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Marketing de afiliados se consolida como pilar estratégico para marcas na Copa do Mundo 2026

Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, as marcas enfrentam o desafio de converter a atenção global em decisões de compra efetivas, encontrando no marketing de afiliados um caminho de alta conversão. Segundo o estudo Affiliate Intelligence, da Rakuten Advertising, rede líder global de afiliados e marketing de performance, 51% dos consumidores já confiam nesses links para adquirir produtos, o que posiciona a estratégia como uma aliada indispensável para as experiências de consumo durante o mundial.

Essa confiança é alimentada principalmente pela busca por vantagens financeiras e credibilidade técnica. De acordo com o levantamento, o acesso a descontos ou cupons exclusivos motiva 33% das compras, enquanto a confiança na opinião do influenciador e a presença de conteúdos detalhados, como testes e comparativos, respondem por 23% da preferência do público cada um.

“O sucesso dessa modalidade para o próximo grande evento esportivo está principalmente na humanização do processo de venda e na fuga da publicidade tradicional excessivamente polida, que já não agrada mais os compradores”, afirma Salomão Araújo, VP Comercial da Rakuten Advertising no Brasil.

O levantamento revela que a transparência é o fator determinante para a segurança do torcedor, com 56% dos entrevistados afirmando que confiam mais no conteúdo quando ele é honesto e apresenta abertamente tanto os prós quanto os contras dos produtos. Somado a isso, o desejo por realismo é uma tendência forte, visto que 51% dos consumidores preferem ver o item sendo utilizado em contextos reais do cotidiano em vez de produções de estúdio.

“Ao integrar o marketing de afiliados às experiências da ocasião, as empresas conseguem oferecer uma jornada de compra muito mais rica e consultiva. O torcedor que busca equipar a casa ou adquirir itens oficiais, encontra nos produtores de conteúdo um filtro de qualidade que valida o investimento através de avaliações genuínas e demonstrações práticas. Nesse cenário, as marcas que priorizarem a entrega de valor real e a transparência sobre as características dos produtos estarão em vantagem estratégica para conquistar não apenas o clique, mas a fidelidade do torcedor em 2026”, conclui o executivo.

E-commerce: conversão pode crescer até 5x com integração entre dados, operação e atendimento

Entre o clique e a entrega do e-commerce, uma cadeia de decisões simultâneas e integradas sustenta cada pedido e não há margem para falhas. Aplicações analisadas pela Quality Digital indicam que a integração entre diferentes frentes da jornada pode impulsionar resultados, com casos como o da Osklen, que registram crescimento de até cinco vezes na conversão de recuperação de pedidos em canais conversacionais ao conectar dados, atendimento e execução ao longo do processo. Cada pedido percorre uma sequência contínua de decisões executadas simultaneamente para que a jornada funcione de forma consistente.

Inspirada na lógica de redes de transporte, a operação digital da Quality Digital organiza o e-commerce como uma estrutura em que diferentes fluxos operam de forma paralela e interdependente. B2C, B2B, D2C, marketplace e omnichannel aparecem como linhas que se cruzam ao longo da jornada e se conectam a pontos críticos que sustentam a execução. Decisões relacionadas a catálogo, preço, disponibilidade, pagamento, gestão de pedidos, logística e entrega deixam de atuar de forma isolada e passam a compor uma rede integrada, na qual o desempenho depende da consistência entre dados e sistemas. 

A proposta defendida desloca a leitura tradicional do commerce digital, que por muito tempo foi organizada de forma sequencial. Ao posicionar o pedido como elemento central, o modelo mostra que a continuidade da jornada depende da coordenação entre múltiplas camadas que operam ao mesmo tempo. “A venda deixou de ser um evento isolado e passou a ser orientada por dados ao longo de toda a operação. Quando essa base está organizada, é possível medir impacto direto em conversão, ticket médio e recorrência”, afirma Júlio Britto, CEO da Quality Digital.  

A ampliação de canais e integrações tem elevado o nível de complexidade operacional nas empresas. Plataformas de comércio, sistemas de gestão de pedidos, meios de pagamento, soluções de logística e ferramentas de relacionamento com o cliente passaram a atuar de forma simultânea, exigindo sincronização contínua. Com a redução da intervenção manual, o tempo de resposta diminui, enquanto inconsistências tendem a se propagar com maior velocidade ao longo da operação. 

O desempenho do e-commerce está cada vez mais associado à capacidade de execução. A geração de demanda perde relevância quando a estrutura operacional não sustenta a jornada até a entrega. Informações imprecisas no checkout, divergências de estoque e desalinhamentos logísticos afetam a experiência do consumidor, aumentam custos e impactam a percepção de valor da marca. 

De acordo com Roberto Ave Faria, diretor da Quality Digital, a execução da jornada precisa combinar precisão operacional com capacidade de adaptação à demanda. “O conceito de delivery promise funciona como um contrato de prazo de entrega e é decisivo para a finalização da compra, afinal, qualquer desvio impacta diretamente a conversão e a confiança do consumidor”, afirma. O executivo também destaca a necessidade de evolução na forma como o varejo trabalha a hiperpersonalização da experiência. “No conceito de home for you, a vitrine digital passa a ser montada de acordo com perfil, histórico e interesse do cliente. Não adianta oferecer tudo para todo mundo. Quando a oferta não conversa com o comportamento, a jornada perde eficiência e a conversão não se sustenta”, diz. 

Atualmente, no cenário do comércio digital, o crescimento sustentável do e-commerce depende menos do aumento de volume e mais da capacidade de coordenar decisões de forma integrada. Com a expansão dos canais digitais e o aumento das conexões necessárias para sustentar cada pedido, a eficiência operacional passa a definir o limite entre crescimento com rentabilidade e perda de desempenho. Ao tornar visível essa estrutura, o modelo apresentado contribui para uma compreensão mais precisa dos fatores que determinam o resultado no comércio digital. 

iFood inicia expansão de app para iPhone no Rio Grande do Sul e anuncia novas funcionalidades para entregadores

O iFood, empresa brasileira de tecnologia, iniciou pelo Rio Grande do Sul a expansão da nova versão do aplicativo para iOS voltado aos entregadores da plataforma. Em cerca de 30 dias após a liberação, a plataforma registrou crescimento de 16% no número de novos entregadores cadastrados. 

A novidade faz parte de uma nova leva de atualizações anunciadas pela empresa para o aplicativo usado pelos entregadores. Além da chegada ao iOS, as mudanças incluem ferramentas voltadas à organização da rotina, acompanhamento de ganhos, visualização de oportunidades e planejamento das entregas dentro do app.

O aplicativo passou a contar com uma funcionalidade que permite ao entregador acompanhar seus próprios objetivos financeiros e o progresso das entregas em tempo real, trazendo mais visibilidade sobre a rotina e apoiando o planejamento semanal. A chamada Tela de Metas, já disponível para todos os entregadores cadastrados, organiza essas informações de forma simples e acessível dentro do app.

O iFood também expandiu o acesso ao Rotas Disponíveis, recurso que agora pode ser utilizado por entregadores em mais de 2 mil cidades onde a empresa atua. A funcionalidade reúne pedidos disponíveis em uma lista aberta, permitindo maior autonomia e flexibilidade na escolha das rotas e na organização das entregas.

Outra atualização anunciada pela empresa é a ampliação da ferramenta de Antecipação de Repasse. A partir de agora, todos os entregadores poderão antecipar diariamente os valores recebidos pelas entregas realizadas, em montantes de até R$ 400 por dia e sem cobrança de taxas. Antes, o recurso possuía limite de utilização de até 4 vezes por mês para parte dos entregadores. O app também ganhou uma nova tela em formato carrossel para exibir promoções simultaneamente. A funcionalidade já soma mais de 300 mil acessos. 

A importância do Rio Grande do Sul no mercado nacional de delivery

Segundo o iFood, a escolha do Rio Grande do Sul para iniciar a expansão da versão para iOS está ligada à relevância estratégica do estado para a operação da plataforma e ao objetivo de ampliar o acesso ao aplicativo em diferentes dispositivos.

De acordo com estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o ecossistema do iFood representou 0,64% do PIB nacional em 2024. No Rio Grande do Sul, o impacto foi equivalente a 0,46% do PIB estadual, com a geração de aproximadamente 49 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

“O Rio Grande do Sul tem relevância estratégica dentro do ecossistema nacional de delivery e vem registrando crescimento consistente nos últimos anos, por isso foi escolhido para iniciar a expansão da versão para iOS. A adesão à nova versão logo nos primeiros dias reforça a força do mercado local e o potencial de geração de renda na região. Nosso objetivo é seguir investindo em tecnologia e em melhorias que apoiem a rotina dos entregadores e, ao mesmo tempo, gerem experiências cada vez melhores para lojistas e consumidores, com inovação aplicada de ponta a ponta na operação”, afirma Jamilson Batista, Diretor de Engenharia e Excelência em IA do iFood.

IA no service desk: como as empresas estão transformando suporte em inteligência operacional

Por Edsel Simas, CTO da Setrion e da Milldesk Help Desk Software 

Em operações de médio e grande porte, o service desk tem deixado de ser apenas uma função de atendimento para se tornar um ponto estratégico de leitura da operação de TI. O volume de chamados continua alto, mas o que realmente mudou foi a complexidade: ambientes híbridos, aplicações distribuídas, múltiplos dispositivos e dependência crescente de SaaS criaram um cenário em que cada ticket carrega mais contexto técnico do que antes. Nesse ambiente, a inteligência artificial passa a ter um papel muito mais relevante do que automatizar respostas: a tecnologia passa a atuar como uma camada de interpretação que reorganiza o funcionamento do suporte. 

O dado mais interessante nesse contexto não está apenas no crescimento da adoção de IA, mas na mudança de expectativa sobre o service desk. Segundo levantamentos do setor, organizações processam, em média, mais de 10 mil tickets por mês, enquanto a percepção de complexidade operacional cresce de forma consistente. Isso desloca o foco da eficiência tradicional, baseada em volume e SLA, para a capacidade de entender, correlacionar e resolver problemas com mais precisão. É nesse ponto que a IA começa a transformar o service desk em um núcleo de inteligência operacional. 

Do ponto de contato à camada de inteligência 

A base conceitual dessa mudança ajuda a entender o movimento. Na prática de ITIL, o service desk sempre foi definido como o ponto central de contato entre usuários e provedores de serviço. O que a IA faz é ampliar esse papel. Em vez de apenas registrar e encaminhar demandas, esse ponto de contato passa a interpretar sinais, antecipar problemas e estruturar conhecimento de forma contínua. 

Na prática, essa transformação acontece porque a IA resolve um problema que a automação tradicional nunca conseguiu endereçar bem: lidar com contexto incompleto. Chamados raramente chegam estruturados. Usuários descrevem sintomas, não causas. Sistemas geram alertas sem explicação clara. Equipes trabalham com informações fragmentadas. Nesse cenário, tecnologias tradicionais de automação operam com limitações evidentes. Já modelos de IA conseguem interpretar linguagem natural, identificar padrões e sugerir caminhos com base em histórico e comportamento. 

Esse avanço muda profundamente a dinâmica do service desk. A triagem deixa de ser uma etapa puramente operacional e passa a ser uma etapa analítica. Classificação de tickets, definição de prioridade e direcionamento deixam de depender exclusivamente de regras fixas e passam a considerar contexto, histórico e impacto potencial. Isso reduz erros de encaminhamento, melhora o uso de especialistas e diminui retrabalho. 

Ao mesmo tempo, a IA começa a atuar como uma camada de apoio direto ao analista. Plataformas de ITSM já incorporam recursos que sintetizam incidentes, sugerem respostas e estruturam documentação automaticamente. O ganho mais relevante aqui não é apenas velocidade. É redução do tempo de entendimento do problema. Em operações grandes, boa parte do esforço está em reconstruir o contexto de um incidente. Quando esse processo é acelerado, o tempo total de resolução tende a cair de forma consistente. 

A nova dinâmica operacional do service desk 

Há ainda um efeito menos visível, mas mais estrutural: a melhoria da qualidade do conhecimento. Cada chamado resolvido passa a alimentar a base de dados de forma mais organizada. A IA transforma interações em documentação, identifica padrões recorrentes e fortalece a base de conhecimento. Com o tempo, isso reduz dependência de conhecimento individual e aumenta a capacidade de escala da operação. 

Esse ciclo, que envolve captura, interpretação, ação e aprendizado, é o que diferencia automação de inteligência operacional. O service desk deixa de ser apenas um ponto de passagem e passa a ser um sistema que aprende continuamente com a própria operação. 

Do ponto de vista de negócio, essa transformação começa a aparecer em métricas. Indicadores clássicos como MTTR, taxa de resolução no primeiro nível e custo por ticket continuam relevantes, mas passam a ser influenciados por novos fatores. A capacidade de resolver no primeiro contato aumenta quando a triagem é mais precisa. O custo por ticket tende a se estabilizar ou reduzir quando há menos escalonamentos desnecessários. E a experiência do usuário melhora quando a resposta já considera contexto e histórico. 

Estudos conduzidos por organizações como a Forrester indicam que o uso estruturado de IA em ITSM pode gerar economias relevantes de tempo em incidentes complexos, especialmente em atividades de investigação e coordenação. O impacto não está apenas na automação de tarefas simples, mas na aceleração de decisões em cenários mais difíceis. 

A IA, claro, não elimina a necessidade de analistas, mas altera o tipo de trabalho realizado. O foco sai da execução repetitiva e vai para análise, validação e tomada de decisão. Isso exige treinamento e adaptação cultural, especialmente em operações maiores, onde a padronização é mais difícil. 

O que se observa, portanto, é uma mudança estrutural no papel do service desk dentro das organizações. Em vez de um centro de custo voltado a resolver problemas, ele passa a ser uma fonte contínua de dados e inteligência sobre a operação de TI. Cada incidente deixa de ser apenas um evento isolado e passa a ser um ponto de aprendizado. 

Para empresas de médio e grande porte, esse movimento tem implicações diretas. Ambientes mais complexos não permitem mais modelos baseados apenas em volume e escala humana. A eficiência passa a depender da capacidade de interpretar e agir sobre informação em tempo real. A IA viabiliza essa transição ao transformar dados dispersos em decisões operacionais mais consistentes. 

O resultado não é apenas um service desk mais eficiente. É uma operação mais previsível, com menor fricção e maior capacidade de adaptação. Em um cenário em que a tecnologia está cada vez mais integrada ao negócio, essa evolução deixa de ser uma iniciativa de TI e passa a ser uma alavanca de desempenho organizacional. 

No fim, o que está em jogo não é automatizar o atendimento. É redefinir o papel do service desk dentro da empresa. Quando bem implementada, a IA não substitui o suporte. Ela transforma o suporte em um sistema capaz de entender, aprender e melhorar continuamente a operação. 

Kamino passa a integrar sistemas da Oracle e Sankhya para automatizar gestão financeira

A Kamino, plataforma de gestão financeira com IA nativa voltada a médias empresas, anunciou sua entrada nos marketplaces da Oracle NetSuite e da Sankhya. Com a novidade, companhias que já utilizam esses sistemas poderão integrar suas operações financeiras à plataforma da Kamino, automatizando processos como pagamentos, conciliação bancária e fluxo de caixa. Além da automação, os clientes contam com o Agente Financeiro, um chat conversacional de inteligência artificial que analisa dados financeiros e fornece relatórios e insights em tempo real.

O movimento reforça a estratégia da companhia em um modelo aberto de gestão financeira, no qual as organizações mantêm liberdade para incorporar diferentes soluções aos sistemas já utilizados. Embora muitas médias empresas já operem com sistemas corporativos consolidados, parte relevante da rotina financeira continua descentralizada entre planilhas, bancos e processos manuais, o que gera retrabalho, baixa visibilidade de caixa e fechamentos financeiros demorados.

“As empresas querem que gestão financeira, pagamentos e conciliação aconteçam de forma integrada, em tempo real e com menos processos manuais. Esse é o movimento que está transformando o mercado”, afirma Gonzalo Parejo, CEO e cofundador da Kamino.

Para resolver esse desafio, a Kamino centraliza a operação financeira em uma plataforma integrada a mais de 40 sistemas como ERPs, CRMs, sistemas logísticos, marketplaces e outras ferramentas corporativas. Com isso, pagamentos, conciliação bancária, emissão de boletos, NFS-e e consolidação multi-CNPJ passam a ocorrer dentro de um fluxo unificado.

Segundo a companhia, o modelo reduz erros manuais, acelera o fechamento financeiro e libera os times para atividades mais analíticas e estratégicas. A implementação também pode ser concluída em poucos dias quando o ERP da companhia já estiver estabilizado.

A digitalização da área financeira deve acelerar nos próximos anos à medida que médias empresas busquem operações mais centralizadas, digitais e integradas aos sistemas já utilizados no dia a dia. “O financeiro está deixando de atuar apenas como uma área operacional para assumir um papel mais estratégico dentro das companhias, com maior capacidade de análise e tomada de decisão”, conclui Gonzalo Parejo.

Pipedrive integra WhatsApp à ferramenta de mensagens e lança recursos de gestão de projetos 

Pipedrive, o CRM fácil e inteligente para pequenas e médias empresas, lança novos recursos de gestão de projetos e comunicação projetados para ajudar as equipes de vendas a gerenciar o relacionamento com os clientes e a execução pós-venda de forma mais eficaz, em uma única plataforma.

À medida que as equipes de vendas crescem, a transição de um negócio fechado para uma entrega bem-sucedida é frequentemente atrasada por ferramentas desconectadas e perda de informações. O lançamento mais recente da Pipedrive resolve isso trazendo a execução pós-venda diretamente para dentro do CRM.

“As vendas não param quando um negócio é fechado”, afirma Joe Futty, Chief Product and Technology Officer (CPTO) da Pipedrive. “Acreditamos que, ao liberar as equipes de vendas do fardo de ferramentas desconectadas, elas podem atingir seu potencial máximo de desempenho. Essas atualizações visam dar aos profissionais a confiança de que sua entrega pós-venda é tão excepcional quanto seu discurso inicial.”

Indo além do negócio com o Projects

Para muitas equipes de vendas, a transição das vendas para a entrega continua sendo uma transferência “às cegas”, o que muitas vezes leva à perda de contexto e ineficiências operacionais. O Pipedrive Projects traz a gestão de projetos pós-venda diretamente para o CRM, ajudando as equipes a manter ritmo após o fechamento do negócio.

Os novos recursos incluem:

  • Briefings de projetos gerados por IA: reduzem os processos manuais ao extrair automaticamente compromissos, notas e arquivos do histórico de vendas; 
  • Insights de Projetos: oferecem às equipes maior visibilidade sobre a atividade do projeto, cargas de trabalho e progresso geral; 
  • Gráficos de Gantt interativos: ajudam as equipes a identificar gargalos e ajustar cronogramas conforme as prioridades mudam; 
  • Projects no celular: garante que as equipes tenham acesso a tarefas e atualizações via aplicativo, permitindo que acompanhem o progresso e mantenham o alinhamento.

“Antes, operávamos cinco funis diferentes apenas para gerenciar nossos ciclos de entrega”, explica Justin Smith, Presidente da Boost Transport. “O Projects nos ajuda a reunir tudo em um só lugar. Acionar modelos de integração (onboarding) com tarefas pré-atribuídas economizou horas da nossa equipe toda semana.”

Tornando a automação mais confiável

À medida que as empresas automatizam mais processos de vendas, manter a visibilidade do desempenho do fluxo de trabalho torna-se cada vez mais importante. A Pipedrive introduziu recursos aprimorados de monitoramento de automação que ajudam as equipes a gastar menos tempo gerenciando sistemas e mais tempo focando nos clientes. Os novos recursos incluem:

  • Painel de confiança e visibilidade: ajuda as equipes a monitorar o desempenho da automação e identificar problemas antecipadamente; 
  • Monitoramento de integridade do fluxo de trabalho: detecta gargalos, automações que falharam e processos ineficientes antes que impactem as operações ou a experiência do cliente.
  • Trazendo conversas do WhatsApp para o CRM

As equipes de vendas dependem cada vez mais do WhatsApp para se comunicar com os clientes, mas muitas dessas conversas permanecem desconectadas do CRM. A nova integração permite que as equipes gerenciem mensagens do WhatsApp diretamente dentro do CRM, vinculando automaticamente os chats a negócios, contatos e leads. A integração permite que as equipes:

  • Respondam mais rápido sem alternar entre ferramentas, mantendo as conversas fluindo de forma mais eficiente; 
  • Padronizem os acompanhamentos (follow-ups) usando modelos e fluxos de trabalho automatizados, tornando a comunicação mais consistente e reduzindo a perda de etapas seguintes; 
  • Mantenham o contexto da conversa em todas as interações de vendas e pós-venda, melhorando a visibilidade do histórico do cliente e a colaboração entre as equipes.

A integração com o WhatsApp está disponível atualmente em versão beta aberta para clientes nos planos Growth e superiores. Os clientes interessados em visualizar os próximos recursos e atualizações de produtos podem participar do programa beta da Pipedrive para obter acesso antecipado a funcionalidades em desenvolvimento.

Mercado Livre recebe 14,1 milhões de novos anúncios internacionais antes do fim da “taxa das blusinhas”, mostra levantamento da JoomPulse

A expansão dos anúncios internacionais no ecommerce brasileiro já vinha ganhando força antes mesmo da entrada em vigor da nova política tributária sobre importações anunciada pelo Governo Federal na última semana, e deve seguir avançando. É o que indica um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de analytics e inteligência de dados com tecnologia de IA, apresentado durante o evento “O Futuro do Ecommerce”, realizado pela empresa em São Paulo.

De acordo com dados mapeados pela JoomPulse, só em abril de 2026, o Mercado Livre recebeu 14,1 milhões de novos anúncios internacionais, mantendo o patamar recorde registrado no mês anterior, quando o volume havia alcançado 14,6 milhões.

O movimento indica que a expansão da oferta internacional já vinha sendo acelerada pelos marketplaces antes da redução das alíquotas federais para compras internacionais. Em março, sozinho, o volume de novos anúncios estrangeiros adicionados ao Mercado Livre superou o crescimento acumulado dos 14 meses anteriores.

Para João Sartini, Head de Vendas da JoomPulse, a mudança tributária tende a acelerar um movimento que já vinha sendo estruturado pelos marketplaces ao longo dos últimos meses. “A redução da ‘taxa das blusinhas’ tende a acelerar ainda mais esse movimento e aumentar a presença de anúncios internacionais em categorias nas quais o consumidor é mais sensível a preço e variedade”, afirma o executivo.

Ainda de acordo com os dados, a expansão da oferta ocorreu em paralelo ao crescimento da participação internacional dentro da plataforma. Entre abril de 2025 e abril de 2026, a fatia dos pedidos internacionais no Mercado Livre passou de 0,10% para 0,87%, enquanto a participação no GMV avançou de 0,09% para 0,72%.

Crescimento ganha velocidade em 2026

Os dados mostram ainda que o primeiro trimestre de 2026 marcou uma aceleração relevante da presença internacional no marketplace brasileiro. A cada trimestre, o ritmo de crescimento superou o período anterior, indicando não apenas expansão contínua, mas ganho progressivo de velocidade.

Entre fevereiro, março e abril, os indicadores cresceram de forma consecutiva, afastando a hipótese de um movimento sazonal pontual. O avanço acelerou a partir de fevereiro de 2026, quando o volume atingiu 4,8 milhões de anúncios, ante 400 mil registrados em janeiro de 2025. O crescimento avançou ainda mais em março, quando a entrada de itens internacionais triplicou em apenas um mês e atingiu 14,6 milhões de novos anúncios.

O movimento sugere uma mudança gradual da dinâmica competitiva dentro dos marketplaces, com avanço acelerado do catálogo internacional em categorias mais sensíveis a preço e variedade.

Categorias gamers dominam anúncios internacionais

Em algumas categorias, os anúncios internacionais já representam a maioria da oferta disponível dentro do marketplace. O principal exemplo está em acessórios para PC gaming, onde itens internacionais concentram 82% dos anúncios ativos.

O avanço também aparece em artigos de joalheria (77%), pelúcias (75%), equipamentos médicos (71%) e navegadores GPS automotivos (70%). Em acessórios para pets, como escovas, pentes e coleiras, os anúncios internacionais já representam entre 63% e 64% da oferta disponível.

Os números indicam uma mudança relevante na dinâmica competitiva dentro do marketplace, especialmente em categorias mais sensíveis a preço e variedade de catálogo. Para especialistas do setor, esse cenário tende a aumentar a pressão sobre eficiência operacional e competitividade dos sellers brasileiros.

“No ecommerce, eficiência operacional deixou de ser diferencial e virou questão de sobrevivência. As margens são cada vez mais apertadas, então o seller precisa ter uma gestão muito disciplinada de custos, logística e operação”, afirma Gabriel Bollico, fundador do Ecommerce Puro.

Oferta cresce mais rápido do que vendas

Apesar da expansão acelerada da oferta internacional, os anúncios estrangeiros ainda apresentam participação proporcionalmente menor em pedidos e GMV, indicando ticket médio mais baixo e menor giro por item quando comparados à oferta local.

Em Música, Filmes e Seriados, por exemplo, anúncios internacionais já representam 48% da oferta da categoria, mas concentram apenas 9% dos pedidos e 10% do GMV. Em Brinquedos e Hobbies, os itens internacionais respondem por 37% dos anúncios, mas apenas 2,4% dos pedidos realizados.

O mesmo padrão aparece em categorias como Joias e Relógios, Festas e Lembrancinhas e Ferramentas, sugerindo que a expansão internacional ocorre inicialmente pela ampliação do catálogo e competitividade de preço, antes de alcançar maior relevância em faturamento.

Nesse cenário, especialistas apontam que ferramentas de inteligência artificial e análise de dados devem ganhar protagonismo entre sellers brasileiros que buscam competir em um ambiente mais pressionado por preço e escala.

“Hoje, a inteligência artificial permite que até pequenos sellers tenham acesso a análises, otimização de anúncios e produção de conteúdo de uma forma que antes era restrita a grandes operações. O empreendedor consegue tomar decisões mais rápidas e entender melhor o mercado sem necessariamente precisar de uma grande estrutura por trás”, afirma Alexandre Nogueira, fundador da Universidade Marketplaces.

No consolidado da plataforma, a participação internacional nos pedidos (0,87%) permanece acima da fatia no GMV (0,72%), reforçando a predominância de itens de menor ticket médio.

Para Sartini, o avanço acelerado da oferta internacional também deve impulsionar a adoção de ferramentas de inteligência de mercado entre sellers e operadores de ecommerce no Brasil. “Nos Estados Unidos e na Europa, plataformas de inteligência e processamento de dados já fazem parte da rotina da maior parte dos sellers. No Brasil, esse mercado ainda está em estágio inicial, mas a IA está mudando rapidamente esse cenário ao permitir decisões mais rápidas, redução de riscos e acesso a informações estratégicas”, conclui João Sartini.

Red Hat lança novas ferramentas de desenvolvedores com foco em IA agêntica

A Red Hat, líder mundial no fornecimento de soluções open source, anunciou recentemente a ampliação de recursos em seu portfólio para desenvolvedores, especificamente projetados para atender às demandas de agentes de IA. Com o recém-disponível Red Hat Desktop e as melhorias no Red Hat Advanced Developer Suite, a empresa busca facilitar a transição de agentes executados localmente nas estações de trabalho dos desenvolvedores para ambientes de produção em escala na nuvem híbrida.

O que a Red Hat anunciou:

A disponibilidade geral do Red Hat Desktop fornece suporte comercial para a versão da Red Hat do Podman Desktop, criando uma base mais confiável para o desenvolvimento local de containers e IA. O Red Hat Desktop também inclui recursos de sandbox isolado para agentes de IA, uma iniciativa projetada para ajudar desenvolvedores a executar e testar agentes autônomos em um ambiente protegido no hardware local, evitando que ações não verificadas impactem o sistema operacional do host. O Red Hat Advanced Developer Suite também passa a contar com novas funcionalidades, incluindo uma fábrica de software e bibliotecas confiáveis, além de inteligência de exploração baseada em IA para modernizar a segurança em toda a cadeia de suprimentos de software. Esses novos recursos utilizam IA para determinar se vulnerabilidades em código gerado são de fato exploráveis no ambiente de execução da aplicação, permitindo que os desenvolvedores priorizem correções com base no risco real.

Por que isso é importante:

À medida que o volume de código gerado por IA cresce, os desenvolvedores precisam de um fluxo de trabalho que equilibre a experimentação local com a implantação em nível corporativo. Seja iniciando localmente com o Red Hat Desktop ou em um ambiente de desenvolvimento na nuvem por meio do Red Hat OpenShift Dev Spaces, os desenvolvedores contam com a mesma consistência e governança exigidas para produção empresarial. Ao unificar esses ambientes e permitir a transição para escala de produção com o Red Hat OpenShift, a Red Hat possibilita que equipes tratem agentes de IA como aplicações de missão crítica. Essa abordagem oferece um caminho orientado por segurança até a produção, permitindo que desenvolvedores evoluam de sandboxes locais experimentais para inovações validadas e escaláveis em toda a nuvem híbrida.

O que dizem os especialistas da Red Hat:

“A transição para a IA agêntica amplia os requisitos para o desenvolvimento de aplicações modernas”, afirma James Labocki, diretor sênior de gestão de produtos da Red Hat. “Ao estabelecer um caminho confiável para produção em toda a nuvem híbrida com o Red Hat Advanced Developer Suite e ao fornecer ambientes consistentes por meio do Red Hat Desktop e do Red Hat OpenShift Dev Spaces, estamos ajudando os desenvolvedores a acelerar e assumir o controle de sua estratégia de IA com o mesmo rigor aplicado às suas aplicações de TI essenciais.”

Principais destaques:

  • Ciclo de vida de IA padronizado: a Red Hat oferece uma experiência mais consistente, do ambiente local à nuvem, ajudando organizações a evoluir projetos de IA de experimentos para fluxos de produção repetíveis.
  • Manutenção da escolha do desenvolvedor: a Red Hat ampliou o suporte no Red Hat OpenShift Dev Spaces para incluir o assistente de código Kiro da Amazon Web Services (AWS) (em prévia técnica). Isso se soma às integrações já existentes com Microsoft Copilot, Claude CLI e outros, oferecendo flexibilidade para utilizar ferramentas e ambientes de desenvolvimento preferidos, inclusive a partir de máquinas locais.
  • Segurança “shift left”: construída com base nas Red Hat Hardened Images e nas Red Hat Trusted Libraries (ambas com origem e integridade em SLSA Nível 3), essas ferramentas oferecem uma cadeia de suprimentos de software transparente e verificável antes mesmo da escrita do código.
  • Testes com abordagem sandbox-first: desenvolvedores podem executar agentes autônomos em ambientes isolados, adicionando uma camada de segurança para observar o comportamento dos agentes antes da implantação em clusters.

Mais detalhes:

Integração entre Red Hat Desktop e Podman

O Red Hat Desktop oferece um ambiente com suporte corporativo para desenvolvimento local de containers e IA, centrado na versão reforçada e suportada do Podman Desktop da Red Hat. Os desenvolvedores podem acessar facilmente toda a biblioteca de Red Hat Hardened Images diretamente de seus laptops, ao mesmo tempo em que se conectam a clusters locais ou remotos do OpenShift para testes unitários. Isso garante que o container executado na máquina do desenvolvedor seja arquiteturalmente consistente com aquele em produção. Desenvolvedores que desejam testar agentes de IA em sandbox podem encontrar mais informações em www.openkaiden.ai.

Assistentes de codificação flexíveis

O Red Hat OpenShift Dev Spaces agora oferece um framework extensível que permite aos desenvolvedores integrar ferramentas baseadas em IA de sua preferência diretamente ao IDE na nuvem. Isso inclui novo suporte ao assistente de código Kiro da AWS (em prévia técnica), além de integrações já existentes com Microsoft Copilot, Claude CLI, Cline, Continue, Roo, entre outros. Ao oferecer suporte tanto a assistentes proprietários quanto de código aberto, a Red Hat permite que as equipes utilizem modelos de ponta ou hospedem modelos privados, ajudando a alinhar as ferramentas de produtividade dos desenvolvedores aos requisitos corporativos de segurança e soberania.

Melhorias no Red Hat Advanced Developer Suite

A versão mais recente do Red Hat Advanced Developer Suite apresenta a prévia para desenvolvedores de uma fábrica de software confiável, baseada nas melhores práticas da CNCF e nos processos internos de desenvolvimento da Red Hat. Isso fornece uma implementação de CI/CD baseada em padrões, que os clientes podem utilizar como está ou adaptar e replicar conforme suas necessidades. Recursos adicionais incluem:

  • Red Hat trusted libraries: pacotes Python curados, construídos sobre uma infraestrutura SLSA Nível 3, com software bill of materials (SBOMs) e assinaturas criptográficas, ajudando a oferecer uma cadeia de suprimentos de software mais transparente e verificável.
  • Exploit Intelligence: desenvolvida com base no blueprint de IA da NVIDIA para análise de vulnerabilidades, essa funcionalidade utiliza raciocínio de código orientado por IA para determinar se uma função vulnerável é, de fato, acessível no ambiente de execução de uma aplicação. Ao isolar caminhos de código exploráveis dentro de um conjunto mais amplo de vulnerabilidades, a Red Hat ajuda os desenvolvedores a priorizar correções que realmente impactam a segurança.

C6 Bank lança ferramenta de IA para cliente ‘conversar’ com a fatura do cartão

O C6 Bank acaba de ampliar as funcionalidades do C6 Assistant, a inteligência artificial integrada ao aplicativo do banco, e passa a oferecer aos clientes uma nova experiência de organização financeira. A partir desta terça-feira, 26/5, os clientes do banco poderão “conversar” com a fatura do cartão de crédito e com a conta corrente para entender melhor suas despesas e hábitos de consumo. A solução, que está baseada em inteligência artificial generativa, cruza as informações relacionadas às transações financeiras para entregar respostas elaboradas.

É possível, por exemplo, solicitar um levantamento completo dos gastos com delivery de comida, farmácia, vestuário e outras categorias nos últimos meses. Ao perguntar “Quanto gasto com delivery?”, o cliente poderá ver não só o valor desembolsado no período, mas detalhes que podem ajudá-lo a compreender ainda mais sua rotina, como o dia da semana em que mais pede comida por aplicativo, o tipo de comida, os restaurantes, entre outras curiosidades. A resposta dependerá da pergunta, como ocorre em qualquer diálogo com assistentes de inteligência artificial.

Na interação com a conta corrente, o cliente poderá solicitar um levantamento dos principais boletos pagos nos últimos meses, como os de contas de luz, água, condomínio e gás, ou consultar quantos Pix fez para um prestador de serviço específico. A IA do C6 Bank pode responder, por exemplo, quanto foi transferido para o personal trainer ou para o professor de inglês em determinado período, bastando ao usuário elaborar a pergunta de forma natural e incluir o nome do destinatário. A ferramenta é capaz de fazer análises detalhadas de quaisquer movimentações financeiras realizadas na conta, dispensando a necessidade de navegar por menus ou procurar informações manualmente.

“O que estamos construindo é uma nova forma de relacionamento com o banco. O C6 Assistant está evoluindo para se tornar um assistente de fato, capaz de ajudar o cliente a entender melhor suas finanças e a usar o banco de forma cada vez mais simples e intuitiva”, diz Gustavo Torres, head de inovação do C6 Bank. “A IA passa a atuar como uma camada de inteligência que ajuda o cliente não só a executar tarefas, mas a compreender seus hábitos financeiros e tomar decisões com mais clareza.”

Com a ferramenta, é possível pedir, por exemplo, uma análise da movimentação da conta corrente nos últimos 30 dias e receber um resumo com entradas e saídas, boletos pagos, principais despesas e recebimentos. O assistente também informa o total de Pix realizados no mês, identifica os destinatários das maiores transferências e permite localizar transações específicas com mais facilidade, como encontrar um Pix enviado a determinado contato salvo no aplicativo, mesmo sem lembrar a data ou o valor exato da operação. Se desejar, o cliente pode gerar um raio-x de sua vida financeira no banco, detectando padrões ou descobrindo hábitos que nem ele mesmo havia notado.

A solução criada pelo C6 Bank difere das ferramentas tradicionais de gestão financeira que organizam os gastos apenas por categoria ou entregam relatórios resumidos. Além de estar embarcada no próprio aplicativo do banco, o que é uma segurança extra para o cliente, a IA do C6 Bank permite interações mais fluidas e tem a capacidade de responder a perguntas específicas, contribuindo para o entendimento de hábitos financeiros.

Para investir

Além das novas ferramentas voltadas à organização financeira, o C6 Bank lançou neste mês uma funcionalidade, também embarcada no C6 Assistant, para simplificar o processo de investir em renda fixa. Agora, o cliente pode encontrar produtos de investimentos, tirar dúvidas sobre eles e iniciar aplicações em uma simples conversa com a inteligência artificial generativa do banco.

A novidade, que não substitui o assessor de investimentos, torna mais intuitiva a jornada de investimento e auxilia em especial aqueles clientes que se sentem perdidos diante da grande variedade de produtos e de informações técnicas. Digitando apenas “quero investir”, o C6 Assistant já apresenta opções de renda fixa compatíveis com o perfil do investidor. Ao final da interação, se houver interesse em algum produto apresentado, o cliente pode selecionar a opção desejada, indicar o valor do investimento e concluir o aporte sem sair do chat.

O assistente não realiza recomendações nem sugere carteiras de investimento, atividade restrita a profissionais certificados. A ferramenta atua como apoio informacional, complementando, e não substituindo, o papel dos assessores. Clientes que contam com assessoria dedicada podem, inclusive, solicitar contato direto com seu assessor a partir da própria interface do assistente. 

Mais sobre o C6 Assistant  

Desde o fim de 2024, com o lançamento do C6 Assistant, clientes do banco podem realizar operações bancárias, como Pix e pagamentos, com o auxílio de IA generativa. A ferramenta recebe arquivos, fotos ou prints, detecta a transação desejada e solicita a confirmação do usuário. Os itens podem ser encaminhados para o assistente a partir de qualquer aplicativo externo ao app do banco ou no próprio chat.

É possível também enviar Pix aos contatos salvos no app do banco usando apenas comando de voz ou uma mensagem escrita, como “Pix de 100 para Júlia”. O C6 Assistant está 100% embarcado no aplicativo do C6 Bank e exige senha ou biometria facial na hora de encaminhar conteúdo a partir de apps externos ao assistente, o que dá total segurança aos clientes.

Selbetti anuncia aquisição da Zecode e amplia atuação em automação para varejo e logística

A Selbetti anuncia a aquisição da Zecode Technology, empresa com mais de 25 anos de atuação especializada em soluções para gestão de balanças, impressoras térmicas, leitores e coletores de dados. A movimentação reforça a estratégia da companhia de consolidar um ecossistema integrado de tecnologia e ampliar sua presença em operações físicas intensivas em dados.  

“Nosso movimento de crescimento tem um direcionamento muito claro: construir um ecossistema integrado que resolva problemas reais de negócio. A Zecode agrega uma especialização importante em operações que dependem de captura precisa de dados e continuidade operacional, especialmente em varejo e logística, conectando essa camada ao restante da nossa oferta”, afirma Junior Selbach, CEO da Selbetti. 

Esta é a 45ª aquisição da Selbetti desde 2014, e a primeira deste ano de 2026, dando continuidade a um ciclo consistente de expansão baseado na incorporação de competências complementares e na integração de soluções em um modelo One-Stop-Tech. A Zecode, vendida à Selbetti pela Beontag, passa a compor o portfólio da unidade Selbetti Label Solutions, agregando especialização em captura, identificação e processamento de dados no ponto de operação, uma camada cada vez mais relevante em cadeias produtivas e logísticas. 

Com sede em São Caetano do Sul (SP), a Zecode desenvolve e integra soluções voltadas à gestão de balanças, impressão térmica e mobilidade operacional, além de atuar com serviços de field service, locação e outsourcing de TI. Com mais de 80 profissionais, carteira superior a 55 clientes e faturamento anual na ordem de R$ 25 milhões, a empresa traz escala e capilaridade em segmentos estratégicos para a Selbetti. 

“A incorporação responde a uma demanda clara do mercado: a necessidade de integrar o mundo físico ao digital com maior confiabilidade. Em operações de varejo, centros de distribuição e ambientes industriais, dispositivos como leitores, coletores e impressoras deixaram de ser periféricos e passaram a ser pontos críticos de geração de dados”, explica Selbach. “Quando esses elementos não estão integrados a sistemas de gestão e analytics, criam gargalos que impactam desde controle de estoque até experiência do cliente”, completa. 

Integração entre operação e dados reforça estratégia de portfólio 

Ao trazer a Zecode para dentro de sua estrutura, a Selbetti amplia a capacidade de atuar justamente nessa camada de conexão entre operação e informação. A empresa já vinha consolidando um portfólio que combina infraestrutura, automação de processos, dados e segurança. Com a nova aquisição, passa a reforçar o elo de captura e identificação de dados, que alimenta toda a cadeia de valor digital. 

No caso da Zecode, a integração ocorre na camada operacional que conecta dispositivos utilizados no dia a dia a sistemas de gestão. Em supermercados, por exemplo, a operação de balanças integrada a sistemas de precificação impacta diretamente o controle de perdas e a consistência das informações de venda. Em logística, leitores e coletores de dados são usados para registro de movimentações e controle de estoque. Já na manufatura, esses equipamentos suportam etapas de produção e rastreabilidade. 

Essa infraestrutura, embora pouco visível em decisões estratégicas, é a base para a qualidade dos dados utilizados por sistemas analíticos. Quando há falhas nessa camada, surgem inconsistências que afetam desde o controle operacional até o uso de dados em processos automatizados. 

A atuação da Zecode também inclui serviços de campo e outsourcing, o que amplia o escopo da Selbetti para além da implantação das soluções. Em operações distribuídas, a manutenção e o suporte técnico contínuo passam a fazer parte da rotina operacional, especialmente em ambientes com grande volume de equipamentos e pontos de atendimento. 

A integração da ZeCode também reforça a presença da Selbetti em segmentos que seguem em expansão no Brasil. O varejo, pressionado por margens mais estreitas e pela necessidade de eficiência operacional, tem acelerado a adoção de tecnologias de automação e gestão.  

Nesse contexto, ganha relevância a capacidade de integrar a captura de dados na operação aos sistemas que fazem seu processamento e uso. A Selbetti vem ampliando sua atuação nessa direção, conectando dispositivos, sistemas e processos para reduzir fragmentação e dar mais consistência às informações utilizadas pelos clientes. “A evolução do mercado mostra que não basta digitalizar processos. É necessário garantir que os dados gerados na operação sejam confiáveis, rastreáveis e utilizáveis em tempo real. A ZeCode fortalece essa camada e amplia nossa capacidade de entregar soluções completas para nossos clientes”, complementa Selbach. 

A operação tem início previsto para 4 de maio, quando as estruturas passam a operar de forma integrada. A expectativa é que, ao longo dos próximos meses, a Selbetti avance na sinergia entre as soluções da Zecode e suas demais unidades de negócios, ampliando a oferta para a base de clientes e explorando oportunidades de cross selling. 

Sobre a Selbetti Tecnologia  

A Selbetti Tecnologia é a maior One-Stop-Tech do Brasil, proporcionando um ecossistema completo de soluções para acelerar a transformação digital das empresas. Com quase 50 anos de história e um time de mais de 2,2 mil profissionais, a empresa atua como um hub de tecnologia que conecta automação, infraestrutura, inteligência artificial e experiência digital e física para impulsionar a eficiência e o crescimento dos negócios. 

A Selbetti oferece soluções tecnológicas integradas que transformam operações e aumentam a competitividade das empresas, a partir de um ecossistema estruturado em dez unidades de negócios, cobrindo de forma estratégica as necessidades do mercado de tecnologia. Conheça: 

Selbetti Print Solutions: entrega gestão inteligente de impressão, com soluções de outsourcing e monitoramento de parques de impressão, garantindo mais eficiência e controle para as empresas; 

Selbetti IT Devices: atua no gerenciamento completo do ciclo de vida de dispositivos de TI, oferecendo locação de notebooks, desktops, smartphones e demais ativos. Além disso, disponibiliza portaria virtual, central de monitoramento e venda de equipamentos seminovos, unindo tecnologia, sustentabilidade e segurança para ambientes corporativos; 

Selbetti Label Solutions: unidade de negócios que se destaca em captura automática de dados e identificação (AIDC), combinando fabricação de etiquetas, fornecimento de hardware e suprimentos para rastreabilidade e logística, garantindo mais eficiência operacional; 

Selbetti Process Solutions: transforma a gestão documental e a automação de processos, com um portfólio modular que inclui RPA, assinatura digital e eletrônica, sistema de cobrança bancária e inteligência na digitalização de documentos, tornando os fluxos empresariais mais ágeis e inteligentes; 

Selbetti IT Solutions: fortalece a infraestrutura tecnológica das empresas, garantindo segurança, confiabilidade e escalabilidade com soluções de cibersegurança, fieldservice, servidores, cloud, data science e inteligência artificial; 

Selbetti Customer Experience: revoluciona o atendimento ao cliente (CX) com uma plataforma omnichannel completa, que integra chat e voicebots, URA, discador automático, monitoria de qualidade e inteligência artificial, proporcionando uma comunicação fluida e automatizada; 

Selbetti Retail Experience: transforma a experiência no varejo, oferecendo soluções de cartazeamento, gestão de ofertas, rádio indoor e retail media networks, além de etiquetas impressas e eletrônicas que personalizam e otimizam a jornada do consumidor no ponto de venda; 

Selbetti Business Consulting: oferece consultoria estratégica de TI, auxiliando empresas na gestão de projetos e processos, segurança da informação e transformação digital. Além disso, atua na alocação de profissionais especializados, como gestores de projeto (GP) e desenvolvedores (DEV), garantindo excelência na execução de iniciativas tecnológicas; 

Selbetti Data & AI Solutions: apoia empresas na transformação de dados em ativos estratégicos de negócio, com foco em governança, qualidade da informação, analytics avançado e uso responsável da inteligência artificial. A área atua desde a organização e padronização dos dados até a aplicação de modelos analíticos e soluções de IA alinhadas às necessidades do negócio e às exigências regulatórias; 

Selbetti Cybersecurity Solutions: atua de forma integrada em segurança da informação, privacidade de dados e operações de cibersegurança, apoiando empresas na identificação de riscos, proteção de ambientes digitais, detecção de ameaças e resposta a incidentes, com foco em governança, continuidade operacional e resiliência digital. 

Fundada em 1977, a Selbetti carrega a inovação no DNA. A missão da empresa vai além da tecnologia, e conecta pessoas, dados e inovação para transformar desafios em oportunidades e acelerar o futuro das empresas. Com um olhar voltado para o amanhã, a Selbetti segue expandindo sua atuação, e consolidando sua posição como um dos principais vetores de inovação no Brasil.