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Como um ERP brasileiro transformou o atendimento em motor de crescimento

No ecossistema de tecnologia B2B, a corrida por diferenciação vai além do produto. Em um cenário no qual boa parte das plataformas SaaS oferece recursos semelhantes, o atendimento ao cliente tem ganhado protagonismo como um dos principais ativos estratégicos de retenção e fidelização.

De acordo com o Zendesk CX Trends 2024, 81% dos consumidores afirmam que uma experiência positiva de atendimento aumenta as chances de recompra. A brasileira GestãoClick, por exemplo, tem comprovado esse movimento com resultados acima da média do setor.

Com um índice de 94% de CSAT (Customer Satisfaction Score) — métrica que mede o grau de satisfação do cliente após uma interação ou etapa da jornada —, a GestãoClick ilustra como colocar o cliente no centro pode gerar vantagens competitivas reais. O número supera com folga a média do setor, que gira entre 75% e 85% para empresas de software como serviço, segundo benchmarks da HubSpot e da CX Network.

“O CSAT é mais do que uma métrica. Ele nos mostra, em tempo real, o que precisa ser ajustado e onde estamos acertando. Isso nos permite agir com agilidade, mas também com profundidade, sempre ouvindo quem mais importa: o cliente”, explica Lucas Tomyo Oliveira Mitsuichi, Gerente de Atendimento da GestãoClick.

Do atendimento funcional à experiência de relacionamento

Enquanto muitos ERPs seguem a lógica de eficiência técnica, há uma mudança silenciosa em curso: o atendimento, tradicionalmente tratado como área de suporte, vem sendo redesenhado para atuar como extensão da estratégia de marca e da proposta de valor.

Em operações de atendimento maduras, como a da GestãoClick, o processo começa com múltiplos canais integrados (chat, WhatsApp, telefone e e-mail) e passa por uma cultura operacional de empatia e resolução rápida. Indicadores como TME (Tempo Médio de Espera) abaixo da média, capacitação em soft skills e auditorias constantes completam o cenário.

“O cliente quer agilidade, sim, mas quer também ser compreendido. No nosso setor, isso tem mais valor do que qualquer buzzword do momento”, diz Mitsuichi.

Cultura e tecnologia: uma aliança possível

Os bastidores da operação revelam uma combinação de fatores: além de processos e tecnologia, há uma forte ênfase na cultura. Treinamentos contínuos, base de conhecimento atualizada e programas de reconhecimento interno garantem que a experiência do cliente seja, de fato, sustentável.

Para os próximos ciclos, a empresa projeta investimentos em Inteligência Artificial e automação inteligente para permitir que os times foquem em atendimentos mais estratégicos e menos operacionais. A personalização com base em dados de uso também deve ganhar força.

Satisfação como driver de retenção e crescimento

No contexto de SaaS, em que o modelo de receita depende de recorrência, clientes satisfeitos permanecem por mais tempo, geram menor churn e ainda se tornam promotores ativos da marca. O CSAT, nesse sentido, deixa de ser apenas um indicador tático para se tornar um vetor de crescimento.

“Fidelização, hoje, nasce na primeira conversa e se consolida no pós-venda. Quem negligencia isso está, literalmente, perdendo receita todos os dias”, conclui o executivo.

Inteligência Artificial revoluciona os hábitos de consumo e plataformas acompanham essa transformação

A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser um conceito distante e já faz parte da rotina de milhões de pessoas, inclusive no momento de comprar produtos e contratar serviços. De olho nesse novo cenário plataformas de serviços, que conectam clientes a prestadores de serviços especializados, vem apostando na IA para aprimorar a experiência de usuários e profissionais.

Segundo o Retail Report 2025, da plataforma global de tecnologia financeira Adyen, 35% dos consumidores já utilizam ferramentas de IA para fazer compras, um salto de 45% em relação ao ano anterior. A tendência é clara: consumidores querem agilidade, personalização e praticidade.

Desafios e oportunidades para pequenos negócios

Os profissionais que decidem empreender e abrir seus próprios negócios, em vez de buscar um emprego formal, enfrentam diversas dificuldades. O investimento inicial e a captação de clientes são dois dos desafios mais comuns, apesar de hoje existirem plataformas de serviços e marketplaces que ajudam nesse processo.

Com o crescimento do comércio eletrônico após a pandemia, a digitalização dos negócios se tornou praticamente obrigatória para a maioria dos empreendedores. Conquistar visibilidade e presença na internet passou a ser um novo desafio e uma prioridade para muitos autônomos, pequenas e médias empresas.

Agora, além da digitalização dos canais de comunicação e venda, surge a necessidade de adaptação a outras tecnologias novas, como a IA.

O bom uso das ferramentas de Inteligência Artificial disponíveis atualmente pode ajudar empreendedores e donos de comércios a melhorar a eficiência interna de seus negócios, aproveitando melhor o tempo e reduzindo ao máximo os possíveis erros.

De maneira geral, a integração de soluções de IA nos processos dos negócios parece estar relacionada a uma melhor experiência do cliente e maior fidelização, principalmente quando há coerência entre o canal físico e o digital.

Atualmente, existem ferramentas de IA acessíveis e disponíveis para qualquer pessoa, que podem ser muito úteis em diversas tarefas: recomendação de produtos, agendamento de compromissos, gestão de estoque… Há até soluções para automatizar o atendimento ao cliente e agilizar tarefas ligadas à contabilidade do negócio.

Além disso, muitas ferramentas voltadas ao uso profissional já entenderam a necessidade de se adaptar aos novos tempos para oferecer as melhores soluções aos empreendedores que querem conquistar seu espaço no mercado. É o caso da Cronoshare, uma plataforma de serviços especializada em conectar clientes a profissionais especializados.

A plataforma permite que os profissionais se cadastrem gratuitamente para receber solicitações de clientes interessados em seus serviços. Depois, cada profissional pode escolher quais solicitações deseja atender: para desbloquear os dados da pessoa que pediu o serviço, é necessário usar a moeda virtual da plataforma, os cronos, e cabe ao profissional fechar o negócio com o cliente.

Os profissionais controlam a todo momento o investimento que estão fazendo e, além disso, a plataforma oferece uma garantia que permite recuperar parte dos cronos investidos em contatos que não resultarem na realização do serviço. Agora, a Cronoshare busca novas formas de continuar aprimorando o produto com ajuda da IA.

Carlos Alcarria, sócio cofundador e CMO da Cronoshare, explica: “Há algum tempo estamos trabalhando em um indicador, que já está em fase de testes, para ajudar os profissionais a filtrarem melhor as solicitações recebidas, oferecendo a maior transparência possível nesse aspecto”.

Trata-se do Índice CS: um indicador que permitirá classificar as solicitações em uma escala de 1 a 10, de acordo com o nível de interesse dos clientes. As notas mais baixas serão atribuídas a clientes que talvez precisem de mais tempo para decidir, enquanto as notas mais altas indicarão clientes aparentemente mais decididos a contratar o serviço solicitado.

Para realizar esse filtro, estão sendo usados algoritmos de IA, baseados em diversos critérios (meio de contato escolhido pelo cliente, urgência do serviço, origem da solicitação, etc.). O objetivo é que os profissionais possam saber antecipadamente qual a probabilidade de serem contratados, para tomarem uma decisão com base nesse dado.

Mudanças recentes nos hábitos de consumo dos clientes espanhóis

Cada vez mais, os consumidores aproveitam as vantagens de ferramentas como o ChatGPT para se inspirarem, receberem recomendações personalizadas de compra ou compararem preços antes de adquirir um produto ou serviço. De fato, cresce o número de clientes dispostos a comprar produtos quando recebem uma recomendação personalizada vinda da IA.

Voltando aos dados do relatório da Adyen, a Geração Z (pessoas entre 16 e 27 anos) é o grupo demográfico que mais utiliza a IA no momento das compras. Especificamente, até 66% desse grupo confia na Inteligência Artificial para esse fim.

Essa tendência também é seguida por 47% dos Millennials (entre 28 e 43 anos) e vem despertando interesse crescente em gerações anteriores. Nos últimos 12 meses, houve um aumento de 64% no uso da IA por parte dos Baby Boomers, e de 48% entre a Geração X.

Em resumo, os dados apontam para uma mudança significativa nos hábitos de consumo da maior parte da população, o que justifica os esforços dos empreendedores e pequenos negócios para se adaptarem a essa nova realidade.

Fidelidade no varejo enfrenta encruzilhada à medida que expectativas dos clientes avançam mais rápido que os programas

A fidelidade continua sendo uma prioridade estratégica para os varejistas, mas as abordagens tradicionais já não são mais suficientes. É o que apontam os resultados de “A arte de fidelizar”, novo estudo global lançado hoje pela dunnhumby, líder mundial em ciência de dados do cliente e inteligência artificial.

Baseado em insights de executivos do varejo na Europa e América do Norte, entrevistas aprofundadas com Ashwin Prasad (CEO da Tesco, maior varejista alimentar do Reino Unido), Bryan Roberts (IGD) e Marek Świderski (Synerise, empresa de Big Data polonesa, que oferece tecnologia de modelagem comportamental por Inteligência Artificial), além de percepções coletadas junto a milhares de consumidores de supermercados, o estudo revela um setor em plena transformação. Com consumidores exigindo relevância e reconhecimento, os varejistas estão repensando as próprias bases da fidelidade, seu significado atual e como os programas precisam evoluir para atender às expectativas nos próximos anos.

Algumas das principais conclusões do estudo incluem:

  • A retenção de clientes continua sendo a maior preocupação. Para muitos varejistas, a sensibilidade a preços e a falta de dados sobre consumidores “menos fiéis” aparecem como alguns dos principais desafios.
  • Abordagens tradicionais estão perdendo eficácia. Diante da possibilidade de cortes orçamentários, os varejistas priorizariam preservar investimentos em personalização, optando por reduzir descontos genéricos e cupons.
  • Consumidores concordam que a fidelidade precisa evoluir. Descontos básicos já não bastam. O consumidor de hoje quer ofertas exclusivas e recompensas alinhadas às suas necessidades e valores. Relevância é inegociável.
  • Programas de fidelidade eficazes impulsionam o desempenho dos negócios. Varejistas que se destacam nesse aspecto conquistam conexões emocionais mais profundas com os clientes, apresentam melhores resultados comerciais e tendem a exibir um crescimento anual composto (CAGR) superior ao de seus concorrentes.
  • Varejistas buscam inspiração além do setor alimentar. Marcas de beleza e lifestyle são frequentemente citadas como referências em inovação.

Três prioridades estratégicas para os varejistas

Além de explorar as práticas atuais de fidelidade, o relatório “A arte de fidelizar” identifica três áreas-chave que devem orientar o futuro dos varejistas. Desde o desafio de evitar a homogeneização dos programas de fidelidade até o desenvolvimento das capacidades necessárias para alcançar uma personalização significativa, o estudo reúne diversas recomendações para quem deseja se posicionar de forma competitiva na próxima fase da fidelidade e da personalização.

Ben Snowman, Diretor Global de Fidelidade e Personalização da dunnhumby, afirma:

“A fidelidade não está em crise, mas precisa evoluir. Os consumidores esperam cada vez mais relevância e personalização, e isso exige que os varejistas se façam perguntas difíceis sobre suas próprias estratégias. À medida que a tecnologia facilita a entrega de uma personalização verdadeiramente 1:1, os varejistas precisarão trabalhar de forma ainda mais inteligente para se destacar.”

O relatório traz ainda a visão de diversos líderes do setor, como Ashwin Prasad, CEO da Tesco no Reino Unido, que destaca:

“Fidelidade é sobre todas as pequenas coisas, todos os dias, em cada interação, mostrando aos clientes que estamos ouvindo, que nos importamos e que somos confiáveis. No Tesco, trazemos a fidelidade de volta ao que realmente importa: servir melhor nossos clientes. Fidelidade e personalização não são conceitos abstratos — significam conquistar respeito sendo útil, relevante e justo.

Os varejistas já podem baixar o relatório para avaliar sua estratégia de fidelidade e acessar orientações práticas: [página para download]

IMBAT adota sistemas da TOTVS para digitalizar e aprimorar sua gestão

A IMBAT, empresa especializada na concepção e desenvolvimento de equipamentos de proteção individual e segurança (EPI) e produtos relacionados à indústria de material de construção, firmou uma parceria com a TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil. A partir de agora, a companhia mineira passa a contar com diferentes sistemas TOTVS para digitalizar e aprimorar sua gestão, assim como obter informações confiáveis e em tempo real sobre suas operações.

“A IMBAT tem como desafio dobrar o faturamento no ano de 2025, com isso, se faz necessário ter um sistema de gestão integrado propiciando agilidade, profissionalização e eficiências nos processos. A implantação do TOTVS Backoffice – Linha Protheus vai ajudar a IMBAT a ser mais eficiente, competitiva e escalável. E não paramos por aqui, queremos fortalecer a parceria com a TOTVS embarcando novas soluções no ERP após o GO LIVE”, afirma Maria de Lourdes de Aguiar, CFO da IMBAT e Sponsor.

Entre as soluções escolhidas pela IMBAT está o TOTVS Backoffice – Linha Protheus, ERP robusto e flexível, composto por módulos que cobrem todas as operações de backoffice da empresa. Seus módulos funcionam de forma integrada e, assim, o software permite simplificar rotinas, reduzir erros operacionais e eliminar a digitalização manual e o retrabalhado, garantindo mais eficiência na retaguarda administrativa. Para complementar o uso do sistema de gestão, a empresa contratou também o App Meu Protheus, aplicativo desenvolvido para trazer flexibilidade e agilidade nas aprovações e interatividade com os processos decorrentes do ERP.

Outra solução escolhida pela IMBAT é o TOTVS Comércio Exterior, voltado para as empresas que operam no comércio externo, seja como exportadores, importadores ou ambos. Com o sistema, a empresa conseguirá gerenciar todo o processo logístico, comercial, relações com fornecedores e despachantes, recebíveis em moeda estrangeira, pagamentos e recebimentos multimoedas, regimes tributários especiais, além do planejamento e previsão de custos, tudo de forma integrada com o ERP.

Por fim, a IMBAT também investiu na TOTVS Cloud, a nuvem proprietária da TOTVS, no modelo PaaS (plataforma como serviço) para a gestão de seus sistemas TOTVS o que gerou ganhos de produtividade e performance e segurança, além de redução de custos nas suas operações. Além disso, toda a gestão dos ambientes é realizada por meio do T-Cloud, plataforma exclusiva da TOTVS Cloud, onde é possível realizar ações como contratação e configurações de recursos, gestão de regras de acesso, backup e restore das máquinas virtuais, monitoramento dos recursos contratados, entre outras funcionalidades, tudo isso com total autonomia.

“Diante da ampla competitividade do mercado é importante que as empresas invistam na digitalização da sua gestão, integrando processos e aumentando sua eficiência. A tecnologia também é valiosa ao permitir que as empresas obtenham dados completos de suas operações, facilitando as tomadas de decisão. Estamos muito empenhados em aprimorar a gestão da IMBAT com as nossas soluções”, destaca Gerson Carvalho, diretor da TOTVS Belo Horizonte.

Redmi Note 13 é o smartphone usado da Xiaomi mais vendido por meio da OLX

O Xiaomi Redmi Note 13 foi o smartphone de segunda mão mais vendido da fabricante asiática nos primeiros quatro meses do ano, por meio da OLX, com 16% de share entre os modelos Xiaomi avaliados com mais representatividade na plataforma. Segundo o levantamento do maior marketplace de classificados de produtos usados do país, o item também é o mais anunciado e o mais procurado por meio da plataforma.

O levantamento ressalta o interesse crescente do brasileiro pela linha Redmi Note, que se destacou como a mais comercializada por meio da plataforma, ocupando os sete primeiros lugares.

Liderança dupla entre os mais procurados

Entre os modelos listados, as versões usadas do Redmi Note 13 e Redmi Note 12 foram as mais procuradas da Xiaomi no 1º quadrimestre do ano, com share de 17% cada. Na sequência estão o Redmi Note 8, com 10%, e o Redmi Note 11, com 9% de procura.

Os mais anunciados

O Redmi Note 13 também é o líder da marca nos anúncios por meio da OLX, com 16% de share, seguido pelo Redmi Note 12, com 13%. O terceiro lugar ficou com a dupla Redmi Note 8 e o Redmi Note 11, ambos com 9% dos anúncios de smartphones usados ​​da Xiaomi presentes na pesquisa.

Como fazer uma compra online com mais segurança

  • Evite levar a conversa para aplicativos de mensagens e tire todas as dúvidas pelo chat e canais oficiais das plataformas. Dessa forma, você conta com o suporte da OLX e dicas contextualizadas ao longo da sua jornada;
  • Não divulgue seus dados pessoais nem seu número de celular;
  • Desconfie de preços ou ofertas muito abaixo do mercado;
  • Verifique na plataforma informações sobre o vendedor, como tempo de conta, registro da empresa, se for o caso, e licenças;
  • A OLX oferece a opção Garantia da OLX, serviço pelo qual é possível pagar a compra pela plataforma, sem precisar efetuar transferências para terceiros. Assim que o pagamento é confirmado pela OLX, o comprador recebe uma mensagem de confirmação diretamente no chat do anúncio;
  • Sempre peça a nota fiscal do item que está negociando. Desta forma, há certeza da legalidade da procedência do produto e, caso ainda esteja na garantia, é possível ter acesso à assistência técnica oficial;
  • No caso de uma compra ou entrega presencial, escolha lugares públicos e movimentados, como praças, shoppings ou estações de metrô. Se possível, sempre vá acompanhado de outro adulto;
  • A OLX não possui parcerias com aplicativos de mobilidade, como Uber, Rappi e 99. Para vendas e compras com a Garantia da OLX, as entregas funcionam para todo o Brasil via Correios, Jadlog, Clique e Retire, Loggi e R3 Transportes. Verifique sempre, na área logada do site ou app, seu histórico de venda e a forma como seu produto será enviado;
  • A OLX nunca solicita códigos de confirmação ou de segurança, seja por telefone, e-mail, chat ou aplicativos de mensagens. Se você receber algum contato em nome da OLX solicitando qualquer código ou senha, denuncie na plataforma;
  • A OLX não envia e-mails com anexos ou links que redirecionam para fora da plataforma. Caso você receba alguma comunicação do tipo, não baixe nenhum tipo de documento e não clique nos links.

Nova locação revela manobra dos Correios para romper contrato com TRBL11

A nova locação firmada pelos Correios reforça a tese de que houve uma manobra premeditada para viabilizar a rescisão unilateral, indevida e não remunerada do contrato atípico mantido com o fundo imobiliário TRBL11. A estatal, que poderia exercer o direito de romper o vínculo mediante o pagamento integral da multa prevista, optou por conduzir o processo de forma a contornar essa obrigação contratual.

O novo contrato, firmado na mesma região, tem valor de metro quadrado aproximadamente 30% inferior, envolve uma área 3,5 vezes menor, duração de 5 anos e estrutura jurídica típica, em claro contraste com o compromisso vigente com o TRBL11, celebrado sob a modalidade atípica, com dez anos remanescentes de vigência e cláusulas específicas que garantem estabilidade e retorno financeiro ao investimento.

Para a Abradin (Associação Brasileira de Investidores), a postura dos Correios compromete a previsibilidade contratual e enfraquece a segurança jurídica de um modelo essencial ao desenvolvimento do setor imobiliário, que depende da estabilidade dos contratos atípicos para viabilizar empreendimentos sob demanda e de longo prazo. “A tentativa dos Correios de romper um contrato atípico, sem cumprir os dispositivos legais, representa não apenas um desrespeito aos investidores, mas uma ameaça concreta ao arcabouço de segurança jurídica que sustenta o setor. É preciso apurar com rigor, pois o descumprimento contratual nesse caso envolve recursos do mercado e pode configurar grave violação aos princípios que regem os FIIs no Brasil”, afirma Aurélio Valporto, Presidente da Abradin.

 A Abradin também enxerga com preocupação o impacto da manobra sobre a confiança do mercado. O imóvel de Contagem (MG) foi construído sob medida, com base nas especificações operacionais da própria estatal, e estruturado com um contrato atípico justamente para assegurar viabilidade econômica e segurança jurídica ao projeto. “Os Correios participaram de todas as etapas do desenvolvimento do imóvel. O contrato atípico não é um detalhe, é a espinha dorsal da estrutura financeira desse tipo de operação. Rompê-lo de forma unilateral compromete não apenas este fundo, mas a credibilidade de todo o mercado”, ressalta Valporto.

A associação avalia acionar a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para que o caso seja analisado à luz da legislação vigente e para que as responsabilidades sejam devidamente apuradas. Para a entidade, permitir que esse tipo de conduta prospere sem consequência legal abriria um precedente perigoso, enfraquecendo a lógica de financiamento estruturado que sustenta a expansão do setor logístico no Brasil.

Conexão emocional impulsionou 60% das marcas que superaram metas de receita, aponta estudo

A Braze, plataforma líder global em engajamento de clientes, realizou pela primeira vez no Brasil o “Grow With Braze”, evento que reuniu líderes de marcas como Meta, iFood, Zé Delivery, Petlove e DM para discutir tendências, estratégias e o papel da tecnologia no marketing de relacionamento. Durante o encontro, a empresa apresentou a nova edição do seu Relatório Global de Engajamento do Cliente, uma pesquisa anual que mapeia os principais desafios e oportunidades para profissionais de marketing em 2025.

Há cinco anos, a Braze conduz sua pesquisa global de Engajamento do Cliente para identificar tendências emergentes no marketing. A edição de 2025, realizada em parceria com a Wakefield Research, ouviu 2.300 líderes em 18 países. O relatório destaca três frentes essenciais para estreitar o vínculo com o consumidor: adaptar a mensagem, gerar confiança com transparência e aprimorar experiências com o uso da inteligência artificial. Em paralelo, 85% dos executivos de marketing demonstram preocupação com a relevância de suas comunicações.

Na América Latina, os dados revelam um cenário promissor. Cerca de 69% dos profissionais de marketing da região superaram suas metas de receita nos últimos 12 meses, desempenho alinhado ao de mercados mais maduros, como Europa e Estados Unidos. Os aplicativos de mensagens também seguem em alta: 43% dos líderes afirmam usar ou planejar o uso desses canais em 2025, consolidando-os como os favoritos à frente de e-mail e SMS nas estratégias de comunicação direta com o consumidor.

Personalização com propósito é diferencial competitivo

Além da automação, a personalização avançada exige confiança, transparência e vínculo emocional com o consumidor. Segundo o relatório, 60% das marcas que superaram suas metas de receita em 2024 estavam altamente comprometidas em criar conexões emocionais com seus clientes. Nesse cenário, a capacidade de entender o consumidor de forma individualizada deixa de ser diferencial e passa a ser um requisito estratégico para marcas que lideram crescimento e relevância no mercado.

Exemplos práticos de personalização e engajamento em escala foram apresentados durante o Grow With Braze, com cases de iFood, Petlove, Zé Delivery, Conta Azul e DM, além de insights da PMWeb e da Dynamic Yield by Mastercard. As estratégias mostraram como o uso inteligente de dados, automação e conteúdo personalizado impulsiona resultados concretos e acelera o crescimento das marcas mais inovadoras do mercado.

Clique aqui e veja o relatório na íntegra.

Direitos autorais e plataformas de streaming: os contratos acompanham a tecnologia?

Com o avanço das tecnologias digitais, plataformas de streaming, que têm entre exemplos mais populares o Youtube e Spotify, se consolidam como principal forma de consumo de conteúdo musical e audiovisual. Essa realidade reacende debates jurídicos sobre os limites das transferências de direitos autorais.

Ainda que não seja um caso isolado, a recente disputa judicial entre o cantor Leonardo e a Sony Music evidenciou preocupações relevantes no tocante a extensão dos direitos concedidos pelo autor de uma obra e a sobrevivência dessa extensão ao longo do tempo, especialmente em face de novas formas de exploração da obra, como o streaming.

No referido caso, Leonardo, na figura de autor, questionou judicialmente a validade do contrato assinado em 1998 com a Sony Music quanto a possibilidade de divulgação do catálogo musical dele em plataformas de streaming, considerando que a cláusula contratual que determina a extensão do uso da obra pela Sony Music não contempla de forma expressa a distribuição por streaming.

A controvérsia gira em torno da interpretação restritiva dada aos negócios jurídicos (incluindo contratos) que regulam direitos autorais. Pois  não se pode presumir aquilo que não foi pactuado de forma clara e expressa, e que poderia levar ao entendimento de que as formas de exploração atuais não estavam previstas nos acordos celebrados no passado e, portanto, não foram autorizadas pelo autor. Contudo, ainda que seja inegável a obrigação de cumprimento com os critérios de validade da transferência (ex. que o contrato seja por escrito, que determine as formas de uso autorizadas etc.), é fundamental que a análise considere o contexto tecnológico em que o contrato foi firmado (em 1998, quando Leonardo assinou o contrato, o Spotify – por exemplo – estava ainda há 10 anos de ser lançado).

O grande ponto de tensão, tanto neste caso quanto em outros semelhantes, é a validade dos contratos firmados antes da internet se consolidar como meio dominante de distribuição de conteúdo. A rigor, a indústria fonográfica sustenta que o streaming é apenas uma extensão das formas tradicionais de execução ou distribuição, o que legitima o uso de acordo com as cláusulas contratuais existentes. Em contrapartida,  os autores defendem se tratar de um meio completamente novo, que exige autorização específica e, em determinados casos, renegociação da remuneração contratual.

A discussão sobre a necessidade de autorização específica para o uso de obras musicais em plataformas digitais já foi analisada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no julgamento do Recurso Especial n. 1.559.264/RJ. Em tal oportunidade, a Corte reconheceu que o streaming pode ser enquadrado nas hipóteses de utilização previstas no artigo 29 da Lei de Direitos Autorais. No entanto, destacou que esse tipo de exploração demanda consentimento prévio e expresso do titular dos direitos, em observância ao princípio da interpretação restritiva.

Mais do que um conflito pontual entre partes específicas, discussões como essa revelam uma questão estrutural: a urgência de revisão dos contratos envolvendo a transferência de direitos autorais, independente do setor, seja a indústria fonográfica, seja o setor educacional amplamente digitalizado, veículos jornalísticos, enfim, todos que se utilizam e exploram conteúdo protegido por direitos autorais. Diante da velocidade com que surgem novas tecnologias e formatos de distribuição – especialmente no ambiente digital -, torna-se indispensável que esses instrumentos contratuais especifiquem, de forma clara e abrangente, as modalidades de uso autorizadas. Isso porque a omissão, que comercialmente apresenta-se benéfica, pois dá ampla permissão de exploração de um conteúdo, pode gerar insegurança jurídica, demandas para indenização por direitos morais e materiais, além de disputas caras e prolongadas prolongadas no Judiciário.

Norte e Nordeste ganham protagonismo no microempreendedorismo e inspiram soluções de impacto em evento nacional

Mais de 400 pessoas se reuniram em junho, em Brasília (DF), durante o Summit Aliança Empreendedora 20 Anos — um encontro dedicado à construção de políticas públicas, ao desenvolvimento sustentável e ao fortalecimento do ecossistema empreendedor no país. Microempreendedores, autoridades e representantes de organizações de todas as regiões do Brasil marcaram presença, com destaque para representantes do Norte e do Nordeste, que vêm se consolidando como pólos estratégicos do microempreendedorismo nacional, impulsionados pelo protagonismo feminino e por soluções adaptadas às realidades locais

Dentre eles,  participantes do Projeto Negócio Raiz — uma iniciativa da Aliança Empreendedora, apoiada pela Youth Business International (YBI) e financiada pela Standard Chartered Foundation, por meio do programa Futuremakers. Voltado para fortalecer o ecossistema empreendedor da bioeconomia nas regiões Norte e Nordeste, o projeto já beneficiou mais de 800 microempreendedores somente em seu primeiro ciclo.

O encontro também reuniu autoridades do poder público, incluindo representantes dos estados do Pará e Maranhão, que participaram ativamente dos debates sobre políticas públicas para o fortalecimento do microempreendedorismo. A programação uniu dois eventos realizados anualmente pela Aliança Empreendedora: o Encontro Nacional de Microempreendedores e o Fórum Brasileiro de Microempreendedorismo, este realizado por meio do Programa Empreender 360.

Protagonismo feminino em evidência

Mais do que reunir experiências, o Summit evidenciou o protagonismo dessas duas regiões, não apenas pela presença expressiva de empreendedores, mas também pela atuação de gestores públicos e organizações locais comprometidas com o desenvolvimento regional. Um exemplo disso foi a participação da Secretaria de Estado das Mulheres do Pará (SEMU), representada por Clarice Laonel, Diretora de Articulação e Políticas para as Mulheres, que apresentou diversas iniciativas voltadas ao empreendedorismo feminino sustentável na região.

Dentre as muitas ações da SEMU, a Aliança Empreendedora é um parceiro para capacitação inclusiva, acesso a crédito e valorização da autoestima das empreendedoras, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade. “A Aliança Empreendedora merece todo nosso reconhecimento pela excelente forma didática em fazer uso dessa plataforma (Summit) para articulação coletiva entre governo, sociedade civil e setor privado, com foco em inspirar mais mulheres a transformar suas realidades”, afirmou Clarice. Ela destaca que o evento contribuiu para uma construção coletiva mais representativa, alinhada às realidades locais e segmentada por região, promovendo o compartilhamento de saberes e experiências com foco no desenvolvimento econômico.

Clarice também ressaltou o crescimento da participação feminina no empreendedorismo informal, mesmo diante dos desafios do cuidado familiar. Segundo ela, o material produzido durante o Fórum servirá como base para aprimorar políticas públicas, descentralizar ações e alinhar estratégias às realidades socioeconômicas dos municípios paraenses.

Após as trocas no Summit, a SEMU pretende implementar espaços de escuta ativa para mapear necessidades locais, capacitação e acesso a crédito, além de desenvolver trilhas formativas com certificação em gestão de negócios e marketing digital, entre outros, e está em conversa com a Aliança Empreendedora para o aprofundamento da parceria. Também está prevista a adoção de plataformas digitais para gestão e monitoramento das políticas públicas, ampliando a efetividade e a visibilidade das iniciativas voltadas ao empreendedorismo feminino no estado.

Microempreendedoras do Negócio Raiz também participaram

O projeto Negócio Raiz marcou presença no evento com oito empreendedores, dentre eles Aline Rodrigues da Silva Costa, Izabela Conceição Lopes e Jéssica Santos da Cruz Moraes, participantes do primeiro ciclo da iniciativa, que tem duração de três anos. A participação no evento foi para elas uma oportunidade de troca de experiências, fortalecimento de redes e estabelecimento de novas parcerias para o crescimento de seus negócios.

A psicóloga Aline Rodrigues destacou que o Summit proporcionou conexões significativas com outros empreendedores e representantes de instituições alinhadas à sua missão. Segundo ela, foram muitos os aprendizados em temas como gestão, impacto, redes e propósito. “As conexões feitas, com certeza, vão refletir diretamente no crescimento e na ampliação do impacto social do meu trabalho”, afirmou. Em um momento atual de expansão, Aline está levando seus projetos voltados à saúde mental da mulher para novos espaços, com mais clareza de propósito e visão de futuro. 

“Ver como cada empreendedor, mesmo vindo de contextos diferentes, enfrenta desafios parecidos e busca soluções criativas e potentes é algo que fortalece muito nossa caminhada. O que mais me chamou atenção foi a força da coletividade, da colaboração e da capacidade que cada negócio tem de gerar impacto social no seu território, independentemente do tamanho ou do recurso disponível”, completou.

A diversidade de perfis e ramos de atuação entre os participantes também foi um ponto destacado por Isabele Conceição, da Iza’s Delícias Confeitaria. Para ela, o evento evidenciou a força do cooperativismo e das parcerias como motores para o crescimento de pequenos negócios. “O maior aprendizado foi perceber como cada negócio consegue crescer quando há apoio de outros parceiros. Isso me mostrou o quanto essas conexões são importantes para o desenvolvimento do nosso trabalho”, afirmou.

Na mesma linha, Jéssica Santos, da iniciativa Mulheres de Fibra, classificou sua experiência no Summit como uma verdadeira “virada de chave” para o seu negócio. Ela destacou a unidade entre os empreendedores, independentemente das diferenças regionais: “Foi maravilhoso! O que mais chamou a atenção foi a unidade. Mesmo sendo de lugares diferentes, estávamos ali em busca do mesmo propósito, em busca de experiências e conhecimento”. Para ela, o evento foi também um convite à superação e à busca pelos espaços certos para alcançar objetivos: “Superação e quebra de paradigmas, pois viver esse momento foi incrível”.

Parcerias estratégicas

A Credisol, organização de microcrédito, também teve participação ativa no evento, representada pelo coordenador de ESG Stefano Mattei. Para ele, o Summit aprofundou a compreensão sobre a diversidade de realidades enfrentadas pelos microempreendedores, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. A troca de experiências reforçou que as soluções mais eficazes são aquelas construídas a partir das características locais, evitando modelos centralizados que pouco dialogam com contextos marcados pela informalidade e pelos vínculos comunitários.

Ainda segundo Stefano, muitos empreendedores dessas regiões apresentaram iniciativas enraizadas em suas comunidades, com soluções adaptadas à realidade local — seja na linguagem, na forma de distribuir, nos canais de venda ou no uso dos recursos disponíveis. “Ao mesmo tempo, percebi que um ponto comum entre os parceiros da região é a necessidade de criar produtos e serviços — financeiros e não financeiros — que reconheçam essa diversidade desde o início. Modelos prontos, pensados de forma centralizada, tendem a falhar onde a informalidade e os vínculos comunitários são mais fortes do que as estruturas formais”, pontua.

A experiência no evento também evidenciou o papel estratégico da Credisol como articuladora regional dentro do ecossistema de impacto, especialmente ao fomentar parcerias com instituições de formação empreendedora, como a Aliança Empreendedora. Nesse sentido, a colaboração entre as duas organizações abre novas possibilidades para ampliar o acesso ao microcrédito e à capacitação, contribuindo para a inclusão produtiva com foco no impacto social.

Entre os principais aprendizados, Stefano destaca a importância de compreender com mais profundidade o perfil dos públicos atendidos, ajustando não apenas a oferta de crédito, mas também o apoio oferecido, de forma mais sensível e contextualizada. Além disso, aponta a necessidade de fortalecer a visibilidade institucional da organização, ocupando espaços de debate público e setorial, e enfatiza o valor da escuta ativa como ferramenta para a construção conjunta com os empreendedores, bem como a importância de mensurar e comunicar com clareza o impacto gerado.

Para Lina Useche, cofundadora e Head de Relações Institucionais da Aliança Empreendedora, é essa diversidade de vozes que tornam o Summit da Aliança Empreendedora, e o Fórum Brasileiro de Microempreendedorismo, eventos únicos no cenário nacional.  “Os eventos são momentos muito estratégicos onde conseguimos reunir narrativas de todo o país, que estimulam a geração de renda e a inclusão produtiva de ponta a ponta quando falamos do empreendedorismo na base da pirâmide. Contar com convidados que representam essa potência do Norte e Nordeste contribuiu para uma agenda rica de debates, onde o que é singular e único de cada região influencia diretamente a construção de soluções efetivas para o microempreendedor”.

McDia Feliz 2025: Parceria inédita com Shopee mira nova geração de doadores no combate ao câncer infantojuvenil

Em um movimento estratégico para oxigenar a arrecadação e alcançar uma nova geração de doadores, o Instituto Ronald McDonald anuncia uma parceria inédita com a Shopee para o McDia Feliz 2025. Pela primeira vez, a campanha de combate ao câncer infantojuvenil terá seus tíquetes digitais disponíveis diretamente no aplicativo da gigante do e-commerce, com um atrativo de 50% de cashback (limitado a R$ 50) para os consumidores. A aposta visa não apenas ampliar o alcance, mas também modernizar a forma de doação em um cenário de crescentes desafios para o terceiro setor.

Em 2024, o McDia Feliz arrecadou R$ 22 milhões para a oncologia pediátrica brasileira, e a expectativa para 2025 é superar os R$ 25 milhões, impulsionada por essa nova frente digital.

“Nos últimos anos, percebemos uma mudança no perfil do doador, cada vez mais conectado. Essa união fortalece nossa missão de oferecer apoio a milhares de crianças e adolescentes com câncer em todo o Brasil, cujas necessidades não param de crescer”, afirma Bianca Provedel, CEO do Instituto Ronald McDonald.

O acordo reflete uma tendência de mercado e o reconhecimento do poder da tecnologia para conectar causas relevantes a um público vasto e ativo. “A união entre setor privado e terceiro setor tem um grande potencial de gerar resultados em larga escala. Acreditamos no poder da tecnologia para conectar pessoas a causas relevantes, incorporando ao consumo digital novas formas de doar”, destaca Felipe Piringer, head de Marketing da Shopee.

A campanha do McDia Feliz está marcada para 23 de agosto. Os vouchers, no valor de R$ 20,00 cada, comprados na Shopee poderão ser trocados por sanduíches Big Mac em qualquer restaurante McDonald’s participante do país.

Os recursos arrecadados em 2025 serão destinados a 75 projetos de 48 instituições dedicadas à oncologia pediátrica, em todas as regiões do país. Parte do valor também será aplicada no fortalecimento de programas estruturantes do Instituto Ronald McDonald, como as Casas Ronald McDonald, que oferecem hospedagem e alimentação a crianças e adolescentes em tratamento e suas famílias, os Espaços da Família e iniciativas de Diagnóstico Precoce, todos essenciais para aumentar as chances de cura e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Com 26 anos de atuação, o Instituto Ronald McDonald já investiu mais de R$ 422 milhões na oncologia pediátrica brasileira, impactando milhões de vidas por meio de uma rede nacional de acolhimento, tratamento e esperança. A parceria com a Shopee é vista como um passo importantíssimo para revitalizar e expandir essa rede, garantindo que mais crianças e adolescentes recebam o suporte necessário.