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Estudo do Mercado Livre revela o hábito de consumo dos usuários para esse início de ano

Pesquisa realizada pelo Mercado Livre e Mercado Pago entre os dias 6 e 7 de janeiro de 2026, com mais de 4,6 mil consumidores de todas as regiões do país, indica que os clientes iniciam o ano mais planejado e atento ao custo final das compras. Conduzido durante o Descontaço, primeira data promocional proprietária do Mercado Livre no ano, o estudo mostra que para 80% dos entrevistados, o frete grátis e as condições de entrega são tão importantes quanto o desconto na hora de decidir uma compra.

O levantamento indica também um perfil de compra mais planejado: 45% afirmam usar campanhas promocionais para adquirir itens que já estavam previstos, como o Descontaço. Entre as categorias mais buscadas neste início de ano estão Eletrônicos (15%)Material Escolar e Acessórios para Veículos (12%), além de Moda (10%).

“Os dados mostram um consumidor mais consciente, que compara, planeja e avalia o custo total da compra antes de decidir. Por isso, durante o Descontaço reunimos ofertas com até 70% de descontoR$50 milhões em cupons frete grátis a partir de R$19 e parcelamento em até 21x sem juros com cartão Mercado Pago, justamente para atender esse perfil que usa períodos promocionais para viabilizar compras já planejadas, conciliando preço, entrega e condições de pagamento. As ofertas da campanha podem ser conferidas aqui”, afirma Cesar Hiraoka, diretor sênior de Marketing do Mercado Livre.

Mercado Livre no ‘BBB 26’ com o conceito: “Todo dia é dia de Mercado Livre”

Esse movimento de aumento da frequência de compra também orienta a estratégia do Mercado Livre na 26ª edição do ‘Big Brother Brasil’, que estreia este ano com o conceito “Todo dia é dia de Mercado Livre”. A mensagem dialoga diretamente com um público que incorpora o e-commerce à rotina, comprando com mais recorrência ao longo do mês, e não apenas em grandes datas promocionais.

A presença no reality, pelo quarto ano consecutivo, amplia essa lógica ao integrar conteúdo, afiliados, criadores e ofertas em um ambiente de atenção diária. Dados da pesquisa mostram que 60% dos consumidores confiam em recomendações de afiliados e criadores para identificar bons preços Ao longo do programa, o Mercado Livre aposta em ativações que irão transformar a exposição diária em jornadas de compra mais fluidas, conectando cultura, conveniência e recorrência.

Com 502 milhões de dispositivos e preços em alta, fidelização vira diferencial no mercado de smartphones

O Brasil já conta com 502 milhões de dispositivos digitais em uso, incluindo computadores, notebooks, tablets e smartphones, o que representa 2,4 aparelhos por habitante, segundo a 36ª edição da Pesquisa Anual do FGV sobre o Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas. Ao mesmo tempo, um estudo da Counterpoint Research aponta que os smartphones devem ficar até 7% mais caros em 2026 devido à crise nos chips de memória, impactando especialmente modelos de entrada e marcas chinesas. Em um mercado tão amplo e volátil, conquistar a atenção do consumidor é apenas o primeiro passo. Muitos lojistas ainda veem clientes desaparecerem após a primeira compra, retornando apenas quando outra loja mantém contato constante.

Maycon Richart, CEO e fundador da MercadoPhone, plataforma SaaS de gestão desenvolvida para estabelecimentos de smartphones, observa que muitos comerciantes ainda perdem clientes devido a falhas simples de relacionamento. Segundo ele, o consumidor realiza a compra, mas muitas vezes desaparece, retornando apenas para empresas que mantêm contato constante. “Enquanto o mercado cresce, o que diferencia um negócio não é apenas o preço, mas a capacidade de acompanhar o cliente ao longo do tempo e transformar uma compra isolada em uma relação duradoura”, afirma.

O especialista também destaca que, diante da concorrência intensa e da pressão por preços mais altos, a retenção de clientes se tornou um fator estratégico. “Lojistas que não investem em comunicação e acompanhamento pós-compra acabam perdendo espaço. Com a saturação de dispositivos digitais e a facilidade de comparação de preços, os consumidores estão mais seletivos e propensos a trocar de loja”, afirma. Maycon acrescenta que, nesse cenário, “acompanhar o cliente ao longo do tempo, entender suas preferências e oferecer um atendimento contínuo deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma necessidade para quem quer se manter competitivo no setor”.

Diante disso, plataformas de gestão especializadas, como a MercadoPhone, ganham destaque por oferecer ferramentas que ajudam os estabelecimentos a acompanhar o cliente de forma estruturada. Por meio de sistemas de pós-venda automatizados, registros detalhados de histórico de compras e análise de comportamento do consumidor, essas soluções permitem que comerciantes transformem uma compra pontual em um relacionamento contínuo, fortalecendo a fidelização em um mercado cada vez mais competitivo

YouTube acelera no Brasil: Shopping, Teatro e a nova era “figital” da plataforma

Em um cenário cada vez mais competitivo, onde TikTok, Instagram e até o ChatGPT entram na disputa pela atenção dos consumidores, o Youtube vem executando uma estratégia multifrontal para reforçar seu domínio no país, e isso inclui novos produtos, parcerias comerciais e até um teatro físico em São Paulo.

O movimento reflete uma mudança de posicionamento global e, desse modo, o YouTube quer deixar de ser visto apenas como uma empresa digital de vídeos e se consolidar como uma empresa de entretenimento e cultura. No Brasil, essa transformação se materializa por meio de três grandes frentes: a chegada recente do YouTube Shopping, a criação do Teatro YouTube em São Paulo e a integração entre criadores, marcas e o público em um novo ecossistema híbrido.

YouTube Shopping: o novo espaço no e-commerce brasileiro

O lançamento do YouTube Shopping no Brasil, com Mercado Livre e Shopee como parceiros iniciais, marca um divisor de águas. A funcionalidade permite que os usuários comprem produtos diretamente dos vídeos, sem sair da plataforma. Ou seja, o momento de descoberta e o momento de compra/conversão passam a acontecer no mesmo ambiente.

Essa integração tem grande valor estratégico. O YouTube percebeu que o jogo do e-commerce mudou radicalmente com o TikTok Shop crescendo em popularidade, o Instagram apostando no social commerce e o ChatGPT anunciando busca de produtos com base em IA. Nesse contexto, o YouTube quer transformar sua imensa base de audiência, que passa mais de 40 horas mensais por usuário assistindo vídeos no país, em um novo canal de conversão direta para marcas e criadores.

A diferença é que, ao contrário do TikTok em alguns países, o YouTube optou por não criar sua própria estrutura de marketplace. Em vez disso, terceiriza a logística e o gerenciamento de sellers para empresas que já dominam o setor, como Mercado Livre e Shopee. Essa decisão reduz riscos operacionais e permite que a plataforma se concentre na experiência de conteúdo, conectando vídeos e compras de forma natural. Ainda mais em um país com complexos desafios logísticos, como o Brasil.

Além disso, o YouTube Shopping segue a fórmula de empoderar e estimular os criadores a usar a plataforma como parte de seus próprios modelos de negócio. Um influenciador do YT agora também pode exibir um produto em seu vídeo e, instantaneamente, incluir um link de compra integrado. Isso cria novas fontes de monetização e fortalece a relação entre criadores e marcas, em um momento em que o influencer marketing já movimenta bilhões no Brasil.

Teatro YouTube: o físico como extensão do digital

Mas o movimento mais simbólico da nova fase do YouTube é, sem dúvida, a criação do Teatro YouTube, inaugurado em parceria com o Teatro Eva Herz e a Magalu. Localizado dentro do Conjunto Nacional, um dos mais tradicionais espaços da cidade de São Paulo e localizado no coração da Avenida Paulista, o espaço é o primeiro do tipo na América Latina e replica o modelo de sucesso do YouTube Theater de Los Angeles, um polo de eventos e gravações da marca nos Estados Unidos.

A iniciativa materializa a visão “figital” da empresa, a integração entre o físico e o digital. Como explica o conceito adotado globalmente pela marca, o YouTube não quer ser apenas uma tela, mas um centro de experiências imersivas, capaz de conectar criadores, público e anunciantes também no mundo real.

O Teatro YouTube é uma plataforma viva de conteúdo. Criadores poderão realizar shows, podcasts, apresentações e eventos ao vivo com plateia, e essas experiências poderão ser transmitidas simultaneamente para o mundo inteiro. Essa dinâmica aproxima o público dos influenciadores e permite que marcas patrocinem eventos com alto potencial de engajamento e impacto integrando múltiplas dimensões sensoriais e experiências para o usuário.

A disputa pela atenção e o novo “campo de batalha” do entretenimento

O movimento do YouTube no Brasil também tem um forte componente competitivo. O país é um dos mercados digitais mais ativos do planeta, ocupando consistentemente o top 3 em engajamento nas redes sociais e tempo de navegação. Esse apetite digital torna o Brasil um território estratégico na disputa entre as gigantes de tecnologia.

O TikTok vem crescendo rapidamente entre os mais jovens, oferecendo um ecossistema de conteúdo curto e integração de vendas com o TikTok Shop. O Instagram, por sua vez, reforça suas ferramentas de Reels e de compras dentro do app. Já o YouTube, tradicionalmente líder em tempo de vídeo consumido, busca rejuvenescer sua proposta de valor, investindo em criadores locais, formatos curtos com o YouTube Shorts e agora, em comércio eletrônico integrado.

Esses investimentos são também uma mensagem aos anunciantes. Ao combinar entretenimento, cultura e transação em um mesmo ambiente, o YouTube cria novas oportunidades publicitárias com alta taxa de conversão. Em vez de anúncios frios e invasivos, a plataforma oferece conteúdo relevante, interativo e com impacto direto em vendas.

E o teatro físico reforça essa ponte. Marcas poderão patrocinar eventos, promover lançamentos e criar experiências híbridas com criadores, algo muito além de campanhas digitais tradicionais. Essa fusão entre conteúdo, comércio e cultura define o novo modelo de negócios do YouTube no Brasil.

O impacto para criadores e para o mercado

Para os criadores de conteúdo, o novo momento do YouTube abre caminhos inéditos de monetização e visibilidade. O YouTube Shopping amplia as formas de gerar receita; o teatro oferece oportunidades presenciais de performance e interação com o público; e o fortalecimento da comunidade brasileira dentro do ecossistema global posiciona o país como um dos pólos mais influentes da plataforma.

Já para o mercado de e-commerce, o impacto é profundo. O YouTube entra definitivamente no jogo do “shoppertainment”, onde entretenimento e consumo se misturam. Ao integrar vídeo, influência e compra, a plataforma ameaça a hegemonia dos marketplaces tradicionais, forçando players como Amazon, Magalu e Americanas a repensarem suas estratégias de mídia e presença digital, uma vez que passam a entrar em novas searas competitivas.

O Google, dono do YouTube, também ganha. A sinergia entre as plataformas de busca, vídeo e publicidade cria um ecossistema poderoso, que vai do topo do funil (descoberta) até a conversão final (compra), tudo dentro da mesma rede de dados e anúncios, gerando novas fontes de monetização em um momento no qual a IA generativa ameaça o modelo de receita clássico da empresa, baseado nos links patrocinados e nas buscas estáticas.

A verdade é que nossa atenção, tão escassa, vale cada vez mais dinheiro para as empresas e influenciadores. Já pensou no valor de seu “like” hoje?

Em 2026, planejar marketing B2B Tech exige menos julgamento e mais leitura de contexto

Estamos em período de planejamento. Neste ano de 2026, há um padrão claro entre os líderes de empresas B2B Tech: a dúvida não é “qual caminho seguir” diante de cenários financeiros, expectativas de crescimento e pressões por resultado.

Grande parte das discussões gira em torno de três temas centrais: posicionamento de marca, geração de demanda e aumento das conexões da marca B2B Tech com seu mercado alvo.

Como seres humanos, temos o hábito de julgar. Julgar marcas que ainda não investiram em branding, empresas que não possuem uma comunicação estruturada e negócios que não priorizaram reputação ou presença contínua no mercado.

Em alguns casos, esse julgamento faz sentido. Em muitos outros, não.

Nem toda empresa está no mesmo momento e isso precisa ser considerado

De acordo com dados publicados pelo portal ECO, um terço das empresas B2B investe menos de 1% do seu faturamento em marketing.

Por sua vez, o estudo anual Gartner CMO Spend Survey 2025 revela que o orçamento de marketing estagnou em 7,7% da receita total das empresas e que 59% dos diretores de marketing afirmam que seu orçamento atual é insuficiente para executar a estratégia planejada para o ano.

É fato que uma boa fatia das empresas B2B Tech não possui o budget mínimo necessário para sustentar um trabalho robusto de marca, conteúdo, mídia e relacionamento de longo prazo.

Mas também é verdade que existem empresas com capacidade financeira que ainda não atribuem o devido valor à comunicação e ao marketing.

Ao mesmo tempo, há operações que crescem de forma sustentável quase exclusivamente por estratégias como eventos petit comité, networking altamente qualificado e relações diretas com decisores. E, sim, isso funciona.

O ponto é que não existe um único caminho. Existem caminhos coerentes com o momento de cada empresa.

O planejamento sério parte sempre do cenário ideal, mas precisa, obrigatoriamente, respeitar o cenário possível. Ignorar isso é criar planos que morrem no primeiro trimestre.

Respeitar o momento da empresa é o primeiro princípio do planejamento

No marketing B2B Tech, respeitar o momento da empresa não é abrir mão de estratégia. Pelo contrário: é entender que a estratégia sem aderência à realidade “vira pó”.

Existem empresas em fase de consolidação, outras em aceleração e algumas em contenção. Cada uma delas exige decisões diferentes sobre onde investir energia, tempo e recursos.

É aqui que entra um ponto muitas vezes negligenciado: comarketing para posicionamento construído em torno de ecossistemas mais maduros, aproveitando marcas, audiências e estruturas já existentes.

Isso aumenta o alcance e gera credibilidade por associação.

Curto e médio prazos precisam coexistir

Pensar no curto e no médio prazo ao mesmo tempo é fundamental. Existem ações possíveis mesmo em cenários conservadores de budget.

Estudos recentes de institutos como Gartner, Deloitte e CMO Survey indicam que, globalmente, os budgets de marketing têm se mantido estáveis ou em retração, com poucos setores apresentando crescimento real de investimento. Isso exige escolhas mais inteligentes, não paralisia.

No B2B Tech, ser lembrado faz muita  diferença para reduzir fricção, encurtar explicações e reduzir esforço comercial.

Trata-se de familiaridade, confiança e clareza de proposta. Quando a marca já ocupa algum espaço mental, a conversa deixa de começar do zero.

Dicas práticas para curto e médio prazos

Marketing B2B Tech não é um pacote fechado nem uma fórmula pronta. É uma construção progressiva, que precisa respeitar o tempo, o contexto e a maturidade de cada negócio.

No curto prazo, o foco deve estar na clareza de posicionamento, antes da busca por volume de ações. É o momento de usar ativos já existentes de forma estratégica, priorizando conexões qualificadas em vez de escala artificial.

No médio prazo, o caminho passa pela construção de uma presença contínua, ainda que enxuta. Investir em conteúdos que expliquem, eduquem e gerem confiança ajuda a consolidar a marca como um ativo que, ao longo do tempo, reduz o esforço e o custo de venda.

Planejar bem não é escolher o plano mais bonito no papel. É escolher o plano mais honesto com a realidade da empresa.

E, muitas vezes, essa honestidade já se transforma no maior diferencial competitivo.

68% das empresas no mundo já utilizam IA generativa em seus processos, aponta estudo

O avanço da inteligência artificial (IA) na engenharia de software entrou em uma nova fase, marcada pela transição do discurso experimental para a adoção estruturada nos processos corporativos. Após um período de forte entusiasmo inicial, empresas passam a lidar com o desafio prático de integrar IA ao ciclo real de desenvolvimento, testes e operação de sistemas, especialmente em ambientes críticos e regulados. De acordo com estudo do International Data Corporation (IDC), encomendado pela Microsoft, 68% das empresas no mundo já utilizam inteligência artificial generativa em suas operações, indicando a consolidação da tecnologia no ambiente corporativo.

No Brasil, esse movimento é observado principalmente no setor financeiro. Instituições como o Banco Bradesco vêm utilizando plataformas integradas de IA para automação de processos e ganhos de eficiência operacional, enquanto fintechs como o Nubank se destacam internacionalmente pela aplicação estratégica da tecnologia em produtos e operações digitais. Esse avanço amplia a complexidade dos sistemas e reforça a necessidade de maturidade técnica, governança e integração da IA aos fluxos já existentes de engenharia de software.

Para Marcelo Marchi, CEO da Vericode, empresa especializada em qualidade de software, automação de testes e observabilidade, a adoção do conceito “AI First“, o desafio prático de integrar inteligência artificial aos processos reais de engenharia de software, exige mais do que a incorporação de novas ferramentas. “A inteligência artificial só gera valor quando está integrada ao fluxo de engenharia, com governança e previsibilidade”, afirma. Segundo ele, iniciativas isoladas tendem a perder efetividade quando não estão conectadas a processos, controles e práticas consolidadas.

A pesquisa global “Future of Cyber”, da Deloitte, aponta que, no Brasil, a inteligência artificial/computação cognitiva ocupa a 6ª posição no ranking de investimentos em cibersegurança, enquanto a IA generativa aparece na 13ª colocação. O dado reflete o esforço das organizações em estruturar controles, inventários de modelos, registros de uso e políticas de acesso, especialmente diante do crescimento da automação e da ampliação de riscos regulatórios e operacionais em setores como o financeiro.

Com isso, plataformas que aplicam IA de forma integrada à engenharia de software ganham relevância. Para Marcelo Marchi, soluções voltadas à automação de testes, validação de APIs e geração de evidências técnicas permitem que a inteligência artificial seja incorporada de maneira gradual e controlada ao dia a dia das equipes. “Esse caminho favorece escalabilidade, segurança e previsibilidade, transformando a IA em um elemento estrutural da engenharia de software, e não apenas em uma promessa tecnológica”, destaca.

Grupo FCamara e Creatio firmam parceria estratégica para acelerar a transformação do CRM com soluções AI-Native

O Grupo FCamara, ecossistema de inovação e transformação digital referência na América Latina, anuncia uma parceria estratégica com a Creatio, fornecedora global de uma plataforma unificada para automação de fluxos de trabalho (workflows) e CRM com tecnologia no-code. A colaboração simboliza um marco duplo: a entrada oficial da Creatio no Brasil e o avanço da expansão internacional do Grupo FCamara, consolidando sua atuação além das fronteiras brasileiras.

Uma aliança para impulsionar o futuro digital

A parceria visa oferecer às empresas brasileiras e latino-americanas uma nova geração de soluções de automação e gestão de relacionamento com clientes. Combinando a tecnologia no-code, a experiência do Grupo FCamara em projetos de transformação digital e integração tecnológica e a AI-Native da Creatio, que permite que qualquer profissional crie e personalize processos de negócio sem a necessidade de programação, a iniciativa promete acelerar a adoção da inovação em larga escala.

O acordo reforça o posicionamento da FCamara como um hub global de inovação que conecta talentos, empresas e tecnologia para impulsionar o crescimento sustentável dos negócios. Do ponto de vista da Creatio, o Brasil representa um mercado estratégico, com forte demanda por automação e digitalização em setores como varejo, finanças, saúde e manufatura.

“A parceria com a Creatio é um passo natural na jornada global do Grupo FCamara. Ao longo dos últimos anos, nos consolidamos como um dos maiores ecossistemas de tecnologia e inovação da América Latina e agora expandimos nossa presença internacional com um parceiro que compartilha a mesma visão: liberdade para inovar com tecnologia acessível e poderosa. Juntos, queremos ajudar as empresas a transformarem suas operações com velocidade e inteligência,” afirma Rodrigo Martucci, CEO da Nação Digital, braço de CRM do Grupo FCamara.

“O Brasil é um dos mercados mais promissores do mundo para soluções no-code”, destaca Alex Donchuk, Senior Vice President of Global Channels da Creatio. “A parceria com o Grupo FCamara combina nossa tecnologia de automação de workflows e CRM com a profunda expertise local da FCamara em transformação digital. Essa sinergia criará um impacto real para empresas que buscam agilidade, personalização e resultados mensuráveis.”

Menos hype, mais método: o que vai orientar as decisões de negócio no Brasil na próxima década

A próxima década dos negócios no Brasil será marcada menos por novos avanços tecnológicos e mais por uma mudança profunda na forma como empresas e lideranças tomam decisões. Essa é a avaliação de Fabio Gandour, PhD em ciência da computação, com 28 anos de IBM, que hoje se aproxima de empresas brasileiras com maior maturidade analítica, como a DataCrazy.

“O Brasil é campeão mundial de achismo, e isso não é mais compatível com o próximo ciclo da tecnologia”, afirma Gandour. Segundo ele, o país entra em uma fase em que decisões baseadas em intuição tendem a perder espaço para modelos sustentados por dados, modelos matemáticos e inteligência artificial aplicada ao contexto real dos negócios.

Para Gandour, a inteligência artificial deixará de ser percebida como algo extraordinário e passará a operar de forma cada vez mais integrada, quase invisível, ao cotidiano das empresas. “A IA tende até a mudar de nome. Ela vai se tornar tão presente no processo decisório que a origem, se é artificial ou não, deixará de importar. O foco será se ela está sendo bem utilizada”, explica.

Tecnologia sem método amplia riscos

Apesar do avanço acelerado da IA, Gandour faz um alerta: a adoção indiscriminada de tecnologia pode aprofundar desigualdades entre empresas que pensam com método e aquelas que terceirizam completamente o pensamento às máquinas. “Sair na frente não significa adotar tecnologia mais rápido, mas usar com critério. O FOMO tecnológico costuma gerar mais ruído do que resultado”, comenta. Nesse cenário, segundo o cientista, método, validação e clareza de raciocínio continuam sendo diferenciais competitivos, mesmo em um ambiente altamente automatizado.

Engenharia de prompt vira competência estratégica

Um dos pontos mais subestimados no debate atual sobre inteligência artificial, de acordo com Gandour, é a engenharia de prompt, que é a capacidade de formular boas perguntas para extrair respostas confiáveis dos sistemas de IA.

“Prompt é, essencialmente, uma pergunta. E a forma como essa pergunta é feita muda completamente a resposta”, fala Gandour. Para ele, não existe pergunta perfeita, mas existem perguntas mal formuladas, que aumentam significativamente o risco de decisões equivocadas. “Saber perguntar bem virou uma competência central nas organizações”, diz.

Dados de CRM dão contexto à inteligência

A qualidade das perguntas está diretamente ligada à qualidade dos dados. Gandour destaca o papel do CRM (Customer Relationship Management) nesse processo. “Clientes não são iguais, são diferentes. Quando você faz perguntas genéricas a partir de dados genéricos, a resposta tende a ser genérica”, destaca.

Segundo ele, o valor do CRM surge quando os dados deixam de servir apenas para relatórios e passam a alimentar decisões contextualizadas. Inteligência de verdade aparece quando boas perguntas são feitas sobre dados que representam clientes reais e distintos.

Empresas brasileiras já operam nesse novo modelo

Esse nível de maturidade ajuda a explicar a aproximação de Gandour com empresas que já operam com essa lógica, como a DataCrazy, startup brasileira de Balneário Camboriú que integra dados, CRM, automação e inteligência artificial para apoiar decisões de negócio.

“A inovação hoje não depende apenas de tecnologia, mas de método e responsabilidade na aplicação da IA”, afirma o fundador e CEO da DataCrazy, Andreone Ribeiro. “Nosso foco sempre foi usar dados e inteligência artificial para ajudar empresas a decidir melhor, e não apenas para seguir tendências”, complementa.

A aproximação entre Fabio Gandour e a DataCrazy reflete uma convergência de visão sobre o futuro da inteligência artificial no Brasil e as perspectivas para a próxima década. As partes preparam uma colaboração estratégica, que deve ganhar forma ao longo de 2026, envolvendo debates sobre uso responsável da IA, decisões orientadas por dados e os impactos de longo prazo da tecnologia no ambiente de negócios.

“Mais do que soluções pontuais, o que está em jogo é a forma como o Brasil vai pensar a tecnologia nos próximos anos”, finaliza Gandour.

Temporada de festas arrecadou recorde de US$1,29 trilhão para varejistas, dados da Salesforce

A Salesforce revelou suas conclusões sobre as compras de fim de ano de 2025 (1º de novembro a 31 de dezembro), reportando vendas online recordes de US$ 1,29 trilhão globalmente e US$ 294 bilhões nos Estados Unidos, com forte influência de IA e agentes. Mesmo com o aumento do preço médio de venda, com o crescimento anual das vendas (comparação ano a ano) que atingiu 7% globalmente e 4% nos EUA, provando que a decisão de compra dos consumidores permaneceu forte do início do período.

Os consumidores demonstraram notável resiliência durante toda a temporada de festas, impulsionando um aumento global de 12% em relação ao ano anterior nas vendas (9% nos EUA) nas últimas duas semanas de dezembro, superando o crescimento da primeira metade da temporada. Enquanto isso, a IA e os agentes sustentaram uma grande parte das festas, sendo responsáveis por 20% de todas as vendas no varejo e gerando US$ 262 bilhões em receita por meio de recomendações personalizadas e maior engajamento com o cliente.
 

Compradores de fim de Ano 2025 abraçam IA e agentes

Este ano marcou um ponto de virada para a próxima onda de buscas impulsionadas por IA, já que a participação do tráfego global e dos EUA proveniente de canais de busca de IA de terceiros como ChatGPT e Perplexity dobrou em relação ao ano passado. Embora esses canais ainda estejam crescendo, eles entregam um cliente extremamente motivado. Na verdade, os compradores referenciados para os sites de varejistas por canais de busca baseados em IA converteram nove vezes mais vezes do que aqueles que vieram por indicações de redes sociais.

Os agentes de marca própria dos varejistas também contribuíram para o crescimento das vendas – ao mesmo tempo em que aumentaram a eficiência de suas equipes. Empresas que implantaram seus próprios agentes de IA, como os clientes da Salesforce PandoraSharkNinja e Funko, apresentaram uma taxa de crescimento 59% maior — com uma média de aumento de 6,2% nas vendas em relação a 3,9%. Os consumidores adotaram essa tecnologia mais do que nunca, utilizando a IA e os agentes dos varejistas para o atendimento ao cliente 126% mais vezes durante a agitação natalina do que nos dois meses anteriores.

Com o auge da temporada, os agentes de IA se tornaram fundamentais para o atendimento ao cliente disponível 24/7. Dezembro registrou um aumento de 66% no número de conversas de serviços realizadas por agentes de IA em relação a novembro. Além de responder às perguntas, esses agentes também agiram diretamente em nome dos clientes, cuidando de 142% mais tarefas do que nos dois meses anteriores.

Insights sobre compras de fim de ano 2025

  • As lojas físicas continuam com presença constante: Quase um em cada cinco pedidos nesta temporada foi feito via BOPIS (Buy Online, Pick Up In Store, ou compre online e retire na loja). No entanto, à medida que os compradores corriam para terminar os presentes de última hora, essa taxa subiu para um em cada três nos últimos cinco dias antes do Natal.
    • O uso do BOPIS atingiu o pico na segunda-feira, 22 de dezembro, quando 35% de todos os pedidos online foram feitos para retirada na loja.
  • A taxa de devolução aumenta: Mais de US$ 181 bilhões em compras online globais feitas entre 1º de novembro e 31 de dezembro já foram devolvidas. Isso representa 14% de todas as compras e representa um aumento de 10% nos retornos em relação ao ano passado.
    • Os itens comprados na loja durante os últimos quatro dias antes do Natal têm maior probabilidade de serem devolvidos em janeiro.
  • Tendências do poder de compra: Durante a temporada de festas, o preço médio de venda (ASP) aumentou 7% ano a ano tanto no mundo quanto nos EUA. No entanto, os consumidores não se deixaram desanimar pelos preços mais altos — os volumes de pedidos nesta temporada aumentaram moderadamente 3% globalmente e 1% nos EUA em comparação ao ano passado.
  • Consumidores pesquisam muito antes de comprar: Embora esta temporada de festas tenha sido marcada por um consumidor resiliente, houve mais pesquisa antes da conversão.. O tráfego online cresceu 13% globalmente e 12% nos EUA em relação aos volumes do ano passado, superando significativamente as taxas de crescimento de 1% e 2% do ano passado, respectivamente.

A temporada de festas de 2025 marcou uma mudança definitiva para uma nova era de compras por ‘agentes’. Enquanto os consumidores continuaram resilientes diante dos preços mais altos, a verdadeira história foi como os varejistas se apoiaram na IA e nos agentes para navegar pela correria das festas. Os agentes não apenas geraram US$ 262 bilhões em vendas por meio de descobertas deintenção elevada; eles se tornaram os heróis operacionais da temporada — lidando com um aumento de 142% em tarefas como devoluções e atualizações de envio. Não era apenas uma temporada de festas maior do que no ano passado; era uma mais eficiente e inteligente.” — Caila Schwartz, Diretora de Insights ao Consumidor na Salesforce.

Metodologia de insights e previsões de feriados da Salesforce 2025

Impulsionada pelo Agentforce 360, Agentforce Commerce, Agentforce Marketing e Agentforce Service, a Salesforce analisou dados agregados para gerar insights sobre férias a partir da atividade de mais de 1,5 bilhão de compradores globais em mais de 89 países, com foco em 18 mercados-chave: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Espanha, Japão, Holanda, Austrália, Nova Zelândia, a Ásia-Pacífico (excluindo Japão, Austrália e Nova Zelândia), Suíça, América Latina (LAM), Oriente Médio e África (MEA), Europa Oriental, Bélgica e os países nórdicos. Essa bateria de benchmarks oferece uma análise aprofundada dos últimos nove trimestres e do estado atual do comércio digital. Vários fatores são aplicados para extrapolar os números macroeconômicos para o setor varejista em geral. Esses e outros resultados não indicam o desempenho do Salesforce.

Os dados de previsão que apresentamos são de pesquisas proprietárias do Salesforce. Os cálculos que usamos misturam dados de primeira e terceira parte, além de várias suposições de mercado.

ITSM inteligente redefine o service desk nas empresas brasileiras

Por Luciano Costa, cofundador da Setrion e da Milldesk Help Desk Software

A adoção de automação inteligente em plataformas de IT Service Management (ITSM) está transformando a maneira como empresas brasileiras gerenciam seus service desks. Impulsionadas pela necessidade de agilidade e eficiência, organizações de diversos setores estão migrando para soluções em nuvem (SaaS) que incorporam fluxos automatizados.

E o momento para isso é propício: o mercado global de ferramentas inteligentes para gestão de serviços de TI projeta crescimento anual de 9,4% até 2028, puxado pelo aumento do volume de chamados, pelo trabalho híbrido e pela pressão por redução de custos e melhor experiência do usuário. No Brasil, essa tendência ganha força com praticamente 97% dos executivos de TI planejando aprimorar seus processos de ITSM no próximo ano, e a automação de fluxos aparece entre as principais iniciativas nesse sentido. Há um movimento claro rumo a service desks mais ágeis, proativos e estratégicos, alavancado por tecnologias de automação – sem depender de menções a inteligência artificial direta – e pela rápida disseminação de plataformas SaaS no país.

Automação para resposta mais rápida e precisa

Nos modelos tradicionais, a central de serviços atuava de forma majoritariamente reativa – um incidente ocorria, abria-se um tíquete manualmente, e então o problema era encaminhado. Hoje, com o suporte da automação, esse ciclo ficou muito mais dinâmico. Sistemas de monitoramento integrados ao ITSM conseguem detectar falhas e abrir chamados automaticamente, já atribuindo cada incidente ao especialista certo para resolução.

Isso elimina atrasos na triagem inicial e garante que os problemas críticos sejam atacados imediatamente, muitas vezes antes mesmo que os usuários percebam. Da mesma forma, solicitações de serviço rotineiras são distribuídas e priorizadas de forma automática, levando em conta a urgência e complexidade de cada pedido – o que acelera as respostas e melhora o cumprimento dos SLAs (acordos de nível de serviço).

Analistas do setor apontam que a automação de TI já se tornou prioridade estratégica nas organizações modernas. Esse ganho de velocidade e precisão no atendimento é vital em um cenário onde interrupções podem significar perdas financeiras e operacionais significativas. Cada minuto conta, e fluxos automatizados bem desenhados garantem que nenhum chamado urgente fique esquecido na fila.

Outro ponto importante da automação inteligente é a diminuição drástica dos chamados repetitivos. Tarefas corriqueiras – como redefinição de senha, liberação de acesso a VPN ou esclarecimento de dúvidas frequentes – podem agora ser resolvidas sem intervenção humana direta. Muitas empresas implementaram portais de autoatendimento e bases de conhecimento inteligentes, onde os usuários encontram soluções passo a passo ou interagem com chatbots e scripts automatizados. Isso se reflete nos indicadores: em ambientes que adotaram automação no suporte, observa-se uma redução consistente nos tíquetes duplicados, por exemplo, aliviando o volume de trabalho de primeiro nível.

Service desk como centro estratégico

Ao eliminarem-se tarefas manuais repetitivas e acelerarem-se os tempos de resposta, os líderes de TI estão reposicionando o service desk como uma área estratégica dentro da organização. O suporte técnico automatizado e “inteligente” passa a focar não só em apagar incêndios, mas em prevenir problemas e agregar valor ao negócio.

Ferramentas de análise de dados e monitoramento contínuo permitem identificar padrões de falhas, antecipar gargalos e realizar manutenções preventivas de forma proativa. Assim, a TI deixa de atuar somente reativamente e assume um papel de guardiã da continuidade operacional.

A própria experiência dos colaboradores internos melhora sensivelmente: com atendimento mais rápido, multicanal e personalizado – viabilizado por integrações de sistemas e fluxos automáticos, os funcionários conseguem resolver suas demandas de TI sem frustrações, mantendo sua produtividade em alta.

Isso tem impactos diretos em indicadores organizacionais – downtime menor significa menos interrupções nas atividades de negócio, e um suporte eficiente eleva a satisfação dos usuários internos, contribuindo inclusive para a retenção de talentos e para a imagem da TI perante os stakeholders. Um Service Desk inteligente gera valor para a organização como um todo, garantindo continuidade e confiabilidade nos serviços de TI – elementos fundamentais para qualquer iniciativa de transformação digital.

Em última instância, a área de suporte deixa de ser vista como um centro de custo “apagador de chamados” e passa a atuar como agente de inovação, provendo insights (via dados de chamados) para melhorias de processos e alinhando-se às estratégias do negócio.

Apostar na automação do service desk não é apenas melhorar um departamento, mas sim fortalecer toda a organização para os desafios da economia digital. E os gestores brasileiros enxergam cada vez mais essa realidade: service desks inteligentes, apoiados por automação de processos, deixam de ser um luxo tecnológico para se tornarem um pilar estratégico indispensável para o sucesso e a inovação contínua das empresas.

Marketplace financeiro cresce 200% e conecta consumidores a bancos e varejistas em plataforma digital

A Zupera, plataforma digital gratuita que compara e simula produtos financeiros como financiamento, consórcio, empréstimos e crédito no cartão, anunciou expansão com crescimento projetado de 200% na base de usuários até o final do primeiro semestre de 2026. A empresa também vai fortalecer seu modelo de integração com parceiros financeiros, permitindo que consumidores, bancos e varejistas acessem informações atualizadas e comparáveis sobre produtos financeiros em um único ambiente digital.

Na prática, a Zupera integrará diretamente as APIs de seus parceiros financeiros à plataforma, permitindo que os usuários consultem informações atualizadas sobre produtos como financiamentos, consórcios e empréstimos. Com isso, será possível comparar preços, taxas e condições de diferentes instituições em um único ambiente digital. A empresa planeja firmar parcerias com 10 instituições financeiras e iniciar receitas recorrentes por meio do modelo de revenue share, consolidando seu funcionamento como marketplace financeiro.

Segundo Elisa Manzato, CEO da Zupera, a ampliação representa um marco estratégico para o mercado financeiro digital. “A Zupera nasceu para simplificar decisões financeiras e gerar valor para todos os lados. O marketplace é o início de um ecossistema em que consumidores economizam, varejistas vendem mais rápido e instituições financeiras ampliam seu alcance com credibilidade e transparência”, afirma.

O movimento ocorre em um contexto de forte digitalização no setor. Segundo a 27ª edição da Global CEO Survey, da PwC, 51% dos líderes de bancos e instituições financeiras no Brasil acreditam que suas empresas não sobreviverão dez anos sem mudanças estruturais significativas. Paralelamente, um levantamento da McKinsey & Company aponta que mais da metade das transações bancárias no país já ocorre por canais digitais, refletindo a busca crescente dos consumidores por conveniência e clareza.

Entre os diferenciais da plataforma estão a neutralidade e a transparência, pilares que orientam sua operação. A Zupera oferece comparações baseadas em dados atualizados, ajudando o usuário a entender o custo real de cada produto e a escolher com segurança. Além disso, a integração multibanco e as parcerias B2B com corretores, concessionárias e consultores ampliam o alcance da solução e reforçam seu papel como ponte entre diferentes agentes do setor.

Com arquitetura tecnológica modular e 100% digital, a Zupera aposta em escalabilidade e inovação contínua para consolidar-se como referência na nova economia financeira. “O futuro das finanças não é vender mais, mas ajudar o consumidor a decidir melhor”, conclui Elisa Manzato, destacando o compromisso da empresa com a construção de um mercado financeiro mais simples, acessível e transparente.

A expansão da plataforma já se reflete em movimentos concretos. Em dezembro de 2025, a Zupera firmou parceria com a Creditas, passando a incorporar as soluções de crédito da empresa ao seu ecossistema digital. Com o acordo, os usuários passam a ter acesso a alternativas de crédito mais eficientes e transparentes, compatíveis com diferentes perfis financeiros, ampliando o leque de ofertas disponíveis na plataforma e fortalecendo a proposta de comparação qualificada no mercado financeiro digital.