, e a HRtech Pontomais, com mais de 1 milhão de usuários ativos.

O método de aceleração desenvolvido pela gestora, o Start Growth Method, prevê um ciclo de até três anos entre o investimento inicial e a preparação para uma nova rodada. A abordagem vai além do capital e inclui apoio direto nas áreas de marketing, vendas, gestão financeira e estruturação operacional. “A startup que busca investimento precisa estar pronta para uma parceria de longo prazo. Isso significa maturidade na gestão, capacidade de escalar e visão de mercado”, reforça Marilucia.

O alerta se torna ainda mais relevante à medida que dados globais indicam retração nos aportes. Segundo o relatório Estado Global de Venture Capital 2023, o volume de investimentos caiu em diferentes regiões, tornando os critérios de seleção mais rigorosos. Para os investidores, o diferencial está na execução,  e não apenas na ideia.

As startups interessadas em captar recursos com a Start Growth devem estar em fase inicial, mas com produto validado e primeiras vendas já realizadas. O modelo de negócio precisa demonstrar potencial de escala, especialmente nas verticais de fintechs, martechs, HRtechs e edtechs. 

As rodadas mais recentes, incluindo as voltadas a soluções em inteligência artificial e dados, totalizaram mais de R$20 milhões em aportes entre 2023 e 2024.“O mercado ainda tem capital disponível, mas ele será direcionado para quem prova que está pronto para crescer. Investimento não é prêmio por boas ideias, é aposta em quem tem capacidade de execução”, conclui Marilucia.

Fast Shop completa 39 anos e aposta em social commerce, phygital e serviços como motores de crescimento

Com a missão de cuidar e encantar o cliente por toda a vida, a Fast Shop completa 39 anos apostando cada vez mais em novos formatos de interação. A rede, uma das maiores varejistas de eletroeletrônicos do país, foi uma das pioneiras a operar vendas por meio do TikTok Shop, reafirmando o compromisso com novas tendências de consumo. Ao mesmo tempo, a marca mantém investimentos em lojas físicas com foco na experimentação, relacionamento e conveniência, um dos pilares que sustentam seu sucesso ao longo das décadas.

Para acompanhar os novos hábitos de consumo, a diversificação do portfólio tornou-se um dos vetores de crescimento mais relevantes da companhia, que já ultrapassa o universo dos eletrodomésticos e eletrônicos. “Queremos estar presente na vida de nossos clientes em todos os momentos, com soluções que vão além da tecnologia. Nos últimos meses, passamos a investir em categorias como móveis, artigos de decoração, cama, mesa e banho, além de produtos voltados ao bem-estar e autocuidado”, comenta Eduardo Salem, Diretor de Marketing e Canais Digitais da rede.

Com mais de 80 lojas espalhadas pelo Brasil, a marca aposta em uma experiência de compra conectada, personalizada e omnichannel. Por meio de tecnologias como inteligência artificial e automação, aplicadas desde o atendimento até a logística, a rede leva ao público o conceito de varejo phygital, unindo o melhor do mundo físico e digital para oferecer mais conveniência e conexão.

Para celebrar seu 39º aniversário, um show especial de Nando Reis e seu filho, Sebastião, foi realizado no Hotel Sheraton, em São Paulo, reunindo cerca de 300 convidados, entre executivos da marca, parceiros da indústria e clientes da companhia. Fotos em alta resolução

Também estiveram presentes marcas como JBL, Arno, ASUS e Brastemp, que montaram espaços interativos com demonstração de produtos, cabines fotográficas e sorteio de produtos aos convidados.

Motivos para comemorar

Entre as iniciativas celebradas no aniversário está o sucesso do Fast Shop Cuida, programa de serviços que oferece ao consumidor: instalação de equipamentos, orientação de uso, garantia estendida, suporte técnico, serviços de casa inteligente, além de seguros contra furto e roubo de dispositivos portáteis.

Operado integralmente por profissionais da própria rede, o programa tem sido bem recebido pelo público, que passa a enxergar a Fast Shop não apenas como varejista, mas também como provedora de serviços com excelência. “Os clientes compreenderam rapidamente o valor do Fast Shop Cuida. Isso fortalece a percepção da marca como aliada no dia a dia, o que para nós é motivo de orgulho e de responsabilidade”, destaca Salem.

Outro pilar estratégico da companhia é o Fast Shop Prime, programa de fidelidade consolidado como canal de relacionamento e incremento de vendas. Entre os diferenciais, estão frete e entregas ultrarrápidas gratuitas, descontos em serviços (como instalação e configuração de eletrônicos), atendimento personalizado e suporte técnico remoto.

“O conceito de ultra conveniência, aliado à experiência sensorial nas lojas, já foi reconhecido no Retail’s Big Show, o maior evento de varejo do mundo. Isso nos dá a confiança de que estamos no caminho certo”, comenta Salem.

Para o segundo semestre, a Fast Shop prepara o lançamento de novos formatos de loja interativa, com portfólio ampliado e mais diversidade. “Ainda em julho, vamos anunciar a chegada de uma marca referência em decoração e design, que vai enriquecer ainda mais a experiência em nossas lojas”, antecipa o executivo.

E, como já é tradição, a empresa celebra o aniversário com uma campanha especial de ofertas, com descontos de até 60%, condições exclusivas e diversos benefícios para os consumidores em todas as plataformas.

Segurança no varejo digital: como a governança robusta de TI protege operações e dados estratégicos

O setor de varejo, cada vez mais digital e dependente de tecnologia, tornou-se um dos alvos preferenciais dos cibercriminosos. Quase 25% de todos os ciberataques no mundo hoje tem como alvo empresas de varejo. Estima-se que 80% dos varejistas globais sofreram ataques no último ano – muitos enfrentando múltiplos incidentes, como infecção por malware em sites, tentativas de transações fraudulentas e violações em gateways de pagamento.

Os impactos financeiros também escalam: o custo médio de uma violação de dados no varejo atingiu cerca de US$ 3,91 milhões em 2024, um aumento de 18% em relação ao ano anterior. Além do prejuízo financeiro direto, esses incidentes abalam a confiança dos consumidores – 62% dos clientes afirmam não confiar na segurança de seus dados nas empresas de varejo.

Principais riscos: dados, disponibilidade e fraudes

Diversas ameaças cibernéticas impactam o varejo digital moderno, sendo as mais críticas o vazamento de dados sensíveis, indisponibilidade de sistemas, ataques de negação de serviço (DDoS) e fraudes online. Os vazamentos expõem informações confidenciais de clientes, podendo resultar em perda de confiança, penalidades regulatórias e danos à reputação das marcas. A indisponibilidade causada por falhas ou ataques, como o ransomware, paralisa sistemas essenciais, prejudica vendas e pode gerar grandes prejuízos financeiros.

Ataques DDoS, especialmente críticos durante campanhas como Black Friday, derrubam sites ao sobrecarregar servidores com tráfego malicioso, causando perda imediata de vendas e danos à imagem da empresa. Fraudes digitais, como uso de cartões roubados e interceptação de pagamentos, exploram falhas no processo e são difíceis de prevenir devido à velocidade e à ausência de padrões claros. Esses riscos muitas vezes se combinam, reforçando a necessidade de uma abordagem estruturada e holística em segurança digital para mitigar impactos ao negócio.

Governança de TI estruturada: a chave para mitigação de riscos

Para enfrentar as ameaças crescentes, os varejistas digitais precisam adotar uma governança de TI robusta e bem estruturada, baseada em boas práticas e em compliance.

Isso inclui desde planejar antecipadamente respostas a diferentes cenários de ataque, até implantar arquitetura de TI redundante e planos de continuidade de negócios. Com governança, a empresa consegue antecipar ameaças e preparar respostas, em vez de reagir de forma caótica após o dano.

Por exemplo, equipes de segurança bem treinadas e protocolos definidos podem conter um ataque de ransomware antes que ele se espalhe, ou isolar um sistema afetado para manter o restante das operações funcionando. Essa postura proativa reduz drasticamente tanto a frequência quanto o impacto dos incidentes.

Uma governança de TI robusta no varejo digital deve estar fundamentada em pilares essenciais, como políticas claras de segurança que definam protocolos detalhados, auditorias periódicas e capacitação contínua dos colaboradores. Somada a isso, é crucial implementar uma gestão rigorosa de acessos, adotando o princípio do menor privilégio e ferramentas avançadas de autenticação, minimizando vulnerabilidades internas e prevenindo usos indevidos. Complementando essas práticas, é essencial automatizar processos críticos como atualizações de segurança, monitoramento contínuo e backups frequentes, reduzindo erros humanos e acelerando respostas.

Em síntese, à medida que o varejo se torna mais digital e os criminosos cibernéticos mais audazes, investir em governança de TI sólida e em práticas rigorosas de segurança deixou de ser opcional – é um imperativo estratégico para a sobrevivência e sucesso no setor.

Uma governança bem estruturada, apoiada pelas melhores práticas de mercado e pela aderência a normas de compliance, mitiga os riscos cibernéticos e aumenta a resiliência operacional das empresas varejistas. Isso significa proteger os dados críticos e sistemas essenciais contra ameaças, mas também garantir que, mesmo diante de um incidente, a empresa consiga manter suas operações ou se recuperar rapidamente.

O resultado é duplo: preservar a continuidade do negócio e manter a confiança dos clientes em um ambiente de compras digitais seguras. Em um cenário de ameaças em constante evolução, a capacidade de antecipar-se aos riscos e responder de forma eficaz pode definir quais organizações do varejo conseguirão prosperar na era digital de forma segura e sustentável.

Por Luciano Costa, cofundador da Setrion Software

McLaren Racing anuncia Freshworks como parceira oficial da equipe McLaren de Fórmula 1

Freshworks anunciou hoje uma parceria de longo prazo com a McLaren Racing, tornando-se Parceira Oficial da equipe McLaren de Fórmula 1. A McLaren integrou a solução de ITSM (gestão de serviços de TI) da Freshworks, o Freshservice , com o objetivo de aumentar a produtividade por meio de serviços de TI mais ágeis e eficientes em toda a equipe.

Com o Freshservice impulsionado por inteligência artificial, a equipe McLaren de Fórmula 1 garante que suas operações globais de TI funcionem de forma fluida, atendendo solicitações de serviço de maneira rápida e integrada — mesmo durante a intensa temporada de corridas ao redor do mundo. A solução elimina a complexidade e promove eficiência operacional em todas as frentes.

O Freshservice apoia a equipe de TI da McLaren na redução de problemas tecnológicos, permitindo que a equipe concentre seus esforços no desempenho das pistas. Processos eficientes e descomplicados reduzem atritos, aceleram a resolução de incidentes e aprimoram a entrega de serviços.

A marca Freshworks estará estampada nos carros de corrida da equipe McLaren de Fórmula 1 e nos uniformes da equipe até o fim da temporada 2025 — e continuará presente nas temporadas seguintes — com estreia já neste fim de semana, no Grande Prêmio da Bélgica.

Zak Brown, CEO da McLaren Racing, afirmou:
“Aumentar nossa eficiência fora das pistas é um fator chave para melhorar nosso desempenho dentro delas. Com parceiros líderes de mercado como a Freshworks, conseguimos atingir esse objetivo. É um prazer dar as boas-vindas à equipe.”

Dennis Woodside, CEO da Freshworks, declarou:“Nos unimos à McLaren Racing para otimizar suas operações de TI e reforçar o suporte essencial para alcançar alto desempenho. Nossas soluções corporativas são projetadas para serem fáceis de implementar, usar e configurar, acelerando as capacidades de TI da McLaren na era da IA. Temos orgulho em oferecer um software intuitivo que apoia diretamente a missão de eliminar complexidades dentro e fora das pistas.”

Amazon Brasil e RME abrem inscrições para a 5ª edição do programa gratuito “Decola Garota” 

Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do “Decola Garota”, programa gratuito realizado pela Amazon Brasil em parceria com a Rede Mulher Empreendedora (RME). A iniciativa é voltada para mulheres com negócios formalizados (que já possuem CNPJ), que atuam com a venda de produtos físicos e desejam expandir sua atuação no comércio eletrônico, especialmente dentro do serviço de marketplace da Amazon.com.br.

Com início previsto para setembro e atividades até dezembro, a nova edição do programa terá formato 100% online e vai capacitar 150 mulheres, número cinco vezes maior que na edição anterior, que contou com 30 participantes. As interessadas devem se inscrever até o dia 18 de agosto, por meio do site: Link .

O curso oferece uma trilha completa de conteúdos da Amazon e da RME, incluindo temas como: gestão do tempo, comunicação assertiva, relacionamento com clientes no e-commerce, registro de marca, criação de catálogo, uso da logística da Amazon e preparação para eventos comerciais.

“O Decola Garota é um programa já consolidado em nossa agenda de desenvolvimento e aceleração do empreendedorismo feminino. A cada ano, buscamos engajar ainda mais mulheres, de todo país e em diversas frentes de negócios, para que possam explorar essa oportunidade ao máximo e contar com todas as ferramentas oferecidas pela Amazon para impulsionarem seus negócios”, afirma Virginia Pavin, diretora do Marketplace da Amazon Brasil.

Além da capacitação, 50 empreendedoras com lojas ativas na Amazon.com.br serão selecionadas para mentorias coletivas, com sessões conduzidas por especialistas da Amazon e da RME. Entre elas, 20 negócios que cumprirem os critérios do programa receberão recurso financeiro, dos quais 17 participantes receberão R$500 cada, enquanto 1º, 2º e 3º lugares serão contemplados com R$10 mil, R$6 mil e R$3 mil, respectivamente, para investir em seus negócios, além de mentorias pós-projeto, com o objetivo de oferecer suporte contínuo para o desenvolvimento dos negócios.

O Decola Garota busca impulsionar o acesso ao mercado digital e fortalecer a autonomia financeira das participantes. “Queremos que cada mulher veja no e-commerce uma oportunidade real de crescimento. A cada edição, o programa tem se mostrado uma porta de entrada para que elas escalem seus negócios e ampliem suas vendas”, afirma Ana Fontes, fundadora da RME.

Quem pode participar? 
O programa é voltado para mulheres de todo o Brasil, com negócios formalizados (CNPJ), que atuem com produtos físicos que não sejam de consumo imediato e ainda não vendam ou tenham conta recente na Amazon.com.br. Os negócios devem ter potencial de venda em escala e foco na expansão pelo marketplace. Serão priorizadas candidatas de diferentes regiões do Brasil, com representatividade de todos os estados.

Etapas do programa:

  • Capacitação online para 150 mulheres
  • Mentorias coletivas para 50 negócios com lojas ativas
  • Recurso financeiro para 20 empreendedoras
  • Mentorias pós-projeto para as 20 selecionadas

A Amazon e a RME reforçam, com essa nova edição, o compromisso com o fortalecimento do empreendedorismo feminino, promovendo o acesso ao mercado digital, geração de renda e inclusão econômica.

Decola Garota 

Inscrições: 21 de julho a 18 de agosto de 2025

Onde se inscrever: Link