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Daki anuncia Felipe Wanderley para liderar Delivery Experience

A Daki, plataforma de supermercado digital que opera de ponta a ponta, da cadeia de suprimentos, dark stores e à entrega ao cliente, anuncia a chegada de Felipe Wanderley como novo líder de Delivery Experience. A contratação reforça o compromisso da companhia de manter-se à frente do mercado em experiência digital, combinando operação proprietária, dados e uso intensivo de AI em todas as camadas do negócio.

A diferenciação da Daki nasce de um desenho operacional pouco usual no varejo brasileiro: a empresa controla cada etapa da jornada, do sortimento ao picking, da entrega ao atendimento ao cliente. Esse controle de ponta a ponta permite decisões baseadas em dados próprios e modelos preditivos, desde a alocação de SKUs por hub até a otimização de operação em tempo real. Delivery Experience é a camada onde essa infraestrutura se converte em percepção de qualidade pelo consumidor: tempo de entrega, acuracidade do pedido, atendimento ao cliente e consistência da jornada.

Felipe construiu sua trajetória em empresas marcadas por crescimento acelerado e complexidade operacional, com passagens por Uber e Kavak em posições ligadas a operações, crescimento e experiência do cliente. Combina visão de produto, rigor analítico e capacidade de escalar processos, um perfil aderente à missão da Daki, que consolida sua posição como o supermercado digital de referência no Brasil.

“Estou animado em me juntar à Daki em um momento tão relevante de evolução do negócio. A empresa construiu algo raro, uma operação que controla cada etapa da experiência, do abastecimento à entrega, e isso abre uma oportunidade enorme de combinar excelência operacional com uma experiência simples, rápida e surpreendente. Nosso objetivo é fazer com que cada interação com a Daki, do primeiro clique à entrega na porta, seja a melhor do mercado”, afirma Felipe Wanderley.

Na Daki, Felipe assume a missão de evoluir a jornada com foco em consistência operacional, antecipação de expectativa e personalização via IA.

Dia dos Namorados movimenta bilhões no e-commerce e exige infraestrutura tecnológica robusta

O calendário já está marcado: 12 de junho. E para o varejo brasileiro, o Dia dos Namorados representa muito mais do que uma data sentimental, é uma das maiores janelas comerciais do primeiro semestre. Em 2025, o e-commerce nacional movimentou R$ 8,02 bilhões no período da data, crescimento de 15,1% em relação a 2024, segundo levantamento da Neotrust CONFI. As vendas online cresceram 7,1% e superaram o varejo físico, que registrou alta de 4,6%, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Com números assim, qualquer instabilidade tecnológica pode custar caro.

É nesse cenário de pico de demanda que a robustez da infraestrutura tecnológica deixa de ser um detalhe técnico e passa a ser estratégia de negócio. Banco de dados sob pressão, sistemas desconectados e falta de personalização em tempo real são os vilões silenciosos que derrubam conversões justamente quando o volume de acessos dispara.

Para o CTIO da Globalsys, Beto Yunes, a lição é simples: “Datas sazonais como o Dia dos Namorados são o teste definitivo da sua arquitetura. Não adianta ter o melhor produto ou a melhor campanha se o seu banco de dados trava quando milhares de clientes tentam finalizar a compra ao mesmo tempo. A tecnologia precisa ser invisível para o consumidor e isso só acontece quando ela foi planejada para suportar o pico, não apenas o dia a dia.”

Quando um consumidor pesquisa um perfume, verifica o estoque, coloca no carrinho e finaliza o pagamento em menos de dois minutos, toda essa jornada passa por consultas e gravações em banco de dados. Em períodos normais, esse fluxo acontece de forma transparente. No Dia dos Namorados, esse mesmo processo pode ocorrer centenas de vezes por segundo, em lojas que operam fisicamente e online de forma simultânea.

A solução passa por estratégias como particionamento de dados, replicação de leitura e cache inteligente, técnicas que distribuem a carga sem comprometer a consistência das informações de estoque, preço e pedido. “Um banco de dados mal dimensionado para sazonalidade é como uma loja com uma única caixa registradora no dia mais movimentado do ano”, compara Yunes.

O consumidor moderno não pensa em canais, ele pensa em conveniência. Compra pelo aplicativo, retira na loja, troca pelo site. Essa fluidez, porém, exige que ERP, CRM, plataforma de e-commerce, sistema de gestão de estoque e meios de pagamento conversem em tempo real. Quando esses sistemas operam em silos, o resultado é previsível: estoque fantasma, pedidos duplicados e experiências frustrantes que afastam o cliente no momento mais emocional da jornada de compra.

Para Yunes, a integração via APIs bem estruturadas e middlewares resilientes é o que separa empresas que escalam das que apenas sobrevivem às datas comemorativas. “Nossos clientes que operam com arquitetura integrada conseguem atualizar o estoque unificado em milissegundos, tanto para o cliente que está na fila do caixa quanto para o que está navegando pelo celular. Isso é o que garante que ninguém leve a decepção de ter o pedido cancelado após o pagamento aprovado.”

Se a infraestrutura é o alicerce, a inteligência artificial é o acelerador. Modelos de recomendação treinados com histórico de navegação, comportamento de compra e dados demográficos conseguem apresentar o presente ideal antes mesmo que o consumidor saiba exatamente o que quer. Em datas como o Dia dos Namorados, onde a pressão emocional e o prazo curto andam juntos, essa personalização pode ser o fator decisivo entre uma venda concretizada e um abandono de carrinho.

Além da recomendação, a IA atua na previsão de demanda, alimentando o banco de dados e os sistemas logísticos com projeções que permitem ao varejista se preparar com antecedência. “Usamos modelos preditivos para estimar o volume de transações esperado por hora, por categoria e por canal. Com isso, escalamos a infraestrutura de forma cirúrgica, sem desperdício e sem surpresas”, explica o CTIO da Globalsys.

Por que a IA cita o Reddit mais do que o blog da sua empresa

A Wikipedia e o Reddit respondem por mais de 25% das citações do ChatGPT nos Estados Unidos, segundo o relatório “The 5W Citation Sourche Audit”. Esse fenômeno não é bug nem privilégio de contrato, mas, sim, um sinal sobre o que conta como autoridade na era da busca generativa.

Para começar, sugiro um teste. Abra o ChatGPT, o Perplexity ou o Google com AI Overviews e pergunte qual o melhor produto da sua categoria. Conte quantas vezes a resposta cita um thread do Reddit ou uma review de usuário. Depois, conte quantas vezes ela menciona o blog que a sua empresa mantém há anos, com calendário editorial, pauta aprovada e equipe de SEO dedicada.

O placar é humilhante para o lado corporativo. E os dados indicam que não é coincidência, esse resultado está relacionado ao relatório da 5W já mencionado, ressaltando um ponto importante sobre o mesmo levantamento: veículos tradicionais como The Wall Street Journal, The New York Times e Bloomberg sequer aparecem entre as 20 fontes mais citadas. Ou seja, as marcas jornalísticas que custam centenas de milhões para se manter perdem, na dieta de fontes de um modelo de linguagem, para posts anônimos de usuários comuns.

A explicação mais prática seria apontar para os acordos de licenciamento que transformaram o Reddit em fornecedor oficial de dados para as gigantes da tecnologia como Google e Open AI. Mas essa narrativa não se sustenta por completo. Se a questão fosse apenas o acesso ao conteúdo, os modelos apresentariam padrões semelhantes de citação, só que os dados mostram exatamente o contrário. O ChatGPT usa conteúdo social com peso bem menor (cerca de 7%) do que o Perplexity (cerca de 31%). Se fosse só questão de contrato, os números seriam parecidos.

A diferença está em outro lugar. Os modelos de linguagem priorizam o texto conversacional, resolutivo e concreto, aquele detalhe que só quem usou de verdade conhece, o caso de borda, o “comprei e me arrependi por isso”. O conteúdo corporativo médio é o oposto disso, pois tem viés institucional, aprovado por jurídico, sem fricção e sem especificidade. Com isso, a IA não está premiando o Reddit por preguiça. Está premiando um tipo de sinal que o time de conteúdo das empresas foi treinado, durante anos, a eliminar.

O comportamento varia por plataforma. Como citado anteriormente, o Perplexity, que processa cerca de 780 milhões de consultas por mês, extrai cerca de 31% de suas citações de redes sociais, com o Reddit respondendo por aproximadamente 24% desse total. Já o Google AI Overviews totaliza 13%, enquanto o ChatGPT mantém uma postura mais conservadora, priorizando fontes de autoridade estruturada.

Autoridade que se declara vs autoridade que se prova

O conceito de E-E-A-T do Google (Experience, Expertise, Authoritativeness, Trustworthiness) ganhou força com a busca generativa, sendo que o primeiro E, de Experiência, passou a ter peso prático real. Um post bem votado em comunidade é uma experiência destilada porque tem data, nome e o detalhe que o manual não tem. A página de produto diz que a empresa é a melhor. E o fórum diz se isso é verdade. Neste contexto, a autoridade que a IA reconhece não é a que a marca declara, é a que terceiros corroboram. Os blogs corporativos são declaração, mas os fóruns, repositórios e reviews são corroboração.
 

A resposta estratégica, porém, não passa por colonizar comunidades com posts falsos. O Astroturfing, que é uma técnica de marketing e comunicação que consiste em criar artificialmente apoio popular ou consenso, nesse contexto, é ineficaz além de antiético. As comunidades detectam contas coordenadas com rapidez, e o callout público se torna um conteúdo autêntico de alto engajamento, exatamente o tipo que a IA tende a citar. O risco é assimétrico e o retorno, baixo.
 

O caminho é tornar a própria comunicação tão útil, específica e verificável quanto o melhor relato de um cliente satisfeito. FAQs honestas, documentação clara, comparativos que admitem onde o concorrente é melhor. E medir a presença separadamente em cada motor como o Perplexity, AI Overviews, ChatGPT e o Gemini têm dietas de fonte distintas e exigem táticas diferentes.

A síntese é direta. A IA cita o Reddit mais do que o seu blog porque o Reddit, na média, é mais honesto do que o seu blog. Quem entende isso para de tentar enganar a máquina e, consequentemente, começa a merecer a citação.


Alexandre Caramaschi é cofundador da Naia e CEO da Brasil GEO. Atuou como ex-CMO da Semantix (Nasdaq). Tem mais de 18 anos em tecnologia, marketing e vendas. e é pioneiro no conceito de Generative Engine Optimization (GEO) e Business-to-Agent (B2A) no Brasil.

Mercado Livre apresenta produtos do e-commerce em instalação

O Mercado Livre estreia na CASACOR São Paulo 2026 como patrocinador local, marcando a primeira presença da empresa no maior evento de arquitetura, design e paisagismo da América Latina.

A participação se materializa na “Casa Origens Mercado Livre”, um ambiente exclusivo assinado pelo arquiteto pernambucano Josemar Costa Junior, do Studio Costa + Azevedo. O espaço foi concebido como um apartamento completo com hall, sala de estar com cozinha integrada, quarto e banheiro, e tem como fio condutor a brasilidade contemporânea, dialogando com referências do design brasileiro como Zalszupin, Lina Bo Bardi e Athos Bulcão. Diversos dos produtos ambientados no espaço estão disponíveis na plataforma e podem ser acessados por QR Codes distribuídos ao longo do ambiente.

A estreia na CASACOR reflete a relevância das categorias de Casa e Decoração para o Mercado Livre, que se consolida como uma das categorias que mais cresce no marketplace. A plataforma chega ao evento com um portfólio que reúne desde marcas premium até peças para todos os estilos, e vê na CASACOR uma porta de entrada para construir pontes com arquitetos e decoradores, conectando o olhar desses profissionais ao universo de produtos da plataforma.

“Casa e Decoração é uma categoria que tem crescido de forma consistente no Mercado Livre e a CASACOR nos dá a oportunidade de estar onde esse universo se reinventa. Queremos construir uma relação genuína com os profissionais que definem tendências e influenciam decisões de compra no Brasil, integrando o olhar deles ao nosso ecossistema. Acreditamos que arquitetos e decoradores conectados à nossa plataforma ampliam o que o Mercado Livre pode oferecer, e é isso que estamos construindo para nos consolidar como o destino preferido dos brasileiros para decorar”, afirmou Roberta Donato, vice-presidente de marketplace do Mercado Livre.

A mostra está aberta ao público no Parque da Água Branca, em São Paulo, de 2 de junho a 9 de agosto de 2026.

Loggi lança Programa de Afiliados para transformar influência sobre e-commerce em renda recorrente

A Loggi, empresa brasileira que está transformando a logística por meio da tecnologia, anuncia o lançamento do seu Programa de Afiliados, iniciativa que transforma influência, relacionamento e expertise sobre e-commerce em uma nova frente de receita.

Voltado a influenciadores, consultores, agências e profissionais que atuam diretamente como empreendedores digitais, o programa amplia a atuação da companhia dentro do ecossistema de e-commerce ao transformar a logística em uma nova oportunidade de monetização. A proposta é simples: parceiros indicam a Loggi para suas audiências ou carteiras de clientes e passam a receber comissões por novos embarcadores ativos na plataforma. Interessados podem se cadastrar por meio do link.

A iniciativa nasce em um contexto em que vendedores online buscam parceiros capazes de apoiar não apenas vendas e marketing, mas também a operação do negócio, especialmente a logística, uma das etapas que mais impactam na  fidelização e crescimento no comércio eletrônico.

“A logística deixou de ser apenas uma etapa operacional para se tornar parte da estratégia de crescimento do e-commerce. Com o Programa de Afiliados, queremos permitir que profissionais que já influenciam empreendedores possam também capturar valor a partir dessa transformação”, afirma Isadora Vecchi, diretora de Desenvolvimento de Novos Negócios, Marketing e Experiência do Cliente da Loggi.

O modelo de remuneração foi estruturado para acompanhar a recorrência do próprio e-commerce. Os ganhos mudam conforme fatores como volume de indicações, engajamento da audiência, frequência de uso da plataforma e estratégia de divulgação adotada pelo parceiro. Além da monetização direta, o programa busca fortalecer a conexão dos afiliados com uma das principais plataformas de logística do país, permitindo que consultores, influenciadores e agências agreguem uma solução operacional relevante ao portfólio de serviços oferecidos aos empreendedores digitais.

Para ampliar o potencial de ganhos, a empresa recomenda que os parceiros integrem a logística às conversas já existentes sobre vendas, operação e crescimento no e-commerce. Conteúdos educativos, demonstrações práticas de uso, dicas de gestão para lojistas e acompanhamento recorrente da base de clientes estão entre as estratégias que podem ampliar conversão e recorrência.

O programa é gratuito e não possui limite de ganhos. Os parceiros recebem um cupom exclusivo para compartilhamento e podem definir de forma autônoma os canais e formatos de divulgação, seja por meio de conteúdos nas redes sociais, consultorias, treinamentos ou relacionamento direto com clientes.

Como funciona

  • Cadastro na plataforma em poucos minutos;
  • Recebimento de um código exclusivo de indicação;
  • Compartilhamento com audiência ou carteira de clientes;
  • Comissão por cada novo cliente ativo gerado pela indicação.

“A Loggi já apoia mais de 22 mil empresas em todo o Brasil – entre pequenos, médios e grandes e-commerces – e, com o programa, queremos aproximar ainda mais esse ecossistema da nossa solução logística e criar uma relação de crescimento compartilhado, em que influenciadores, consultores e parceiros também possam crescer junto com os negócios que ajudam a desenvolver”, finaliza Isadora Vecchi, diretora de Desenvolvimento de Novos Negócios, Marketing e Experiência do Cliente da Loggi.

TikTok Shop cresce 102 vezes em GMV médio no Brasil em seu primeiro ano de operação

Um ano após o lançamento no Brasil, o TikTok Shop consolida sua presença no varejo digital brasileiro impulsionado pelo modelo de Compra por Descoberta, unindo entretenimento, comunidade e consumo em uma experiência integrada. Desde a chegada ao país, a plataforma registrou crescimento de 102 vezes no GMV médio diário, por mês, superando as projeções iniciais da empresa e ampliando rapidamente a adesão de consumidores, vendedores e criadores. No período, a média de criadores afiliados ativos – aqueles que realizaram ao menos uma venda no dia – cresceu 46 vezes.

O comportamento de compra dentro da plataforma reforça o poder desse novo modelo: segundo pesquisa in-app com 17 mil usuários, hoje 57,8% dos usuários concluem compras diretamente no TikTok Shop após descobrirem um produto no TikTok.

live commerce também se consolidou como um dos principais motores de crescimento da plataforma no país. Na comparação entre maio de 2025 e maio de 2026, o número médio diário de lives cresceu 20 vezes, enquanto o GMV médio diário, por mês, gerado pelas transmissões aumentou 161 vezes. Atualmente, as lives com maior volume de vendas no Brasil estão concentradas em categorias como cosméticos e cozinha.

“Tínhamos projeções otimistas, mas os números desse primeiro ano superaram a expectativa. Esses doze meses mostraram que o consumidor brasileiro está cada vez mais aberto a uma experiência de compra baseada em descoberta, entretenimento e em interatividade. O TikTok Shop conecta criadores, vendedores, marcas e comunidade dentro de um mesmo ambiente, criando uma jornada mais dinâmica, em que a compra acontece de forma muito mais espontânea e personalizada”,afirma Gustavo Mondo, head de Categoria do TikTok Shop no Brasil. “O live commerce cria uma proximidade com o público e oferece a possibilidade de interatividade em tempo real. Ao mostrar o produto ao vivo, conversar com a audiência e responder dúvidas na hora, o vendedor transforma interação em confiança e confiança em compra. É a experiência da loja física transportada para o digital, mas com alcance e escala muito maiores”.

Produtos mais vendidos

O ranking de mais vendidos ao longo deste primeiro ano evidencia a diversificação de produtos e de interesses na plataforma. Abaixo, os três itens mais vendidos divididos por sub-categoria.

  • Moda: 1. calças femininas; 2. Camisetas e blusinhas femininas; 3. Vestido casual feminino
  • Beleza: 1. Bodysplash feminino; 2. Bodysplash masculino; 3. Perfume masculino
  • Casa&Decoração: 1. Panelas e frigideiras; 2. Lençois e fronhas; 3. Garragas térmicas
  • Eletrônicos: 1. Fones de ouvido; 2. Película de tela e cases de computador; 3. Smart watch

Histórias de crescimento

O crescimento da plataforma reforça o potencial do discovery commerce no país e abre espaço para que marcas, vendedores e criadores desenvolvam novas formas de se conectar com consumidores dentro do ambiente digital.
 

A Natura foi a primeira marca de beleza e cuidados pessoais a vender pela plataforma e não apenas liderou a Black Friday do TikTok Shop – batendo recordes de vendas no dia 28/11/2025 e emplacando três produtos no top 10 de Perfumaria – como também reinventou a venda direta. A marca empoderou suas Consultoras de Beleza, transformando-as em verdadeiras criadoras de conteúdo. Ao longo do mês de novembro, foram realizadas diversas lives, que contaram com a participação de 70 consultoras durante a Black November. No dia do evento, foi realizada uma mega live de 12 horas, que resultou em um aumento de 228% na conversão de clientes que estavam abandonando o carrinho. Ao longo de 2025, foram realizadas 52 mil lives, 60% delas produzidas pelas próprias Consultoras, que geraram mais de 32 milhões de impressões e uma taxa de engajamento 3x maior que a de outros creators. Além disso, durante o Carnaval, a marca fez uma live com uma consultora de beleza direto do Camarote 2222, que gerou 80% de aquisição de novos clientes e teve aumento de 68% de views em relação ao resultado alcançado em 02.02, última data dupla ativada pela marca.

A Riachuelo, primeira grande marca de moda a entrar no TikTok Shop, já acumula mais de 130 mil pedidos nos últimos 12 meses na plataforma, viralizando diferentes itens como calça wide leg, roupão de Casa Riachuelo e bolsa tote. Além disso, a marca se tornou a primeira do setor de moda a realizar um Super Brand Day no Brasil, e durante a campanha, a marca divulgou conteúdos exclusivos com a Silvia Braz e uma coleção em parceria com a influenciadora, que foi lançada simultaneamente no TikTok Shop e no site oficial da Riachuelo.

A força do TikTok Shop no Brasil também já vem transformando a trajetória de pequenas e médias empresas no país. A BigHome Brasil, da categoria Home & Living, iniciou sua operação na plataforma em dezembro de 2025 e, em poucos meses, transformou o TikTok Shop em seu principal canal de vendas, praticamente dobrando o faturamento da operação. Em 2026, a empresa já acumula R$ 17 milhões em faturamento dentro da plataforma e registrou um recorde de live commerce na América Latina, com US$ 100 mil vendidos em uma única transmissão. O ecossistema de afiliados também teve papel central no crescimento da marca, que alcançou uma média de 300 afiliados ativos com vendas nos últimos 28 dias. Atualmente, o TikTok Shop já representa um faturamento cinco vezes maior do que o segundo principal canal de vendas da empresa.

A Moderna se destacou como um dos principais casos de crescimento no TikTok Shop no Brasil. Desde a entrada da marca na plataforma, em maio de 2025, a receita mais que dobrou e o TikTok Shop passou a representar 60% das vendas totais da empresa. Hoje, a operação conta com mais de 9 mil afiliados ativos, responsáveis por movimentar mais de 10 mil unidades vendidas por dia, além de impulsionar a expansão da produção própria e da equipe da marca.

O crescimento da plataforma também vem ampliando oportunidades para criadores de conteúdo, que passaram a transformar audiência e engajamento em novos modelos de negócio dentro do TikTok Shop. A criadora Lua Blossom, por exemplo, ultrapassou R$ 1 milhão em GMV após transformar as lives sobre fragrâncias em sua atividade principal.

Outro exemplo é a criadora Vitória Merlos, que já atingiu um GMV total de R$ 2.8 milhões, sendo R$ 2.4 milhões só em lives. Ao todo, Ve Merlos – como é conhecida na plataforma – já realizou mais de 200 lives e vendeu mais de R$400 mil em produtos em uma única transmissão.

Diego Barreto, CEO do iFood, é selecionado como Empreendedor Endeavor

A Endeavor Brasil anuncia Diego Barreto como novo Empreendedor Endeavor. CEO do iFood e Head da Prosus na América Latina, Diego é reconhecido por atuar na transformação da maior empresa de delivery do país em um ecossistema de conveniência, mantendo a sinergia com a estratégia regional da gigante holandesa de tecnologia. 

A relação com a Endeavor antecede sua jornada na empresa: há mais de dez anos ele atua como mentor da organização, e foi justamente esse engajamento ativo que o tornou conhecido na Rede e conectou seus caminhos aos de Fabrício Bloisi, resultando no convite, em 2016, para integrar o Grupo Movile – antes de liderar o iFood. Para Diego, a mentoria sempre foi um canal de troca e aprendizado contínuo, nunca uma via de mão única, consolidando um histórico de giveback consistente.

De uma família empreendedora ao comando do iFood

Criado em uma família com histórico empreendedor, Diego Barreto construiu sua trajetória na interseção entre finanças e estratégia. Mas foi em 2014, durante um MBA no exterior, que a chave virou: ao ver de perto a tecnologia descentralizando os meios de produção e mudando a lógica do mundo, decidiu que queria seguir esse caminho. Iniciando sua trajetória no iFood pela área financeira, ele construiu uma jornada empreendedora interna ao longo dos anos, assumindo o papel de VP estratégico sob a liderança de Fabrício Bloisi e, em seguida, como CEO, tornando-se um dos arquitetos de uma virada estratégica que redefiniu o negócio. Hoje o iFood é responsável por 0,64% do PIB brasileiro e cerca de 1 milhão de empregos diretos e indiretos, com R$140 bilhões movimentados em 2024.

“Depois de 10 anos trabalhando no ecossistema iFood e empreendendo loucamente, recebi a notícia da Endeavor de que agora estou integrando um grupo com o qual eu sempre sonhei. Essa conquista só aumenta a responsabilidade. Primeiro, de acessar tudo o que a Endeavor oferece, de poder buscar mentores, grandes inspirações e referências para o que ainda preciso construir mundo afora. Mas, tão importante quanto, tenho a responsabilidade de devolver para o ecossistema. De abrir cada vez mais as minhas portas – e as portas do iFood e da Prosus – para contribuir para um Brasil melhor, que a Endeavor está construindo há muito tempo”, afirma Diego Barreto.

Segundo Fabrício Bloisi, Empreendedor Endeavor e CEO da Prosus: “Toda a história do Diego com a Movile é simplesmente incrível: ele entrou na empresa em meio a uma grande crise, com desafios imensos, o momento em que a maioria das pessoas escolheria ir embora. Sua resiliência empreendedora o fez ficar até o fim. No iFood, Diego foi decisivo para preservar sua cultura empreendedora, sua essência inovadora, sua visão audaciosa e seu compromisso genuíno com os clientes. Ele não apenas representa a cultura do iFood, ele a encarna. E é, sem dúvida, uma inspiração para todos no ecossistema.Tenho certeza que ele está só começando”.

Em 2019, Diego participou da decisão de transformar o iFood em uma plataforma multicategoria, expandindo além dos restaurantes para mercado, farmácia e pet shops. A aposta consolidou o iFood como um player de conveniência, com crescimento consistente de frequência de uso, ticket médio e diversificação de receita.

Impulsionada pela cultura do “sonho grande”, em 2025 a plataforma atingiu a marca de 180 milhões de pedidos mensais, com mais de 1 bilhão de pedidos em 2025.

Durante esse processo, a inteligência artificial foi implantada de forma massiva na operação: a empresa conta hoje com 190 modelos proprietários que utilizam técnicas de Machine Learning e personalizam a experiência do usuário através do modelo LCM (Large Commerce Model). A IA atua diretamente como motor de crescimento, contribuindo para que mais de 80% dos pedidos contem com algum nível de aplicação tecnológica. Paralelamente, a empresa também apostou no iFood Pago, cuja plataforma financeira analisa a capacidade operacional dos estabelecimentos para conceder crédito, rompendo com o formato tradicional dos bancos. Atualmente, a operação já concedeu R$3 bilhões em crédito para cerca de 40 mil empreendedores parceiros.

Agora, seu espírito empreendedor inspira o reposicionamento do iFood como ecossistema, ampliando o impacto de uma empresa que já se tornou infraestrutura da economia digital brasileira. Em toda essa jornada, sempre reforçou uma cultura inegociável no iFood, baseada na autonomia e na mentalidade de dono.

Com uma contribuição que vai além das horas de mentoria, Diego está entre os dez maiores doadores da Endeavor Brasil nessa modalidade e participa ativamente de discussões estratégicas sobre os rumos da organização. Além da Endeavor, ele integra o YPO e a BASE.

A seleção como Empreendedor Endeavor passa por um processo rigoroso e validado pela rede local e global da organização, considerando o perfil de liderança do empreendedor e sua visão de giveback para o ecossistema, além do potencial de crescimento e impacto exponencial do negócio.

iFood Benefícios registra crescimento de 71% na comparação anual

O iFood Benefícios, vale alimentação e refeição do iFood, consolidou uma trajetória de forte expansão no mercado brasileiro, registrando um crescimento expressivo de 71% na comparação anual. Atualmente, a plataforma soma 1,3 milhão de usuários ativos mensais e atende a uma carteira de 65 mil empresas clientes em todo o país. Esse ritmo acelerado foi impulsionado especialmente pelo desempenho recente: apenas no mês de março, foram adicionadas 150 mil novas vidas à base, enquanto o volume de novos contratos fechados apresentou uma alta de 17% desde novembro de 2025.

Como reflexo direto desse avanço e dos constantes investimentos em tecnologia própria, a plataforma atingiu a marca histórica de aproximadamente R$ 1 bilhão em pagamentos processados por mês em abril de 2026. A eficiência da operação também tem sido um diferencial estratégico, visto que cerca de 40% das recargas mensais já são totalmente processadas por Inteligência Artificial. Essa automação trouxe mais agilidade para os processos e contribuiu diretamente para um salto de 82% nas contratações ao longo do último ano.

“O desempenho acompanha uma mudança no perfil das empresas, que passam a priorizar soluções mais ágeis, digitais e eficientes para a gestão de benefícios. O crescimento também reforça um movimento de modernização do setor. Para 2026, a expectativa é manter o ritmo acelerado, consolidando o iFood Benefícios como uma das principais plataformas do setor no país, com foco contínuo em tecnologia, experiência e eficiência”, destaca Arthur Freitas, CEO do iFood Benefícios. 

Deepfake corporativo: o golpe agora imita seu chefe

Uma reunião rápida, com pauta urgente e decisão tomada em poucos minutos. Foi nesse contexto que uma multinacional europeia autorizou a transferência de €25 milhões após uma videochamada com alguém que parecia ser seu próprio CEO. O executivo, na prática, nunca participou da conversa. O caso foi revelado em março de 2026 pelo site OnOff Business, que detalhou o uso de deepfake para simular a liderança da empresa em tempo real. Ao mesmo tempo, dados recentes da Europol indicam que uma parcela relevante das fraudes no continente já envolve manipulação de identidade com inteligência artificial.

“Esse tipo de abordagem funciona porque se encaixa na rotina. É uma demanda plausível, com alguém conhecido e um nível de urgência que faz sentido dentro da operação”, afirma José Miguel, Gerente de Pré Vendas da Unentel. “Quando o contexto convence, dificilmente a primeira reação é duvidar.”

O uso de voz sintética e imagem gerada por IA tem sido direcionado a momentos específicos do dia a dia corporativo, principalmente aqueles em que decisões precisam acontecer rápido. Aprovações financeiras, mudanças de fornecedor ou solicitações fora do padrão viram portas de entrada quando não existe um caminho claro para validação. Em muitos casos, basta um único ponto de confirmação para que a solicitação avance.

Relatórios como o Verizon Data Breach Investigations Report 2025 ajudam a entender esse cenário ao mostrar que a maior parte dos incidentes ainda envolve interação humana. Quando uma solicitação combina familiaridade com urgência, a tendência é acelerar a resposta, mesmo sem uma checagem mais cuidadosa. É nesse espaço que o deepfake ganha eficiência.

Algumas empresas já começaram a ajustar esses pontos sem necessariamente recorrer a soluções complexas. Mudanças simples na forma como decisões críticas são validadas, como evitar aprovações por um único canal, registrar exceções e distribuir responsabilidades, têm reduzido o espaço para esse tipo de abordagem. Também cresce o cuidado com pedidos fora do fluxo habitual, principalmente quando envolvem valores, acessos ou prazos curtos.

“O deepfake acompanha a evolução da tecnologia, mas ele ainda depende de como a empresa opera no dia a dia. Quando existe clareza nos processos e mais de uma etapa de verificação, fica muito mais difícil para esse tipo de fraude avançar, por mais convincente que pareça”, finaliza José Miguel.

Na prática, isso tem levado empresas a rever pontos específicos da operação, principalmente onde há mais pressão por rapidez. Segundo o especialista, aprovações financeiras, por exemplo, deixam de acontecer apenas por chamada ou mensagem e passam a exigir uma segunda confirmação em outro canal já conhecido da equipe. Também ganha força a formalização de exceções, quando um pedido foge do padrão, ele não é resolvido no improviso, mas registrado e validado dentro de um fluxo definido. 

Em paralelo, ferramentas que conectam comunicação, identidade e histórico de interações ajudam a dar contexto para cada solicitação, evitando que decisões sejam tomadas com base apenas na aparência ou na urgência. Esse tipo de ajuste não elimina o risco, mas reduz significativamente o espaço para que abordagens como o deepfake avancem dentro da rotina.

Consumidores usam mais de 2,5 milhões de cupons online em um ano

O uso de cupons de desconto deixou de ser pontual e passou a fazer parte da rotina de compra do consumidor brasileiro. Dados da extensão de navegador Parcerias Online, desenvolvida pela Proxy Media, indicam que os usuários economizaram com mais de 2,5 milhões de cupons distribuídos em compras online entre abril de 2025 e abril de 2026. No período, os usuários ativosaplicaram cupons, em média, de duas a quatro compras por mês, com maior concentração em momentos de decisão e em períodos de maior intenção de consumo, como datas promocionais.

Atualmente, a ferramenta conta com cerca de 1.000 usuários ativos, que utilizam a tecnologia para automatizar a busca e aplicação de descontos em compras online. A extensão testa diferentescupons disponíveis e aplica automaticamente a melhor opção no momento do checkout, reduzindo o esforço manual do consumidor e tornando o processo de economia mais eficiente.

Preço guia decisões de compra

O uso da extensão está concentrado principalmente em grandes plataformas de e-commerce e marketplaces, como Netshoes, Shopee, Magazine Luiza, AliExpress e Hoteis.com. As categoriascom maior volume de aplicação de cupons acompanham o comportamento de consumo digital no país, com maior incidência em produtos de eletrônicos, moda e acessórios, beleza e viagens. Esse movimento indica que o consumidor está cada vez mais atento ao preço,inclusive em compras recorrentes, e não apenas em aquisições de maior valor.

Embora períodos como Black Friday, Cyber Monday, Dia do Consumidor e Natal ainda acumulem os maiores picos de uso, chegando a volumes até três vezes superiores à média mensal, os dadosapontam para uma mudança relevante no comportamento. O uso de cupons deixou de ser restrito a grandes campanhas e passou a fazer parte da rotina, sendo incorporado ao dia a dia das compras online.

Ao longo da semana, o uso da extensão se concentra principalmente no horário comercial, acompanhando momentos de navegação e decisão de compra. Já aos finais de semana, o comportamentose torna mais distribuído, sem picos específicos, o que reforça a ideia de um consumo mais contínuo e menos dependente de datas específicas.

Para Francisco Cantão, CEO da Proxy Media, os dados revelam uma tendência clara deevolução no comportamento digital, marcada pelo crescimento da chamada “compra assistida por tecnologia”. “Nesse modelo, o consumidor deixa de buscar cupons manualmente e passa a delegar esse processo a ferramentas automatizadas, que encontram e aplicam descontosde forma mais eficiente e integrada à jornada de compra”, explica.

Essa mudança também evidencia uma transformação na percepção de valor: o consumidor está mais sensível a preço, espera automação na aplicação de descontos e passou a utilizar cuponsnão apenas em momentos promocionais, mas também em compras do dia a dia. “Dessa forma, o desconto deixa de ser um diferencial competitivo e passa a ser uma expectativa básica do consumidor digital”, reforça o executivo.