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BonifiQ anuncia nova Head of Revenue

A BonifiQ, empresa que tem o objetivo de transformar consumidores pontuais em clientes leais por meio de programas de fidelidade ou cashback personalizados, anuncia a chegada da executiva Michelle Xavier como Head of Revenue.

Com mais de 20 anos de experiência na área comercial, dentro do mercado financeiro e de tecnologia, sua trajetória foi construída e baseada em crescimento de receita, relacionamento com grandes contas e estruturação de áreas comerciais.

Michelle iniciou a carreira no mercado financeiro, passando por Banco Real, Unibanco e Itaú, onde atuou nas áreas de qualidade e atendimento ao cliente, até migrar para a área comercial. Nesse período, trabalhou com clientes PJ e alta renda, com foco em expansão de carteira, venda consultiva de produtos bancários e integração entre os times comercial e operacional.

Ex-CRMBonus como Head de Customer Success (giftback e Vale Bonus) e, posteriormente, como Head Comercial, a profissional liderou times multidisciplinares, conduzindo projetos de reestruturação de funil e expansão de receita, além de integrar estratégias de retenção, upsell e aquisição. E ao longo da carreira, atendeu marcas de peso como Vivara, Grupo Arezzo (atual Azzas), Pernambucanas, Vitru, Chilli Beans, XP e Adidas.

Meu desafio na BonifiQ é construir uma arquitetura de crescimento previsível e sustentável, conectando estratégia, produto e go-to-market em um único motor de receita”. E acrescenta: “Mais do que dobrar o faturamento, nosso foco está em consolidar uma operação de alta performance com eficiência e posicionar a empresa como excelência do setor”, diz. 

Leandro Capolupo, um dos fundadores da BonifiQ, destaca: “a chegada da Michelle ao time está alinhada com a estratégia da empresa de crescimento acelerado, através do lançamento de novos produtos, abertura de novas linhas de receita e novas possibilidades para nossos clientes“, finaliza

Do clique à entrega: por que o timing define o sucesso em mercados sensíveis?

No varejo de flores e presentes, vender não é apenas uma transação comercial, é a entrega de uma mensagem carregada de significado. E, nesse contexto, o timing deixa de ser um detalhe operacional para se tornar um dos principais fatores estratégicos do negócio. Entre o clique do cliente e a chegada do produto, existe uma cadeia de decisões que precisa funcionar com precisão quase cirúrgica.

O chamado “tempo ideal” nesse mercado é o ponto exato em que emoção e oportunidade se encontram. Diferentemente de setores em que a compra é guiada majoritariamente por preço ou necessidade funcional, aqui a decisão é emocional e, quase sempre, atrelada a uma data específica. Esse momento é definido por três variáveis centrais: o comportamento do consumidor, o calendário sazonal e a capacidade operacional da empresa. Entender quando o cliente começa a pensar no presente, decide comprar e a data que espera receber orienta toda a estratégia. O objetivo é transformar intenção em ação sem gerar ansiedade ou frustração.

Antecipar campanhas pode parecer uma forma de ganhar vantagem, mas muitas vezes significa falar sozinho. Se o consumidor ainda não está emocionalmente conectado à data, a mensagem perde força e o investimento não gera retorno. Por outro lado, atrasar a comunicação é ainda mais arriscado. Reduz o tempo de decisão, pressiona a operação e compromete a experiência de compra. No mercado de flores, um erro de poucos dias pode resultar em estoque parado, ruptura de produtos ou perda de vendas em datas que concentram grande parte do faturamento anual. Timing errado não é apenas falha de marketing, é desperdício de investimento, de esforço e de oportunidade.

Datas como Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia da Mulher, Valentine’s Day, Dia da Secretária e Natal concentram volumes muito acima da média e prazos extremamente curtos. Nesses períodos, o consumidor decide mais rápido, compara menos e espera eficiência total. Isso exige decisões baseadas em dados quase em tempo real: desempenho de vendas, comportamento regional, disponibilidade de produtos e capacidade de envio. Planejamento e agilidade precisam caminhar juntos, porque não existe margem para improviso. A empresa que demora a reagir perde espaço e a que se antecipa sem base concreta assume riscos desnecessários.

Comunicar no momento certo é apenas parte da equação. Se o produto não chega na hora prometida, toda a estratégia perde valor. Flores são itens sensíveis, perecíveis e carregados de expectativa emocional. O envio não é apenas logística, mas parte essencial da experiência.O sucesso depende de uma cadeia sincronizada que envolve produção, estoque, roteirização e entrega final. Uma campanha só pode ser considerada bem-sucedida quando o cliente recebe exatamente o que comprou, no horário certo e com a qualidade esperada. Nesse sentido, a logística é o coração do timing.

No varejo de presentes, comunicação sem estoque vira promessa vazia. Estoque sem comunicação vira oportunidade perdida. Esses dois pilares precisam funcionar como um único sistema. Antes de qualquer ação de marketing, é fundamental garantir previsibilidade de demanda, mix adequado e reposição rápida. A campanha ideal é aquela que conversa diretamente com o que está disponível para entrega imediata. Transparência e alinhamento entre áreas reduzem frustrações e fortalecem a confiança do consumidor, um ativo decisivo em mercados baseados em emoção.

Os resultados de um tempo bem executado aparecem de forma clara. No Valentine’s Day, por exemplo, quando a campanha começa no momento certo, com produtos adequados e logística preparada, o consumidor compra com antecedência, escolhe melhor e a operação flui. Na prática, uma mudança de três ou quatro dias no início de uma campanha pode elevar de forma relevante a taxa de conversão e, ao mesmo tempo, reduzir custos operacionais. Outro exemplo é o envio de promoções relâmpago em horários estratégicos, alinhados a picos de navegação. Com comunicação, estoque e entrega em sincronia, o impacto é quase imediato em vendas, satisfação do consumidor e recorrência.Em mercados sensíveis, o sucesso não depende apenas do que se vende, mas da data e como se envia. Entre o clique e a chegada do produto ao destino final, o timing é o elo que conecta estratégia, operação e experiência do cliente. E, cada vez mais, é ele que define quem transforma intenção em resultado.

Locaweb lança Cloud 100% nacional com alta disponibilidade e até 70% de economia frente a provedores globais

A Locaweb, empresa do grupo LWSA e pioneira em infraestrutura digital no Brasil, anuncia o lançamento do Locaweb Cloud, sua nova plataforma de Cloud Infrastructure-as-a-Service (IaaS). Desenvolvida inicialmente para atender às demandas internas da companhia, a solução agora chega ao mercado como uma alternativa nacional de alta performance. 

“Construímos o Locaweb Cloud para atender nossas próprias necessidades de escala, controle e previsibilidade. A solução se mostrou tão eficiente e resiliente que entendemos que havia uma oportunidade de mercado para oferecer uma infraestrutura de alta performance, baixa latência, totalmente nacionalizada, com cobrança em real e sem exposição cambial”, afirma Pedro Braga, Diretor de Produtos Tech da Locaweb. “Conseguimos garantir até 70% de economia se comparado com os grandes provedores globais, se considerarmos impostos e custos associados, a economia pode ser ainda maior.”

Diante dos altos custos com nuvens internacionais e da volatilidade cambial, a Locaweb desenvolveu uma infraestrutura própria, baseada em sua experiência consolidada em datacenters e hospedagem. O resultado é uma nuvem pública robusta, com arquitetura celular autossuficiente, que permite expansão rápida e reduz o domínio de falhas. 

De acordo com dados do IDC Predictions Brazil 2026, o mercado de infraestrutura como serviço (IaaS) no país deve atingir US$ 4,4 bilhões neste ano, crescimento de 18,5% comparado aos US$ 3,7 bilhão de 2025. A Locaweb projeta alcançar cerca de 1800 clientes e embarcar mais de 2000 projetos de tecnologia até o fim de 2026, consolidando sua posição como alternativa competitiva nacional no segmento de infraestrutura em nuvem e fomentando uma comunidade forte de desenvolvedores rodando cargas de trabalho críticas para negócios, em solo nacional. 

Diferenciais da plataforma 

  • Modelo de cobrança pós-pago. 
  • Duas zonas de disponibilidade localizadas no Brasil, totalmente isoladas inclusive nos links de comunicação. 
  • Permite implementar políticas de Disaster Recovery nos modelos ativo-ativo ou ativo-passivo.  
  • Latência reduzida para aplicações hospedadas no país. 
  • Storage all-flash com discos SSD NVMe de alta performance, atingindo até 8.000 IOPS. 
  • API-First e compatibilidade com Terraform, garantindo integração contínua (CI/CD) fluida.
  • Suporte local.  

Com precificação simples e transparente, a solução oferece previsibilidade financeira para empresas e desenvolvedores brasileiros. O Locaweb Cloud permite o provisionamento ágil e a gestão granular, em tempo real, de máquinas virtuais, redes privadas (VPCs), storage, firewalls, balanceadores de carga, VPNs, snapshots, templates e políticas de autoescalonamento, por meio de painel de controle otimizado para a rotina do desenvolvedor  ou API. 

“Criamos a Locaweb Cloud “de dev para dev”, para desenvolvedores, engenheiros de software, arquitetos de soluções, profissionais de DevOps e líderes de tecnologia que já operam ambientes de nuvem e buscam mais autonomia para escalar projetos com segurança e controle de custos”, completa Pedro. 

Com o lançamento do Locaweb Cloud, a empresa amplia seu portfólio e reforça seu posicionamento como parceira estratégica para digitalização de PMEs e empresas de tecnologia no Brasil. 

Para mais informações, acesse: https://www.locaweb.com.br/locaweb-cloud/

Dia do Consumidor 2026: cinco movimentos estratégicos para marcas que querem vender além do desconto

O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, deixou de ser apenas mais uma janela promocional para se consolidar como uma das datas mais estratégicas do varejo brasileiro. Em 2025, o e-commerce nacional movimentou R$8,3 bilhões no período, segundo levantamento da Neotrust Confi. O resultado evidencia a força da ocasião no primeiro semestre e ajuda a explicar por que ela é vista, por muitas marcas, como um termômetro do ano: antecipa tendências, valida estratégias e engaja o consumidor antes das próximas grandes sazonalidades do calendário comercial.

Entretanto, em 2026, há um ponto de atenção para as marcas: o consumidor já não decide apenas pelo desconto. Ele decide pela jornada. A lógica linear – busca, comparação e compra – foi substituída por um fluxo fragmentado que transita entre redes sociais, buscadores, marketplaces, inteligência artificial e canais físicos. Nesse cenário, a data deixa de ser apenas promocional e passa a exigir maturidade estratégica.

A seguir, cinco movimentos estratégicos apontados pela mLabs como fundamentais para capturar resultado consistente no Dia do Consumidor:

1. Tratar redes sociais como canal de conversão e não só de awareness

As redes sociais deixaram de ocupar exclusivamente o topo do funil. Hoje, elas participam ativamente de todas as etapas da decisão de compra, da descoberta à conversão. De acordo com o estudo A Nova Jornada de Compra da mLabs em parceria com a Conversion, entre a Geração Z (16-28 anos), por exemplo, 87% descobrem produtos pelo Instagram e 80% pelo TikTok. Mais do que isso: 59% já compraram diretamente pelo Instagram e 46,5% pelo TikTok.

Entre os Millennials (29 a 44 anos), 34,8% também realizam compras nas próprias plataformas sociais. Com a expansão de funcionalidades nativas, como o TikTok Shop, a integração entre conteúdo e transação se tornou mais fluida e, muitas vezes, instantânea.

Nesse contexto, insistir em tratar social media apenas como canal de visibilidade significa ignorar uma parte relevante da receita potencial. “Social media não é mais topo de funil. Para muitas marcas, já é meio e fundo ao mesmo tempo. O erro é continuar tratando rede social como canal de visibilidade, quando ela já é canal de receita”, afirma Kiso.

2. Orquestrar busca e social de forma integrada

Se as redes sociais assumiram protagonismo na descoberta, o Google continua exercendo papel central na validação e comparação. O buscador mantém relevância multigeracional, com uso que varia de 71,5% na Geração Z a 84,5% na Geração X (45 a 60 anos).

O que mudou não foi a importância da busca, mas a dinâmica da jornada. Hoje, o consumidor pode descobrir um produto no TikTok, pesquisar avaliações no Google, assistir a reviews no YouTube e finalizar a compra em um marketplace, tudo em poucos minutos. A decisão deixou de ser linear e passou a ser simultânea e interconectada.

Quando as estratégias de search e social operam de forma isolada, a comunicação se fragmenta e a eficiência cai. “Search e social não competem. Eles se complementam. Quando as áreas trabalham separadas, a marca fragmenta a própria mensagem e perde eficiência”, explica o executivo. A integração entre os canais, portanto, deixa de ser diferencial e passa a ser requisito básico de performance.

3. Não subestimar o peso dos marketplaces

Apesar do avanço do social commerce, os marketplaces seguem como grandes concentradores de demanda e continuam exercendo papel decisivo na conversão. Entre os Millennials, 81,8% utilizam esses canais. O percentual permanece elevado na Geração X (76,3%) e até mesmo entre os Baby Boomers (68,4%) que atende um público entre 61 à 79 anos.

Esses números evidenciam que, para boa parte do público, conveniência, reputação e percepção de segurança ainda pesam fortemente na escolha do canal de compra. Em datas estratégicas como o Dia do Consumidor, ignorar esses ambientes significa abrir mão de escala e visibilidade.

O desafio, segundo Kiso, não é apenas estar presente, mas equilibrar volume com rentabilidade. “Marketplaces continuam sendo grandes concentradores de demanda. Ignorá-los na data é abrir mão de escala. O desafio é usar o canal sem perder estratégia de marca e margem”, avalia.

4. Adaptar mensagem por geração

Se a jornada é fragmentada, o comportamento também é heterogêneo. Cada geração transita por canais diferentes e com expectativas distintas.

A Geração Z vive majoritariamente no ambiente social e se converte nas próprias plataformas. Millennials combinam redes sociais, marketplaces e sites oficiais. A Geração X mantém um perfil mais estruturado, priorizando marketplaces (76,3%) e sites próprios (62,6%). Já os Baby Boomers concentram suas compras em canais percebidos como mais seguros, com apenas 11,7% comprando via redes sociais.

Diante desse cenário, campanhas genéricas tendem a perder relevância. A personalização não é apenas estética — é estratégica. “Quando a marca fala com todo mundo da mesma forma, ela não fala com ninguém. A jornada mudou, mas muitas campanhas continuam genéricas. E o consumidor percebe”, pontua Kiso.

5. Pensar omnichannel como condição mínima

A consolidação do e-commerce é evidente: a frequência de compras online semanais é idêntica entre as três gerações mais jovens (44,5%), indicando maturidade digital ampla. Ainda assim, o ponto final da conversão pode variar e, em muitos casos, continua acontecendo na loja física, especialmente entre públicos mais maduros.

Isso reforça que omnichannel não é apenas presença múltipla, mas integração real de experiência e dados. O consumidor transita entre feed, busca, marketplace, site oficial e loja física com naturalidade; e espera que a marca acompanhe esse movimento sem rupturas.

“Omnichannel não é sobre estar em todos os canais. É sobre conectar todos eles. Se o consumidor transita entre feed, busca, marketplace e loja física, a marca precisa transitar junto, com dados integrados e experiência consistente”, afirma o fundador da mLabs.

Wicomm anuncia Thales Batista como novo diretor de criação

Wicomm, agência especializada em e-commerce e performance digital, comunica a chegada de Thales Batista como seu novo diretor de criação, movimento que reforça a estratégia da empresa de aprofundar a integração entre criatividade, UX e resultados de negócio. Com mais de uma década de atuação em design e ampla experiência em e-commerce, Thales assume a missão de liderar o processo criativo da companhia, desenvolver soluções inovadoras em UX, CRO e design, e elevar o posicionamento da marca no mercado, além de atuar como facilitador estratégico e formador de times multidisciplinares.

Designer por formação e com passagem por empresas como Enext e FutureBrand, o executivo acumula projetos relevantes para grandes marcas do varejo digital. Na Wicomm,  estará focado em conectar marca, experiência, produto e negócio, garantindo entregas mais integradas e orientadas a resultados mensuráveis para os clientes. Para Thales, o desafio vai além da estética e da eficiência. “Performance sem personalidade gera números, não vínculos. O desafio não é escolher entre personalidade ou performance, mas garantir que uma potencialize a outra. É a personalidade da marca que cria conexão, diferencia e sustenta resultados no longo prazo”, afirma.

Segundo Felipe Coelho, CEO da Wicomm, a contratação tem papel estratégico no momento de crescimento e amadurecimento da empresa. “Tive a oportunidade de trabalhar com Thales por alguns anos e ele é, sem dúvida, um dos melhores profissionais de criação do Brasil. Sua chegada à Wicomm reforça nossa missão de entregar serviços de alta qualidade para os clientes e, ao mesmo tempo, formar e desenvolver pessoas”, destaca. Com Thales Batista, a Wicomm amplia sua capacidade criativa e fortalece seu portfólio de soluções voltadas ao e-commerce, unindo visão estratégica, experiência do usuário e performance como pilares centrais da operação.

Amazon lança serviço de entrega em 15 minutos no Brasil com  frete grátis para Membros Prime 

A Amazon Brasil lançou hoje o Amazon Now, serviço que entrega em até 15 minutos produtos de mercearia, incluindo pela primeira vez no país alimentos frescos e congelados. Clientes em bairros elegíveis de oito grandes cidades brasileiras—São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Belo Horizonte—podem agora pedir desde frutas, verduras, carnes e laticínios até bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza da casa pelo site Amazon.com.br e pelo aplicativo Amazon Shopping. O serviço será disponibilizado gradualmente até 9 de março, com frete grátis para membros Prime.

Os momentos inesperados da vida não seguem uma programação—ficar sem fraldas, perceber que acabaram as bebidas durante uma partida de futebol ou descobrir que falta um ingrediente essencial enquanto cozinha. Para os muitos clientes, essas situações tradicionalmente significavam correr até a loja mais próxima.

“O Amazon Now expande nossas opções de entrega para atender clientes que precisam de itens essenciais com urgência”, disse Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil. “Estamos trazendo a confiança e a excelência no atendimento que nossos clientes já conhecem para entregas ultrarrápidas, levando o que precisam em 15 minutos, quando mais precisam.”

Como Funciona o Amazon Now 

Um selo “Amazon Now” identifica itens disponíveis para entrega em minutos. Ao selecionar um produto Amazon Now, os clientes acessam uma experiência dedicada com carrinho e checkout próprios, permitindo comprar itens urgentes sem misturá-los com pedidos regulares da Amazon. Os meios de pagamento disponíveis para essa modalidade serão cartão de crédito ou PIX.

Membros Prime recebem entrega gratuita, enquanto outros clientes pagam R$5,49. Como promoção de lançamento, todos os pedidos serão isentos de taxa de serviço. Os clientes também podem adicionar gorjeta opcional para o entregador.

Após finalizar o pedido, os clientes recebem um link de rastreamento via WhatsApp que abre uma página com mapa interativo. Nela, é possível acompanhar a entrega em tempo real e se comunicar com segurança com o entregador, sem compartilhar dados pessoais.

Disponibilidade e Expansão 

O Amazon Now representa a entrada da companhia no segmento de entregas ultrarrápidas e a estreia de produtos frescos e congelados no Brasil, marcando mais um passo na estratégia de atender clientes com ainda mais rapidez e variedade. Com mais de 250 centros logísticos em todo o país, sendo 100 inaugurados em 2025, a empresa vem estabelecendo novos recordes de velocidade e conveniência. “Já ampliamos significativamente nossas opções de entregas em horas em São Paulo e Rio de Janeiro, permitindo que produtos de mais de 30 categorias fossem recebidos poucas horas após a compra”, completa Juliana. “Agora, com o Amazon Now, introduzimos entregas em minutos e, pela primeira vez no país, categorias inteiramente novas — alimentos frescos e congelados — que transformam a forma como os brasileiros podem fazer suas compras urgentes de mercearia. Essa evolução reforça nosso compromisso em estabelecer novos padrões de conveniência para nossos clientes.”

Inicialmente, o serviço estará disponível em bairros elegíveis das oito cidades. Os clientes podem verificar se seu endereço está na área de cobertura no site. O Amazon Now expandirá gradualmente para novos locais e aumentará sua seleção de produtos com base nas preferências dos consumidores.

Membros Prime Economizam Ainda Mais 

Membros Prime que já contavam com entrega rápida e gratuita em milhões de produtos agora têm acesso a entregas ainda mais rápidas: em 15 minutos com o Amazon Now, sem custos adicionais. O lançamento chega para agregar ainda mais valor ao programa Amazon Prime, que oferece uma experiência completa de economia e entretenimento, incluindo ofertas exclusivas, acesso aos títulos e transmissões esportivas pelo Prime Video, 100 milhões de músicas e podcasts sem anúncios no Amazon Music Prime, jogos gratuitos com Amazon Luna, além de centenas de revistas e e-books.

Novo modelo de negócio para agências de marketing permite acelerar crescimento em 2,3 vezes

O mercado está mudando, e rápido. Ele está mais competitivo, com margens cada vez mais apertadas, grande oferta de produtos, logística nacional mais eficiente e preços pressionados por um consumidor mais informado e exigente. Tudo acontece ao mesmo tempo e tem como um dos motores principais a tecnologia.

Do outro lado, o marketing também passa por uma transformação, com clientes que buscam escala operacional e previsibilidade de receita, as agências entram em 2026 repensando o próprio modelo de negócios. 

Agora, além de criar e executar campanhas, passaram a oferecer operação contínua de relacionamento, atendimento e vendas, apoiadas por plataformas conversacionais que integram central de atendimento, CRM baseado em conversas, automação e agentes de IA com supervisor, transformando o atendimento em infraestrutura de crescimento. 

Quem indica essa mudança é o especialista Guilherme Rocha, fundador e CEO da HelenaCRM, empresa mineira que integra CRM via WhatsApp, e processou 1,5 bilhão de mensagens em 2025. “Agências estão se reposicionando como operadoras de crescimento, responsáveis por gerir relacionamento com consumidores, dados comerciais, vendas e fluxos de comunicação em múltiplos canais”.

Segundo Rocha, as agências perceberam que existe uma grande oportunidade de construir receita recorrente ao assumir a operação de relacionamento com o cliente final das marcas. “Elas passaram a operar oferecendo soluções completas de atendimento e relacionamento, ocupando, assim, uma função estrutural dentro das empresas clientes, se tornando responsáveis por indicadores como conversão, retenção e satisfação do consumidor, métricas diretamente ligadas ao faturamento”.

Um dos principais diferenciais está no modelo de entrega. O especialista explica que as soluções oferecidas aos clientes levam a própria marca da agência, por meio de estruturas white label, formato no qual a tecnologia é desenvolvida por um fornecedor especializado, mas pode ser personalizada comercializada como se fosse uma solução da própria agência.

De acordo com a consultoria Amra and Elma LLC, agências que adotam esse modelo white label chegam a crescer até 2,3 vezes mais rápido e operam com margens até 20% superiores, além de registrar ganhos consistentes em retenção de clientes e expansão da receita recorrente. 

Em benchmarks práticos citados pela Amra, parceiros que ampliaram sua oferta com soluções white label viram a receita mensal evoluir de cerca de US$ 45 mil para mais de US$ 180 mil, acompanhada por um aumento expressivo no número de contas ativas atendidas nesse formato.

“A solução permite a ampliação rápida de portfólio com uma identidade própria, com um formato que combina serviços mensais, consultoria estratégica e tecnologia embarcada, uma lógica próxima à dos softwares corporativos oferecidos como serviço”, explica o CEO. 

Benchmarks do setor indicam que agências maduras e escaláveis buscam estruturar entre 60% e 80% de sua receita em contratos contínuos, o que aumenta a previsibilidade financeira, facilita o planejamento de equipes e fortalece a fidelização de clientes.

“Isso sinaliza uma mudança estrutural no setor, quando as agências deixam de atuar apenas como fornecedoras de projetos pontuais e se reposicionam como operadoras de crescimento, responsáveis por gerir relacionamento com consumidores, dados comerciais e fluxos de comunicação em múltiplos canais”, reforça Guilherme Rocha.

Segundo especialista da Helena, o novo momento do marketing global integra atendimento, automação, agentes de IA e CRM conversacional em um único ecossistema, sem que as empresas precisem desenvolver tecnologia própria do zero.

“Diferentemente dos chatbots tradicionais, essas estruturas combinam inteligência artificial, histórico de clientes, dados de compra e fluxos supervisionados por gestores humanos, permitindo que a agência acompanhe a jornada do consumidor em tempo real e faça ajustes contínuos nas estratégias de comunicação”.

Essa transformação já pode ser vista em agências que decidiram mudar sua base tecnológica. A experiência da agência Tete à Tete ilustra essa mudança de posicionamento. 

Parceiro white label da HelenaCRM há quase três anos, o empresário Régis Maciel conta que a decisão de migrar para a plataforma, no fim de 2023, foi motivada por uma busca por estabilidade e segurança operacional.

“Já chegamos a operar com duas e até três licenças white label simultaneamente, tentando garantir estabilidade. Mas eu precisava de uma ferramenta que me desse segurança para vender aos nossos clientes e realmente gerar diferencial no mercado. A Helena nos trouxe previsibilidade. A consistência da plataforma e um suporte mais próximo foram decisivos para concentrarmos 100% da operação na HelenaCRM”, conta Maciel.

Hoje, a Tete à Tete estruturou duas marcas próprias sobre a tecnologia da plataforma: o Frédy, voltada a agências de turismo, e a Duda, direcionada a clínicas odontológicas, médicas e estéticas. A operação é integralmente baseada em automação de vendas com inteligência artificial.

O impacto financeiro foi rápido. De acordo com Maciel, a empresa iniciou 2023 com faturamento mensal em torno de R$ 18 mil e encerrou 2025 com faturamento anual superior a R$ 1 milhão, operando exclusivamente com a tecnologia da HelenaCRM. “Hoje a gente não trabalha com social media nem com tráfego. Só com automação de vendas através de inteligência artificial, usando a HelenaCRM como única ferramenta, e isso trouxe tranquilidade para crescer”, afirma.

Para o executivo da HelenaCRM, “esse caso ilustra uma tendência mais ampla, em que plataformas de relacionamento estão se tornando ativos centrais nos portfólios das agências, criando contratos mensais, ampliando o lifetime value dos clientes e reduzindo a dependência de projetos sazonais”.

Rocha destaca que, à medida que 2026 avança, o setor de marketing se reposiciona em torno de três pilares: tecnologia própria via white label; operação contínua de relacionamento com consumidores e monetização baseada em recorrência. “Nesse modelo, a criatividade das campanhas passa a ser sustentada por infraestrutura, dados e processos, elementos que transformam agências em verdadeiros hubs de negócios para as marcas que atendem”, conclui.

Esse mercado se mostra positivo. Segundo levantamento da Business Research Insights (2026), o segmento global de agências de marketing digital foi avaliado em US$ 151,7 bilhões em 2023, com projeção de alcançar US$ 395,24 bilhões até 2032, impulsionado pela digitalização das relações comerciais, pela automação e pelo uso de dados nas estratégias de comunicação.

Mulheres no Supply Chain: diversidade ganha protagonismo na logística brasileira

A logística ainda é um setor com pouca participação feminina no Brasil. Segundo estimativas do Ministério do Trabalho, as mulheres representam 17% do total dos profissionais do setor. A participação é ainda menor em cargos executivos e de liderança. 

Apesar do cenário desafiador, o avanço da agenda ESG e a crescente complexidade das cadeias globais vêm acelerando a discussão sobre diversidade como fator estratégico. Estudo da McKinsey identificou que empresas com diversidade de gênero nos conselhos e em equipes executivas têm maior probabilidade de desempenho financeiro superior.

Na CHEP, líder global em soluções para a cadeia de suprimentos, a presença feminina em posições estratégicas é uma realidade e está conectada diretamente à performance operacional e à agenda de sustentabilidade. 

Emanuela Mascarenhas, Gerente Sênior de Supply Chain da CHEP Brasil, é uma delas. A executiva está há um ano e meio na empresa e tem atuado em projetos que geram resultados concretos e contribuem para metas ambientais. Por meio de iniciativas voltadas à disponibilidade de paletes, previsibilidade operacional e redução de movimentações emergenciais, a profissional se dedica a aperfeiçoar as soluções da empresa. “Sustentabilidade e eficiência são agendas paralelas e complementares. Quando melhoramos previsibilidade, reduzimos desperdício e otimizamos fluxos, gerando impacto ambiental positivo como consequência de uma operação mais inteligente”, explica Emanuela.

Outra liderança de destaque na empresa é Paula Rocha, Gerente de Soluções de Varejo da CHEP Brasil. Há 10 anos na companhia com passagem por cargos importantes da operação até alcançar a posição atual, a executiva avalia que as cadeias logísticas estão cada vez mais pressionadas e essa complexidade crescente exige integração real entre áreas e parceiros, recaindo ainda na importância da diversidade. 

“A pressão por eficiência, resiliência e metas de descarbonização faz com que as decisões estratégicas precisem equilibrar custo, risco, serviço e impacto ambiental. Quando temos mais diversidade na tomada de decisão, ampliamos nosso olhar e encontramos mais respostas para antecipar riscos, integrar parceiros e inovar de forma consistente”, afirma Paula.

A diversidade em cargos executivos fortalece uma visão integrada, contribuindo para a construção de soluções colaborativas e inovadoras, mediação entre áreas e  qualidade na tomada de decisão. A presença feminina em posições estratégicas no supply chain ainda representa ganho competitivo e maturidade de gestão.

Empresas que integrarem diversidade à estratégia central estão mais preparadas para responder a um mercado que exige eficiência aliada à responsabilidade ambiental e social.

5 passos para implementar um atendimento de sucesso

O atendimento ao cliente é um dos principais fatores para gerar um bom relacionamento com o público. De acordo com uma pesquisa realizada pela Zendesk, oito a cada dez brasileiros afirmam que fazem uma compra a partir do atendimento que recebem, mas 43% acreditam que o serviço é deixado em segundo plano. 

Nicola Sanchez, CEO da Matrix Go, empresa especializada em soluções tecnológicas para atendimento digital, relacionamento e engajamento com clientes, afirma que integrar diferentes canais é um dos pilares do atendimento moderno. “O cliente não enxerga canais, ele enxerga a marca. Quando WhatsApp, voz, chat, CRM, redes sociais e sistemas internos não estão conectados, a experiência se fragmenta, informações se perdem e o cliente precisa repetir dados a cada contato”, ressalta.

Tendo isso em vista, o executivo contou cinco passos para implementar um atendimento omnichannel de sucesso: 

1 – Entenda como o atendimento funciona 

Antes de usar tecnologia para facilitar o processo, identifique os gargalos da empresa, a partir de dados; perceba em que momento o cliente se frustra e quais demandas mais se repetem. 

“Empresas que começam pelo entendimento do fluxo atual conseguem definir objetivos claros para o atendimento, como redução de tempo, aumento de resolução no primeiro contato ou melhoria de satisfação”, afirma o CEO da Matrix Go.

2 – Tenha objetivos claros 

A automação não vai resolver os problemas estruturais da empresa, então tenha objetivos definidos para que o serviço funcione da forma mais eficaz.

“Começar pelas demandas de maior impacto, testar, medir e evoluir continuamente é o caminho mais seguro e eficiente para transformar o atendimento sem ruptura”, destaca Sanchez.

3 – Invista em automação 

Recursos de automação, como da Matrix Go, permitem que o atendimento ao público seja mais rápido e que o custo seja menor. A tecnologia faz com que os profissionais possam se dedicar a situações complexas e decisões críticas, enquanto ela automatiza triagens iniciais e demandas recorrentes.

“Empresas que investem em automação inteligente, integração de canais e gestão por métricas não apenas reduzem custos, mas constroem relacionamentos mais sólidos com seus clientes”, diz o CEO da empresa.

4 – Utilize tecnologia para personalizar a experiência do cliente

A tecnologia é uma aliada do atendimento digital para que o cliente tenha uma experiência eficaz. Com ferramentas de inteligência artificial, é possível utilizar  histórico de conversas e compreender o contexto das mensagens para adaptar respostas e ofertas.

“No atendimento empresarial, personalização não é apenas chamar o cliente pelo nome, mas entender sua necessidade naquele momento específico e responder de forma adequada”, explica Nicola Sanchez.

5 – Monitore constantemente

“Trate o atendimento como um produto vivo, que evolui com o negócio, com o comportamento do cliente e com os dados gerados diariamente. Esse ciclo contínuo de melhoria é o que garante resultados sustentáveis ao longo do tempo”, enfatiza.

Para esse serviço ser eficiente, é necessário monitorar constantemente o desempenho, por meio de testes, análise de falhas, revisão de intenções não compreendidas pela IA e sempre dando atenção ao feedback dos clientes.

“A experiência prática mostra que quando atendimento, tecnologia e estratégia caminham juntos, o impacto vai muito além da operação. Ele se reflete em retenção, reputação de marca e crescimento sustentável”, conclui.

Afya anuncia investimento na CareOn, startup que conecta médicos a vagas de plantões

A Afya anuncia investimento na CareOn, healthtech que conecta médicos e outros profissionais da saúde a hospitais, clínicas e laboratórios. A startup se junta ao portfólio de Corporate Venture Capital (CVC) da Afya, que já investiu em empresas como Marisa.Care, Caveo, Lean Saúde e Wellbe, nos últimos dois anos.

A principal frente de atuação da CareOn é a oferta de plantões e vagas fixas por meio de um aplicativo próprio. Além desse formato, a empresa também disponibiliza um serviço consultivo e personalizado no qual apoia instituições na formação de equipes médicas para projetos de maior complexidade.

Na prática, a plataforma conecta instituições de saúde que precisam preencher escalas e posições permanentes a profissionais em diferentes níveis de carreira que buscam oportunidades alinhadas ao seu perfil e disponibilidade. O processo é conduzido integralmente dentro do aplicativo da CareOn, que concentra publicação de vagas, candidaturas e acompanhamento das contratações.

Fundada em 2021, em Belo Horizonte, por duas irmãs empreendedoras, a startup atende hoje grandes hospitais da região Sudeste. Desde a sua criação, já publicou mais de 100 mil vagas, das quais cerca de 6 mil somente em dezembro de 2025, e contribuiu para o atendimento de mais de 5 milhões de pacientes em todo o país. 

Além da plataforma de vagas, a CareOn tem estruturado um ecossistema digital voltado à jornada profissional da saúde. Nesse contexto, o aplicativo oferece educação continuada por meio da CareOn Academy. Atualmente, a CareOn reúne mais de 40 mil médicos cadastrados e registrou um crescimento de receita superior a 160% de 2024 para 2025.

“Começamos resolvendo um problema muito específico, que é a dificuldade de organizar e dar visibilidade às oportunidades de plantão. Com o tempo, percebemos que poderíamos apoiar o profissional de saúde de forma mais ampla, integrando trabalho e capacitação em uma única plataforma”, afirma Fernanda Vieira, cofundadora e CEO da CareOn. “A entrada da Afya acelera esse movimento e fortalece nossa capacidade de expansão nacional, além de ampliar as sinergias com um ecossistema que já está presente em diferentes momentos da jornada médica.”

Os recursos captados serão direcionados à expansão geográfica da empresa, hoje ainda concentrada na região Sudeste, com foco na ampliação da base de instituições, no fortalecimento da presença em novos mercados e na evolução do aplicativo.

Para a Afya, o investimento reforça a estratégia de apoiar soluções que tragam eficiência ao sistema de saúde e ampliem a proposta de valor para médicos.

“A CareOn atua em um ponto estrutural do setor: a organização do mercado de trabalho em saúde, especialmente em plantões, um segmento que ainda opera, em grande parte, com baixa formalidade, tendo como principal concorrente grupos informais de WhatsApp. Ao digitalizar essa conexão, a empresa gera eficiência para as instituições e demanda para os médicos”, afirma Marcos Coelho, Diretor de M&A e CVC da Afya. 

Expansão do CVC e consolidação da estratégia de inovação

O investimento na CareOn faz parte da estratégia da Afya de consolidar um portfólio de startups com alto potencial estratégico e financeiro no médio e longo prazo. O objetivo é identificar soluções que resolvam dores reais da jornada médica, ampliem a proposta de valor da companhia e tragam ganhos de eficiência para provedores e operadoras de saúde.

Com a nova investida, a Afya amplia sua atuação em soluções voltadas à prática profissional, complementando seu portfólio de educação e prática médica e reforça sua posição como um dos principais articuladores de inovação no ecossistema de saúde brasileiro.