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Projeto de conectividade da Conversys para o Mercado Livre vence a premiação MELI Awards 2025 

A Conversys, empresa brasileira especializada em serviços e soluções em Tecnologia da Informação e Comunicação, foi reconhecida no MELI Awards 2025, premiação do Mercado Livre que destaca os principaisfornecedores de seu ecossistema na América Latina. A companhia venceu na categoria Equipamentos IS Shipping, consolidando-se como fornecedora de referência em infraestrutura para operações logísticas de grandeescala.

Mais do que um prêmio, o reconhecimento sinaliza uma mudança estrutural no e-commerce: a conectividade deixou de ser suporte e passou a ser um fator crítico para ganho de eficiência operacional. Após o crescimento acelerado dos últimos anos, osetor enfrenta o desafio de escalar suas operações com velocidade, estabilidade e previsibilidade. A expectativa é de que o comércio eletrônico brasileiro mantenha um ritmo médio de expansão de 17% ao ano até 2030, segundo estimativas domercado.

Foi nesse contexto que a Conversys conduziu a modernização e a otimização da infraestrutura de rede do Mercado Livre em ambientes estratégicos, como centros de distribuição, service centers e escritórios administrativos.
O projeto envolveu a implementação de uma arquitetura baseada em Wi-Fi 6 (802.11ax), tecnologia projetada para suportar alta densidade de dispositivos conectados, com menor latência e maior eficiência no uso da rede -características essenciais para operações logísticas intensivas, com grande volume de dados que trafegam em tempo real.
Com a nova estrutura, o Mercado Livre ampliou sua capacidade operacional e passou a contar com uma rede mais estável e resiliente, reduzindo falhas e melhorando o desempenho das atividades logísticas. Na prática, isso se traduz em ganhos diretos deprodutividade e maior fluidez nas operações, fatores decisivos em um ambiente cada vez mais competitivo e dinâmico.

“Essa conquista reforça nosso papel como parceiro estratégico na construção de infraestruturas capazes de sustentar crescimento com eficiência e escala”, afirma Carlos Sega, CEO da Conversys.

Com atuação no Brasil e presença internacional, a Conversys expandiu sua operação para a América Latina a partir da demanda de clientes já atendidos no país, que buscavam replicar em outras localidades o mesmo nível de excelência e integraçãode serviços. A empresa apoia organizações na evolução de suas operações por meio de soluções que conectam conectividade, cloud e cibersegurança, com foco em desempenho, inovação e resultados de negócio. O Mercado Livre é um excelente exemplode parcerias que também avançam no Chile.

“Projetos como esse mostram que investir em infraestrutura de rede é investir diretamente na experiência do cliente e na eficiência do negócio. Quando a tecnologia funciona bem, toda a operação ganha. Em ambientes logísticos de altacomplexidade, cada segundo conta. Uma rede bem estruturada reduz falhas, aumenta a produtividade e cria as condições necessárias para que as operações acompanhem o ritmo do mercado”, complementa.

O futuro do retail media

Quem acompanhou a última edição do SXSW certamente percebeu que o shopper ficou mais exigente, intencional e difícil de impressionar. Num mundo com excesso de estímulos, a atenção virou um ativo mais escasso, e as marcas que seguem operando na lógica do volume comprarão briga com as novas gerações que ignoram quem não tem muito a dizer. Nesse sentido, vale destacar uma provocação trazida pelo painel “Forget Moments Marketing: Welcome to Worldbuilding”: marcas que tratam comunidades como canais de mídia estão errando.

Mais do que nunca, plataformas de retail media têm uma oportunidade: ao invés de se posicionarem apenas como inventário de impressões, podem se colocar como acesso a comunidades de consumidores com interesses e intenções reais. Portanto, o discurso precisa ser muito mais voltado à ‘participação relevante’.

Vivemos atualmente um grande paradoxo, no qual tudo mudou, mas os fundamentos do marketing permanecem os mesmos. Ou seja, marcas fortes seguem sendo aquelas que se conectam ao que realmente importa para as pessoas: suas paixões, rituais e identidade. O momento é difícil exatamente porque é preciso navegar na velocidade das transformações sem perder de vista esses princípios tão importantes.

Nesse contexto, temos transformações também no papel do CMO, que mudou fundamentalmente nos últimos anos. Hoje, ele deixou de ser a figura “responsável pelo departamento de marketing” e virou um arquiteto do crescimento, visto que o setor passou a ser um motor de desenvolvimento integrado que une tecnologia, dados e criatividade.

A partir desses entendimentos, o conceito de worldbuilding ganha uma camada ainda mais prática e especialmente relevante para o universo de Retail Media. Mais do que criar universos proprietários e tentar atrair consumidores para dentro deles, o momento atual pede reconhecimento de que esses mundos já existem, com dinâmicas, códigos e lideranças próprias. O papel das marcas, portanto, é participar com intenção, o que exige clareza sobre onde entrar e, principalmente, onde não entrar. Aqui, também é fundamental uma compreensão profunda sobre qual é a “moeda de troca” que justifica sua presença naquele contexto.

Essa lógica muda completamente a forma como as plataformas de Retail Media devem estruturar suas ofertas, pois enquanto antes o foco estava em disponibilizar inventário e escala, agora é essencial entender quais comunidades estão sendo acessadas em cada ponto de contato da jornada de compra. Afinal, um ambiente de e-commerce, um app de varejo ou até mesmo um PDV físico são, na prática, espaços onde diferentes “mundos” coexistem, definidos por hábitos, ocasiões de consumo e intenções específicas. O grande segredo é que participar desses momentos com relevância é muito mais poderoso do que simplesmente impactar.

Outro tema que merece destaque é a relação com criadores, visto que o modelo tradicional, que trata creators como mídia terceirizada, perde força diante da necessidade de autenticidade por parte dos consumidores. Cada vez mais, eles devem ser vistos como co-autores da marca, ou seja, pessoas que já pertencem a esses cosmos e que, por isso, têm legitimidade para construir narrativas que ressoam. Para o retail media, há uma enorme oportunidade de integrar creator tanto nas campanhas quanto na própria experiência de compra, aproximando conteúdo, influência e conversão de forma orgânica, ou seja, creators em retail media podem e devem fazer parte de estratégias de topo, meio e fundo de funil. Quão interessante seria ver aquele creator que você se identifica interagindo ou até consumindo um produto que você está considerando colocar no carrinho, em uma tela de DOOH no PDV?

É claro que todas essas mudanças trazem desafios para o varejo: o primeiro deles é abrir mão do controle absoluto em favor de uma lógica de curadoria, enquanto o segundo é garantir consistência em escala, o que demanda investimento real em dados, tecnologia, social listening e inteligência local. Em um ambiente tão dinâmico não basta ter uma boa estratégia central, pois é a execução contextualizada que determina o sucesso das iniciativas de retail media.

Por fim, podemos notar uma transformação importante na forma como as relações são construídas nesse ecossistema. Há uma substituição de campanhas pontuais e transacionais por parcerias mais profundas, duradouras e integradas, seja com marcas, criadores ou até mesmo com os próprios varejistas. A partir de agora, e levando em consideração que o mercado é cada vez mais orientado por relevância, confiança e construção de significado, plataformas de retail media que conseguirem se posicionar também como facilitadoras de participação genuína, além de intermediárias de mídia, ganharão vantagem competitiva e o poder de ditar o futuro, deixando de disputar atenção para, de fato, mediar relações com valor percebido.

*Felipe Malheiros é Head de Agências na Unlimitail Brasil, plataforma de Retail Media do Grupo Carrefour no Brasil.

Ransomware cresce com uso da IA e agentes

De Brasil a Estados Unidos, do Reino Unido à União Europeia, o ransomware entrou no meio da década como um tipo de “economia paralela” da criminalidade digital: organiza-se como serviço, terceiriza etapas e explora a dependência de empresas e governos de sistemas conectados. A novidade não é a criptografia em si, mas sim como a extorsão se combina com operações mais rápidas, com mais dados roubados e com o uso crescente de inteligência artificial para reduzir custo e aumentar alcance.

O relatório Threat Landscape 2025, publicado pela ENISA – a agência da EU para cibersegurança – classificou a inteligência artificial como um dos elementos definidores do panorama de ameaças atual. O relatório destaca que campanhas de phishing apoiadas por IA passaram a representar parcela majoritária das iniciativas de engenharia social observadas no ano passado. O impacto prático é direto: textos mais convincentes, adaptação de linguagem ao perfil da vítima, automação de testes de abordagem e redução do custo operacional do ataque.

A IA não substitui integralmente o operador humano no ransomware, mas reduz o esforço nas etapas que historicamente exigiam tempo e habilidade manual. Modelos de linguagem são utilizados para produzir e-mails altamente personalizados, analisar dados exfiltrados para identificar informações sensíveis com maior potencial de pressão e apoiar a pesquisa de vulnerabilidades. O National Cyber Security Centre, do Reino Unido, já alertou que a IA tende a aumentar eficiência, frequência e escala de táticas existentes, sobretudo em reconhecimento e exploração assistida.

O papel dos agentes de IA

O avanço mais sensível, no entanto, está no uso de arquiteturas baseadas em agentes. Diferentemente de um modelo que apenas gera texto, agentes são sistemas capazes de planejar tarefas, executar chamadas a ferramentas externas, interagir com APIs e manter contexto ao longo de múltiplas etapas. Quando aplicados em ambientes corporativos legítimos, esses agentes automatizam processos internos, integram sistemas e reduzem fricção operacional. Sob a perspectiva ofensiva, a mesma lógica pode ser utilizada para coordenar ações distribuídas.

Um ataque estruturado pode envolver um agente dedicado à coleta de informações públicas e internas, outro voltado à validação de credenciais e exploração de permissões excessivas, e um terceiro responsável por operar APIs de serviços em nuvem para mapear recursos, tokens e chaves de acesso. A partir da intrusão inicial, a automação acelera a movimentação lateral e a exfiltração. O resultado é um encurtamento do ciclo entre comprometimento e extorsão. 

No Brasil, alertas do CTIR Gov já descreviam desde 2022 o amadurecimento de grupos como BlackCat/ALPHV, operando com técnicas de movimentação lateral e criptografia customizada. O que muda agora é a camada adicional de automação inteligente, somada à crescente adoção corporativa de integrações baseadas em APIs, contas de serviço e fluxos automatizados.

Essa convergência amplia a superfície de risco. Cada integração adiciona credenciais, tokens e permissões. Cada agente corporativo com autonomia operacional representa uma nova identidade de máquina. Se comprometidos, esses elementos podem agir com legitimidade aparente dentro do ambiente. A investigação deixa de perguntar apenas “quem acessou” e passa a questionar “qual sistema executou determinada ação e sob qual cadeia de decisões”.

Do ponto de vista técnico, a resposta a essas novas ameaças exigem revisão arquitetural. Modelos de zero trust, segmentação granular e controle rigoroso de identidades de máquina tornam-se prioridade. A gestão de privilégios precisa incluir contas de serviço e integrações automatizadas. Logs devem ser centralizados e protegidos contra adulteração, permitindo análise comportamental baseada em sequências de eventos e não apenas em alertas isolados.

Backups imutáveis continuam sendo medida fundamental contra criptografia, mas não resolvem a dimensão reputacional da extorsão por vazamento. Monitoramento contínuo de exfiltração e políticas claras de resposta a incidentes passam a integrar o planejamento estratégico.

A adoção de inteligência artificial nas empresas não é, por si, o problema. Ao contrário, pode fortalecer detecção e resposta quando aplicada de forma estruturada. O risco surge quando agentes operam com permissões excessivas, integrações são implementadas sem inventário adequado e decisões automatizadas não possuem trilha auditável.

O ransomware evoluiu de ataque técnico para modelo econômico estruturado. A incorporação de IA e agentes autônomos acelera essa lógica, reduz custos para os criminosos, e aumenta a complexidade para as empresas, que precisam manter suas estratégias de defesa atualizadas. A prioridade estratégica passa por governar identidades, APIs e algoritmos com o mesmo rigor aplicado a ativos físicos e financeiros.

Empresas que tratarem agentes e automações como parte central da arquitetura de risco estarão melhor posicionadas para enfrentar a próxima onda. As que enxergarem a IA apenas como ferramenta de produtividade podem descobrir tarde demais que autonomia sem controle amplia a exposição de forma silenciosa, porém decisiva. 

5 dicas para evitar impostos indevidos na compra de produtos importados

Com o crescimento das compras internacionais pela internet, cada vez mais brasileiros recorrem a plataformas estrangeiras para adquirir eletrônicos, roupas, acessórios e diversos outros produtos. No entanto, junto com a praticidade e a variedade de ofertas, também aumentam os casos de consumidores que acabam pagando impostos indevidos ou valores superiores ao que realmente seria devido no momento da entrega das encomendas.

Para o advogado tributarista especializado em investimentos internacionais Adriano Murta, muitas dessas cobranças podem ser evitadas com informação e atenção a alguns pontos básicos do processo de importação. “Desde agosto de 2024, as compras internacionais feitas por pessoas físicas passaram a seguir regras específicas para remessas postais e expressas, com diferenciação entre plataformas que aderiram ao Programa Remessa Conforme e aquelas que não participam do programa”, explica o especialista.

Essas regras continuam válidas em 2026 e determinam que o imposto de importação seja calculado com base no valor aduaneiro da encomenda, que inclui o preço do produto, o frete e o seguro. Nesse cenário, Murta lista cinco práticas que ajudam o consumidor a evitar problemas e surpresas ao realizar compras internacionais.

Confira a classificação tributária do produto

Antes de finalizar a compra, é importante verificar como o produto é classificado para fins de tributação. A classificação correta determina quais impostos podem incidir sobre a mercadoria e evita que itens sejam enquadrados de forma equivocada, o que pode gerar cobranças superiores ao devido. Entender a categoria fiscal do produto também ajuda o consumidor a ter uma estimativa mais realista do custo final da importação.

Calcule corretamente impostos e taxas de importação

É essencial considerar previamente todos os tributos e encargos que podem incidir sobre a compra internacional. Dependendo do valor da mercadoria, do tipo de produto e da forma de envio, podem ser aplicados imposto de importação, ICMS e taxas administrativas. Segundo Murta, o cálculo deve sempre considerar o valor total da operação. “Minha orientação é que o consumidor não avalie o imposto apenas com base no preço do produto anunciado, mas sim sobre o valor total da operação. A maior parte das divergências ocorre justamente por desconhecimento dessa regra legal.”

Escolha plataformas confiáveis

Optar por plataformas de comércio eletrônico conhecidas e que informam de forma transparente os custos envolvidos na importação também faz diferença. Muitos marketplaces já apresentam estimativas de tributos no momento da compra ou operam em programas que simplificam o recolhimento de impostos. “Alguns cuidados simples reduzem significativamente o risco de tributação acima do devido, como verificar se o valor do produto foi corretamente declarado e priorizar plataformas que aderiram ao programa Remessa Conforme”, explica Murta.

Mantenha a documentação organizada

Guardar comprovantes de pagamento, faturas da compra, descrição do produto e informações do vendedor é fundamental. Esses documentos podem ser necessários caso haja divergência na tributação aplicada ou se o consumidor precisar comprovar o valor real da mercadoria perante as autoridades aduaneiras.

Declare corretamente à Receita Federal quando necessário

Em determinadas situações, especialmente quando o valor da compra é mais elevado ou envolve procedimentos específicos de importação, pode ser necessário realizar a declaração adequada às autoridades fiscais. Informações incorretas ou incompletas podem resultar em retenção da mercadoria ou cobrança adicional de tributos.

Além disso, Murta destaca que o cenário tributário tende a passar por mudanças nos próximos anos. “A partir de 2026, a Reforma Tributária do Consumo entra em fase de implementação gradual, com discussões envolvendo a unificação de tributos e possíveis impactos sobre a tributação de bens importados. Por isso, é importante acompanhar as regras e entender que ajustes podem ocorrer ao longo do tempo.”

O mapa do sushi no Brasil: onde investir no setor que movimenta R$2 bilhões em delivery

O apetite do brasileiro pela culinária asiática está longe de ser uma novidade, mas os números comprovam que essa paixão se transformou em uma das mais sólidas oportunidades de negócio no país, especialmente no segmento de delivery. Somente no iFood, o setor de comida asiática arrecadou impressionantes R$2 bilhões em vendas com delivery em 2025, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). 

Esse crescimento vigoroso é reflexo de uma transformação profunda nos hábitos de consumo e na própria estrutura do setor de alimentação fora do lar. E, ao contrário do que muitos pensam, o modelo de negócio ideal não se resume a operar delivery de comida asiática ou contar com um bom sushiman. O diferencial está na gestão eficiente e na capacidade de escalar o negócio por meio de uma franquia bem estruturada, capaz de capturar essa demanda com escala e padronização. 

Para o investidor atento, o momento atual configura um cenário fértil, mas que exige estratégia e precisão na escolha do ponto e do modelo de negócio.

A Pesquisa Trimestral de Desempenho da Associação Brasileira de Franchising (ABF) revelou que o segmento de Food Service, incluindo a culinária oriental, alcançou faturamento de R$10,5 bilhões no segundo trimestre de 2025, um crescimento de 14,2% em relação ao ano anterior. Esse vigor, no entanto, não se distribui de forma homogênea. O movimento observado em 2026 aponta para uma descentralização, com o consumo se deslocando para bairros residenciais e cidades médias de alta densidade populacional e poder de consumo concentrado.

O potencial de investimento não se mede apenas pela renda per capita, mas por um tripé que combina poder de consumo, densidade populacional e infraestrutura logística. “Regiões de média e alta renda em cidades médias do interior paulista, mineiro e catarinense apresentam equilíbrio quase perfeito: habitantes com alto poder aquisitivo, concentração demográfica que justifica a operação e um trânsito que não impõe as barreiras logísticas dos grandes centros, permitindo entregas mais rápidas e eficientes”, comenta Amauri Sales, CEO e cofundador do Home Sushi Home, rede brasileira de delivery de culinária asiática.

A lógica de expansão, portanto, deve mirar na demanda reprimida. Enquanto os bairros nobres das capitais já estão saturados de opções, cidades com mais de 100 mil habitantes no interior de estados como Santa Catarina, Paraná, Goiás e São Paulo despontam como alvos prioritários. “A estratégia é levar um modelo profissionalizado, com qualidade consistente e operação de delivery eficiente, para regiões onde o consumidor ainda depende de opções escassas ou serviços pouco desenvolvidos”, sugere Sales.

Essa expansão para novas fronteiras foi viabilizada principalmente pelo modelo de dark kitchens. Cozinhas exclusivas para delivery eliminam os altos custos de um salão comercial, reduzem o investimento em ponto físico e permitem instalar o negócio em zonas de alta densidade populacional sem o ônus de um aluguel de frente de rua. “O futuro da expansão em food service passa, inevitavelmente, pela eficiência operacional. As dark kitchens permitem chegar a bairros e cidades com alta demanda sem comprometer a rentabilidade com estruturas superdimensionadas. É a união entre capilaridade e controle de custos”, sugere o CEO, após recentemente ter adaptado a estrutura operacional, com uma consultoria especializada em processos e produção, como estratégia de redução de investimento inicial e o quantitativo de mão de obra. 

Nesse contexto, contar com uma franqueadora que ofereça direcionais claros aos franqueados é o ponto central para o sucesso nos negócios, principalmente para investidores de primeira viagem. Diretrizes bem definidas sobre operação, logística, padronização e expansão garantem um negócio estruturado. Ter uma retaguarda sólida permite ao franqueado tomar decisões com segurança, replicar o modelo com eficiência e manter a qualidade que fideliza o cliente, dominando o mercado local com consistência e escala.

A consolidação do delivery como principal motor de vendas também reposiciona a importância da logística, visto que não basta ter um ótimo produto se ele chega desmanchado ou atrasado. A proximidade de centros de distribuição de alimentos, a qualidade das vias de acesso e a disponibilidade de mão de obra para entregadores são fatores que podem determinar o sucesso ou o fracasso da operação. “Quando olhamos para uma nova cidade, não enxergamos apenas o número de habitantes, mas sim o ‘raio do delivery’. Mapeamos quantas pessoas estão a até 15 ou 20 minutos da nossa cozinha. É esse raio que define o mercado endereçável e a capacidade de atendermos com a qualidade que o cliente espera”, explica Amauri Sales.

Para o investidor que busca embarcar nesse setor bilionário, o momento é de expansão clara, principalmente nas cidades médias e bairros residenciais de alto poder aquisitivo das periferias metropolitanas, locais onde a demanda por conveniência e qualidade encontra um ambiente de concorrência ainda em formação.

DataCrazy revela o “comércio invisível” que já movimenta milhões em vendas pelo WhatsApp e Instagram no Brasil

Longe dos carrinhos de compra e das plataformas tradicionais de e-commerce, um novo modelo de consumo vem ganhando escala no Brasil: silencioso, descentralizado e baseado em conversas. Todos os dias, milhões de negociações são iniciadas, conduzidas e concluídas dentro de aplicativos como WhatsApp e Instagram, transformando esses canais em uma espécie de “comércio invisível”.

Um levantamento da DataCrazy ajuda a dimensionar esse movimento. A partir da análise de sua base de clientes, a empresa identificou que já são mais de 6,7 milhões de mensagens trocadas diariamente e cerca de 11 mil vendas concluídas por dia diretamente nesses aplicativos. Estes números que indicam que uma parcela relevante das transações no país acontece fora dos sistemas tradicionais de venda.

Na prática, a jornada de compra também mudou. Em vez de navegar por sites, muitos consumidores iniciam o processo com um simples “oi”, tiram dúvidas em tempo real, negociam condições e finalizam a compra em poucos minutos. Tudo dentro de uma conversa.

Esse modelo tem sido impulsionado principalmente pelas pequenas e médias empresas (PMEs), que encontraram nos aplicativos uma forma mais ágil, próxima e personalizada de atender seus clientes. Mas o avanço acelerado também trouxe novos desafios.

“O que estamos vendo é um volume relevante de vendas acontecendo em ambientes que não foram pensados para gestão comercial. As empresas estão, literalmente, operando faturamentos relevantes dentro de conversas”, afirma o CEO da DataCrazy, Andreone Ribeiro.

Segundo o levantamento, apesar da alta demanda, muitas empresas ainda não conseguem capturar todo o potencial dessas interações. Falhas como demora no atendimento, ausência de follow-up e falta de organização das conversas fazem com que negócios percam entre 20% e 40% das oportunidades comerciais.

Esse movimento tem impulsionado também o crescimento de empresas focadas na organização dessas vendas. A DataCrazy, que hoje conta com cerca de 2,6 mil clientes pagantes, projeta expandir sua base para 15 mil empresas até o fim de 2026, acompanhando a demanda crescente por soluções que tragam gestão, escala e previsibilidade a esse modelo.

O cenário revela uma mudança estrutural no comportamento de consumo: a preferência por interações diretas, rápidas e personalizadas. Ao mesmo tempo, aponta para um novo estágio de maturidade do mercado, em que vender já não é o principal desafio, mas sim organizar, escalar e trazer previsibilidade para esse novo modelo.

À medida que esse “comércio invisível” ganha relevância, cresce também a demanda por soluções que consigam transformar conversas em processos estruturados, com dados, controle e eficiência. Um movimento que deve redesenhar não apenas a forma como as empresas vendem, mas também como o próprio mercado enxerga o que, de fato, é o varejo digital hoje.

90% dos ciberataques são evitáveis; como amadurecer a estratégia de prevenção das empresas?

A maioria dos ataques cibernéticos não começa com algo altamente sofisticado, mas sim com uma falha básica. 

O Global Incident Response Report 2026, produzido pela Unit 42, da Palo Alto Networks, aponta que 90% das violações analisadas entre outubro de 2024 e setembro de 2025 tiveram origem em problemas evitáveis no controle de acessos. O estudo também mostra que 65% delas começaram com o uso de senhas ou credenciais comprometidas.

O dado deixa uma mensagem simples: muitas empresas ainda estão vulneráveis por falta de organização interna. Em um cenário de trabalho remoto, sistemas em nuvem e equipes conectadas o tempo todo, controlar quem acessa o quê virou um dos pontos mais sensíveis do negócio.

Para José Miguel, gerente de pré-vendas da Unentel, a prevenção precisa fazer parte da rotina da empresa. “Não dá mais para agir só depois do problema. A empresa precisa saber exatamente quem tem acesso aos sistemas, revisar permissões com frequência e usar autenticação em dois fatores como regra, não como exceção”, afirma.

Segundo ele, apenas três medidas práticas são suficientes para reduzir o impacto e a quantidade de ataques:

1) organizar a gestão de acessos, retirando permissões que não são mais necessárias;

2) ter visibilidade clara de todos os sistemas conectados, inclusive serviços em nuvem e ferramentas de terceiros;

3) contar com monitoramento constante, capaz de identificar comportamentos fora do padrão antes que virem um incidente maior.

Mesmo assim, o fator humano continua sendo um ponto decisivo. Muitos ataques começam com um e-mail falso bem escrito ou uma mensagem que parece legítima. Sem orientação e treinamento frequente das equipes quanto a essa vulnerabilidade, o risco aumenta. 

Ao mesmo tempo, é fundamental que a empresa tenha um plano claro para agir caso algo aconteça, reduzindo impacto financeiro e desgaste de imagem. “Prevenir não é complexo, é disciplina e organização. Quando a empresa estrutura processos, revisa acessos e acompanha os alertas com atenção, ela reduz muito esse risco. A cibersegurança precisa estar ligada ao negócio, ela é gestão”, afirma José Miguel.

Liderança 5.0: usando o cubo para administrar complexidades

Líderes de organizações globais como Walmart e Coca-Cola pedem para sair por entenderem que não são os mais indicados para conduzir esses negócios diante dos iminentes novos desafios gerados pela rápida e irreversível transformação da realidade, em especial precipitada pela massificação no uso da Inteligência Artificial (IA).

Um dos desafios mais presentes é o exercício da liderança nos cenários atuais, considerando a velocidade, a amplitude, a profundidade e a dinâmica das transformações que temos vivido.

Isso é um alerta de que os modelos, práticas e conceitos de liderança desenvolvidos ao longo do tempo devem ser repensados, buscando ajustes em sua lógica, princípios e a necessária adaptabilidade e flexibilidade demandadas por tudo o que o presente e o futuro sinalizam. E talvez seja essa a questão que mais desafia os líderes atuais na busca por respostas.

Ao mesmo tempo, isso os aproxima, pois estão conscientes de que todos estão enfrentando dilemas e dúvidas similares. Talvez por conta disso, existem tantos eventos, encontros, discussões e debates em busca de caminhos.

Como contribuição para o repensar do tema, nos provocamos com a proposta da Liderança 5.0, buscando combinar dimensões que devem estar presentes no exercício da liderança atual e futura, e mesclando elementos tradicionais e outros mais demandados pelo ambiente em transformação.

A proposta da Liderança 5.0 envolve as dimensões Situacional, Dinâmica, Plural, Circunstancial e Estratégica e sua prática pode ser entendida a partir da mesma lógica do cubo, em que a combinação desses elementos permite respostas distintas na forma de liderar, considerando a estratégia para diferentes negócios, realidades, momentos, perspectivas e perfis dos liderados, dentro dos valores, princípios e missão de cada organização.

E que essa práticas sejam válidas tanto no setor privado, quanto no público e no institucional.

Liderança situacional

É o conceito tradicional que envolve o comportamento de um líder flexível e adaptável ao perfil do liderado. Considera o grau de maturidade, experiência, prontidão, iniciativa e atitude do liderado para orientar a atuação do líder na estruturação, no detalhamento, na orientação, no esclarecimento e na formatação das demandas, bem como no relacionamento com o liderado.

É um conceito clássico de liderança que se tornou ainda mais importante diante do convívio e da interação de diferentes gerações e percepções nos diferentes ambientes.

E, por conta da dinâmica das mudanças, exponencia a combinação de comportamentos, expectativas, experiências e níveis de maturidade pessoal e profissional nos mais diversos ambientes.

Liderança dinâmica

Nos diferentes setores público, privado ou institucional em que atuam os líderes, muitas vezes convivem propostas distintas envolvendo objetivos de curto, médio e longo prazos que devem ser buscados na interação com seus liderados.

Dentro de uma mesma organização convivem áreas, negócios ou atividades com diferentes níveis de maturidade, estruturação e ambição, inerentes às características e momento dos subsegmentos.

Essa pluralidade de objetivos exige flexibilidade, adaptabilidade e modelo e comportamento dinâmicos dos líderes, combinando elementos de forma a atuar sempre como catalizador e potencializador das competências dos diferentes times para o alcance dos resultados.

E, considerando que não se pode esperar dos líderes todas as respostas a todas as questões, mas, sim, sua capacidade de formatar as questões e de orquestrar, da forma correta, os diversos times na busca das respostas e, principalmente, por resultados.

Liderança plural

O simples enunciado de todos os elementos anteriores já define o caráter plural da liderança atual e futura.A necessidade de combinar elementos como perfil dos liderados, diferentes objetivos e a maturidade dentro das organizações, o momento e a estratégia de cada atividade em um cenário profundamente dinâmico acaba por definir essa necessária condição plural.

Os maiores desafios e maior pressão não são gerados pela complexidade dos cenários, mas sim pela simultaneidade de tudo que acontece em todos os planos.

E é por isso porque não falamos do líder, que traz a conotação de um perfil, comportamento ou atitude, mas sim da liderança em sentido mais abrangente e dinâmico.

Liderança circunstancial

O cenário dinâmico exponenciado pela IA que vivemos atualmente torna tudo volátil e volúvel, e esses elementos tornam o exercício da liderança um permanente convívio com o circunstancial, pois a única constante é a mudança, como já propunha o filósofo grego Heráclito.

Não deixa de ser curioso imaginar a interpretação desse conceito na Grécia Antiga, em comparação com o que se vive nos dias atuais.

Sem transigir com os valores e a missão das organizações, a dinâmica da liderança circunstancial se aplica à necessidade de compor, organizar, adaptar e flexibilizar, considerando que os mitos e as verdades da realidade que vivemos podem e são constantemente alterados por novos elementos no campo político, econômico e por tudo que envolve o digital. E, ainda mais, o inevitável avanço da IA.

O avanço da Inteligência Artificial em todos os setores constitui, em si, um elemento disruptivo de tal magnitude que justifica o repensar de tudo que envolve a liderança. O impossível de ontem pode se transformar no viável de logo mais.

Tudo isso traz o desafio de uma dimensão circunstancial da liderança que tenha a flexibilidade e adaptabilidade para conviver com esses cenários, propondo modelos e comportamentos que convivam com o circunstancial, mas que mantenham o rumo na direção do que deve ser alcançado.

Liderança estratégica

É aquela que envolve os desafios de liderar com a visão estratégica, em um contexto no qual a exponenciação de elementos em transformação, nas mais diversas dimensões, empurra para a gestão operacional e focada de curto prazo.

São tantos e tais elementos interagindo ao mesmo tempo que há uma natural tendência de focar em tudo aquilo que demanda respostas e soluções de curto ou médio prazo, sempre pressionado pelo tempo cada vez mais implacável.

E considerando que o nível de exigência e de cobrança cresce em intensidade ainda maior, pressionado pelo mercado mais informado e conectado.

Um dos desafios mais relevantes nesse processo é conviver com as demandas e os apelos do curto e médio prazos, sem perder a visão, a atualidade e a coerência com as dimensões estratégicas.

Para concluir

Na complexidade dos cenários presente e futuro, exponenciados por tudo que a IA está incorporando, a liderança será, cada vez mais, a gestão de decisões em ambientes em constante incerteza.

A visão clássica dos perfis de liderança deve evoluir para algo ainda mais abrangente, com a combinação de elementos em contínua e permanente transformação e estimulando o desenvolvimento constante, individual e coletivo.

E o melhor entendimento desse momento para as lideranças pressupõe a capacidade de envolver e, principalmente, integrar, de forma virtuosa, negócios, pessoas, tecnologia, modelos e iniciativas, para avanços em conjunto e mais relevantes.

Tão simples de enunciar, tão complexo de administrar.

Esta é uma proposta apenas para o repensar da liderança com a única certeza de que todos os que estão envolvidos, diretamente ou indiretamente com o tema, no fundo, bem sabem que as dúvidas são significativamente maiores do que as certezas.

E que isso pode ser o necessário ponto de partida para aprender e se desenvolver de modo coletivo e integrado.

Vale refletir.

Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem

Giuliana Flores reforça presença na Baixada Santista com nova unidade na Praia Grande

A Giuliana Flores inaugura uma nova unidade no Litoral Plaza Shopping, localizado na Praia Grande (SP), fortalecendo sua presença na Baixada Santista. O movimento amplia oportfólio de produtos e serviços, com opções para datas comemorativas, presentes e demandas corporativas. Entre os destaques está a linha de Rosas Encantadas, plantas naturais tratadas que preservam a aparência por até cinco anos.

Trata-se da 15ª loja franqueada da marca que, em 2025, após mais de três décadas de sucessono e-commerce e com presença consolidada no varejo físico, deu início à expansão por meio do modelo de franquias, intensificando sua atuação para além do ambiente digital e reforçando a estratégia omnichannel da marca. Neste ano, a previsão é a abertura demais de 50 novas unidades nessa modalidade de negócio.

A empresa busca empreendedores engajados com a marca, com perfil gestor, visão estratégicae tino comercial, dispostos a seguir regras, processos e padrões da rede, entendendo que a padronização é um dos pilares do modelo de negócio. A marca valoriza parceiros que querem crescer com a companhia no médio e longo prazo, como é o caso de Eric RenanBragion, franqueado do quiosque da Praia Grande. “Desde o início, eu me identifiquei com a proposta da marca e com o cuidado em cada detalhe da experiência do cliente. Mais do que vender flores e presentes, queremos levar emoção e cor para a vida das pessoas,marcando momentos especiais do dia a dia. Acredito no modelo da empresa, que valoriza a padronização, os processos e o suporte ao franqueado, e vejo essa nova unidade como uma oportunidade de crescer junto com a marca”, afirma.

A companhia apresenta um modelo de franquia versátil e adaptável. O quiosque (9 m²), por exemplo, é ideal para locais com alto fluxo, com foco em flores preservadas e presentes.A empresa oferece um ecossistema logístico robusto, que inclui centro de distribuição próprio, câmaras de resfriamento e suporte completo em marketing, operações e vendas. O grande diferencial está na força da marca. O franqueado passa a integrar um negóciosólido, que entrega mais do que presentes, entrega sentimentos.

“Estamos avançando em uma expansão sustentável, preservando a essência da marca e garantindoeficiência operacional. O crescimento da rede de franquias reforça nosso compromisso com a experiência do cliente e com o desenvolvimento estruturado dos parceiros, apoiados por processos claros, treinamento contínuo e suporte próximo. Mantemos os valoresde investimento praticados em 2025, o que abre uma janela estratégica para novos franqueados ingressarem antes de eventuais revisões”, afirma Clóvis Souza, fundador e CEO da Giuliana Flores.

O Litoral Plaza Shopping fica na Av. Ayrton Senna da Silva, 1.511, em Praia Grande (SP). Oquiosque funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados das 15h às 21h.

eComex anuncia o lançamento da SofIA, agente de IA conversacional para “decision intelligence”  do comércio exterior

A eComex, empresa brasileira pioneira no mercado de soluções de tecnologia para gestão, otimização e automatização de operações de comércio exterior e logística internacional, anuncia o lançamento da SofIA. A nova agente digital, baseada em inteligência artificial generativa, foi projetada para atuar como uma interface de conversação inteligente conectada diretamente ao banco de dados dos clientes no ambiente eComex Pulse Edition, na nuvem.

A chegada da SofIA marca a expansão do “exército de IA” da companhia, composto por agentes que visam auxiliar o cliente em missões críticas, permitindo que o usuário desempenhe papéis cada vez mais estratégicos. Através de um prompt de linguagem natural, qualquer colaborador das diversas áreas de uma indústria, como planejamento, compras, logística, financeiro ou fiscal, pode obter informações precisas sobre a cadeia global de suprimentos em tempo real.

Diferente de ferramentas de IA genéricas, a SofIA trabalha exclusivamente com as transações reais de comércio exterior da companhia armazenadas no sistema. Ela é capaz de responder desde perguntas operacionais simples, como a previsão de chegada de um embarque específico, até análises complexas de custos de frete internacional e agrupamentos por região de desembaraço, além de comparar os dados históricos em dashboards para análises e previsão.

“A ideia é criar um exército digital para estar do lado do nosso cliente trabalhando naquilo que é missão crítica”, afirma André Barros, CEO da eComex. “A SofIA é um robô dentro da nossa solução que está conectado ao banco de dados do cliente. Com o português, em linguagem natural, o analista pode fazer perguntas. É como se fosse um ChatGPT para o cliente, mas em um ambiente seguro, dentro da nossa nuvem, que só ele acessa”.

Um dos principais benefícios da ferramenta é a drástica redução do Custo Total de Propriedade (TCO). No modelo tradicional do setor, a necessidade de um novo recorte de dados exigia a solicitação de relatórios customizados ao fornecedor, envolvendo orçamentos e prazos de desenvolvimento que poderiam tornar a informação obsoleta antes mesmo da entrega. Com a SofIA, esse ciclo é eliminado, pois a ferramenta entrega dados, tabelas e gráficos sob demanda, de forma instantânea.

“O comércio exterior é um processo muito transacional, com um volume de dados gerado por centenas de embarques diários em grandes indústrias”, explica Barros. “A grande vantagem da SofIA é descentralizar a demanda de pergunta e resposta. Hoje, a área de comércio exterior perde tempo gerando relatórios para outras áreas. Agora, qualquer gestor pode acessar a SofIA pelo celular e saber o custo, se houve atraso ou transbordo, sem depender de ninguém”.

A SofIA vai além das respostas quantitativas, oferecendo contextualização de negócios verticalizada por indústria, como por exemplo, para os setores automotivo, óleo e gás ou saúde. O modelo permite entender variações de custos causadas por fatores externos, cruzando os dados da operação com contextos geopolíticos globais.

“Ela conecta contextos das transações de comex  do cliente. Além de respostas quantitativas, ela vai dar respostas qualitativas e de dimensões ampliadas”, reforça o CEO. “Isso resolve um problema de informação para o setor e para nós, pois não é mais necessário que as áreas de Comex atendam seus clientes internos sob demanda em um ritmo frenético para gerar relatórios pontuais”.

A SofIA já está dispoível no mercado, sendo oferecida como um serviço de assinatura recorrente para clientes que utilizam a plataforma eComex Pulse Edition. A ferramenta integra-se à visão de longo prazo da eComex de criar um ecossistema de robôs autônomos que se comunicam entre si para agregar valor máximo à operação dos clientes.