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Pitz lança marketplace integrado à sua plataforma de IA e aposta na digitalização das oficinas no Brasil

 A Pitz, startup de tecnologia voltada à digitalização de oficinas mecânicas, avança em sua estratégia no Brasil com o lançamento de um marketplace de peças automotivas totalmente integrado à sua plataforma de gestão baseada em inteligência artificial. A iniciativa aposta no mercado de marketplaces, que deve faturar acima de R$258 bilhões em 2026, segundo projeções. O objetivo é simplificar processos, reduzir erros operacionais e aumentar a produtividade de um setor que ainda opera, em grande parte, de forma analógica.

Diferente de marketplaces generalistas, o marketplace da Pitz foi desenvolvido especificamente para profissionais de oficina e funciona como parte nativa do sistema da empresa. A solução conecta oficinas diretamente a fornecedores de peças de reposição, componentes mecânicos, elétricos e outros itens essenciais, sempre a partir do contexto real de cada serviço executado.

“A digitalização do setor automotivo exige mais do que um canal de vendas: é preciso inteligência, precisão e integração”, afirma a CEO, Natalia Salcedo. “A ideia por trás do nosso marketplace é unir diagnóstico, gestão e compra de forma fluida e orientada por dados, para reduzir erros, retrabalhos e o tempo gasto em processos manuais”.

A proposta da Pitz é atuar de forma end to end, auxiliando mecânicos em todas as etapas de seu trabalho. A partir do diagnóstico do veículo, apoiado por inteligência artificial, a plataforma integra a gestão da oficina e chega até a recomendação e a compra das peças corretas, sem a necessidade de alternar entre sistemas, planilhas ou canais externos. Com isso, o marketplace resolve dores comuns do dia a dia das oficinas, como o tempo excessivo gasto na busca por peças, erros de compatibilidade, retrabalho, trocas e processos fragmentados entre diagnóstico, orçamento e compra.

“Com a chegada do marketplace, a relação da Pitz com fornecedores passa a ser estratégica. As marcas e distribuidores passam a se conectar com oficinas que já operam em um fluxo digital estruturado, com demandas claras e contextualizadas pelo diagnóstico do veículo”, diz Salcedo. Segundo a empreendedora que integrou a equipe inicial da Rappi, o modelo gera ganhos operacionais, ao reduzir atritos no processo de venda; comerciais, ao aumentar a eficiência na geração de demanda; e estratégicos, ao permitir decisões baseadas em dados reais de consumo e comportamento das oficinas.

A curadoria de fornecedores e marcas é feita por um time comercial especializado no mercado automotivo brasileiro, focado em parceiros confiáveis, marcas reconhecidas e capacidade de atender às demandas técnicas e operacionais com qualidade e escala.

Experiência no México e foco no crescimento no Brasil

O marketplace da Pitz já foi lançado no México, país de origem da startup, onde ainda está em fase inicial de desenvolvimento e maturação. A experiência tem servido como base de aprendizado para a evolução da solução e para a adaptação do modelo ao mercado brasileiro, à medida que mais oficinas passam a digitalizar seus processos.

Segundo projeções do setor, o mercado de marketplaces deve continuar crescendo de forma robusta no Brasil. Para 2026, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) prevê faturamento acima de R$258 bilhões (+10%), ticket médio de R$564,96 e dois milhões de novos compradores. Esse aumento é reflexo da preferência do consumidor por experiências de compra simples, rápidas e personalizadas. “Esse comportamento, de consumidores que começam suas buscas diretamente em marketplaces, consolida esse formato como estratégico para diversos setores, inclusive B2B como o automotivo”, contextualiza Salcedo.

Dados recentes da Associação também mostram que o e-commerce brasileiro faturou mais de R$200 bilhões em 2025.  Segundo projeções da Abcomm, este crescimento contínuo será mantido até 2029, com a previsão de faturamento de R$343 bilhões, mantendo um crescimento anual de 10% ao ano, nos próximos anos.

No Brasil, o marketplace é um dos pilares da estratégia de crescimento da empresa, com expansão diretamente ligada ao aumento da base de oficinas usuárias da plataforma e à entrada progressiva de novos fornecedores no ecossistema. Embora não divulgue metas públicas para 2026, a Pitz reforça que o foco está em ampliar gradualmente a relevância do marketplace dentro da jornada das oficinas.

“Estamos construindo não apenas um canal de compras, mas infraestrutura digital que dá suporte às oficinas em todas as etapas da operação, e isso é parte da transformação que o setor precisa para crescer com mais eficiência e menos erros”, frisa a CEO. 

Fundo Order VC lidera parceria com os executivos da Privalia para aquisição das operações da Privalia Brasil

A Privalia, maior ecossistema digital exclusivo de moda e lifestyle do país, anuncia a mudança de seu grupo acionário após a assinatura do acordo de venda da operação brasileira pelo Grupo Veepee para o atual time de executivos da companhia e o Fundo Order VC. O movimento marca o início de um novo capítulo na trajetória da companhia e reforça sua estratégia de crescimento sustentável no mercado brasileiro.

A transação é resultado de um processo de avaliação estratégica idealizado pelos próprios executivos da Privalia, enaltecendo a crença na companhia e seu potencial a ser destravado e criando as condições para que a Privalia siga crescendo, expandindo seu papel de liderança no setor de outlet digital com foco em eficiência, gestão e tecnologia. A concretização do acordo reflete a escolha da gestão por um parceiro com forte alinhamento cultural, visão de longo prazo e foco em eficiência operacional e criação de valor.
 

Com a aquisição, a Privalia Brasil passa a integrar um ecossistema brasileiro robusto com mais de cinco bilhões de reais em receita bruta, liderado pelo empresário Gilberto Zancopé, especializado em acelerar marcas de consumo e varejo consolidadas por meio de investimento, gestão e tecnologia. O Fundo Order VC reúne empresas como Wap- WaaW, Enova Foods, Freso, Atlas Agro e Acquion, além de outros investimentos minoritários como Zerezes, LaGuapa, Agua na Caixa e Nannacay.


Continuidade de gestão e alinhamento estratégico

Um dos pilares centrais desta nova fase é a continuidade da estratégia direcionada pela liderança executiva, que se tornam sócios da companhia. Fernando Boscolo permanece como CEO da Privalia e torna-se sócio relevante da operação, reforçando o alinhamento entre a gestão executiva e o novo grupo líder. A empresa seguirá operando com sua atual equipe, agora apoiada pela estrutura estratégica e financeira do Fundo Order VC.

“A decisão foi construída com cuidado, diálogo e muita responsabilidade, sempre considerando o melhor para o futuro da empresa e, principalmente, das nossas pessoas. Este movimento é um reconhecimento do trabalho que realizamos, da nossa cultura e da dedicação do time, que foi um dos fatores-chave de atração para o novo grupo”, afirma Fernando Boscolo.

A estratégia da Privalia segue focada na consolidação de sua atuação como o principal ecossistema digital exclusivo de moda e lifestyle do país, aprofundando sua relação com marcas premium e consumidores. A aquisição em parceria com o Fundo Order VC fortalece esse caminho ao unir a maturidade operacional da Privalia à expertise de uma holding brasileira de consumo e varejo, orientada por gestão, tecnologia e crescimento sustentável, além de um olhar de expertise para o consumidor brasileiro.
 

Do ponto de vista do Grupo Veepee, a transação representa um alinhamento natural com a estratégia global da companhia, voltada ao fortalecimento de suas operações na Europa. Nesse contexto, a Privalia Brasil passa por uma transição para uma nova estrutura acionária totalmente dedicada ao seu crescimento, garantindo à operação brasileira os recursos e o foco necessários para continuar expandindo e se desenvolvendo no mercado local.

“A Privalia Brasil foi uma jornada empreendedora extraordinária. Naturalmente, há muita emoção ao virar esta página, mas essa decisão reflete o nosso desejo de concentrar 100% dos esforços na estratégia europeia, além de simplificar nossa organização e governança. A jornada continua para os times no Brasil, agora com uma gestão comprometida e dedicada e, sobretudo, com acionistas brasileiros preparados para apoiar esse projeto no longo prazo. Acompanharemos de perto a evolução do ecossistema e desejamos pleno sucesso em seu desenvolvimento.”, diz Fabio Agnello- Bonfa, Vice-CEO da Veepee.
 

A operação ainda está sujeita aos trâmites legais habituais e à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Até a conclusão do processo, a Privalia e suas operações seguem normalmente sob o controle do Grupo Veepee.

Lançamento digital fatura R$ 1 milhão e escancara gargalos nos pagamentos online

Falhas em pagamentos em lançamentos digitais geram perdas anuais de R$ 120 a R$ 150 bilhões no e-commerce brasileiro, cerca de 15% do faturamento projetado de R$ 205 bilhões, segundo levantamento da Único. Nesse cenário, a UnicoPaggateway de pagamento, estreou no mercado de infoprodutos processando mais de R$ 1 milhão em seu primeiro lançamento, realizado na venda de um curso de uma médica neurologista de relevância nacional, com mais de 2 mil acessos simultâneos ao checkout, aprovação superior a 95% dos pagamentos e 1.000 novos alunos matriculados, mostrando que é possível escalar vendas digitais com estabilidade mesmo em picos de demanda.

Segundo Alan Ribeiro, Diretor de Marketing da UnicoPag, “Este lançamento mostrou que é possível operar com estabilidade mesmo em momentos de alta demanda. Cada transação concluída sem falhas representa não apenas receita, mas também confiança do cliente e reputação do produtor. Nosso objetivo é tornar esse nível de performance um padrão para todos os infoprodutores que trabalham em escala”, afirma. 

O crescimento do consumo de produtos digitais no Brasil reforça a relevância do tema. Estudos da CNDL, em parceria com o SPC Brasil, mostram que 54% dos internautas brasileiros adquiriram conteúdos ou serviços digitais no último ano, como cursos online e e-books, com ticket médio de R$ 155 por compra. Já levantamento da FGV, em parceria com a Hotmart, indica avanço expressivo da economia de criadores, com aumento significativo de trabalho e renda no setor, e destaca que uma parcela relevante de infoprodutores tem essa atividade como principal fonte de receita.

Diante desse ambiente de alta pressão operacional, a estabilidade dos meios de pagamento deixa de ser apenas um aspecto técnico e passa a se consolidar como um fator estratégico de negócio. “Quando um checkout falha, o impacto não é apenas financeiro. Há perda de confiança do consumidor, aumento de suporte, retrabalho e frustração de campanhas inteiras. Nosso foco é eliminar esse risco operacional”, reforça Ribeiro.

UnicoPag amplia seu portfólio para atender lançamentos, vendas no modelo perpétuo, assinaturas e eventos digitais, posicionando-se como alternativa para produtores que operam em escala e não podem depender de soluções instáveis em momentos críticos. Com esse primeiro case no segmento de infoprodutos, a empresa demonstra capacidade tecnológica para sustentar operações de alto volume e reforça seu posicionamento em um mercado que exige, cada vez mais, performance, previsibilidade e confiança.

E-commerce chega a US$ 69,2 bi em 2026, mas margens apertadas preocupam

O e-commerce brasileiro inicia 2026 com crescimento consistente, embora nem sempre acompanhado de rentabilidade. Segundo a Mordor Intelligence, o comércio eletrônico no país deve movimentar cerca de US$ 69,2 bilhões neste ano, impulsionado pela consolidação do Pix, expansão do Open Finance e aceleração dos fluxos de pagamento. Apesar do aumento nas vendas, a UnicoPag, gateway de pagamento, alerta que margens estreitas, custos de aquisição elevados e dependência de sistemas financeiros integrados podem comprometer a lucratividade.

O avanço acelerado do setor e a complexidade dos novos fluxos de pagamento tornam o monitoramento financeiro cada vez mais crucial. Segundo Hugo Venda, CEO da UnicoPag, “pagamentos mais rápidos e jornadas de compra mais fluídas aumentam o volume transacionado. Sem controle financeiro, conciliação eficiente e análise de dados em tempo real, o aumento do faturamento pode mascarar perdas operacionais, especialmente em um cenário de Custo de Aquisição de Clientes (CAC) elevado e concorrência intensa”, destaca. 

A necessidade de atenção se intensifica com a integração entre Pix e Open Finance, regulamentada pelo Banco Central, que ampliou o uso de iniciadores de transação, principalmente em modelos recorrentes. Esses fluxos reduzem etapas manuais, mas geram maior volume de dados sensíveis e aumentam a complexidade das conciliações, exigindo integração entre gestão financeira, operação e meios de pagamento. Projeções da Ebanx indicam que o Pix deve responder por 40% dos pagamentos online no país até o fim do ano. 

De acordo com Venda, o crescimento rápido e não monitorado é um dos principais desafios do setor. “Vender mais não significa necessariamente ganhar mais. Margens estreitas e custos ocultos podem corroer o lucro antes mesmo de ser percebido”, destaca. Ele ressalta que, em um cenário de automação crescente, empresas sem integração entre gestão, operação e meios de pagamento ficam mais expostas a erros, fraudes e decisões baseadas em dados incompletos.

O especialista também aponta oportunidades para quem adota uma visão integrada: “Quando gestão, pagamento e análise de dados caminham juntas, é possível identificar pontos de perda invisíveis, otimizar o fluxo de caixa e tomar decisões estratégicas”. Ferramentas que oferecem previsibilidade financeira e monitoramento em tempo real permitem que empresas ajustem campanhas, reduzam custos de aquisição e adaptem preços sem comprometer a margem.

Para apoiar empresas digitais, a UnicoPag estruturou um ecossistema que reúne Unicodrop, Unicopag e UnicoHub. “Essas soluções integradas permitem prever fluxos de caixa, reduzir perdas operacionais e aumentar a eficiência no momento do pagamento, transformando crescimento em resultado sustentável”, afirma Venda. Ele reforça que, no cenário atual, o diferencial não estará apenas nas vendas, e sim na capacidade de controlar custos, automatizar processos de forma segura e interpretar dados financeiros com rapidez.

Amazon Intensifica Disputa no E-commerce Brasileiro com Novos Incentivos Logísticos

A Amazon está elevando a competição no mercado de e-commerce brasileiro ao oferecer novos e significativos incentivos em seu programa de logística, o Fulfillment by Amazon (FBA). Essas medidas, que incluem isenção de tarifas e gratuidade em coleta e armazenamento, visam atrair novos vendedores e fidelizar os já existentes, sinalizando um foco estratégico da gigante americana no país.

Novos Incentivos Logísticos da Amazon

A promoção atual do Fulfillment by Amazon (FBA) oferece até 30 dias de isenção de tarifas logísticas para novos vendedores, cobrindo coleta, armazenagem e entrega. Para vendedores já cadastrados, os benefícios incluem isenção de tarifas de gestão para produtos acima de R$ 100 e uma tarifa única de R$ 5 para itens de até R$ 99,99. Além disso, todo o mês de fevereiro oferece isenção total das tarifas de coleta e armazenagem.

Para manter esses benefícios, os vendedores precisam investir um mínimo de 3,5% da receita de produtos elegíveis em anúncios patrocinados na Amazon Ads durante o mês corrente. Esta não é a primeira vez que a Amazon investe pesadamente no FBA; em dezembro de 2025, o programa foi tornado gratuito no Brasil, com reduções de custos também em outros serviços como “Delivery By Amazon (DBA)” e “FBA Onsite”.

Brasil: Uma Prioridade Estratégica para a Amazon

Juliana Sztrajman, presidente da Amazon Brasil, destacou que o Brasil é uma prioridade estratégica global para a empresa. A companhia tem investido massivamente em sua rede logística no país, adicionando mais de 100 novos centros logísticos em 2025. A infraestrutura tecnológica da Amazon apoia mais de 100 mil vendedores parceiros no Brasil.

A implementação de inteligência artificial e automação, desenvolvida por equipes locais, tem acelerado a transformação das operações brasileiras. Isso permitiu um crescimento expressivo, passando de um para mais de 250 centros logísticos em seis anos, reduzindo o tempo de implementação de cada centro em 77% e ampliando a seleção de produtos de 1 milhão para 180 milhões de itens.

Intensificação da Competição no E-commerce

Analistas do Goldman Sachs apontam que os incentivos logísticos da Amazon intensificam a disputa no e-commerce brasileiro. Comparando as tarifas logísticas, a Amazon e a Shopee apresentam custos mais baixos que o Mercado Livre, especialmente para produtos na faixa de R$ 180. A Amazon tem uma taxa de 13%, a Shopee varia entre 22% e 26%, e o Mercado Livre chega a 26%.

No entanto, vendedores relatam preocupações com atrasos na coleta e na gestão de inventário, além de dúvidas sobre a capacidade de armazenamento da Amazon. A disputa também se reflete na preferência do consumidor. Estudos indicam que Mercado Livre e Shopee dominam as compras online no Brasil, com taxas de adoção entre 73% e 84%, impulsionados pela velocidade de entrega e preços competitivos. A Amazon aparece em seguida, com 39% de adoção, seguida por Shein (37%), Americanas (29%) e Magalu (28%).

Fontes

Amazon Considera Investimento Monumental de US$ 50 Bilhões na OpenAI

A gigante do comércio eletrônico Amazon está em negociações avançadas para investir aproximadamente US$ 50 bilhões na OpenAI, a empresa por trás do ChatGPT. Este potencial aporte financeiro, que seria um dos maiores no setor de tecnologia, visa fortalecer a posição da Amazon no crescente mercado de inteligência artificial e impulsionar o desenvolvimento de modelos de IA.

Detalhes do Potencial Investimento

Segundo informações divulgadas pelo The Wall Street Journal, a Amazon estaria considerando um investimento mínimo de US$ 50 bilhões na OpenAI. As conversas estariam sendo conduzidas diretamente pelos CEOs de ambas as empresas, Andy Jassy da Amazon e Sam Altman da OpenAI. Embora os detalhes específicos do acordo ainda não tenham sido oficializados, a transação pode catapultar a avaliação da OpenAI para cerca de US$ 830 bilhões, um salto significativo em relação à sua avaliação atual de aproximadamente US$ 500 bilhões.

Um Mercado em Expansão

A OpenAI está em meio a uma rodada de financiamento que busca captar mais de US$ 100 bilhões. Além da Amazon, a empresa de inteligência artificial também está em diálogo com fundos soberanos do Oriente Médio e já manteve conversas com outras empresas proeminentes do setor, como Nvidia, Microsoft e SoftBank. A expectativa é que esta rodada de financiamento seja concluída até o final do primeiro trimestre.

Implicações Estratégicas e Concorrentes

A notícia de um possível investimento da Amazon na OpenAI ganha destaque devido ao relacionamento estratégico da Amazon com a Anthropic, uma concorrente direta da OpenAI no desenvolvimento de modelos de IA. A Amazon Web Services (AWS) já é a principal fornecedora de infraestrutura de nuvem e capacidade de treinamento para a Anthropic, tendo investido pelo menos US$ 8 bilhões na empresa. Recentemente, a Amazon anunciou a construção de um complexo de data centers de US$ 11 bilhões em Indiana, focado exclusivamente na execução dos modelos da Anthropic. Este movimento levanta questões sobre a dinâmica competitiva e as alianças no setor de inteligência artificial.

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Live debate o que recrutadores realmente avaliam em currículos e no LinkedIn

O que faz um candidato avançar rapidamente em um processo seletivo enquanto outros ficam pelo caminho, mesmo com experiência relevante no currículo? Esse é o tema da live “O que recrutadores realmente analisam”, que será realizada no dia 3 de fevereiro, às 18h30, no YouTube da Yellow.

encontro reúne Daniel Monteiro, fundador da Yellow — consultoria mineira especializada em Executive Search — e Victoria Boaventura, psicóloga com mais de dez anos de atuação em Recursos Humanos e ampla experiência em recrutamento para a área de tecnologia. Durante a transmissão, os especialistas vão explicar, de forma prática, como recrutadores avaliam currículos e perfis no LinkedIn, além de apontar erros comuns que eliminam candidatos logo nas primeiras etapas.

Daniel Monteiro é formado em Engenharia, com MBA em Gestão e pós-graduação em People Analytics, além de atuar como investidor da YAPP e People Advisor na Hiker Venture Capital. Já Victoria Boaventura é mentora de carreiras, possui pós-graduação em Liderança, Inovação e Gestão 4.0, acumula passagens por startups, empresas de médio e grande porte e multinacionais, e soma mais de 112 mil conexões no LinkedIn.

A live é voltada a profissionais em transição de carreira, em busca de recolocação ou interessados em aprimorar o posicionamento profissional no mercado. A participação é gratuita e aberta ao público.

Serviço:

Data: 03/02 –– terça-feira

Horário: 18h30

Local: YouTube Yellow –– https://youtube.com/live/WK7wrxiN7rc?feature=share

Prestes a completar 100 anos, Teka lança e-commerce próprio para acelerar transformação digital

Às vésperas de celebrar seu centenário, a Teka, uma das marcas mais tradicionais do setor têxtil brasileiro, deu um passo decisivo em sua estratégia de modernização com o lançamento de seu e-commerce proprietário. A iniciativa visa acompanhar a evolução dos hábitos de consumo e estabelecer um canal de relacionamento direto com clientes em todo o território nacional.

O movimento insere a empresa definitivamente na era da transformação digital, complementando seus canais de venda tradicionais com uma operação online robusta. O projeto foi executado em cerca de quatro meses, abrangendo desde o planejamento estratégico até a integração com sistemas internos e testes de performance.

Tecnologia e Escalabilidade

Para suportar a nova operação, a Teka escolheu a VTEX como parceira tecnológica. A decisão pela plataforma baseou-se em critérios de segurança e, principalmente, escalabilidade, garantindo que o site mantenha a estabilidade mesmo com o crescimento projetado no volume de acessos e vendas.

Segundo Fabiana Geraigire, responsável pelo e-commerce da marca, a novidade reflete a adaptação da empresa aos novos tempos:

“Estamos vivendo um novo momento na Teka, em que a modernização dos nossos processos e canais é fundamental. O e-commerce próprio reforça nossa presença digital e nos aproxima ainda mais do consumidor final”, afirma a executiva.

Foco na Experiência do Usuário (UX)

Um dos pilares centrais do desenvolvimento foi a jornada do cliente. A plataforma oferece navegação intuitiva, filtros de busca inteligentes e um checkout simplificado, além de integração logística para garantir agilidade na entrega.

Nesta fase de lançamento, o mix de produtos disponível no site (www.teka.com.br) concentra-se em uma curadoria das principais linhas de cama, mesa e banho, trazendo os itens mais icônicos do portfólio da marca.

Próximos Passos

A estratégia da Teka para os primeiros meses de operação é focar na consolidação da estrutura e na análise de dados sobre o comportamento de compra online. A empresa projeta um crescimento acelerado e já possui um cronograma de atualizações contínuas, que prevê a implementação gradual de novas funcionalidades e a expansão do sortimento de produtos.

02.02 no TikTok Shop: descontos de até 40% marcam a nova campanha da plataforma no ano

O TikTok Shop lança, no dia 29 de janeiro, a sua campanha especial de 02.02, com até 40% de desconto, frete grátis e ofertas válidas em todas as categorias da plataforma. A ação marca a segunda campanha de descontos do TikTok Shop em 2026, a primeira sendo Volta às Aulas, e reforça a estratégia da plataforma em conectar a experiência de compra com o entretenimento.

Em seus primeiros meses de operação no país, a plataforma registrou um crescimento exponencial: ao comparar setembro com maio, a receita diária média (GMV) cresceu 26 vezes, evidenciando o impacto do modelo de compra por descoberta no varejo digital brasileiro.

Durante a campanha, algumas LIVES do TikTok Shop ganham protagonismo com cupons exclusivos de 20% de desconto no carrinho, que podem somar de forma progressiva ao desconto geral de até 40%. Esse modelo tem impulsionado a rápida adoção da plataforma: nos primeiros cinco meses, o número de criadores que realizam vendas mensais cresceu 12 vezes, enquanto a base de lojistas e marcas com vendas mensais aumentou 11 vezes, consolidando o TikTok Shop como um novo canal estratégico de vendas e monetização para empresas de todos os tamanhos.

A campanha e os descontos vão até o dia 4 de fevereiro.

E-commerce em Expansão: Shopee anuncia meta de capacitar mais de 100 mil empreendedores em 2026

A Shopee, plataforma de comércio eletrônico, anunciou uma estratégia agressiva para fortalecer sua atuação no mercado brasileiro em 2026. A empresa revelou planos para capacitar mais de 100 mil empreendedores ao longo do próximo ano, quadruplicando o valor investido em iniciativas de educação e incentivos comerciais em comparação aos anos anteriores.

O movimento tem como alvo principal as micro, pequenas e médias empresas (PMEs), que hoje já são responsáveis por mais de 90% das vendas realizadas na plataforma. O objetivo é fornecer o conhecimento e as ferramentas necessárias para que esses lojistas locais cresçam de forma sustentável dentro da economia digital.

Parceria além da venda

Segundo a empresa, a estratégia não se limita a conectar pontas, mas sim a desenvolver o vendedor. Felipe Lima, head de Desenvolvimento de Negócios da Shopee no Brasil, destaca a visão de longo prazo da companhia:

“Nosso papel vai além de conectar consumidores e vendedores. Somos um parceiro do empreendedor. Ao investir em tecnologia, capacitação e benefícios, geramos mais oportunidades e fomentamos o ecossistema de e-commerce como um todo. Nosso foco é ajudar o lojista em todos os estágios de sua jornada.”

O Plano de Ação: “Shopee na Estrada” e Parcerias

Para atingir a meta de 100 mil capacitados, a Shopee aposta em uma abordagem híbrida e parcerias institucionais:

  • Expansão Regional: O programa itinerante “Shopee na Estrada”, que leva mentorias e conteúdo técnico aos polos econômicos do país, terá seu alcance ampliado para mais de 50 edições em 2026.
  • Apoio Institucional: A empresa reforça colaborações com o Sebrae (com novas trilhas de e-learning), o Ministério do Empreendedorismo (MEMP) e a ApexBrasil.
  • Educação Híbrida: Uma série de eventos presenciais e online ocorrerá durante todo o ano para garantir capilaridade nacional.

Tecnologia e Inteligência Artificial

Além da educação, o pacote de investimentos abrange subsídios e tecnologia. A Shopee ampliará os incentivos comerciais, incluindo créditos para a ferramenta de publicidade Shopee Ads e melhorias no Programa de Afiliados.

Um dos grandes diferenciais anunciados é o desenvolvimento de novas tecnologias baseadas em inteligência artificial, projetadas para auxiliar as pequenas empresas a operarem com maior eficiência operacional e conveniência. Ferramentas gratuitas de engajamento, como Shopee Lives e Shopee Vídeos, continuam sendo centrais na estratégia de visibilidade.

Ecossistema Logístico

Para suportar o aumento esperado no volume de vendas, a plataforma confirmou que continuará expandindo sua malha logística para garantir entregas mais rápidas. Na ponta do consumidor, a manutenção de benefícios como cupons de frete grátis e cashback visa manter a demanda aquecida, fechando o ciclo de valor para os vendedores recém-capacitados.