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Logitech tem nova edição da Logi Week em parceria com a Amazon

Logitechempresa Suíça e líder em periféricos, apresenta o evento promocional Logi Week* com ofertas imperdíveis e descontos em mais de 50 produtos da Logitech e Logitech G.

De 01 a 08 de fevereiro, a Amazon Global Brand Week reúne o melhor da Logitech e Logitech G, oferecendo descontos de até 35%, em uma ampla variedade de equipamentos para games e soluções para espaços de trabalho.

“Pela segunda vez na Amazon Global Brand Week, a Logitech apresenta ofertas exclusivas adaptadas a diferentes regiões globais. A inclusão do Brasil reforça o vínculo da marca com clientes e consumidores”, destaca Ricardo Filó, head de marketing da Logitech Brasil.

Os preços da iniciativa variam conforme disponibilidade e estão sujeitos às políticas e práticas da Amazon. Confira alguns dos produtos disponíveis no Brasil:

Combo mouse e teclado Sem fio MK235 (com Layout Brasileiro ABNT2)

Mouse Sem Fio Pebble Mouse 2 M350s

Webcam Full HD Logitech BRIO 100

Teclado Sem fio Logitech MX KEYS S

Mouse Sem Fio Logitech LIFT Left Vertical

Teclado Mecânico Gamer Sem Fio Logitech G PRO X 60 LIGHTSPEED

Mouse Gamer Sem fio Logitech G PRO 2 Wireless

Iluminação de LED Premium Logitech Litra Glow

A Logi Week acontece por tempo limitado, em parceria com a Amazon. Os preços estão sujeitos à disponibilidade dos produtos e podem variar de acordo com as políticas e práticas da Amazon. Encontre as ofertas na página das máquinas Logitech e Logitech G.

*Produtos desenvolvidos na Suíça

Mercado Livre Intensifica Competição com Amazon e Shopee Através de Descontos e Melhorias Logísticas

A disputa no mercado de e-commerce brasileiro se acirra com o Mercado Livre respondendo às ofensivas da Amazon e Shopee. A plataforma de origem argentina aposta em uma combinação de descontos agressivos e aprimoramentos em sua infraestrutura logística para manter sua liderança e atrair tanto vendedores quanto consumidores, em um cenário cada vez mais competitivo.

A Ofensiva da Amazon e a Resposta do Mercado Livre

A Amazon tem intensificado sua presença no Brasil, com investimentos significativos em infraestrutura logística e promoções para vendedores. A gigante americana oferece isenção de taxas logísticas para novos vendedores e benefícios para os já existentes, buscando acelerar a adoção de seu modelo de fulfillment. Essa estratégia visa aumentar sua participação de mercado, que já vem crescendo, aproximando-se da liderança do Mercado Livre em termos de tráfego.

Em resposta, o Mercado Livre não apenas mantém suas promoções, mas também foca em aprimorar sua rede logística, como o “Mercado Envios Full”. Apesar de as tarifas da Amazon e Shopee serem, em alguns casos, mais competitivas, analistas apontam que a escala, o tráfego qualificado e a experiência do usuário oferecida pelo Mercado Livre continuam sendo seus grandes diferenciais. A plataforma argumenta que esses fatores compensam os custos mais elevados para muitos vendedores.

A Importância da Logística “Mesmo Dia”

A entrega no mesmo dia se tornou um diferencial crucial no e-commerce. Amazon, Mercado Livre e Shopee estão investindo em modelos que permitem entregas em poucas horas ou no dia seguinte. A Amazon expandiu suas opções de entrega rápida para diversas cidades, enquanto o Mercado Livre utiliza seu “Mercado Envios Full” e a Shopee oferece a “Entrega Rápida”. Essas estratégias são impulsionadas pela expectativa crescente dos consumidores por prazos de entrega mais curtos, exigindo maior inteligência e automação na gestão logística.

Descontos e Promoções em Destaque

As plataformas frequentemente utilizam promoções e descontos para atrair clientes. Eventos como o “2/2” (referente a 2 de fevereiro) viram ofertas em jogos, consoles e acessórios em todas as plataformas. O uso de cupons e a isenção de frete para compras acima de um determinado valor são táticas comuns para impulsionar as vendas e fidelizar consumidores em um mercado onde a concorrência por preço é acirrada.

Perspectivas Futuras

O cenário competitivo do e-commerce brasileiro continuará a ser moldado por inovações logísticas, estratégias de precificação e a busca pela melhor experiência do usuário. Enquanto a Amazon busca encurtar a distância para o Mercado Livre, a plataforma argentina se apoia em seus pontos fortes consolidados. A Shopee também se mantém como um player relevante, com suas próprias estratégias de crescimento. A tendência é de um mercado cada vez mais dinâmico, com foco em eficiência operacional e satisfação do cliente.

B2W Expande Seu Marketplace com Parcerias Estratégicas em Diversos Setores

A B2W, gigante do comércio eletrônico brasileiro, tem intensificado sua estratégia de expansão através de parcerias e integrações com diversas empresas. O objetivo é ampliar o alcance de seu marketplace, oferecendo uma gama maior de produtos e serviços aos consumidores, além de digitalizar negócios físicos.

Integração com Redes de Shoppings e Fast Food

A B2W anunciou um acordo significativo com a Multiplan, uma das maiores administradoras de shoppings centers do país. Essa parceria permitirá a integração de 5.800 lojas de 19 shoppings da Multiplan à plataforma de marketplace da B2W. Com isso, consumidores poderão comprar online e retirar os produtos nas lojas físicas, ou recebê-los no mesmo dia. O acordo também envolve o Delivery Center, agregando serviços de entrega rápida.

Em linha com essa expansão, a B2W também firmou parcerias com redes de fast food. A rede Bob’s, com seus 1.200 pontos de venda, foi integrada ao marketplace, permitindo que clientes comprem lanches e recebam em minutos através dos aplicativos da Americanas e Ame. Similarmente, o McDonald’s também teve seus produtos disponibilizados na plataforma da B2W, com um piloto iniciado em lojas de São Paulo.

Expansão para Postos de Combustível e Outros Varejistas

Outra frente de atuação da B2W é a parceria com a BR Distribuidora. O acordo visa integrar os produtos das lojas de conveniência dos postos BR às plataformas online da B2W. Clientes poderão comprar online e retirar nos postos em até uma hora, ou optar pela entrega em até duas horas. Essa colaboração busca oferecer conveniência e segurança aos consumidores, especialmente em tempos de distanciamento social.

Benefícios e Estratégia da B2W

  • Ampliação do Sortimento: A B2W aumenta significativamente a variedade de produtos e serviços disponíveis em seu marketplace.
  • Digitalização do Varejo Físico: Empresas parceiras ganham acesso a ferramentas de venda online e uma nova vitrine para seus produtos.
  • Novas Modalidades de Entrega: Serviços como “click and collect” e entrega no mesmo dia são aprimorados.
  • Receita de Marketplace: A B2W lucra com as taxas cobradas sobre as vendas realizadas em sua plataforma.

A estratégia da B2W de integrar diferentes tipos de varejistas ao seu marketplace demonstra um movimento claro para se tornar um hub centralizado de compras, conectando o físico ao digital e oferecendo conveniência e agilidade aos consumidores.

A era dos AI Agents: quando a inteligência deixa de responder e passa a decidir

A conversa sobre inteligência artificial cresceu de forma exponencial nos últimos dois anos. No entanto, por trás do entusiasmo, existe uma realidade menos debatida. Um estudo interno que realizamos traz o dado de que embora mais de 70% das interações digitais com clientes já envolvam algum nível de automação, menos de 15% geram impacto direto em receita, eficiência operacional ou decisões relevantes de negócio. A razão é simples e estrutural: automatizar não é o mesmo que decidir. 

Durante anos, o foco esteve em acelerar tarefas, reduzir fricção e escalar operações. Primeiro com regras, depois com bots, e em seguida com IA aplicada a processos isolados. Essa evolução foi necessária, mas expôs um limite claro. As empresas executam mais rápido do que nunca, porém continuam tomando decisões críticas de forma tardia, fragmentada e dependente de interpretação humana sob pressão. A execução foi automatizada. A decisão permaneceu manual. 

Ao entrar em 2026, a questão já não é se a IA deve ser utilizada, mas onde ela precisa estar para melhorar a qualidade das decisões. Negócios reais operam em ambientes imprevisíveis, com clientes que mudam de ideia, misturam assuntos, retornam dias depois e esperam continuidade. As decisões não dependem apenas da pergunta feita, mas do histórico, do momento, do canal e do objetivo da interação. Nesse contexto, sistemas engessados, baseados em fluxos fixos e respostas pré-definidas, deixam de escalar. Não por falha técnica, mas porque foram concebidos para um mundo onde responder corretamente era suficiente. 

O verdadeiro salto da IA não veio de uma única inovação, mas da convergência de avanços concretos: modelos mais capazes, melhor compreensão de contexto e a capacidade de manter memória, objetivos e estados ao longo do tempo. A IA deixou de ser puramente reativa e passou a operar de forma mais autônoma. Já não se limita a responder perguntas isoladas. Consegue interpretar conversas completas, reconhecer padrões, conectar sinais de múltiplas fontes e tomar decisões com base em intenção, não apenas em palavras-chave. 

É nesse ponto que surgem os AI Agents. Um AI Agent não opera a partir de scripts, mas de objetivos. Ele compreende o contexto da conversa, considera interações anteriores, mantém um objetivo de negócio claro e decide qual é o próximo passo mais adequado. Além disso, executa ações reais dentro dos sistemas da empresa e aprende com o resultado de cada interação. A IA deixa de ser apenas uma interface e passa a ser um sistema de decisão em produção. 

Essa mudança é relevante porque as decisões mais impactantes nos negócios não acontecem em comitês nem em dashboards. Elas ocorrem diariamente, milhões de vezes, na linha de frente da operação. Decidir o que dizer a um cliente específico, o que oferecer naquele momento, quando insistir, quando esperar, quando escalar. São decisões que parecem pequenas em aparência, mas são gigantes em impacto quando repetidas em escala. Esse tipo de decisão vive em conversas, sinais fracos, mudanças de tom, hesitações, desvios sutis no comportamento, e em contexto acumulado. Não funciona com regras fixas. Exige critério. 

É exatamente nesse território que os AI Agents deixam de ser promessa e se tornam inevitáveis. Eles não executam instruções. Exercem critério operacional. Um critério que antes dependia exclusivamente de pessoas, de experiência individual e de julgamento humano, e que agora pode ser projetado, treinado, governado e replicado dentro dos sistemas. 

Na Yalo, essa abordagem foi sendo construída ao longo de mais de uma década, a partir da operação contínua de milhões de conversas e decisões comerciais em diferentes contextos, vendas, pagamentos, crédito, cobrança, retenção e atendimento, distribuídos entre canais como WhatsApp, chamadas de voz, aplicativos e web. Essa experiência mostrou, na prática, que decisões em escala não se resolvem com scripts ou automações rígidas, mas precisam acontecer no momento da interação, combinando contexto histórico, dados transacionais, regras de negócio e aprendizado contínuo. A partir disso, os agentes conversacionais passaram a ser tratados não apenas como interfaces, mas como unidades operacionais de decisão dentro dos sistemas. 

Olhar para 2026 não é fazer previsões. É dar nome a uma mudança já em curso. As organizações que compreenderem a Agentic Era projetarão estruturas capazes de decidir melhor, mais rápido e com consistência. As que não compreenderem continuarão cercadas de automação, executando tarefas em escala, mas presas ao mesmo gargalo decisório: regras fixas, falta de contexto e dependência constante de intervenção humana. Essa transição exige clareza, porque o que está em jogo não é adicionar mais IA, mas superar o modelo em que a tecnologia executa, mas não decide. Automatizar foi o primeiro passo. Decidir, com agentes, será a vantagem competitiva. 

*Por Andres Stella, COO da Yalo.

Inteligência artificial redesenha a eficiência logística global

A logística está entrando em uma nova era em que velocidade, precisão e previsibilidade definem o sucesso. A capacidade de analisar informações em tempo real e antecipar cenários transforma operações antes reativas em processos mais ágeis e estratégicos, capazes de se adaptar rapidamente às mudanças do mercado e às demandas do consumidor. Nesse contexto, o uso estruturado de dados passa a orientar decisões e a aprimorar continuamente a execução das operações.

O avanço de modelos generativos e sistemas inteligentes amplia a visão operacional das empresas ao permitir a identificação precoce de situações críticas, a antecipação de falhas e a redefinição de rotas antes que impactos ocorram. A simulação de trajetos em tempo real combina variáveis como tráfego, condições climáticas, restrições operacionais e prioridades de entrega, oferecendo uma leitura mais ampla do ambiente operacional, que vai além do planejamento tradicional.

À medida que essas operações se tornam mais dinâmicas, o processo decisório deixa de depender exclusivamente de estruturas fixas, permitindo ajustes de forma contínua, tanto nos processos logísticos quanto nas rotas, garantindo maior precisão e consistência nas ações, sem depender apenas de modelos tradicionais de planejamento.

Operações orientadas por dados em tempo real

Soluções de roteirização passaram a processar volumes muito maiores de informações em poucos segundos. O que antes exigia análises extensas agora acontece em poucos segundos, permitindo encurtar distâncias percorridas, reorganizar janelas de entrega e elevar a confiabilidade das operações. Os ganhos se refletem na eficiência operacional e na experiência percebida pelo cliente.

Esse avanço também redefine a forma como variáveis como consumo de combustível e metas ambientais são incorporadas ao dia a dia. A análise simultânea de diferentes cenários, apoiada por dados históricos, informações climáticas e projeções preditivas, viabiliza escolhas mais equilibradas antes da definição dos trajetos. O resultado é uma operação mais eficiente, sustentável e alinhada aos objetivos estratégicos das organizações.

Mesmo com esse progresso, a adoção plena dessas tecnologias ainda enfrenta desafios estruturais. A complexidade das operações e a coexistência de múltiplos sistemas dificultam a integração eficiente das soluções. Estudos da Gartner indicam que apenas uma parcela das empresas conta com uma estratégia clara para orientar o uso da tecnologia, o que mantém muitas iniciativas fragmentadas e com resultados limitados.

A falta de padronização de dados e a resistência à mudança seguem como entraves relevantes. Sem investimentos consistentes em governança da informação, capacitação e revisão de processos, os benefícios tendem a se diluir. Para que a inteligência artificial gere resultados sustentáveis, é fundamental fortalecer a base de dados, alinhar fluxos internos e preparar as equipes para utilizar a informação de forma estratégica.

Mercado avança para modelos mais inteligentes

Apesar dos desafios, o movimento de transformação no setor segue em direção à modernização. A IDC projeta que investimentos globais em inteligência artificial alcançarão US$ 1,3 trilhão até 2029, impulsionados pela adoção de algoritmos de otimização, análise preditiva e sistemas de apoio à decisão baseados em dados operacionais. Esse avanço reforça a consolidação da tecnologia como parte central das estratégias de competitividade.

Com a evolução dos modelos de análise e simulação e o crescimento contínuo do volume de dados, as operações logísticas ampliam sua capacidade de antecipar cenários e ajustar processos de forma contínua. As decisões passam a incorporar informações atualizadas, reduzindo a dependência exclusiva de dados históricos. Ao mesmo tempo, o planejamento tradicional dá lugar a estruturas capazes de se reorganizar diante das variações diárias, tornando o fluxo operacional mais consistente e adaptável.

O movimento de transformação continuará acelerando nos próximos anos. Com o avanço da inteligência artificial e a ampliação do uso de dados nas decisões operacionais, a logística caminha para um modelo mais conectado, resiliente e preparado para lidar com a complexidade e a dinâmica do mercado atual.

SHEIN avança na agenda de sustentabilidade com novos marcos em certificações ISO e gestão de resíduos 

A SHEIN, varejista global de moda, beleza e lifestyle, anuncia avanços significativos na governança ambiental e operacional de suas instalações sob gestão direta. Seguindo o plano anual de sustentabilidade da companhia, denominado evoluSHEIN, a empresa acelerou, em 2025, a modernização de sua rede logística e a implementação de sistemas globais de gestão, focando em quatro pilares fundamentais: conformidade ISO, eficiência de recursos (Zero Waste), logística circular e o compromisso WASH (água, saneamento e higiene).

Padrões Internacionais: ISO 14001 e 45001 

No ano passado, seis parques logísticos da SHEIN localizados na China obtiveram as certificações ISO 14001 (Gestão Ambiental) e ISO 45001 (Saúde e Segurança Ocupacional), após auditorias rigorosas realizadas pela SGS, líder mundial em inspeção. Essas normas estabelecem uma estrutura de governança que exige identificação de riscos, preparação para emergências e treinamentos contínuos. O objetivo é garantir que a expansão das capacidades operacionais ocorra em conformidade com leis internacionais, assegurando a responsabilidade e a consciência dos funcionários no ambiente de trabalho.
 
Rumo ao “Aterro Zero” 

Como parte de sua estratégia abrangente de eficiência de recursos, a SHEIN expandiu suas práticas de gestão de resíduos em todas as instalações gerenciadas pela companhia. Em 2025, oito novas unidades obtiveram a certificação “Zero Waste to Landfill” (Aterro Zero), concedida pela TÜV Rheinland (TÜVR), parceira independente de auditoria de terceira parte. Com este avanço, o número total de instalações gerenciadas pela SHEIN com o selo de “Aterro Zero” subiu para 15, incluindo o Centro de Inovação para Fabricação de Vestuário (CIGM). Além disso, as sete unidades que já possuíam a certificação renovaram seus selos, refletindo o alinhamento contínuo com os controles e práticas exigidos.
 

A certificação avalia rigorosamente como cada instalação gerencia seus resíduos para evitar o descarte em aterros sanitários. O processo de auditoria revisa tanto os procedimentos documentados que regem o manuseio rotineiro de resíduos quanto os resultados práticos alcançados. Com as novas certificações, todos os armazéns de operação própria na China e quase metade das instalações gerenciadas pela SHEIN no país agora atendem a esse padrão global.
 

Logística Circular: 932 toneladas de resíduos evitados 

Focada em suas operações logísticas, a SHEIN implementou medidas práticas que reduziram a intensidade de materiais descartáveis. O conjunto de ações evitou cerca de 932 toneladas métricas de resíduos de uso único, por meio de:

  • Substituição de insumos: uso de sacos de estopa reutilizáveis no lugar de caixas de papel para movimentação interna.
  • Otimização de embalagens: redução da largura de fitas adesivas, modificação da espessura de caixas de envio e redução de sacos por pedido.
  • Reuso industrial: troca de filme plástico elástico por tiras reutilizáveis na fixação de cargas e reutilização de paletes plásticos.
     
Operações em instalações gerenciadas pela SHEIN na China (foco em redução de resíduos) 


Direitos Humanos e Compromisso WASH 

Dando continuidade à sua Política de Gestão da Água publicada em 2024, a SHEIN expandiu as avaliações de Água, Saneamento e Higiene (WASH) de 22 para 29 locais globalmente. As auditorias utilizaram o framework WASH4WORK, iniciativa do Pacto Global da ONU. Os resultados confirmaram que as instalações operadas pela SHEIN cumprem rigorosamente os padrões de acesso à água potável, infraestrutura de saneamento e suprimentos de higiene, reforçando o respeito aos direitos humanos fundamentais em toda a sua rede de logística e inovação.

Social Digital Commerce lança implementação de e-commerces em até quatro semanas

Em um cenário cada vez mais competitivo no varejo digital, reduzir o time to market de uma loja online e iniciar a operação rapidamente do e-commerce tornou-se crítico para a saúde financeira de uma marca, quando não há planejamento correto para isso. Este é o principal propósito do Easy Commerce, da Social Digital Commerce, que une serviço e tecnologia, voltado à implementação ágil, eficiente e estruturada de lojas virtuais, para atender empresas que já operam ou desejam iniciar no comércio eletrônico com gestão própria, mas que precisam de apoio técnico e estratégico para iniciar suas vendas online. A expectativa é que o produto acelere o go live de lojas virtuais em até quatro semanas.

A proposta do Easy Commerce é ser uma solução digital completa, desenvolvida especialmente para e-commerces de médio porte que possuem operação própria e buscam alta performance em vendas, escalabilidade, resiliência e suporte especializado, sem a complexidade de manter um time operacional técnico e robusto. “O Easy Commerce foi desenvolvido para empresas que querem testar ou consolidar o e-commerce como um canal estratégico de vendas, com baixo custo inicial, rapidez na implementação e acesso às melhores tecnologias do mercado”, destaca Carlos Eduardo Moore, head de Marketing da Social Digital Commerce.
 

Utilizando o conceito Fast Template, a novidade é estruturada em quatro pilares: UX Design, com templates desenvolvidos a partir das melhores práticas e estudos de comportamento do consumidor; Tecnologia, com o desenvolvimento do front-end e o setup do back-end (plataforma), utilizando tecnologia headless integrada às plataformas VTEX, Wake, Shopify e Nuvemshop; Catálogo Digital, responsável pela manipulação de dados e informações de produtos, com SEO otimizado por IA; e Sistemas, pilar no qual a loja on-line é integrada a múltiplas plataformas essenciais para a operação, como ERP da marca, soluções de logística, transportes e meios de pagamento.
 

Essa estrutura permite que a loja virtual entre em operação em um curto espaço de tempo, seguindo as melhores práticas de qualidade e usabilidade. “O objetivo é que o trabalho de implementação e finalização da loja aconteça em no máximo quatro semanas, período que, antes, era gasto apenas com a entrega do layout customizado da loja on-line”, comenta Moore.
 

O Easy Commerce representa uma nova abordagem do mercado ao responder a uma demanda crescente de lojistas que exigem velocidade e eficiência comercial na oferta de seus produtos e serviços. A proposta é eliminar gargalos operacionais e alavancar os negócios dos parceiros.

ApexBrasil Impulsiona Empresas Brasileiras no E-commerce Global Através da Alibaba.com

A ApexBrasil lançou uma iniciativa inovadora para conectar empresas brasileiras ao mercado global de e-commerce B2B, através de uma parceria estratégica com a Alibaba.com. O programa “Aceleração em Negócios Digitais – Alibaba.com”, parte do Programa E-Xport, visa capacitar e apoiar empresas nacionais a expandirem sua presença no comércio eletrônico internacional.

Programa E-Xport e Alibaba.com

A iniciativa, que teve seu webinar de lançamento em 26 de janeiro, oferece um ciclo completo de desenvolvimento para empresas brasileiras que já possuem uma estrutura mínima para operar no comércio eletrônico internacional. Isso inclui um portfólio de produtos adequado, equipe dedicada e fluência em inglês.

Etapas do Programa

O programa é dividido em fases para garantir o máximo aproveitamento das empresas participantes:

  1. Capacitação Coletiva: Até 100 empresas recebem treinamentos sobre preparação para a plataforma, operação do marketplace e estratégias de expansão internacional.
  2. Fase de Aceleração: As 50 empresas com melhor desempenho avançam para treinamentos individualizados, serviços de on-boarding, design de vitrine, registro de produtos e acompanhamento por um gerente de conta dedicado da Alibaba.com.
  3. Implementação: Criação da loja virtual na plataforma e oferta de produtos, com acesso à categoria Gold Supplier (Standard) em condições vantajosas.

Benefícios e Subsídios

As empresas selecionadas contarão com um subsídio significativo no valor da assinatura anual da Alibaba.com. Além disso, receberão capacitação contínua para aumentar sua visibilidade internacional, atrair compradores globais e utilizar efetivamente as ferramentas promocionais do marketplace.

Inscrições Abertas

As inscrições para a “Aceleração em Negócios Digitais – Alibaba.com” estão abertas até 6 de abril de 2026. O programa representa uma oportunidade única para empresas brasileiras do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação e Serviços de Tecnologia consolidarem sua presença no comércio eletrônico global.

Fontes

Quando a inteligência artificial assume o comando da entrega

A logística de última milha se tornou um dos maiores desafios do ambiente urbano moderno. É um cenário em que o trânsito muda sem aviso, as rotas deixam de fazer sentido de uma hora para outra, as janelas de atendimento precisam ser respeitadas e cada erro custa caro. Nesse contexto, a inteligência artificial não surge apenas como uma ferramenta de aprimoramento, mas como um novo gestor operacional, capaz de tomar decisões com a velocidade e a precisão que nenhum modelo manual conseguiria replicar. A IA interpreta variáveis complexas em segundos, ajusta caminhos diante de imprevistos e elimina etapas historicamente suscetíveis a falhas humanas. Ao automatizar decisões como roteirização, priorização e alocação de recursos, ela se torna o centro de controle natural de toda a operação. 

Hoje, é possível prever atrasos, reorganizar entregas de acordo com urgência e distância, equilibrar a carga de trabalho entre profissionais, reduzir deslocamentos e, sobretudo, minimizar tentativas malsucedidas, responsáveis por desperdícios e frustrações. A IA não apenas enxerga o que está acontecendo, mas antecipa o que está prestes a ocorrer, analisando padrões históricos e comportamento de compra para prever picos de demanda e orientar o planejamento. 

Tecnologias como algoritmos de roteirização, modelos preditivos e motores de otimização não atuam isoladamente. Elas se alimentam de dados em tempo real para montar um painel completo e dinâmico da operação, atualizando status para operação e cliente e garantindo visibilidade em cada etapa. O ganho não se limita ao controle, ele se reflete diretamente em indicadores fundamentais. No custo por entrega, a redução de deslocamentos desnecessários e de tentativas fracassadas traz impacto imediato. Na produtividade, rotas melhores significam mais entregas em menos tempo. No nível de serviço, prazos mais confiáveis e informações transparentes elevam a confiança do cliente. 

Outro aspecto essencial desse movimento é a transformação do papel humano. A IA não destina profissionais ao obsoleto, mas os libera do trabalho exaustivo e repetitivo. Ao automatizar tarefas operacionais, ela permite que gestores se concentrem em análise e melhoria contínua, enquanto entregadores recebem rotas mais inteligentes, menos desperdício de tempo e maior taxa de sucesso. O atendimento apoiado por IA fornece suporte imediato para dúvidas e eventuais problemas, simplificando uma rotina historicamente complexa. Assim, a tecnologia expande a eficiência das pessoas em vez de substituí-las. 

Olhando para o futuro, a tendência é de uma IA cada vez mais autônoma. Modelos preditivos ficam mais precisos, agentes inteligentes passam a tomar decisões de forma quase integral e a unificação de dados urbanos permite uma coordenação fluida em tempo real. Quando a IA se torna capaz de antecipar riscos, reorganizar a operação antes de o problema se materializar e manter todos os pontos conectados, ela deixa de ser ferramenta complementar e passa a assumir a função de gestora. 

A entrega urbana sempre foi uma soma de variáveis difíceis de controlar. Quando a inteligência artificial ocupa o centro dessa equação, ela coloca ordem no caos, transforma reação em planejamento e substitui incerteza por previsibilidade. Mais do que tecnologia, ela se consolida como o novo cérebro operacional de um setor dinâmico e que não pode mais depender de decisões manuais. 

Pitz lança marketplace integrado à sua plataforma de IA e aposta na digitalização das oficinas no Brasil

 A Pitz, startup de tecnologia voltada à digitalização de oficinas mecânicas, avança em sua estratégia no Brasil com o lançamento de um marketplace de peças automotivas totalmente integrado à sua plataforma de gestão baseada em inteligência artificial. A iniciativa aposta no mercado de marketplaces, que deve faturar acima de R$258 bilhões em 2026, segundo projeções. O objetivo é simplificar processos, reduzir erros operacionais e aumentar a produtividade de um setor que ainda opera, em grande parte, de forma analógica.

Diferente de marketplaces generalistas, o marketplace da Pitz foi desenvolvido especificamente para profissionais de oficina e funciona como parte nativa do sistema da empresa. A solução conecta oficinas diretamente a fornecedores de peças de reposição, componentes mecânicos, elétricos e outros itens essenciais, sempre a partir do contexto real de cada serviço executado.

“A digitalização do setor automotivo exige mais do que um canal de vendas: é preciso inteligência, precisão e integração”, afirma a CEO, Natalia Salcedo. “A ideia por trás do nosso marketplace é unir diagnóstico, gestão e compra de forma fluida e orientada por dados, para reduzir erros, retrabalhos e o tempo gasto em processos manuais”.

A proposta da Pitz é atuar de forma end to end, auxiliando mecânicos em todas as etapas de seu trabalho. A partir do diagnóstico do veículo, apoiado por inteligência artificial, a plataforma integra a gestão da oficina e chega até a recomendação e a compra das peças corretas, sem a necessidade de alternar entre sistemas, planilhas ou canais externos. Com isso, o marketplace resolve dores comuns do dia a dia das oficinas, como o tempo excessivo gasto na busca por peças, erros de compatibilidade, retrabalho, trocas e processos fragmentados entre diagnóstico, orçamento e compra.

“Com a chegada do marketplace, a relação da Pitz com fornecedores passa a ser estratégica. As marcas e distribuidores passam a se conectar com oficinas que já operam em um fluxo digital estruturado, com demandas claras e contextualizadas pelo diagnóstico do veículo”, diz Salcedo. Segundo a empreendedora que integrou a equipe inicial da Rappi, o modelo gera ganhos operacionais, ao reduzir atritos no processo de venda; comerciais, ao aumentar a eficiência na geração de demanda; e estratégicos, ao permitir decisões baseadas em dados reais de consumo e comportamento das oficinas.

A curadoria de fornecedores e marcas é feita por um time comercial especializado no mercado automotivo brasileiro, focado em parceiros confiáveis, marcas reconhecidas e capacidade de atender às demandas técnicas e operacionais com qualidade e escala.

Experiência no México e foco no crescimento no Brasil

O marketplace da Pitz já foi lançado no México, país de origem da startup, onde ainda está em fase inicial de desenvolvimento e maturação. A experiência tem servido como base de aprendizado para a evolução da solução e para a adaptação do modelo ao mercado brasileiro, à medida que mais oficinas passam a digitalizar seus processos.

Segundo projeções do setor, o mercado de marketplaces deve continuar crescendo de forma robusta no Brasil. Para 2026, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) prevê faturamento acima de R$258 bilhões (+10%), ticket médio de R$564,96 e dois milhões de novos compradores. Esse aumento é reflexo da preferência do consumidor por experiências de compra simples, rápidas e personalizadas. “Esse comportamento, de consumidores que começam suas buscas diretamente em marketplaces, consolida esse formato como estratégico para diversos setores, inclusive B2B como o automotivo”, contextualiza Salcedo.

Dados recentes da Associação também mostram que o e-commerce brasileiro faturou mais de R$200 bilhões em 2025.  Segundo projeções da Abcomm, este crescimento contínuo será mantido até 2029, com a previsão de faturamento de R$343 bilhões, mantendo um crescimento anual de 10% ao ano, nos próximos anos.

No Brasil, o marketplace é um dos pilares da estratégia de crescimento da empresa, com expansão diretamente ligada ao aumento da base de oficinas usuárias da plataforma e à entrada progressiva de novos fornecedores no ecossistema. Embora não divulgue metas públicas para 2026, a Pitz reforça que o foco está em ampliar gradualmente a relevância do marketplace dentro da jornada das oficinas.

“Estamos construindo não apenas um canal de compras, mas infraestrutura digital que dá suporte às oficinas em todas as etapas da operação, e isso é parte da transformação que o setor precisa para crescer com mais eficiência e menos erros”, frisa a CEO.