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União Inesperada: Lulistas e Bolsonaristas Concordam Contra Privilégios a E-commerce Estrangeiro

Uma pesquisa recente revela um surpreendente alinhamento entre eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro. Ambos os grupos demonstram forte oposição a benefícios concedidos a plataformas de comércio eletrônico estrangeiras em detrimento das empresas brasileiras. A “taxa das blusinhas”, implementada em 2024, que impõe um imposto de 20% sobre importações de sites internacionais, é o foco dessa convergência.

Convergência Nacional Contra Concorrência Desleal

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em dezembro de 2025, com 2.500 brasileiros maiores de 18 anos, aponta que 81% dos eleitores de Lula e Bolsonaro no segundo turno de 2022 concordam que não votariam em um candidato que defenda privilégios para empresas estrangeiras em relação às nacionais. Este dado demonstra uma rara unidade em um cenário político frequentemente polarizado.

Avaliação do Governo e Opinião Pública

O sentimento de oposição a benefícios para o e-commerce estrangeiro se mantém consistente, independentemente da avaliação do governo Lula. Entre aqueles que consideram a gestão ruim ou péssima, 87% apoiam medidas para desenvolver a indústria e o varejo nacional, em vez de onerar empresas brasileiras em comparação às estrangeiras. Entre os que avaliam o governo como ótimo ou bom, o índice de aprovação dessa afirmação é de 82%, e de 81% entre os que o consideram regular.

A “Taxa das Blusinhas” e o Mercado Brasileiro

A “taxa das blusinhas”, criada em 2024, estabeleceu um imposto de 20% sobre produtos importados por sites internacionais, majoritariamente asiáticos. A medida visa equilibrar a concorrência, já que muitas dessas importações entravam no país com isenção ou tributação reduzida, prejudicando o varejo e a indústria nacional. A proteção de empregos, a garantia de um ambiente competitivo justo e o aumento da arrecadação são pontos centrais que unem diferentes espectros políticos nessa discussão.

Impacto e Futuro da Regulamentação

A convergência de opiniões sobre a tributação do e-commerce estrangeiro sinaliza um potencial para debates econômicos mais pragmáticos no Brasil. A defesa do setor produtivo nacional, sem desvantagens tributárias frente a concorrentes internacionais, parece ser uma pauta capaz de mobilizar consensos amplos no eleitorado, transcendendo alinhamentos partidários e avaliações políticas distintas.

Fontes

  • Brasileiro é contra privilégio a e-commerce estrangeiro – 26/01/2026 – Painel, Folha de S.Paulo.
  • Lulistas e bolsonaristas unidos contra privilégio de e-commerce estrangeiro, Jornal Digital da Região Oeste.
  • Pesquisa revela convergência de eleitores contra privilégios a e-commerce estrangeiro, Brasil 247.

Entregas mais rápidas com logística inteligente

A logística vive um ponto de inflexão em que eficiência, velocidade e previsibilidade deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos mínimos. O que antes dependia de decisões manuais, controles fragmentados e análises baseadas em estimativas agora exige precisão contínua. A transformação digital chega para preencher esse vazio entre a complexidade crescente das operações e a capacidade humana de monitorá-las em tempo real. Os maiores gargalos do setor sempre estiveram ligados à falta de visibilidade, aos processos pouco integrados e à dificuldade de antecipar riscos ou picos de demanda. Sem dados atualizados, as operações perdem ritmo, a roteirização se torna ineficiente, a comunicação falha e as decisões chegam atrasadas. Quando tecnologias avançadas entram em cena, do rastreamento em tempo real ao uso de inteligência artificial, esse ciclo começa a se inverter.

A evolução da logística digital é moldada por um conjunto de tecnologias que trabalham de forma complementar. A inteligência artificial e o machine learning elevam a previsibilidade ao aprender padrões e ajustar decisões operacionais com mais precisão do que qualquer análise manual conseguiria produzir. A Internet das Coisas cria uma camada de visibilidade inédita, conectando veículos, equipamentos e centros de distribuição por meio de sensores que transmitem localização, temperatura, desempenho e integridade da carga minuto a minuto. A integração via APIs elimina silos tecnológicos ao permitir que sistemas de gestão conversem com fluidez, evitando retrabalhos e acelerando fluxos. A simulação de cenários com digital twins permite testar rotas e estratégias antes de executá-las, reduzindo riscos e aprimorando processos. Big data organiza volumes massivos de informações e transforma o caos em inteligência acionável, enquanto a automação e a robotização assumem tarefas repetitivas com mais precisão e menos falhas. O cloud computing e os modelos SaaS ampliam o acesso a essas soluções ao garantir infraestrutura escalável, segura e sempre atualizada.

A digitalização deixa seus impactos mais claros quando se observa o efeito direto sobre previsibilidade, custos, produtividade e experiência do cliente. Operações passam a ser guiadas por informações atualizadas e não por estimativas, o que reduz surpresas e melhora o planejamento. A eliminação de processos manuais diminui erros, deslocamentos desnecessários e retrabalhos, gerando economia. O ganho de produtividade nasce da automação de tarefas e da capacidade das equipes de agir com base em dados consistentes. A jornada do cliente se torna mais transparente e confiável, já que os prazos passam a ser cumpridos com mais rigor e o status das entregas se mantém acessível do início ao fim.

Para alcançar maturidade digital, empresas percorrem um caminho contínuo que vai da digitalização básica ao uso de inteligência operacional avançada. O processo começa pela substituição de controles manuais por sistemas unificados. Evolui com a integração entre áreas, avança para a automação, amadurece com a adoção de análises preditivas e se completa quando tecnologias como IA e soluções SaaS trabalham de forma contínua para orientar decisões em tempo real. É um percurso que transforma não apenas a tecnologia usada, mas a forma como a operação se organiza.

O trajeto, no entanto, não é isento de barreiras. Os obstáculos mais comuns são culturais, quando equipes se prendem a rotinas antigas ou resistem à adoção de ferramentas digitais. Há também limitações tecnológicas, especialmente em empresas que ainda dependem de sistemas que não se integram. E existe o fator financeiro, sendo que muitas vezes a inovação é tratada como custo e não como investimento, atrasando movimentos que poderiam reduzir despesas no médio prazo. Superar esses pontos exige mudança de mentalidade e visão estratégica sobre o papel da tecnologia na perenidade do negócio.

A transformação digital impulsiona uma logística mais sustentável ao reduzir deslocamentos desnecessários, aumentar o aproveitamento da frota e minimizar as emissões. Decisões orientadas por dados diminuem desperdícios e tornam cada rota mais eficiente. A manutenção preditiva prolonga a vida útil dos equipamentos e cria operações mais responsáveis ambientalmente.

Tendências que reforçam decisões em tempo real devem moldar o futuro. A IA generativa tornará o planejamento e o atendimento ainda mais rápidos. A expansão de IoT ampliará a visibilidade sobre volumes e rotas. O crescimento de soluções SaaS facilitará a integração e reduzirá custos. Pressões por eficiência e sustentabilidade vão acelerar tecnologias capazes de otimizar deslocamentos e aumentar produtividade. A logística digital avança em direção a um ecossistema mais ágil, conectado e inteligente, no qual decisões se renovam continuamente e a operação acompanha o ritmo dinâmico das cidades e das demandas do consumidor.

28/01 é Dia Internacional da Proteção de Dados: por que o Brasil entrou no radar do cibercrime global?

No Dia Internacional da Proteção de Dados, celebrado em 28 de janeiro, o Brasil enfrenta um paradoxo cada vez mais evidente: ao mesmo tempo em que se consolida como um dos países mais avançados em digitalização financeira, também se torna um dos territórios mais vulneráveis a ataques cibernéticos.

Cerca de 300 milhões de registros pessoais de brasileiros já foram expostos na dark web, segundo levantamento da Proton por meio do Dark Web Observatory. O impacto financeiro acompanha essa escalada: de acordo com o relatório da IBM, o custo médio de uma violação de dados no Brasil chegou a R$ 7,19 milhões, colocando o país entre os mais caros do mundo quando o assunto é vazamento de informações.

Para especialistas, o cenário não pode ser tratado como um conjunto de episódios isolados, mas como um problema estrutural.“O Brasil passou a atrair mais atenção de grupos maliciosos à medida que avançou rapidamente na digitalização de serviços essenciais, como pagamentos, crédito e compartilhamento de dados. Esse movimento trouxe muitos ganhos, mas também criou desafios importantes em segurança da informação, que ainda evoluem em ritmos diferentes entre setores. Fatores como grandes vazamentos de dados, a rápida expansão do PIX e do Open Finance, somados a níveis variados de maturidade em proteção de dados entre as empresas, ajudam a explicar algumas fragilidades do ecossistema digital brasileiro”, avalia o especialista em segurança cibernética, CEO e fundador da Security First, Fernando Corrêa.

Digitalização acelerada e superfície de ataque ampliada

O Brasil se transformou rapidamente em um laboratório de inovação financeira. O PIX registrou cerca de 313,3 milhões de transações em um único dia, em 5 de dezembro de 2025. O sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central possui mais de 1,5 bilhão de chaves cadastradas e 170 milhões de usuários pessoa física, segundo dados do Banco Central (BC).

Na mesma velocidade, o Open Finance ultrapassou 143 milhões de consentimentos ativos e cerca de 70 milhões de contas conectadas, envolvendo mais de 800 instituições participantes, de acordo com informações também divulgadas pelo BC.

Esse avanço, embora claramente positivo para a eficiência do sistema financeiro, também contribuiu para ampliar a chamada “superfície de ataque”, um efeito esperado em ambientes cada vez mais digitais. “Empresas de diferentes setores passaram a lidar diariamente com grandes volumes de dados sensíveis, que vão desde informações cadastrais até hábitos de consumo e preferências pessoais. Quando ocorrem incidentes de segurança, os impactos tendem a se propagar com mais rapidez, favorecendo fraudes mais complexas. No setor financeiro, que opera com transações em tempo real e movimenta recursos diretamente, esses desafios exigem atenção contínua, já que os ataques costumam ser mais frequentes e direcionados”, afirma Fernando Corrêa, da Security First.

O setor financeiro no centro dos ataques

Security Report 2025, da Check Point Software, mostra que, entre setembro de 2024 e fevereiro de 2025, cada instituição financeira brasileira sofreu, em média, 1.752 ciberataques por semana. O volume coloca o Brasil no topo do ranking global de ataques ao setor financeiro, acima da média mundial registrada em 2024, de 1.673 ataques semanais por empresa. Segundo o relatório, esse aumento está relacionado ao avanço acelerado da digitalização no país e à exploração de falhas em aplicações web, APIs e em serviços amplamente utilizados, como o PIX.

Casos concretos reforçam a gravidade do problema. Um dos episódios mais emblemáticos de 2025 foi a invasão à C&M Software, empresa responsável por custodiar transações via PIX entre instituições financeiras e o Banco Central. O ataque ocorreu por meio do uso indevido de credenciais internas, envolvendo um insider, e resultou no comprometimento de contas de reserva de pelo menos seis instituições financeiras, incluindo BMP, Banco Paulista, Credsystem e Banco Carrefour, conforme reportado pela ESET.

“É fundamental que empresas e consumidores compreendam o valor dos dados que produzem e compartilham. Nome, endereço, histórico financeiro e hábitos de consumo precisam ser tratados como ativos críticos, em conformidade com a LGPD”, destaca o diretor de Negócios da Lina Open X, Murilo Rabusky.

Para Murilo, a exposição do Brasil não se explica apenas por falhas tecnológicas, mas também pela baixa consciência do usuário sobre o valor dos próprios dados.“Em um ambiente cada vez mais digitalizado, os consumidores têm um papel vital na proteção das informações que compartilham. É essencial conhecer seus direitos — como acesso, correção e exclusão de dados — e adotar boas práticas, verificando a legitimidade das empresas, utilizando canais seguros e compreendendo como e por que seus dados estão sendo utilizados”, afirma.

Fraudes bilionárias e a migração do crime para carteiras digitais e criptoativos

O avanço dos meios digitais de pagamento — que inclui bancos, carteiras digitais, PIX e criptoativos — trouxe mais eficiência, velocidade e inclusão financeira para milhões de brasileiros. Paralelamente, como ocorre em qualquer ecossistema financeiro em expansão, surgem também tentativas de uso indevido dessas tecnologias por criminosos. O ponto central, no entanto, é que o mercado evoluiu de forma consistente em infraestrutura, regulação e segurança, com fintechs, infratechs e exchanges investindo continuamente em prevenção a fraudes, monitoramento de transações e educação do usuário.

Ainda assim, o crime digital no Brasil deixou de se restringir às fraudes bancárias tradicionais. Com a popularização de plataformas de pagamento instantâneo e ativos digitais, cibercriminosos passaram a tentar explorar ambientes de alta liquidez e velocidade de transação, não por fragilidade da tecnologia em si, mas pelo uso de engenharia social, falhas humanas e contas intermediárias.

Segundo a Serasa Experian, a expectativa foi impedir que, até o final de 2025, mais de R$ 70 bilhões chegassem às mãos de golpistas. Mesmo com esse esforço, o setor financeiro registrou alta de 21,5% nas fraudes em 2025 na comparação com o ano anterior, impulsionada principalmente por golpes envolvendo transferências instantâneas, mensagens falsas, contatos não solicitados e a falta de verificação por parte do usuário, práticas que afetam bancos, fintechs e plataformas digitais de forma transversal.

No caso dos criptoativos, investigações recentes apontam que eles podem ser utilizados como etapa posterior em esquemas de lavagem de dinheiro, especialmente quando há desconhecimento técnico ou descuido por parte do usuário. Especialistas destacam, porém, que o mercado cripto é hoje um dos que mais investem em rastreabilidade, compliance e ferramentas antifraude, com transações registradas em blockchain, monitoramento contínuo e atuação conjunta com autoridades.

Mais do que desconfiar da tecnologia, o cuidado deve estar na forma como o usuário interage com ela: desconfiar de mensagens não solicitadas, verificar padrões de comunicação do banco ou da plataforma, não compartilhar dados e utilizar apenas empresas reconhecidas, que contam com estrutura robusta de segurança e prevenção a riscos.

Ransomware e IA: uma ameaça em múltiplas frentes

O avanço do ransomware — ataque cibernético em que criminosos sequestram dados ou sistemas e exigem pagamento para sua liberação — é outro fator que ajuda a explicar por que o Brasil entrou definitivamente no radar do cibercrime global.

Segundo a Juniper Research, as perdas globais causadas por fraudes digitais podem chegar a US$ 400 bilhões até 2027, impulsionadas pela crescente digitalização e pela sofisticação dos métodos de ataque.

“As táticas de fraude estão em constante evolução, com criminosos utilizando tecnologias cada vez mais avançadas para enganar sistemas e pessoas. Isso gera perdas financeiras relevantes, aumento de custos operacionais, sobrecarga das equipes com investigações manuais, além de impacto direto na confiança de clientes e parceiros”, explica o Martech Leader da Keyrus, Lucas Monteiro.

Paralelamente, a Inteligência Artificial (IA) transformou o cenário dos golpes digitais. No Brasil, os deepfakes cresceram 830% entre 2022 e 2023, segundo o Relatório de Fraude de Identidade da Sumsub, ocorrendo com frequência cinco vezes maior do que nos Estados Unidos.

“Casos como a imagem falsa do Papa Francisco com um casaco da Balenciaga ou vídeos fabricados de explosões no Pentágono mostram como conteúdos sintéticos podem impactar mercados financeiros e a opinião pública em questão de minutos”, exemplifica o palestrante de Inteligência Artificial, especialista em dados, professor de MBA da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e autor do livro “Organizações Cognitivas: Alavancando o Poder da IA Generativa e dos Agentes Inteligentes”, Kenneth Corrêa.  

Em 2024, a empresa britânica Arup transferiu US$ 25 milhões para golpistas após uma videoconferência com executivos inteiramente gerados por IA. No Brasil, criminosos também passaram a replicar a imagem e a voz de jornalistas e políticos para aplicar fraudes financeiros.

“É fundamental que essas tecnologias sejam implementadas com responsabilidade, seguindo princípios de equidade, inclusão e prestação de contas. O uso ético da IA precisa estar no centro da transformação digital”, destaca Kenneth Corrêa.

LGPD, conscientização e o elo mais frágil

Apesar dos avanços regulatórios, a maturidade ainda é desigual. Cinco anos após a entrada em vigor da LGPD, cerca de 80% das empresas brasileiras ainda não estão totalmente adequadas à legislação, segundo pesquisa do Grupo Daryus.

Do lado do cidadão, o desafio é ainda maior: 20% dos brasileiros desconhecem a LGPD, de acordo com a Kaspersky, enquanto dados do DataSenado indicam que 24% da população já foi vítima de golpes digitais.

Para Lucas Monteiro, da Keyrus, o equilíbrio entre privacidade e uso estratégico de dados exige governança sólida e investimento contínuo. “Quando um consumidor compartilha dados em um e-commerce ou programa de fidelidade, ele precisa ter segurança. Ao mesmo tempo, as empresas precisam desses dados para personalizar experiências. O desafio está em criar um ambiente de confiança, com anonimização, consentimento claro e políticas robustas de segurança”, pontua.

Um problema estrutural e coletivo

O avanço do Open Finance e da digitalização financeira não deve ser interrompido, mas precisa ser acompanhado de governança, segurança e transparência. Um estudo da PwC mostra que 90% dos consumidores brasileiros consideram a proteção de dados decisiva para confiar em empresas, ao mesmo tempo em que exigem experiências personalizadas.

“Estamos entrando em uma era em que a privacidade deixou de ser apenas um direito e passou a ser uma expectativa básica da experiência digital. No entanto, isso só será sustentável se a segurança da informação for tratada como pilar estratégico, e não como um custo operacional”, destaca Lucas Monteiro.

Para Fernando Corrêa, da Security First, o enfrentamento desse cenário exige mudança de mentalidade. “A transformação digital é irreversível e trouxe ganhos inegáveis para a economia brasileira. Mas, sem segurança, governança e responsabilidade no uso dos dados, o país continuará ampliando sua exposição. Proteger informações precisa se tornar um compromisso inegociável de empresas, governos e da própria sociedade”, finaliza.

PMEs: Apenas 4,5% operam com alta eficiência digital no Brasil

Diante dos avanços no mercado da tecnologia e das mutações no comportamento do consumidor, as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) precisam ficar em alerta para investimentos inteligentes em tecnologia, para assim acompanhar as tendências do mercado. 

Segundo a Pesquisa de Maturidade Digital da ABDI, mesmo com a digitalização absorvendo 70% do setor, somente 4,5% das empresas operam com alto nível de eficiência digital. Isso indica que atualmente, cerca de 95,5% das empresas no mercado ainda sofrem com a estabilidade e desempenho da infraestrutura digital. 

A Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), também revela em um levantamento que 66% das micro e pequenas empresas nacionais ainda percorrem os estágios 1 e 2 de adoção da tecnologia em suas operações, sem evoluir dos estágios iniciais de maturidade digital. 

Para viabilizar financeiramente as operações dentro das organizações, a estabilidade da rede é um fator determinante. Visando mitigar os riscos operacionais, a Claro empresas criou um guia prático para as empresas testarem a velocidade da internet no dia a dia. 

Além das interrupções nas transações financeiras em tempo real, a instabilidade da conexão pode gerar falhas na sincronização de sistemas de gestão (ERP) e trazer prejuízos à imagem comercial da marca perante os consumidores. 

Conectividade e infraestrutura para IA e nuvem.

Segundo o Ministério das Comunicações (MCom), a tecnologia de fibra óptica integrada à expansão da cobertura 5G, que atingiu mais de 2 mil cidades brasileiras, permite o suporte a vários usuários em ferramentas de alto consumo de dados ao mesmo tempo. Isso acontece pela estabilidade da fibra que elimina as oscilações de sinal, garantindo a união do desempenho humano junto à capacidade dos softwares contratados. 

Na atualidade, 47% das PMEs brasileiras já adotaram ou planejaram a implementação de projetos de Inteligência Artificial, de acordo com a Serasa Experian. Para a execução das iniciativas, a infraestrutura de rede é um requisito técnico primordial. 

Ferramentas de IA e Computação em Nuvem atuam sob a demanda massiva de tráfego de dados. O uso da fibra óptica contribui para assegurar que o trâmite de dados ocorra corretamente, além de permitir que a automação dos processos entregue os índices de agilidade de acordo com os planos de negócios. 

Segurança de dados e eficiência no atendimento digital ao cliente.

A conformidade com a LGPD e a qualidade da comunicação, que possuem relação direta com a segurança da informação, dependem inteiramente da performance adequada da rede. Para possibilitar a realização de backups automáticos e em grande volume na nuvem, a estabilidade da fibra óptica maximiza a resistência das PMEs contra incidentes como o roubo de dados (ransomware). 

O fluxo permanente de dados proporciona a recuperação em tempo reduzido do sistema de janelas, estabelecendo a continuidade da operação e proteção do patrimônio digital das empresas. 

Entretanto, a conexão com baixa latência reflete na celeridade dos canais de suporte e atendimento ao cliente. Em um mercado onde a velocidade é essencial, a fibra óptica também elimina falhas em serviços de VoIP, sistemas de atendimento automatizado e videochamadas. 

Um diferencial estratégico para 2026 é o fluxo de comunicação ininterrupto, que impacta diretamente na taxa de conversão de vendas e na conservação de clientes em plataformas digitais.

IA no E-commerce: BTG Pactual Revela quem vence ou perde no Novo Mercado Digital

O BTG Pactual analisa a ascensão do “comércio conversacional” impulsionado pela inteligência artificial, com o ChatGPT emergindo como um novo player no cenário do e-commerce. Essa evolução promete beneficiar algumas empresas enquanto desafia outras, alterando fundamentalmente a dinâmica de vendas online.

A Nova Fronteira do Comércio Conversacional

O “comércio conversacional”, impulsionado por ferramentas como o ChatGPT, está saindo da fase experimental para se tornar uma realidade econômica. O BTG Pactual destaca a crescente integração do ChatGPT no ecossistema do e-commerce, onde comerciantes da Shopify já pagam uma taxa de transação de 4% sobre vendas realizadas através da plataforma. Essa movimentação é vista pelos analistas como a OpenAI lançando uma nova camada de marketplace.

A distribuição, historicamente um gargalo para vendedores digitais, está sendo abordada de forma inovadora. Enquanto a Amazon resolveu a descoberta de produtos através de pesquisa, o ChatGPT propõe uma interface diferente, onde os usuários descrevem suas necessidades em linguagem natural, em vez de usar palavras-chave. Com mais de um milhão de comerciantes Shopify acessíveis e bilhões de consultas anuais relacionadas a produtos, o ChatGPT já opera em uma escala comparável a marketplaces de médio porte.

Vantagens de Custo e Estrutura

Uma das principais disrupções apontadas pelo BTG reside nos custos. Na Amazon, um vendedor com US$ 1 milhão em volume bruto de mercadorias pode pagar entre 25% a 30% em taxas antes da logística, incluindo taxas de referência e publicidade. Em contrapartida, a taxa de transação de 4% do ChatGPT, combinada com o processamento de 2,9% do Shopify, resulta em um custo total de cerca de 7%. Essa estrutura é significativamente mais barata que a de concorrentes como Walmart, TikTok Shop e Etsy, com a vantagem adicional da ausência de promoção obrigatória ou sistemas de licitação.

Como o ChatGPT Transforma a Experiência de Compra

Quando um usuário faz uma pergunta relacionada a compras, como “melhor tênis de corrida por menos de R$ 500”, o ChatGPT exibe produtos relevantes da internet. Esses resultados são orgânicos e classificados por relevância. Se um produto for compatível com o “Instant Checkout”, o usuário pode finalizar a compra diretamente no chat, utilizando métodos de pagamento expressos ou cartões já cadastrados. Essa funcionalidade, inicialmente disponível para usuários nos EUA com vendedores do Etsy e posteriormente expandida para lojistas da Shopify, promete simplificar o processo de compra.

Impacto nos Players do Mercado

O BTG considera a entrada do ChatGPT como um marketplace um movimento estrategicamente negativo para plataformas estabelecidas que dependem de pesquisa paga, como Amazon e Google Shopping. Para o Shopify, a OpenAI surge como um aliado poderoso, ampliando o alcance dos comerciantes sem adicionar atrito. Vendedores podem se beneficiar de um canal com menor risco, onde a relevância do produto volta a ser uma vantagem competitiva. No entanto, permanece a dúvida sobre a sustentabilidade da monetização da OpenAI a longo prazo e se a plataforma conseguirá resistir à convergência para modelos de escassez paga.

Fontes

IA e No Code já impulsionam 70% dos novos aplicativos e mudam a lógica de criação de tecnologia

A combinação de Inteligência Artificial com plataformas No Code e Low Code está transformando a criação de produtos digitais. Empresas e empreendedores agora conseguem desenvolver aplicações complexas de forma mais rápida, gastando menos e sem depender tanto de times técnicos especializados. Os números comprovam essa virada: segundo o Gartner, até 70% das novas aplicações de empresas já são feitas com plataformas low code ou no code. É um reflexo direto da busca por mais agilidade e eficiência no mercado.

Renato Asse, fundador da Comunidade Sem Codar, a maior escola de No Code e IA da América Latina, avalia a tendência: “A inteligência artificial integrada a plataformas visuais revolucionou a forma de criar. O que antes demorava meses agora fica pronto em semanas. Agora quem cria tecnologia são os empreendedores, gestores e educadores. São pessoas que entendem os problemas de verdade, mas que antes precisavam de programadores para dar vida às suas ideias.”

O MIT Technology Review confirma esse movimento. Segundo a instituição, ferramentas de IA em plataformas visuais estão derrubando barreiras técnicas e acelerando a inovação. Com APIs de IA generativa cada vez mais acessíveis, as possibilidades explodiram. Hoje dá para criar automações inteligentes, plataformas educacionais completas e até soluções SaaS escaláveis.

Para Asse, essa transformação vai além da tecnologia: “Em 2026, combinar IA com No Code virou estratégia de negócio”, afirma. “Empresas que adotam esse caminho saem na frente. Lançam produtos em menos tempo, cortam custos e criam soluções que resolvem problemas reais do mercado. E tem mais: estão formando profissionais preparados para um mundo onde criar tecnologia não é mais privilégio de poucos.”

Shopee Reforça Presença na América Latina: Reentrada na Argentina e Foco Estratégico no Brasil

A Shopee, gigante do comércio eletrônico, está redefinindo sua estratégia na América Latina. A empresa anunciou sua reentrada no mercado argentino, ao mesmo tempo em que consolida o Brasil como seu principal centro de operações na região. Essa movimentação estratégica envolve a saída de operações em outros mercados, como Chile e Colômbia, para concentrar recursos e expertise no potencial de crescimento brasileiro.

Reorientação Estratégica na América Latina

A Sea Group, controladora da Shopee, está focando seus esforços no Brasil, que se tornou seu mercado mais robusto fora da Ásia. O país já conta com 25.000 funcionários, 3 milhões de comerciantes e 14 centros de distribuição. Essa base sólida permitirá à Shopee testar modelos de negócios transfronteiriços na Argentina, enfrentando a forte concorrência de gigantes como Mercado Livre, Amazon e TikTok.

A decisão de sair do Chile e da Colômbia visa concentrar recursos em mercados com maior potencial de crescimento escalável, como o Brasil, e explorar expansões de menor risco em mercados adjacentes através de operações transfronteiriças.

Otimização Logística e Expansão de Vendas no Brasil

No Brasil, a Shopee tem investido significativamente em sua rede logística para reduzir os tempos de entrega. A empresa já diminuiu em dois dias o tempo médio de entrega em seu serviço expresso no terceiro trimestre em comparação com o ano anterior. Na região metropolitana de São Paulo, uma em cada três encomendas é entregue no dia seguinte, e quase metade em até dois dias. Embora ainda atrás do Mercado Livre em velocidade, a Shopee tem diminuído a diferença, o que tem impulsionado vendedores a listar produtos de maior valor e atraído novos compradores com padrões de gastos mais fortes.

Parcerias Estratégicas e Crescimento de Marcas

A plataforma tem atraído grandes marcas para seu ecossistema no Brasil. A Ford lançou sua linha de peças Motorcraft na Shopee, expandindo o acesso a mais de 17.000 itens. Da mesma forma, a Motorola Brasil inaugurou sua loja oficial na plataforma. Essas parcerias reforçam o compromisso da Shopee em oferecer um ecossistema completo e conveniente para os consumidores brasileiros, além de impulsionar o crescimento de vendas e a consolidação no mercado de reparos automotivos e eletrônicos.

Desempenho em Eventos de Vendas

A Shopee registrou um desempenho recorde durante o evento de vendas 11.11 no Brasil, superando o volume total de vendas da Black Friday de 2024 ao meio-dia. Eletrodomésticos representaram mais de 10% das vendas nas primeiras 12 horas, subindo duas posições em relação ao ano anterior. A plataforma investiu R$20 milhões na campanha, competindo com as promoções agressivas de rivais como Mercado Livre e Amazon.

Amazon Rompe com os Correios dos EUA Após Prejuízos Bilionários

A gigante do comércio eletrônico Amazon está encerrando sua parceria com os Correios dos Estados Unidos (USPS) após registrar perdas financeiras significativas, estimadas em até US$ 9,5 bilhões. Essa decisão impactará diretamente o serviço de entrega, levantando preocupações sobre o futuro do USPS e seus trabalhadores.

O Fim de uma Era de Entregas

A Amazon, que dependia fortemente dos serviços dos Correios para entregas de última milha, especialmente em áreas rurais e de menor densidade populacional, decidiu buscar alternativas. A parceria, que permitia à Amazon utilizar a vasta rede do USPS para alcançar clientes em todo o país, tornou-se insustentável financeiramente para a empresa de Jeff Bezos. As perdas acumuladas ao longo dos anos levaram a essa drástica mudança estratégica.

Impacto nos Correios e Trabalhadores

O rompimento com a Amazon representa um golpe significativo para os Correios dos Estados Unidos. O USPS, que já enfrenta desafios financeiros e operacionais, perderá um de seus maiores clientes. Estima-se que até 100.000 empregos dentro da agência postal possam estar em risco como consequência direta dessa decisão. A dependência de contratos com grandes empresas como a Amazon tem sido crucial para a receita do USPS, e a perda desse acordo levanta sérias dúvidas sobre sua capacidade de continuar operando em sua forma atual.

Busca por Alternativas e o Futuro

A Amazon, por sua vez, já está explorando outras opções para suas entregas, incluindo a expansão de sua própria rede logística e parcerias com empresas de entrega privadas. A empresa busca otimizar seus custos e garantir a eficiência de suas operações de entrega. O futuro do USPS agora depende de sua capacidade de se adaptar a essa nova realidade, buscando novos contratos e possivelmente reestruturando suas operações para garantir sua viabilidade a longo prazo.

Soluções da Rimini Street resolvem desafios de processos de ERP de forma mais rápida e barata, usando ERP com Agentes de IA

Rimini Street (Nasdaq: RMNI), provedora global de suporte e ERP com Agentes de IA, e em suporte independente para softwares Oracle, SAP e VMware, anunciou a disponibilidade de 20 soluções Rimini Agentic UX™, impulsionadas pela ServiceNow®.

Resolvendo desafios de negócios reais usando o ERP com Agentes de IA

As soluções Rimini Agentic UX já estão em produção e ajudando organizações a alcançarem melhores resultados de negócios com economia, velocidade e agilidade – redefinindo como as organizações suportam, otimizam e inovam os processos de ERP. Cada solução é construída especificamente por especialistas em processos de ERP para resolver um desafio de negócio específico e entregar um retorno de valor em dias e semanas – não nos meses ou anos, como os períodos frequentemente exigidos para atualizações, migrações ou replataformização de softwares ERP tradicionais.

As 20 soluções de Rimini Agentic UX capacitam os clientes a automatizar e otimizar rapidamente processos de ERP de missão crítica, incluindo vendas e go-to-market, compras e fornecedores, dados mestres e de materiais, logística e atendimento, exceções de pedidos e remessas, operações de manutenção, gestão financeira e de despesas, e qualidade e conformidade. Essas soluções são facilmente implementáveis em ambientes ERP e se integram e orquestram sem interrupções, garantindo que as empresas possam modernizar os processos de negócios enquanto mantêm o controle total sobre seus roadmaps e orçamentos.

Os resultados para clientes incluem:

  • Prazos de aprovação reduzidos em 50–60%
  • Tempos de ciclo de pedidos reduzidos em 70–80%
  • Tempos de coordenação interdepartamental reduzidos em 60–70%
  • Prontidão para auditoria aumentada para 100%
  • Precisão e integridade dos dados melhoradas para >95%

Grupo Melitta, líder global em café, chá, equipamentos de preparo e produtos relacionados para consumidores e empresas em todo o mundo, viu o potencial em simplificar sua gestão de dados mestres de SKU com a solução Rimini Agentic UX para criação de SKU de materiais. A solução foi projetada para ser implementada sobre o sistema SAP existente do Grupo Melitta para permitir a criação, classificação e validação assistida por IA de materiais e dados mestres de SKU. Na prática, isso significa utilizar formulários digitais estruturados, validações incorporadas e fluxos de trabalho específicos por função para simplificar todo o processo.

“O Rimini Agentic UX nos deu uma visão funcional da automação de criação de SKUs e mostrou um potencial claro para agilizar um processo que historicamente era manual”, disse Daniel Buono, chefe de TI da Melitta. “Os resultados de ponta a ponta entregaram valor tangível e estão moldando nosso roadmap conforme avaliamos os próximos passos.”

Uma necessidade de execução de processos de ERP mais rápida e barata

Hoje, os licenciados de softwares ERP estão sob pressão crescente de seus fabricantes, como a SAP, para atualizar, migrar ou replataformizar projetos que podem ser caros, arriscados, demorados e de baixo valor, e que não resolvem de fato seus desafios de negócios ou atendem aos seus objetivos estratégicos. Além disso, espera-se cada vez mais que as organizações reduzam seu custo total de atendimento e modernizem os sistemas para entregar velocidade, agilidade e inteligência – capacidades que os softwares ERP monolíticos não foram projetados para fornecer.

Em seu white paper The Rise of Agentic AI ERP, a Rimini Street descreve por que o ERP não atende mais às demandas modernas e apresenta o ERP com Agentes de IA como o catalisador que redefine o que é possível.

O ERP está morto, dê as boas vindas ao ERP com Agentes de IA

Embora os softwares e versões de ERP existentes possam continuar fornecendo grande valor e sendo suportados pela Rimini Street com uma economia significativa por muitos anos, a Rimini Street acredita que o ERP está atingindo o pico de sua capacidade e que há pouco valor em investimentos adicionais em atualizações, migrações ou replataformização. Em vez disso, a Rimini Street acredita que novas capacidades de ERP serão implementadas no ERP com Agentes de IA, proporcionando mais agilidade e velocidade de mercado. Com as soluções do Rimini Agentic UX, a Rimini Street pode entregar o ERP com Agentes de IA de forma rápida e fácil como uma camada sobre os softwares e versões de ERP existentes.

ERP com Agentes de IA como uma vantagem estratégica

O ERP com Agentes de IA não é um conceito futuro, mas uma vantagem estratégica disponível agora com o Rimini Agentic UX, entregando ROI e valor em dias e semanas, em vez de meses ou anos. As soluções não estão simplesmente modernizando fluxos de trabalho e criando visibilidade operacional em toda a empresa. São motores inteligentes que estão reformulando estruturas de custos, reduzindo tempos de processos, criando capacidades estratégicas e capacitando as organizações a focarem no trabalho que impulsiona as operações comerciais e governamentais.

Rimini Agentic UX é a plataforma inteligente para processos de ERP

plataforma do Rimini Agentic UX combina orquestração impulsionada por IA, automação e princípios de design de UX para entregar uma interface unificada e complexa para fluxos de trabalho empresariais. Os clientes se beneficiam de produtividade aprimorada por IA e baseada em personas, além de visibilidade empresarial para experimentar novos níveis de eficiência e velocidade operacional. Posicionada sobre o ERP existente, o Rimini Agentic UX entrega automação inteligente de agentes que reduz a mão de obra, agiliza fluxos de trabalho e transforma a execução de processos de ERP em toda a empresa em escala.

“O software ERP tradicional carece da agilidade, flexibilidade e velocidade que as organizações exigem para responder ao ambiente global volátil e em constante mudança de hoje”, disse Vijay Kumar, EVP e CIO da Rimini Street. “O Rimini Agentic UX™ torna a execução de processos de ERP mais rápida e mais barata, acelera a automação e libera a organização para reduzir seu custo operacional e investir mais em inovação. O Rimini Agentic UX é um catalisador comprovado para vantagem competitiva e crescimento.”

Um caminho mais Inteligente para a transformação de processos de ERP sem interrupção

Milhares de organizações escolheram o Rimini Smart Path™, uma metodologia de três etapas para Suportar, Otimizar e Inovar em todo o portfólio de software empresarial. Com o Rimini Smart Path, as organizações podem financiar as soluções do Rimini Agentic UX dentro dos orçamentos existentes e sem atualizações ou migrações dispendiosas de software ERP impostas pelos fabricantes, para entregar produtividade acelerada, maior eficiência e resultados de negócios mais sólidos.

“A IA Agêntica é o próximo sistema de engajamento e execução para a empresa — movendo as organizações da ampliação para a automação, para agentes coordenados e, finalmente, conselheiros autônomos”, disse R “Ray” Wang, fundador e analista principal da Constellation Research. “O ERP com Agentes de IA é eficiência exponencial — 10x, 100x, 1000x e além — aplicada ao seu negócio principal. Agentes inteligentes orquestram seus processos, seus dados e seus resultados entre plataformas. Ele transforma o ERP de um sistema de registro em um sistema de ação que cria velocidade, eficiência e novas receitas.”

Saiba mais sobre o Rimini Agentic UX™ e assista a uma demonstração.

Novo relatório da Twilio destaca comportamentos e desafios envolvendo a IA conversacional para o mercado brasileiro e da América Latina

A Twilio, plataforma de engajamento do cliente que impulsiona experiências personalizadas em tempo real para as principais marcas da atualidade, divulga a 1ª edição do seu relatório “Por Dentro da Revolução da IA Conversacional”¹. O documento destaca as principais tendências, comportamentos e desafios relacionados à adoção, percepções e expectativas sobre a IA conversacional, e apresenta insights importantes para a América Latina e o Brasil.

Em sua primeira edição, o relatório posiciona a América Latina como líder mundial na implementação de IA para atendimento ao cliente. 31% das empresas da região afirmam já ter concluído o desenvolvimento e a implementação completa de IA conversacional para atendimento ao cliente, superando a média global de implementação, que atualmente é de 28%. Além disso, o Brasil se destaca na região, com 44% das empresas locais afirmando já terem concluído ou estarem na fase final de implementação e desenvolvimento de IA conversacional para atendimento ao cliente.

“Globalmente, os principais casos de uso de IA para CX são consultas simples, como obter informações sobre produtos, verificar o status de pedidos e se comunicar com representantes de atendimento ao cliente por meio de aplicativos de mensagens, especialmente o WhatsApp”, afirma José Eduardo Ferreira, Vice-Presidente Regional de Vendas para a América Latina. “Os consumidores da América Latina já interagem com a IA por meio de aplicativos de mensagens três vezes mais do que a média global, o que representa uma enorme oportunidade para as empresas brasileiras utilizarem esse canal para se conectarem melhor com seus clientes.”

Outros dados importantes apresentados no relatório incluem:

  • A América Latina criou seu próprio ritmo de inovação, consolidado pelo impacto real que essas soluções têm sobre o cliente: a maioria das organizações já considera a troca de soluções de IA em menos de 12 meses. Não há apego a tecnologias que se tornam obsoletas rapidamente devido à criação de novos hardwares e softwares mais avançados;
  • As empresas se recusam a usar um único modelo de IA: 94% das empresas latino-americanas seguem uma abordagem “multimodelo”, seja devido às categorias de soluções, casos de uso ou uma combinação visando um melhor desempenho em um modelo híbrido;
  • Persistem desafios em relação ao relacionamento com o cliente: existe um paradoxo ao discutir a percepção da empresa e a experiência real do cliente com a IA. As empresas acreditam que oferecem um serviço automatizado eficaz, mas os consumidores relatam falhas, especialmente na continuidade da conversa, particularmente na transição entre o agente automatizado e o agente humano. Enquanto 92% das organizações na América Latina afirmam que seus clientes estão um tanto ou muito satisfeitos com sua IA conversacional, apenas 61% concordam. No Brasil, a disparidade é de 96% para 66%. As empresas devem trabalhar para diminuir essa lacuna.

As conclusões do relatório são claras: os consumidores valorizam resoluções eficazes e rápidas acima de tudo, e sua disposição em interagir com agentes de IA está altamente condicionada ao desempenho do agente de IA.

As empresas que buscam reduzir a lacuna de satisfação do cliente com IA e oferecer experiências confiáveis, empáticas e personalizadas devem se concentrar em: resolução eficaz de problemas, e não apenas velocidade; transições aprimoradas entre agentes de IA e agentes humanos; segurança, privacidade e transparência reforçadas para construir a confiança do cliente; e soluções omnicanal adaptáveis com uma infraestrutura tecnológica flexível e componível que suporte múltiplos modelos de IA.

À medida que essas empresas se preparam para substituir suas soluções atuais nos próximos 12 meses, investimentos adicionais em interoperabilidade e modularidade desempenharão um papel fundamental no fortalecimento de sua capacidade de adaptação em um futuro mais distante.

O relatório completo pode ser visualizado aqui.

Metodologia

A Twilio entrevistou 4.800 consumidores globais e 457 líderes empresariais (diretores em tempo integral ou cargos superiores em empresas B2B e B2C) em 12 países, entre 7 de agosto e 4 de setembro de 2025, com mais 3 países pesquisados entre 10 e 17 de outubro de 2025.

¹A Twilio realizou esta pesquisa utilizando um questionário online elaborado pela Method Research e distribuído pela RepData. Os dados foram coletados de 7 de agosto a 4 de setembro de 2025, com uma pesquisa adicional em 3 países realizada de 10 a 17 de outubro de 2025.