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Liderança 5.0: usando o cubo para administrar complexidades

Líderes de organizações globais como Walmart e Coca-Cola pedem para sair por entenderem que não são os mais indicados para conduzir esses negócios diante dos iminentes novos desafios gerados pela rápida e irreversível transformação da realidade, em especial precipitada pela massificação no uso da Inteligência Artificial (IA).

Um dos desafios mais presentes é o exercício da liderança nos cenários atuais, considerando a velocidade, a amplitude, a profundidade e a dinâmica das transformações que temos vivido.

Isso é um alerta de que os modelos, práticas e conceitos de liderança desenvolvidos ao longo do tempo devem ser repensados, buscando ajustes em sua lógica, princípios e a necessária adaptabilidade e flexibilidade demandadas por tudo o que o presente e o futuro sinalizam. E talvez seja essa a questão que mais desafia os líderes atuais na busca por respostas.

Ao mesmo tempo, isso os aproxima, pois estão conscientes de que todos estão enfrentando dilemas e dúvidas similares. Talvez por conta disso, existem tantos eventos, encontros, discussões e debates em busca de caminhos.

Como contribuição para o repensar do tema, nos provocamos com a proposta da Liderança 5.0, buscando combinar dimensões que devem estar presentes no exercício da liderança atual e futura, e mesclando elementos tradicionais e outros mais demandados pelo ambiente em transformação.

A proposta da Liderança 5.0 envolve as dimensões Situacional, Dinâmica, Plural, Circunstancial e Estratégica e sua prática pode ser entendida a partir da mesma lógica do cubo, em que a combinação desses elementos permite respostas distintas na forma de liderar, considerando a estratégia para diferentes negócios, realidades, momentos, perspectivas e perfis dos liderados, dentro dos valores, princípios e missão de cada organização.

E que essa práticas sejam válidas tanto no setor privado, quanto no público e no institucional.

Liderança situacional

É o conceito tradicional que envolve o comportamento de um líder flexível e adaptável ao perfil do liderado. Considera o grau de maturidade, experiência, prontidão, iniciativa e atitude do liderado para orientar a atuação do líder na estruturação, no detalhamento, na orientação, no esclarecimento e na formatação das demandas, bem como no relacionamento com o liderado.

É um conceito clássico de liderança que se tornou ainda mais importante diante do convívio e da interação de diferentes gerações e percepções nos diferentes ambientes.

E, por conta da dinâmica das mudanças, exponencia a combinação de comportamentos, expectativas, experiências e níveis de maturidade pessoal e profissional nos mais diversos ambientes.

Liderança dinâmica

Nos diferentes setores público, privado ou institucional em que atuam os líderes, muitas vezes convivem propostas distintas envolvendo objetivos de curto, médio e longo prazos que devem ser buscados na interação com seus liderados.

Dentro de uma mesma organização convivem áreas, negócios ou atividades com diferentes níveis de maturidade, estruturação e ambição, inerentes às características e momento dos subsegmentos.

Essa pluralidade de objetivos exige flexibilidade, adaptabilidade e modelo e comportamento dinâmicos dos líderes, combinando elementos de forma a atuar sempre como catalizador e potencializador das competências dos diferentes times para o alcance dos resultados.

E, considerando que não se pode esperar dos líderes todas as respostas a todas as questões, mas, sim, sua capacidade de formatar as questões e de orquestrar, da forma correta, os diversos times na busca das respostas e, principalmente, por resultados.

Liderança plural

O simples enunciado de todos os elementos anteriores já define o caráter plural da liderança atual e futura.A necessidade de combinar elementos como perfil dos liderados, diferentes objetivos e a maturidade dentro das organizações, o momento e a estratégia de cada atividade em um cenário profundamente dinâmico acaba por definir essa necessária condição plural.

Os maiores desafios e maior pressão não são gerados pela complexidade dos cenários, mas sim pela simultaneidade de tudo que acontece em todos os planos.

E é por isso porque não falamos do líder, que traz a conotação de um perfil, comportamento ou atitude, mas sim da liderança em sentido mais abrangente e dinâmico.

Liderança circunstancial

O cenário dinâmico exponenciado pela IA que vivemos atualmente torna tudo volátil e volúvel, e esses elementos tornam o exercício da liderança um permanente convívio com o circunstancial, pois a única constante é a mudança, como já propunha o filósofo grego Heráclito.

Não deixa de ser curioso imaginar a interpretação desse conceito na Grécia Antiga, em comparação com o que se vive nos dias atuais.

Sem transigir com os valores e a missão das organizações, a dinâmica da liderança circunstancial se aplica à necessidade de compor, organizar, adaptar e flexibilizar, considerando que os mitos e as verdades da realidade que vivemos podem e são constantemente alterados por novos elementos no campo político, econômico e por tudo que envolve o digital. E, ainda mais, o inevitável avanço da IA.

O avanço da Inteligência Artificial em todos os setores constitui, em si, um elemento disruptivo de tal magnitude que justifica o repensar de tudo que envolve a liderança. O impossível de ontem pode se transformar no viável de logo mais.

Tudo isso traz o desafio de uma dimensão circunstancial da liderança que tenha a flexibilidade e adaptabilidade para conviver com esses cenários, propondo modelos e comportamentos que convivam com o circunstancial, mas que mantenham o rumo na direção do que deve ser alcançado.

Liderança estratégica

É aquela que envolve os desafios de liderar com a visão estratégica, em um contexto no qual a exponenciação de elementos em transformação, nas mais diversas dimensões, empurra para a gestão operacional e focada de curto prazo.

São tantos e tais elementos interagindo ao mesmo tempo que há uma natural tendência de focar em tudo aquilo que demanda respostas e soluções de curto ou médio prazo, sempre pressionado pelo tempo cada vez mais implacável.

E considerando que o nível de exigência e de cobrança cresce em intensidade ainda maior, pressionado pelo mercado mais informado e conectado.

Um dos desafios mais relevantes nesse processo é conviver com as demandas e os apelos do curto e médio prazos, sem perder a visão, a atualidade e a coerência com as dimensões estratégicas.

Para concluir

Na complexidade dos cenários presente e futuro, exponenciados por tudo que a IA está incorporando, a liderança será, cada vez mais, a gestão de decisões em ambientes em constante incerteza.

A visão clássica dos perfis de liderança deve evoluir para algo ainda mais abrangente, com a combinação de elementos em contínua e permanente transformação e estimulando o desenvolvimento constante, individual e coletivo.

E o melhor entendimento desse momento para as lideranças pressupõe a capacidade de envolver e, principalmente, integrar, de forma virtuosa, negócios, pessoas, tecnologia, modelos e iniciativas, para avanços em conjunto e mais relevantes.

Tão simples de enunciar, tão complexo de administrar.

Esta é uma proposta apenas para o repensar da liderança com a única certeza de que todos os que estão envolvidos, diretamente ou indiretamente com o tema, no fundo, bem sabem que as dúvidas são significativamente maiores do que as certezas.

E que isso pode ser o necessário ponto de partida para aprender e se desenvolver de modo coletivo e integrado.

Vale refletir.

Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem

Giuliana Flores reforça presença na Baixada Santista com nova unidade na Praia Grande

A Giuliana Flores inaugura uma nova unidade no Litoral Plaza Shopping, localizado na Praia Grande (SP), fortalecendo sua presença na Baixada Santista. O movimento amplia oportfólio de produtos e serviços, com opções para datas comemorativas, presentes e demandas corporativas. Entre os destaques está a linha de Rosas Encantadas, plantas naturais tratadas que preservam a aparência por até cinco anos.

Trata-se da 15ª loja franqueada da marca que, em 2025, após mais de três décadas de sucessono e-commerce e com presença consolidada no varejo físico, deu início à expansão por meio do modelo de franquias, intensificando sua atuação para além do ambiente digital e reforçando a estratégia omnichannel da marca. Neste ano, a previsão é a abertura demais de 50 novas unidades nessa modalidade de negócio.

A empresa busca empreendedores engajados com a marca, com perfil gestor, visão estratégicae tino comercial, dispostos a seguir regras, processos e padrões da rede, entendendo que a padronização é um dos pilares do modelo de negócio. A marca valoriza parceiros que querem crescer com a companhia no médio e longo prazo, como é o caso de Eric RenanBragion, franqueado do quiosque da Praia Grande. “Desde o início, eu me identifiquei com a proposta da marca e com o cuidado em cada detalhe da experiência do cliente. Mais do que vender flores e presentes, queremos levar emoção e cor para a vida das pessoas,marcando momentos especiais do dia a dia. Acredito no modelo da empresa, que valoriza a padronização, os processos e o suporte ao franqueado, e vejo essa nova unidade como uma oportunidade de crescer junto com a marca”, afirma.

A companhia apresenta um modelo de franquia versátil e adaptável. O quiosque (9 m²), por exemplo, é ideal para locais com alto fluxo, com foco em flores preservadas e presentes.A empresa oferece um ecossistema logístico robusto, que inclui centro de distribuição próprio, câmaras de resfriamento e suporte completo em marketing, operações e vendas. O grande diferencial está na força da marca. O franqueado passa a integrar um negóciosólido, que entrega mais do que presentes, entrega sentimentos.

“Estamos avançando em uma expansão sustentável, preservando a essência da marca e garantindoeficiência operacional. O crescimento da rede de franquias reforça nosso compromisso com a experiência do cliente e com o desenvolvimento estruturado dos parceiros, apoiados por processos claros, treinamento contínuo e suporte próximo. Mantemos os valoresde investimento praticados em 2025, o que abre uma janela estratégica para novos franqueados ingressarem antes de eventuais revisões”, afirma Clóvis Souza, fundador e CEO da Giuliana Flores.

O Litoral Plaza Shopping fica na Av. Ayrton Senna da Silva, 1.511, em Praia Grande (SP). Oquiosque funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados das 15h às 21h.

eComex anuncia o lançamento da SofIA, agente de IA conversacional para “decision intelligence”  do comércio exterior

A eComex, empresa brasileira pioneira no mercado de soluções de tecnologia para gestão, otimização e automatização de operações de comércio exterior e logística internacional, anuncia o lançamento da SofIA. A nova agente digital, baseada em inteligência artificial generativa, foi projetada para atuar como uma interface de conversação inteligente conectada diretamente ao banco de dados dos clientes no ambiente eComex Pulse Edition, na nuvem.

A chegada da SofIA marca a expansão do “exército de IA” da companhia, composto por agentes que visam auxiliar o cliente em missões críticas, permitindo que o usuário desempenhe papéis cada vez mais estratégicos. Através de um prompt de linguagem natural, qualquer colaborador das diversas áreas de uma indústria, como planejamento, compras, logística, financeiro ou fiscal, pode obter informações precisas sobre a cadeia global de suprimentos em tempo real.

Diferente de ferramentas de IA genéricas, a SofIA trabalha exclusivamente com as transações reais de comércio exterior da companhia armazenadas no sistema. Ela é capaz de responder desde perguntas operacionais simples, como a previsão de chegada de um embarque específico, até análises complexas de custos de frete internacional e agrupamentos por região de desembaraço, além de comparar os dados históricos em dashboards para análises e previsão.

“A ideia é criar um exército digital para estar do lado do nosso cliente trabalhando naquilo que é missão crítica”, afirma André Barros, CEO da eComex. “A SofIA é um robô dentro da nossa solução que está conectado ao banco de dados do cliente. Com o português, em linguagem natural, o analista pode fazer perguntas. É como se fosse um ChatGPT para o cliente, mas em um ambiente seguro, dentro da nossa nuvem, que só ele acessa”.

Um dos principais benefícios da ferramenta é a drástica redução do Custo Total de Propriedade (TCO). No modelo tradicional do setor, a necessidade de um novo recorte de dados exigia a solicitação de relatórios customizados ao fornecedor, envolvendo orçamentos e prazos de desenvolvimento que poderiam tornar a informação obsoleta antes mesmo da entrega. Com a SofIA, esse ciclo é eliminado, pois a ferramenta entrega dados, tabelas e gráficos sob demanda, de forma instantânea.

“O comércio exterior é um processo muito transacional, com um volume de dados gerado por centenas de embarques diários em grandes indústrias”, explica Barros. “A grande vantagem da SofIA é descentralizar a demanda de pergunta e resposta. Hoje, a área de comércio exterior perde tempo gerando relatórios para outras áreas. Agora, qualquer gestor pode acessar a SofIA pelo celular e saber o custo, se houve atraso ou transbordo, sem depender de ninguém”.

A SofIA vai além das respostas quantitativas, oferecendo contextualização de negócios verticalizada por indústria, como por exemplo, para os setores automotivo, óleo e gás ou saúde. O modelo permite entender variações de custos causadas por fatores externos, cruzando os dados da operação com contextos geopolíticos globais.

“Ela conecta contextos das transações de comex  do cliente. Além de respostas quantitativas, ela vai dar respostas qualitativas e de dimensões ampliadas”, reforça o CEO. “Isso resolve um problema de informação para o setor e para nós, pois não é mais necessário que as áreas de Comex atendam seus clientes internos sob demanda em um ritmo frenético para gerar relatórios pontuais”.

A SofIA já está dispoível no mercado, sendo oferecida como um serviço de assinatura recorrente para clientes que utilizam a plataforma eComex Pulse Edition. A ferramenta integra-se à visão de longo prazo da eComex de criar um ecossistema de robôs autônomos que se comunicam entre si para agregar valor máximo à operação dos clientes.

Equipe virtual de agentes de IA reduz em até 70% o tempo de desenvolvimento de software na Dígitro Tecnologia

Dígitro Tecnologia está implementando um novo modelo de desenvolvimento baseado em agentes de Inteligência Artificial que atuam como uma equipe virtual integrada ao time humano. Segundo testes internos, tarefas de especificação técnica, desenvolvimento, documentação e homologação tiveram seus tempos reduzidos em até 70%, associadas à geração automatizada de insumos para a operação de outras áreas da empresa, de forma mais robusta e padronizada, diretamente vinculadas ao uso coordenado dos agentes de IA.

O modelo reorganiza a forma como o software é construído dentro da empresa. Em vez de utilizar ferramentas de IA apenas como apoio pontual, a tecnologia passa a integrar diretamente o fluxo de trabalho, atuando por meio de agentes especializados que colaboram entre si e com os profissionais da área técnica.

“Estamos tornando os humanos muito mais produtivos e estratégicos. O que antes consumia dias entre especificação e desenvolvimento hoje se resolve em um dia com apoio dos agentes. Não se trata de substituir pessoas, mas de potencializar entregas e liberar o time para atividades de maior impacto”, afirma Agenor Pacheco Junior, diretor de Tecnologia da Dígitro.

Atualmente, a empresa opera com diversos agentes de IA, cada um responsável por uma etapa da cadeia de desenvolvimento, como front-end, back-end, QA, segurança, design e documentação. A interação entre eles também exige supervisão ativa. Agenor explica que, por seguirem regras rígidas, eles podem entrar em conflito entre si, como quando um agente de segurança bloqueia uma solução proposta pelo agente de performance. 

Se isso ocorrer, o desenvolvedor humano atua como mediador, definindo prioridades, ajustando caminhos e garantindo que as decisões acompanhem o escopo do produto. “O uso de agentes de IA no desenvolvimento é um caminho sem volta. A atuação humana consiste em criar uma arquitetura de agentes com funções específicas, delimitando claramente o papel de cada um e evoluindo-os constantemente. O humano tem papel crucial em manter essa orquestra tocando no ritmo certo”, explica.

Parceria tecnológica

Parte dessa evolução contou com colaboração especializada em inteligência artificial aplicada. A Vibbra, consultoria estratégica de tecnologia sediada em Florianópolis, atuou junto ao time da Dígitro na estruturação da arquitetura de agentes e na adaptação do processo de desenvolvimento para incorporar a atuação da inteligência artificial de forma integrada ao trabalho das equipes.

“A Dígitro já possuía uma base tecnológica sólida e equipes muito experientes. Nosso trabalho foi contribuir na estruturação do modelo de agentes dentro do processo de desenvolvimento, ajudando a acelerar essa transição. O resultado é um ambiente em que inteligência artificial e profissionais trabalham juntos para ampliar velocidade, qualidade e capacidade de inovação”, afirma Leandro Oliveira, CEO da Vibbra.

Segundo a empresa, a iniciativa também impacta o perfil das equipes. Em vez de concentrar-se na escrita de código, os profissionais envolvidos passam a dedicar-se mais à arquitetura de sistemas. “Quando os agentes passam a participar do processo, o desenvolvedor deixa de atuar na codificação e passa a contribuir mais na definição das soluções. Isso eleva o nível das decisões técnicas e amplia a capacidade de inovação da empresa”, conclui Agenor.

Ao integrar inteligência artificial e atuação humana qualificada, a Dígitro fortalece sua capacidade de desenvolver soluções mais robustas, reduzir ciclos de desenvolvimento e responder com maior rapidez às demandas de clientes em mercados cada vez mais competitivos.

Com tecnologia da Envoy, empresas reduzem até 30% dos custos logísticos

A Envoy tem ajudado empresas brasileiras a enfrentar um dos principais gargalos do país: os custos logísticos. Em setores como varejo, e-commerce e indústria, onde a eficiência da operação impacta diretamente a competitividade, a plataforma permite reduções de até 30% em processos mais complexos.

Segundo o Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS), os custos logísticos representam cerca de 15,5% do PIB nacional, em um cenário pressionado principalmente pelo transporte rodoviárioe pela volatilidade dos combustíveis. Desafios estruturais como roteirização manual, ociosidade de frota, retrabalho nas entregas e baixa visibilidade da operação também contribuem significativamente para o aumento das despesas.

É nesse contexto que a Envoy aplica inteligência de dados e automação à gestão logística, promovendo ganhos consistentes de eficiência. Empresas que adotam a plataforma registram reduções de15% até 30%, além de melhorias relevantes em indicadores, como a diminuição de até 70% no tempo de roteirização e avanços no nível de serviço (SLA).

“Grande parte dos custos logísticos ainda está escondida em ineficiências operacionais do dia a dia. Quando a empresa passa a enxergar melhor sua operação com dados, ela não só reduz desperdícios,como ganha capacidade de escalar com muito mais controle”, afirma João Machado, CTO da Envoy.

A tecnologia utiliza algoritmos de geolocalização para definir trajetos mais eficientes, reduzindo deslocamentos desnecessários e otimizando o uso da frota. Recursos como auditoria automatizadade entregas, análise de comprovantes e monitoramento em tempo real ampliam o controle sobre a operação e aumentam a precisão dos processos. Na prática, isso se traduz em operações mais enxutas e previsíveis.

Empresas que utilizam a plataforma conseguem reduzir consideravelmente o retrabalho, melhorar o aproveitamento da frota e antecipar problemas operacionais. Com maior visibilidade, é possívelidentificar gargalos rapidamente e tomar decisões mais assertivas, evitando desperdícios muitas vezes invisíveis no dia a dia.

Os ganhos tendem a ser mais expressivos em operações com alto volume de entregas e grande dispersão geográfica, como varejo, e-commerce, setor farmacêutico e operadores logísticos. Ainda assim,práticas como planejamento manual, ausência de indicadores confiáveis e baixa utilização de dados seguem limitando a eficiência e a escalabilidade de muitas empresas.

Com a implementação da solução, os primeiros resultados costumam aparecer já nos primeiros meses, especialmente a partir da reorganização do planejamento logístico e do aumento do controlee transparência sobre a operação.

Atualmente, a Envoy gerencia cerca de 10 milhões de entregas por mês, consolidando uma base robusta de dados que permite análises detalhadas de rotas, desempenho de frota e nível de serviço.Esse volume de informação tem se tornado um diferencial competitivo relevante, sobretudo em setores como os já mencionados, que envolvem maior complexidade logística.

Como o varejo pode reduzir perdas em FLV com inteligência artificial

A gestão de frutas, legumes e verduras (FLV) — categoria conhecida pelo consumidor como hortifruti — é uma das operações mais demandantes do varejo alimentar. Exige leitura sistemática de demanda, coordenação logística diária e decisões que variam de loja a loja. O protagonismo do FLV se reflete também na escala econômica das suas perdas. Estudos da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) indicam que o mercado brasileiro convive, anualmente, com mais de R$ 1 bilhão em perdas em frutas, legumes e verduras — um dado que evidencia o peso operacional da categoria em um setor de margens apertadas.

É nesse contexto que a inteligência artificial se consolida como ferramenta de suporte à tomada de decisão. Ao integrar dados de vendas, clima, sazonalidade, calendário e desempenho por loja, a tecnologia amplia a capacidade analítica e aumenta a previsibilidade e a assertividade na tomada de decisão do dia a dia.

Na prática, IA e machine learning permitem decisões mais equilibradas entre o risco de faltar produtos nas gôndolas e o risco de sobras que geram perdas, respeitando as particularidades de cada loja e região. Redes que incorporaram modelos avançados de análise de dados observam ganhos operacionais relevantes em categorias perecíveis, reforçando que eficiência é resultado de informação qualificada aplicada à experiência de quem conhece a operação.

Esse avanço operacional gera efeitos positivos em toda a cadeia. Processos mais bem calibrados melhoram o uso de recursos e fortalecem compromissos ambientais de forma pragmática, sem exigir rupturas na rotina da loja. A sustentabilidade, nesse cenário, é uma consequência direta de uma gestão bem estruturada.

O varejo brasileiro já domina a operação de FLV. O próximo passo é ampliar a qualidade da gestão com ferramentas capazes de acompanhar um ambiente cada vez mais dinâmico. Ao adotar a inteligência artificial como aliada estratégica, o supermercadista fortalece sua competitividade, suas margens e cria bases mais sólidas para crescer com eficiência, previsibilidade e responsabilidade.

*Por Marco Perlman, cofundador e CEO da Aravita, startup de inteligência artificial que ajuda varejistas a otimizar a gestão de FLV

Adeus, “voz de robô”: A IA finalmente aprendeu a conversar (e sua empresa precisa ouvir)

A Inteligência Artificial de Voz entra em 2026 em um momento de inflexão tecnológica. Após anos de expectativa e avanços graduais, a combinação entre modelos em tempo real, síntese vocal natural eintegração omnicanal começa a transformar a voz de um canal operacional em uma camada estratégica de experiência. Para a Sinch, líder global em comunicação em nuvem, estamos diante de um verdadeiro “renascimento da voz”.

Segundo Fábio Costa, Diretor Sênior de Inteligência Artificial da Sinch, dois fatores tecnológicos foram determinantes para tornar a AI de voz viável e escalável em ambientes corporativos: a evolução da latência e a naturalidade dasrespostas.

“Nos últimos anos, os modelos de reconhecimento de fala evoluíram drasticamente, especialmente os modelos em tempo real. Antes, era possível transcrever com qualidade, mas com atraso. Em um ambiente de suporte, você não pode esperar o clienteterminar um minuto de fala para começar a processar a resposta. Hoje, o sistema escuta, transcreve e processa quase simultaneamente, o que permite conversas muito mais naturais”, explica Costa.

A melhoria na síntese de voz também foi decisiva. As vozes deixaram de ser robóticas e passaram a reproduzir entonação, ritmo e pausas de forma muito mais fluida. Além disso, a customização se tornou mais acessível: marcas agora podemdesenvolver vozes próprias, alinhadas à sua identidade, inclusive com atores ou porta-vozes específicos, fortalecendo consistência e reconhecimento.

Outro avanço relevante é a detecção de interrupção — capacidade do sistema identificar quando o usuário começa a falar antes da conclusão da resposta automatizada. Esse recurso elimina um dos principais atritos históricos dos voicebots, queanteriormente “falavam até o fim” sem perceber que o usuário já havia tentado interagir. Com isso, a experiência se aproxima cada vez mais de uma conversa humana.

Para a Sinch, a combinação entre baixa latência, reconhecimento mais preciso e processamento contínuo é o que viabiliza a adoção de voicebots em larga escala. “O que tínhamos antes não permitia conversas naturais. Era quase uma caricatura dediálogo. Agora, a interação flui com ritmo humano, e isso muda completamente o potencial de aplicação”, afirma Costa.

Nos próximos dois anos, a expectativa é que setores intensivos em atendimento telefônico liderem a adoção. Bancos, telecomunicações, companhias aéreas, utilities e empresas com grandes estruturas de call center têm maior potencial de captura deeficiência.

“Mesmo que a automação cubra apenas a autenticação inicial ou a triagem do problema, já existe um ganho expressivo de produtividade. Reduzir um minuto de uma ligação média de três minutos representa impacto operacional significativo”,explica o executivo.
Além da eficiência, há um componente estratégico de inclusão. Em mercados como o Brasil e outros países da América Latina, onde ainda há desafios relacionados à alfabetização digital e textual, a voz pode funcionar como ferramenta de acesso.Idosos, pessoas com deficiência visual ou usuários menos familiarizados com interfaces escritas encontram na voz um meio mais intuitivo de interação.

Para a Sinch, o maior erro estratégico das empresas é continuar tratando voz, WhatsApp, e-mail e aplicativos como canais separados. A próxima fase da omnicanalidade não será definida por múltiplos canais independentes, mas por jornadas fluidas quetransitam entre eles sem fricção.

“A empresa não deveria pensar em dez canais diferentes, mas em uma única experiência. Se eu inicio uma ligação, posso receber o protocolo por SMS ou WhatsApp automaticamente. Se formalizo um contrato por telefone, posso confirmá-lo por e-mail oumensagem com um clique. O canal é apenas o meio — a experiência é o que importa”, afirma Costa.

Essa integração redefine o conceito de omnicanalidade: não se trata apenas de estar presente em múltiplos pontos de contato, mas de conectar esses pontos de forma inteligente, reduzindo fricção e eliminando redundâncias.

A transformação mais significativa, segundo a Sinch, está na mudança de paradigma: a voz deixa de ser um canal puramente reativo para assumir papel proativo e preditivo.

Para a Sinch, a indústria de telecomunicações e comunicação corporativa vive um momento estratégico. Há poucos anos, acreditava-se que a voz perderia relevância diante da ascensão das mensagens digitais. O avanço da AI está revertendo essalógica.
Com modelos mais rápidos, naturais e integrados, a voz deixa de ser um canal caro e limitado para se tornar uma interface inteligente, contextual e conectada a todo o ecossistema digital da marca.

Contudo, orquestrar essa nova era da voz não é trivial. A tecnologia que permite essa naturalidade é complexa e exige uma plataforma robusta, capaz de integrar diferentes sistemas e garantir que a conversa seja sempre inteligente esegura.

O renascimento da voz, portanto, não é apenas uma questão de adotar uma nova ferramenta, mas de escolher a arquitetura certa. As empresas que entenderem que por trás de uma voz perfeita existe uma engenharia de ponta sairão na frente, transformandocada interação em uma experiência memorável e, finalmente, fazendo as pazes do cliente com o atendimento por telefone, conclui o Fábio.

Slackbot.Com lança 30 novas funcionalidades alimentadas por inteligência artificial

O Slack, a plataforma de comunicação para empresas, anunciou um avanço significativo que redefine a produtividade e a colaboração no ambiente de trabalho: o novo Slackbot.

Com mais de 30 novas funcionalidades alimentadas por inteligência artificial, o Slackbot se posiciona como o “colega de equipe definitivo”, capaz de economizar até 90 minutos por dia para os funcionários, o equivalente a mais de dois meses de horas detrabalho de volta por ano.

O Slackbot combina um poderoso raciocínio de IA com total consciência de seus canais, conversas, arquivos e histórico. Ele aprende como você trabalha, adapta-se aos seus fluxos de trabalho e preferências, e evolui constantemente, refinando aqualidade do que entrega e oferecendo maior personalização. Suas habilidades incluem pesquisa, brainstorming, escrita, codificação, orquestração de fluxos de trabalho e atualização de registros, estendendo-se por todos os aplicativos e agentes daempresa.

Toda empresa está investindo em IA, mas a verdadeira vantagem competitiva surge quando essa inteligência não espera para ser encontrada; ela se apresenta“, afirma Parker Harris, Cofundador da Salesforce e CTO do Slack. “OSlack é o sistema operacional para trabalho, unindo humanos, agentes, dados e aplicativos em uma interface conversacional confiável. Com o Slackbot, cada funcionário agora tem um colega de equipe superinteligente, coordenando equipes e sistemas,acelerando a execução e economizando horas todos os dias. O Slackbot é a porta de entrada para a Empresa Agêntica.

Principais inovações do novo Slackbot:

  • O Slackbot agora é um assistente pessoal de reuniões, transcrevendo falas, resumindo decisões e identificando itens de ação. Ao contrário de outras ferramentas, ele pode agir diretamente nos sistemas empresariais ao final da chamada – atualizandoo CRM e capturando próximos passos automaticamente.
  • Ele se move com você pela área de trabalho, compreendendo o contexto do que você está fazendo em diferentes aplicativos e agindo, com as permissões já estabelecidas no Slack.
  • Equipes podem definir uma tarefa uma vez – entradas, etapas, formato de saída – e executá-la a qualquer momento, automaticamente. O Slackbot reconhece e aplica essas habilidades proativamente, tornando algo que poderia parecer pontual e constróium padrão para todos, antecipando possíveis retrabalhos.
  • Como um cliente MCP (quando um aplicativo solicita dados corporativos de forma segura a um servidor MCP para informar os LLMs, acessar sistemas e automatizar ações), o Slackbot pode direcionar tarefas ou perguntas para qualquer agente ou aplicativo nasua empresa, incluindo os mais de 2.600 apps do Slack Marketplace e os 6.000+ do Salesforce AppExchange, simplificando o acesso à vasta capacidade de IA da organização.
  • Para empresas, o Slackbot agora é a interface conversacional completa, permitindo atualizar oportunidades, pesquisar contas e acionar fluxos de trabalho através de conversas, sem precisar abrir nenhum aplicativo.
  • O Slackbot realiza pesquisa profunda, entrada de voz, prompts compartilháveis e “memória” que aprende suas preferências e fluxos de trabalho, tornando-o mais inteligente a cada uso.

Clientes como Anthropic, Asymbl, Engine e reMarkable já estão utilizando o Slackbot, com alguns funcionários relatando economia de até 90 minutos por dia. Dentro da própria Salesforce, equipes estão economizando até 20 horas por semana, gerando umvalor de produtividade de mais de US$ 6,4 milhões.

O Slackbot tornou-se um verdadeiro membro digital da nossa equipe, colocando a inteligência de que precisamos no fluxo do nosso trabalho. Ele lida com a pesada tarefa de pesquisar dados e criar documentos como resumos executivos, que antes levavamhoras,” comenta Brandon Metcalf, CEO da Asymbl.

Antes de uma chamada com um cliente, posso simplesmente perguntar ao Slackbot: ‘O que prometi a este cliente?’ e ele me mostra cada compromisso de nossas conversas. Sem precisar vasculhar threads, sem esquecer follow-ups. É como ter um Chefe deGabinete dedicado que vive dentro do Slack e nunca esquece nada,” afirma Sia Ghazvinian, Cofundador e CEO da abivo.ai.

O Slackbot está disponível no exterior para clientes com planos Business+ e Enterprise+, podendo ser ativado nas configurações do administrador. A partir de abril, o Slack estenderá o acesso, oferecendo um conjunto de conversas gratuitas para todosos usuários nos planos Free e Pro experimentarem o Slackbot em primeira mão. Para saber mais, consulte nosso site.

Tendências para o marketing no varejo em 2026

O varejo está entrando em uma nova fase, na qual, além de adotar tecnologia, ele está reorganizando seu modelo de crescimento, colocando mídia, dados e experiência no centro da estratégia. Isso acontece em meio a um cenário em que a inteligência artificial e outras tecnologias se tornam parte do coração das operações dos varejistas, como apontam dados do estudo State of AI in Retail and Consumer Package Goods: 2026 Trends, da NVIDIA, que mostram que 58% das empresas já utilizam IA de forma ativa, enquanto outras 33% estão em fase de avaliação. Ao todo, 91% das companhias do setor já estão engajadas com IA, seja em uso ou análise, e 89% afirmam que a tecnologia contribui para o aumento da receita.

A discussão agora é muito mais sobre como escalar esse uso de forma integrada ao negócio e, em 2026, a competitividade estará diretamente ligada à capacidade dos varejistas de transformar dados em decisões, tecnologia em eficiência operacional e experiência em diferencial de marca.

Pensando nisso, o Felipe Malheiros, Gerente de Agências da Unlimitail, plataforma de Retail Media do Grupo Carrefour, listou cinco tendências que se destacam como estruturais para o presente e futuro do setor. Confira:

1. O fim da busca e o início do Agentic Commerce

O varejo começa a migrar da lógica da busca por palavras-chave para um modelo baseado em agentes de inteligência artificial, capazes de entender intenção, contexto e momento. Iniciativas anunciadas recentemente por Walmart e Google, por exemplo, apontam para um novo comportamento do consumidor: ao invés de procurar produtos, ele conversa com um assistente que planeja, cria o carrinho e executa a compra.

“Nesse cenário, a barra de busca perde protagonismo e a decisão passa a ser mediada por inteligência. Para marcas e varejistas, o impacto é direto: quem influencia o agente passa a influenciar a venda”, analisa o executivo.

2. Consolidação do Retail Media

Depois de anos de testes e pilotos, 2026 marca a virada definitiva do Retail Media como linha relevante de receita. O que antes era tratado como complementar passa a ser estruturado como unidade de negócio, com metas claras, integração com trade, mídia e CRM, e impacto direto na margem do varejo.

O discurso agora é mais consistente: Retail Media deixa de ser uma estratégia incremental e se torna essencial para financiar preço, experiência, inovação e rentabilidade. Para as marcas, é o canal mais próximo da decisão de compra, enquanto para o varejo é o elo entre audiência, dados e monetização em escala.

3. A loja como palco: o ponto físico vira meio de comunicação

A loja física não é mais somente um espaço de exposição de produtos e está se transformando em um ambiente de mídia totalmente expressivo, onde prateleiras, geladeiras, corredores e fachadas passam a funcionar como ativos de comunicação endereçáveis e mensuráveis.

“Diversos estudos mostram que telas digitais no ponto de venda geram incrementos reais de vendas, ao mesmo tempo em que criam margens significativamente superiores às do varejo tradicional. Para a Unlimitail, o Retail Media in-store representa uma evolução natural da loja física, combinando performance para marcas, aumento de margem para o varejo e mais beleza e fluidez para a experiência do consumidor”, comenta Malheiros.

4. Inteligência em escala, com menos discurso e mais execução

A inteligência artificial saiu de um lugar de experimentação e passou a ser infraestrutura. O foco agora, portanto, está na implementação em larga escala para previsão de demanda, gestão de estoque, precificação dinâmica e personalização real.

O objetivo é reduzir a fricção entre o que o consumidor quer e o que o varejo consegue entregar, no momento certo e no canal certo. Aqui, dados deixam de ser relatório e viram motores de decisão, eficiência operacional e rentabilidade.

5. Do cliente ao membro: varejo como ecossistema de valor

A relação puramente transacional está ficando obsoleta. O varejo mais avançado caminha para modelos baseados em membresia, recorrência e lifetime value, em que produtos, serviços, dados e mídia operam de forma integrada.

“Um exemplo dessa lógica é o Sam’s Club, rede que já nasce com mentalidade de membro e vem evoluindo para um modelo de cadeia de valor completa. A proposta vai além da compra pontual e envolve curadoria, benefícios exclusivos, serviços e uma experiência de loja pensada para quem faz parte do ecossistema”, conta Felipe.

Nesse contexto, o Retail Media, além de um canal de monetização, passa a integrar a própria experiência do membro, conectando marcas a audiências qualificadas em momentos reais de decisão, sem romper a jornada. O foco deixa de ser vender mais vezes e passa a ser gerar mais valor ao longo do tempo.

O que isso representa para o varejo

Há uma mudança estrutural, na qual o varejo se torna menos linear, menos transacional e muito mais inteligente, midiático e conectado ao momento. O Retail Media, especialmente dentro da loja física, se consolida como um dos principais pilares de crescimento do setor, tanto como fonte de receita adicional quanto como ferramenta para ampliar a margem do varejo, entregar performance real para marcas, financiar melhores experiências e transformar a loja em um espaço mais vivo, relevante e atrativo.

“O futuro do varejo não é somente sobre vender mais. É sobre conectar melhor, monetizar melhor e criar experiências mais relevantes”, finaliza Felipe Malheiros.

Shopee registra crescimento de 70% em vendas de ovos de chocolate

A Shopee registrou um aumento de 54% nas vendas de produtos na categoria que abrange itens relacionados à Páscoa em 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os “ovos de Páscoa” foram os protagonistas e cresceram 70% nas vendas frente a 2025.

O desempenho reforça a importância da data para os consumidores brasileiros, já que o termo “chocolate” foi buscado mais de um milhão de vezes, ficando no topo das pesquisas dos itens de Páscoa. Outros termos que se destacaram nas buscas foram “ovo de Páscoa” com 30% dos resultados e “barra de chocolate” com 7%, enquanto “doce de leite” e “caixa de bombom” apareceram na sequência, indicando uma variedade de interesses para o feriado, seja para consumo próprio, para presentear ou até mesmo como item para produções caseiras.

Em termos de comportamento do consumidor, um dado interessante é que o “ovo de Páscoa” subiu uma posição em comparação com o ano anterior entre os mais vendidos, indo da terceira para a segunda posição, ficando atrás apenas de “chocolate”.