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Shopping do Nu oferece 8% de cashback durante Amazon Prime Day

O Nubank e a Amazon Brasil trazem uma série de benefícios durante o Amazon Prime Day, que oferecerá descontos de até 60% em produtos do e-commerce para membros Prime.

De 15 a 16 de julho, os clientes Nubank que comprarem pelo Shopping do Nu terão um cashback adicional de 8% do valor de suas compras em todas as categorias.Para aproveitar essas vantagens, basta iniciar o processo de compra pelo app do Nubank e seguir as orientações para a ativação da oferta. O valor do cashback será creditado diretamente na conta do cliente, possibilitando que o usuário utilize o dinheiro como preferir.

Já os clientes Ultravioleta recebem 1% adicional de cashback.Clientes Nubank que não são membros Prime também poderão aproveitar o cashback. Todas as ofertas e opções de cashback podem ser acessadas diretamente na aba do Shopping no aplicativo do Nu.

Dia dos Pais: 6 em cada 10 devem comprar em lojas físicas

Levantamento exclusivo da N bids, adtech especializada em dados e mídia geolocalizada omnichannel, revela que 95 milhões de brasileiros adultos (18+) têm intenção de presentear no Dia dos Pais deste ano. A data, marcada pelo apelo emocional e familiar, movimenta diferentes segmentos do varejo e se mostra uma oportunidade estratégica para marcas que desejam se conectar com seus públicos de forma assertiva.

De acordo com a pesquisa, 60% dos consumidores (o equivalente a 57 milhões de pessoas) devem realizar suas compras em lojas físicas, enquanto 40% (38 milhões) optarão pelo e-commerce, seja por sites ou aplicativos. Entre os que compram online, 79% acessam sites e 63% utilizam apps — muitos consumidores, vale destacar, transitam entre ambos os canais.

As categorias de presentes mais visadas são roupas (47% dos consumidores, ou 45 milhões), seguidas por perfumes e cosméticos (35%), calçados (27%), eletrônicos e informática (20%) e itens de esporte e lazer (15%).

Na hora de pagar, o cartão de crédito lidera com 42% de preferência (40 milhões), seguido por PIX (38% ou 36 milhões). Os demais consumidores devem utilizar boleto ou débito.

Para Fabio Sant Anna, diretor comercial da N bids, os dados reforçam a importância de personalizar a abordagem por canal e perfil. “O Dia dos Pais movimenta múltiplas categorias e canais de compra. Entender o comportamento do consumidor em cada etapa da jornada permite campanhas mais relevantes, com alto potencial de conversão”, destaca.

O estudo completo sobre o comportamento de consumo no Dia dos Pais — e em outras datas comemorativas —, além de sugestões de estratégias para otimizar os investimentos em mídia, está disponível com a N Bids para consulta.

Cielo: pesquisa mostra que o uso estratégico de dados pelos varejistas está aquém de seu potencial

A fim de conhecer o perfil de seus clientes e alavancar negócios, comerciantes precisam ter à disposição dados e informações estruturadas. Pesquisa da Cielo em parceria com a Expertise* mostrou que 73% dos gestores de empresas e estabelecimentos comerciais utilizam dados para promover os seus negócios. No entanto, o levantamento aponta que 57% não recorrem a instrumentos mais efetivos como pesquisa e coletas de informações sobre concorrentes e negócios similares.

“Os dados são instrumentos indispensáveis para os varejistas e empreendedores que desejam aumentar seu faturamento e cultivar uma relação melhor com seus clientes. O fato de quase um terço das pessoas ouvidas ainda não usar dados e mais da metade não analisar a concorrência mostra que existe oportunidade para essa realidade ser alterada. É preciso incluir esses comerciantes no universo de analytics”, afirma Estanislau Bassols, CEO da Cielo. 

Na visão do executivo, a aplicação de dados está estabelecida em grandes redes varejistas que possuem uma estrutura dedicada e visão abrangente do seu negócio. “A situação no entanto é diferentequando observamos o médio varejo e os empreendedores, que se ressentem da falta de apoio na gestão de vendas e negócios. Mas até mesmo aqueles que já têm alguma familiaridade com os dados podem potencializar seu uso e obter melhores resultados comerciais”, diz Bassols.

Uso dos dados

De acordo com a pesquisa, esse recurso é aplicado de diferentes formas. Dentre as preferidas estão: definição de ações promocionais (mencionada por 37% dos entrevistados); iniciativas de relacionamento com o cliente, como programas de fidelização e concessão de descontos (36%); definição de preços (36%); definição do conjunto de produtos e serviços ofertados (27%); melhoria do atendimento (24%); personalização da experiência do cliente (23%); definição de canais de divulgação e vendas (22%); e identificação de novos públicos-alvo (21%).

Diferentes áreas das companhias utilizam dados em seu dia a dia. As que mais aproveitam este conhecimento, de acordo com os entrevistados, são Vendas (89%), Marketing (85%), Experiência do Cliente (82%) e Finanças (71%). Quase a metade (47%) afirmou ter uma pessoa ou equipe responsável pela análise de dados.

Os dados mais preciosos, na visão dos empreendedores e varejistas, são informações específicas sobre seu negócio (mencionadas por 38%), histórico de compra de clientes (35%) e dados sobre o mercado e o seu segmento de atuação (18%).

Redes sociais

De acordo com a pesquisa, 22% dos gestores utilizam as redes sociais como fonte principal de informação. “Apesar de as redes sociais contarem com conteúdo de qualidade voltados a pequenos negócios, as informações divulgadas por determinados canais podem ser muitas vezes descontextualizadas ou distorcidas”, diz Bassols. “Por isso, a Cielo tem aumentado sua presença nas redes sociais para disponibilizar informações consistentes e úteis para os varejistas. Nesse esforço, utilizamos todo o conhecimento da empresa e 30 anos de experiência de mercado”. Sites de notícias (15%), entidades de apoio às empresas e associações varejistas (12%) e noticiário em rádio e televisão (10%) também compõem as fontes de informação dos comerciantes.

Inteligência artificial

Mais da metade dos entrevistados (52%) acredita que a maioria dos estabelecimentos comerciais vai utilizar dados na tomada de decisão nos próximos cinco anos. Entre as tecnologias que terão maior impacto, a inteligência artificial generativa foi mencionada por 49% dos gestores.  

Tal evolução, entretanto, trará desafios. A necessidade de conscientizar equipes e colaboradores sobre boas práticas no uso de dados foi citada por 55% das empresas. Ameaças cibernéticas e novas exigências regulatórias preocupam, respectivamente, 19% e 11% dos gestores.

“A pesquisa aponta para um futuro cada vez mais dependente de dados, o que reforça a necessidade de incluirmos os gestores que ainda não os utilizam no dia a dia. O interessante é que, com a evolução da IA generativa, os comerciantes poderão contar cada vez mais com informações customizadas e propícias para os seus negócios. No contexto do varejo, a integração com IA também deve tornar as experiências mais interativas e personalizadas, desde recomendações baseadas no comportamento do cliente até o uso de realidade aumentada para testar produtos virtualmente, por exemplo”, diz Bassols.

Pix automático x Pix agendado recorrente: entenda qual é a melhor opção para cada negócio

O Pix automático, nova etapa do sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, foi lançado pelo Banco Central em junho. A funcionalidade promete impactar tanto pessoas físicas quanto empresas, mas também vem gerando dúvidas em negócios que utilizavam o Pix agendado recorrente, que ainda não entenderam qual opção é a melhor.

Para Felipe Negri, CEO do Pinbank, one-stop-bank-provider com um ecossistema completo de soluções financeiras, a resposta é extremamente individual para cada organização. “As duas modalidades têm benefícios, mas são aplicadas de maneira mais estratégica quando pensadas para resolver necessidades específicas. Ou seja, é uma decisão que se relaciona aos objetivos do negócio e aos tipos de operação”, diz.

Diferenças entre as funcionalidades
Alternativa ao débito automático tradicional, o Pix automático facilita cobranças recorrentes, como contas de consumo, mensalidades e assinaturas. Na prática, as empresas enviam uma proposta de adesão aos clientes, que precisam autorizar os pagamentos. Esse processo é feito apenas uma vez, diretamente no aplicativo da instituição financeira, podendo ser cancelado ou até editado sempre que necessário.

Já no Pix recorrente, os pagamentos periódicos são realizados por meio de integrações customizadas e automações desenvolvidas por fintechs e fornecedores especializados. Na modalidade, o usuário cadastra os dados do recebedor, além de definir os valores e programar as datas das movimentações.

Segundo Negri, esse último formato funcionou como uma “adaptação” para as empresas que queriam reduzir custos operacionais e ter mais flexibilidade financeira. “O Pix agendado recorrente não é exatamente um modelo padronizado como o automático, mas ainda assim desburocratiza transações e diminui gastos. É uma opção excelente para os pagadores que buscam autonomia e conseguem se organizar financeiramente”, explica. 

Por outro lado, o executivo pontua que o Pix automático traz menos limitações por estabelecer uma dinâmica conjunta. “Com ambas as partes acordadas e adaptando os pagamentos e recebimentos de uma forma que funciona para os dois lados, a solução consegue reduzir ruídos transacionais e otimizar as operações”, complementa.

Futuro das modalidades

Novas funcionalidades como essas devem ser cada vez mais incorporadas ao dia a dia das empresas, considerando o sucesso do Pix no mercado nacional: o Banco Central aponta que aproximadamente 166 milhões de PFs (Pessoas Físicas)  e 19,5 milhões de PJs (Pessoas Jurídicas) já utilizaram o método de pagamento instantâneo.  

O tempo em vigor das modalidades também pode fazer a diferença no uso de cada uma, principalmente no que se refere à implementação de melhorias. Enquanto o Pix automático entrou em vigor há cerca de um mês, o Pix agendado recorrente passou a ser obrigatório no país em novembro de 2024.

“É claro que a nova funcionalidade proposta pelo Banco Central está nos holofotes neste momento, especialmente para os pequenos e médios negócios que querem modernizar transações financeiras mensais e diminuir custos”, reforça o CEO do Pinbank. “Nesse cenário de mudança, o melhor dos mundos será para aqueles que souberem conduzir a digitalização dessas operações com inteligência, aproveitando vantagens mais antigas e explorando novas oportunidades promissoras”, finaliza.

Depois de SP, 99Food planeja expansão para 100 cidades nos próximos meses

A 99Food planeja expandir sua operação para ao menos 100 cidades nos próximos meses. A plataforma, que já opera em Goiânia e vai estrear na capital paulista em agosto, oferece isenção de comissões e mensalidades por 24 meses aos restaurantes, preços mais acessíveis a consumidores e ganhos mínimos de R$250 para entregadores parceiros que realizarem 20 viagens (sendo 5 de entrega de comida).

“Estamos ansiosos com a chegada à São Paulo no início de agosto. Vamos levar o mesmo modelo que já opera em Goiânia para oferecer comida mais acessível aos consumidores paulistas e oportunidades de ganho mais justas para restaurantes e entregadores”, diz Simeng Wang, diretor geral da 99 no Brasil.

A expansão do novo modelo de delivery, planejada pela 99Food até meados do ano que vem, tem como objetivo levar melhores condições ao ecossistema de delivery de todo o país. Nas práticas de mercado, em um pedido de R$100, R$26,20 reais são pagos com 12% comissão + 11% taxa delivery + 3,2% transação de pagamento. Dessa forma, em um pedido de R$100 o comerciante fica com R$73,80

Na 99Food, a situação é diferente. Como o comerciante não pagará comissão nem taxa, o custo no caso de um pedido de R$100 é de R$7,70, sendo 4,5% taxa delivery + 3,2% transação de pagamento. Com isso, em um pedido de R$100 o comerciante fica com R$92,30 e tem a possibilidade de reduzir o preço da comida que vende.

PARCERIA

No início deste mês, a 99 firmou parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do setor de delivery para a construção de um ambiente de negócios mais justo, competitivo e equilibrado.

“Nos unimos à Abrasel com o objetivo de facilitar o empreendedorismo no setor de alimentação, promovendo um ambiente mais equilibrado e com práticas sustentáveis a longo prazo”, explica Wang.

Na parceria com a Abrasel, a 99Food vai desenvolver iniciativas voltadas ao fortalecimento do ecossistema com ações de capacitação de empreendedores e colaboradores do setor, produção de estudos e pesquisas de mercado, além de iniciativas que promovam mais competitividade, transparência e sustentabilidade para bares, restaurantes e entregadores em todo o país.

Social Commerce ganha força: TikTok Shop se consolida como oportunidade para vendas diretas

O recente lançamento oficial do TikTok Shop no Brasil não é apenas mais uma funcionalidade de e-commerce; é um divisor de águas que pode redefinir a forma como o consumidor brasileiro interage com produtos e marcas. A plataforma aposta no modelo de social commerce, que integra a jornada de compra diretamente ao conteúdo social, permitindo que os consumidores descubram e adquiram produtos sem sair da rede social.

Com mais de 111 milhões de usuários no país, o TikTok agora compete diretamente com players estabelecidos. Com isso, vídeos, lives e posts não são apenas formas de entretenimento, mas também oportunidades de negócio. Esse modelo de venda se conecta diretamente com o conceito de Venda Direta, pois permite que revendedoras e influenciadores utilizem suas redes sociais para interagir com o público, promovendo e vendendo produtos de forma direta e personalizada. Assim, o TikTok Shop potencializa a capacidade das revendedoras de se conectarem com seus clientes de maneira mais engajante e fluida.

Segundo análises de um estudo do Santander, a plataforma poderá capturar até 9% do e-commerce brasileiro até 2028, movimentando um GMV (Volume Bruto de Mercadorias) de até R$39 bilhões. A plataforma também reforça seu compromisso com a segurança, investindo quase 1 bilhão de dólares em ferramentas antifraude e de proteção ao consumidor.

Este novo cenário abre portas para grandes oportunidades, especialmente para o setor de Vendas Diretas e relacionamento, onde a ABEVD  (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas), representada por sua presidente executiva Adriana Colloca, possui uma visão estratégica. “As empresas associadas da ABEVD estão começando a se adaptar a essa nova realidade, explorando novas formas de engajamento e distribuição, alinhando-se às tendências emergentes do mercado digital e às demandas dos consumidores”, diz a presidente. 

O modelo do TikTok Shop, que empodera criadores de conteúdo e oferece um canal direto para a venda de produtos, ecoa princípios fundamentais do nosso mercado: o poder da recomendação pessoal e a força das comunidades. Para os vendedores, a plataforma se torna uma ferramenta extremamente útil, permitindo-lhes expandir seu alcance, fortalecer seus relacionamentos e gerar novas vendas de forma inovadora e engajadora.

“O lançamento do TikTok Shop é uma prova irrefutável da relevância crescente do social commerce e da economia de criadores. Para a ABEVD, este movimento reforça a nossa crença no poder da conexão humana para impulsionar o consumo. Vemos essa plataforma como uma possibilidade valiosa para nossas associadas expandirem seus canais de distribuição, alcançarem novos públicos e capacitarem ainda mais seus consultores a se tornarem microempreendedores digitais. A capacidade de gerar vendas a partir de conteúdo autêntico e envolvente é o que nos move, e o TikTok Shop oferece um ambiente propício para isso, facilitando a jornada do vendedor direto no ambiente digital”, reforça.

O uso dessas plataformas tem permitido um contato direto e personalizado com os consumidores, criando um ambiente de compras mais dinâmico e interativo. A digitalização, nesse contexto, tem sido um grande aliado para expandir os canais de distribuição e aumentar a capilaridade das vendas diretas, além de oferecer novas possibilidades de interação e crescimento para as revendedoras e suas redes de consumidores.

Explosão do e-commerce pressiona logística e abre espaço para lockers inteligentes na última milha

O e-commerce brasileiro atingiu a marca histórica de R$ 225 bilhões em faturamento em 2024, um crescimento de 14,6% em relação ao ano anterior e um salto de 311% nos últimos cinco anos, consolidando a digitalização do varejo como um caminho sem volta. Contudo, essa expansão acelerada trouxe à tona um dos maiores desafios operacionais do setor: a logística de última milha. A etapa final, que conecta o centro de distribuição ao consumidor, tornou-se um gargalo crítico, pressionada pela demanda crescente por entregas cada vez mais rápidas, seguras e flexíveis. Nesse cenário, os lockers inteligentes despontam como uma solução estratégica para otimizar o fluxo de entregas e aprimorar a experiência do cliente.

A complexidade da última milha envolve altos custos com transporte, dificuldade de entrega em áreas de acesso restrito e o problema das tentativas frustradas, que ocorrem quando o destinatário não está em casa. Esses fatores não apenas elevam os custos operacionais para as empresas, mas também geram insatisfação no consumidor, que espera conveniência e agilidade. A busca por alternativas que resolvam essa equação impulsionou a adoção de tecnologias de autoatendimento, e os armários inteligentes se destacam por sua eficiência.

“O consumidor moderno não quer mais ser refém da janela de entrega. Ele busca autonomia e segurança e é exatamente isso que a tecnologia de lockers proporciona,” afirma Gabriel Peixoto, CEO da Meu Locker. “Para os varejistas e transportadoras, a vantagem é dupla: garantimos uma taxa de sucesso de 100% na primeira tentativa de entrega, o que otimiza rotas e reduz drasticamente os custos operacionais e a pegada de carbono associada a novas tentativas. Estamos transformando a última milha de um gargalo logístico em um ponto de conveniência e eficiência.”

Funcionando como pontos de retirada automatizados e seguros, instalados em locais estratégicos como postos de gasolina, supermercados e estações de metrô, os lockers permitem que o cliente retire sua encomenda no momento mais conveniente, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Para as transportadoras e varejistas, a tecnologia otimiza as rotas de entrega, consolida múltiplos pacotes em um único ponto e elimina o custo de novas tentativas. Ao oferecer mais autonomia e segurança, os lockers inteligentes não apenas resolvem um problema logístico, mas também se transformam em um diferencial competitivo, atendendo diretamente às exigências do consumidor moderno e sustentando o crescimento contínuo do comércio eletrônico no país.

Selbetti integra solução de Customer Experience com o Mercado Livre

A Selbetti – uma das maiores One-Stop-Tech brasileiras, acaba de dar mais um passo importante para potencializar a experiência do cliente: a empresa concluiu a integração da solução Selbetti Customer Experience com o Mercado Livre, permitindo uma gestão unificada do relacionamento com o cliente a partir da plataforma, unificando o marketplace a outros canais de atendimento.

“Essa novidade fortalece a proposta da nossa solução omnichannel voltada à experiência do cliente. O objetivo é centralizar e simplificar a gestão das vendas online, oferecendo mais agilidade, eficiência e qualidade no atendimento ao consumidor final”, explica Fabiano Silva, Gestor da Unidade de Negócio Customer Experience da Selbetti.

Com a nova integração, administradores, supervisores e agentes têm acesso centralizado aos produtos oferecidos no Mercado Livre diretamente pela plataforma omnichannel. Os usuários podem visualizar detalhes dos produtos, gerenciar perguntas e respostas, acompanhar pedidos e manter uma comunicação mais ágil com os clientes, melhorando significativamente a eficiência operacional.

O diferencial desta integração está na possibilidade de gerenciar múltiplos canais de atendimento de maneira unificada, simplificando a gestão para empresas que atuam fortemente no mercado digital. A configuração da integração é feita de maneira prática, permitindo que os usuários autorizem facilmente a conexão entre a solução da Selbetti e o Mercado Livre por meio de simples etapas técnicas.

Para habilitar o recurso, administradores realizam uma configuração inicial, apenas uma vez, enquanto supervisores podem criar e gerenciar canais de atendimento, ativando ou desativando produtos com praticidade. Já os agentes de atendimento têm uma interface amigável que facilita a visualização das informações essenciais, como histórico de interações e respostas rápidas pré-definidas.

Amplificando canais de relacionamento

Essa não é a primeira vez que a Selbetti integra serviços amplamente utilizados por consumidores finais à sua plataforma omnichannel. No ano passado, a empresa integrou a solução com o Reclame Aqui, possibilitando aos agentes de atendimento a gestão completa de reclamações, respostas e resoluções de forma unificada.

“Adicionar esses serviços à solução Selbetti Customer Experience reforça nosso compromisso em proporcionar aos clientes ferramentas práticas e eficientes para que eles possam estar presentes onde seus consumidores estiverem. Com essas integrações, nossos clientes ganham uma visão completa do relacionamento com seus consumidores finais, permitindo a resolução rápida e eficiente de demandas. Seguimos ampliando nossas soluções e investindo em inovação constante para oferecer uma experiência ainda mais robusta e completa para o mercado digital”, finaliza Silva.

Hiperpersonalização e digitalização dos pagamentos redefinem estratégias no varejo brasileiro, aponta estudo da Celcoin

A revolução digital no varejo brasileiro está em curso e ganha novos contornos com a consolidação e combinação de duas grandes tendências: a hiperpersonalização da experiência de compra e a integração de serviços financeiros aos canais de venda. De acordo com o whitepaper “O Futuro do Varejo”, preparado pela Celcoin – empresa de infraestrutura financeira -, o uso inteligente de dados, aliado à adoção de tecnologias inovadoras de pagamento, está moldando uma nova era para o comércio no Brasil, um dos mercados mais dinâmicos do mundo.

“As tendências reveladas em nosso estudo evidenciam a necessidade de adaptação do varejo às novas expectativas dos clientes. Por isso, na Celcoin, nossa missão é ajudar empresas a navegarem por essas transformações com soluções que impulsionem tanto a experiência do cliente quanto a eficiência operacional”, afirma Adriano Meirinho, CMO e cofundador da Celcoin. “A hiperpersonalização e a digitalização são mais do que tendências; são imperativos para o futuro do varejo.”

Diante de um consumidor cada vez mais exigente, multicanal e em busca de conveniência, o varejo brasileiro tem a oportunidade – e a necessidade – de se reinventar. A hiperpersonalização já não é apenas uma vantagem competitiva – tornou-se uma exigência dos consumidores. Segundo estudo da McKinsey, citado no relatório, 71% dos clientes esperam um nível elevado de personalização, enquanto 76% se frustram quando essa expectativa não é atendida. O varejo está respondendo a essa demanda com soluções que unem conveniência e flexibilidade. A C&A, por exemplo, passou a permitir o pagamento com reconhecimento facial em suas lojas físicas para usuários do C&A Pay, e tem registrado aumento no número de vendas pela modalidade. A previsão global é que o uso do serviço tenha um crescimento anual composto de 62% entre 2022 e 2030, conforme aponta o relatório “O Futuro dos Pagamentos” da Mastercard.

A pesquisa também aponta que 53% dos consumidores são diretamente influenciados pela flexibilidade nas formas de pagamento. Dados do E-Commerce Radar revelam que a limitação de opções ainda é um dos principais motivos para o abandono de carrinhos no e-commerce brasileiro, demonstrando a urgência de adaptação por parte dos varejistas.

Além disso, a integração de serviços financeiros também mostra impacto direto nos resultados. A Renner, por meio de sua unidade Realize, viu sua receita crescer com a oferta de crédito e produtos agregados. Já o Mercado Livre, que aposta fortemente em soluções como o Pix Parcelado e o BNPL (Buy Now, Pay Later), observou um crescimento de 51% na carteira de crédito de consumo, que alcançou US$ 4,9 bilhões no segundo trimestre de 2024. Foram 25 milhões de compras financiadas e 13 milhões de clientes que utilizaram crédito pré-aprovado para parcelar suas aquisições.

Pix e digitalização de serviços

O estudo também destaca o avanço exponencial do Pix como ferramenta de inclusão financeira. No primeiro semestre de 2024, a solução registrou 69 bilhões de transações, com movimentação de R$ 12 trilhões. O Pix parcelado surge como uma alternativa viável ao crédito tradicional, ampliando o acesso de consumidores que antes estavam à margem do sistema financeiro. Em apenas um dia, o Banco Central registrou 220 milhões de transações via Pix, movimentando R$ 119,4 bilhões.
 

O crescimento da digitalização está igualmente presente no uso de smartphones como canal bancário. Em 2023, as transações via celular cresceram 22% em relação ao ano anterior, totalizando 130,7 bilhões de operações. E essa conveniência está moldando expectativas: 18% dos consumidores desejam concluir o pagamento em apenas alguns cliques, segundo o Relatório Varejo 2024 da Adyen.
 

Apesar de todo esse avanço, a segurança digital continua sendo um ponto sensível. O Brasil, no entanto, se destaca pelo uso de tecnologias de autenticação: 30% dos consumidores já utilizam biometria para realizar pagamentos, número bem acima da média global de 18%. Essa adesão contribui para aumentar a confiança do consumidor em soluções digitais, reduzindo barreiras à adoção de novos métodos.

“Vitrine Digital: como o Retail Media pode multiplicar suas vendas” é tema de palestra gratuita na Cápsula do Senac RJ

Palestra gratuita na Cápsula – Centro de Inovação Senac RJ, na próxima quinta-feira, 17 de julho, às 17h, irá abordar o tema “Vitrine Digital: Como o Retail Media pode multiplicar suas vendas”. O evento tem parceria com o Sebrae Rio. A Cápsula fica na Av. Presidente Vargas, 62 – Centro. Mais informações e inscrições pelo Link.

O palestrante é Luiz Thiago Florencio, CEO da Fictix, startup de tecnologia que desenvolve soluções para transformar o varejo tradicional em plataformas de mídia e engajamento. No evento, ele irá mostrar como lojas físicas ou pequenos negócios podem transformar seu espaço para atrair cada vez mais clientes, mesmo sem grandes orçamentos de marketing. Os participantes irão aprender a criar experiências que chamam a atenção e fazem as pessoas quererem entrar, ampliando a fidelização e o faturamento. Serão apresentados exemplos práticos de como inovar no varejo com o Retail Media, mesmo em pequena escala, e fazer os negócios crescerem de forma inteligent

Sobre o palestrante:

Sócio-diretor da Fictix, Luiz Thiago Florencio é especialista em experiências interativas e imersivas aplicadas ao varejo físico, com foco em retail medialivemarketing e inovação em pontos de venda.

A Cápsula – Centro de Inovação do Senac funciona como um Hub de Inovação, um ambiente catalisador de ideias e projetos voltados à transformação dos setores do comércio, serviços, turismo e economia criativa. Com atuação orientada por princípios de cocriação, colaboração e experimentação, a Cápsula promove a convergência entre o conhecimento técnico, a prática criativa e as necessidades reais do mercado. A iniciativa promove palestras, workshops, experiências de aprendizado inovadoras, além de consultorias e atendimento para profissionais e empresas, possibilitando a experimentação de tecnologias e o desenvolvimento de produtos, projetos e novos serviços.

Serviço:

Palestra “Vitrine Digital: Como o Retail Media pode multiplicar suas vendas”

Data17/07 – quinta-feira

Horário: 17h

Local: Auditório da Cápsula – Centro de Inovação do Senac RJ

(Av. Presidente Vargas, 62 – Centro)

Inscrições: Link