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Diego Barreto, CEO do iFood, é selecionado como Empreendedor Endeavor

A Endeavor Brasil anuncia Diego Barreto como novo Empreendedor Endeavor. CEO do iFood e Head da Prosus na América Latina, Diego é reconhecido por atuar na transformação da maior empresa de delivery do país em um ecossistema de conveniência, mantendo a sinergia com a estratégia regional da gigante holandesa de tecnologia. 

A relação com a Endeavor antecede sua jornada na empresa: há mais de dez anos ele atua como mentor da organização, e foi justamente esse engajamento ativo que o tornou conhecido na Rede e conectou seus caminhos aos de Fabrício Bloisi, resultando no convite, em 2016, para integrar o Grupo Movile – antes de liderar o iFood. Para Diego, a mentoria sempre foi um canal de troca e aprendizado contínuo, nunca uma via de mão única, consolidando um histórico de giveback consistente.

De uma família empreendedora ao comando do iFood

Criado em uma família com histórico empreendedor, Diego Barreto construiu sua trajetória na interseção entre finanças e estratégia. Mas foi em 2014, durante um MBA no exterior, que a chave virou: ao ver de perto a tecnologia descentralizando os meios de produção e mudando a lógica do mundo, decidiu que queria seguir esse caminho. Iniciando sua trajetória no iFood pela área financeira, ele construiu uma jornada empreendedora interna ao longo dos anos, assumindo o papel de VP estratégico sob a liderança de Fabrício Bloisi e, em seguida, como CEO, tornando-se um dos arquitetos de uma virada estratégica que redefiniu o negócio. Hoje o iFood é responsável por 0,64% do PIB brasileiro e cerca de 1 milhão de empregos diretos e indiretos, com R$140 bilhões movimentados em 2024.

“Depois de 10 anos trabalhando no ecossistema iFood e empreendendo loucamente, recebi a notícia da Endeavor de que agora estou integrando um grupo com o qual eu sempre sonhei. Essa conquista só aumenta a responsabilidade. Primeiro, de acessar tudo o que a Endeavor oferece, de poder buscar mentores, grandes inspirações e referências para o que ainda preciso construir mundo afora. Mas, tão importante quanto, tenho a responsabilidade de devolver para o ecossistema. De abrir cada vez mais as minhas portas – e as portas do iFood e da Prosus – para contribuir para um Brasil melhor, que a Endeavor está construindo há muito tempo”, afirma Diego Barreto.

Segundo Fabrício Bloisi, Empreendedor Endeavor e CEO da Prosus: “Toda a história do Diego com a Movile é simplesmente incrível: ele entrou na empresa em meio a uma grande crise, com desafios imensos, o momento em que a maioria das pessoas escolheria ir embora. Sua resiliência empreendedora o fez ficar até o fim. No iFood, Diego foi decisivo para preservar sua cultura empreendedora, sua essência inovadora, sua visão audaciosa e seu compromisso genuíno com os clientes. Ele não apenas representa a cultura do iFood, ele a encarna. E é, sem dúvida, uma inspiração para todos no ecossistema.Tenho certeza que ele está só começando”.

Em 2019, Diego participou da decisão de transformar o iFood em uma plataforma multicategoria, expandindo além dos restaurantes para mercado, farmácia e pet shops. A aposta consolidou o iFood como um player de conveniência, com crescimento consistente de frequência de uso, ticket médio e diversificação de receita.

Impulsionada pela cultura do “sonho grande”, em 2025 a plataforma atingiu a marca de 180 milhões de pedidos mensais, com mais de 1 bilhão de pedidos em 2025.

Durante esse processo, a inteligência artificial foi implantada de forma massiva na operação: a empresa conta hoje com 190 modelos proprietários que utilizam técnicas de Machine Learning e personalizam a experiência do usuário através do modelo LCM (Large Commerce Model). A IA atua diretamente como motor de crescimento, contribuindo para que mais de 80% dos pedidos contem com algum nível de aplicação tecnológica. Paralelamente, a empresa também apostou no iFood Pago, cuja plataforma financeira analisa a capacidade operacional dos estabelecimentos para conceder crédito, rompendo com o formato tradicional dos bancos. Atualmente, a operação já concedeu R$3 bilhões em crédito para cerca de 40 mil empreendedores parceiros.

Agora, seu espírito empreendedor inspira o reposicionamento do iFood como ecossistema, ampliando o impacto de uma empresa que já se tornou infraestrutura da economia digital brasileira. Em toda essa jornada, sempre reforçou uma cultura inegociável no iFood, baseada na autonomia e na mentalidade de dono.

Com uma contribuição que vai além das horas de mentoria, Diego está entre os dez maiores doadores da Endeavor Brasil nessa modalidade e participa ativamente de discussões estratégicas sobre os rumos da organização. Além da Endeavor, ele integra o YPO e a BASE.

A seleção como Empreendedor Endeavor passa por um processo rigoroso e validado pela rede local e global da organização, considerando o perfil de liderança do empreendedor e sua visão de giveback para o ecossistema, além do potencial de crescimento e impacto exponencial do negócio.

iFood Benefícios registra crescimento de 71% na comparação anual

O iFood Benefícios, vale alimentação e refeição do iFood, consolidou uma trajetória de forte expansão no mercado brasileiro, registrando um crescimento expressivo de 71% na comparação anual. Atualmente, a plataforma soma 1,3 milhão de usuários ativos mensais e atende a uma carteira de 65 mil empresas clientes em todo o país. Esse ritmo acelerado foi impulsionado especialmente pelo desempenho recente: apenas no mês de março, foram adicionadas 150 mil novas vidas à base, enquanto o volume de novos contratos fechados apresentou uma alta de 17% desde novembro de 2025.

Como reflexo direto desse avanço e dos constantes investimentos em tecnologia própria, a plataforma atingiu a marca histórica de aproximadamente R$ 1 bilhão em pagamentos processados por mês em abril de 2026. A eficiência da operação também tem sido um diferencial estratégico, visto que cerca de 40% das recargas mensais já são totalmente processadas por Inteligência Artificial. Essa automação trouxe mais agilidade para os processos e contribuiu diretamente para um salto de 82% nas contratações ao longo do último ano.

“O desempenho acompanha uma mudança no perfil das empresas, que passam a priorizar soluções mais ágeis, digitais e eficientes para a gestão de benefícios. O crescimento também reforça um movimento de modernização do setor. Para 2026, a expectativa é manter o ritmo acelerado, consolidando o iFood Benefícios como uma das principais plataformas do setor no país, com foco contínuo em tecnologia, experiência e eficiência”, destaca Arthur Freitas, CEO do iFood Benefícios. 

Deepfake corporativo: o golpe agora imita seu chefe

Uma reunião rápida, com pauta urgente e decisão tomada em poucos minutos. Foi nesse contexto que uma multinacional europeia autorizou a transferência de €25 milhões após uma videochamada com alguém que parecia ser seu próprio CEO. O executivo, na prática, nunca participou da conversa. O caso foi revelado em março de 2026 pelo site OnOff Business, que detalhou o uso de deepfake para simular a liderança da empresa em tempo real. Ao mesmo tempo, dados recentes da Europol indicam que uma parcela relevante das fraudes no continente já envolve manipulação de identidade com inteligência artificial.

“Esse tipo de abordagem funciona porque se encaixa na rotina. É uma demanda plausível, com alguém conhecido e um nível de urgência que faz sentido dentro da operação”, afirma José Miguel, Gerente de Pré Vendas da Unentel. “Quando o contexto convence, dificilmente a primeira reação é duvidar.”

O uso de voz sintética e imagem gerada por IA tem sido direcionado a momentos específicos do dia a dia corporativo, principalmente aqueles em que decisões precisam acontecer rápido. Aprovações financeiras, mudanças de fornecedor ou solicitações fora do padrão viram portas de entrada quando não existe um caminho claro para validação. Em muitos casos, basta um único ponto de confirmação para que a solicitação avance.

Relatórios como o Verizon Data Breach Investigations Report 2025 ajudam a entender esse cenário ao mostrar que a maior parte dos incidentes ainda envolve interação humana. Quando uma solicitação combina familiaridade com urgência, a tendência é acelerar a resposta, mesmo sem uma checagem mais cuidadosa. É nesse espaço que o deepfake ganha eficiência.

Algumas empresas já começaram a ajustar esses pontos sem necessariamente recorrer a soluções complexas. Mudanças simples na forma como decisões críticas são validadas, como evitar aprovações por um único canal, registrar exceções e distribuir responsabilidades, têm reduzido o espaço para esse tipo de abordagem. Também cresce o cuidado com pedidos fora do fluxo habitual, principalmente quando envolvem valores, acessos ou prazos curtos.

“O deepfake acompanha a evolução da tecnologia, mas ele ainda depende de como a empresa opera no dia a dia. Quando existe clareza nos processos e mais de uma etapa de verificação, fica muito mais difícil para esse tipo de fraude avançar, por mais convincente que pareça”, finaliza José Miguel.

Na prática, isso tem levado empresas a rever pontos específicos da operação, principalmente onde há mais pressão por rapidez. Segundo o especialista, aprovações financeiras, por exemplo, deixam de acontecer apenas por chamada ou mensagem e passam a exigir uma segunda confirmação em outro canal já conhecido da equipe. Também ganha força a formalização de exceções, quando um pedido foge do padrão, ele não é resolvido no improviso, mas registrado e validado dentro de um fluxo definido. 

Em paralelo, ferramentas que conectam comunicação, identidade e histórico de interações ajudam a dar contexto para cada solicitação, evitando que decisões sejam tomadas com base apenas na aparência ou na urgência. Esse tipo de ajuste não elimina o risco, mas reduz significativamente o espaço para que abordagens como o deepfake avancem dentro da rotina.

Consumidores usam mais de 2,5 milhões de cupons online em um ano

O uso de cupons de desconto deixou de ser pontual e passou a fazer parte da rotina de compra do consumidor brasileiro. Dados da extensão de navegador Parcerias Online, desenvolvida pela Proxy Media, indicam que os usuários economizaram com mais de 2,5 milhões de cupons distribuídos em compras online entre abril de 2025 e abril de 2026. No período, os usuários ativosaplicaram cupons, em média, de duas a quatro compras por mês, com maior concentração em momentos de decisão e em períodos de maior intenção de consumo, como datas promocionais.

Atualmente, a ferramenta conta com cerca de 1.000 usuários ativos, que utilizam a tecnologia para automatizar a busca e aplicação de descontos em compras online. A extensão testa diferentescupons disponíveis e aplica automaticamente a melhor opção no momento do checkout, reduzindo o esforço manual do consumidor e tornando o processo de economia mais eficiente.

Preço guia decisões de compra

O uso da extensão está concentrado principalmente em grandes plataformas de e-commerce e marketplaces, como Netshoes, Shopee, Magazine Luiza, AliExpress e Hoteis.com. As categoriascom maior volume de aplicação de cupons acompanham o comportamento de consumo digital no país, com maior incidência em produtos de eletrônicos, moda e acessórios, beleza e viagens. Esse movimento indica que o consumidor está cada vez mais atento ao preço,inclusive em compras recorrentes, e não apenas em aquisições de maior valor.

Embora períodos como Black Friday, Cyber Monday, Dia do Consumidor e Natal ainda acumulem os maiores picos de uso, chegando a volumes até três vezes superiores à média mensal, os dadosapontam para uma mudança relevante no comportamento. O uso de cupons deixou de ser restrito a grandes campanhas e passou a fazer parte da rotina, sendo incorporado ao dia a dia das compras online.

Ao longo da semana, o uso da extensão se concentra principalmente no horário comercial, acompanhando momentos de navegação e decisão de compra. Já aos finais de semana, o comportamentose torna mais distribuído, sem picos específicos, o que reforça a ideia de um consumo mais contínuo e menos dependente de datas específicas.

Para Francisco Cantão, CEO da Proxy Media, os dados revelam uma tendência clara deevolução no comportamento digital, marcada pelo crescimento da chamada “compra assistida por tecnologia”. “Nesse modelo, o consumidor deixa de buscar cupons manualmente e passa a delegar esse processo a ferramentas automatizadas, que encontram e aplicam descontosde forma mais eficiente e integrada à jornada de compra”, explica.

Essa mudança também evidencia uma transformação na percepção de valor: o consumidor está mais sensível a preço, espera automação na aplicação de descontos e passou a utilizar cuponsnão apenas em momentos promocionais, mas também em compras do dia a dia. “Dessa forma, o desconto deixa de ser um diferencial competitivo e passa a ser uma expectativa básica do consumidor digital”, reforça o executivo.

A evolução geracional do app commerce no Brasil

Hoje em dia, o seu cliente não compara o seu app com o do seu concorrente. Compara com o iFood. E você está perdendo essa comparação. A provocação não é apenas um recurso retórico. Ela traduz uma mudançaestrutural na maneira como o consumidor brasileiro percebe valor no ambiente mobile. A régua deixou de ser setorial e passou a ser definida pelas melhores experiências do cotidiano digital. Isso muda tudo.

Para entender como chegamos até aqui, é preciso olhar para a evolução do app commerce no Brasil como uma jornada geracional. Não se trata apenas de tecnologia, mas de um desalinhamento histórico entretrês forças que avançaram em ritmos diferentes: o contexto tecnológico, o comportamento do consumidor e a capacidade de execução do varejo de marca. Por muitos anos, o descompasso fez com que o varejo corresse atrás de um consumidor que nunca esperou.

A primeira geração, entre 2009 e 2015, foi a era do app como projeto. O smartphone era novidade e o app era tratado quase como uma extensão experimental do site. Cada funcionalidade precisava ser construídado zero, com alto custo e ciclos longos. O consumidor, por sua vez, não tinha o hábito mobile. Baixava aplicativos por curiosidade, usava uma ou duas vezes e voltava para o desktop. O foco do varejo era ocupar espaço, conquistar presença, garantir que existiaum app. Era uma disputa por pixel, não por relacionamento.

A segunda geração, de 2016 a 2022, marca o app como produto. Com a expansão do 4G, a popularização dos smartphones e a consolidação de apps que resolviam problemas reais do dia a dia, o comportamentodo consumidor mudou de forma definitiva. O mobile deixou de ser complementar para se tornar      central. Foi nesse momento que surgiram os chamados apps de destino, que passaram a ocupar a tela inicial do usuário e a definir o padrão de experiência. O varejo, pressionado por essa nova expectativa,encontrou no modelo de plataformas prontas um meio para escalar. Não foi uma escolha por comodidade, foi uma questão de sobrevivência. Ainda assim, ao padronizar demais, abriu mão de diferenciação.

Esse movimento trouxe um efeito colateral importante. Quando todo mundo usa o mesmo template, mais da metade das experiências se torna ruim. Não porque falta esforço, mas porque falta identidade e capacidadede evoluir na velocidade que o consumidor exige. Enquanto os grandes apps evoluíam com ciclos semanais e centenas de engenheiros, o varejo operava com times enxutos e limitações estruturais. A régua continuou subindo e nem todos conseguiram acompanhar.

A terceira geração, entre 2022 e 2025, representa uma inflexão. É o momento em que o app passa a ser plataforma. A arquitetura evolui, a tecnologia se torna mais acessível e, pela primeira vez, o varejorecupera autonomia. Com modelos mais flexíveis, baseados em componentes e desacoplamento entre interface e lógica, torna-se possível evoluir rapidamente sem reconstruir tudo a cada mudança. O impacto é direto na experiência. O app vai além de um canal de vendase se transforma em um ambiente de relacionamento, com identidade própria, funcionalidades exclusivas e capacidade de adaptação contínua. Pela primeira vez em quase duas décadas, o varejo consegue empatar o jogo.

Mas é na quarta geração, que começa agora, que surge uma oportunidade inédita. O app deixa de ser apenas uma interface para atuar como agente. A inteligência artificial muda a lógica de interação. Oconsumidor não quer somente navegar ou escolher. Ele quer delegar. Com isso, o modelo baseado em cliques migra para um modelo baseado em conversa e, em seguida, em execução. O pedido “me mostre opções” passa a ser “resolve isso pra mim”.

A mudança é profunda porque o app, diferente da web, tem acesso direto a recursos que ampliam essa capacidade de auxiliar. Câmera, voz, localização, sensores, biometria e contexto contínuo permitem experiênciasmais ricas e proativas. A inteligência deixa de ser uma ferramenta que o usuário acessa e passa a ser um sistema que antecipa, decide e executa. Isso redefine o papel do app no ecossistema digital.

Os primeiros sinais já são claros. Em setores como farmácia, processos complexos são resolvidos automaticamente dentro do app, reduzindo fricção e aumentando a conversão. Na moda, o uso de inteligênciavisual permite que o consumidor experimente produtos virtualmente, reduzindo devoluções e aumentando a confiança. Em todos os casos, o padrão é o mesmo. No lugar do app transferir complexidade para o usuário, ele passa a ter soluções.

A história do app commerce no Brasil mostra um movimento claro. Por muito tempo, o varejo reagiu ao comportamento do consumidor, sempre ajustando depois que a expectativa já havia mudado. A diferençaagora é que essa dinâmica pode se inverter. Com o avanço dos apps como agentes e a incorporação de inteligência no próprio dispositivo, existe uma janela real para antecipar demandas em vez de apenas responder a elas. Quem estiver preparado para evoluir comvelocidade e autonomia não vai só acompanhar a transformação como definir o que vem depois.

C6 Bank promove 3ª Invest Week com ofertas em investimentos no Brasil e no exterior

O C6 Bank realiza entre os dias 27 de maio e 5 de junho a terceira edição da Invest Week, campanha que reúne condições especiais para clientes que desejam investir no Brasil e no exterior. Durante o período, o banco vai oferecer vantagens em produtos de renda fixa, Tesouro Direto, previdência, fundos da C6 Carbon Asset e investimentos internacionais.  

Entre as opções disponíveis, há CDBs pós-fixados e prefixados, com investimento mínimo de R$ 100 e retornos de até 105% do CDI para os títulos com resgate em seis meses. Já os clientes do C6 Bank que contam com assessoria de investimentos terão acesso a produtos com rentabilidade ainda maior, que chega a 112% do CDI no prazo de um ano. A campanha também oferece taxas especiais em títulos isentos de imposto de renda, como LCA. As taxas promocionais podem variar durante a Invest Week e devem ser consultadas no aplicativo do banco ou diretamente com os assessores de investimentos. 

Os clientes que investirem pela primeira vez no Tesouro Direto terão benefícios exclusivos. Quem aplicar a partir de R$ 100 ganhará um cashback de 1.000 pontos C6 Átomos, o programa de pontuação do C6 Bank. Com ele, clientes acumulam pontos que não expiram e podem convertê-los em dinheiro, passagens e outros benefícios. 

A campanha também inclui benefícios para clientes que utilizarem o CDB Limite Garantido, produto que transforma o valor investido em limite no cartão de crédito. Ao investir nessa modalidade, clientes elegíveis poderão receber uma oferta de upgrade para os cartões Black ou Carbon, com isenção de anuidade por 12 meses enquanto mantiverem o investimento. 

As ofertas se estendem para previdência privada. Clientes que realizarem portabilidade pelo aplicativo do C6 Bank receberão 1.500 pontos C6 Átomos a cada R$ 10 mil transferidos. Já os fundos da C6 Carbon Asset terão redução do valor mínimo de aplicação, que passará de R$ 1.000 para R$ 100 durante a Invest Week, ampliando o acesso dos clientes.  

Investimento no exterior  

Os clientes que já investem no exterior ou querem começar a diversificar internacionalmente poderão aproveitar a redução do spread para envio de remessas à C6 Global Invest, a plataforma internacional do banco com saldo em dólar e acesso a ativos de renda fixa e variável no exterior. Durante a campanha, o spread cairá de 1,5% para 0,5% para investimentos a partir de US$ 100. A plataforma também terá rentabilidades especiais para aplicações em Time Deposit (TD), modalidade de renda fixa em dólar. 

Entre as opções disponíveis está o TD C6 Resgate Automático, produto semelhante a um CDB em dólar. O valor aplicado continua rendendo na conta de investimentos internacional e, sempre que necessário, é transferido automaticamente para a conta global transacional. A solução é vantajosa para quem planeja viagens ou outros gastos no exterior. O produto tem IOF de 1,1%, menor que o cobrado em cartões de crédito e contas globais, e carência de um mês para movimentação dos recursos.  

Para acessar as condições especiais, basta entrar no app e tocar em C6 Invest ou no banner da campanha localizado na página inicial. Os clientes também podem consultar os assessores de investimento e o regulamento no site do banco para obter mais informações sobre as ofertas. As condições da terceira edição da Invest Week estarão disponíveis por tempo limitado no aplicativo do C6 Bank.

Sympla, Mercado Livre e Mercado Pago se unem para ampliar estratégia de experiências e eventos proprietários

A Sympla, maior marketplace de eventos do Brasil, o Mercado Livre, e-commerce líder na América Latina, e o Mercado Pago, instituição financeira do Grupo Mercado Livre, anunciam uma parceria estratégica voltada ao fortalecimento de experiências ao vivo, entretenimento e eventos proprietários. Com o acordo, a Sympla passa a operar a venda de ingressos dos eventos proprietários realizados pelo Mercado Livre no Brasil, incluindo iniciativas como Meli Music e Mercado Livre Experience. E o Mercado Pago passa a integrar a jornada de pagamentos das transações realizadas pela plataforma.

A iniciativa acompanha um movimento cada vez mais relevante no setor de eventos, no qual marcas passaram a enxergar experiências presenciais como um ativo estratégico de relacionamento, engajamento e construção de comunidade. Ao reunir tecnologia, distribuição, ticketing e pagamentos em uma operação integrada, a parceria também aponta para um mercado mais maduro, com maior eficiência operacional, mais conveniência para o público e novas possibilidades de monetização e ativação.

Na prática, a união entre empresas com forte capacidade de escala e atuação complementar contribui para impulsionar o ecossistema de eventos no país. Para o setor, isso representa não apenas o fortalecimento de eventos proprietários, mas também a consolidação de modelos mais profissionais, digitais e conectados à jornada completa do consumidor, da descoberta à compra e à participação na experiência.

Para a Sympla, a iniciativa reforça sua presença em projetos de grande porte e amplia sua atuação junto a empresas que enxergam experiências ao vivo como parte central de suas estratégias de marca. Nos últimos anos, a plataforma vem consolidando sua posição para além da venda de ingressos, conectando descoberta, compra e participação em diferentes formatos de eventos e experiências.
 

“Na Sympla, acreditamos que experiências ao vivo têm um papel cada vez mais central na forma como as marcas se relacionam com as pessoas. Essa parceria reforça nossa capacidade de operar grandes projetos com escala, tecnologia e eficiência, além de consolidar a Sympla como parceira estratégica de empresas que investem em conexão e comunidade por meio de eventos. Duas gigantes do ao vivo se unem!”, afirma Rodrigo Cartacho, CEO da Sympla.

Para o Mercado Livre, a parceria fortalece a evolução dos eventos proprietários como plataforma de conteúdo, relacionamento e aproximação com diferentes audiências. A integração com o Mercado Pago também amplia a conexão entre experiência e transação dentro do ecossistema da companhia.

Além da operação de ticketing e pagamentos, a colaboração prevê ações conjuntas de comunicação e ativações voltadas a diferentes públicos e comunidades, unindo a expertise da Sympla em experiências ao vivo à força de marca e capacidade de engajamento do Mercado Livre.

Sobre a Sympla, marketplace líder no setor de eventos no Brasil

A Sympla oferece aos brasileiros a resposta para a pergunta “o que fazer”, com uma programação completa de eventos e experiências. Festas, festivais, corridas de rua, congressos, cursos, peças de teatro, espetáculos e opções culturais e esportivas: tudo em um só lugar, transformando a forma como as pessoas descobrem eventos e se conectam com o momento presente. Marketplace da vida ao vivo, conecta produtores de eventos a compradores promovendo, em média, 62 mil eventos de forma simultânea e gerando mais de 134 vendas por minuto em 4000 cidades brasileiras. Pioneira no Brasil, desde sua fundação em 2012 a Sympla já vendeu mais de 306.9 milhões de ingressos.

Marketing de afiliados se consolida como pilar estratégico para marcas na Copa do Mundo 2026

Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, as marcas enfrentam o desafio de converter a atenção global em decisões de compra efetivas, encontrando no marketing de afiliados um caminho de alta conversão. Segundo o estudo Affiliate Intelligence, da Rakuten Advertising, rede líder global de afiliados e marketing de performance, 51% dos consumidores já confiam nesses links para adquirir produtos, o que posiciona a estratégia como uma aliada indispensável para as experiências de consumo durante o mundial.

Essa confiança é alimentada principalmente pela busca por vantagens financeiras e credibilidade técnica. De acordo com o levantamento, o acesso a descontos ou cupons exclusivos motiva 33% das compras, enquanto a confiança na opinião do influenciador e a presença de conteúdos detalhados, como testes e comparativos, respondem por 23% da preferência do público cada um.

“O sucesso dessa modalidade para o próximo grande evento esportivo está principalmente na humanização do processo de venda e na fuga da publicidade tradicional excessivamente polida, que já não agrada mais os compradores”, afirma Salomão Araújo, VP Comercial da Rakuten Advertising no Brasil.

O levantamento revela que a transparência é o fator determinante para a segurança do torcedor, com 56% dos entrevistados afirmando que confiam mais no conteúdo quando ele é honesto e apresenta abertamente tanto os prós quanto os contras dos produtos. Somado a isso, o desejo por realismo é uma tendência forte, visto que 51% dos consumidores preferem ver o item sendo utilizado em contextos reais do cotidiano em vez de produções de estúdio.

“Ao integrar o marketing de afiliados às experiências da ocasião, as empresas conseguem oferecer uma jornada de compra muito mais rica e consultiva. O torcedor que busca equipar a casa ou adquirir itens oficiais, encontra nos produtores de conteúdo um filtro de qualidade que valida o investimento através de avaliações genuínas e demonstrações práticas. Nesse cenário, as marcas que priorizarem a entrega de valor real e a transparência sobre as características dos produtos estarão em vantagem estratégica para conquistar não apenas o clique, mas a fidelidade do torcedor em 2026”, conclui o executivo.

E-commerce: conversão pode crescer até 5x com integração entre dados, operação e atendimento

Entre o clique e a entrega do e-commerce, uma cadeia de decisões simultâneas e integradas sustenta cada pedido e não há margem para falhas. Aplicações analisadas pela Quality Digital indicam que a integração entre diferentes frentes da jornada pode impulsionar resultados, com casos como o da Osklen, que registram crescimento de até cinco vezes na conversão de recuperação de pedidos em canais conversacionais ao conectar dados, atendimento e execução ao longo do processo. Cada pedido percorre uma sequência contínua de decisões executadas simultaneamente para que a jornada funcione de forma consistente.

Inspirada na lógica de redes de transporte, a operação digital da Quality Digital organiza o e-commerce como uma estrutura em que diferentes fluxos operam de forma paralela e interdependente. B2C, B2B, D2C, marketplace e omnichannel aparecem como linhas que se cruzam ao longo da jornada e se conectam a pontos críticos que sustentam a execução. Decisões relacionadas a catálogo, preço, disponibilidade, pagamento, gestão de pedidos, logística e entrega deixam de atuar de forma isolada e passam a compor uma rede integrada, na qual o desempenho depende da consistência entre dados e sistemas. 

A proposta defendida desloca a leitura tradicional do commerce digital, que por muito tempo foi organizada de forma sequencial. Ao posicionar o pedido como elemento central, o modelo mostra que a continuidade da jornada depende da coordenação entre múltiplas camadas que operam ao mesmo tempo. “A venda deixou de ser um evento isolado e passou a ser orientada por dados ao longo de toda a operação. Quando essa base está organizada, é possível medir impacto direto em conversão, ticket médio e recorrência”, afirma Júlio Britto, CEO da Quality Digital.  

A ampliação de canais e integrações tem elevado o nível de complexidade operacional nas empresas. Plataformas de comércio, sistemas de gestão de pedidos, meios de pagamento, soluções de logística e ferramentas de relacionamento com o cliente passaram a atuar de forma simultânea, exigindo sincronização contínua. Com a redução da intervenção manual, o tempo de resposta diminui, enquanto inconsistências tendem a se propagar com maior velocidade ao longo da operação. 

O desempenho do e-commerce está cada vez mais associado à capacidade de execução. A geração de demanda perde relevância quando a estrutura operacional não sustenta a jornada até a entrega. Informações imprecisas no checkout, divergências de estoque e desalinhamentos logísticos afetam a experiência do consumidor, aumentam custos e impactam a percepção de valor da marca. 

De acordo com Roberto Ave Faria, diretor da Quality Digital, a execução da jornada precisa combinar precisão operacional com capacidade de adaptação à demanda. “O conceito de delivery promise funciona como um contrato de prazo de entrega e é decisivo para a finalização da compra, afinal, qualquer desvio impacta diretamente a conversão e a confiança do consumidor”, afirma. O executivo também destaca a necessidade de evolução na forma como o varejo trabalha a hiperpersonalização da experiência. “No conceito de home for you, a vitrine digital passa a ser montada de acordo com perfil, histórico e interesse do cliente. Não adianta oferecer tudo para todo mundo. Quando a oferta não conversa com o comportamento, a jornada perde eficiência e a conversão não se sustenta”, diz. 

Atualmente, no cenário do comércio digital, o crescimento sustentável do e-commerce depende menos do aumento de volume e mais da capacidade de coordenar decisões de forma integrada. Com a expansão dos canais digitais e o aumento das conexões necessárias para sustentar cada pedido, a eficiência operacional passa a definir o limite entre crescimento com rentabilidade e perda de desempenho. Ao tornar visível essa estrutura, o modelo apresentado contribui para uma compreensão mais precisa dos fatores que determinam o resultado no comércio digital. 

iFood inicia expansão de app para iPhone no Rio Grande do Sul e anuncia novas funcionalidades para entregadores

O iFood, empresa brasileira de tecnologia, iniciou pelo Rio Grande do Sul a expansão da nova versão do aplicativo para iOS voltado aos entregadores da plataforma. Em cerca de 30 dias após a liberação, a plataforma registrou crescimento de 16% no número de novos entregadores cadastrados. 

A novidade faz parte de uma nova leva de atualizações anunciadas pela empresa para o aplicativo usado pelos entregadores. Além da chegada ao iOS, as mudanças incluem ferramentas voltadas à organização da rotina, acompanhamento de ganhos, visualização de oportunidades e planejamento das entregas dentro do app.

O aplicativo passou a contar com uma funcionalidade que permite ao entregador acompanhar seus próprios objetivos financeiros e o progresso das entregas em tempo real, trazendo mais visibilidade sobre a rotina e apoiando o planejamento semanal. A chamada Tela de Metas, já disponível para todos os entregadores cadastrados, organiza essas informações de forma simples e acessível dentro do app.

O iFood também expandiu o acesso ao Rotas Disponíveis, recurso que agora pode ser utilizado por entregadores em mais de 2 mil cidades onde a empresa atua. A funcionalidade reúne pedidos disponíveis em uma lista aberta, permitindo maior autonomia e flexibilidade na escolha das rotas e na organização das entregas.

Outra atualização anunciada pela empresa é a ampliação da ferramenta de Antecipação de Repasse. A partir de agora, todos os entregadores poderão antecipar diariamente os valores recebidos pelas entregas realizadas, em montantes de até R$ 400 por dia e sem cobrança de taxas. Antes, o recurso possuía limite de utilização de até 4 vezes por mês para parte dos entregadores. O app também ganhou uma nova tela em formato carrossel para exibir promoções simultaneamente. A funcionalidade já soma mais de 300 mil acessos. 

A importância do Rio Grande do Sul no mercado nacional de delivery

Segundo o iFood, a escolha do Rio Grande do Sul para iniciar a expansão da versão para iOS está ligada à relevância estratégica do estado para a operação da plataforma e ao objetivo de ampliar o acesso ao aplicativo em diferentes dispositivos.

De acordo com estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o ecossistema do iFood representou 0,64% do PIB nacional em 2024. No Rio Grande do Sul, o impacto foi equivalente a 0,46% do PIB estadual, com a geração de aproximadamente 49 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

“O Rio Grande do Sul tem relevância estratégica dentro do ecossistema nacional de delivery e vem registrando crescimento consistente nos últimos anos, por isso foi escolhido para iniciar a expansão da versão para iOS. A adesão à nova versão logo nos primeiros dias reforça a força do mercado local e o potencial de geração de renda na região. Nosso objetivo é seguir investindo em tecnologia e em melhorias que apoiem a rotina dos entregadores e, ao mesmo tempo, gerem experiências cada vez melhores para lojistas e consumidores, com inovação aplicada de ponta a ponta na operação”, afirma Jamilson Batista, Diretor de Engenharia e Excelência em IA do iFood.