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Transmissões ao vivo mudam as vendas B2B e criam mercado bilionário no país

O live commerce, modalidade de vendas por transmissões ao vivo, passou a figurar entre as apostas mais observadas pelas áreas comerciais em 2026. No Brasil, o formato vem ganhando relevância não apenas no contexto de vendas ao consumidor final (B2C), mas começa a alterar a lógica de como fabricantes e distribuidores negociam diretamente com lojistas e canais de revenda (B2B).

Segundo a consultoria Grand View Research, o live commerce brasileiro, considerando B2C e outras aplicações, deve movimentar R$ 156,5 bilhões até 2033, com taxa anual composta superior a 30%.

Já os dados do índice Business-to-Business Online, da E-Consulting, indicam que o comércio eletrônico entre empresas responde por mais de R$ 2,4 trilhões em transações, mas apenas 2,5% desse volume ocorre em canais digitais. Ainda, no plano global, a International Trade Administration estima que o e-commerce B2B alcance US$ 36 trilhões até 2026.

“Esse é um espaço relevante que começa a ser disputado por novas tecnologias”, diz Daniel Arcoverde, cofundador da Netshow.me, especialista em live commerce, especialmente voltadas ao universo de vendas B2B.

Ele explica que, em essência, o live commerce B2B combina conteúdo ao vivo e engajamento interativo, criando um ambiente onde fornecedores podem apresentar produtos em detalhes; responder dúvidas técnicas em tempo real; oferecer condições comerciais exclusivas; e capturar pedidos e gerar carrinhos de compras durante a transmissão.

“O objetivo é transformar a transmissão em um verdadeiro ponto de venda digital entre empresas, onde a indústria consegue lançar produtos, negociar volumes e fechar pedidos em tempo real, enquanto o lojista ganha informação técnica e agilidade na decisão de compra”, afirma Daniel Arcoverde.

A companhia vem se destacando ao oferecer uma infraestrutura capaz de sustentar transmissões ao vivo em escala com ofertas de produtos e toda a gestão de pedidos em tempo real, permitindo a captação dos dados dos lojistas, compras para múltiplos CNPJs e gestão de preços por estado, tudo integrado na experiência da live, algo inédito no mercado.

“A plataforma permite que marcas fechem milhões de reais em vendas em poucos minutos, com retorno sobre investimento superior a 2.000% por transmissão”, afirma Arcoverde.

Em um dos eventos B2B realizados com a tecnologia, por exemplo, o volume pedidos superou R$ 25 milhões e reuniu mais de 4 mil pontos de venda em uma única live, segundo dados divulgados pela própria companhia. “Estamos falando de eficiência operacional, otimização de custos de visitação e resultados expressivos em uma experiência ao vivo de 1 a 2 horas”, afirma Rafael Belmonte, cofundador da Netshow.me.

Empresas que passaram a adotar o live commerce B2B relatam não apenas aceleração na geração de pedidos, mas também maior engajamento com a base de lojistas, fator considerado especialmente relevante em categorias técnicas como cosméticos, medicamentos, construção e autopeças.

Na prática, o modelo tem reduzido a dependência de deslocamentos físicos das equipes comerciais, ampliado o alcance geográfico das campanhas, criado canais diretos para esclarecimento de dúvidas durante as transmissões e permitido ajustes rápidos nas ofertas a partir de métricas captadas em tempo real.

Mercado

No Brasil, o live commerce corporativo avança rapidamente. O Mercado Livre, por exemplo, lançou uma unidade dedicada ao mercado empresarial e informou ter mais de 4 milhões de usuários habilitados para compras entre empresas, enquanto Amazon e Shopee ampliam funcionalidades B2B.

“A competitividade estimula indústrias a repensarem seus canais de sell-in tradicionais, que historicamente dependiam de representantes em campo, catálogos impressos e negociações concentradas em eventos sazonais, em favor de interações online dinâmicas e escaláveis”, destaca Belmonte.

O executivo aponta que as transmissões ao vivo trazem benefícios concretos para quem está disposto a apostar no modelo:

  1. Maior eficiência comercial: além de reduzir os custos de visitação, é uma forma escalável de humanizar a marca se aproximando de lojistas que não são visitados.
  2. Treinamento em tempo real: as indústrias aproveitam a participação dos varejistas para treinar e educar sobre seus produtos, aumentando o impacto das vendas na ponta.
  3. Dados e inteligência de mercado: métricas em tempo real permitem decisões rápidas e otimização de ofertas e estoques.

“Quando o lojista pode ver, perguntar e clicar para comprar na mesma interface, isso muda a lógica do relacionamento comercial”, destaca Rafael.

Para o executivo, o Brasil tem hoje um mercado interno robusto, uma base de lojistas ampla e distribuída geograficamente e um ambiente tecnológico que já absorveu com sucesso soluções de e-commerce e marketplaces. “Com isso, o live commerce B2B surge como a próxima fronteira para criar um mercado bilionário, reconfigurando a forma como indústrias estabelecem parcerias comerciais, conduzem negociações e geram receita”.

“A pergunta agora não é mais se o live commerce vai dominar o B2B no Brasil, mas quando e com que velocidade ele vai redefinir as regras do jogo”, diz Rafael Belmonte.

“Quando esse modelo ganha escala, ele não impacta apenas empresas individuais. Ele altera cadeias de suprimento, encurta ciclos de capital de giro e aumenta a produtividade comercial da indústria brasileira como um todo”, finaliza.

Chatbots x Agentes Inteligentes: quais são as diferenças na prática?

O avanço da inteligência artificial transformou o atendimento digital das empresas. Uma pesquisa realizada pelo Serasa Experian, em agosto de 2025, mostrou que 45% dos brasileiros afirmam não perceber melhora nesse serviço com o uso de chatbots tradicionais. Essas ferramentas que são programadas para interagir com os usuários por meio de voz ou texto estão dando espaço para um tipo de serviço mais eficaz: os Agentes Inteligentes. 

Matrix Go, empresa especializada em soluções tecnológicas para atendimento digital, relacionamento e engajamento com clientes, oferece interações contextualizadas com autonomia operacional.  “Os agentes inteligentes deixam de seguir roteiros e passam a operar por objetivos, utilizando raciocínio, contexto, memória e tomada de decisão em tempo real”, afirma Nicola Sanchez, CEO da empresa.

De acordo com Sanchez, a maioria dos chatbots tradicionais operam a partir de roteiros fixos. Isso significa que muitos não compreendem o contexto e não sabem lidar com ambiguidades, além de não manter memória conversacional. “Outra limitação crítica é a baixa capacidade de adaptação, onde qualquer mudança de produto, política ou processo exige reprogramação manual. Isso gera alto custo operacional e torna o atendimento pouco escalável frente à complexidade real do cliente. Quem aqui já não ficou frustrado com um chatbot que não tinha como resolver seu problema e ficava sempre mandando um menu padrão?”, ressalta.

Os benefícios dos Agentes Inteligentes

Os Agentes Inteligentes têm a capacidade de conversar de forma natural com o público e conseguem avaliar a urgência e o histórico da conversa para conseguir atender os usuários. 

O Morpheus, solução de multiagentes de IA da Matrix Go, consegue diminuir o tempo médio de atendimento das empresas entre 30% e 60% e, na maioria dos casos, a taxa de resolução no primeiro contato foi elevada para mais de 40%. Como os agentes de IA vão aprendendo e evoluindo com o tempo, eles se adaptam a diferentes cenários e contextos. 

“A adoção dessa tecnologia deve ser iniciada pelo topo da hierarquia corporativa de maneira oficial e institucional, evitando, assim, descontrole futuro com equipe e times operando em ferramentas públicas com baixa segurança e alto risco de vazamentos”, enfatiza o CEO da Matrix Go.

A ascensão da IA agêntica está mudando o ambiente corporativo, e essas ferramentas precisam estar alinhadas às políticas da empresa e à LGPD (Lei Geral da Proteção de Dados) para garantir a segurança de informações sigilosas.

“As plataformas estão deixando de ser apenas “ferramentas de chat” e se tornando sistemas cognitivos de operação, ambientes onde múltiplos agentes colaboram entre si, integrados a CRM, ERP, billing, logística e canais digitais, atuando de forma proativa. O atendimento está deixando de ser apenas reativo e passando a ser preditivo, automatizado e orientado a resultados de negócio”, conclui.

Fim do hype: por que o varejo entrou na “era da execução”? 

Por anos, as conferências de varejo pareciam roteiros de ficção científica. Nesses encontros, falava-se de robôs, metaverso e até mesmo entregas por drones. Enquanto isso, a NRF 2026 consolidou uma virada de chave silenciosa, mas de alto impacto: o hype morreu. Como destacou David Lawrence na abertura do evento: “Se não deu certo, aprendemos. Mas, ficar parado não era uma opção”. 

Podemos afirmar que entramos oficialmente na era da execução. E, nesse novo cenário que se consolida, três pilares surgem como divisores de águas entre as empresas do setor que apenas sobrevivem e as que lideram. São eles: 

#1 A IA saiu da vitrine. Se em 2025 a Inteligência Artificial era uma promessa abstrata, em 2026 é algo puramente pragmático. O mercado não se interessa mais em saber o que a IA pode fazer, mas o que ela está entregando em casos reais de uso, como: otimização logística, redução drástica de rupturas de estoque e, principalmente, a IA Conversacional. Com o avanço do protocolo UCP (Universal Commerce Protocol), o consumidor está migrando sua preferência para assistentes inteligentes. Desta forma, se o dado do produto não for legível por uma máquina, a marca poderá deixar de existir para esse novo consumidor. 

#2 A Reforma Tributária como catalisadora de eficiência. No Brasil, podemos afirmar que o motor de inovação veio direto de Brasília. A transição para o novo modelo tributário se tornou o teste definitivo para o varejo. Aqueles que ainda operam com dados fragmentados ou sistemas legados, certamente, sofrerão com a complexidade fiscal. Nesse cenário, o software de gestão como, por exemplo, o ERP deixou de ser uma ferramenta de suporte para se tornar o “escudo” para garantir a margem de lucro. Afinal, organizar dados e garantir o compliance em tempo real não se restringe apenas à burocracia, mas trata-se de estratégia competitiva. 

#3 Consumo em “K” e a valorização humana. O cenário macroeconômico desenhou uma curva em “K”, na qual, de um lado, há o consumo impulsionado pela valorização de ativos e busca por experiências positivas; do outro, existe a constante luta pela eficiência no varejo. No meio desse fogo cruzado, nosso país tem uma “arma secreta”: o acolhimento. Desta forma, a grande lição para 2026 é que a tecnologia deve ser “invisível” para servir e empoderar o humano. Na prática, a IA deve dar munição para que o vendedor conheça o cliente tão bem quanto o algoritmo, mas com a personalização que só o atendimento presencial oferece. 

Em 2026, o varejo deve ser pautado em dados com propósito. Ou seja, não basta digitalizar as operações em nuvem; é necessário ser autônomo. Da mesma forma, não basta apenas ter IA; é preciso ter margem. Até porque, na prática, o sucesso pertence às empresas que já entenderam que a inovação tecnológica só tem sentido quando traduzida em eficiência operacional e conexão humana real. 

Como sinalizado por Lawrence, o hype acabou. Essa afirmação ganha ainda mais força ao olharmos a projeção do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) de que, até março, o setor tenha uma alta de 6,3% nas vendas no país. Mesmo em meio às sazonalidades, é importante enfatizar que o setor não está buscando mais promessas, mas a execução. Quanto a isso, a pergunta que deve ser feita não é sobre qual tecnologia comprar, mas o quão rápido é possível executá-la para proteger o negócio. 

Tailan Oliveira é CRO da ALFA. 

80% das mensagens recebidas pelo WhatsApp são lidas em até 5 minutos

Praticamente todas as mensagens que as pessoas recebem por WhatsApp (mais precisamente, 98%) são abertas. Mais que isso: 80% são lidas nos primeiros cinco minutos depois do recebimento.

Os dados, do próprio aplicativo de mensagens instantâneas, fundamentaram a apresentação da Poli Digital, plataforma parceira do Grupo Meta, no WhatsApp Arena. O co-fundador e CPO da Poli Digital, Gabriel Henrique, palestrou ao lado do gerente de marketing da Vitrine Móveis, de Goiás, Júlio Cesar Alves.

Ambos falaram sobre o tema “Anúncios de clique para o WhatsApp + Conversions API: o poder dos anúncios e mensuração para os pequenos negócios”. 

Para o gerente da Vitrine Móveis, soluções que centralizam WhatsApp, Instagram e Messenger em uma única plataforma e conectam todos os atendentes em um só fluxo de atendimento, é estratégica para os negócios. Além de organizar todo o fluxo comunicacional com e na empresa, Alves cita a segurança na realização de vendas por esse meio de comunicação.

A Vitrine Móveis é cliente da Poli Digital, que também é de Goiás, há pelo menos seis anos, lembra o CPO da plataforma. “O ‘case’ é significativo para demonstrar, de forma prática, como a combinação de tecnologia, estratégia e dados pode transformar operações inteiras”, sublinha Henrique.

“O WhatsApp mantém uma das taxas de engajamento mais altas do mercado. Esse comportamento explica por que o canal se tornou tão estratégico para pequenas e médias empresas que precisam acelerar oportunidades de forma eficiente e previsível”, argumenta o executivo.

A integração de contatos no WhatsApp possibilita conectar campanhas, realizar atendimentos, acelerar funil para gerar conversas reais, reduzir atrito e aumentar a qualidade dos leads, sublinha Henrique. “Trata-se de transformar conversas com os clientes em oportunidades reais”.

Nesse contexto, a Conversions API tem papel central na performance dos anúncios de clique para o WhatsApp. A tecnologia permite que a Poli Digital envie eventos de conversão diretamente para as plataformas do Meta Ads, sinalizando quais interações resultam em leads mais qualificados e relevantes. Com esses dados, os algoritmos conseguem otimizar a entrega dos anúncios de forma mais precisa, priorizando perfis com maior propensão à conversão e contribuindo para melhores resultados em vendas, mensuração mais confiável e uso mais eficiente do investimento em mídia.

A Poli Digital é parceira oficial do Grupo Meta (WhatsApp, Instagram e Facebook) no Brasil. Com isso, a plataforma tem acesso às APIs Oficiais (Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicação) – conjunto de padrões de uma interface de um aplicativo. Isso possibilita a oferta de soluções mais apropriadas às demandas das empresas clientes, com segurança, estabilidade e total conformidade com as diretrizes oficiais do Grupo Meta.

“Para a Poli Digital, estar ao lado do Meta, inclusive nesse evento de relevância, representa não apenas reconhecimento, mas também a oportunidade de contribuir para a capacitação do mercado e demonstrar, de forma prática, como a combinação de tecnologia, estratégia e dados pode transformar operações inteiras”, considera o co-fundador.

Henrique sublinha que o encontro reuniu especialistas, líderes de negócios e profissionais de marketing de todo o país, consolidando-se como um dos principais fóruns para discutir tendências, oportunidades e boas práticas no ambiente digital.

PMEs assumem protagonismo e redefinem o e-commerce brasileiro em 2025, aponta Mapa da Logística

A ascensão das pequenas e médias empresas (PMEs) no e-commerce brasileiro vai além do volume. Em 2025, os pequenos negócios não apenas lideraram o crescimento do setor, como também passaram a operar com maior valor por pedido, novos formatos logísticos e maior capilaridade regional. É o que revela o novo levantamento do Mapa da Logística, realizado pela Loggi com dados de 2025, que ressalta uma mudança estrutural no comércio eletrônico do país.

PMEs consolidam protagonismo no e-commerce brasileiro

De acordo com o estudo, as PMEs registraram crescimento de 77% no e-commerce em 2025, o maior entre todos os perfis de vendedores, superando grandes marcas e marketplaces. O desempenho consolida o papel dos pequenos negócios como principais impulsionadores da expansão do setor para novos modelos de negócios, em um ano marcado pela descentralização do consumo em toda a malha logística nacional.

Além de crescerem mais, as PMEs passaram a operar com maior eficiência e complexidade. O valor médio por pedido chegou a R$ 215, um valor 20% acima das grandes marcas e 43% superior ao dos marketplaces, indicando uma combinação de maior ticket médio, opções de produtos mais diversificados e operações mais estruturadas. No campo logístico, embora a coleta ainda represente 67% das operações, o uso de pontos de recebimento (do conceito de Pick up and Drop off points — PUDOs) já responde por 33%, e a utilização foi sete vezes maior do que em 2024, sinalizando a adoção de modelos mais flexíveis e escaláveis.
 

Balanço do e-commerce em 2025

Esse movimento também se reflete na geografia do e-commerce brasileiro. Em 2025, estados fora do eixo tradicional registraram as maiores taxas de crescimento de envio, com destaque para Goiás (141%), Santa Catarina (140%) e Rio Grande do Sul (117%), reforçando o fortalecimento de novos polos logísticos. São Paulo e Minas Gerais seguem liderando em volume de envios e recebimentos, enquanto o Nordeste se destaca com Bahia e Ceará como hubs regionais relevantes.

A mudança no perfil de consumo também contribuiu para o avanço das PMEs. As categorias ligadas à saúde, casa e bem-estar concentraram as maiores altas no ano, com destaque para óticas (126%), farmácias (101%), móveis e decoração (83%), itens de livraria (71%) e eletrônicos e informática (56%). O crescimento desses segmentos amplia a complexidade das operações e exige soluções logísticas mais especializadas e eficientes.

Ao longo de 2025, mais de 47 milhões de quilômetros foram percorridos, refletindo o avanço da capilaridade logística no país. Os dados também apontam um ambiente cada vez mais competitivo, com 45% das entregas realizadas em até dois dias e 57% em até três dias, elevando o padrão de serviço esperado pelo consumidor final.

Regiões, categorias de destaque e principais datas do 4º trimestre de 2025 no e-commerce brasileiro

novo levantamento do Mapa da Logísticatambém contou com dados do quarto trimestre de 2025, evidenciando a maturidade do e-commerce brasileiro, impulsionada pela atuação integrada de PMEs, grandes marcas e marketplaces, além da ampliação da presença digital em diferentes regiões.

A região Centro-Oeste tem grande destaque sendo representada por Goiás, que lidera o ranking de maior crescimento por estado (98%), enquanto o eixo Sul-Sudeste se destaca por ter a maior quantidade de estados neste mesmo levantamento, reforçando a consolidação do comércio eletrônico nestas regiões.

A expansão da malha logística também se evidencia no Norte, com o Pará passando a integrar o grupo dos dez estados que mais recebem pacotes, sinalizando maior capilaridade operacional. No Nordeste, Bahia e Ceará se consolidam como polos relevantes de envio e recebimento. Já as PMEs têm maior presença de envios no Nordeste (4%) e no Sul (31%), acima das grandes marcas, que alcançaram 2% e 11%, respectivamente.

Além disso, as categorias com as maiores taxas de crescimento em todo o Brasil durante o período analisado foram a de móveis e decoração (66%), óticas (63%) e itens de livraria (60%).

Nas principais datas do varejo no quarto trimestre, o protagonismo das PMEs também foi destaque. Na semana do Natal, o volume chegou a 2,4 milhões de pacotes, e as PMEs registraram alta de 45% nos envios, reforçando a relevância de estratégias baseadas em proximidade com o consumidor, personalização e agilidade operacional. Já na semana da Black Friday, os envios cresceram 57% (considerando pequenos, médios e grandes negócios) em comparação às semanas sem datas relevantes do e-commerce ao longo do quarto trimestre.

Sobre o Mapa da Logística

O Mapa da Logística é um levantamento da Loggi lançado em 2025 que apresenta a cada trimestre os dados locais e nacionais de envios e entregas, destaca categorias de produtos em expansão, além de trazer insights e ser referência para empresas de todos os tamanhos, em especial pequenos e médios empreendedores que vendem online para se conectarem com novos mercados em expansão e ampliarem suas vendas. Os dados são coletados com base em envios realizados — entre pequenos, médios e grandes negócios, desde quem envia dezenas de pacotes até milhares diariamente — em todas as regiões do Brasil.

Nesta quarta edição, foi analisado o movimento logístico do Brasil em 2025 e no 4º trimestre deste ano, em mais de 5 mil municípios conectados nas cinco regiões do país, por uma base de 22 mil empresas de diferentes segmentos e regiões.

Para acessar o material completo, confira a página oficial da Loggi no link para baixar o PDF de cada trimestre.

PMEs Fluminenses Impulsionam Crescimento do E-commerce no Rio de Janeiro em 2025

O Rio de Janeiro se consolidou como um polo logístico crucial para o e-commerce brasileiro em 2025, com as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) liderando o volume de envios de mercadorias. Um estudo recente revela que o estado superou grandes marcas na participação de remessas, destacando a força e a crescente profissionalização dos pequenos e médios negócios no cenário digital.

Desempenho das PMEs no E-commerce Carioca

O quarto trimestre de 2025 posicionou o Rio de Janeiro como o quarto maior estado em volume de envio de mercadorias por PMEs, representando 8% das remessas nacionais desse segmento. Este desempenho foi superior ao das grandes marcas, que concentraram 6% no mesmo período. O estudo da Loggi, divulgado em fevereiro de 2026, analisou dados de entregas do último trimestre de 2025 e apresentou um balanço anual inédito.

Rio de Janeiro como Hub Logístico

Considerando o volume total de envios no quarto trimestre de 2025, o Rio de Janeiro se destacou como o sexto estado com maior quantidade de pacotes enviados, reforçando sua importância estratégica na logística nacional. No recorte anual, o protagonismo das PMEs fluminenses foi ainda mais evidente, com o Rio sendo o terceiro estado com maior volume de envios realizados por pequenos e médios negócios ao longo de todo o ano.

A Força do Sudeste e a Inovação Logística

A região Sudeste consolidou-se como líder nacional em volume de envios feitos por PMEs, um reflexo da maturidade do e-commerce regional e da crescente profissionalização dos empreendedores. Em 2025, observou-se uma mudança estrutural nas operações das PMEs: o uso de Pontos de Recebimento (PUDOs) aumentou sete vezes em comparação com 2024, respondendo por 33% dos envios, enquanto a coleta tradicional ainda representa 67%.

Impacto das Datas Comemorativas e Preferências de Consumo

As datas comemorativas tiveram um impacto significativo no desempenho do e-commerce. Na semana do Natal, o volume total de envios cresceu 45% para PMEs, e na Black Friday, o aumento foi de 57% para todos os portes de negócio. No Sudeste, os produtos mais comercializados em 2025 foram cosméticos e perfumaria, seguidos por vestuário e moda, eletrônicos e informática.

Aumento da Exigência do Consumidor

O mercado de e-commerce brasileiro em 2025 mostrou-se cada vez mais competitivo, com mais de 47 milhões de quilômetros percorridos em operações de entrega. A exigência do consumidor também elevou o padrão de serviço, com 45% das entregas realizadas em até dois dias e 57% em até três dias.

Fontes

  • E-commerce no Rio cresce em 2025 e PMEs lideram envios de mercadorias, Diário do Rio.

Moda online avança 11,26% em 2025, mas gargalos tecnológicos freiam a lucratividade

Com 64% dos consumidores realizando compras em sites, marketplaces, aplicativos e redes sociais, a moda online lidera o e-commerce e mantém trajetória de expansão no Brasil. Apesar desse avanço, o setor ainda enfrenta gargalos relevantes no uso de tecnologia, o que limita sua capacidade de acompanhar o crescimento na mesma proporção. Em 2025, o mercado de moda online avançou 11,26%, mas a rentabilidade das empresas não evoluiu no mesmo ritmo.

Um diagnóstico desse cenário é apresentado por especialistas do setor no relatório Fashion Trends 2026, realizado pela Quality Digital, que aponta como a maturidade digital ainda revela limitações estruturais em importantes players da indústria. “Não há tanto problema na demanda, mas há uma crise de eficiência em tecnologia”, afirma Marcio Paith, Sales Engineering Manager da Quality Digital.

A análise da Quality Digital mostra que as marcas têm enfrentado taxas de devolução próximas de 25%, um dos maiores gargalos do segmento. “O setor segue crescendo, mas com a margem menor. O tráfego existe, mas não converte como poderia. O checkout funciona tecnicamente, mas o volume de devoluções corrói o resultado”, adverte Paith.

Parte destes problemas pode ser explicada pelo novo consumidor, para quem a moda é entretenimento, conteúdo e influência. Para este usuário, a descoberta de novidades está fortemente ligada às redes sociais, onde começa, e muitas vezes termina, o funil de vendas. “O cliente descobre primeiro nas redes e compra onde a experiência é mais fluida”, explica o executivo. A análise da Quality Digital mostra que 98% das empresas do setor têm presença no Instagram; 64% no WhatsApp e 39% no TikTok.

Este consumidor também está mais criterioso e menos paciente na hora da compra, justamente o momento em que surgem dúvidas e fricções. De acordo com a análise, a compra de “roupa online continua sendo uma decisão emocional, visual e subjetiva; mas agora acontece em um ambiente saturado de opções”.

Não dá para oferecer tudo para todo mundo

Roberto Ave Faria, VP comercial da Quality Digital, destaca que as marcas precisam lidar com seus gargalos tecnológicos e de eficiência, com a adoção de recursos que potencializem a hiperpersonalização. “Não dá para oferecer tudo para todo mundo”, reforça.

Faria enfatiza a importância da adoção de instrumentos como busca inteligente, filtros relevantes, categorias por ocasião, estilo ou intenção. “Essas ferramentas passaram a ser decisivas para reduzir fricção e organizar a escolha. Quando a descoberta falha, o consumidor se perde no excesso de opções. Quando funciona, surge fluidez”, afirma.

Moda sempre foi visual e, no comércio digital, essa característica assume uma função operacional. “Provadores virtuais, fichas de medidas detalhadas, informações claras sobre quem veste a peça e em qual tamanho, comparações visuais entre variações de cor e até recursos como favoritos e wishlist contribuem para decisões mais conscientes. Cada detalhe da página de um produto é um mecanismo de redução de erro”, defende.

O executivo explica que esses elementos podem, em alguns casos, prolongar a jornada. Por outro lado, eles tornam a escolha mais assertiva, e é isso que sustenta a margem no médio e longo prazo.

Faria afirma que, neste cenário de maturidade, pressão por eficiência e jornadas cada vez mais complexas, fica evidente a diferença entre crescer e sustentar o crescimento. “Integrar estratégia, dados, tecnologia e operação deixou de ser uma ambição e passou a ser uma necessidade para marcas que atuam em e-commerces de moda em escala”.

Marketplace como fonte de inteligência de mercado: quem domina os dados, domina o jogo

Por muito tempo, marketplaces foram vistos apenas como grandes vitrines digitais, ou seja, ambientes que conectam oferta e demanda, ampliam alcance e reduzem ruídos nas relações comerciais. É claro que esse papel continua relevante, mas já não é suficiente para explicar o verdadeiro valor dessas plataformas hoje. Na economia digital atual, que tanto sofre com impactos de inovações constantes, o diferencial competitivo de um marketplace não está apenas no volume de transações que ele processa, mas na inteligência que ele é capaz de extrair a partir dos dados que circulam em seu ecossistema.

Já faz alguns anos que estamos vivendo a era em que dados são o ativo mais estratégico de qualquer empresa e quando falamos de marketplaces, são poucos os modelos de negócio que concentram tantos dados  diversos e dinâmicos. Isso porque essas plataformas recolhem informações relevantes sobre comportamento de compra, variações de preço, elasticidade da demanda, ciclos de reposição, tendências regionais, sazonalidade, performance de fornecedores, jornada do cliente e gargalos logísticos.

É justamente por tudo isso que posso afirmar que o marketplace deixou de ser apenas um canal de vendas. Agora falar que ele se tornou um verdadeiro hub de inteligência de mercado não é nenhum exagero!

Diante disso, a diferença entre marketplaces que lideram seus setores e aqueles que apenas sobrevivem está na capacidade de transformar dados brutos em decisões estratégicas. Gestores dessas plataformas precisam entender que apenas coletar as informações já não é suficiente. O valor real surge quando esses dados são organizados, analisados e traduzidos em insights que possam ser colocados em prática.

Quando bem estruturada, a inteligência de mercado dos marketplaces permite antecipar movimentos do consumidor, identificar oportunidades antes da concorrência e apoiar decisões mais assertivas, seja para a própria plataforma ou seja para sellers, parceiros e marcas que operam dentro desse ecossistema.

É essa inteligência e leitura profunda do mercado que permite responder perguntas críticas, como: Quais categorias estão prestes a crescer e por quê?; Onde há ruptura entre oferta e demanda?; Quais preços são realmente competitivos em cada região ou canal?; Que mudanças de comportamento indicam uma tendência estrutural, e não apenas sazonal?.

Se você se acha capaz de responder questões como estas, com base em dados reais, atualizados e confiáveis, sairá na frente dos concorrentes. 

Outra dimensão pouco explorada, mas muito relevante, é o papel do marketplace como termômetro econômico. Por concentrar múltiplos vendedores, segmentos e perfis de clientes, a plataforma passa a refletir movimentos mais amplos do mercado, muitas vezes antes que eles apareçam em relatórios oficiais ou pesquisas tradicionais, ganhando tempo de ação para gestores.

É por isso que marketplaces mais maduros estão evoluindo de operadores transacionais para parceiros estratégicos, oferecendo inteligência de mercado como parte do valor entregue ao ecossistema. Outro ponto essencial desse segmento é que quanto maior o volume e a relevância das informações, maior também a obrigação de garantir governança, segurança e uso ético. Marketplaces que querem liderar o jogo da inteligência precisam investir em estruturas sólidas de governança de dados, compliance regulatório e transparência. 

Por fim, algo que acho muito interessante é uma discussão de entender que inteligência de mercado não deve ser um privilégio exclusivo das plataformas. Quando insights são compartilhados de forma estruturada com sellers e parceiros, todo o ecossistema se fortalece. Fornecedores passam a planejar melhor seus estoques, ajustar portfólios, definir preços mais competitivos e reduzir desperdícios. Por outro lado, as marcas conseguem lançar produtos com maior assertividade e o próprio marketplace se beneficia de uma operação mais eficiente, com menos rupturas e maior satisfação do cliente final. Esse modelo colaborativo transforma dados em um motor de crescimento coletivo.

Para 2026 não hesito em afirmar que, no fim das contas, a disputa entre marketplaces não será decidida apenas por quem tem mais sellers, mais produtos ou mais usuários. Ela será definida por quem entende melhor o mercado que ajuda a construir todos os dias.

*Mariana Mantovani é especialista em Marketplace e E-commerce, e fundadora da Boost Marketplace, empresa especializada em turbinar e impulsionar resultados de vendas nos maiores marketplaces do mercado. Com mais de 15 anos de experiência no ecossistema digital, Mariana sempre atuou em empresas de referência como Netshoes, Electrolux, Mercado Livre e RD Saúde, com foco em e-commerce, marketplaces, liderança de times de performance, e desenvolvimento de negócios.

Número de transações em programas de fidelidade sobe 13% e supera 13 milhões

A Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) divulgou os números do mercado de fidelidade brasileiro referentes ao terceiro trimestre de 2025 (3T25), apontando evolução em diferentes indicadores. Segundo a entidade, os dados são uma clara demonstração de que os brasileiros estão usando mais e melhor os programas. A quantidade de transações realizadas pelos participantes no período cresceu 13,3%, alcançando os 13,6 milhões de operações, considerando atividades como acúmulo de pontos, resgates de produtos e serviços, entre outras movimentações nas contas.

Pontos expirados

Indicador essencial para mensurar o engajamento dos participantes com os programas, a taxa de breakage, que mede a quantidade de pontos/milhas expirados, alcançou o menor patamar no histórico da associação, chegando aos 11,6%. O valor caiu 0,8 pontos percentuais na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

Entre as razões apontadas para a queda histórica estão iniciativas adotadas pelas empresas de fidelização para incentivar a utilização dos programas pelos consumidores. A expansão da lista de parceiros, a ampliação das opções de acúmulo e resgate, assim como promoções e campanhas que ampliam a validade dos pontos são alguns dos exemplos.

Outros indicadores

No mesmo período, o faturamento das empresas de fidelização chegou a R$ 6,59 bilhões, um aumento de 18,3% se comparado ao mesmo período de 2024. Os pontos/milhas acumulados pelos participantes somaram 270,5 bilhões, valor que supera em 15,1% o registrado no terceiro trimestre do ano anterior. E os pontos/milhas resgatados, ou seja, aqueles efetivamente trocados por produtos e serviços cresceram ainda mais, 22,2% na comparação anual, um total de 247,7 bilhões no 3T25.

O destino desse saldo resgatado seguiu a tendência de trimestres anteriores, sendo, em sua maioria, utilizado para a emissão de passagens aéreas – 77% do total. Os demais 23% foram trocados em produtos e serviços não aéreos, que incluem modalidades como descontos e cashback.

Paulo Curro, diretor executivo da ABEMF, afirma que o segmento continua se desenvolvendo no país porque empresas e pessoas estão compreendendo e usufruindo, cada vez mais, do valor da fidelização. “São várias as frentes de expansão do mercado. Consumidores mais engajados, empresas que ampliam e diversificam suas estratégias de fidelidade, novos setores econômicos aderindo à fidelização. Além, é claro, do cenário macroeconômico, que por um lado incentiva consumidores a buscarem alternativas de economia, e por outro leva marcas a procurarem ferramentas que melhorem seus resultados frente à concorrência”, diz.

Amazon Brasil anuncia Fulfillment by Amazon (FBA) grátis em itens acima de R$ 100 para todos os vendedores no programa logístico

A Amazon Brasil anuncia tarifas promocionais no programa Fulfillment by Amazon (FBA), serviço que permite aos vendedores enviarem seus produtos para os Centros de Distribuição da Amazon, que gerencia todo o processo logístico, incluindo armazenagem, entrega e atendimento ao cliente pós-venda. A partir deste mês, produtos acima de R$ 100 estarão isentos das tarifas do serviço, enquanto produtos abaixo desse valor serão cobrados apenas R$ 5/unidade. Todos os vendedores participantes poderão contar com esse benefício durante o mês de fevereiro, além de usufruir de coleta e armazenagem gratuitas. A partir de março, o benefício será estendido até julho para vendedores que atingirem 3,5% de investimento em Amazon Ads sobre suas vendas – meta que deverá ser mantida mensalmente para continuar usufruindo das taxas reduzidas.

“Estamos muito felizes em estender a campanha que foi um sucesso em 2025, tornando o FBA ainda mais acessível para nossos vendedores parceiros”, conta Julia Salles, diretora do programa na Amazon Brasil. “Queremos que cada vez mais empreendedores possam aproveitar nossa infraestrutura logística completa, do armazenamento à entrega, com custos mais competitivos. Isso significa que esses empreendedores podem focar no que realmente importa – seus produtos e suas vendas – enquanto a Amazon cuida de todo o resto”, completa Julia.

Thiago Kitzinger, Head Comercial & Marketing da Dark Lab, destaca o impacto comercial da promoção. “Estamos muito satisfeitos com o programa de redução de tarifas do FBA. A iniciativa veio no momento crucial de crescimento do e-commerce para deixar a Amazon ainda mais competitiva em comparação a outras plataformas, trazendo oportunidades para uma precificação mais acessível aos consumidores. A redução de tarifas foi crucial para manter os preços competitivos e entrar em campanhas estratégicas a fim de aproveitar ao máximo as oportunidades comerciais para nossa marca”, conta Thiago.

Além das tarifas promocionais, a Amazon Brasil também anuncia a elegibilidade de Microempreendedores Individuais (MEI) ao programa FBA. A partir de agora, vendedores MEI que atuam nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará, Distrito Federal e Pernambuco podem integrar o programa, enviando seus produtos diretamente para Centros de Distribuição da Amazon e contando com sua logística completa. Ainda, por meio do “Experimente o FBA”, vendedores que ainda não estão em no programa podem aderir e testar os serviços logísticos de forma gratuita, com isenção de taxas para todos os produtos por 30 dias.

Com esta atualização, a experiência dos vendedores MEI ficará mais simples, garantindo a todos os participantes os benefícios e a eficiência do programa. Isso inclui a possibilidade de configurar o Faturador, sistema automatizado de emissão de notas fiscais da Amazon, facilidade para listar produtos em FBA e criação de envios sem a necessidade de preenchimento de planilhas fiscais adicionais. Essas novidades também beneficiam consumidores de todo o país, que ganham acesso a uma variedade maior de produtos com a velocidade e confiabilidade da logística Amazon.

A elegibilidade de vendedores MEI ao FBA faz parte da estratégia de expansão contínua do programa no Brasil. No início de 2025, o FBA estava disponível em três estados brasileiros. Hoje, o programa alcança nove estados, triplicando sua cobertura geográfica no último ano. Em 2026, a Amazon continuará expandindo sua infraestrutura logística, com o lançamento de novas operações de FBA, que ampliarão a elegibilidade ao programa, aumentando ainda mais o alcance e a velocidade de entrega para clientes e vendedores.

Valdirene Miquelin, dona da loja Miquelin Beauty, que teve acesso antecipado ao sistema, avalia positivamente os resultados de participar do programa. “Nossa experiência em dezembro foi incrível e ver as vendas bombarem nos deu a certeza de que temos um grande mercado aqui. Antes, com outros parceiros logísticos, tivemos alguns contratempos que afetaram nosso ritmo, por isso, receber a oportunidade de testar o FBA como MEI foi uma excelente notícia! Estamos muito animados em estreitar essa parceria e ansiosos para ver o impacto positivo do selo Prime em nossos produtos”, conta Valdirene.