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IA analisa vídeos de influenciadores em 15 segundos e automatiza validação de campanhas

A validação de campanhas com influenciadores, uma das etapas mais operacionais do marketing de influência, começa a ganhar escala com o uso de inteligência artificial. A Inbazz anunciou o BriefCheck AI, ferramenta que analisa vídeos publicados por creators em cerca de 15 segundos e reduz em até 45% o tempo dedicado à etapa de conferência.

Enquanto a revisão manual de um único vídeo pode levar aproximadamente cinco minutos, o sistema processa briefing, imagens, áudio e legenda de forma simultânea. A partir dessa leitura cruzada, classifica automaticamente o conteúdo como “Aprovado”, “Em Alerta” ou “Reprovado”, além de apresentar justificativas técnicas que indicam aderência ou desvios em relação às diretrizes da campanha.

Na prática, apenas os materiais sinalizados como “Em Alerta” seguem para avaliação humana. Os demais deixam de exigir revisão manual, o que reduz retrabalho e libera as equipes para decisões estratégicas.

“O volume de campanhas e criadores cresceu rapidamente. A validação manual passou a ser um gargalo operacional. Automatizar essa triagem inicial permite que as equipes foquem em estratégia e qualidade”, afirma Matheus Barcelos, CEO da Inbazz.

Entre os critérios avaliados estão posicionamento do produto, clareza da mensagem, alinhamento ao tom da marca, qualidade técnica e coerência com a estratégia definida. A proposta é antecipar riscos de comunicação antes da publicação e garantir consistência em campanhas com grande volume de creators simultâneos.

Mercado em expansão pressiona por eficiência

Fundada em 2024, a Inbazz afirma ter ampliado seu faturamento de R$ 540 mil para R$ 4,8 milhões no último ano, impulsionada pela automatização da gestão de campanhas com influenciadores. A empresa recebeu aportes de Antler e Stamina VC.

O movimento ocorre em um mercado em rápida expansão. A chamada creator economy movimenta mais de US$ 250 bilhões por ano globalmente e pode dobrar até 2027, segundo projeção do Goldman Sachs. No Brasil, influenciadores já fazem parte da estratégia central de setores como moda, alimentação e beleza, o que aumenta a pressão por métricas, padronização e previsibilidade de resultados.

A adoção de ferramentas de inteligência artificial na etapa de validação indica um movimento mais amplo de profissionalização do setor — transformando conteúdo, antes tratado apenas como peça criativa, em ativo analisável por dados.

O e-commerce pet está saturado ou ainda há espaço para nichos?

O comércio eletrônico voltado ao setor pet segue em ritmo de crescimento no Brasil, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e pela consolidação da digitalização do varejo. Para ilustrar o crescimento, somente entre maio e junho de 2025, plataformas de e-commerce como AliExpress, Shopee e Mercado Livre divulgaram aumento de até 300% na venda de produtos voltados para animais de estimação.

Mesmo diante desse cenário positivo, o aumento da concorrência levanta um questionamento estratégico para empreendedores e investidores: o e-commerce pet já atingiu um nível de saturação ou ainda há oportunidades relevantes de expansão?

Para Hugo Galvão de França Filho, diretor da Enjoy Pets, o mercado vive um momento de amadurecimento. “Existe uma competição intensa no modelo tradicional, principalmente quando falamos de grandes players disputando preço e logística em escala nacional. Mas isso não significa que o mercado esteja saturado. Há espaço significativo para nichos bem-posicionados, que entregam experiência, curadoria e relacionamento”, afirma.

Segundo o especialista, segmentos como alimentação natural, produtos funcionais, suplementos, linhas hipoalergênicas, itens personalizados e modelos de assinatura recorrente apresentam crescimento consistente e maior potencial de fidelização. No entanto, com a entrada de marketplaces especializados e grandes varejistas no segmento pet, a disputa por preço se intensificou, e a experiência do cliente se tornou um ativo fundamental para construírem relacionamentos de longo prazo.

Outro fator que reforça o potencial de crescimento é a expansão do consumo pet em cidades médias e regiões onde a oferta física ainda é limitada. Nesses casos, o e-commerce amplia o acesso a produtos premium e especializados. “Existe um Brasil pet que ainda não foi totalmente explorado no digital. A interiorização representa uma oportunidade concreta para empresas que estruturam bem sua operação”, avalia Galvão.

O especialista também destaca que logística eficiente, política clara de trocas, presença ativa nas redes sociais e uso estratégico de dados deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos básicos para competir no ambiente digital. Para empresas conseguirem espaços no mercado, o e-commerce pet exige hoje planejamento estruturado, análise constante de indicadores, construção sólida de marca e estratégias voltadas à retenção. 

Com consumidores cada vez mais conectados e dispostos a investir no bem-estar dos animais de estimação, o setor pet digital mostra que está mais competitivo, mas longe de estar esgotado. Empresas que compreendem o comportamento do tutor e atuam de forma inteligente em nichos específicos conseguem encontrar amplo espaço para crescimento no setor.

WhatsApp, e-mail ou SMS? Veja estratégia para não ‘queimar’ contato com cliente

Em um mercado saturado por notificações, o dilema entre qual canal priorizar – WhatsApp, e-mail ou SMS – tornou-se o centro da estratégia das empresas brasileiras.

No entanto, para o diretor global de Vendas da ActiveCampaign, Rodrigo Bidinoto, a resposta não reside na tecnologia, mas no comportamento humano. Segundo ele,o erro capital é ignorar a conveniência de quem recebe a mensagem.

Dados globais da ActiveCampaign, empresa com foco em CRM e automação de marketing, dão suporte a essa visão: marcas que automatizam a jornada do cliente com base em preferências reais economizam, em média, 13 horas semanais de trabalho manual. Além disso, quando integrado de forma autônoma, o uso de mensageria pode elevar o engajamento de leads em até 66%, de acordo com a empresa.

“Não devemos considerar um canal mais ou menos relevante que o outro”, diz Bidinoto. “Temos que olhar sempre pela ótica do cliente. Se a preferência dele é receber e-mail, essa deve ser uma opção oferecida pela marca. É para isso que serve uma plataforma omnicanal”. Segundo o especialista, para as empresas, esse tipo de customização agrega valor,e uma alternativa para atender sempre às preferências de cada cliente é automatizar os canais de comunicação.

SMS é nicho de alta confiança

Para Bidinoto, no Brasil, o SMS ocupa um nicho de alta confiança que o WhatsApp ainda não preencheu totalmente: o oficialismo. “O SMS ainda funciona muito bem no Brasil para comunicações transacionais, como autenticações multifator. Existe uma percepção de segurança maior; quando o código vem por SMS, o usuário sente que é da empresa e não um golpe”. Assim, o canal é imbatível para o uso rápido, como a integração automática de códigos no celular facilitando a experiência do usuário sem fricção.

Para conteúdos que exigem profundidade, o e-mail segue sendo a fundação insubstituível. “Para mandar uma quantidade grande de informações, você não pode usar só o WhatsApp. O e-mail é fundamental para o marketing de massa segmentado, dado o seu baixo custo comparado com outros canais de comunicação.

O executivo afirma que bases bem trabalhadas e tagueadas podem alcançar resultados extraordinários, com até 90% de taxa de abertura ao enviar campanhas personalizadas.

E o WhatsApp?

Se o e-mail constrói a base, o WhatsApp é quem “bate o martelo”. “O e-mail pode ter o Call to Action para falar no WhatsApp. É aí que o marketing se transforma em conversacional e onde acontece a captura do lead”, diz Bidinoto. No entanto, a ActiveCampaign alerta contra o spam massivo: o uso deve ser personalizado para evitar bloqueios pela Meta (dona do WhatsApp, Facebook e Instagram).

No final das contas, o encerramento do planejamento tático deve focar na rentabilidade. Bidinoto critica as “métricas de vaidade”, como cliques que não geram receita. “Cultura de dados é tomar decisões baseadas em fatos para otimizar o custo de aquisição. Não é converter a qualquer custo. Se você converter um cliente que não tem fit com a empresa, o prejuízo vem no churn (cancelamento do serviço) logo ali na frente.”

Inteligência Artificial elimina gargalos na regulação de sinistros e acelera o ‘last mile

No dinâmico universo da última milha (last mile), a agilidade se tornou um dos mais importantes diferenciais competitivos. Para endereçar o histórico gargalo na resolução de sinistros, a 88i Seguradora Digital implementou uma camada avançada de Inteligência Artificial que redefine a velocidade de resposta e reembolso em seguros de acidentes pessoais para o setor.

Tradicionalmente, a liquidação de um sinistro envolvia uma jornada burocrática envolvendo análise manual de dados não estruturados, triagem de faturas, recibos e diagnósticos médicos dispersos. Esse modelo gerava tarefas repetitivas e um tempo de espera que impactava diretamente o fluxo de caixa e a segurança financeira dos profissionais na ponta da operação.

Ao integrar visão computacional e machine learning diretamente nos aplicativos de gestão logística, a 88i inverte essa lógica. Agora, o próprio condutor inicia a regulação por meio da captura de imagens e documentos via smartphone. A IA analisa dados e valida documentos fiscais instantaneamente, cruzando esses dados com telemetria e localização para garantir a legitimidade da ocorrência de forma quase invisível.

“Nosso objetivo é que o seguro deixe de ser um custo estático e burocrático para se tornar um serviço fluido dentro da jornada logística,” afirma Rodrigo Ventura, CEO da 88i. “A IA nos permite simplificar o gerenciamento de crises, automatizando a rotina para que o atendimento humano foque onde ele é realmente indispensável: na experiência e no suporte ao segurado.”

Eficiência Operacional em Números

A transição para o modelo inteligente já apresenta resultados mensuráveis na operação da seguradora.  Com a automação, 50% dos documentos inseridos no sistema já são extraídos, interpretados e validados sem intervenção humana. Com mais de 30 milhões de operações registradas até o início de 2026, a arquitetura de IA Generativa e Preditiva sustenta o crescimento  da empresa  “A ideia  é continuar estruturando a IA até chegarmos no paramétrico, o pagamento quase instantâneo do sinistro”, anuncia Rodrigo Ventura.

Consolidada como o motor de proteção das maiores plataformas de delivery e logística do Brasil, a 88i utiliza essa evolução na regulação de sinistros como catalisador para sua expansão. A tecnologia de embedded insurance (seguro embarcado) agora se une ao processamento em tempo real para pavimentar a entrada da companhia em novos mercados que demandam alta frequência e resposta imediata.

A nova era do trabalho: Por que o Mercado Livre está roubando o protagonismo da CLT no Brasil

O trabalho com carteira assinada deixou de ser o destino final para uma parcela crescente dos brasileiros. Em meio à limitação de ganhos, à rigidez de horários e à sensação de pouco controle sobre a própria trajetória, as plataformas digitais passaram a ocupar um espaço que antes era exclusivo do emprego formal. Entre elas, o Mercado Livre desponta como uma das principais portas de entrada para quem busca construir renda própria e maior autonomia.

Dados divulgados pela própria companhia mostram que o número de vendedores ativos no Brasil cresce de forma consistente ano após ano, acompanhando a expansão do comércio eletrônico no país. Segundo estimativas do setor, uma base expressiva de brasileiros já utiliza marketplaces como fonte de renda, e para uma parcela relevante deles, essa atividade deixou de ser complementar e passou a ser a principal ocupação profissional.

Do emprego fixo à autonomia financeira

O movimento é alimentado por uma combinação de fatores econômicos e comportamentais. A inflação pressionou o custo de vida, enquanto reajustes salariais seguem limitados em diversos setores. Ao mesmo tempo, o comércio digital amadureceu, reduziu barreiras de entrada e passou a oferecer infraestrutura logística, meios de pagamento e alcance nacional até para pequenos vendedores.

“O que observamos é que muitas pessoas chegam ao Mercado Livre depois de anos de frustração com o modelo tradicional de trabalho”, afirma Hugo Vasconcelos, bacharel em administração de empresas e especialista em vendas de produtos físicos por marketplaces e sócio-fundador da VDV Group, empresa que acompanha de perto a transição de profissionais para o empreendedorismo digital. “Não é apenas sobre ganhar um dinheiro extra. É sobre ter controle da própria agenda, escalar ganhos de acordo com o esforço e construir algo que seja seu.”

Empreendedorismo digital como carreira 

Ao contrário da imagem de informalidade que marcou o comércio online em seus primeiros anos, vender em marketplaces passou a exigir planejamento, gestão e visão de longo prazo. Para muitos brasileiros, o Mercado Livre funciona como um laboratório de empreendedorismo: começa-se pequeno, aprende-se sobre precificação, estoque, logística e atendimento, e, com o tempo, a operação ganha estrutura.

Segundo Hugo, a plataforma se tornou uma espécie de “CLT do digital” para quem busca previsibilidade de demanda aliada à flexibilidade. “A diferença é que não existe teto salarial imposto. Quem entende o jogo, investe em método e profissionaliza a operação é quem consegue transformar as vendas em renda principal e recorrente”, diz.

Por que esse movimento cresce no Brasil

O cenário do mercado de trabalho ajuda a explicar a tendência. Pesquisas recentes sobre satisfação profissional indicam aumento do desalinhamento entre expectativas dos trabalhadores e a realidade das empresas, especialmente entre jovens adultos. A busca por propósito, flexibilidade e independência financeira ganhou peso na tomada de decisão.

Além disso, o avanço da logística e dos meios de pagamento digitais reduziu riscos e custos iniciais. “Hoje, a pessoa não precisa de uma loja física, nem de um grande capital inicial para começar. Isso democratizou o acesso ao empreendedorismo”, avalia o especialista da VDV.

Os erros mais comuns e o que diferencia quem dá certo

Apesar do crescimento, a migração não é automática nem livre de riscos. Um dos erros mais frequentes, segundo a VDV, é tratar a venda online como improviso. “Muita gente entra achando que é simples e quebra logo no início por falta de planejamento financeiro, escolha errada de produtos ou desconhecimento das regras da plataforma”, afirma Vasconcelos.

Outro ponto crítico é confundir liberdade com ausência de disciplina. “Quem transforma isso em carreira entende que autonomia vem acompanhada de método, rotina e gestão. Não é menos trabalho, é outro tipo de trabalho”, resume.

Mais que renda extra, uma mudança de trajetória

O crescimento do número de brasileiros que deixam a CLT para empreender em marketplaces sinaliza uma transformação mais profunda no modo como o país encara o trabalho. Para uma geração pressionada por custos elevados e poucas perspectivas de progressão no modelo tradicional, o comércio digital surge como alternativa concreta de mobilidade econômica.

“Estamos falando de pessoas que reescrevem a própria trajetória profissional”, conclui Vasconcelos. “Quando bem estruturada, a venda no Mercado Livre deixa de ser um plano B e passa a ser um projeto de vida.”

VTEX DAY 2026 acontece nos dias 16 e 17 de abril e apresenta nova experiência para o comércio digital

O VTEX DAY 2026, já tem data marcada, será realizado nos dias 16 e 17 de abril no São Paulo Expo, reunindo líderes, executivos, empreendedores e especialistas para discutir os próximos passos do varejo, indústria e da tecnologia em uma experiência ainda mais imersiva e conectada com as transformações do mercado.

Para a edição deste ano, o encontro contará com uma programação mais robusta e estratégica, conectada aos desafi os reais de liderança e destacando temas como criatividade, tomada de decisão sob pressão e gestão em cenários complexos. Além disso, o evento também inaugura uma nova fase, e passa a adotar um conceito inspirado em um território vivo e pulsante do digital commerce. A proposta transforma o espaço em uma grande “cidade da inovação”, apostando em estimular conversas fora do óbvio reunindo nomes de relevância nacional e internacional em uma dinâmica mais próxima do público, entregando conteúdo de alto impacto e se consolidando como um dos principais hotspots do evento.

Rafaela Rezende, presidente da VTEX no Brasil, reforça que a proposta do mega-evento vai além de falar só de VTEX e tecnologia, mas abordar temas de negócio essenciais para o futuro do varejo, trazendo nomes relevantes que compartilharão insights sobre liderança nos tempos atuais. “Liderar nunca foi sobre controle absoluto, e o VTEX DAY refl ete exatamente isso. Queremos colocar no centro do palco conversas honestas sobre erro, pressão e escolha, temas que fazem parte da rotina de qualquer liderança”, afi rma a executiva.

O evento já conta com outros nomes de prestígio confi rmados como Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza, Fábio Coelho, Presidente do Google Brasil e Vice Presidente da Google Inc., Fernando Modé, CEO do Grupo Boticário, Marcelo Braga, General Manager da IBM Brasil, Cintia Maria Moreira, CEO da Dengo Chocolates, Cataldo Domenicis, CMO da Sephora, Pedro Zannoni, CEO Latam da Lacoste, entre outros.

Com a nova proposta, o VTEX DAY 2026 reafi rma o compromisso da VTEX em impulsionar o futuro do digital commerce, criando um espaço onde ideias se encontram, parcerias surgem e o varejo é continuamente reinventado.

IAB Brasil anuncia lideranças dos comitês para 2026

O IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), associação que integra uma rede global presente em mais de 45 países, anunciou os nomes dos presidentes e vice-presidentes de seus comitês para 2026. Neste ano, serão nove núcleos temáticos, responsáveis por discutir, propor e acompanhar os principais assuntos relacionados ao mercado de publicidade e mídia digital no país.

“É dentro dos comitês que acontecem as conversas mais relevantes sobre o nosso mercado.  Os encontros têm lideranças que acompanham de perto as transformações do setor, contribuem para a construção de boas práticas e promovem debates qualificados sobre os temas que impactam diretamente a indústria”, afirma Denise Porto Hruby, CEO do IAB Brasil.

Os presidentes são eleitos e têm mandato de um ano, com possibilidade de reeleição única por mais um período. Já os vices são indicados pela diretoria do IAB Brasil. Os comitês anunciados são os de Assuntos Regulatórios e Jurídicos, Áudio Digital, Brand Safety, Creator Economy, DOOH (Digital Out-of-Home), Inteligência Artificial, Retail Media e Vídeo Digital. 

À frente dos comitês estão profissionais  de empresas que integram o mercado de publicidade, tecnologia, dados, veículos, agências e plataformas digitais. Essa composição, segundo o IAB Brasil, busca refletir a diversidade de visões e experiências do setor, promovendo debates qualificados e alinhados às transformações da indústria. Todos os associados do IAB podem participar dos comitês.

Os comitês se reúnem periodicamente com todos os associados do IAB para discutir os desafios e oportunidades de cada área. Desses encontros, saem os Grupos de Trabalho, que se reúnem para produzir materiais educativos ao mercado, como pesquisas, infográficos, guias, entre outros materiais.

Conheça os líderes de cada comitê:


Comitê de Assuntos Regulatórios e Jurídicos

Presidente: Natalia Kuchar (Google)

Vice-Presidente: Nome: Beatriz Falcão (Kwai)

Comitê de Áudio Digital

Presidente: Rafael Takeshita (Spotify)

Vice-Presidente: Sabrina Balhes (Nielsen)

Comitê de Creator Economy

Presidente: Marina Landherr (TikTok)

Vice-Presidente: Gabriela Hermanny (Globo)

Comitê de DOOH

Presidente: Heitor Estrela (Eletromidia)

Vice-Presidente: Breno Cersosimo (helloo)

Comitê de Inteligência Artificial

Presidente: Alexandre Kavinski (WPP Media Services/WMS)

Vice-Presidente: Adriano Henriques (Artificial Gains)

Comitê de Jogos e Apostas

Presidente: Ricardo D’Ottaviano (Betano)

Vice-Presidente: Fernanda Meirelles (FAS Advogados)

Comitê de Mensuração

Presidente: Daniela Pereira (Unilever)

Vice-Presidente: Leo Naressi (DP6)

Comitê de Retail Media

Presidente: Mariana Meinberg (Magalu Ads)

Vice-Presidente: Daniela Keller (Mercado Ads)

Comitê de Vídeo Digital

Presidente: Breno Barcelos (Google)

Vice-Presidente: Will Zanette (Netflix)

99 capta R$ 700 milhões em FIDC para impulsionar expansão da carteira de crédito de sua fintech

A 99 concluiu com sucesso a emissão de um FIDC no valor de R$ 700 milhões, estruturado pelo Bradesco BBI, que atuou como coordenador exclusivo da operação. O Bradesco também participou como investidor do fundo, em conjunto com a 99.

Esta é a terceira estrutura de fundo de crédito desenvolvida pela 99 com foco no financiamento do crescimento da operação da 99Pay, conta digital do grupo. Atualmente, a fintech conta com uma carteira ativa de crédito de aproximadamente R$ 1,8 bilhão, tendo já superado a marca de R$ 6 bilhões em empréstimos concedidos desde o início da operação, em novembro de 2022.

Essa operação representa mais um passo importante na consolidação da 99Pay como uma conta digital financeira robusta e escalável. A estruturação do terceiro fundo de crédito e a parceria com o Bradesco reforça a confiança do mercado na qualidade da conta digital da 99 e em sua estratégia de crescimento sustentável.

A operação fortalece a posição da 99Pay no ecossistema de serviços financeiros digitais e amplia sua capacidade de continuar oferecendo soluções de crédito acessíveis, eficientes e alinhadas às necessidades de seus usuários. 

Copra lança e-commerce oficial e amplia acesso do consumidor aos seus produtos em todo o Brasil

A Copra, uma das referências nacionais em produtos derivados do coco, anuncia o lançamento do seu e-commerce oficial, que entra no ar a partir do dia 9 de fevereiro, ampliando ainda mais a proximidade com o consumidor final. A nova loja virtual está disponível em www.loja.copra.com.br e permite a compra direta de todo o portfólio da marca, com entrega para todo o território nacional.

Com a novidade, os consumidores passam a ter acesso a uma experiência de compra mais prática e completa, reunindo em um único ambiente digital produtos voltados para diferentes momentos de consumo e estilos de vida. O e-commerce conta com categorias como Beleza, Bebidas & Preparos, Confeitaria, Nutrição, Food e kits especiais com receitas, desenvolvidos para facilitar o dia a dia e inspirar novas combinações na cozinha e na rotina de autocuidado.

Além da variedade, o canal próprio reforça o compromisso da Copra com conveniência e acessibilidade. O e-commerce oferece frete grátis para a região Sudeste em compras a partir de R$ 135,00 e, para as demais regiões do país, frete grátis a partir de R$ 249,00, ampliando o acesso aos produtos da marca em diferentes localidades.

O lançamento da loja oficial marca mais um passo na estratégia de crescimento da Copra, que acompanha as mudanças no comportamento do consumidor e aposta no digital como forma de fortalecer o relacionamento direto com seu público, oferecendo praticidade, informação e um portfólio completo de produtos reconhecidos pela qualidade e versatilidade.

Divibank e Getnet se unem para agilizar e simplificar transações financeiras

Divibank passa a oferecer diretamente aos seus clientes o processamento de pagamentos, assumindo o controle da experiência do usuário e das condições comerciais, em parceria com a Getnet, que continua responsável pela parte técnica e financeira das transações, incluindo a conexão com bandeiras como Visa e Mastercard.

Com a mudança, a fintech consegue integrar toda a jornada do pagamento dentro de sua própria plataforma, tornando o processo mais ágil e fluido para consumidores e comerciantes. A novidade também permite que a plataforma ofereça condições comerciais mais competitivas e adapte a experiência de compra de acordo com as necessidades de cada cliente.

O movimento é parte de uma tendência do mercado financeiro digital, pois empresas de tecnologia financeira buscam controlar diretamente a interface com o cliente, sem depender apenas de intermediários, ao mesmo tempo em que mantém a robustez técnica necessária para processar transações com segurança.

“Ao assumir o controle da experiência de pagamento, conseguimos oferecer mais agilidade, flexibilidade e condições comerciais diferenciadas aos clientes. Combinando tecnologia própria com a robustez da Getnet, criamos uma solução completa que torna cada transação mais simples, segura e personalizada”, destaca Jaime TaboadaCEO da Divibank.