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Gestão de APIs e integração de sistemas e dados traz economia de 50% no tempo de desenvolvimento de projetos

O mercado de APIs (Interfaces de Programação de Aplicações) vive um momento de expansão acelerada. Essas ferramentas são essenciais para integrar sistemas, atuando como pontes que viabilizam a troca segura e automatizada de informações. Com elas, as empresas conectam plataformas, otimizam processos e entregam soluções ágeis e personalizadas. Não à toa, um estudo da F5, “Distributed Gateway Actors: Evolving APIs Management”, revelou que o Brasil ocupa a terceira posição global no consumo de interfaces digitais, com 52,4 milhões de APIs utilizadas.

O aumento progressivo no uso dessa tecnologia no mercado destaca a crescente dependência desses recursos para conectar sistemas e impulsionar negócios, mas também apresenta um grande desafio: a gestão eficiente dessas interfaces.

Para suprir essa necessidade de governança e eficácia, a Engineering Brasil, parte do Grupo Engineering, companhia global de tecnologia da informação e consultoria especializada em transformação digital, lançou a plataforma modular e unificada DHuO, solução integrada 100% brasileira que proporciona uma economia de até  50% no tempo de desenvolvimento de projetos e na redução de custos operacionais. 

Por meio da implementação do DHuO, que pode ser aplicado em empresas de diferentes setores, a multinacional passa a oferecer flexibilidade e eficiência por meio da gestão de APIs e integração de sistemas e dados em um único produto, atendendo à crescente demanda do mercado por soluções integradas.  

“Nosso produto é um grande facilitador na implementação de iniciativas de Inteligência Artificial (IA) em empresas de médio e grande porte, já que uma boa estrutura e uma integração eficiente são fundamentais para tornar os dados acessíveis e acionáveis”, explica Willy Sousa, diretor de Produtos da Engineering Brasil. 

Ao consolidar diferentes plataformas em uma única ferramenta, o DHuO elimina a necessidade de múltiplos fornecedores, minimizando os custos de licenciamento e infraestrutura. “A arquitetura aprimorada também reduz o consumo de recursos em cloud, impactando diretamente os gastos com infraestrutura, além de proporcionar maior segurança e controle sobre as operações, o que é indispensável para garantir a conformidade e segurança da informação”, explica Sousa. 

De acordo com o especialista, o DHuO também se destaca por ser um produto com suporte em português, o que facilita a adoção por empresas nacionais. “A plataforma possui uma interface intuitiva, reduzindo a curva de aprendizado e acelerando o lançamento de novas soluções no mercado. Sua capacidade de integrar de maneira eficaz sistemas e ferramentas já existentes também contribui para a criação de um ecossistema mais fluido e eficiente, permitindo que as empresas conectem facilmente suas plataformas e otimizem processos”, destaca. 

Com essa abordagem modular e integrada, o DHuO permite um “time to market” otimizado, o que se traduz em maior competitividade e capacidade de inovação para os negócios. Além disso, a escalabilidade da plataforma garante que ela cresça conforme as necessidades do mercado, sem comprometer a eficiência. “Outro benefício é a redução no tempo de recuperação de falhas em APIs, essencial em setores como telecomunicações, onde a continuidade das operações é fundamental”, destaca o diretor.  

“Criamos uma tecnologia robusta, com arquitetura moderna e cloud-native, para simplificar a gestão de APIs e dados, permitindo que as empresas otimizem seus recursos na nuvem e diminuam seus gastos com infraestrutura”, conclui Sousa.

Interações digitais: Como criar empatia usando IA

A inteligência artificial trouxe grandes saltos para o atendimento ao cliente. A automação agiliza processos, mas também traz o desafio sobre como manter o toque humano nas interações, especialmente em atendimento ao cliente. Ana Abreu, COO e co-fundadora da WeClever, pioneira em inteligência conversacional e auditoria automatizada, mostra de que forma a IA vem conseguindo adicionar uma camada de empatia, fortalecendo relacionamentos e fidelizando clientes em um mundo cada vez mais conectado.

“Empatia não é exclusividade humana. Quando bem aplicada, a inteligência artificial pode sim contribuir para relações mais próximas, personalizadas e respeitosas com os clientes. O segredo está no uso ético e inteligente da tecnologia, sempre orientado pela escuta”, afirma Ana.

Personalização com base em dados

No mundo digital, a coleta e análise de dados se tornaram essenciais para proporcionar experiências mais relevantes. De acordo com um relatório da McKinsey, empresas que personalizam a experiência do cliente têm 40% mais chances de aumentar a receita do que aquelas que não o fazem.

Isso significa que um simples chatbot pode — e deve — ir além de respostas padronizadas. Pode utilizar expressões regionais, adaptar a linguagem de acordo com o perfil do consumidor, ou até sugerir produtos e serviços com base no histórico de interações. “Quando o cliente percebe que foi ouvido de verdade, mesmo em um ambiente digital, ele se sente valorizado. Isso é empatia em ação”, comenta Ana.

Automação com linguagem humanizada e personalizada
 

Personalizar as interações vai muito além de inserir o nome do cliente em uma mensagem. Significa compreender suas necessidades reais, responder com empatia e oferecer soluções adequadas ao contexto.

“Automação não precisa ser sinônimo de frieza. Pelo contrário: quando bem configurada, a IA pode oferecer um atendimento ágil e acolhedor, que respeita o tempo e as emoções de quem está do outro lado da tela”, explica Ana.

Coletar feedbacks também é uma boa prática para criar empatia digital. Isso não apenas melhora continuamente os fluxos de conversa, como demonstra que a empresa valoriza a opinião do cliente e está comprometida com a evolução constante do serviço prestado.

Identificação de emoções em tempo real

Segundo um estudo da Capgemini, 62% dos consumidores afirmam que têm uma percepção mais positiva das marcas quando suas interações com IA demonstram empatia. E uma das maneiras mais eficazes de atingir esse patamar é com o uso de tecnologias capazes de identificar emoções em tempo real.

Soluções mais avançadas já são capazes de analisar o tom da conversa, reconhecer frustrações ou dúvidas e ajustar a resposta automaticamente para oferecer acolhimento e resolver o problema com mais assertividade.

“Combinamos tecnologia e escuta ativa para criar interações mais humanas, mesmo quando não há um humano respondendo”, diz Ana. “Não se trata de substituir pessoas, mas de ampliar a capacidade de atender com inteligência e sensibilidade.”

Futuro das conexões humanas

Além de moldar o futuro dos negócios, a automação orientada por empatia contribui para relacionamentos mais respeitosos e eficientes. Ao integrar IA com uma abordagem centrada no cliente, as empresas constroem conexões duradouras e sustentáveis. “Empatia digital é mais do que tendência — é uma necessidade. O cliente quer ser ouvido, compreendido e bem atendido. E a tecnologia pode — e deve — ajudar nisso”, finaliza Ana.

Cinco tendências que estão moldando a alimentação pet em 2025

A indústria de alimentos para pets chega a 2025 atravessando um processo de reformulação profunda, impulsionado por crises geopolíticas, mudanças climáticas e transformações no comportamento dos consumidores. Um estudo apresentado pela Euromonitor International durante o Foro Mascotas 2024 revelou cinco tendências globais que devem redesenhar o setor: o aumento da demanda por sustentabilidade comprovada, o crescimento de dietas funcionais e suplementos, a valorização da conveniência, o fortalecimento das marcas locais e o avanço da personalização por meio de inteligência artificial. 

Segundo André Faim, empresário do setor pet e cofundador da rede Lobbo Hotels e da Trabalhe pra Cachorro, as mudanças exigem das empresas uma nova postura, baseada em informação e transparência. “Hoje, não basta alegar que um produto é sustentável. Os tutores estão atentos, exigem certificações reais e querem entender os impactos de cada escolha. A era do marketing vazio acabou”, afirma. Faim observa que os tutores brasileiros, especialmente nas grandes cidades, têm demonstrado um interesse crescente por rótulos claros, ingredientes rastreáveis e ações de impacto ambiental mensurável.

Bem-estar e funcionalidade

Além da preocupação ambiental, o novo consumidor também busca soluções que contribuam diretamente para a saúde dos animais. O crescimento das dietas funcionais e dos suplementos — como probióticos, antioxidantes e fórmulas específicas para problemas articulares ou digestivos — aponta para um movimento que já ocorre em paralelo à nutrição humana. A alimentação deixou de ser apenas um fator nutritivo e passou a ser compreendida como um instrumento de prevenção e qualidade de vida.

Na visão de André Faim, esse é um caminho sem volta. “Os tutores estão tratando os pets como membros da família, e isso se reflete na busca por produtos que melhorem o bem-estar. Itens como suplementos e alimentos funcionais, antes restritos a nichos, começam a entrar nas prateleiras de grandes redes”, pontua.

O relatório também destaca que a confiança nos rótulos será fortalecida por certificações independentes, já que o consumidor tende a desconfiar de termos genéricos como “natural” ou “sustentável” quando não há validação externa. Essa exigência é uma reação direta ao fenômeno do greenwashing, que tem levado tutores a buscarem mais informações antes de decidir por uma marca.

IA e customização marcam a nova era do consumo pet

Outra tendência que ganha força em 2025 é o uso da inteligência artificial para personalizar produtos e recomendar soluções sob medida para cada animal. Desde plataformas que analisam dados de comportamento até ferramentas que ajustam o plano alimentar com base em peso, raça e rotina, a tecnologia está se consolidando como aliada da nutrição de precisão. O estudo da Euromonitor aponta que os tutores esperam experiências mais individualizadas, e não produtos genéricos que ignoram as particularidades dos seus pets.

Para Faim, a IA deve se tornar uma ferramenta estratégica tanto para a indústria quanto para os consumidores. “Com os últimos avanços dessa tecnologia, conseguimos mapear padrões de consumo, entender melhor as necessidades dos animais e oferecer soluções cada vez mais assertivas. A inteligência artificial tem um papel direto na construção de produtos e serviços mais eficientes e relevantes”, ressalta.

Esse avanço, no entanto, não elimina a importância do atendimento humano. O desafio está em equilibrar tecnologia e empatia, oferecendo plataformas eficientes sem perder o toque cuidadoso que os tutores esperam quando o assunto é o bem-estar dos seus animais.

Com consumidores cada vez mais exigentes, o setor de alimentos pet vive uma transição que vai além da embalagem ou do sabor. Em 2025, será preciso provar, com dados, ações e posicionamento, que cada escolha feita pelas marcas está alinhada aos novos valores do consumidor. “O tutor está mais informado, mais engajado e mais crítico. Quem entender isso primeiro terá espaço garantido no futuro do setor”, conclui Faim.

Reputation-Led Growth e a monetização da reputação por startups B2B

Nos últimos anos, a forma como as startups B2B crescem mudou drasticamente. O aumento do custo de aquisição de clientes (CAC), a saturação dos canais pagos e a crescente desconfiança do mercado tornaram evidente um problema: o modelo tradicional de crescimento não é mais suficiente. Nesse contexto, surge o conceito de Reputation-Led Growth (RLG), uma estratégia que coloca a reputação como principal alavanca de crescimento e aceleração de receita.

Reputation-Led Growth é um modelo de crescimento em que a credibilidade, a autoridade e a confiança da marca impulsionam aquisição, conversão e retenção. Em vez de apenas investir em performance marketing e SDRs agressivos, startups que aplicam RLG constroem um ecossistema onde clientes chegam por conta da confiança gerada no mercado.

Se no Brand-Led Growth (BLG) o foco está na construção de uma identidade de marca forte e memorável, no RLG o crescimento vem da influência estratégica. Empresas que dominam esse modelo não apenas vendem um produto ou serviço, mas se tornam referências em seu setor, reduzindo a percepção de risco para o comprador e encurtando ciclos de venda.

Startups que seguem o modelo de Reputation Led Growth não dependem excessivamente de anúncios pagos ou tráfego comprado. Em vez disso, conquistam visibilidade por meio de PR estratégico, thought leadership e prova social. No modelo tradicional, o funil de vendas começa com tráfego pago, geração de leads e abordagem ativa. No RLG, os clientes chegam com mais maturidade e menos objeções, pois a reputação da empresa já foi validada no mercado, o que reduz o tempo de fechamento de contratos porque se tornam a escolha segura e óbvia para seus clientes. Além disso, a reputação forte impacta positivamente na retenção. 

Como acelerar receita com Reputation-Led Growth?

CMOs de startups B2B precisam entender que reputação não é apenas um ativo intangível – é um acelerador de receita. A implementação de uma estratégia de RLG de forma prática, é baseada nos seguintes pilares:

1. Transforme seus executivos em porta-vozes estratégicos
A reputação de uma startup muitas vezes começa com seus líderes. CEOs e CMOs precisam estar ativos no mercado, compartilhando conhecimento e liderando discussões. O LinkedIn, eventos do setor e veículos especializados são canais essenciais para isso.

2. Alavanque PR e mídia espontânea para gerar prova social
A presença consistente em veículos estratégicos constrói confiança. O cliente B2B precisa de validação externa para reduzir riscos. 

3. Gere credibilidade por meio de parcerias estratégicas
Startups que se associam a players sólidos ganham instantaneamente mais confiança no mercado. 

4. Construa um ecossistema de defensores da sua marca
Clientes satisfeitos são o melhor canal de aquisição. No RLG, a reputação se espalha por boca a boca digital e recomendações estratégicas. Depoimentos de clientes e cases de impacto publicados são mais poderosos do que qualquer campanha de performance.

Reputation-Led Growth não é uma tendência passageira. No mercado financeiro, por exemplo, onde confiança é tudo, startups que dominam esse jogo conquistam clientes mais rápido, vendem com menos fricção e constroem barreiras contra a concorrência. CMOs que entendem isso deixam de ser apenas gestores de marketing e passam a ser estrategistas de crescimento, usando reputação como um motor real de escala.

A pergunta agora não é mais “quanto estamos investindo em branding?”, mas sim “como estamos garantindo que o mercado confia na nossa marca antes mesmo do primeiro contato comercial?” 

Marketing emocional: como essa conexão pode aumentar as vendas das empresas?

Quantas vezes você já se emocionou com uma campanha de marketing? Pessoas se conectam com pessoas, algo que está cada vez mais presente nas estratégias corporativas para fortalecer essa conexão sentimental com seus clientes. Quando uma marca consegue transformar sua mensagem em uma história envolvente, ela deixa de ser apenas uma opção no mercado e se torna parte da vida do público, algo que, se for bem executado, poderá trazer resultados excelentes para a reputação da marca e para as vendas.

O consumidor moderno está mais informado, mais exigente e com menos paciência para marcas que só “empurram” produtos. Vivemos a era da personalização, do propósito e da transparência, onde as marcas que conseguem humanizar sua comunicação e oferecer experiências autênticas, certamente, saem na frente. Isso, aliado ao crescimento da inteligência artificial e da automação, fez com que o fator humano passasse a ser ainda mais valorizado, ressaltando a importância de unir a tecnologia à sensibilidade a fim de criar experiências memoráveis que gerem diferenciais competitivos.

Nesse cenário, muitas empresas criam conexões emocionais tão fortes que seus clientes se tornam verdadeiros fãs, se conectando não apenas com os produtos ou serviços ofertados, mas com os seres humanos por trás de tudo isso. De acordo com estudos de neuromarketing, como prova disso, campanhas com conteúdo puramente emocional tiveram desempenho cerca de duas vezes melhor do que aquelas com conteúdo apenas racional. Mas, um bom storytelling vai além apenas desta conexão emocional.

Quando bem construída e aliada a uma narrativa bem contada, essa conexão desperta desejo e necessidade, fazendo com que o cliente se identifique com os valores da marca, sinta que ela entende suas dores e desejos, que conversa com ele e perceba que há um propósito maior por trás daquela comunicação – algo que pode ser decisivo para gerar uma conversão.

Marcas que criam fortes sentem o impacto diretamente nas vendas. Afinal, consumidores fiéis tendem a comprar mais vezes e defender aquela empresa, recomendando para familiares e amigos. Além disso, essa fidelidade ajuda a reduzir a sensibilidade a descontos e promoções, pois você paga por aquilo que enxerga valor. Clientes que se sentem compreendidos e valorizados também têm menos chances de migrar para concorrentes, melhorando também a taxa de retenção.

Agora, como as empresas podem fortalecer essa conexão emocional e conquistar todos esses benefícios? Comece conhecendo, profundamente, seu cliente. Use dados para entender suas dores, desejos e comportamentos. Quanto mais personalizado for o conteúdo, maior a chance de gerar uma conexão real.

Com essas informações em mãos, construa um storytelling autêntico. Conte histórias reais, com personagens, desafios e emoções. Uma boa narrativa engaja porque espelha situações da vida do público, despertando empatia e identificação. Uma dica para construir isso é utilizar gatilhos emocionais dos consumidores, afinal, emoções como pertencimento, nostalgia, superação e empatia, quando usados com sensibilidade, tornam a mensagem mais marcante.

Crie experiências multicanais e memoráveis, independentemente da plataforma investida. As campanhas devem refletir o tom emocional da marca, e a experiência precisa ser fluida, coerente e encantadora em todos os pontos de contato. Tudo isso deve estar alinhado a um propósito e valor muito claros, pois os consumidores modernos valorizam marcas que se posicionam. Transparência, inclusão, sustentabilidade e responsabilidade social são temas que criam engajamento quando comunicados com verdade.

Colha o máximo de informações possíveis sobre os comportamentos e necessidades de seus clientes, entenda os gatilhos que mais funcionam para esse público, mensure os resultados e entenda os impactos disso com as métricas de conversão. Marcas que conseguirem equilibrar esses dois universos (razão e emoção) com estratégia e sensibilidade, não só venderão mais, como também conquistarão algo ainda mais valioso: lealdade emocional.

PCI endurece regras e e-commerces precisam de um nível maior de segurança

A segurança digital acaba de ganhar novas regras e as empresas que processam dados de cartão precisam se adaptar. Com a chegada da versão 4.0 do Padrão de Segurança de Dados do Setor de Cartões de Pagamento (PCI DSS), estabelecido pelo PCI Security Standards Council (PCI SSC), as mudanças são importantes e impactam diretamente na proteção dos dados dos clientes e como os dados de pagamento são armazenados, processados e transmitidos. Mas, afinal, o que realmente muda?

A principal mudança é a necessidade de um nível ainda mais alto de segurança digital. As empresas terão que investir em tecnologias avançadas, como criptografia robusta e autenticação multifatorial. Esse método exige pelo menos dois fatores de verificação para confirmar a identidade do usuário antes de conceder acesso a sistemas, aplicativos ou transações, dificultando invasões, mesmo que criminosos tenham acesso a senhas ou dados pessoais.

Entre os fatores de autenticação utilizados estão:

  • Algo que o usuário sabe: senhas, PINs ou respostas a perguntas de segurança.
  • Algo que o usuário possui: tokens físicos, SMS com códigos de verificação, aplicativos autenticadores (como o Google Authenticator) ou certificados digitais.
  • Algo que o usuário é: biometria digital, facial, reconhecimento de voz ou íris.

“Essas camadas de proteção tornam o acesso não autorizado muito mais difícil e garantem maior segurança para dados sensíveis”, explica.

“Resumidamente, é preciso reforçar a proteção dos dados dos clientes, implementando medidas adicionais para prevenir acessos não autorizados”, explica Wagner Elias, CEO da Conviso, desenvolvedora de solução para segurança de aplicações. “Não é mais uma questão de “se adaptar quando for necessário”, mas de agir preventivamente”, destaca.

Conforme as novas regras, a implementação ocorre em duas fases: a primeira, com 13 novos requisitos, teve o prazo final em março de 2024. Já a segunda fase, mais exigente, inclui 51 requisitos adicionais e deveria ser cumprida até 31 de março de 2025. Ou seja, quem não se prepararou pode enfrentar penalidades severas.

Para se adequar às novas exigências, algumas das principais ações incluem: implementar firewalls e sistemas de proteção robustos; utilizar criptografia na transmissão e armazenamento de dados; monitorar e rastrear continuamente acessos e atividades suspeitas; testar processos e sistemas constantemente para identificar vulnerabilidades; criar e manter uma política rigorosa de segurança da informação.

Wagner ressalta que, na prática, isso significa que qualquer empresa que lide com pagamentos via cartão precisará revisar toda a sua estrutura de segurança digital. Isso envolve atualizar sistemas, reforçar políticas internas e treinar equipes para minimizar riscos. “Por exemplo, um e-commerce precisará garantir que os dados dos clientes sejam criptografados de ponta a ponta e que apenas usuários autorizados tenham acesso às informações sensíveis. Já uma rede varejista terá que implementar mecanismos para monitorar continuamente possíveis tentativas de fraudes e vazamentos de dados”, exemplifica.

Os bancos e fintechs também precisarão reforçar seus mecanismos de autenticação, ampliando o uso de tecnologias como biometria e autenticação multifator. “O objetivo é tornar as transações mais seguras sem comprometer a experiência do cliente. Isso exige um equilíbrio entre proteção e usabilidade, algo que o setor financeiro já vem aprimorando nos últimos anos”, destaca.

Mas, por que essa mudança é tão importante? Não é exagero dizer que fraudes digitais estão cada vez mais sofisticadas. Vazamentos de dados podem resultar em prejuízos milionários e danos irreparáveis à confiança dos clientes. 

Wagner Elias alerta: “muitas empresas ainda adotam uma postura reativa, só se preocupando com segurança depois que um ataque acontece. Esse comportamento é preocupante, pois falhas de segurança podem acarretar prejuízos financeiros expressivos e danos irreparáveis à reputação da organização, que poderiam ser evitados com medidas preventivas”.

Ele ainda destaca que para evitar esses riscos, o grande diferencial é adotar práticas de Application Security (Segurança de Aplicações) desde o início do desenvolvimento do novo aplicativo, garantindo que cada fase do ciclo de desenvolvimento do software já tenha medidas de proteção. Isso garante a inserção de medidas de proteção em todas as fases do ciclo de vida do software, sendo muito mais econômico do que remediar os danos após um incidente”.

Vale lembrar que essa é uma tendência que vem crescendo em todo o mundo. O mercado de segurança de aplicações, que movimenta US$ 11,62 bilhões em 2024, deve chegar a US$ 25,92 bilhões até 2029, segundo a Mordor Intelligence.

Wagner explica que soluções como DevOps, permitem que cada linha de código seja desenvolvida com práticas de proteção, além de serviços como testes de invasão e mitigação de vulnerabilidades. “Realizar análises contínuas de segurança e automação de testes permite que as empresas atendam às normas sem comprometer a eficiência”, destaca.

Além disso, consultorias especializadas são importantes nesse processo, auxiliando as empresas a se adaptarem às novas exigências do PCI DSS 4.0. “Entre os serviços mais buscados estão Penetration Testing, Red Team e avaliações de segurança de terceiros, que ajudam a identificar e corrigir vulnerabilidades antes que possam ser exploradas por criminosos”, conta.

Com fraudes digitais cada vez mais sofisticadas, ignorar a segurança dos dados não é mais uma opção. “Empresas que investem em medidas preventivas garantem a proteção dos seus clientes e fortalecem sua posição no mercado. Implementar as novas diretrizes é, antes de tudo, um passo essencial para construir um ambiente de pagamentos mais seguro e confiável”, conclui.

Vieses algorítmicos são desafio para empresas na incorporação da IA

A Inteligência Artificial (IA) é frequentemente vista como uma tecnologia revolucionária, capaz de proporcionar eficiência, precisão e abrir novas oportunidades estratégicas. Contudo, ao passo que as empresas se beneficiam das vantagens da IA, surge também um desafio crítico e, por vezes, negligenciado: a equidade algorítmica. Vieses ocultos nesses sistemas podem comprometer não apenas a eficiência das decisões empresariais, mas gerar consequências legais, éticas e sociais significativas. 

A presença de vieses algorítmicos pode ser explicada pela natureza da própria IA, especialmente no aprendizado de máquina (machine learning). Modelos são treinados com dados históricos, e quando esses dados refletem preconceitos ou distorções sociais, os algoritmos naturalmente acabam perpetuando esses vieses. Além dos vieses na informação, o próprio algoritmo pode trazer uma descompensação na ponderação de fatores realizada, ou nos dados usados como proxy, ou seja, dados que substituem as informações originais, mas não são as ideais para aquela análise. 

Um exemplo emblemático desse fenômeno é encontrado no uso de reconhecimento facial, especialmente em contextos sensíveis como segurança pública. Diversas cidades brasileiras adotaram sistemas automatizados com o intuito de aumentar a eficácia das ações policiais, mas análises demonstram que esses algoritmos frequentemente cometem erros significativos, sobretudo ao identificar indivíduos de grupos étnicos específicos, como pessoas negras. Estudos da pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT, apontaram que algoritmos comerciais apresentam taxas de erro acima de 30% para mulheres negras, enquanto para homens brancos, a taxa cai drasticamente para menos de 1%.

Legislação brasileira: mais rigidez no futuro

No Brasil, além da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) também está em tramitação o Marco Legal da IA (PL nº 2338/2023), que estabelece diretrizes gerais para o desenvolvimento e aplicação de IA no país​. 

Embora ainda não aprovado, esse projeto de lei já sinaliza direitos que as empresas deverão respeitar, como: direito à informação prévia (informar quando o usuário está interagindo com um sistema de IA), direito à explicação das decisões automatizadas, direito de contestar decisões algorítmicas e direito à não-discriminação por vieses algorítmicos​. 

Esses pontos exigirão que empresas implementem transparência nos sistemas de IA generativa (por exemplo, deixando claro quando um texto ou resposta foi gerada por máquina) e mecanismos de auditoria para explicar como o modelo chegou a determinada saída.

Governança algorítmica: a solução para os vieses

Para empresas, os vieses algorítmicos vão além da esfera ética, tornam-se problemas estratégicos relevantes. Algoritmos enviesados têm o potencial de distorcer decisões essenciais em processos internos como recrutamento, concessão de crédito e análise de mercado. Por exemplo, um algoritmo de análise de desempenho de filiais que superestime sistematicamente regiões urbanas em detrimento de regiões periféricas (devido a dados incompletos ou preconceitos) pode levar a investimentos mal direcionados. Assim, vieses ocultos minam a eficácia das estratégias data-driven, fazendo com que executivos tomem decisões baseadas em informações parcialmente erradas.

Esses vieses podem ser corrigidos, mas vão depender de uma estrutura de governança algorítmica, com foco na diversidade dos dados utilizados, transparência dos processos e na inclusão de equipes diversificadas e multidisciplinares no desenvolvimento tecnológico. Ao investir em diversidade nas equipes técnicas, por exemplo, empresas conseguem identificar mais rapidamente potenciais fontes de viés, garantindo que perspectivas diferentes sejam consideradas e que falhas sejam detectadas precocemente.

Além disso, o uso de ferramentas de monitoramento contínuo é fundamental. Esses sistemas ajudam a detectar a deriva de vieses algorítmicos em tempo real, possibilitando ajustes rápidos e minimizando o impacto negativo. 

A transparência é outra prática essencial na mitigação de vieses. Algoritmos não devem funcionar como caixas-pretas, mas sim como sistemas claros e explicáveis. Quando empresas optam pela transparência, ganham a confiança de clientes, investidores e reguladores. A transparência facilita auditorias externas, incentivando uma cultura de responsabilidade compartilhada na gestão da IA.

Outras iniciativas incluem a adesão a frameworks e certificações para governança de IA responsável. Isso inclui criar comitês internos de ética em IA, definir políticas corporativas para seu uso, e adotar padrões internacionais. Por exemplo, frameworks como: a ISO/IEC 42001 (gestão de inteligência artificial, a ISO/IEC 27001 (segurança da informação) e ISO/IEC 27701 (privacidade) ajudam a estruturar controles nos processos de dados usados por IA generativa. Outro exemplo é o conjunto de práticas recomendadas pelo NIST (National Institute of Standards and Technology) dos EUA que orienta a gestão de risco algorítmico, cobrindo detecção de viés, verificações de qualidade de dados e monitoramento contínuo de modelos.

Consultorias especializadas desempenham papel estratégico nesse cenário. Com expertise em inteligência artificial responsável, governança algorítmica e compliance regulatório, essas empresas ajudam organizações não apenas a evitar riscos, mas a transformar equidade em vantagem competitiva. A atuação dessas consultorias vai desde avaliações detalhadas de risco, até o desenvolvimento de políticas internas, passando por treinamentos corporativos sobre ética em IA, garantindo que equipes estejam preparadas para identificar e mitigar possíveis preconceitos algorítmicos.

Dessa forma, a mitigação dos vieses algorítmicos não é apenas uma medida preventiva, mas sim uma abordagem estratégica. Empresas que se preocupam com a equidade algorítmica demonstram responsabilidade social, reforçam sua reputação e protegem-se contra sanções legais e crises públicas. Algoritmos imparciais tendem a oferecer insights mais precisos e equilibrados, aumentando a eficácia das decisões empresariais e fortalecendo a posição competitiva das organizações no mercado.

Por Sylvio Sobreira Vieira, CEO & Head Consulting da SVX Consultoria

Empresas com mulheres na liderança crescem 21% mais, diz pesquisa

A presença feminina no mercado de trabalho vem crescendo e, com ela, o protagonismo das mulheres em áreas estratégicas. No setor de tecnologia, ainda há desafios a serem superados, mas as mudanças são visíveis. Segundo o Observatório Softex, elas já representam 25% dos profissionais da área, e esse número tende a aumentar com iniciativas voltadas à inclusão. 

Quando olhamos para o empreendedorismo, o cenário se torna ainda mais promissor. Nos últimos anos, a participação feminina nesse setor tem crescido de forma acelerada. Atualmente, elas representam um terço dos empreendedores em expansão, segundo o Relatório sobre Empreendedorismo Feminino 2023/2024 do Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Além disso, uma em cada dez mulheres está iniciando novos negócios, enquanto, entre os homens, a proporção é de um para oito. Esses números mostram que, cada vez mais, mulheres estão conquistando espaço e criando oportunidades no mercado.

Mesmo nas startups, onde a presença feminina ainda é menor, a mudança está acontecendo. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), 15,7% dessas empresas já têm mulheres na liderança. Além disso, muitas empresas estão repensando seus processos para garantir equidade. Um exemplo disso é o primeiro Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, divulgado pelo governo, que revelou que 39% das empresas com mais de cem funcionários já adotam ações de promoção de mulheres para cargos de liderança.

Na contramão da desigualdade, algumas empresas já estão mostrando que diversidade gera resultados concretos. A Atomic Group, aceleradora de startups e principal plataforma de conexão tecnológica para empoderar proprietários de canais de tecnologia e startups na geração de equity, é um exemplo disso. Com mais de 60% do seu time composto por mulheres, a empresa reforça a importância de criar um ambiente igualitário e inovador.

“Nosso foco sempre foi contratar os melhores talentos, independentemente de gênero. O que aconteceu na Atomic Group foi consequência natural de uma cultura que valoriza competência, inovação e dedicação. Isso reforça que, quando as oportunidades são dadas de forma igualitária, a presença feminina cresce organicamente”, explica Filipe Bento, CEO da Atomic Group.

A diversidade dentro da empresa vai além da representatividade; ela se tornou uma estratégia para a inovação. “A presença feminina fortalece a colaboração, a empatia e a visão estratégica. Equipes diversas tomam decisões melhores e criam soluções mais inovadoras”, destaca Bento.

Empresas lideradas por mulheres também têm demonstrado um desempenho acima da média. De acordo com a consultoria McKinsey, negócios comandados por mulheres apresentam, em média, um crescimento 21% superior ao de empresas lideradas apenas por homens. A pesquisa da Rizzo Franchise reforça essa tendência, mostrando que franquias administradas por mulheres faturam cerca de 32% a mais. Além disso, a Hubla, plataforma de vendas de produtos digitais no Brasil, constatou que negócios liderados por mulheres tiveram um crescimento de faturamento e ticket médio três vezes maior.

Essa realidade se reflete dentro da Atomic Group, onde as mulheres ocupam posições estratégicas e impulsionam o crescimento da empresa. “Elas estão à frente de decisões-chave, liderando iniciativas que fortalecem nosso posicionamento no mercado”, afirma o CEO.

“Temos no grupo uma representatividade significativa de mulheres colaboradoras, que hoje compõem cerca de 60% do nosso quadro. Com uma composição que vai desde a camada de executivas até analistas e estagiárias. É um privilégio fazer parte de um time heterogêneo que alcançou esse índice não por planos de cotas, tampouco de forma intencional, mas sim por uma cultura que valoriza a competência dos profissionais e que, por consequência, reconhece cada vez mais o destaque das mulheres como profissionais de alto escalão que entregam o que se propõem”, colabora Fernanda Oliveira, diretora executiva da BR24 que faz parte do grupo. 

Desde sua fundação, a empresa investe ativamente no desenvolvimento profissional de suas colaboradoras. “Temos mulheres em áreas estratégicas e incentivamos constantemente sua ascensão profissional. Criar oportunidades reais é essencial para fortalecer a representatividade no mercado”, ressalta Bento.

Mesmo com os avanços, desafios ainda existem. O acesso a cargos de liderança e a conciliação entre vida profissional e pessoal são algumas barreiras que muitas mulheres enfrentam. No entanto, empresas que apostam na equidade colhem benefícios diretos. “Valorizamos a equidade, garantindo que todas tenham voz e espaço para se desenvolver”, enfatiza Bento.

A diversidade não é apenas uma pauta social, mas um diferencial competitivo para o sucesso da empresa. “Equipes diversas geram soluções mais criativas e eficazes, impactando diretamente os produtos e serviços oferecidos. Quando reunimos diferentes perspectivas, evitamos vieses e conseguimos atender melhor às necessidades do mercado”, destaca o CEO.

O compromisso da Atomic Group com a equidade também passa por políticas de inclusão e remuneração justa. “Aqui, mérito e competência são as bases para qualquer decisão. Trabalhamos com critérios objetivos de avaliação para garantir oportunidades iguais para todos”, reforça.

Segundo Bento, essa mentalidade pode inspirar outras empresas a seguirem pelo mesmo caminho. “Não se trata apenas de ter mais mulheres na equipe, mas de oferecer condições reais para que elas assumam protagonismo em suas áreas”, afirma Bento.

Olhando para o futuro, a empresa pretende continuar crescendo de forma sustentável e impactando positivamente o mercado e a sociedade. “Nosso objetivo é fortalecer nosso time, investir no desenvolvimento dos talentos e seguir como referência em inovação e gestão de pessoas”, conclui o CEO.

Se mais empresas adotarem esse modelo, o mercado de trabalho se tornará mais equilibrado e preparado para os desafios do futuro. “Diversidade não é apenas um conceito, é uma vantagem competitiva”, finaliza Bento.

Marca x Consumidor: quem define as regras agora?

Nos últimos anos, foi possível ver um crescente aumento no poder de decisão de compra de diversos tipos de produtos pelos consumidores, mais seletivos em escolher marcas que representem o item ou commodity desejado. Diante desta nova autoridade do mercado, será que o poder das empresas nesta relação está caindo? Quem define as regras deste jogo agora? E, de que forma os empresários podem se preparar para tentar ter um pouco mais de autoridade sobre as vendas? 

A relação de compra e venda vem sendo construída em nossa sociedade desde o antigo Egito. Em um artigo intitulado “A Short Story of Branding”, o autor destaca que o primeiro uso comercial das marcas foi como um sinal de propriedade. Ao colocar seu nome ou símbolo em um bem, como o gado, o proprietário podia marcar sua posse. Os antigos egípcios foram os primeiros a usar marcas como sinais de propriedade há pelo menos 5.000 anos. E foi daí, claro, que veio a palavra ‘brand’ (marca). 

Em sua essência, as marcas, atualmente, servem para, literalmente, marcar um tipo de produto e declarar que aquilo pertence a uma entidade. Tal necessidade surgiu quando as civilizações começaram a prosperar e, nessa ideia, itens do dia a dia começaram a ter vários produtores, o que causou a necessidade de uma forma de diferenciar a origem de cada um. 

Porém, no passado, as marcas não possuíam a força e mensagem que começaram a apresentar após a revolução industrial e o crescente número de concorrentes para commodities e produtos cotidianos. Foi necessário algo mais do que apenas um nome que poderia ser sinônimo de qualidade – afinal, os concorrentes poderiam obter os mesmos maquinários e utilizar os mesmos métodos de produção – seja através de uma história da empresa (storytelling), seus pontos de vista, atividades solidárias ou outras estratégias. 

O que era uma atividade única tornou-se um processo contínuo. Hoje, é possível ver que a maioria das empresas busca atingir um público que, por sinal, pode até se tratar de um mesmo nicho para várias delas, contudo, suas estratégias, valores, histórias, formas de atribuir um valor agregado aos seus produtos são diferentes e, portanto, suas abordagens também são. 

Atualmente, no entanto, existem tantas marcas para específicos nichos de mercado que os clientes podem escolher dentre dez, vinte, trinta concorrentes, apenas considerando pontos diferenciais que cada um acha importantes. Basicamente, o consumidor faz uma avaliação comparando vários pontos e analisando se eles conversam com seus ideais.  

Isso vem fazendo, como exemplo, com que várias empresas começassem a se importar mais com causas sociais, valores, responsabilidade social, inovação, personalização, conveniência e agilidade, pós-venda e preço justo, entrando no campo de batalha para tentar se diferenciar de seus concorrentes e atrair os possíveis consumidores com a intenção de fidelizá-los. 

Desde o início da utilização das marcas e da criação do branding, o poder, ou autoridade do consumidor, somente foi crescendo ao longo das evoluções tecnológicas, ganhando cada vez mais autoridade para selecionar os produtos desejados e, hoje, possuem, mais do que nunca, o poder de escolha. 

Diante desse panorama, percebe-se que a autoridade no processo de compra migrou consideravelmente das marcas para os consumidores, que agora desempenham um papel ativo e criterioso na seleção do que consomem. Se antes bastava um nome reconhecido para garantir a venda, hoje é preciso ir além: compreender os desejos e os valores do público, estabelecer conexões autênticas e construir uma presença que dialogue diretamente com suas expectativas.  

Assim, a autoridade das marcas não desapareceu, mas foi redistribuída. Agora, ela precisa ser constantemente conquistada, sustentada e renovada através de estratégias que valorizem não apenas o produto, mas também a experiência, a identificação e o propósito compartilhado com o consumidor. 

PagBank é reconhecido mais uma vez pela Revista Forbes como um dos Melhores Bancos do Mundo

PagBank, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamento, é reconhecido como um dos melhores bancos do mundo pelo ranking “World’s Best Banks” da Forbes. Na classificação realizada pela revista internacional de negócios, finanças e economia em parceria com o Statista, o banco digital ocupou mais uma vez a vice-liderança entre os bancos brasileiros, à frente de instituições como Inter e Itaú Unibanco. 

Segundo Alexandre Magnani, CEO do PagBank, o reconhecimento reitera os impactos positivos gerados pelo compromisso da companhia em facilitar a vida financeira de pessoas e negócios, por meio de produtos e serviços financeiros simples, seguros e acessíveis a todos. “Somos um banco completo e sólido que atende às reais necessidades dos brasileiros. A nossa permanência no topo do ranking é mais uma resposta positiva dos nossos mais de 33 milhões de clientes perante as inovações e facilidades financeiras que oferecemos”, afirma Magnani. 

A seleção para a composição do ranking foi feita a partir da participação de mais de 50 mil entrevistados, abrangendo 34 países e 17 idiomas distintos. Dentre os 385 bancos reconhecidos pela Forbes nos Estados Unidos, oito são instituições brasileiras. Entre os meses de outubro e dezembro de 2024, os entrevistados avaliaram instituições financeiras com as quais mantinham conta corrente ou poupança, haviam sido clientes nos últimos três anos ou conheciam por meio de experiências compartilhadas por familiares e amigos. Todos os bancos mencionados pelos entrevistados diante a essas classificações foram analisados pelo estudo. 

Essas pessoas puderam avaliar o nível de satisfação com cada instituição e indicar a chance de recomendá-la a outras pessoas. Também atribuíram notas com base em cinco aspectos principais: confiança, condições contratuais (como tarifas e taxas), qualidade do atendimento (incluindo tempo de espera e eficiência dos funcionários), desempenho das plataformas digitais (como facilidade de navegação) e orientação financeira oferecida. Além disso, apontaram quais desses critérios consideravam mais relevantes, e os pesos atribuídos a cada categoria foram ajustados conforme essas preferências. Entre todos os países participantes, a confiabilidade foi apontada como o fator mais relevante na avaliação das instituições financeiras, destacando-se como prioridade para a maioria das pessoas. É possível conferir a lista completa aqui 

Um dos maiores bancos digitais do país em número de clientes, o PagBank oferece ferramentas para vendas presenciais e online, conta digital completa para pessoa física e pessoa jurídica, além de funcionalidades que contribuem para gestão financeira, como Folha de Pagamentos. No PagBank, o cartão de crédito tem limite garantido e os investimentos se tornam limite para o próprio cartão, potencializando os ganhos dos clientes. No PagBank, quem possui saldo ativo e inativo no FGTS pode solicitar antecipação, além de ser possível a contratação do Consignado INSS para aposentados e pensionistas diretamente pelo app do PagBank.