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Fundo Order VC lidera parceria com os executivos da Privalia para aquisição das operações da Privalia Brasil

A Privalia, maior ecossistema digital exclusivo de moda e lifestyle do país, anuncia a mudança de seu grupo acionário após a assinatura do acordo de venda da operação brasileira pelo Grupo Veepee para o atual time de executivos da companhia e o Fundo Order VC. O movimento marca o início de um novo capítulo na trajetória da companhia e reforça sua estratégia de crescimento sustentável no mercado brasileiro.

A transação é resultado de um processo de avaliação estratégica idealizado pelos próprios executivos da Privalia, enaltecendo a crença na companhia e seu potencial a ser destravado e criando as condições para que a Privalia siga crescendo, expandindo seu papel de liderança no setor de outlet digital com foco em eficiência, gestão e tecnologia. A concretização do acordo reflete a escolha da gestão por um parceiro com forte alinhamento cultural, visão de longo prazo e foco em eficiência operacional e criação de valor.
 

Com a aquisição, a Privalia Brasil passa a integrar um ecossistema brasileiro robusto com mais de cinco bilhões de reais em receita bruta, liderado pelo empresário Gilberto Zancopé, especializado em acelerar marcas de consumo e varejo consolidadas por meio de investimento, gestão e tecnologia. O Fundo Order VC reúne empresas como Wap- WaaW, Enova Foods, Freso, Atlas Agro e Acquion, além de outros investimentos minoritários como Zerezes, LaGuapa, Agua na Caixa e Nannacay.


Continuidade de gestão e alinhamento estratégico

Um dos pilares centrais desta nova fase é a continuidade da estratégia direcionada pela liderança executiva, que se tornam sócios da companhia. Fernando Boscolo permanece como CEO da Privalia e torna-se sócio relevante da operação, reforçando o alinhamento entre a gestão executiva e o novo grupo líder. A empresa seguirá operando com sua atual equipe, agora apoiada pela estrutura estratégica e financeira do Fundo Order VC.

“A decisão foi construída com cuidado, diálogo e muita responsabilidade, sempre considerando o melhor para o futuro da empresa e, principalmente, das nossas pessoas. Este movimento é um reconhecimento do trabalho que realizamos, da nossa cultura e da dedicação do time, que foi um dos fatores-chave de atração para o novo grupo”, afirma Fernando Boscolo.

A estratégia da Privalia segue focada na consolidação de sua atuação como o principal ecossistema digital exclusivo de moda e lifestyle do país, aprofundando sua relação com marcas premium e consumidores. A aquisição em parceria com o Fundo Order VC fortalece esse caminho ao unir a maturidade operacional da Privalia à expertise de uma holding brasileira de consumo e varejo, orientada por gestão, tecnologia e crescimento sustentável, além de um olhar de expertise para o consumidor brasileiro.
 

Do ponto de vista do Grupo Veepee, a transação representa um alinhamento natural com a estratégia global da companhia, voltada ao fortalecimento de suas operações na Europa. Nesse contexto, a Privalia Brasil passa por uma transição para uma nova estrutura acionária totalmente dedicada ao seu crescimento, garantindo à operação brasileira os recursos e o foco necessários para continuar expandindo e se desenvolvendo no mercado local.

“A Privalia Brasil foi uma jornada empreendedora extraordinária. Naturalmente, há muita emoção ao virar esta página, mas essa decisão reflete o nosso desejo de concentrar 100% dos esforços na estratégia europeia, além de simplificar nossa organização e governança. A jornada continua para os times no Brasil, agora com uma gestão comprometida e dedicada e, sobretudo, com acionistas brasileiros preparados para apoiar esse projeto no longo prazo. Acompanharemos de perto a evolução do ecossistema e desejamos pleno sucesso em seu desenvolvimento.”, diz Fabio Agnello- Bonfa, Vice-CEO da Veepee.
 

A operação ainda está sujeita aos trâmites legais habituais e à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Até a conclusão do processo, a Privalia e suas operações seguem normalmente sob o controle do Grupo Veepee.

Lançamento digital fatura R$ 1 milhão e escancara gargalos nos pagamentos online

Falhas em pagamentos em lançamentos digitais geram perdas anuais de R$ 120 a R$ 150 bilhões no e-commerce brasileiro, cerca de 15% do faturamento projetado de R$ 205 bilhões, segundo levantamento da Único. Nesse cenário, a UnicoPaggateway de pagamento, estreou no mercado de infoprodutos processando mais de R$ 1 milhão em seu primeiro lançamento, realizado na venda de um curso de uma médica neurologista de relevância nacional, com mais de 2 mil acessos simultâneos ao checkout, aprovação superior a 95% dos pagamentos e 1.000 novos alunos matriculados, mostrando que é possível escalar vendas digitais com estabilidade mesmo em picos de demanda.

Segundo Alan Ribeiro, Diretor de Marketing da UnicoPag, “Este lançamento mostrou que é possível operar com estabilidade mesmo em momentos de alta demanda. Cada transação concluída sem falhas representa não apenas receita, mas também confiança do cliente e reputação do produtor. Nosso objetivo é tornar esse nível de performance um padrão para todos os infoprodutores que trabalham em escala”, afirma. 

O crescimento do consumo de produtos digitais no Brasil reforça a relevância do tema. Estudos da CNDL, em parceria com o SPC Brasil, mostram que 54% dos internautas brasileiros adquiriram conteúdos ou serviços digitais no último ano, como cursos online e e-books, com ticket médio de R$ 155 por compra. Já levantamento da FGV, em parceria com a Hotmart, indica avanço expressivo da economia de criadores, com aumento significativo de trabalho e renda no setor, e destaca que uma parcela relevante de infoprodutores tem essa atividade como principal fonte de receita.

Diante desse ambiente de alta pressão operacional, a estabilidade dos meios de pagamento deixa de ser apenas um aspecto técnico e passa a se consolidar como um fator estratégico de negócio. “Quando um checkout falha, o impacto não é apenas financeiro. Há perda de confiança do consumidor, aumento de suporte, retrabalho e frustração de campanhas inteiras. Nosso foco é eliminar esse risco operacional”, reforça Ribeiro.

UnicoPag amplia seu portfólio para atender lançamentos, vendas no modelo perpétuo, assinaturas e eventos digitais, posicionando-se como alternativa para produtores que operam em escala e não podem depender de soluções instáveis em momentos críticos. Com esse primeiro case no segmento de infoprodutos, a empresa demonstra capacidade tecnológica para sustentar operações de alto volume e reforça seu posicionamento em um mercado que exige, cada vez mais, performance, previsibilidade e confiança.

E-commerce chega a US$ 69,2 bi em 2026, mas margens apertadas preocupam

O e-commerce brasileiro inicia 2026 com crescimento consistente, embora nem sempre acompanhado de rentabilidade. Segundo a Mordor Intelligence, o comércio eletrônico no país deve movimentar cerca de US$ 69,2 bilhões neste ano, impulsionado pela consolidação do Pix, expansão do Open Finance e aceleração dos fluxos de pagamento. Apesar do aumento nas vendas, a UnicoPag, gateway de pagamento, alerta que margens estreitas, custos de aquisição elevados e dependência de sistemas financeiros integrados podem comprometer a lucratividade.

O avanço acelerado do setor e a complexidade dos novos fluxos de pagamento tornam o monitoramento financeiro cada vez mais crucial. Segundo Hugo Venda, CEO da UnicoPag, “pagamentos mais rápidos e jornadas de compra mais fluídas aumentam o volume transacionado. Sem controle financeiro, conciliação eficiente e análise de dados em tempo real, o aumento do faturamento pode mascarar perdas operacionais, especialmente em um cenário de Custo de Aquisição de Clientes (CAC) elevado e concorrência intensa”, destaca. 

A necessidade de atenção se intensifica com a integração entre Pix e Open Finance, regulamentada pelo Banco Central, que ampliou o uso de iniciadores de transação, principalmente em modelos recorrentes. Esses fluxos reduzem etapas manuais, mas geram maior volume de dados sensíveis e aumentam a complexidade das conciliações, exigindo integração entre gestão financeira, operação e meios de pagamento. Projeções da Ebanx indicam que o Pix deve responder por 40% dos pagamentos online no país até o fim do ano. 

De acordo com Venda, o crescimento rápido e não monitorado é um dos principais desafios do setor. “Vender mais não significa necessariamente ganhar mais. Margens estreitas e custos ocultos podem corroer o lucro antes mesmo de ser percebido”, destaca. Ele ressalta que, em um cenário de automação crescente, empresas sem integração entre gestão, operação e meios de pagamento ficam mais expostas a erros, fraudes e decisões baseadas em dados incompletos.

O especialista também aponta oportunidades para quem adota uma visão integrada: “Quando gestão, pagamento e análise de dados caminham juntas, é possível identificar pontos de perda invisíveis, otimizar o fluxo de caixa e tomar decisões estratégicas”. Ferramentas que oferecem previsibilidade financeira e monitoramento em tempo real permitem que empresas ajustem campanhas, reduzam custos de aquisição e adaptem preços sem comprometer a margem.

Para apoiar empresas digitais, a UnicoPag estruturou um ecossistema que reúne Unicodrop, Unicopag e UnicoHub. “Essas soluções integradas permitem prever fluxos de caixa, reduzir perdas operacionais e aumentar a eficiência no momento do pagamento, transformando crescimento em resultado sustentável”, afirma Venda. Ele reforça que, no cenário atual, o diferencial não estará apenas nas vendas, e sim na capacidade de controlar custos, automatizar processos de forma segura e interpretar dados financeiros com rapidez.

Amazon Intensifica Disputa no E-commerce Brasileiro com Novos Incentivos Logísticos

A Amazon está elevando a competição no mercado de e-commerce brasileiro ao oferecer novos e significativos incentivos em seu programa de logística, o Fulfillment by Amazon (FBA). Essas medidas, que incluem isenção de tarifas e gratuidade em coleta e armazenamento, visam atrair novos vendedores e fidelizar os já existentes, sinalizando um foco estratégico da gigante americana no país.

Novos Incentivos Logísticos da Amazon

A promoção atual do Fulfillment by Amazon (FBA) oferece até 30 dias de isenção de tarifas logísticas para novos vendedores, cobrindo coleta, armazenagem e entrega. Para vendedores já cadastrados, os benefícios incluem isenção de tarifas de gestão para produtos acima de R$ 100 e uma tarifa única de R$ 5 para itens de até R$ 99,99. Além disso, todo o mês de fevereiro oferece isenção total das tarifas de coleta e armazenagem.

Para manter esses benefícios, os vendedores precisam investir um mínimo de 3,5% da receita de produtos elegíveis em anúncios patrocinados na Amazon Ads durante o mês corrente. Esta não é a primeira vez que a Amazon investe pesadamente no FBA; em dezembro de 2025, o programa foi tornado gratuito no Brasil, com reduções de custos também em outros serviços como “Delivery By Amazon (DBA)” e “FBA Onsite”.

Brasil: Uma Prioridade Estratégica para a Amazon

Juliana Sztrajman, presidente da Amazon Brasil, destacou que o Brasil é uma prioridade estratégica global para a empresa. A companhia tem investido massivamente em sua rede logística no país, adicionando mais de 100 novos centros logísticos em 2025. A infraestrutura tecnológica da Amazon apoia mais de 100 mil vendedores parceiros no Brasil.

A implementação de inteligência artificial e automação, desenvolvida por equipes locais, tem acelerado a transformação das operações brasileiras. Isso permitiu um crescimento expressivo, passando de um para mais de 250 centros logísticos em seis anos, reduzindo o tempo de implementação de cada centro em 77% e ampliando a seleção de produtos de 1 milhão para 180 milhões de itens.

Intensificação da Competição no E-commerce

Analistas do Goldman Sachs apontam que os incentivos logísticos da Amazon intensificam a disputa no e-commerce brasileiro. Comparando as tarifas logísticas, a Amazon e a Shopee apresentam custos mais baixos que o Mercado Livre, especialmente para produtos na faixa de R$ 180. A Amazon tem uma taxa de 13%, a Shopee varia entre 22% e 26%, e o Mercado Livre chega a 26%.

No entanto, vendedores relatam preocupações com atrasos na coleta e na gestão de inventário, além de dúvidas sobre a capacidade de armazenamento da Amazon. A disputa também se reflete na preferência do consumidor. Estudos indicam que Mercado Livre e Shopee dominam as compras online no Brasil, com taxas de adoção entre 73% e 84%, impulsionados pela velocidade de entrega e preços competitivos. A Amazon aparece em seguida, com 39% de adoção, seguida por Shein (37%), Americanas (29%) e Magalu (28%).

Fontes

Amazon Considera Investimento Monumental de US$ 50 Bilhões na OpenAI

A gigante do comércio eletrônico Amazon está em negociações avançadas para investir aproximadamente US$ 50 bilhões na OpenAI, a empresa por trás do ChatGPT. Este potencial aporte financeiro, que seria um dos maiores no setor de tecnologia, visa fortalecer a posição da Amazon no crescente mercado de inteligência artificial e impulsionar o desenvolvimento de modelos de IA.

Detalhes do Potencial Investimento

Segundo informações divulgadas pelo The Wall Street Journal, a Amazon estaria considerando um investimento mínimo de US$ 50 bilhões na OpenAI. As conversas estariam sendo conduzidas diretamente pelos CEOs de ambas as empresas, Andy Jassy da Amazon e Sam Altman da OpenAI. Embora os detalhes específicos do acordo ainda não tenham sido oficializados, a transação pode catapultar a avaliação da OpenAI para cerca de US$ 830 bilhões, um salto significativo em relação à sua avaliação atual de aproximadamente US$ 500 bilhões.

Um Mercado em Expansão

A OpenAI está em meio a uma rodada de financiamento que busca captar mais de US$ 100 bilhões. Além da Amazon, a empresa de inteligência artificial também está em diálogo com fundos soberanos do Oriente Médio e já manteve conversas com outras empresas proeminentes do setor, como Nvidia, Microsoft e SoftBank. A expectativa é que esta rodada de financiamento seja concluída até o final do primeiro trimestre.

Implicações Estratégicas e Concorrentes

A notícia de um possível investimento da Amazon na OpenAI ganha destaque devido ao relacionamento estratégico da Amazon com a Anthropic, uma concorrente direta da OpenAI no desenvolvimento de modelos de IA. A Amazon Web Services (AWS) já é a principal fornecedora de infraestrutura de nuvem e capacidade de treinamento para a Anthropic, tendo investido pelo menos US$ 8 bilhões na empresa. Recentemente, a Amazon anunciou a construção de um complexo de data centers de US$ 11 bilhões em Indiana, focado exclusivamente na execução dos modelos da Anthropic. Este movimento levanta questões sobre a dinâmica competitiva e as alianças no setor de inteligência artificial.

Fontes

Live debate o que recrutadores realmente avaliam em currículos e no LinkedIn

O que faz um candidato avançar rapidamente em um processo seletivo enquanto outros ficam pelo caminho, mesmo com experiência relevante no currículo? Esse é o tema da live “O que recrutadores realmente analisam”, que será realizada no dia 3 de fevereiro, às 18h30, no YouTube da Yellow.

encontro reúne Daniel Monteiro, fundador da Yellow — consultoria mineira especializada em Executive Search — e Victoria Boaventura, psicóloga com mais de dez anos de atuação em Recursos Humanos e ampla experiência em recrutamento para a área de tecnologia. Durante a transmissão, os especialistas vão explicar, de forma prática, como recrutadores avaliam currículos e perfis no LinkedIn, além de apontar erros comuns que eliminam candidatos logo nas primeiras etapas.

Daniel Monteiro é formado em Engenharia, com MBA em Gestão e pós-graduação em People Analytics, além de atuar como investidor da YAPP e People Advisor na Hiker Venture Capital. Já Victoria Boaventura é mentora de carreiras, possui pós-graduação em Liderança, Inovação e Gestão 4.0, acumula passagens por startups, empresas de médio e grande porte e multinacionais, e soma mais de 112 mil conexões no LinkedIn.

A live é voltada a profissionais em transição de carreira, em busca de recolocação ou interessados em aprimorar o posicionamento profissional no mercado. A participação é gratuita e aberta ao público.

Serviço:

Data: 03/02 –– terça-feira

Horário: 18h30

Local: YouTube Yellow –– https://youtube.com/live/WK7wrxiN7rc?feature=share

Prestes a completar 100 anos, Teka lança e-commerce próprio para acelerar transformação digital

Às vésperas de celebrar seu centenário, a Teka, uma das marcas mais tradicionais do setor têxtil brasileiro, deu um passo decisivo em sua estratégia de modernização com o lançamento de seu e-commerce proprietário. A iniciativa visa acompanhar a evolução dos hábitos de consumo e estabelecer um canal de relacionamento direto com clientes em todo o território nacional.

O movimento insere a empresa definitivamente na era da transformação digital, complementando seus canais de venda tradicionais com uma operação online robusta. O projeto foi executado em cerca de quatro meses, abrangendo desde o planejamento estratégico até a integração com sistemas internos e testes de performance.

Tecnologia e Escalabilidade

Para suportar a nova operação, a Teka escolheu a VTEX como parceira tecnológica. A decisão pela plataforma baseou-se em critérios de segurança e, principalmente, escalabilidade, garantindo que o site mantenha a estabilidade mesmo com o crescimento projetado no volume de acessos e vendas.

Segundo Fabiana Geraigire, responsável pelo e-commerce da marca, a novidade reflete a adaptação da empresa aos novos tempos:

“Estamos vivendo um novo momento na Teka, em que a modernização dos nossos processos e canais é fundamental. O e-commerce próprio reforça nossa presença digital e nos aproxima ainda mais do consumidor final”, afirma a executiva.

Foco na Experiência do Usuário (UX)

Um dos pilares centrais do desenvolvimento foi a jornada do cliente. A plataforma oferece navegação intuitiva, filtros de busca inteligentes e um checkout simplificado, além de integração logística para garantir agilidade na entrega.

Nesta fase de lançamento, o mix de produtos disponível no site (www.teka.com.br) concentra-se em uma curadoria das principais linhas de cama, mesa e banho, trazendo os itens mais icônicos do portfólio da marca.

Próximos Passos

A estratégia da Teka para os primeiros meses de operação é focar na consolidação da estrutura e na análise de dados sobre o comportamento de compra online. A empresa projeta um crescimento acelerado e já possui um cronograma de atualizações contínuas, que prevê a implementação gradual de novas funcionalidades e a expansão do sortimento de produtos.

02.02 no TikTok Shop: descontos de até 40% marcam a nova campanha da plataforma no ano

O TikTok Shop lança, no dia 29 de janeiro, a sua campanha especial de 02.02, com até 40% de desconto, frete grátis e ofertas válidas em todas as categorias da plataforma. A ação marca a segunda campanha de descontos do TikTok Shop em 2026, a primeira sendo Volta às Aulas, e reforça a estratégia da plataforma em conectar a experiência de compra com o entretenimento.

Em seus primeiros meses de operação no país, a plataforma registrou um crescimento exponencial: ao comparar setembro com maio, a receita diária média (GMV) cresceu 26 vezes, evidenciando o impacto do modelo de compra por descoberta no varejo digital brasileiro.

Durante a campanha, algumas LIVES do TikTok Shop ganham protagonismo com cupons exclusivos de 20% de desconto no carrinho, que podem somar de forma progressiva ao desconto geral de até 40%. Esse modelo tem impulsionado a rápida adoção da plataforma: nos primeiros cinco meses, o número de criadores que realizam vendas mensais cresceu 12 vezes, enquanto a base de lojistas e marcas com vendas mensais aumentou 11 vezes, consolidando o TikTok Shop como um novo canal estratégico de vendas e monetização para empresas de todos os tamanhos.

A campanha e os descontos vão até o dia 4 de fevereiro.

E-commerce em Expansão: Shopee anuncia meta de capacitar mais de 100 mil empreendedores em 2026

A Shopee, plataforma de comércio eletrônico, anunciou uma estratégia agressiva para fortalecer sua atuação no mercado brasileiro em 2026. A empresa revelou planos para capacitar mais de 100 mil empreendedores ao longo do próximo ano, quadruplicando o valor investido em iniciativas de educação e incentivos comerciais em comparação aos anos anteriores.

O movimento tem como alvo principal as micro, pequenas e médias empresas (PMEs), que hoje já são responsáveis por mais de 90% das vendas realizadas na plataforma. O objetivo é fornecer o conhecimento e as ferramentas necessárias para que esses lojistas locais cresçam de forma sustentável dentro da economia digital.

Parceria além da venda

Segundo a empresa, a estratégia não se limita a conectar pontas, mas sim a desenvolver o vendedor. Felipe Lima, head de Desenvolvimento de Negócios da Shopee no Brasil, destaca a visão de longo prazo da companhia:

“Nosso papel vai além de conectar consumidores e vendedores. Somos um parceiro do empreendedor. Ao investir em tecnologia, capacitação e benefícios, geramos mais oportunidades e fomentamos o ecossistema de e-commerce como um todo. Nosso foco é ajudar o lojista em todos os estágios de sua jornada.”

O Plano de Ação: “Shopee na Estrada” e Parcerias

Para atingir a meta de 100 mil capacitados, a Shopee aposta em uma abordagem híbrida e parcerias institucionais:

  • Expansão Regional: O programa itinerante “Shopee na Estrada”, que leva mentorias e conteúdo técnico aos polos econômicos do país, terá seu alcance ampliado para mais de 50 edições em 2026.
  • Apoio Institucional: A empresa reforça colaborações com o Sebrae (com novas trilhas de e-learning), o Ministério do Empreendedorismo (MEMP) e a ApexBrasil.
  • Educação Híbrida: Uma série de eventos presenciais e online ocorrerá durante todo o ano para garantir capilaridade nacional.

Tecnologia e Inteligência Artificial

Além da educação, o pacote de investimentos abrange subsídios e tecnologia. A Shopee ampliará os incentivos comerciais, incluindo créditos para a ferramenta de publicidade Shopee Ads e melhorias no Programa de Afiliados.

Um dos grandes diferenciais anunciados é o desenvolvimento de novas tecnologias baseadas em inteligência artificial, projetadas para auxiliar as pequenas empresas a operarem com maior eficiência operacional e conveniência. Ferramentas gratuitas de engajamento, como Shopee Lives e Shopee Vídeos, continuam sendo centrais na estratégia de visibilidade.

Ecossistema Logístico

Para suportar o aumento esperado no volume de vendas, a plataforma confirmou que continuará expandindo sua malha logística para garantir entregas mais rápidas. Na ponta do consumidor, a manutenção de benefícios como cupons de frete grátis e cashback visa manter a demanda aquecida, fechando o ciclo de valor para os vendedores recém-capacitados.

No mundo overdigital, o humano é determinante e fundamental

Vivemos um cenário de complexidade crescente, no qual a competitividade entre negócios, canais, produtos, serviços e marcas se intensifica de forma exponencial. A multiplicação de alternativas disponíveis ao consumidor, agora ainda mais omniconsumidor, torna a fidelidade cada vez mais frágil e circunstancial. Esse foi um dos temas mais presentes nas discussões e apresentações durante a NRF 2026, realizada no início do mês em Nova York.

Empoderado pelo digital e, mais recentemente, disputado também pelas Inteligências Artificiais que competem por sua atenção, conquistar relevância tornou-se crítico. A tecnologia ampliou o alcance e o poder das empresas em seu posicionamento, mas também elevou o nível de exigência e o número de alternativas para o consumidor.

Nos setores intensivos em gente, como varejo e hospitalidade, esse desafio ganha uma camada adicional de complexidade.

Recrutar, reter e desenvolver pessoas capazes de gerar diferenciais competitivos sustentáveis tornou-se um dos principais fatores de sucesso das organizações. A aceleração tecnológica, a automação de processos e o uso intensivo de dados transformaram profundamente a forma como as empresas operam. Paradoxalmente, quanto mais digital o mundo se torna, mais estratégico passa a ser o fator humano.

Esse dilema é especialmente evidente no varejo, setor marcado por alta rotatividade, margens pressionadas, jornadas intensas e uma linha de frente que representa diariamente, e de forma direta, a marca no contato olho no olho com o consumidor. Em um ambiente onde a experiência do cliente é decisiva, são as pessoas — ainda mais do que as tecnologias — que fazem a diferença real.

Tecnologia sem pessoas é vazia

A transformação digital trouxe ganhos inegáveis ao varejo por meio da omnicanalidade, integração de dados, Inteligência Artificial, automação e personalização da oferta. Esses avanços, no entanto, só atingem seu pleno potencial quando sustentados por gente engajada, preparada e comprometida.

Segundo uma pesquisa global da IBM (Global Skills Study), apenas 13% dos profissionais se sentem confiantes em suas habilidades digitais atuais, evidenciando um descompasso relevante entre o ritmo dos investimentos em tecnologia e a preparação das pessoas para operá-las e extrair valor. Apesar do aumento consistente dos investimentos em transformação digital, muitos colaboradores ainda não se sentem plenamente preparados para essa mudança.

Desenvolver pessoas tem impacto direto nos resultados

Investir em gente, treinamento e desenvolvimento, mais do que investimento, é uma estratégia com retorno mensurável e organizações que priorizam a capacitação colhem benefícios claros.

Organizações que oferecem aprendizado contínuo registram até 92% mais engajamento dos colaboradores, segundo o LinkedIn Workplace Learning Report e, no mesmo trabalho, 80% dos profissionais afirmam que permaneceriam mais tempo em empresas que investem em seu desenvolvimento.

Outro estudo da Glassdoor SHRM (Society for Human Resource Management) mostrou que programas estruturados de onboarding podem elevar a retenção de novos talentos em até 82%.

Esses números reforçam que o desenvolvimento de competências técnicas e humanas eleva a produtividade, aumenta a rentabilidade e reduz as perdas associadas à rotatividade.

Retenção de talentos como diferencial competitivo

No varejo, onde o turnover historicamente é um dos mais altos, reter talentos impacta diretamente na estabilidade operacional e na qualidade da experiência entregue ao cliente. De acordo com estudos da Gallup, ambientes com altos níveis de engajamento apresentam até 21% de aumento na rentabilidade e redução de até 70% na rotatividade, quando liderança, cultura e engajamento são prioridades.

Outro dado do mesmo estudo, State of the Global Workplace, do Linkedin mostra que mais da metade dos profissionais globalmente consideram buscar novas oportunidades de trabalho, sendo a cultura organizacional, propósito e engajamento fatores decisivos para a saída, frequentemente mais relevantes do que remuneração.

Liderança humana completa a tecnologia

A digitalização das ferramentas de gestão, como plataformas de aprendizado digital e automação de RH, cresce de forma acelerada. O mercado global de soluções de gestão de capital humano segue em expansão, com forte adoção em setores como varejo e hospitalidade.

Entretanto, tecnologia sem lideranças capacitadas para humanizar processos, interpretar dados e criar conexões reais com as equipes não entrega o retorno esperado. Práticas maduras de gestão de pessoas também apresentam impacto financeiro mensurável: organizações que priorizam o desenvolvimento humano registram retornos sobre o patrimônio líquido até 2,2 pontos percentuais superiores ao longo dos últimos cinco anos, segundo estudos da McKinsey.

Equilíbrio entre humano e digital é fundamental

No mundo overdigital, a verdadeira vantagem competitiva está na integração equilibrada entre tecnologia e humanização. Dados mostram que a tecnologia potencializa capacidades, mas não substitui a necessidade de desenvolver, engajar e reter pessoas que agregam valor às experiências dos clientes e inovam em contextos cada vez mais complexos.

Em especial no varejo do Brasil, onde a questão de gestão, capacitação, retenção e motivação de pessoas apresenta características próprias, derivadas de elementos como o Bolsa Família, importante na sua componente social, mas que precisa evoluir para não estimular o crescimento da informalidade.

O futuro do varejo não será definido apenas por quem possuir a melhor plataforma ou os algoritmos mais sofisticados. Será definido por quem compreender que pessoas são, cada vez mais, ativos estratégicos essenciais para a competitividade.

Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem