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Como superagentes de IA podem revolucionar o varejo em 2026

O varejo representa um dos setores mais dinâmicos e competitivos dentro da economia global e segue enfrentando, ao longo dos anos, transformações como o ‘hype’ da adoção de IA por parte das empresas e consumidores. Segundo o Gartner, até o final de 2026, 40% das aplicações corporativas estarão integradas a agentes de IA programados para execução de tarefas específicas, representando um aumento expressivo em relação a menos de 5% registrado atualmente. A projeção prevista no levantamento é de que o agente de IA poderá gerar cerca de 30% da receita de softwares de aplicativos corporativos até 2035, ultrapassando US$ 450 bilhões de dólares, além de estabelecer novos padrões para trabalho em equipe por meio de interações humano-agente mais eficientes. Mas como isso deve impactar também o varejo? 

Marcos Oliveira Pinto, Global Software Engineer Manager da Jitterbit, explica que o sucesso em capitalizar essa onda de inovação deve impulsionar uma abordagem estratégica e madura nas lideranças. “Para isso, é crucial que as organizações entendam como o varejo pode, de fato, aproveitar a eficiência dos superagentes de maneira integrada, focando em tendências de mercado que entreguem valor real com agilidade e segurança. Afinal, implementar agentes de IA só porque estão no ‘hype’ não é a coisa mais inteligente a se fazer”, afirma.  

Resiliência operacional para continuidade do e-commerce 

A aplicação de superagentes de IA no varejo eletrônico revela a principal defesa contra disrupções, sendo a chave para manter a integração funcionando, mesmo diante de problemas na infraestrutura. “A forma como a empresa utilizará os superagentes para intermediar e fazer a gestão da falha é o que fará toda a diferença. Por exemplo, posso ter um AI agent no meu e-commerce para que eu consiga receber e armazenar pedidos para um processamento disso de forma assíncrona, evitando que meu usuário final não finalize a compra”, explica Marcos. 

Análise sentimental do cliente para novas ações 

A análise sentimental é um campo onde os superagentes trarão um diferencial significativo, indo além das métricas superficiais de satisfação. Cerca de 86% dos consumidores revelam disposição para pagar mais por uma boa experiência como cliente, de acordo com o levantamento “Future of Customer Experience”, da PwC. Entretanto, segundo pesquisa da Zendesk com a Dimensional Research, apenas 1 em cada 26 clientes insatisfeitos oficializa a reclamação; a maioria simplesmente abandona a empresa. “Baseado em todo o histórico de interação e de compras desse cliente, os superagentes de IA realizam análises e as apresentam em forma de gráficos, permitindo que a gestão entenda como a sua base de clientes está se sentindo em relação aos produtos ou à marca. Essa inteligência automatizada fornece uma visão tática inédita, permitindo que o varejista tome decisões proativas para refinar a experiência e aumentar a fidelidade”, ressalta Marcos.   

Gestão dinâmica de preços e competitividade 

Os superagentes podem permitir que os varejistas tenham uma gestão muito melhor dos preços, tendo como referência o que está acontecendo no mercado em tempo real. O avanço da IA tem impulsionado a precificação dinâmica, um modelo popularizado pela Uber, por exemplo, em que os preços são ajustados em tempo real com base na demanda e na concorrência. “Imagine uma pessoa que vende ar-condicionado e todos os concorrentes baixaram o preço… Para se manter vendendo, o agente de pricing monitora a movimentação e indica as possíveis alterações. Essa atividade dispensa o trabalho humano de monitoramento manual e o delega a um agente que ajuda de forma rápida e eficaz. Essa velocidade é essencial e o superagente ainda permite a definição de limites”. 

“Quick wins” com a arquitetura dos superagentes 

A adoção de IA no setor de consumo e varejo deve saltar de 33% para 85% até 2027, aumento de 150%, evidenciado na pesquisa “KPMG Global AI in Finance Report”. Essa oportunidade de crescimento no segmento viabiliza a implementação dos superagentes para acelerar a identificação de pequenos problemas, gerando um valor significativo para a operação e eliminando projetos complexos que levam meses. Nesse sentido, a estratégia consiste em criar e aplicar os superagentes nas áreas denominadas “quick wins”, que geram resultados imediatos visíveis. “A arquitetura de desenvolvimento de apps inteligentes é fundamental nesse processo para desenvolver uma solução de superagente que centralize a arquitetura de vários agentes especialistas em diversos domínios, o que acelera a capacidade de entregar esses ganhos rápidos”. 

Segurança e ISO 

Para aproveitar o potencial dos superagentes em 2026, o varejo deve priorizar a digitalização das novas tecnologias e a segurança. “Não ter sistemas tecnológicos atualizados é um grande risco de segurança de dados. A certificação ISO 42001, por exemplo, oferece recursos necessários para criação de agentes e gestão segura. É fundamental, ainda, não confiar cegamente na IA; mesmo com a arquitetura de agentes nos modelos ativo e passivo, ainda precisamos de humanos confirmando e validando quais as respostas o agente está oferecendo, sem alucinar. Ao focar em eficiência, integração e uma governança robusta, o varejo estará apto a utilizar os superagentes não como um modismo, mas como o motor de sua transformação, entregando o mesmo valor com processos mais inteligentes”, finaliza. 

Dia Internacional da Proteção de Dados: privacidade se consolida como prioridade estratégica para 97% das empresas brasileiras na era da IA

Com 97% das empresas brasileiras já realocando seus orçamentos de TI para atender às exigências de privacidade em projetos de inteligência artificial, segundo a Pesquisa de Privacidade do Consumidor da Cisco, a proteção de dados deixou de ser apenas uma exigência legal e passou a ocupar papel central nas estratégias de inovação. Em alusão ao Dia Internacional da Privacidade de Dados (28 de janeiro), especialistas da Cloudera destacam que abordagens como o uso de dados sintéticos — gerados por algoritmos que reproduzem padrões estatísticos de bases reais sem expor registros identificáveis — vêm se consolidando como um caminho viável para acelerar o desenvolvimento de IA e grandes modelos de linguagem (LLMs), desde que aplicadas com rigor técnico e governança adequada. 

“À medida que a IA e os modelos de linguagem passam a ser incorporados aos processos centrais das empresas, o uso de dados sensíveis se torna praticamente inevitável. O desafio é escalar esses projetos sem ampliar os riscos de privacidade”, afirma Sergio Gago, CTO da Cloudera. “Os dados sintéticos não são uma solução mágica, mas vêm se consolidando como uma alternativa prática para reduzir a exposição a informações pessoais e confidenciais, ao mesmo tempo em que permitem treinar, testar e avaliar modelos de IA com mais agilidade e governança.”

Embora a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) já esteja em vigor há vários anos no Brasil, menos da metade dos consumidores brasileiros afirma conhecer a legislação de proteção de dados, sendo que somente 44% dizem estar cientes dessa lei nacional. Tal análise impacta diretamente a confiança no uso de tecnologias emergentes, como IA generativa, ainda segundo pesquisa realizada pela Cisco. 

“A privacidade de dados é hoje um ativo estratégico, não apenas uma obrigação regulatória”, diz  Everton Fernandes, Engenheiro Sênior da Cloudera Brasil.  “Com a evolução das aplicações de IA, métodos tradicionais de proteção de dados, por si só, não são suficientes e é aí que abordagens responsáveis, como a geração de dados sintéticos, ganham relevância, criando ambientes seguros para treinar, testar e validar modelos inteligentes sem depender de dados sensíveis reais.” 

Nesse cenário, a Cloudera reforça seu compromisso em apoiar empresas brasileiras na construção de estratégias de dados e inteligência artificial responsáveis, combinando inovação com governança e segurança. Ao oferecer uma plataforma unificada de dados e IA, a companhia contribui para que organizações consigam estruturar, testar e escalar iniciativas de IA, de forma controlada, transparente e alinhada às exigências de privacidade, sem comprometer o ritmo de transformação digital. 

Verão aquece as vendas em marketplaces; conheça as categorias ‘queridinhas’

O verão é um dos períodos mais estratégicos para o e-commerce brasileiro, especialmente nos marketplaces. Impulsionada pelas férias escolares e pelas altas temperaturas, a estação altera o comportamento do consumidor e direciona a demanda para produtos ligados a lazer, mobilidade, bem-estar e consumo imediato. 

Para se ter uma ideia, segundo levantamento recente da Neotrust Confi, o e-commerce brasileiro apresentou um crescimento de 13,3% neste verão. Entre os itens que cresceram em vendas estão as cadeiras para piscinas e praias (84,4%), caixas térmicas e coolers (74,1%), barcos infláveis (68%), guarda-sóis (37,8%) e acessórios para piscinas e praias (36,2%).

“Durante o verão, o consumidor muda suas prioridades de compra. Ele busca itens que proporcionem praticidade, conforto e experiências, e os marketplaces são o principal canal para atender essa demanda de forma rápida e conveniente”, afirma Rodrigo Garcia, diretor-executivo da Petina Soluções Digitais.

Categorias como moda praia, artigos esportivos, produtos para atividades ao ar livre, turismo, eletrônicos portáteis, cosméticos e bebidas registram aumento significativo de interesse e vendas. Itens como roupas leves, biquínis, óculos de sol, entre outros ganham protagonismo nas buscas e conversões durante os meses mais quentes do ano. 

Vendedores devem criar ofertas para categorias ‘em alta’

Para Garcia, o comportamento sazonal exige atenção redobrada dos vendedores. “O lojista que entende o timing do verão e ajusta seu mix de produtos sai na frente nas vendas. Além de vender mais, é importante  estar presente nas categorias certas no momento em que o consumidor está pronto para comprar”, destaca.

Nos marketplaces, esse movimento é potencializado pela maior visibilidade das vitrines digitais e pela busca dos consumidores por preços competitivos e entrega rápida. Para os lojistas, o período representa uma oportunidade relevante de crescimento, desde que haja planejamento estratégico.

“Campanhas temáticas, uso inteligente de dados e investimentos em mídia dentro dos marketplaces fazem toda a diferença nesse período. O verão é curto, então a estratégia precisa ser bem executada para gerar resultado”, reforça Rodrigo.

Ofertas relâmpago e logística eficiente

Além disso, investir em descrições atrativas, imagens contextualizadas com o clima da estação e ofertas relâmpago pode aumentar significativamente as taxas de conversão. Estratégias de logística ágil e atenção à experiência do cliente também se tornam diferenciais importantes em um momento de maior volume de pedidos.

“O consumidor está mais propenso a compras por impulso no verão. Quem consegue unir boa exposição, preço competitivo e entrega eficiente tem grandes chances de ampliar visibilidade, fortalecer a marca e impulsionar a receita nos marketplaces”, conclui.

O que é e-commerce?

O comércio eletrônico vem revolucionando a maneira como empresas e consumidores realizam transações comerciais. Trata-se de um modelo de negócio que permite a venda de produtos e serviços pela internet, sem a necessidade de uma presença física.

Nos últimos anos, o e-commerce tem apresentado um crescimento acelerado no Brasil, tornando-se uma opção viável para empreendedores iniciantes, com baixo investimento inicial comparado a lojas físicas.

Ao entender os aspectos fundamentais do comércio eletrônico, os empreendedores podem iniciar e desenvolver um negócio de sucesso online, expandindo suas vendas e alcançando novos clientes.

Principais Conclusões

  • O e-commerce é um modelo de negócio que permite a venda de produtos e serviços online.
  • O comércio eletrônico tem apresentado crescimento acelerado no Brasil.
  • É uma opção viável para empreendedores iniciantes com baixo investimento.
  • Permite a expansão de vendas e alcance a novos clientes.
  • É fundamental entender os aspectos básicos para iniciar um negócio online.

O que é E-commerce?

O e-commerce é uma forma de comércio que utiliza a internet para realizar transações comerciais. Essa modalidade de negócio permite que empresas e indivíduos vendam produtos e serviços online, alcançando um público global.

A definição de e-commerce está intrinsicamente ligada ao conceito de comércio eletrônico, que envolve a compra e venda de mercadorias ou serviços por meio de meios eletrônicos.

Definição e Conceito

O e-commerce é caracterizado pela sua capacidade de conectar compradores e vendedores de forma eficiente e segura. Isso é possível graças à infraestrutura da internet, que permite a criação de plataformas de comércio eletrônico robustas e escaláveis.

Existem várias formas de e-commerce, incluindo B2B (Business-to-Business), B2C (Business-to-Consumer), C2C (Consumer-to-Consumer), entre outras. Cada uma dessas modalidades tem suas particularidades e é adaptada às necessidades específicas dos negócios e consumidores.

Modalidade Descrição
B2B Transações comerciais entre empresas
B2C Venda de produtos ou serviços diretamente ao consumidor
C2C Transações entre consumidores, geralmente por meio de plataformas

A Grafia Correta: E-commerce, Ecommerce ou E Commerce?

A grafia do termo e-commerce pode variar, com algumas pessoas escrevendo “ecommerce,” “e commerce,” ou outras variações. No entanto, a forma mais recomendada e aceita no Brasil é “e-commerce,” com hífen.

A origem do termo vem da expressão inglesa “electronic commerce,” que foi adaptada para o português como “comércio eletrônico.” A grafia com hífen é a mais utilizada em documentos oficiais e materiais de marketing.

  • A grafia “e-commerce” é a mais aceita no Brasil.
  • A expressão “comércio eletrônico” é a tradução direta do termo “electronic commerce.”
  • A utilização do hífen é recomendada para manter a coerência com a grafia original.

A História do E-commerce

A história do e-commerce é uma jornada fascinante que começou décadas atrás. O comércio eletrônico evoluiu significativamente desde seus primórdios, transformando a maneira como compramos e vendemos produtos.

Origens nos Anos 70 e 80

O e-commerce tem suas raízes nos anos 70 e 80, quando a tecnologia começou a se integrar ao comércio tradicional. Nessa época, surgiram as primeiras transações eletrônicas, marcando o início de uma nova era no comércio. A tecnologia avançada permitiu que as empresas começassem a explorar novas formas de vender e comprar produtos. Embora ainda em seus estágios iniciais, o e-commerce mostrou um grande potencial de crescimento.

Evolução do E-commerce no Brasil

No Brasil, o primeiro e-commerce foi fundado em 1995: o Book Net, de Jack London. Em 1999, a loja foi vendida e renomeada como Submarino, uma marca que se tornou um grande representante do e-commerce brasileiro. A partir de então, o interesse pelo e-commerce começou a se popularizar. Na década de 90, gigantes como Amazon e eBay começaram a investir no mercado brasileiro, impulsionando o crescimento do comércio eletrônico no país.

O mercado de e-commerce brasileiro continuou a evoluir ao longo das décadas, com a entrada de novos players e o desenvolvimento da infraestrutura tecnológica e logística. Hoje, o e-commerce é uma parte integral do mercado de varejo no Brasil, com diversas lojas online oferecendo uma ampla gama de produtos.

Tipos de E-commerce

Existem vários tipos de e-commerce, cada um com suas características e direcionado a diferentes públicos e necessidades. Compreender esses modelos é fundamental para qualquer negócio que deseje se estabelecer no mercado digital.

B2B – Business to Business

O modelo B2B refere-se às transações comerciais realizadas entre empresas. Esse tipo de e-commerce é comum em mercados onde as empresas vendem produtos ou serviços para outras empresas, como matéria-prima ou componentes. Um exemplo clássico são as plataformas de compras empresariais.

B2C – Business to Consumer

O B2C é um dos modelos mais conhecidos de e-commerce, envolvendo transações diretas entre empresas e consumidores finais. Nesse modelo, as empresas vendem produtos ou serviços diretamente aos usuários finais, como ocorre em lojas online de varejo.

B2E – Business to Employee

O modelo B2E foca nas transações entre uma empresa e seus funcionários. Isso pode incluir a venda de produtos ou a oferta de serviços exclusivos para os colaboradores, melhorando a experiência do funcionário dentro da empresa.

B2G – Business to Government

O B2G envolve transações entre empresas e entidades governamentais. Esse modelo é utilizado para fornecer produtos ou serviços para órgãos públicos, geralmente por meio de licitações ou processos de compra governamentais.

C2B – Consumer to Business

No modelo C2B, os consumidores oferecem produtos ou serviços para empresas. Um exemplo comum são os freelancers que prestam serviços para empresas ou indivíduos que vendem suas habilidades para corporações.

C2C – Consumer to Consumer

O comércio C2C é realizado entre consumidores finais, que comercializam produtos entre si. Esse modelo é facilitado por plataformas online como o Mercado Livre e o Enjoei, que permitem que os usuários comprem e vendam produtos usados ou novos diretamente entre si.

O modelo C2C revolucionou o mercado de produtos usados, criando um ecossistema de economia circular e compartilhada. As principais plataformas que viabilizam o comércio C2C no Brasil oferecem uma ampla gama de produtos e facilitam a negociação direta entre os clientes.

As vantagens do modelo C2C incluem preços mais acessíveis e a possibilidade de negociação direta, além de promover a sustentabilidade ao dar uma nova vida a produtos que seriam descartados.

No entanto, o comércio C2C também enfrenta desafios específicos, como questões de confiança e segurança nas transações. Para mitigar esses riscos, é importante seguir orientações práticas, como verificar a reputação dos vendedores e utilizar métodos de pagamento seguros.

Como Funciona um E-commerce

Para entender como um e-commerce funciona, é preciso considerar os elementos fundamentais que o sustentam. Um e-commerce é uma loja virtual que permite a compra e venda de produtos ou serviços online.

Jornada de Compra do Cliente

A jornada de compra do cliente é um aspecto crucial de qualquer e-commerce. Ela começa com a visita à loja online, onde o cliente navega pelos produtos oferecidos. A facilidade de navegação e a apresentação dos produtos influenciam diretamente a decisão de compra.

Durante a jornada, o cliente pode adicionar produtos ao carrinho de compras e proceder para o pagamento. A segurança e a variedade dos meios de pagamento são fundamentais para concluir as vendas com sucesso.

Operações de Bastidores

Por trás de uma loja virtual de sucesso, existem várias operações que são invisíveis para o cliente, mas essenciais para o funcionamento do e-commerce. Uma dessas operações é a gestão de estoque, que envolve o controle dos produtos disponíveis para venda.

O processamento de pedidos é outra operação crítica. Desde a confirmação da compra até a separação dos produtos e preparação para entrega, cada etapa deve ser eficiente e precisa.

Operação Descrição
Gestão de Estoque Controle dos produtos disponíveis para venda.
Processamento de Pedidos Confirmação da compra, separação dos produtos e preparação para entrega.
Logística Armazenamento, embalagem e expedição dos produtos.

Além disso, a gestão financeira é vital, envolvendo conciliação de pagamentos, estornos e controle de receitas. A integração entre os diferentes sistemas operacionais é fundamental para garantir o funcionamento eficiente da loja virtual.

Principais Componentes de um E-commerce

Para que um e-commerce seja bem-sucedido, é crucial entender seus componentes principais. Um e-commerce eficaz é composto por vários elementos que trabalham juntos para oferecer uma experiência de compra suave e eficiente.

Plataforma de E-commerce

A plataforma de e-commerce é o coração de qualquer loja virtual. Ela fornece as ferramentas necessárias para gerenciar produtos, processar pagamentos e lidar com envios. Existem várias plataformas disponíveis, cada uma com suas próprias características e benefícios.

Meios de Pagamento

Os meios de pagamento são essenciais para que os clientes possam concluir suas compras de forma segura e conveniente. As opções de pagamento variam desde cartões de crédito e débito até boletos bancários e carteiras digitais.

Formas de Envio

As formas de envio são cruciais para garantir que os produtos cheguem aos clientes de maneira eficiente. As principais opções incluem os Correios e as transportadoras privadas. A escolha da forma de envio adequada depende do tipo de produto e da localização do cliente.

A logística de entrega é um componente fundamental para a satisfação do cliente. As principais opções de envio disponíveis no Brasil incluem os Correios, transportadoras privadas e entregas expressas.

  • Apresentação das principais opções de envio disponíveis para lojas virtuais no Brasil.
  • Detalhamento sobre como funciona o cálculo de frete e as variáveis que influenciam seu valor.
  • Análise das vantagens e desvantagens de cada modalidade de envio.

Diferenças Entre E-commerce e Marketplace

A distinção entre e-commerce e marketplace é fundamental para entender as estratégias de vendas online. Enquanto ambos são utilizados para a venda de produtos ou serviços online, eles operam de maneiras distintas e oferecem diferentes vantagens.

O que é um E-commerce Próprio

Um e-commerce próprio refere-se a uma loja online que é gerenciada por uma única entidade. Nesse modelo, a empresa é responsável por toda a operação, desde a gestão de estoque até o atendimento ao cliente. Ter um e-commerce próprio significa ter controle total sobre a experiência do usuário, podendo personalizar a loja de acordo com a identidade da marca.

Algumas das principais características de um e-commerce próprio incluem:

  • Controle total sobre a apresentação dos produtos e a experiência do usuário.
  • Gestão direta das vendas e do estoque.
  • Capacidade de personalizar a plataforma de acordo com as necessidades da marca.

O que é um Marketplace

Um marketplace é uma plataforma online que reúne diversas lojas ou vendedores em um único espaço virtual. Nesse ambiente, os vendedores podem oferecer seus produtos a uma base ampla de clientes. Os marketplaces mais conhecidos no Brasil incluem Mercado Livre, Magazine Luiza e Americanas.

As principais características de um marketplace incluem:

  • Plataforma única que abriga múltiplos vendedores.
  • Os vendedores pagam comissões sobre as vendas realizadas.
  • Grande visibilidade para os produtos devido ao alto tráfego de clientes na plataforma.

Vantagens de Ter um E-commerce

Ter um e-commerce oferece diversas vantagens competitivas para os negócios modernos. Com a crescente demanda por compras online, estabelecer uma presença digital robusta é crucial para o sucesso de qualquer empreendimento.

Baixo Investimento Inicial

Uma das principais vantagens de iniciar um e-commerce é o baixo investimento inicial necessário. Comparado às lojas físicas, que exigem gastos significativos com aluguel, decoração e estoque, um e-commerce pode ser iniciado com muito menos capital. Isso permite que mais empreendedores entrem no mercado, promovendo a inovação e a concorrência.

Funcionamento 24 Horas por Dia

O e-commerce permite que os negócios operem 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso significa que as vendas podem ocorrer a qualquer momento, sem a necessidade de ter uma equipe presente fisicamente. A automação de processos e a integração com sistemas de pagamento facilitam essa operação contínua, aumentando as oportunidades de vendas.

Alcance Geográfico Ampliado

Com um e-commerce, os negócios podem alcançar clientes em qualquer lugar do mundo, superando barreiras geográficas. Isso abre novas oportunidades de crescimento e expansão, permitindo que as empresas vendam para mercados que antes eram inacessíveis.

Análise de Dados e Personalização

O e-commerce proporciona a capacidade de coletar e analisar dados sobre o comportamento dos clientes. Essas informações podem ser usadas para personalizar a experiência de compra, oferecendo produtos e promoções relevantes para cada cliente. A personalização aumenta a satisfação do cliente e pode levar a maiores taxas de conversão.

Escalabilidade do Negócio

A escalabilidade é uma das vantagens mais significativas de um e-commerce. Significa que os negócios podem crescer sem um aumento proporcional nos custos. A infraestrutura digital facilita a expansão sem a necessidade de novos espaços físicos ou grandes contratações. Estratégias como automação de processos, integração de sistemas e terceirização de operações são fundamentais para escalar um e-commerce de forma eficiente.

Ao planejar o crescimento de um e-commerce, é crucial identificar pontos de gargalo e implementar soluções antecipadas. Exemplos de e-commerces brasileiros que escalaram rapidamente demonstram a importância de estratégias bem planejadas e da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

Como Montar um E-commerce do Zero

Montar um e-commerce do zero pode parecer uma tarefa desafiadora, mas com um planejamento adequado, é possível alcançar o sucesso. Neste guia, vamos explorar as etapas essenciais para criar um e-commerce de sucesso.

Escolha do Nicho de Mercado

A escolha do nicho de mercado é uma das decisões mais importantes ao montar um e-commerce. É fundamental selecionar um nicho que seja rentável e que você tenha conhecimento ou paixão.

Definição de Produtos e Fornecedores

Definir os produtos e encontrar fornecedores confiáveis é crucial. Você precisa garantir que os produtos sejam de qualidade e que os fornecedores possam atender à demanda.

Para encontrar fornecedores para e-commerce, você pode participar de feiras comerciais, utilizar diretórios de fornecedores ou contatar fabricantes diretamente.

Regularização e Aspectos Legais

Regularizar o e-commerce envolve obter os registros necessários, como CNPJ, e cumprir com as obrigações fiscais. Além disso, é importante ter um termo de uso e política de privacidade claros.

Registro de Marca e Domínio

Registrar a marca e o domínio é essencial para proteger a identidade do seu e-commerce. Isso ajuda a evitar problemas legais e a estabelecer uma presença online forte.

Planejamento Financeiro

O planejamento financeiro é crucial para o sucesso de um e-commerce. Isso inclui calcular os custos iniciais e contínuos, definir preços de venda, e estimar o capital de giro necessário.

É importante considerar custos como plataforma de e-commerce, marketing, estoque, e logística. Além disso, calcular o preço de venda considerando custos fixos, variáveis, impostos, e margem de lucro desejada é fundamental.

Para manter a operação funcionando até atingir o ponto de equilíbrio, é necessário estimar o capital de giro necessário.

Monitorar indicadores financeiros como fluxo de caixa, margem de contribuição, e ROI é essencial para a saúde do negócio.

Escolhendo a Plataforma de E-commerce Ideal

A plataforma de e-commerce é a espinha dorsal do seu negócio online, e escolhê-la com cuidado é fundamental. Com tantas opções disponíveis, é crucial avaliar as características e recursos oferecidos por cada uma.

Plataformas Gratuitas vs. Pagas

As plataformas de e-commerce podem ser gratuitas ou pagas, cada uma com suas vantagens e desvantagens. As plataformas gratuitas são ideais para iniciantes ou negócios de pequeno porte, mas podem ter limitações em termos de recursos e customização.

Já as plataformas pagas oferecem mais recursos avançados, como integração com marketplaces e automação de e-mail marketing, além de maior flexibilidade para personalizar a loja virtual.

Principais Recursos a Considerar

Ao escolher uma plataforma de e-commerce, é essencial considerar os recursos que ela oferece. Um gerenciador de catálogo robusto é fundamental para organizar produtos, variações e categorias de forma eficiente.

Além disso, recursos de checkout e pagamento, como cálculo automático de frete e múltiplas formas de pagamento, são cruciais para uma experiência de compra suave. Recursos de marketing e vendas, como cupons de desconto e programas de fidelidade, também podem aumentar as vendas.

A responsividade mobile é outro fator importante, considerando que grande parte das compras online são realizadas via smartphones. Plataformas com recursos avançados de integração e relatórios analíticos podem ajudar a otimizar a operação e melhorar as vendas.

Meios de Pagamento para E-commerce

No contexto do e-commerce, os meios de pagamento variados são cruciais para atender às necessidades dos clientes. Oferecer múltiplas opções de pagamento pode aumentar a conversão e melhorar a experiência do comprador.

Cartões de Crédito e Débito

Os cartões de crédito e débito são meios de pagamento amplamente aceitos. Eles oferecem conveniência e segurança para os clientes, permitindo transações rápidas e protegidas.

Boleto Bancário

O boleto bancário é uma opção popular no Brasil, permitindo que os clientes paguem offline. É uma forma segura de realizar transações, especialmente para aqueles que preferem não usar cartões.

PIX e Transferências

O PIX e as transferências bancárias são métodos instantâneos e eficientes. Eles oferecem agilidade e segurança, sendo especialmente úteis para transações de maior valor.

Carteiras Digitais

As carteiras digitais, como PicPay, Mercado Pago, PayPal e Google Pay, estão ganhando popularidade. Elas oferecem praticidade, segurança adicional e podem ajudar na fidelização de clientes. A integração dessas carteiras no e-commerce pode reduzir o atrito no checkout e aumentar a taxa de conversão, especialmente em dispositivos móveis.

Meio de Pagamento Vantagens
Cartões de Crédito/Débito Conveniência, segurança
Boleto Bancário Segurança, opção offline
PIX/Transferências Agilidade, segurança
Carteiras Digitais Praticidade, segurança adicional

Logística e Entrega no E-commerce

A eficiência na logística e entrega pode ser o diferencial entre um e-commerce bem-sucedido e outro que não consegue atender às expectativas dos clientes. Uma boa logística garante que os produtos cheguem aos clientes de forma rápida e segura.

Correios e Transportadoras

Os Correios e as transportadoras são fundamentais para a entrega de produtos em um e-commerce. Eles oferecem diversas opções de envio, como envio padrão e envio expresso, permitindo que os clientes escolham a opção que melhor se adequa às suas necessidades.

Dropshipping

O dropshipping é um modelo de logística em que os produtos são enviados diretamente do fornecedor para o cliente, sem a necessidade de estoque. Isso reduz os custos e aumenta a eficiência na entrega.

Gestão de Estoque

A gestão de estoque é crucial para o sucesso de um e-commerce. Envolve o controle de produtos, estoque e vendas, garantindo que os produtos estejam disponíveis quando os clientes precisarem. Um sistema de gestão de estoque ajuda a manter o controle e a evitar rupturas ou excesso de estoque.

A gestão eficiente de estoque evita rupturas e capital imobilizado, apresentando métodos e ferramentas para controle de estoque. Indicadores como giro, cobertura e acuracidade são importantes para monitorar a saúde do estoque.

Marketing Digital para E-commerce

O e-commerce moderno depende fortemente de estratégias de marketing digital eficazes. Com a crescente competitividade online, é crucial ter uma presença digital robusta para atrair e reter clientes.

SEO para Lojas Virtuais

O SEO (Otimização para Motores de Busca) é vital para aumentar a visibilidade das lojas virtuais nos resultados de busca. Isso envolve otimizar produtos e descrições com palavras-chave relevantes, melhorar a velocidade do site e garantir uma boa experiência do usuário.

Redes Sociais e Social Commerce

As redes sociais são canais poderosos para conectar-se com os clientes e promover produtos. O social commerce permite que os consumidores comprem diretamente das plataformas de mídia social, simplificando a jornada de compra.

E-mail Marketing e Automação

O e-mail marketing continua sendo uma ferramenta eficaz para comunicação direta e personalizada com os clientes. Campanhas de boas-vindas, abandono de carrinho e pós-venda são exemplos de como o e-mail pode aumentar as vendas e melhorar a experiência do cliente.

A automação de marketing permite criar jornadas personalizadas com base no comportamento do cliente, aumentando a eficiência das campanhas.

Atendimento ao Cliente no E-commerce

No mundo do e-commerce, o atendimento ao cliente é crucial para construir lealdade e confiança. Uma boa experiência de compra depende fortemente do atendimento oferecido pela loja virtual.

Canais de Atendimento

Os canais de atendimento são fundamentais para que os consumidores obtenham as informações ou soluções que necessitam. Uma loja virtual deve oferecer múltiplos canais de comunicação, como chat ao vivo, e-mail, telefone e redes sociais, para atender às diversas preferências dos clientes.

Gestão de Trocas e Devoluções

A gestão de trocas e devoluções é um aspecto crítico do atendimento ao cliente no e-commerce. Uma política clara e eficiente de trocas e devoluções é essencial para a credibilidade da loja. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, os consumidores têm direito a trocas e devoluções dentro de um determinado prazo.

Direitos do Consumidor Responsabilidades da Loja
Direito à troca ou devolução dentro do prazo estabelecido Oferecer uma política clara de trocas e devoluções
Receber reembolso ou troca do produto Processar rapidamente os pedidos de troca ou devolução

Uma política de trocas e devoluções bem estruturada não apenas cumpre os requisitos legais, mas também melhora a experiência do consumidor, aumentando a confiança na loja.

Métricas e Indicadores Essenciais

Entender as métricas e indicadores do e-commerce é vital para otimizar estratégias e melhorar os resultados. Essas métricas fornecem dados cruciais para avaliar o desempenho de uma loja virtual e tomar decisões informadas.

Taxa de Conversão

A taxa de conversão é um indicador que mede a porcentagem de visitantes que realizam uma compra. Uma alta taxa de conversão indica que a loja virtual está efetivamente atraindo e convertendo visitantes em clientes. Para melhorar essa taxa, é essencial otimizar a experiência do usuário e simplificar o processo de compra.

Ticket Médio

O ticket médio representa o valor médio gasto por cada cliente em uma transação. Aumentar o ticket médio pode ser alcançado oferecendo produtos relacionados ou promoções especiais, o que pode aumentar a receita sem a necessidade de adquirir novos clientes.

Taxa de Abandono de Carrinho

A taxa de abandono de carrinho mede a porcentagem de carrinhos que são abandonados antes da finalização da compra. Reduzir essa taxa envolve estratégias como simplificar o processo de checkout e enviar lembretes sobre carrinhos abandonados.

ROI e CAC

O ROI (Retorno sobre Investimento) e o CAC (Custo de Aquisição de Cliente) são métricas fundamentais. O ROI mede a eficiência de um investimento em marketing, enquanto o CAC calcula o custo de adquirir um novo cliente. A relação entre CAC e LTV (Valor de Vida do Cliente) é crucial; um CAC baixo e um LTV alto indicam uma estratégia de marketing eficaz.

Tendências do E-commerce para os Próximos Anos

À medida que o e-commerce continua a crescer, várias tendências estão surgindo para moldar o meio ambiente de compras online. Essas tendências incluem avanços tecnológicos, mudanças nos hábitos dos consumidores e inovações nas práticas de negócios.

Inteligência Artificial e Automação

A inteligência artificial (IA) está revolucionando o e-commerce ao permitir experiências de compra personalizadas e eficientes. A automação de processos, como atendimento ao cliente e gestão de estoque, também está se tornando comum.

  • Personalização da experiência do cliente
  • Automatização de processos de negócios
  • Previsão de demanda e gestão de estoque

Realidade Aumentada e Virtual

A realidade aumentada (RA) e a realidade virtual (RV) estão transformando a forma como os consumidores interagem com os produtos online. Essas tecnologias permitem que os clientes visualizem produtos em seu ambiente antes de fazer uma compra.

Tecnologia Aplicação no E-commerce
Realidade Aumentada Visualização de produtos em ambiente real
Realidade Virtual Experiências de compra imersivas

Sustentabilidade no E-commerce

A sustentabilidade está se tornando um fator crucial no e-commerce, com empresas buscando reduzir seu impacto ambiental. Práticas como o uso de embalagens ecológicas e logística otimizada estão ganhando destaque. A sustentabilidade não é apenas uma tendência, é uma necessidade para o futuro do e-commerce.

Conclusão

O comércio eletrônico transformou o modo como as empresas operam e interagem com os clientes. Ao longo deste guia, exploramos os principais aspectos do e-commerce, desde sua definição até as tendências futuras. O e-commerce oferece vantagens competitivas significativas, como baixo investimento inicial e alcance geográfico ampliado. Com a internet evoluindo constantemente, novas oportunidades de negócio surgem. Agora, é o momento ideal para iniciar sua jornada no comércio eletrônico, aplicando os conhecimentos adquiridos. Lembre-se de que a adaptação contínua é crucial para o sucesso no mercado de e-commerce.

FAQ

Qual é a definição de comércio eletrônico?

Comércio eletrônico, também conhecido como e-commerce, refere-se à compra e venda de produtos ou serviços por meio da internet, utilizando plataformas digitais.

Quais são os principais tipos de e-commerce?

Os principais tipos incluem B2B (Business to Business), B2C (Business to Consumer), B2E (Business to Employee), B2G (Business to Government), C2B (Consumer to Business) e C2C (Consumer to Consumer).

Como funciona a jornada de compra do cliente em um e-commerce?

A jornada de compra envolve várias etapas, desde a busca por produtos até a finalização da compra, passando pela seleção, comparação e pagamento.

Quais são as vantagens de ter um e-commerce?

As vantagens incluem baixo investimento inicial, funcionamento 24 horas por dia, alcance geográfico ampliado, análise de dados e personalização, além de escalabilidade do negócio.

Como escolher a plataforma de e-commerce ideal?

A escolha da plataforma ideal depende de fatores como recursos necessários, orçamento, integração com meios de pagamento e logística, além da facilidade de uso.

Quais são os meios de pagamento mais comuns em e-commerce?

Os meios de pagamento mais comuns incluem cartões de crédito e débito, boleto bancário, PIX, transferências bancárias e carteiras digitais.

Como gerenciar a logística e entrega em um e-commerce?

A gestão da logística envolve a escolha de transportadoras, opções de envio, gestão de estoque e, em alguns casos, a adoção de modelos como dropshipping.

Qual é a importância do marketing digital para e-commerce?

O marketing digital é crucial para atrair e reter clientes, envolvendo estratégias como SEO, redes sociais, e-mail marketing e automação.

Como medir o sucesso de um e-commerce?

O sucesso pode ser medido por meio de métricas como taxa de conversão, ticket médio, taxa de abandono de carrinho, ROI (Retorno sobre o Investimento) e CAC (Custo de Aquisição de Cliente).

Quais são as tendências futuras do e-commerce?

Tendências incluem a adoção de inteligência artificial, realidade aumentada e virtual, além de uma maior ênfase na sustentabilidade e práticas de negócios responsáveis.

Inteligência artificial e experiência conversacional dominam a agenda de tecnologia para 2026, revela relatório da BRQ

A automação está saindo de cena para dar lugar à autonomia. Essa é a principal conclusão do novo relatório Leadership Lens, publicado pela BRQ Digital Solutions, parceira one-stop-shop na jornada de evolução dos negócios e líder de IA generativa. O estudo ouviu executivos de diversos setores e revela as principais prioridades tecnológicas de CIOs e CTOs para o ano, como investimentos para áreas que combinam eficiência operacional, autonomia e governança, com foco em resultados tangíveis de negócio.

O relatório aponta que em 2026 há uma necessidade urgente de integrar inteligência em toda a operação, desde os produtos digitais até a infraestrutura e à comunicação. Para Rodrigo Frizzi, CEO da BRQ, a consolidação da IA em todas as camadas do negócio não é mais uma opção, é uma exigência estratégica. “Quem conseguir aliar eficiência e propósito na aplicação desse recurso vai liderar a próxima era digital”, antecipa.  

UX Conversacional e Zero UI: o fim das interfaces visíveis 

Outra tendência que se consolida é o UX Conversacional, a nova fase da User Experience, marcada por experiências digitais centradas em inteligência humana e artificial. Interfaces inteligentes, copilots e assistentes generativos se tornam padrão. “A melhor interface é aquela que é invisível e resolve o problema do cliente”, afirma Pablo Moura, Head de Experiência na BRQ. 

Essa transformação redefine o papel do design e inaugura o conceito de Zero UI, no qual a interface gráfica dá lugar a experiências naturais, baseadas em voz, gestos e contexto. “O futuro do bom design é invisível, mas profundamente humano”, complementa Pablo Moura. 

CIOs e CTOs devem enxergar a UX Conversacional como a união entre eficiência e propósito, capaz de reduzir fricções e ampliar a acessibilidade. “O Zero UI não é sobre remover o design, é sobre torná-lo tão intuitivo que o usuário nem percebe que ele existe”, finaliza. 

Agentic AI: a engenharia digital autônoma 

A próxima fronteira da transformação tecnológica à qual os executivos devem se atentar vai além do uso da IA como copiloto. Em 2026, ganha força o conceito de Agentic AI for Development, em que o software passa a ser criado por ecossistemas de agentes inteligentes que planejam, executam e validam tarefas de forma colaborativa. “O futuro do desenvolvimento não será humano versus IA, mas será humano orquestrando centenas”, afirma Leonel Togniolli, CTO da BRQ. 

A adoção de agentes inteligentes é impulsionada pela escassez de talentos, pela complexidade dos sistemas e pela necessidade de modernizar operações em escala. Nesse contexto, plataformas AI-Native e Autonomous Analytics permitem que desenvolvimento e dados se tornem autogerenciáveis, reduzindo retrabalho e aumentando a confiabilidade. “GenAI, aplicada aos metadados da plataforma (logs, eventos, schema e qualidade) é o que permite transformar observabilidade em autonomia real”, explica Marcelo Sarmento, CTO da BRQ. 

Nessa nova dinâmica, o papel do humano muda: deixa de ser executor e passa a ser arquiteto do sistema, responsável por definir objetivos, supervisionar fluxos e interpretar resultados. A IA atua como força operacional distribuída, enquanto as pessoas garantem direção estratégica, governança e propósito. 

“A autonomia começa quando os pipelines deixam de quebrar em silêncio e passam a ser observados, corrigidos e evoluídos pela própria plataforma”, conclui Sarmento. 

Governança, ética e confiabilidade: a base da IA madura 

À medida que a IA passa a participar de decisões críticas, cresce o desafio de garantir transparência e responsabilidade. Em 2026, a governança deixará de ser uma recomendação para se tornar exigência estratégica. “A verdadeira inovação não é apenas o que a IA pode fazer, mas o que ela deve fazer”, afirma Leonel Togniolli. 

A maturidade de 2026 será construída em três camadas complementares: governança de modelo, que garante controle sobre dados, versões e parâmetros utilizados; governança de decisão, que assegura rastreabilidade e explicabilidade das ações tomadas por agentes; e governança de impacto, que monitora riscos e efeitos sociais, ambientais e reputacionais das aplicações de IA. 

Para se preparar para esse novo momento no mercado, as empresas devem mapear modelos e agentes, capacitar times em ética e IA, incorporar governança nos OKRs e adotar frameworks de transparência, como AI Cards e Audit Trails. “No futuro, cada decisão de IA precisará ser explicável, auditável e humana em propósito”, conclui Leonel. 

“Com a consolidação da inteligência artificial em todas as camadas do negócio, do design ao desenvolvimento, da experiência à governança, 2026 marca a transição definitiva da automação para a autonomia”, finaliza Frizzi. 

ServiceNow e OpenAI colaboram para aprofundar e acelerar os resultados da IA nas empresas

ServiceNow, a torre de controle de IA para reinvenção de negócios, e a OpenAI anunciam uma colaboração estratégica e aprimorada para impulsionar experiências de IA assertivas e acelerar os resultados de IA nas empresas. O acordo viabiliza uma colaboração profunda entre consultores técnicos da OpenAI e engenheiros da ServiceNow, que utilizarão seus modelos de ponta. Isso proporcionará aos clientes acesso direto a recursos inovadores, soluções de IA personalizadas da ServiceNow, construídas e alinhadas aos seus planos estratégicos, além de oferecer maior velocidade e escalabilidade sem a necessidade de desenvolvimento sob medida. A ServiceNow desenvolverá tecnologia de reconhecimento de fala direta usando modelos da OpenAI para superar barreiras linguísticas e oferecer interações mais naturais. Com os modelos mais recentes da OpenAI, incluindo o GPT-5.2, a ServiceNow abrirá uma nova classe de automação com IA para as maiores empresas do mundo.  

“A ServiceNow lidera o mercado de fluxos de trabalho com inteligência artificial, definindo o padrão empresarial para resultados de IA no mundo real”, diz Amit Zavery, presidente, diretor de operações e diretor de produtos da ServiceNow. “Com a OpenAI, a ServiceNow está construindo o futuro das experiências com esta tecnologia: implementando IA que executa ações de ponta a ponta em ambientes empresariais complexos. À medida que as empresas passam da fase de experimentação com IA para a implementação em escala, elas precisam do poder de vários líderes trabalhando juntos para entregar resultados melhores e mais rápidos. Unir nossas respectivas tecnologias proporcionará valor mais rápido para os clientes e formas mais intuitivas de trabalhar com IA.” 

“A ServiceNow está ajudando as empresas a incorporarem IA ativa em fluxos de trabalho seguros, escaláveis e projetados para gerar resultados mensuráveis”, diz Brad Lightcap, diretor de operações da OpenAI. “Com os modelos de ponta da OpenAI e os recursos multimodais da ServiceNow, empresas de todos os setores se beneficiarão de uma inteligência que gerencia o trabalho de ponta a ponta, mesmo nos ambientes mais complexos.”  

Coinovação que impulsiona adoção mais rápida e fácil por parte do cliente 

Com o lançamento acelerado de novos modelos de IA, grandes empresas precisam de ajuda para manter seus fluxos de trabalho alinhados com as inovações mais recentes. Integrar os modelos da OpenAI à plataforma de IA da ServiceNow complementa o banco de dados de gerenciamento de configuração (CMDB) da ServiceNow que opera no cliente, oferecendo também acesso nativo e integrado à inteligência para embasar ainda mais as ações a serem tomadas nos fluxos de trabalho. A torre de controle de IA da ServiceNow fornece camada de governança e orquestração, oferecendo às organizações uma visibilidade centralizada de como os modelos são aplicados nos fluxos de trabalho, como interagem com os dados e sistemas corporativos e como as ações orientadas por IA são executadas em escala de forma controlada e auditável. Por exemplo: 

  • Agentes de voz speech-to-speech em tempo real: Com a OpenAI, a ServiceNow está trabalhando em agentes de IA de fala para ter uma fala em tempo real que podem ouvir, raciocinar e responder naturalmente, sem intermediação de texto. Por exemplo, um usuário pode falar em seu idioma de preferência e receber uma resposta instantânea de um agente de IA que abre um caso, aciona uma aprovação e orquestra as próximas etapas sem atraso de tradução — reduzindo a latência, preservando o significado e eliminando transferências desnecessárias. 
  • Automação aprimorada: Os modelos de uso de computador da OpenAI desbloqueiam uma nova classe de automação de TI para os clientes da ServiceNow, permitindo interações com sistemas. Ao transformar documentos não estruturados em dados acionáveis, essa capacidade estende a automação segura e contextualizada para mais ambientes — permitindo a orquestração autônoma de ferramentas de trabalho como o e-mail e o chat, a automação de sistemas legados (incluindo mainframes) e maior eficiência em cenários de TI complexos. 

Geração de impacto da IA com sucesso comprovado 

Este acordo continua os esforços de longo prazo da ServiceNow para oferecer aos clientes a opção de acessar os modelos da OpenAI para: 

  • Assistência de IA que permite aos funcionários fazerem perguntas em linguagem natural e obter respostas claras e práticas por meio de recursos de conversão de voz em texto; 
  • Resumo e geração de conteúdo com tecnologia de IA para incidentes, cases, artigos de conhecimento e interações de serviço — ajudando as equipes na resolução de problemas com mais rapidez e menos esforço manual; 
  • Ferramentas para desenvolvedores e administradores que transformam intenções em fluxos de trabalho, lógica e automação, acelerando drasticamente a criação e atualização de processos para negócios; 
  • Buscas e descobertas inteligentes que extraem as informações certas de todos os sistemas corporativos sempre quando necessário. 

A ServiceNow viabiliza mais de 80 bilhões de fluxos de trabalho por ano. Em parceria com a OpenAI, a empresa oferece aos clientes novos recursos inovadores que permitem automação e fluxos de trabalho ainda mais avançados em diversos setores e casos de uso. 

Start Growth amplia atuação e passa a investir em startups de Retail Tech, IndTech, FoodTech e PetTech

A expansão recente dos investimentos em tecnologia no Brasil tem deslocado o interesse de fundos para verticais antes pouco atendidas pelo ecossistema. Levantamento da Distrito mostra que, somente em 2024, soluções voltadas ao varejo, indústria, alimentação e mercado pet movimentaram mais de R$ 3,8 bilhões em aportes. Esse salto impulsionou a Start Growth, gestora fundada em 2014, a ampliar oficialmente sua tese para quatro novos segmentos: Retail Tech, IndTech, FoodTech e PetTech. A mudança atende à demanda de startups que já validaram seus produtos e agora buscam capital e apoio operacional para escalar.

Segundo Marilucia Silva Pertile, cofundadora da Start Growth e mentora de startups, a decisão vem após observar o crescimento acelerado desses setores em métricas de digitalização, demanda por eficiência e expansão de consumo. “Essas verticais evoluíram muito rápido e hoje representam oportunidades robustas para negócios altamente escaláveis. Nosso interesse é apoiar fundadores que já provaram a dor que resolvem e precisam estrutura para ganhar tração”, afirma.

Os números reforçam o movimento. No varejo, o comércio digital brasileiro deve ultrapassar R$226 bilhões em vendas em 2025, segundo dados da ABComm. No setor industrial, o relatório Global Smart Industry Survey aponta que 74% das empresas planejam ampliar investimentos em automação e análise de dados. A área de alimentação segue em expansão contínua: estudo da Euromonitor projeta que o mercado global de FoodTech deve crescer mais de 42% até 2027, impulsionado por segurança alimentar, logística e soluções inteligentes. Já o mercado pet brasileiro, o segundo maior do mundo de acordo com o IPB, bateu R$76 bilhões em faturamento anual, com forte procura por serviços digitais e gestão de saúde animal.

Com a ampliação da tese, a Start Growth passa a buscar startups que atuam diretamente nesses setores com modelos SaaS, uso intensivo de dados, automação e foco em eficiência operacional. Marilucia destaca que o objetivo não é apenas acompanhar tendências, mas apoiar segmentos em que a tecnologia é fator crítico para expansão. “O que nos move é a maturidade do mercado. Cada uma dessas verticais apresenta dores muito claras, prontas para serem resolvidas com tecnologia. Quando existe problema real, existe espaço para escala”, explica.

Na nova fase, a gestora avaliará soluções que contemplem desde plataformas de omnicanalidade e logística para varejo até sistemas de predição industrial, marketplaces de alimentos, tecnologias para rastreabilidade, nutrição e saúde pet, além de ferramentas de gestão especializada. A executiva reforça que, independentemente do setor, três critérios permanecem inegociáveis: tração validada, clareza no modelo de monetização e capacidade de execução dos fundadores. “Startups que não dominam seus indicadores, como CAC, LTV e churn, dificilmente conseguem escalar. Nosso papel é entrar quando há potencial concreto e ajudar a estruturar a próxima etapa”, diz.

A tese ampliada será incorporada aos próximos batches de investimento da Start Growth, que mantém ritmo acelerado de seleção. A gestora utiliza o Start Growth Method, estrutura que combina capital, operação e inteligência de mercado para acelerar negócios em até dois anos e prepará-los para novas rodadas. “O mercado está mais seletivo, mas as oportunidades estão aí para quem resolve dores reais. Esses quatro setores reúnem demandas urgentes e espaço de crescimento. Nossa expansão acompanha essa realidade”, conclui Marilucia.

SuperFrete supera 10 milhões de envios e acelera crescimento de pequenos negócios no Brasil

A SuperFrete, plataforma logística voltada para pequenos e médios empreendedores, encerra 2025 com novos recordes operacionais. A empresa ultrapassou a marca de 10 milhões de envios realizados e mantém um ritmo acelerado, com dois envios a cada meio segundo em sua plataforma. Para 2026, a empresa projeta novas parcerias estratégicas, expansão do portfólio de produtos logísticos e o fortalecimento das soluções para vendedores que buscam eficiência na operação.

Com presença em todas as regiões do país, a companhia atende mais de 150 mil empreendedores por mês, apoiando centenas de milhares de pequenos e médios negócios que dependem de logística eficiente e acessível para competir no e-commerce.

O avanço também se reflete no fortalecimento do ecossistema da empresa, que hoje reúne mais de 30 plataformas parceiras, incluindo marketplaces, ERPs e ferramentas de gestão. Desde sua fundação, a empresa consolidou-se como uma das maiores expansão no setor.

O resultado é sustentado por um time que já conta com mais de 160 colaboradores, com destaque para a liderança diversa: mais de 60% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, um diferencial no setor de tecnologia e logística.

“Nosso propósito é democratizar o acesso à logística no Brasil, permitindo que qualquer empreendedor consiga vender mais e melhor. Os números deste ano reforçam a força dessa missão e o impacto direto que geramos na economia real”, afirma Victor Maes, CEO da SuperFrete.

Infracommerce aponta início do ano como janela estratégica para o varejo

Com o encerramento do período de maior aquecimento do varejo, o início do ano marca uma nova etapa para o comércio brasileiro, caracterizada por ajustes no ritmo de consumo e pela abertura de oportunidades estratégicas para os varejistas. Segundo a Infracommerce, líder em soluções de full commerce na América Latina, a movimentação mais moderada típica dos primeiros meses do ano é um comportamento sazonal já conhecido do setor e pode ser aproveitada como um momento propício para otimização de operações, fortalecimento do relacionamento com o consumidor e estímulo a novas jornadas de compra.

Tradicionalmente, após eventos como Natal e Black Friday que concentram os maiores volumes de vendas do calendário varejista, os consumidores passam a adotar escolhas mais planejadas e racionais. Esse cenário abre espaço para estratégias focadas em conveniência, economia e previsibilidade, fatores cada vez mais valorizados no processo de decisão de compra.

Nesse contexto, soluções logísticas ganham protagonismo. Após o pico de entregas no fim do ano, a retirada em loja desponta como uma alternativa eficiente, combinando agilidade, redução de custos e melhor experiência para o consumidor, além de minimizar o impacto do frete, um dos principais motivos de abandono de carrinho no e-commerce.

“Para potencializar os resultados no início do ano, a Infracommerce recomenda que os varejistas invistam em ações promocionais, saldões para renovação de estoque e na priorização de categorias com demanda característica do período, como materiais escolares, itens de viagem e ventilação. O reforço dos canais digitais, com ofertas personalizadas e jornadas de compra mais fluidas, também se destaca como um diferencial competitivo”, afirma Gerson Ferreira, Head de Client Success da Infracommerce.

Outro movimento comum do período é o aumento nas trocas e devoluções dos presentes de Natal. Com comunicação clara e uso de tecnologias e automações com IA, esse fluxo pode ser convertido em uma oportunidade de fidelização, estimulando novas compras e fortalecendo a relação com o consumidor. “Aqui o segredo é reduzir o atrito e resolver rapidamente a dor do consumidor”, afirma Gerson Ferreira.

Infracommerce ressalta ainda que o uso estratégico de dados, aliado a ações de performance e eficiência logística, é fundamental para sustentar as vendas, reduzir perdas e otimizar os resultados do varejo em um momento que, embora marcado por ajustes no consumo, oferece amplo potencial para inovação e crescimento.

Correios lançam megaoperação nacional de leilões digitais de imóveis a partir de fevereiro

Os Correios iniciam, a partir de fevereiro, uma ampla e estruturada operação de leilões de imóveis próprios, com certames recorrentes e realizados integralmente em ambiente digital. A estratégia busca ampliar o acesso de investidores e do público em geral a oportunidades imobiliárias distribuídas por diferentes regiões do país.

A primeira etapa da operação ocorre já em fevereiro, com leilões programados para os dias 12 e 26, por meio da plataforma da Vip Leilões. Ao longo do ano, os certames passarão a acontecer de forma contínua, com periodicidade regular.

Neste início, os imóveis ofertados estão localizados nos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo. O portfólio contempla ativos de perfis variados, com lances iniciais que partem de R$ 14 mil e podem chegar a R$ 190 milhões, atendendo desde pequenos investidores até grandes players institucionais.

A quantidade de imóveis já disponibilizadas para alienação nos leilões já passa de 60 unidades, que serão incluídos nos leilões a partir das liberações e preparações comerciais dos mesmos. Por isso, a recomendação é acompanhar continuamente o site da leiloeira, onde constam as informações atualizadas, descrições completas dos lotes e condições específicas de cada oferta.

Entre os diferenciais do modelo adotado está a condição especial para quitação antecipada: compradores que efetuarem o pagamento integral em até 30 dias ficam isentos de qualquer reajuste sobre o saldo devedor, o que pode representar ganho financeiro relevante em operações de maior valor.

“Assumir a responsabilidade por esta importante liquidação de ativos dos Correios é um marco importante para a Vip Leilões. Trata-se de um projeto de grande porte, com recorrência mensal, que amplia significativamente as oportunidades para investidores e reforça nosso posicionamento como uma das principais referências do setor no Brasil”, afirma Vicente Paulo, leiloeiro Oficial responsável pelos leilões e com mais de 29 anos de experiencia em grandes alienações como essa.

A participação nos certames é aberta a pessoas físicas e jurídicas, com vendas realizadas pelo critério de maior oferta, sempre em conformidade com as regras estabelecidas em edital.

Mais informações sobre os imóveis disponíveis, condições de participação e cronograma completo dos leilões podem ser consultadas no site oficial:
http://www.correios.vipleiloes.com.br/