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O novo delivery que transforma 2026 em um ano de virada

Depois de anos sendo tratado como uma simples camada logística, o delivery finalmente assume sua verdadeira natureza: um ecossistema. Como tem defendido Diego Barreto, CEO do iFood, o delivery deixou de ser apenas um canal de entrega para se consolidar como uma infraestrutura que molda hábitos de consumo, gera recorrência e cria novas dinâmicas econômicas. Em 2026, não falamos mais de um serviço que leva algo de um ponto ao outro, mas de um ecossistema que conecta conveniência, dados, frequência e novas economias.

A chamada “guerra do delivery”, intensificada agora pela presença de três grandes competidores nacionais, acelerou uma transformação que já estava em curso. A disputa deixou de ser apenas por participação de mercado e passou a ser por relevância no cotidiano das pessoas. Neste cenário, quem opera delivery hoje precisa entender que está disputando tempo, preferência e recorrência na vida do consumidor.

O modelo tradicional, baseado exclusivamente em refeições prontas, já não sustenta o crescimento no ritmo que o mercado exige. O consumidor mudou e ampliou suas expectativas. O que ele deseja agora é um ponto único de conveniência. É daí que nasce o “novo delivery”.

Vemos aplicações se transformando em verdadeiros hubs de serviços, com portfólio cada vez mais diversificado: compras de mercado, farmácia, refeições prontas, itens de última hora, produtos por assinatura, cafés diários entregues diretamente ao cliente, e até formatos inovadores, que conectam produção e demanda de maneira mais inteligente e compartilhada.

Essa expansão não é apenas estratégica, mas inevitável. O delivery que prospera em 2026 é o que consegue se posicionar funcionando como uma camada essencial para consumo rápido, abastecimento doméstico e rotinas de trabalho. Entramos em uma fase em que a plataforma não responde só às necessidades, mas desenha comportamentos.

Estamos deixando para trás o capítulo em que o delivery era visto como comodidade esporádica. Agora, ele se consolida como canal primário de consumo diário. A grande mudança é entender que quem lidera esta nova fase não é quem entrega mais rápido, mas quem constrói ecossistemas mais robustos e integrados.

Se 2025 foi o ano da reorganização operacional, 2026 é o ano da expansão inteligente. Um ano em que eficiência logística será apenas o ponto de partida. O verdadeiro diferencial estará na capacidade de integrar verticalizações, ampliar serviços, criar recorrência e antecipar o que o consumidor vai desejar antes mesmo de verbalizar. Sua empresa está preparada para esta nova era?!

*Ricardo Longa é CEO da voa.delivery, hub logístico completo que leva inteligência às operações de delivery, gerando eficiência financeira e operacional para restaurantes. A startup já intermediou mais de 2 milhões de entregas, atende mais de 2.500 restaurantes em todo o Brasil, conta com 5.500 entregadores cadastrados e registra um tempo médio de 1 minuto e meio para que os estabelecimentos encontrem os entregadores mais adequados. Recentemente, a voa.delivery iniciou operações em Porto Alegre e agora está presente nas três capitais da Região Sul, reforçando sua estratégia de expansão e consolidação regional.

ID Logistics dobra de tamanho no Brasil em três anos

A ID Logistics Brasil, operadora multinacional de logística contratual, registrou um crescimento no mercado nacional, mais que dobrando de tamanho nos últimos três anos. A expansão é sustentada pela implementação de grandes projetos (start-ups) para clientes em 2025, demonstrando a capacidade da empresa em executar go-lives em prazos desafiadores e manter a excelência operacional desde o primeiro dia.

O desempenho no Brasil acompanha o ritmo global do Grupo ID Logistics, que atingiu € 3,3 bilhões em receitas em 2024. Em 2025, a companhia expandiu sua presença internacional ao iniciar operações no Canadá, seu 19º país de atuação, mantendo planos de expansão orgânica e via aquisições ao redor do mundo.

No mercado brasileiro, a estratégia de crescimento envolveu a abertura de novos centros de distribuição em localizações estratégicas. Gilberto Lima, CEO da ID Logistics Brasil, destaca que o país possui papel estratégico dentro do Grupo, aumentando a responsabilidade com resultados de alto desempenho. O executivo ressalta a importância de alinhar o crescimento da empresa ao sucesso dos parceiros de negócio.

“Vivemos um momento de transformação profunda nas cadeias logísticas, no comportamento do consumidor e nas exigências do mercado. Sabemos que a logística não é somente um viabilizador, mas sim um completo diferencial competitivo em termos de negócio. Quem entrega mais rápido? Quem entrega em melhores condições? Quem entrega com os menores custos? Quem entrega a melhor experiência para o cliente?”, afirma Gilberto Lima

A empresa mantém o foco em pilares como segurança, responsabilidade social, desenvolvimento e inovação para sustentar o crescimento. A adoção de ferramentas digitais, como check-list eletrônico e gestão visual por E-Cockpit em múltiplas unidades, reforça a padronização e a eficiência dos processos.

“Nós acreditamos que o verdadeiro sucesso acontece quando ele é compartilhado. O nosso crescimento só é possível porque está diretamente ligado ao sucesso dos nossos clientes. Cada resultado positivo que alcançamos nasce de operações construídas em conjunto, baseadas em confiança, colaboração e excelência”, complementa o CEO.

PERSPECTIVAS

Para este próximo ciclo, a ID Logistics Brasil projeta a continuidade de metas ambiciosas para 2026, com propostas de crescimento acelerado. A companhia segue atenta a oportunidades de aquisições estratégicas que fortaleçam sua abrangência e portfólio de soluções no território nacional.

“Continuamos comprometidos na construção de parcerias de longo prazo, porque entendemos que ganhos reais de produtividade e de custos nascem da maturidade das operações e da estabilidade das nossas parcerias. Esse é o nosso maior driver: relações sólidas e operacionalmente excelentes”, conclui Gilberto Lima.

Microsoft anuncia lançamento do Maia 200, chip de inteligência artificial para competir com Google e Amazon

A Microsoft anunciou o lançamento do Maia 200, seu novo chip de inteligência artificial (IA) projetado para inferência, visando reduzir custos e aumentar a eficiência em seus serviços de nuvem. Este movimento estratégico intensifica a competição com a Amazon e o Google, que também desenvolvem seus próprios hardwares para IA.

Principais Destaques

  • Desempenho Superior: O Maia 200 promete superar aceleradores de IA da Amazon e do Google em tarefas de inferência.
  • Eficiência de Custo: Oferece um ganho de aproximadamente 30% em desempenho por dólar em comparação com o hardware anterior da Microsoft.
  • Integração Estratégica: Será utilizado em serviços chave como Azure, Microsoft Foundry, Microsoft 365 Copilot e modelos da OpenAI.
  • Tecnologia Avançada: Fabricado com tecnologia de 3 nanômetros da TSMC, possui mais de 100 bilhões de transistores e memória HBM3e.

Competição Acelerada no Mercado de IA

A Microsoft deu um passo significativo no mercado de hardware de inteligência artificial com o anúncio do Maia 200. Este novo chip, focado na etapa de inferência – onde modelos de IA já treinados geram respostas e previsões –, foi projetado para ser mais econômico e eficiente. A empresa afirma que o Maia 200 oferece um desempenho até três vezes superior ao do Amazon Trainium de terceira geração e supera o TPU de sétima geração do Google em determinados cálculos.

Inovação e Desempenho do Maia 200

Produzido pela TSMC utilizando tecnologia de 3 nanômetros, o Maia 200 conta com mais de 100 bilhões de transistores e utiliza memória HBM3e de 216 GB. O chip é otimizado para computação de baixa precisão, comum em modelos de IA modernos, permitindo respostas mais rápidas e menor consumo de energia. A Microsoft destaca um ganho de cerca de 30% em desempenho por dólar em relação ao hardware que já utiliza em seus data centers.

Aplicações e Futuro

O Maia 200 já está em operação em um data center da Microsoft nos Estados Unidos e será integrado à plataforma de computação em nuvem Azure. Ele impulsionará diversos serviços da empresa, incluindo o Microsoft Foundry, o Microsoft 365 Copilot e os modelos mais recentes da OpenAI, como o GPT-5.2. Internamente, a equipe de Superinteligência da Microsoft utilizará o chip para gerar dados sintéticos e aprimorar futuros sistemas de IA. A Microsoft também está disponibilizando um kit de desenvolvimento de software (SDK) para facilitar a adoção do chip por desenvolvedores.

Estratégia de Mercado

O lançamento do Maia 200 reflete a crescente tendência das grandes empresas de nuvem em desenvolver seus próprios chips de IA para reduzir a dependência de fornecedores como a Nvidia e para otimizar o desempenho e os custos de seus serviços. A Microsoft, ao lançar um conjunto de ferramentas de software robusto, busca competir diretamente com gigantes de semicondutores e outros provedores de nuvem que buscam dominar este mercado em expansão.

Estudo com 48 mil profissionais indica que uso de IA sem capacitação eleva risco de projetos com baixo retorno

Com base em pesquisa global da KPMG em 47 países, com 48 mil pessoas economicamente ativas, especialistas em Inteligência Artificial analisam por que empresas passam a separar iniciativas que geram valor das que apenas escalam custos. Para as estrategistas Aline Lefol e Tiene Colins, coautoras do livro “IA para Negócios – Guia prático para pequenas e médias empresas”, esse descompasso ajuda a explicar por que parte dos projetos de IA não entrega o retorno financeiro prometido e, em alguns casos, passa a representar aumento de custo operacional.

A pesquisa mostra que a IA já é amplamente utilizada no trabalho, muitas vezes sem preparo adequado ou avaliação crítica dos resultados. Do ponto de vista econômico, essa lacuna entre adoção e letramento dificulta a captura efetiva de ganhos de produtividade e aumenta o risco de investimentos com retorno abaixo do esperado, especialmente em projetos vendidos internamente como grandes alavancas de eficiência.

Na análise de Aline Lefol, CEO e fundadora da IA2YOU, empresa especializada em Inteligência Artificial aplicada a negócios, o problema não está na tecnologia, e sim na forma como ela é aplicada. Segundo a executiva, iniciativas que começam pela ferramenta, e não por um problema claro de negócio, tendem a gerar ganhos marginais ou retrabalho. “IA só cria valor quando está conectada a objetivos mensuráveis, como redução de custo, tempo ou falhas em processos específicos. Sem isso, o projeto corre o risco de escalar despesa mais rápido do que resultado”, avalia.

O levantamento da KPMG também aponta desafios relacionados à confiança e à governança no uso da tecnologia, fatores que contribuem para uma postura mais cautelosa das empresas. Após um período de forte entusiasmo, cresce no mercado a percepção de que nem toda aplicação de IA justifica o investimento, especialmente em um cenário de pressão por eficiência e controle orçamentário.

Para Tiene Colins, estrategista e consultora de IA, o momento reflete uma transição importante na maturidade da adoção. “A ideia de que a IA serve para qualquer problema começa a ser substituída por uma visão mais pragmática. Quando não há dados estruturados, integração com sistemas como CRM e ERP ou regras claras de operação, a tecnologia tende a amplificar ineficiências existentes”, afirma.

Entre os padrões de falha mais recorrentes observados em diferentes setores estão a automação de processos ainda instáveis, a ausência de governança clara, expectativas irreais de substituição do julgamento humano e a falta de métricas objetivas para acompanhar resultados. Nesses casos, a IA pode aumentar escaladas para atendimento humano e custos operacionais, em vez de reduzir gargalos.

As estrategistas alertam ainda que nem todo processo digitalizável deveria ser automatizado. Atividades com alto risco regulatório ou financeiro, forte dependência de empatia ou ausência de padrões bem definidos exigem validação humana ou maior controle para evitar prejuízos.

Essa abordagem prática e orientada a resultados é aprofundada no livro IA para Negócios – Guia prático para pequenas e médias empresas, de autoria das estrategistas. A obra propõe critérios objetivos para ajudar líderes a identificar quais processos realmente justificam o uso de Inteligência Artificial e como evitar projetos que consomem orçamento sem gerar impacto mensurável. Em um mercado cada vez mais pressionado por eficiência, o diferencial competitivo passa menos por adotar IA indiscriminadamente e mais por utilizá-la com critério, governança e foco em retorno real.

Sobre o livro “IA para Negócios – Guia Prático”

“IA para Negócios – Guia Prático” é o primeiro manual voltado às pequenas e médias empresas que desejam transformar resultados com Inteligência Artificial de forma acessível e realista. Escrito por Aline Lefol e Tiene Colins, que orientam empreendedores e gestores na aplicação prática da tecnologia em diferentes setores, o livro apresenta ferramentas simples, casos reais e um passo a passo estratégico para implementar soluções sem necessidade de conhecimento técnico. Com linguagem clara e foco prático, a obra mostra como a IA já está ao alcance de qualquer empreendedor e oferece ainda o suporte da Lia, assistente virtual exclusiva que acompanha a jornada do leitor em tempo real.

Mercado global de IA na educação deve crescer mais de 36% em 2026, aponta estudo

O mercado global de inteligência artificial aplicada à educação deve crescer de US$ 18,6 bilhões em 2025 para US$ 25,4 bilhões em 2026, com uma taxa de crescimento anual superior a 36%, segundo relatório recente da consultoria internacional Global Growth Insights, especializada em análises de mercado e projeções setoriais.

De acordo com o estudo, esse avanço é impulsionado principalmente pela adoção de plataformas digitais que integram inteligência artificial a rotinas educacionais, oferecendo personalização do aprendizado, automação de processos e suporte sob demanda para estudantes. O relatório destaca que a tecnologia vem deixando de ser apenas um recurso complementar e passa a ocupar um papel estrutural na forma como alunos aprendem e acessam apoio pedagógico.

A consultoria aponta ainda que soluções digitais baseadas em IA ganham espaço por responderem a desafios recorrentes do sistema educacional, como a falta de acompanhamento individualizado, a limitação de tempo dos professores e a necessidade de apoio fora do horário escolar.

Nesse cenário, plataformas que combinam tecnologia e interação humana vêm se tornando cada vez mais relevantes para famílias que buscam apoio educacional contínuo, especialmente fora do horário escolar. Um exemplo é o TutorMundi, plataforma brasileira de monitoria online que oferece plantão de dúvidas, aulas particulares e orientação de estudos sob demanda, conectando estudantes a tutores em tempo real.

Desde sua criação, a plataforma já ultrapassou a marca de meio milhão de aulas particulares e um milhão de monitorias realizadas, atendendo principalmente alunos do ensino fundamental e médio. O volume reflete uma demanda crescente por soluções digitais que consigam escalar o atendimento sem abrir mão do acompanhamento individual, uma das tendências destacadas pela Global Growth Insights para os próximos anos.

Para Vanessa, mãe da estudante Rafaela, de 11 anos, a principal diferença está na praticidade e na personalização do atendimento. “O que mais me chamou atenção no TutorMundi foi a possibilidade de minha filha estudar em casa, no horário que ela precisa, com explicações direcionadas à dúvida dela. Antes, tentei reforço presencial, mas não funcionou como esperado. Com a monitoria online, ela conseguiu entender melhor os conteúdos e se sentir mais confiante nos estudos”, relata.

Segundo analistas da Global Growth Insights, a tendência é que a inteligência artificial continue se expandindo no setor educacional nos próximos anos, à medida que escolas e famílias buscam soluções mais flexíveis, acessíveis e alinhadas à rotina digital dos estudantes. O estudo indica que a consolidação dessas plataformas deve redefinir o papel da tecnologia na educação, tornando o suporte personalizado parte central da experiência de aprendizagem.

Monitoramento inteligente de processos viabiliza o crescimento previsível de grandes plataformas digitais

Em empresas digitais que operam em ritmo acelerado, crescer deixou de ser apenas uma questão de volume. Sustentar a escala exige visibilidade contínua dos processos, capacidade de antecipar gargalos e decisões baseadas em dados confiáveis. É nesse contexto que plataformas de grande porte, como o iFood, passaram a investir em modelos mais maduros de gestão operacional e monitoramento de sistemas.

Com uma operação que conecta milhões de pedidos por mês, centenas de milhares de restaurantes e uma extensa rede de entregadores, a plataforma de entregas lida diariamente com um ecossistema tecnológico altamente complexo. Para manter eficiência e previsibilidade nesse ambiente, a companhia passou a adotar ferramentas de monitoramento e excelência de processos, aliadas a uma atuação consultiva especializada.

Nesse cenário, a EPI-USE atua como advisor estratégico, apoiando a empresa principalmente na utilização do LeanIX e Signavio, soluções SAP voltadas ao monitoramento contínuo de sistemas e processos críticos. A ferramenta permite identificar falhas operacionais, gargalos estruturais, instabilidades e oportunidades de melhoria em tempo real, oferecendo uma visão integrada do desempenho dos sistemas, sejam eles SAP ou não.

Diferentemente de projetos tradicionais de implementação, a atuação da EPI-USE está concentrada no aconselhamento técnico, gestão de ambientes SAP, suporte contínuo e boas práticas de excelência operacional. Atualmente, uma equipe multidisciplinar de consultores atua de forma recorrente junto à companhia, funcionando como uma extensão estratégica da área de tecnologia e processos do cliente.

Um dos desdobramentos mais relevantes dessa atuação foi o reconhecimento do iFood como case global de referência no uso do LeanIX. A experiência da empresa brasileira foi apresentada em evento internacional da SAP, em Austin (EUA), como exemplo de como o monitoramento inteligente de processos pode apoiar operações em larga escala e ambientes de alta complexidade.

Além do monitoramento operacional, a consultoria também contribui com orientações sobre integração de sistemas, uso estratégico de inteligência artificial nos ambientes SAP e avaliação de soluções complementares de gestão de processos, reforçando uma abordagem que vai além da execução técnica e se posiciona como suporte à tomada de decisão.

Para a plataforma delivery, esse modelo permite avançar para uma gestão mais preditiva, reduzindo riscos operacionais e aumentando a capacidade de resposta em um mercado que exige velocidade, confiabilidade e precisão. Para a EPI-USE, o projeto simboliza como a consultoria especializada pode gerar impacto mesmo sem protagonizar implementações diretas, atuando como facilitadora da maturidade digital de grandes organizações.

Em um cenário econômico marcado por competitividade crescente e pressão por eficiência, a experiência reforça que crescimento sustentável passa, cada vez mais, por excelência de processos, dados bem utilizados e decisões apoiadas por tecnologia, sobretudo, por orientação estratégica qualificada.

Embalixo destaca importância do Pós-NRF 2026 para discutir tendências do varejo brasileiro 

A Embalixo, líder no mercado brasileiro de embalagens plásticas flexíveis para o consumo doméstico, com forte atuação na produção e comercialização de sacos para lixo, especialmente sustentáveis, marca presença no NRF 2026, maior evento global do varejo, realizado em Nova York, e no Pós-NRF ABRAS 2026, que acontece no dia 27 de janeiro, em São Paulo. O CEO da companhia, Rafael Costa, representa a Embalixo nos encontros, reforçando o posicionamento estratégico da empresa junto aos principais debates sobre inovação, consumo e  desempenho do varejo. A companhia tem como clientes os maiores grupos varejistas do país.

Os eventos ganham destaque especial por reunir líderes e executivos do setor para analisar, de forma aplicada ao mercado brasileiro, os principais insights apresentados no NRF. 

Patrocinadora do evento, a Embalixo integra a programação como uma das marcas que vêm se destacando pela conexão direta com o varejo supermercadista e pela capacidade de transformar tendências em soluções concretas para o ponto de venda. A companhia conquistou 48% de market share em seu nicho em 2025 e projeta manter sua liderança em 2026, impulsionando um crescimento de 22% em receita a partir da ampliação do consumo de sacos para lixo no país. 

Embalixo, empresa líder no segmento de embalagens para o consumo doméstico, com forte atuação na produção e comercialização de sacos para lixo, especialmente sustentáveis, marca presença no NRF 2026, maior evento global do varejo, realizado em Nova York, e no Pós-NRF ABRAS 2026, que acontece no dia 27 de janeiro, em São Paulo. O CEO da companhia, Rafael Costa, representa a Embalixo nos encontros, reforçando o posicionamento estratégico da empresa junto aos principais debates sobre inovação, consumo e desempenho do varejo.

Os eventos ganham destaque especial por reunir líderes e executivos do setor para analisar, de forma aplicada ao mercado brasileiro, os principais insights apresentados no NRF. Patrocinadora do evento, a Embalixo integra a programação como uma das marcas que vêm se destacando pela conexão direta com o varejo supermercadista e pela capacidade de transformar tendências em soluções concretas para o ponto de venda.

“Participar de eventos como o NRF e o Pós-NRF ABRAS é fundamental para estarmos conectados às transformações do varejo global e, ao mesmo tempo, contribuir com a evolução do mercado brasileiro. A Embalixo nasceu com foco em inovação e sustentabilidade, e esses encontros nos permitem reforçar esse compromisso junto aos nossos parceiros comerciais”, afirma Rafael Costa, CEO da Embalixo, que tem uma trajetória de crescimento consistente no varejo nacional, com vendas diretas em grandes redes de supermercados.

O setor brasileiro de embalagens, um dos mais relevantes da indústria de transformação, registrou um valor bruto de produção de cerca de R$165,9 bilhões em 2024, com crescimento consistente nos últimos anos e geração de mais de 273 mil empregos diretos no País, segundo dados setoriais. 

Dentro desse universo, as embalagens plásticas flexíveis, que incluem filmes, sacos e soluções para o consumo doméstico, representam uma fatia expressiva da produção e seguem em expansão. Ao mesmo tempo, o avanço das embalagens sustentáveis desponta como uma das principais tendências do mercado, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor, exigências ambientais e compromissos ESG das empresas. Inserida nesse contexto, a Embalixo se destaca como pioneira no desenvolvimento de sacos para lixo sustentáveis no Brasil, alinhando inovação, responsabilidade ambiental e forte presença no varejo supermercadista.

O Pós-NRF ABRAS 2026 acontece no Teatro WTC, em São Paulo, e reúne executivos, especialistas e lideranças do setor supermercadista para debater as principais tendências do varejo mundial e seus impactos no mercado nacional.

Dia Internacional da Proteção de Dados ganha maturidade

O Dia Internacional da Proteção de Dados, celebrado pelo quinto ano no Brasil em 28 de janeiro próximo, cresce em maturidade ao mesmo tempo em que o cenário de risco se torna mais sofisticado, impulsionado pela inteligência artificial operando ativamente — tanto para defesa quanto para ataque. Modelos de IA, fluxos de informação e dados de treinamento se tornaram novas superfícies de vulnerabilidade, enquanto ambientes híbridos, multicloud e aplicações SaaS ampliam a circulação de dados sensíveis. De acordo com o IDC Latin America Security Report72% das organizações da região planejam aumentar investimentos em proteção de dados e governança digital, reflexo direto da percepção de que segurança deixou de ser um tema técnico e passou a ser um imperativo estratégico.

Apesar dos desafios, empresas brasileiras avançaram na adoção de práticas como zero trust, observabilidade contínua, segurança desde o design e políticas robustas de Data Loss Prevention, reconhecendo que comunicação segura, governança de IA e controle granular de acessos são pilares da continuidade dos negócios. A proteção de dados deixou de ser reativa e se tornou preventiva, permitindo que a informação — a verdadeira joia da coroa das organizações — seja tratada como um ativo seguro, com mais visibilidade, previsibilidade e resiliência.

Confira a seguir os comentários de alguns players do mercado:

“O amadurecimento da proteção de dados no Brasil acontece em paralelo a uma mudança radical no cenário de risco. A IA passa a operar em escala nos dois lados, com ataques automatizados crescentes e uso cada vez maior de defesas baseadas em agentes. Ao mesmo tempo, modelos, dados de treinamento e fluxos de informação se tornam novas superfícies de ataque. Proteger dados, hoje, significa combinar governança de IA, controle de identidade, proteção de dados e observabilidade como fundamentos de qualquer estratégia de segurança.” Claudio Bannwart, country manager da Netskope no Brasil.

“Celebrar o Dia Internacional da Proteção de Dados, em seu quinto ano no Brasil, é reafirmar um valor que nos move profundamente: confiança. Na Teletex, entendemos que cada dado representa uma história, uma escolha, uma vida. Por isso, nossa responsabilidade vai além da tecnologia — é um compromisso humano, diário e inegociável. Trabalhamos para que cada pessoa se sinta segura em um mundo cada vez mais digital, porque proteger dados é proteger relações, e relações são o que sustentam o futuro que queremos construir.” Cristiano Buss, CEO da Teletex

“A segurança da informação deixou de ser um componente isolado da infraestrutura de TI e passou a ser um requisito estratégico de negócio. Hoje, organizações operam em ambientes cada vez mais distribuídos, com dados transitando entre nuvem, aplicações SaaS, dispositivos pessoais e ecossistemas de parceiros, o que amplia significativamente a superfície e os riscos de ataques. Proteger dados pessoais exige uma abordagem integrada, baseada em princípios como zero trust, controle granular de acessos e observabilidade contínua. Na Citrix, entendemos que essa proteção vai além da conformidade regulatória e está diretamente ligada à capacidade de garantir visibilidade, governança e resiliência operacional, especialmente diante da crescente adoção de inteligência artificial”. Luciana Pinheiro, diretora da Citrix Latam no Brasil.

“Durante muito tempo, falar em proteção de dados era pensar apenas em arquivos e sistemas. Hoje, grande parte das informações sensíveis das empresas trafega pela rede: chamadas, gravações, integrações e dados em tempo real. Proteger esses dados passa, necessariamente, por garantir a disponibilidade, a integridade e a confiabilidade da infraestrutura de telefonia. Comunicação segura não é apenas uma questão técnica, é um pilar da continuidade estratégica dos negócios.” Cristiano Alves, diretor comercial da TIP Brasil.

“No Dia Nacional da Proteção de Dados, fica claro que o risco não está apenas fora das empresas, mas também dentro delas. Muitas organizações ainda não têm visibilidade sobre como informações sensíveis circulam por e-mail e pela rede. Em um cenário real, a ausência de medidas de Data Loss Prevetion só foi percebida quando uma tentativa de envio de dados confidenciais veio à tona durante uma prova de valor. A partir daí, a tecnologia passou a atuar como aliada do compliance e da governança. Proteger dados hoje é antecipar riscos antes que eles virem incidentes. Proteger dados de forma preventiva transforma a informação em um ativo seguro, com mais visibilidade, previsibilidade e menos riscos.” Isabel Silva, diretora de Security Business Development da Add Value.

“O Dia Internacional da Proteção de Dados é uma oportunidade para refletir sobre como o papel da proteção de dados se transformou profundamente no Brasil nos últimos cinco anos. O que antes era uma discussão centrada na infraestrutura evoluiu para um conjunto mais amplo de desafios relacionados à gestão de dados. À medida que a IA acelera a criação, a movimentação e a valorização dos dados, ela também redefine o cenário de ameaças, tornando os ataques cibernéticos mais rápidos, automatizados e disruptivos. Nesse contexto, proteger dados deixou de ser apenas uma questão de prevenir violações e passou a envolver a capacidade das organizações de responder e se recuperar na mesma velocidade do ataque. Os líderes que adotarem uma estratégia de resiliência cibernética centrada em dados, integrando governança, soberania, segurança e recuperação rápida, estarão mais preparados para construir uma resiliência operacional consistente na era da IA.”  Paulo de Godoy, country manager, Pure Storage Brasil.

“A cibersegurança deixou de ser apenas uma medida defensiva para se tornar parte inseparável da presença digital de pessoas e empresas, sendo um compromisso indispensável para fortalecer reputações e impulsionar a inovação. Adotar práticas robustas de segurança digital fortalece a relação com clientes e parceiros, além de ser um pilar para a reputação e sustentabilidade de qualquer organização. Investir em soluções integradas de proteção de dados é fundamental para garantir liberdade, privacidade e continuidade dos negócios em um mundo cada vez mais conectado.” Bruno Rigatieri, diretor Comercial e de Marketing da WDC Networks.

“A proteção de dados deixou de ser um tema restrito à conformidade ou à tecnologia isolada. Em um ambiente cada vez mais distribuído, onde aplicações, dados e operações estão espalhados entre data centers, nuvem e borda, proteger a informação significa garantir continuidade, disponibilidade e capacidade de recuperação. Empresas que enxergam a proteção de dados apenas como defesa estão sempre reagindo; aquelas que a tratam como parte da estratégia de negócio constroem resiliência, confiança e sustentabilidade digital no longo prazo.”  José Roberto Rodrigues  – country manager & alliances manager da  Adistec Brasil .

“Proteger dados é, acima de tudo, proteger pessoas. Em um cenário onde ataques digitais exploram comportamentos antes mesmo da tecnologia, a verdadeira defesa nasce da consciência, da educação contínua e da inserção da segurança na cultura, DNA e dia a dia das organizações. Quando colaboradores entendem seu papel e se tornam parte ativa da proteção da informação, a segurança deixa de ser obrigação e passa a ser valor, fortalecendo a confiança, a ética e a sustentabilidade dos negócios no mundo digital.” Glauco Sampaio, CEO da BeePhish.

StartSe promove evento online com os principais insights da NRF 2026 para o varejo brasileiro

Escola internacional de negócios cujos líderes frequentam a NRF há mais de uma década, a StartSe promove nesta quarta-feira (28) às 18h um evento online para apresentar ao varejo nacional os principais insights, tendências e provocações da NRF 2026, maior conferência mundial do setor, realizada anualmente em Nova York.

O encontro é voltado a empresários, executivos e profissionais que buscam compreender, de forma prática e contextualizada, como as transformações discutidas no palco da NRF impactam diretamente o mercado brasileiro. A proposta da StartSe é ir além do hype tecnológico, traduzindo os aprendizados globais em estratégias aplicáveis à realidade do varejo no Brasil.

Durante o evento, especialistas da StartSe compartilharão uma curadoria dos temas mais relevantes da edição 2026, que aprofundou debates sobre inteligência artificial, tomada de decisão, identidade de marca, experiência do consumidor, eficiência operacional e novos modelos de crescimento. Temas como a aplicação de agentic commerce, a transformação da jornada de compra com a IA e a personalização da experiência do cliente foram destaques durante o evento. A análise considera tanto os movimentos das grandes redes globais quanto os reflexos para empresas de médio e pequeno porte.

O conteúdo foi estruturado para apoiar líderes em um momento de transição do varejo, em que tecnologia deixa de ser promessa e passa a ser critério básico de competitividade. A partir de frameworks, exemplos práticos e leituras estratégicas, o evento oferece uma visão clara sobre o que, de fato, merece atenção no planejamento de 2026.

A programação contará com a participação de Piero Franceschi, Partner da StartSe, palestrante e autor best-seller de “Organizações Infinitas”; Fábio Neto, CSO da StartSe e autor do “Novo Radar dos Negócios”; e Maurício Benvenutti, Head da StartSe Internacional. Juntos, os especialistas compartilham uma leitura estratégica construída a partir da vivência direta no evento e da conexão permanente com os principais centros globais de inovação.

Para participar, basta fazer a inscrição através do site: Link

5 estratégias de marketing para potencializar as suas vendas no Carnaval

O Carnaval ocupa um lugar singular no calendário comercial brasileiro, marcado por circulação constante, consumo pouco planejado e escolhas feitas fora do ambiente tradicional de compra. A rua vira palco, o tempo encurta e a decisão surge entre um espaço e outro, muitas vezes sem comparação prévia ou cálculo. O comportamento muda porque o ambiente impõe outro andamento, e marcas que percebem esse fluxo deixam de tentar capturar atenção de forma insistente e passam a encaixar a oferta no ritmo, onde tudo acontece de forma contínua e sob múltiplos estímulos.

Segundo Adriano Santos, sócio da Tamer, vender no Carnaval exige leitura prática do momento e menos apego a fórmulas tradicionais de comunicação. “Poucas pessoas analisam com calma os preços durante os blocos. A escolha acontece andando, em grupo, muitas vezes resolvida no impulso”, afirma. Propostas diretas, fáceis de entender e rápidas de executar ganham espaço, enquanto mensagens longas tendem a ficar para depois. “Quando a proposta exige tempo demais, ela simplesmente perde a vez”, acrescenta. A seguir, ele reúne cinco orientações práticas para marcas que querem transformar o Carnaval em oportunidade real de venda.

Oferta que cabe no trajeto

No período carnavalesco, decisões acontecem em pé, andando ou no intervalo entre os blocos, quase sempre com atenção dividida. Produtos que exigem comparação extensa ou pausa prolongada perdem força rapidamente. Opções mais simples, de entendimento imediato e resolução rápida se adaptam melhor a esse tipo de consumo. “A vantagem ofertada precisa acompanhar o caminho do consumidor”, comenta o especialista. Quanto menor a distância entre interesse e ação, maior a chance de a escolha avançar.

Tempo curto favorece escolhas imediatas

Promoções válidas apenas no dia costumam funcionar melhor do que prazos longos ou indefinidos. O limite claro ajuda o consumidor a decidir sem adiar, aproveitando a disposição do momento. “Quando o prazo aperta, a comparação deixa de importar”, explica Santos. A decisão acontece enquanto a oportunidade ainda faz sentido, antes que outro estímulo ocupe o espaço da escolha inicial.

Benefício claro entra na frente

Descontos diretos, preços fechados e vantagens fáceis de entender ganham prioridade em um período marcado por excesso de estímulos visuais e sonoros. Regras complexas, condições longas ou benefícios condicionados tendem a ser ignorados. “No Carnaval, ninguém compra promessa.” O consumidor prefere o que resolve ali, sem exigir cadastro ou algo que dificulte sua compra.

Processo simples mantém a escolha viva

Poucas etapas, finalização rápida e ausência de obstáculos ajudam a sustentar a decisão até o fim. Qualquer travamento vira motivo para desistência. “Se o processo demora, a vontade acaba passando ou opções aparecem.” A simplicidade deixa de ser diferencial e passa a funcionar como requisito básico nesse processo.

Mensagem pensada para validação coletiva

O Carnaval favorece decisões validadas rapidamente por mais de uma pessoa. Amigos e casais influenciam escolhas em tempo real, reduzindo espaço para hesitação individual. O ambiente cheio, o som alto e a circulação constante encurtam o raciocínio e deslocam o peso da decisão para o consenso imediato. Quando ninguém se opõe, a compra avança. Por isso, propostas pensadas para mais de um decisor tendem a ganhar tração e enfrentar menos resistência.

Com leitura concreta do comportamento de compra, o Carnaval deixa de funcionar apenas como uma data promocional e passa a operar como um teste prático de eficiência comercial. Marcas que entendem esse momento evitam tentar reter o consumidor e preferem acompanhar seu fluxo. Ajustar linguagem, oportunidade e forma de acesso permite transformar improviso em venda, circulação em lembrança e movimento em resultado concreto.