Durante anos, o discurso foi claro: quanto mais presença, melhor. Estar no Instagram, WhatsApp, e-commerce, app e no físico era sinônimo de modernidade. Em 2026, contudo, esse discurso pode não fazer mais sentido e inclusive, ser bem perigoso para os negócios que queiram se destacar. Uma boa estratégia omnichannel deixou de ser sobre presença em massa, e passou a ser sobre relevância nos meios estratégicos para cada público-alvo.
Vivemos em um ambiente tecnológico pujante, acelerado e extremamente volátil. A cada ano, surgem novas ferramentas, formatos de interação e possibilidades de comunicação entre empresas e consumidores – o que faz com que muitos negócios acreditem que o sucesso está diretamente relacionado a estar presente em todos os canais disponíveis. O que não é verdade.
O mercado passou a assumir que as empresas modernas e digitais precisam estar disponíveis para seus clientes em todos os canais, e essa narrativa criou uma pressão interna nas empresas para se adequar a essa visão e nunca ter sua comunicação rotulada como “desatualizada”. Essa visão, além de equivocada, empurra empresas para decisões que geram perigos graves, como investimentos desnecessários em tecnologias que seus clientes não utilizam; e implementações apressadas sem integração com a jornada do consumidor.
Quais as consequências disso tudo? Experiências desconectadas, onde canais até existem, mas não conversam entre si; levando a clientes esquecidos quanto à sua real necessidade, quando a estrutura operacional não acompanha a promessa de atendimento. No fim, o excesso de canais se transforma em custo, ruído e má experiência.
A nova era em que vivemos pede escolhas mais maduras. Ao invés de responder às pressões do mercado, as empresas devem priorizar as necessidades reais dos seus consumidores. A melhor estratégia nesse sentido é aquela que atende o cliente com eficiência e fluidez, mantém o custo operacional baixo, entende o papel e as particularidades de cada canal, e conecta jornadas de forma contínua e resolutiva.
A omnicanalidade não diz respeito a amplitude, mas sim à estratégia, coerência e integração. Aquelas que realmente entenderem essa relação tendem a colher frutos bem maduros. Segundo um relatório do Capital One Shopping, consumidores omnichannel proporcionam um retorno sobre o investimento 30% maior ao longo da vida útil do produto, em comparação com aqueles que utilizam apenas um canal de compra.
Dentre as frentes que tendem a ganhar força este ano, capazes de abrir grandes possibilidades para empresas que querem evoluir sua comunicação, o RCS é uma grande oportunidade – ainda mais, com sua chegada oficial ao IOS, ampliando sua capilaridade global. O canal vem se consolidando como uma alternativa robusta para experiências conversacionais enriquecidas, com recursos ideais para aquisição, orientação, envio de conteúdos multimídia, até mesmo transações rápidas e seguras.
Com a autenticação de chamadas por meio do Stir/Shaken, a qual permite que o dispositivo do consumidor exiba a marca da empresa emissora da ligação, o canal volta a ganhar credibilidade, tirando-o da categoria de chamadas suspeitas para contatos mais rápidos, diretos e extremamente resolutivos. Uma oportunidade poderosa para reabilitar o uso da voz com segurança e confiança.
E, mantendo seu ritmo de soluções tecnológicas inovadoras, está o WhatsApp, que continua sendo o mais utilizado pelos brasileiros. Hoje, além das interações tradicionais com mensagens, botões e fluxos automatizados, traz um avanço relevante: a possibilidade de realizar chamadas de voz dentro da própria jornada de atendimento – o que permite que um atendente eleve a conversa quando necessário; que o cliente receba suporte em tempo real, sem sair do canal; e que o atendimento ganhe velocidade e resolutividade em momentos críticos.
Empresas que querem liderar — não apenas acompanhar — a transformação da comunicação em 2026, devem entender que o cliente não quer mais uma marca “em todos os lugares”, mas que resolva seu problema sem atrito, repetição ou frustração. As que insistirem na antiga narrativa de excessiva presença nos meios disponíveis, permanecerão em um paradoxo letal à sobrevivência de qualquer negócio : nunca estivemos tão disponíveis — e nunca foi tão difícil entregar uma boa experiência.
Negócios que ainda não incorporaram a inteligência artificial à produção e à distribuição de conteúdos, bem como às estratégias de comunicação e marketing, precisam rever conceitos e práticas. O ano de 2026 marca um ponto de virada definitivo para esse mercado.
Os números ajudam a dimensionar a velocidade dessa transformação. Levantamentos reunidos por plataformas internacionais de análise de mercado indicam que cerca de 88% dos profissionais de marketing já utilizam algum tipo de inteligência artificial em suas rotinas, especialmente em atividades como criação de conteúdo, análise de dados e automação de campanhas. No Brasil, pesquisas como a da RD Station mostram que mais da metade das empresas já adotou IA em marketing e vendas, ainda que de forma parcial.
O impacto aparece nas análises setoriais citadas pela SalesGroup, que apontam reduções de até 37% no custo de aquisição de clientes (CAC) em estratégias baseadas em IA, além de ganhos consistentes em conversão.
Para Lucas Veiga, fundador e CEO da Tagbit, agência de marketing digital, o que está em curso é uma reorganização do marketing como função estratégica, apoiada por dados, automação e personalização contínua. “Para muitos negócios, especialmente pequenos e médios, essa transição redefine quem cresce e quem simplesmente deixa de ser visto”, afirma.
Segundo o especialista, em meio ao excesso de informação que disputa a atenção do consumidor, a vantagem competitiva migra de quem fala mais para quem fala melhor. “Ganha espaço quem consegue entregar a mensagem certa, para a pessoa certa, no momento certo”.
Assim, organizações orientadas por dados tendem a apresentar desempenho superior no mercado. Estudos do McKinsey Global Institute indicam que empresas data-driven são cerca de 23 vezes mais propensas a conquistar novos clientes, seis vezes mais propensas a retê-los e 19 vezes mais propensas a serem lucrativas quando comparadas a organizações menos orientadas por dados.
A inteligência artificial torna essa abordagem viável em escala, ao permitir que grandes volumes de dados sejam analisados e transformados em decisões em tempo quase real, algo difícil de sustentar apenas com operação humana. “Com IA, a estratégia aprende enquanto está em execução”, afirma Lucas.
O próprio conteúdo passa por transformação. Em vez de peças estáticas, ganham espaço ativos dinâmicos, capazes de se adaptar automaticamente ao perfil, comportamento e contexto de cada usuário. Dados da Statista indicam que o mercado global de IA aplicada ao marketing deve ultrapassar US$ 100 bilhões até 2028, impulsionado por automação criativa, personalização e análise preditiva.
A Accenture aponta que 91% dos consumidores tendem a comprar de marcas que oferecem experiências personalizadas. Para as empresas, isso se traduz em maior engajamento e menor desperdício de mídia. “A comunicação genérica deixa de ser uma estratégia sustentável”, avalia o especialista.
Além do impacto estratégico, a inteligência artificial redefine custos e estruturas operacionais. Processos como testes A/B, otimização de mídia, segmentação de públicos e geração de relatórios tornam-se amplamente automatizados. Relatórios da PwC indicam que a automação baseada em IA pode reduzir custos operacionais de marketing em até 30%. “A vantagem competitiva deixa de ser orçamento e passa a ser arquitetura”, afirma o executivo.
Paradoxalmente, quanto maior o uso de tecnologia, mais relevante se torna o planejamento. A abundância de dados exige objetivos claros, métricas bem definidas e integração entre marketing, vendas e tecnologia. “Sem planejamento, a IA amplifica erros; com direção, acelera crescimento”, resume Veiga.
E assim, o marketing se torna menos intuitivo e mais sistêmico; menos dependente de campanhas pontuais e mais orientado por dados, automação e aprendizado contínuo. “A pergunta agora não é se a empresa vai usar IA no marketing, mas se vai usar bem. Quem faz isso antes constrói vantagem competitiva. Quem adia, corre o risco de se tornar irrelevante”, conclui Lucas Veiga.
O quarto trimestre de 2025 (4T25) apresenta um cenário desafiador para o setor varejista brasileiro, com a maioria das empresas registrando crescimento de receita abaixo da inflação. No entanto, o Mercado Livre (MELI34) emerge como uma exceção notável, impulsionado pela contínua migração do consumo para o ambiente online e um desempenho robusto em seu volume bruto de mercadorias (GMV) no Brasil.
E-commerce em Ascensão
O relatório do Itaú BBA destaca o Mercado Livre como o principal beneficiário da tendência estrutural de migração do consumo das lojas físicas para o online. O crescimento robusto do GMV no Brasil, aliado a uma percepção de risco competitivo gradualmente melhor, sustentam a performance da companhia. Investidores aguardam sinais de estabilização das margens após um período de investimentos intensivos.
Farmácias Mostram Resiliência
No varejo farmacêutico, o banco projeta um trimestre forte para empresas como RD Saúde (RADL3), Pague Menos (PGMN3) e Panvel (PNVL3). A aceleração das vendas nas mesmas lojas e ganhos operacionais impulsionam a rentabilidade, apesar de uma leve pressão nas margens brutas devido ao mix de produtos, como medicamentos para perda de peso.
Desafios no Vestuário e Alimentos
Por outro lado, os segmentos de vestuário e varejo alimentar devem continuar sob pressão. No setor de vestuário, fatores como clima desfavorável, um ambiente promocional mais intenso e a concorrência de produtos importados limitaram o desempenho de empresas como Lojas Renner (LREN3) e Guararapes (GUAR3). Já no setor de supermercados, a desaceleração da inflação de alimentos tende a reduzir o crescimento das vendas nas mesmas lojas de redes como GPA (PCAR3), Assaí (ASAI3) e Grupo Mateus (GMAT3).
A plataforma chinesa de comércio eletrônico Temu entrou em uma batalha legal com a Mercado Livre, a maior plataforma online da Argentina. A Mercado Livre acusa a Temu de concorrência desleal, alegando que suas táticas de marketing e promoções são enganosas. A disputa levanta questões sobre a regulamentação do comércio digital e a concorrência entre empresas locais e estrangeiras no mercado argentino.
A Acusação de Concorrência Desleal
A Mercado Livre apresentou uma queixa formal em agosto de 2025, alegando que a Temu violou o Decreto de Concorrência Comercial nº 274/2019. A principal acusação gira em torno da estratégia comercial da Temu, que, segundo a Mercado Livre, baseia-se em descontos extremos e promoções que não se concretizam nas condições anunciadas. Isso inclui descontos de até 100% que dependem de requisitos adicionais, como compras mínimas ou a conclusão de ações dentro do aplicativo.
A Mercado Livre também criticou o que chamou de “gamificação enganosa” da Temu, onde jogos e recursos interativos prometem prêmios ou produtos gratuitos, mas na prática impõem condições cada vez mais complexas e obscuras.
A Resposta da Temu e a Ação Judicial
Em resposta às alegações e a uma investigação iniciada pelas autoridades argentinas, que ordenaram a suspensão de publicidade e promoções consideradas enganosas, a Temu recorreu à justiça federal. O objetivo da Temu é suspender essa medida administrativa e manter suas operações e estratégias de marketing na Argentina enquanto o caso é julgado.
A Temu refuta as acusações, afirmando que seu modelo de negócios é transparente e que os preços, descontos e condições são claramente comunicados aos usuários, o que, segundo a empresa, descarta qualquer engano ao consumidor.
O Contexto da Disputa
Esta batalha legal ocorre em meio a um rápido crescimento do comércio eletrônico transfronteiriço na Argentina. Plataformas como Temu e Shein têm visto um aumento significativo nas compras diretas, impulsionado por preços baixos, envio direto e marketing intensivo nas redes sociais. A expansão dessas plataformas chinesas reavivou o debate sobre o arcabouço regulatório para o comércio digital e a competição entre empresas nacionais e estrangeiras.
A Mercado Livre enfatiza a necessidade de regras “iguais para todos”, posicionando o caso como um precedente importante para a concorrência e a publicidade no setor de e-commerce argentino. A empresa também esclareceu que a queixa não está relacionada à abertura de importações na Argentina, política que apoia.
Implicações Futuras
O desfecho deste caso poderá influenciar significativamente as práticas de publicidade e promoção no mercado de varejo online da Argentina e, potencialmente, em outras regiões da América Latina. A disputa levanta questões cruciais sobre a transparência nas ofertas, a clareza das condições e a linha tênue entre marketing agressivo e práticas enganosas no comércio eletrônico moderno.
O mundo do comércio eletrônico não para de mudar, e 2026 promete trazer novidades que vão mexer com a forma como compramos e vendemos online. Se você tem um negócio digital ou pensa em ter um, é bom ficar de olho nas tendências para e-commerce 2026. A gente sabe que acompanhar tudo pode ser um desafio, mas se preparar agora é o que vai garantir que sua loja continue relevante e vendendo bem. Vamos dar uma olhada no que esperar e como se adaptar a esse cenário que está sempre evoluindo.
Principais aprendizados
A experiência do cliente é o centro de tudo em 2026. Isso significa personalizar cada passo da compra, desde a navegação até o atendimento, tornando tudo mais fácil e agradável.
Inteligência artificial não é mais luxo, é necessidade. Ela vai ajudar a entender o cliente, mostrar produtos certos, otimizar anúncios e até responder dúvidas, tudo de forma mais inteligente.
Tecnologia e infraestrutura precisam ser fortes. Plataformas flexíveis, sites rápidos no celular e sistemas que aguentam o tranco são essenciais para não perder vendas.
Logística ágil e pagamentos seguros são cruciais. Entregas rápidas, opções de retirada variadas e métodos de pagamento confiáveis e modernos vão fazer a diferença.
Redes sociais e conteúdo ganham ainda mais força. Comprar direto pelas redes sociais e o poder dos criadores de conteúdo vão influenciar muito as decisões de compra.
A Experiência do Cliente Como Pilar Central
Em 2026, o foco no cliente não é mais uma opção, é a base de tudo. As lojas virtuais precisam pensar em cada detalhe da jornada de compra, desde o primeiro clique até o pós-venda. Isso significa entender o que o consumidor realmente quer e oferecer isso de forma fácil e agradável.
Personalização da Jornada de Compra
Esqueça os e-mails genéricos e as ofertas que não têm nada a ver com o cliente. A ideia agora é tratar cada pessoa de um jeito único. Isso envolve usar os dados que você tem para mostrar produtos que combinam com o histórico de compras, ou até mesmo com o que a pessoa está olhando naquele momento. Pense em um site que muda um pouco para cada visitante, mostrando categorias e itens que realmente interessam. Essa atenção aos detalhes faz o cliente se sentir visto e compreendido, o que é ótimo para o relacionamento e, claro, para as vendas. A personalização da experiência se torna um diferencial competitivo.
Navegação Intuitiva e Checkout Simplificado
Ninguém gosta de se perder em um site ou de ter que preencher um monte de formulário para comprar algo. Em 2026, a simplicidade é a chave. A navegação precisa ser clara, com menus fáceis de achar e uma busca que funcione bem. O processo de finalizar a compra, o famoso checkout, tem que ser rápido e direto. Menos passos, menos informações pedidas e opções de pagamento variadas ajudam muito. Se o cliente tiver que pensar muito para comprar, ele pode desistir. A meta é que a compra seja tão fácil quanto conversar com um amigo.
Atendimento ao Cliente Eficiente e Humanizado
Quando o cliente precisa de ajuda, ele quer uma resposta rápida e que resolva o problema. Em 2026, o atendimento vai misturar o melhor das máquinas com o toque humano. Chatbots podem resolver dúvidas comuns 24 horas por dia, mas quando o assunto é mais complicado, é importante ter alguém de verdade para conversar. Essa pessoa precisa ter acesso ao histórico do cliente para não ter que repetir tudo. Um atendimento que entende o problema e oferece uma solução de forma amigável cria uma conexão forte e faz o cliente voltar.
Inteligência Artificial Impulsionando a Inovação
A inteligência artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista para se tornar uma ferramenta essencial no e-commerce. Em 2026, sua aplicação vai muito além de simples chatbots. Estamos falando de sistemas que aprendem, preveem e agem, transformando a maneira como as lojas virtuais operam e se relacionam com os clientes.
Personalização de Vitrines e Ofertas
A IA permite criar experiências de compra únicas para cada visitante. Ao analisar o histórico de navegação, compras anteriores e até mesmo o comportamento em tempo real, os algoritmos podem ajustar dinamicamente o que é exibido na tela. Isso significa que a vitrine virtual se adapta, mostrando produtos e promoções que têm maior probabilidade de interessar a cada pessoa. Essa personalização profunda aumenta o engajamento e a chance de conversão.
Otimização de Campanhas e Mídia Paga
Gerenciar campanhas de marketing digital pode ser complexo, mas a IA simplifica esse processo. Ela analisa grandes volumes de dados para identificar os canais mais eficazes, o público com maior potencial de resposta e os melhores horários para veicular anúncios. Isso resulta em um uso mais inteligente do orçamento de mídia, com campanhas mais assertivas e um retorno sobre o investimento (ROI) aprimorado. A IA também ajuda a criar variações de anúncios e a testar diferentes abordagens para encontrar o que funciona melhor.
Automação de Atendimento e Suporte
Os assistentes virtuais, impulsionados por IA, estão cada vez mais sofisticados. Eles podem lidar com uma gama maior de dúvidas e problemas dos clientes, desde o rastreamento de pedidos até a resolução de questões mais complexas. Isso libera a equipe humana para focar em casos que exigem um toque mais pessoal ou estratégico. A automação não visa substituir o atendimento humano, mas sim torná-lo mais eficiente e ágil, respondendo rapidamente às necessidades dos consumidores.
Análise Preditiva de Comportamento do Consumidor
Uma das aplicações mais poderosas da IA é sua capacidade de prever o comportamento futuro do consumidor. Ao identificar padrões em dados históricos e em tempo real, os sistemas podem antecipar necessidades, prever tendências de compra e até mesmo identificar clientes com risco de churn (abandono). Isso permite que as empresas tomem ações proativas, como oferecer um desconto especial para um cliente que parece prestes a sair ou sugerir um produto complementar antes mesmo que o cliente pense nisso. Essa capacidade preditiva é um diferencial competitivo importante.
A inteligência artificial está redefinindo o e-commerce ao permitir uma compreensão mais profunda do cliente. Ela possibilita desde a adaptação da experiência de compra em tempo real até a antecipação de necessidades futuras, tornando as operações mais eficientes e as interações mais significativas.
Tecnologia e Arquitetura para Performance
Em 2026, a base tecnológica do seu e-commerce precisa ser sólida para acompanhar o ritmo acelerado do mercado. Não se trata apenas de ter um site bonito, mas de construir uma estrutura que suporte crescimento, agilidade e uma experiência de usuário impecável. A arquitetura da sua loja virtual é o alicerce para o sucesso sustentável.
Adoção de Headless e Composable Commerce
O modelo headless separa a apresentação do conteúdo (o que o cliente vê) da lógica de negócios (o que acontece nos bastidores). Isso significa que você pode criar experiências visuais únicas e personalizadas em diferentes canais – site, aplicativo, redes sociais – sem mexer na estrutura principal. Pense nisso como ter a liberdade de mudar a fachada da sua loja a qualquer momento, sem precisar reformar os fundos.
Já o composable commerce vai um passo além. Ele permite que você monte sua plataforma de e-commerce a partir de componentes independentes e intercambiáveis. Precisa de um novo sistema de pagamento? Troque o módulo sem afetar o restante. Essa flexibilidade é chave para se adaptar rapidamente às mudanças do mercado e integrar novas tecnologias sem grandes dores de cabeça.
Otimização de PWAs e Performance Mobile
Progressive Web Apps (PWAs) são sites que funcionam como aplicativos. Eles carregam rápido, funcionam offline e oferecem uma experiência de usuário muito fluida, mesmo em conexões de internet mais fracas. Para o consumidor, isso se traduz em menos frustração e mais conveniência. Para o seu negócio, significa maior retenção e conversão, especialmente no mobile, onde a maioria das compras acontece.
A velocidade de carregamento de uma página é um fator decisivo. Se um site demora mais de 3 segundos para abrir, mais de 50% dos visitantes desistem. Isso impacta diretamente suas vendas.
Infraestrutura Robusta para Escalabilidade
Sua loja virtual precisa estar preparada para crescer. Uma infraestrutura robusta garante que, mesmo em picos de tráfego – como em promoções ou datas comemorativas –, o site continue estável e rápido. Isso envolve desde a escolha de um bom provedor de hospedagem até a otimização de bancos de dados e o uso de redes de distribuição de conteúdo (CDNs). Investir em escalabilidade hoje evita problemas de performance e perda de vendas no futuro.
Logística e Operações: Agilidade e Conveniência
Em 2026, a forma como os produtos chegam até o consumidor vai continuar a ser um diferencial competitivo enorme. Não basta ter um bom produto e um site bonito; a entrega precisa ser rápida e sem complicação. As empresas que entenderem isso sairão na frente.
Entregas Rápidas e Opções de Retirada Flexíveis
As expectativas dos clientes por entregas cada vez mais rápidas só aumentam. Modelos como same-day (entrega no mesmo dia) e next-day (entrega no dia seguinte) deixam de ser um luxo para se tornarem uma necessidade em muitas categorias. Para que isso funcione, é preciso ter estoques bem distribuídos, rotas de entrega otimizadas e centros de distribuição que operem com muita agilidade. Isso ajuda a diminuir o número de pessoas que desistem da compra no último momento, sabe? A gente vê essa preferência por prazos menores em todos os lugares.
Além da velocidade, a flexibilidade nas opções de recebimento é chave. A retirada em lojas físicas, por exemplo, funciona como um ponto de coleta. O cliente compra online e escolhe a loja mais perto para buscar. Isso elimina o custo do frete para ele e ainda pode trazer mais gente para dentro da loja física. Outra opção são os lockers, aqueles armários inteligentes em locais estratégicos. O cliente recebe um código e retira o pedido quando for mais conveniente, evitando problemas com quem não está em casa na hora da entrega. Transformar cada loja física em um mini centro de distribuição, o chamado ship-from-store, também é uma tática inteligente. O pedido sai da loja mais próxima, o que acelera o envio e otimiza o estoque, especialmente em áreas com muita demanda.
Logística Reversa Sustentável
Devolver um produto pode ser chato, mas quando o processo é bem feito e, de preferência, sustentável, a experiência melhora muito. A logística reversa, que cuida do retorno de produtos, precisa ser organizada e eficiente. Isso inclui desde a coleta programada, para não incomodar o cliente, até o reaproveitamento de embalagens e o uso de rotas que diminuam o impacto ambiental. Um processo de devolução simples e transparente pode transformar uma experiência negativa em uma oportunidade de fidelizar o cliente.
A forma como as empresas lidam com as devoluções diz muito sobre elas. Um processo complicado pode fazer um cliente nunca mais voltar, enquanto um processo fácil e com opções sustentáveis pode até gerar uma nova venda no futuro. É sobre pensar em toda a jornada, do começo ao fim.
Inovações em Meios de Pagamento e Segurança
Os meios de pagamento continuam evoluindo. Em 2026, veremos ainda mais a integração de pagamentos diretamente em aplicativos de mensagem, como WhatsApp ou Telegram. O chamado checkout conversacional permite que o cliente escolha o produto, pague e receba o rastreamento tudo dentro do chat, sem precisar sair para outro site. Isso diminui muito a chance de abandono de carrinho. Além disso, soluções como Pix e outras formas de pagamento instantâneo e seguro se consolidam, oferecendo praticidade e agilidade tanto para o comprador quanto para o vendedor. A segurança em todas essas transações é, claro, um ponto que não pode ser negligenciado, com tecnologias cada vez mais robustas para proteger os dados de todos.
O Poder das Redes Sociais e Conteúdo
Ascensão do Social Commerce e Live Commerce
As redes sociais deixaram de ser apenas um espaço de interação e se tornaram verdadeiras vitrines de vendas. O social commerce integra a descoberta de produtos, a confiança gerada pela comunidade e a compra em um único ambiente. Dados mostram que uma parcela significativa dos consumidores já realizou compras após ver anúncios em plataformas como o Instagram, o que reforça a ideia de que o caminho para a compra está cada vez mais encurtado. Essa tendência transforma a experiência de compra, tornando-a mais fluida e integrada ao dia a dia do usuário.
O live commerce surge como uma evolução dessa integração, oferecendo experiências interativas com demonstrações de produtos em tempo real. Essa modalidade permite que as marcas respondam dúvidas instantaneamente, criem ofertas exclusivas e gerem um senso de urgência e pertencimento. A dinâmica de assistir a uma transmissão ao vivo, interagir com o apresentador e aproveitar promoções relâmpago tem se mostrado muito eficaz para aumentar o engajamento e reduzir as barreiras para a decisão de compra. É uma forma de trazer a experiência da loja física para o ambiente digital, com um toque de entretenimento e exclusividade.
O Papel da Creator Economy nas Decisões de Compra
A economia dos criadores de conteúdo, ou Creator Economy, ganhou um espaço considerável nas estratégias de marketing. Criadores de conteúdo autênticos e com forte conexão com seu público têm um poder de influência notável nas decisões de compra. Especialmente entre o público mais jovem, as recomendações e demonstrações feitas por criadores que eles admiram ou com os quais se identificam podem ser o fator decisivo para uma aquisição. Essa relação de confiança, construída com base na autenticidade e na transparência, é um ativo valioso para as marcas que buscam se conectar de forma mais profunda com seus consumidores. As marcas que souberem colaborar com os criadores certos, alinhados aos seus valores, tendem a ver um aumento significativo na conversão e na fidelização.
Engajamento Através de Comunidades Nichadas
Em um cenário onde a atenção é disputada, construir e nutrir comunidades nichadas se tornou uma estratégia poderosa. Em vez de tentar alcançar um público massivo, o foco se volta para grupos menores, porém mais engajados e leais. Essas comunidades, muitas vezes formadas em torno de interesses específicos, valores compartilhados ou paixões em comum, oferecem um ambiente propício para o diálogo e a construção de relacionamentos duradouros. As marcas que conseguem se posicionar como parte integrante dessas comunidades, oferecendo conteúdo relevante e participando ativamente das conversas, criam um vínculo emocional que vai além da transação comercial. Essa abordagem não só aumenta a fidelidade, mas também transforma os membros da comunidade em verdadeiros defensores da marca. O marketing digital em 2026 aponta para essa personalização e relacionamento como diferenciais competitivos.
Sustentabilidade e Consciência do Consumidor
Hoje em dia, não basta só vender um produto legal. As pessoas querem saber se a sua marca se importa com o planeta e com a sociedade. Essa preocupação com o meio ambiente e com práticas éticas está cada vez mais forte, especialmente entre os mais jovens. Empresas que mostram um compromisso real com a sustentabilidade tendem a atrair e fidelizar mais clientes.
Práticas de E-commerce Ecológicas
Adotar práticas mais verdes no seu negócio online não é só bom para o planeta, é também uma estratégia inteligente. Pense em como reduzir o impacto ambiental das suas operações. Isso pode envolver desde a escolha de embalagens recicladas ou biodegradáveis até a otimização das rotas de entrega para diminuir a emissão de gases. A economia circular, que foca na reutilização e reciclagem, ganha força. Sua loja pode incentivar isso, por exemplo, oferecendo descontos para quem devolver embalagens ou promovendo a venda de produtos seminovos. É uma forma de diminuir o desperdício e ainda atrair um público que busca alternativas mais conscientes.
Transparência na Cadeia de Suprimentos
Os consumidores querem saber de onde vêm os produtos que compram e como são feitos. Ser transparente sobre toda a cadeia de suprimentos, desde a origem da matéria-prima até a entrega final, constrói confiança. Isso inclui informar sobre as condições de trabalho dos fornecedores e o impacto ambiental de cada etapa. Se você tem uma política clara sobre isso, comunique! Isso pode ser um grande diferencial. Lembre-se que a preocupação com a segurança de dados também é alta; estar em conformidade com leis como a LGPD é um passo importante para mostrar que você cuida das informações dos seus clientes de forma responsável.
Impacto das Escolhas Sustentáveis nas Vendas
As decisões de compra estão cada vez mais ligadas aos valores do consumidor. Marcas que demonstram responsabilidade socioambiental colhem os frutos. Isso se reflete em maior lealdade do cliente e, claro, em melhores resultados de vendas. Um estudo da Kantar mostrou que uma parcela significativa de consumidores está disposta a pagar mais por produtos de marcas sustentáveis. Portanto, investir em práticas ecológicas e comunicar essas ações de forma autêntica pode ser um motor poderoso para o crescimento do seu e-commerce. É sobre construir um relacionamento mais profundo, baseado em princípios compartilhados.
Preparado para 2026?
Olhando para frente, fica claro que o e-commerce em 2026 será um ambiente ainda mais dinâmico. Os consumidores esperam mais rapidez, personalização e conveniência em cada etapa da compra. A tecnologia, especialmente a inteligência artificial, será uma aliada importante para atender a essas demandas, otimizando desde a experiência no site até a logística. Adaptar-se a essas mudanças não é apenas uma opção, mas uma necessidade para quem quer continuar crescendo e se destacando no mercado digital. Comece a planejar agora para garantir que seu negócio esteja pronto para o que vem por aí.
Perguntas Frequentes
Por que a experiência do cliente é tão importante em 2026?
Em 2026, os clientes querem se sentir especiais. Eles esperam que as lojas online entendam o que gostam e ofereçam exatamente isso, de um jeito fácil e rápido. Uma boa experiência faz com que eles voltem sempre!
Como a inteligência artificial vai mudar as lojas online?
A inteligência artificial vai ajudar as lojas a mostrar produtos que você realmente quer ver, a criar anúncios mais legais e até a responder suas dúvidas mais rápido. É como ter um ajudante superinteligente para deixar tudo mais fácil.
O que é ‘Headless Commerce’ e por que ele é importante?
Pense no ‘Headless Commerce’ como separar a parte que o cliente vê (o visual da loja) da parte que faz tudo funcionar. Isso deixa a loja mais rápida, flexível e permite criar jeitos novos e criativos de mostrar os produtos.
Entregas rápidas são mesmo tão importantes assim?
Sim! As pessoas não gostam de esperar. Em 2026, ter opções de entrega rápida e poder escolher onde pegar o produto faz muita diferença. Se a entrega demorar, o cliente pode desistir da compra.
O que é ‘Social Commerce’ e como ele funciona?
É quando você pode comprar coisas diretamente pelas redes sociais, como Instagram ou TikTok. Você vê um produto legal em um post e já pode comprar ali mesmo, sem precisar sair do aplicativo. É super prático!
Por que as marcas precisam se preocupar com sustentabilidade?
Muitas pessoas se importam com o planeta. Em 2026, as lojas que mostram que se preocupam com o meio ambiente, usando embalagens melhores e sendo transparentes sobre de onde vêm os produtos, ganham a preferência dos clientes.
A LIVE!, referência nacional em moda fitness, registrou resultados expressivos após implementar a solução de atendimento e vendas da OmniChat, plataforma líder em chat commerce e WhatsApp Business Solution Provider (BSP). Em apenas um ano, o faturamento via canal conversacional dobrou. Enquanto o tempo médio para os clientes serem atendidos caiu 40%.
Antes da parceria com a OmniChat, o WhatsApp já era um canal oficial de vendas da Live! com os recursos de número verificado e integração no site. Agora, além do ganho de eficiência no atendimento ao cliente, a operação conta com estrutura, inteligência, conversas centralizadas, disparo de mensagens realizado com autenticidade e métricas claras que permitem uma gestão mais estratégica e eficiente do canal.
“Com a OmniChat, conseguimos aprimorar o WhatsApp como um canal de venda, onde conseguimos personalizar o atendimento e gerar valor em cada interação. Hoje, o canal se consolidou como um dos pilares estratégicos do nosso e-commerce”, afirma Tabita Helena Janke Ersching, coordenadora de Vendas E-commerce da LIVE!.
Estrutura dedicada e foco em performance
Atualmente, a operação via WhatsApp conta com cinco personal shoppers dedicados exclusivamente ao canal, responsáveis por atendimento receptivo e acompanhamento de campanhas promocionais. O impacto foi imediato: a produtividade aumentou, o CSAT (pesquisa de satisfação) evoluiu, e a plataforma passou a centralizar milhares de atendimentos com monitoramento e indicadores precisos.
Com a evolução da plataforma, o ticket médio via WhatsApp também cresceu juntamente com a alta no próprio site da empresa. Essa performance é potencializada por campanhas com cupons de desconto de 10%, estratégia que tem impulsionado a conversão e fidelização.
“A parceria com a LIVE! comprova como o WhatsApp, quando estruturado de forma profissional, pode se transformar em um verdadeiro hub de vendas e relacionamento. Com automação, métricas e estratégia, a marca não apenas otimizou sua operação, como criou uma experiência de compra personalizada e de alto valor para o cliente final”, Rodolfo Ferraz, head de Vendas da OmniChat.
Com a evolução da estratégia, o modelo de atendimento via OmniChat está sendo expandido para três lojas físicas da LIVE! em 2025, replicando a mesma dinâmica do e-commerce. Nessas unidades, o canal é utilizado principalmente para disparos relacionados a convites e comunicações sobre eventos locais.
“A OmniChat foi fundamental para nos dar uma solução com a combinação de suporte próximo, inteligência em vendas e flexibilidade para evoluir a operação com rapidez. Conseguimos escalar o WhatsApp como canal de vendas consultivas e de relacionamento duradouro com nossos clientes”, pontua Gianlucca Magaldi, gerente de E-commerce da LIVE!.
O mercado publicitário brasileiro vive um momento histórico de virada. Pela primeira vez, os investimentos em mídia digital ultrapassaram os da TV aberta, consolidando a internet como o principal motor de crescimento e protagonismo do setor. A mudança reflete não apenas uma realocação de verbas, mas a consolidação de um novo modelo de comunicação orientado por dados, tecnologia e eficiência.
Para a ADSPLAY, hub de mídia especializado em soluções integradas, o cenário para 2026 aponta para estratégias cada vez mais mensuráveis. Em um ambiente de atenção fragmentada, a publicidade deixa de ser apenas uma ferramenta de vendas para se tornar peça-chave na construção de imagem e inserção de marcas no imaginário popular.
A virada dos números
A mudança estrutural é comprovada pelos dados mais recentes do mercado. Segundo o estudo Cenp-Meios 2024:
Internet: Alcançou R$ 10,46 bilhões em investimentos, representando 39,8% do total do bolo publicitário.
TV Aberta: Ficou com R$ 9,61 bilhões, somando 36,5% do total.
Essa liderança é reforçada por levantamentos do IAB Brasil em parceria com a Kantar Ibope Media, que indicam um volume total de R$ 37,9 bilhões movimentados pela publicidade digital em 2024. O crescimento é impulsionado pela expansão de novos formatos online e pela contínua migração de investimentos da mídia tradicional.
Criatividade aliada a dados
O amadurecimento do setor digital também se reflete na qualidade e na relevância cultural das campanhas. O foco deixou de ser apenas a exposição para se tornar a conexão real com o público.
Um exemplo claro desse movimento foi a edição 2025 do Effie Awards Brasil, principal premiação de eficácia publicitária. O case “Pedigree Caramelo: o vira-lata paixão nacional agora tem pedigree” conquistou o Grand Effie ao unir propósito, criatividade e performance. A campanha, focada na adoção responsável, ilustra como a publicidade contemporânea utiliza dados para gerar engajamento massivo e impacto social concreto.
O desafio da atenção
Para especialistas, o futuro exige inteligência na gestão da jornada do consumidor. Eduardo Sani, CEO da ADSPLAY, destaca que a disputa pela atenção do público requer uma abordagem mais sofisticada.
“A atenção do consumidor está cada vez mais disputada. As marcas que se destacam são aquelas capazes de unir relevância, personalização e eficiência ao longo de toda a jornada, usando dados e inteligência de mídia para gerar impacto real”, afirma Sani.
Com o digital no centro das estratégias, as marcas que conseguirem alinhar suas narrativas aos comportamentos, valores e transformações sociais do público tendem a liderar o mercado nos próximos anos.
O Governador do Texas, Greg Abbott, expandiu significativamente a proibição de tecnologia chinesa no estado, adicionando 26 entidades a uma lista de fornecedores proibidos para agências e funcionários estaduais. Esta medida eleva o total de empresas chinesas em “lista negra” para 50, intensificando os esforços do Texas para eliminar ameaças à segurança nacional de suas redes.
Expansão da Proibição
A atualização do “roster” inclui agora um amplo espectro de empresas de tecnologia chinesas, desde startups emergentes de inteligência artificial até nomes conhecidos no e-commerce e eletrônicos. Entre as entidades recém-proibidas estão startups de IA generativa como MiniMax, Zhipu AI, Moonshot AI, StepFun e Baichuan Intelligent Technology. Empresas estabelecidas de visão computacional como SenseTime, Megvii, CloudWalk Technology e Yitu Technology também foram incluídas na lista.
Motivações e Implicações
Esta ação do Texas reflete uma crescente preocupação nos Estados Unidos em relação à segurança de dados e potenciais riscos de espionagem associados a empresas de tecnologia com laços com a China. Ao expandir a proibição, o estado busca proteger suas infraestruturas críticas e informações sensíveis de possíveis ameaças à segurança nacional. A inclusão de gigantes do e-commerce e IA sugere uma abordagem mais abrangente para mitigar riscos tecnológicos.
O marketing de influência deu um salto relevante em 2025 ao passar a ocupar o centro das estratégias das marcas. Após três anos em que o percentual de empresas que enxergavam os influenciadores como “muito importantes e parte central da estratégia” se manteve relativamente estável, na casa dos 40%, o índice avançou de forma significativa, chegando a 52%. Os dados são da pesquisa “Vem Aí na Creator Economy 2026”, da YouPix.
O estudo também aponta que, em 2025, 82% das marcas passaram a considerar o marketing de influência importante ou muito importante e parte central de sua estratégia de comunicação — um salto significativo em relação a 2024, quando esse índice era de 76%. O movimento consolida uma tendência de crescimento contínuo observada desde 2017, quando 67% das empresas atribuíam essa relevância aos influenciadores.
Para Fabio Gonçalves, diretor de talentos brasileiros e norte-americanos da Viral Nation e especialista no mercado de marketing de influência há mais de uma década, isso indica uma mudança de mentalidade, com menos ações pontuais e mais projetos estruturados de longo prazo: “Hoje, o influenciador participa do planejamento, da construção criativa e, muitas vezes, da própria estratégia de marca. Não se trata apenas de alcance, mas de relevância, consistência e afinidade cultural. Quando bem integrado, o creator se torna um ativo estratégico”.
Embora esse nível de integração ainda não seja uma prática consolidada no mercado, Gonçalves destaca que as marcas que já apostam na cocriação vêm colhendo resultados superiores. Segundo ele, campanhas construídas de forma colaborativa tendem a performar melhor do que aquelas baseadas em briefings engessados, justamente por respeitarem a linguagem, o repertório e a relação de confiança que o influenciador já estabeleceu com sua audiência. “São poucas empresas que fazem isso hoje, mas quem entendeu o valor da cocriação já percebeu que os ganhos são mais consistentes e sustentáveis no longo prazo”.
Na opinião de Fabio, esse avanço reflete uma reorganização do papel do influenciador dentro das estratégias das empresas: “As marcas estão começando a entender que o creator não é mais um canal de apoio, mas um elo direto com comunidades altamente engajadas. Influenciadores constroem narrativas, geram identificação e traduzem valores de forma muito mais eficaz do que a comunicação institucional tradicional. Por isso, passaram a ocupar o centro da estratégia, e não mais a periferia”, analisa.
O crescimento também está ligado à maturidade do mercado e à busca por resultados mais tangíveis. De acordo com o agente, com a fragmentação da atenção e a queda de eficiência de formatos tradicionais, as marcas passaram a investir onde há conversa real, escuta ativa e impacto mensurável.
Nesse novo cenário, cresce também a demanda por profissionalização, métricas claras e relações mais duradouras entre marcas e criadores. Segundo o especialista, esse movimento exige maior preparo tanto dos influenciadores quanto das agências que os representam.
“Na Viral Nation, por exemplo, estamos estruturando operações cada vez mais focadas em parcerias de longo prazo, inteligência de dados e desenvolvimento criativo. O papel da agência é garantir que o creator consiga escalar sua influência com sustentabilidade, enquanto as marcas tenham segurança, consistência e retorno. O marketing de influência entrou definitivamente na agenda estratégica das empresas. E isso muda tudo”, conclui Gonçalves.
O Carnaval deixou de ser apenas uma data do calendário cultural para se consolidar como uma temporada relevante para o comércio brasileiro. Segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), o faturamento do setor cresceu 13,1% no período carnavalesco de 2025 em relação ao ano anterior, evidenciando o peso econômico da data e seu impacto direto no mercado, inclusive no ambiente digital.
Impulsionadas por trends nas redes sociais, lançamentos de curta duração e forte apelo visual, as compras nesse período seguem uma lógica concentrada e de decisão rápida. Categorias como fantasias, acessórios e bebidas registram picos de demanda, acompanhadas por uma busca crescente por itens de consumo consciente, como glitter biodegradável.
Uma pesquisa do Sebrae aponta que 73% dos consumidores brasileiros já realizaram compras influenciados por conteúdos em plataformas como o Instagram, reforçando o papel do social commerce na tomada de decisão em janelas sazonais altamente visuais.
Esse comportamento impõe desafios específicos à gestão online. A performance passa pela capacidade de ajustar sortimento, comunicação e distribuição quase em tempo real, acompanhando o que ganha relevância nas redes. Nesse contexto, a logística de last mile ganha protagonismo, com modalidades como Same Day Delivery e Click & Collect se tornando diferenciais competitivos.
“Este é um período decidido em dias, não em meses. Diferentemente da Black Friday, não há espaço para campanhas longas. As marcas que performam melhor são aquelas que recalibram o sortimento e o investimento em mídia em tempo real para capturar os picos de demanda, com uma logística preparada para acompanhar a velocidade do fechamento de vendas”, afirma Alexandre Mendes, Sócio-CMO da Lope Digital Commerce.
Além da estratégia, a comunicação também passa por ajustes. Linguagem alinhada ao momento cultural, campanhas mais dinâmicas e forte presença em canais digitais ajudam a reter a atenção de um público que decide em poucos minutos, muitas vezes diretamente pelo celular.
“O Carnaval expõe o quanto o comércio eletrônico está conectado à cultura e ao comportamento online. Quem consegue trabalhar nessa dinâmica leva esse aprendizado para o restante do ano, com mais agilidade, menos estoque parado e campanhas mais eficientes”, finaliza Mendes.
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