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Google lança novo protocolo e intensifica disputa com OpenAI pelo domínio do ‘Comércio Agêntico’

A edição de 2026 da NRF (National Retail Federation), o maior evento de varejo do mundo, foi palco de um anúncio que promete redefinir a infraestrutura do comércio digital global. O Google, em parceria com a Shopify, lançou oficialmente o Universal Commerce Protocol (UCP), inaugurando uma nova fase na batalha pelo controle do “comércio agêntico” — modelo em que algoritmos de Inteligência Artificial tomam decisões de compra em nome dos consumidores.

A movimentação é uma resposta direta ao Agentic Commerce Protocol, apresentado meses antes por um consórcio formado pela OpenAI, Stripe e Shopify. O cenário desenha uma disputa acirrada entre gigantes da tecnologia para dominar não apenas a busca, mas todo o fluxo transacional, da descoberta ao pagamento.

A Batalha pelo Checkout

Segundo análise de Gilsinei Hansen, Vice-Presidente de Negócios da Zenvia, e Leticia D’Angelo, Diretora de Clientes Enterprise da Zenvia, o objetivo do Google com o UCP é estender seu domínio atual. Com a implementação do AI Mode nas buscas, a empresa já lidera a etapa de descoberta. O novo protocolo visa padronizar a integração entre buscas, assistentes virtuais e pagamentos, criando um “chat commerce” fluido onde a transação ocorre dentro da interação com a IA.

Em contrapartida, a estratégia da OpenAI foca na integração direta com marketplaces e sistemas de checkout. A grande incógnita do mercado permanece sobre como players como Amazon, Mercado Livre, Meta e TikTok reagirão: se adotarão protocolos de terceiros ou fragmentarão o mercado com padrões proprietários.

Impacto no Varejo e Fragmentação Inevitável

Especialistas apontam que a promessa de um “padrão aberto” raramente garante neutralidade. O cenário provável para desenvolvedores e empresas de software é pragmático e oneroso: a obrigatoriedade de integração com múltiplos protocolos para garantir relevância.

Para o varejo, a mudança é estrutural. Executivos de grandes empresas brasileiras presentes na NRF, como Magalu e iFood, reforçaram que a tecnologia deve servir à experiência do cliente, mas alertam para uma nova realidade de visibilidade.

“Não se trata mais apenas de posicionamento em vitrines ou SEO tradicional, mas de presença nas bases de dados que alimentam decisões automatizadas. Se o algoritmo não ‘lê’ a marca, ela desaparece,” alertam os executivos da Zenvia.

Isso altera a lógica de fidelidade. Marcas menores com dados bem estruturados podem ganhar vantagem competitiva sobre gigantes que não se adaptarem aos novos protocolos de leitura algorítmica.

O Fator Humano

Apesar do avanço da automação, o evento destacou a importância da conexão humana. Ryan Reynolds, fundador da agência Maximus, pontuou em sua palestra que “conexão supera o orçamento”. A visão predominante é que a IA deve potencializar a escuta ativa e a personalização, evitando uma automação genérica que afaste o consumidor.

O Futuro do Setor

A disputa entre Google e OpenAI moldará a próxima década do e-commerce. Para o mercado brasileiro, reconhecido por sua agilidade na adoção de tendências, o desafio será triplo: dominar as implicações técnicas dos novos protocolos, estruturar dados para serem lidos por agentes de IA e, crucialmente, manter o foco na construção de confiança e propósito de marca.

VTEX acelera transformação digital da Aço Cearense e faz e-commerce B2B crescer mais de 300% em apenas um mês

A digitalização do B2B vem ganhando força no setor industrial brasileiro, impulsionada por plataformas robustas como a VTEX, multinacional brasileira líder em soluções de comércio digital. Com a implementação do modelo de venda assistida da VTEX, a Aço Cearense, uma das maiores indústrias de aço do Brasil criada em 1984, registrou um crescimento de 304,5% na receita do e-commerce em apenas 20 dias, evidenciando o impacto direto da tecnologia da multinacional brasileira no desempenho comercial de grandes indústrias. A VTEX viabilizou a integração entre canais digitais e força de vendas, apoiando uma operação B2B mais eficiente, escalável e alinhada às demandas de diferentes perfis de clientes no mercado de construção civil.

A iniciativa conectou diretamente os consultores de vendas, especialistas que orientam as lojas virtuais a crescerem, analisando desafios e implementando estratégias para otimizar as vendas no e-commerce, focando em soluções personalizadas e dados para resultados reais transformando o canal digital em uma extensão do relacionamento comercial. Como resultado, a empresa alcançou um aumento de 101,7% no número de novos clientes, além de um crescimento de 188,5% no volume de pedidos e a movimentação de 219 toneladas de produtos via canal digital. 

“O futuro do B2B não é escolher entre digital ou relacionamento, mas unir os dois. Quando o e-commerce passa a trabalhar a favor do vendedor, o processo de compra se torna mais eficiente. Esse modelo permite que as empresas cresçam no digital sem perder o atendimento consultivo, que é essencial para operações complexas como as da indústria”, diz Massimo Enea, Sales Director da VTEX. 

Sabendo disso, a Aço Cearense já contava com uma operação de e-commerce, mas o canal funcionava de forma paralela aos demais pontos de contato com o cliente. O desafio era integrar físico e digital em uma única jornada fluida, sem gerar atritos com o time comercial, que inicialmente, via o e-commerce como uma possível ameaça à carteira de clientes.  

O ponto de virada foi a criação do projeto de Venda Assistida, desenvolvido com o apoio da VTEX. Com links personalizados, os vendedores passaram a fazer pedidos para os clientes diretamente pelo e-commerce, mantendo a comissão e o controle das vendas. Isso tornou o processo mais simples e rápido, aumentou a produtividade do time comercial e melhorou a experiência dos clientes no ambiente B2B. 

“A Venda Assistida transformou o e-commerce em uma extensão da nossa força comercial. Unimos tecnologia e relacionamento para escalar vendas, ganhar eficiência e fortalecer o papel do vendedor no B2B, além de promover um melhor atendimento aos nossos clientes”, diz Ricardo Dias, Diretor de Comercial e Marketing da Aço Cearense.

A flexibilidade da plataforma VTEX permitiu adaptações ao modelo de negócio da Aço Cearense e contou com a participação ativa do time comercial no desenvolvimento da solução. Os resultados foram imediatos: em menos de um mês, mais de 400 pedidos foram realizados por meio da venda assistida, 51% dos clientes voltaram a comprar pelo canal digital, o ticket médio cresceu 46,6% e cerca de 150 clientes migraram para o e-commerce. Atualmente, 60% da equipe comercial já utiliza a plataforma, e vendedores que antes resistiam à tecnologia passaram a liderar treinamentos internos. 

“O futuro não é sem vendedor. É com um vendedor mais valioso, que usa a tecnologia para vender mais, melhor e com mais eficiência. O digital não substitui o consultor: ele potencializa seu impacto.” afirma Massimo Enea. 

O projeto reforça como a tecnologia da VTEX pode integrar pessoas, processos e canais em uma única operação, transformando o e-commerce em um motor de crescimento para negócios B2B e potencializando resultados de forma rápida e consistente.

Mercado de People Analytics alcança US$ 9,5 bilhões até 2030 e amplia papel do RH nas decisões

O mercado global de analytics aplicados a Recursos Humanos deve quase dobrar até 2030, alcançando US$ 9,5 bilhões, segundo projeção da Mordor Intelligence, evidenciando a consolidação da área de Recursos Humanos (RH) como estratégica nas empresas. Para a EMRH Consultoria, especializada em estratégia de pessoas e desenvolvimento organizacional, o avanço do People Analytics, da tecnologia e do uso intensivo de dados marca a transição definitiva do RH de um papel administrativo para uma atuação direta nas decisões relacionadas a desempenho, retenção de talentos e cultura organizacional.

Segundo Elenise Martins, fundadora da EMRH Consultoria, empresa especializada no desenvolvimento de pessoas, essa mudança reflete uma pressão crescente para que o RH responda a desafios estruturais do negócio com maior profundidade analítica. “A alta rotatividade, a dificuldade de engajamento e a perda de talentos estratégicos expõem os limites de decisões baseadas apenas em percepção. O uso de dados permite identificar padrões, antecipar riscos e transformar problemas recorrentes em insumos para decisões mais consistentes”, analisa.

O crescimento da rotatividade no mercado brasileiro reforça a urgência por abordagens mais estratégicas de gestão de pessoas. De acordo com dados da consultoria Robert Half, 56% dos profissionais com carteira assinada trocaram de emprego nos últimos 12 meses, um salto expressivo em relação ao cenário de cinco anos atrás e hoje um dos principais desafios apontados por especialistas em RH.

Diante desse cenário, as empresas têm recorrido cada vez mais à análise de dados para entender os fatores por trás do turnover e agir de forma preventiva. Segundo a Deloitte, 71% das organizações que adotam People Analytics consideram essas ferramentas fundamentais para decisões estratégicas de RH, indicando que a leitura estruturada de dados sobre desligamentos, engajamento e performance se tornou essencial para identificar padrões, antecipar riscos e orientar políticas de retenção.

Com a ampliação do uso de People Analytics, cresce também a responsabilização das lideranças. Indicadores de rotatividade, desempenho e engajamento deixam de ser exclusivos do RH e passam a integrar de forma mais sistemática a avaliação de gestores e equipes. Para Elenise Martins, esse movimento altera a lógica de gestão nas empresas. “Quando os dados evidenciam onde estão as saídas, as quedas de performance e os desafios de engajamento, a liderança deixa de atuar apenas de forma reativa. A análise estruturada de dados de pessoas expõe a responsabilidade gerencial sobre talentos e qualifica o debate com a alta gestão”, afirma.

Esse reposicionamento também redefine o papel do RH, que deixa de ser apenas um produtor de informações para se tornar um agente de decisão. “O RH relevante é aquele que consegue transformar informação em decisão e decisão em impacto real no negócio. Isso exige leitura crítica de dados, capacidade de interpretação e conexão direta com a estratégia da empresa. Em um mercado de trabalho cada vez mais instável, crescer de forma sustentável passa, necessariamente, por decisões mais qualificadas sobre pessoas”, conclui.

IA, influenciadores e até desconhecidos: quem realmente decide compras agora?

O modelo tradicional do funil de vendas B2B, estruturado em etapas lineares de atração, qualificação, negociação e fechamento, já não descreve a realidade das decisões de compra corporativas. Ele vem sendo substituído por uma lógica mais difusa e interconectada, em que diferentes atores participam simultaneamente da construção da escolha. É o avanço das chamadas buying networks: redes amplas de stakeholders internos e externos que influenciam diretamente as decisões, muitas vezes com participação de agentes de IA, influenciadores de mercado e múltiplas fontes de pesquisa.

Relatório recente da Forrester, intitulado Buying Networks: Your Buyers’ New Reality, mostra que a jornada B2B deixou de ser conduzida por um comitê limitado e passou a envolver um ecossistema mais complexo. Consultores, analistas, pares da indústria, influenciadores, equipes técnicas, jovens profissionais das gerações millennial e Gen Z e até agentes de Inteligência Artificial entram no processo como formadores de opinião. “Isso exige que as empresas abandonem a ideia de um decisor ideal e passem a ajustar suas mensagens para uma rede inteira, com conteúdos que reduzam incertezas, gerem confiança e deixem claros os riscos e benefícios para todos os envolvidos”, explica Fernanda Nascimento, especialista em marketing e vendas B2B e CEO da Stratlab.

Segundo ela, o fenômeno redesenha as regras do jogo comercial. “Hoje, quem decide não é mais uma pessoa, e sim uma rede. Não basta empurrar leads por um funil linear. As empresas precisam orquestrar conversas, construir autoridade e oferecer clareza em diferentes níveis de conhecimento e expectativas”, afirma. Para isso, destaca, o vendedor deixa de atuar como gatekeeper e passa a assumir papéis de consultor e facilitador.

Fernanda reforça que a adaptação não é opcional. “Com compradores cada vez mais autônomos, informados e expostos a múltiplas vozes de influência, insistir em táticas tradicionais, tais como formulários engessados, SDRs focados apenas em volume e disparos massivos de e-mails, por exemplo, tende a se tornar irrelevante ou até prejudicial”, diz.

Para a executiva, as buying networks representam uma mudança estrutural no ambiente de negócios. Não se trata de uma tendência pontual de marketing ou tecnologia, mas de uma alteração profunda na forma como empresas constroem reputação, se relacionam e competem. Nesse novo cenário, ela recomenda que executivos e lideranças B2B:

  • Reconheçam que já não controlam o processo de compra: fazem parte de uma rede com múltiplas vozes e interesses, exigindo ajustes na governança comercial e de marketing;
  • Produzam conteúdo claro, acessível e relevante antes mesmo do primeiro contato humano. Transparência e contexto se tornaram ativos essenciais;
  • Invistam em autoridade e reputação por meio de presença editorial, thought leadership, relações com influenciadores, mídia e comunidades de mercado;
  • Reestruturem marketing e vendas para entregar valor contínuo em toda a jornada, com agilidade, empatia e foco em resolver dores reais;
  • Encarem a automação e a IA como suportes estratégicos, e não substitutos da inteligência humana.

“Para empresas brasileiras, especialmente as que atuam com tecnologia, consultoria, serviços e B2B, adotar essa nova lógica pode significar ganho real de competitividade. Ignorar essa transformação pode levar à invisibilidade, queda de conversão, frustração de clientes e perda de relevância”, conclui Fernanda.

Solo Iron fecha parceria com Akamai para fortalecer proteção de aplicações web e APIs no Brasil

A Solo Iron, unidade de cibersegurança da Solo Network, anunciou uma parceria estratégica com a Akamai para oferecer ao mercado brasileiro uma operação completa de proteção de aplicações web e APIs, combinando tecnologia líder global com serviços gerenciados de segurança, monitoramento contínuo e resposta estruturada a incidentes.

A parceria tem como objetivo combinar a especialização da Solo Iron em operações gerenciadas de segurança com a tecnologia da Akamai para entregar ao mercado uma solução completa de proteção de aplicações web e APIs, orientada a risco e sustentada por processos estruturados. A proposta vai além da adoção de ferramentas, integrando monitoramento contínuo, análise especializada e resposta a incidentes em um modelo operacional único.

Com a Akamai, a Solo Iron incorpora ao seu portfólio tecnologias de proteção de aplicações e APIs que atuam diretamente na mitigação de ataques automatizados, exploração de vulnerabilidades, abusos de lógica e tentativas de negação de serviço. Esses recursos passam a ser operados e contextualizados pelo time da Solo Iron, dentro de uma metodologia baseada em frameworks reconhecidos como OWASP, NIST, CIS, MITRE e NIST SP 800-61.

Para a Akamai, o cenário regional exige uma abordagem mais profunda e integrada. “A região vive um aumento consistente na sofisticação dos ataques direcionados a aplicações web e APIs. Observamos um volume crescente de tentativas de exploração de lógica de negócio, manipulação de parâmetros e uso de bots para mapear endpoints e testar credenciais. O ciclo acelerado de desenvolvimento amplia a superfície disponível para ataques, tornando a visibilidade e a resposta fatores determinantes”, afirma Ana Cerqueira, Director Channel Sales and Programs LATAM da Akamai.

Segundo Felipe Guimarães, CISO da Solo Iron, a parceria com a Akamai deixa clara a intenção da empresa de entregar não somente tecnologia, mas uma operação viva, contínua e orientada ao negócio. “A Akamai se torna um aliado estratégico da Solo Iron. É um fabricante com produtos estáveis e confiáveis, líder de mercado em proteção de aplicações web e APIs. Para nós, é o parceiro ideal para compor a nossa estratégia de segurança Iron, que é levar uma operação completa como solução para nossos clientes.”

A integração técnica permitirá que alertas e eventos bloqueados pela Akamai sejam correlacionados com o SOC da Solo Iron, elevando a capacidade analítica. “Ao integrar a Akamai à nossa operação, conseguimos enriquecer os processos de detecção e inteligência dos eventos que a ferramenta está prevenindo e conectar isso a processos estruturados de resposta a incidentes, baseados no NIST SP 800-61. Isso se traduz em uma atuação rápida, tempestiva e acionável frente aos ataques”, afirma Guimarães.

Franquia acessível de tecnologia impulsionam novos empreendedores no mercado digital

O setor de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil vive um momento de forte crescimento, impulsionado pela demanda por softwares, nuvem, automação e novos serviços digitais. De acordo com os dados recentes da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) em parceria com a consultoria Internacional Data Corporation (IDC), os investimentos em TI no país atingiram US$ 58,6 bilhões em 2024, números que colocam o Brasil entre os dez maiores mercados globais do setor. 

Nesse cenário favorável, franquias de tecnologias são afetadas positivamente. No mundo do franchising, o segmento de “Comunicação, Informática e Eletrônicos”, incluindo redes de tecnologia e softwares, também seguem em grande crescimento. No ano de 2024, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), esse segmento registrou um crescimento de aproximadamente 10% em relação ao ano anterior. 

Com isso, o crescimento de demandas por soluções de TI e a expansão do franchising, surgem grandes oportunidades de investimento para quem deseja abrir seu próprio negócio sem precisar de um capital muito grande e estrutura complexa.

Franquia de tecnologia para quem começa pequeno e pensa grande 

A Gigatron atua no desenvolvimento e oferta de softwares de gestão empresarial, ERP, sistemas de varejo, PDV, automação comercial e soluções voltadas a micro e pequenas empresas. Há mais de duas décadas no mercado, a marca construiu sua trajetória com adaptações às necessidades do mercado. 

O diferencial da rede está em oferecer modelos de negócio com investimento acessível e uma operação enxuta, incluindo a possibilidade de atuação em home office, formato ideal para quem não possui grande capital ou não deseja atuar com loja física. 

“Criamos ferramentas ágeis que democratizam o acesso a softwares de gestão e permitimos que o franqueado atue de forma independente, até no home office, com alta lucratividade e suporte completo”, afirma Victor Ruiz, CEO da franquia. 

O modelo “Software Premium” é estruturado com esse propósito, oferecer ao franqueado um portfólio robusto de soluções de gestão, com suporte completo da franqueadora, sem exigir que o investidor monte uma infraestrutura do zero. 

Essa facilidade operacional e automação faz com que a Gigatron seja uma opção atraente para quem nunca empreendeu, mas deseja iniciar em um setor em constante crescimento. 

Franquias de tecnologia são uma alternativa mais segura e acessível ao investidor 

O segmento de tecnologias tem se mostrado uma opção segura e acessível para quem deseja empreender, especialmente em um cenário em que abrir um negócio do zero exige altos investimentos, longo tempo de desenvolvimento e conhecimento técnico especializado. Diferente da criação de uma empresa própria de softwares, que demanda etapas que demoram muito tempo, o modelo de franquia oferece um caminho mais curto e já validado. 

Na Gigatron, o empreendedor recebe o negócio pronto, com soluções já estabelecidas, em uma marca reconhecida e processos estruturados, o que reduz os riscos da operação. 

Além disso, a estrutura enxuta torna o modelo ainda mais atrativo. A possibilidade de atuar em home office, com uma operação flexível e sem necessidade de grandes equipes, permite que o franqueado inicie as atividades com baixo custo fixo. 

Essa agilidade operacional cria um ambiente mais acessível para quem está começando, especialmente para investidores que procuram segurança em vez de arriscar em negócios complexos ou desconhecidos. 

Franquias de tecnologia representam uma alternativa de entrada inteligente no universo do franchising. Com suporte especializado, processos estabelecidos, portfólio de produtos já testados e um mercado em expansão, marcas como a Gigatron facilitam o acesso ao empreendedorismo em TI, permitindo que novos investidores iniciem com segurança, escalabilidade e perspectiva de crescimento. 

Nova era do empreendedorismo: a democratização da tecnologia 

Ao investir em uma franquia de tecnologia, o empreendedor não adquire apenas um negócio, ele se posiciona em um mercado estratégico, com demanda crescente e alta relevância para empresas de todos os tamanhos. A Gigatron, com seu modelo adaptado às diferentes realidades de seus possíveis franqueados, representa essa ligação entre o microempreendedor e o universo do TI.

“Entendemos que muitos têm vontade de empreender, mas não possuem um grande capital para desenvolver um software do zero. Com a Gigatron, oferecemos estrutura, suporte, tecnologia, uma marca consolidada e negócio rentável”, finaliza o CEO. 

Para quem busca empreender com controle, escalabilidade e inserção no mercado de tecnologia, uma franquia como a Gigatron representa atualmente, uma oportunidade de entrar no mundo tech sem os riscos tradicionais de um negócio estruturado sem suporte ou modelo prévio.

Programa de aceleração de negócios inovadores de SP abre inscrições

O que têm em comum um delivery de produtos religiosos, um site que usa IA e geolocalização para conectar profissionais especializados e plataformas que promovem somente o trabalho de pessoas negras e imigrantes? Estes são alguns exemplos de negócios bem-sucedidos acelerados pelo VAI TEC – Programa para a Valorização de Iniciativas Tecnológicas -, que abre as inscrições para sua 11ª edição no dia 23 de janeiro. 

A aceleração dos até 25 selecionados desta edição inicia em junho e tem duração de 6 meses. Nesse período, cada negócio receberá um total de R$ 52 mil e suporte técnico para impulsionar o negócio. 

“Em 10 anos do programa, 320 empreendimentos foram acelerados provando o valor de uma política pública que reforça o ecossistema de empreendedorismo, tecnologia e inovação da cidade de São Paulo”, informa Renan Vieira, presidente da ADE SAMPA (Agência São Paulo de Desenvolvimento), que executa a iniciativa da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. 

“Com o VAI TEC, a Prefeitura de São Paulo reforça seu compromisso com a inovação como ferramenta de inclusão, desenvolvimento econômico e geração de oportunidades em toda a cidade, especialmente nas periferias. Ao apoiar negócios de base tecnológica com recursos financeiros, capacitação e acompanhamento técnico, o programa fortalece o ecossistema empreendedor paulistano e impulsiona soluções criativas que respondem a desafios reais da população, gerando emprego, renda e impacto social positivo”, afirma Rodrigo Goulart, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho.

Nas 10 edições do programa, a Zona Sul representa 29,4% dos negócios acelerados, seguida da Zona Leste com 24,5%, e Zona Norte com 22,1%. A Zona Oeste representa 13,6% e Centro 10,1%. Entre os negócios acelerados, estão o Happ Fé, que trabalha no nicho de artigos religiosos afro-brasileiros, atuando com delivery. Os fundadores do Happ Fé participaram da edição de 2025 do VAI TEC ao lado do Mais Afro, uma plataforma que mapeia e divulga profissionais e negócios liderados somente por pessoas negras. Já a Vem Bumbar promove a inserção de imigrantes no mercado de trabalho. O programa ajudou também a profissionalização da Cuid, site que usa um sistema de geolocalização para identificar cuidadores de idosos mais próximos das famílias que buscam serviços especializados.

Para participar do VAI TEC em 2026 os empreendedores precisam ter negócios inovadores, formalizados ou não, que utilizem tecnologia como parte essencial do modelo de negócio e tenham potencial de desenvolvimento local e geração de emprego e renda. O Programa abrange toda a cidade de São Paulo, especialmente as periferias, e podem se habilitar negócios que proponham soluções de IA em Saúde, Urbanismo, Mobilidade e Educação; Sistemas ou Softwares de Gestão; Desenvolvimento de Aplicativos e/ou Plataformas Inovadoras; Cibersegurança e Privacidade de Dados; Realidade Aumentada e Realidade Virtual para Experiências Imersivas; Blockchain e Tecnologias Distribuídas. 

O empreendimento selecionado deverá, obrigatoriamente, ser composto por dois integrantes maiores de 18 anos no ato da inscrição e residentes em São Paulo, que deverão participar de, no mínimo, 85% das atividades, realizadas em horário comercial. Nesta edição, empreendimentos de setores de audiovisual, games e economia verde serão encaminhados para participar de programas específicos de aceleração da ADE SAMPA para estas áreas.

SERVIÇO: Inscrições 11ª edição do Programa VAI TEC

Período: de 23/01 a 23/02/2026

Site:  https://adesampa.com.br/vaitec/ 

Informações: vaitec@adesampa.com.br 

Realização: Prefeitura de São Paulo (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho)

Operação: ADE SAMPA (Agência São Paulo de Desenvolvimento)

Fórmula E e Google Cloud anunciam Parceria Principal plurianual 

Fórmula E e Google Cloud anunciaram hoje o acordo de parceria plurianual, com o Google Cloud sendo nomeado Parceiro Principal de Inteligência Artificial do Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E.  

No centro da parceria está a missão de demonstrar o potencial da Inteligência Artificial (IA) para gerar um impacto positivo em todas as operações comerciais da Fórmula E — do desenvolvimento e realização de corridas até a experiência de fãs. 

Este acordo plurianual se baseia na parceria oficial formalizada pela primeira vez em janeiro de 2025. A significativa elevação do Google Cloud a Parceiro Principal envolve a adoção pela Fórmula E de ainda mais tecnologias para seus negócios, como a integração de modelos Gemini em todo seu ecossistema para acelerar o desempenho, proporcionar operações mais rápidas e eficientes e mostrar inovação em ambiente global. 

Parceria construída sobre sólida base tecnológica 
Esta etapa da parceria segue uma base de colaboração, que inclui o pioneirismo da Fórmula E ao estabelecer o recorde de velocidade em pista coberta, bem como o pioneirismo do projeto “Mountain Recharge”.  

Durante este projeto, a Fórmula E utilizou os modelos AI Studio e Gemini, do Google, para mapear a rota ideal e ainda identificar zonas ideais para frenagem, para que o carro-conceito GENBETA pudesse gerar energia suficiente através da frenagem regenerativa, ao descer o monte Col, na Europa. Com esses cálculos, o carro obteve autonomia para completar uma volta completa no Circuito de Mônaco. 

A colaboração mais recente também ajudará a mudar a experiência dos fãs em todo o mundo. A Fórmula E já integrou um novo “Agente de Estratégia” nas transmissões ao vivo, fornecendo informações personalizadas, previsões e explicações à medida que as corridas se desenrolam. Milhões de espectadores já se beneficiaram do acesso a uma compreensão mais profunda da dinâmica da corrida, da estratégia e do desempenho dos pilotos. 

Facilitando a transformação e a sustentabilidade dos negócios 
Para além das pistas, a parceria vai aprimorar as operações do Campeonato Mundial: a Fórmula E usará o Google Workspace com Gemini para permitir maior agilidade e eficiência em toda a sua organização. Enquanto isso, a modelagem avançada de IA, no back office da Fórmula E, e a criação de 

“gêmeos digitais” de corridas e eventos, permitindo que a Fórmula E simule e otimize a construção de locais virtualmente, têm o potencial de proporcionar reduções adicionais da pegada de carbono da competição. 

Isso minimiza a necessidade de reconhecimento do local, bem como o transporte de equipamentos pesados, proporcionando uma operação otimizada do campeonato, mantendo o desempenho máximo. 

Jeff Dodds, CEO da Fórmula E, afirmou:  
“Nossa parceria ampliada com o Google Cloud é uma verdadeira virada de jogo para a Fórmula E e para o automobilismo como um todo. Já estamos ultrapassando os limites da tecnologia no esporte, e essa parceria principal confirma nossa visão.  

“A integração dos recursos de IA do Google Cloud abrirá uma nova dimensão de otimização de desempenho em tempo real, bem como de tomada de decisões estratégicas, tanto para o campeonato quanto para nossa audiência da transmissão global.  

“Essa colaboração redefinirá a forma como os fãs vivenciam nossas corridas e estabelecerá uma nova referência para a integração da tecnologia no esporte em todo o mundo”. 

Tara Brady, Presidente para EMEA do Google Cloud, acrescentou:  
“A Fórmula E é um centro de inovação, onde milissegundos podem definir o sucesso. Esta parceria ampliada é uma prova do poder da IA e da análise de dados do Google Cloud, e mostra como nossa tecnologia pode oferecer vantagem competitiva nos mais exigentes cenários”.  

Fórmula E retorna com o E-Prix de Miami 
Após São Paulo e Cidade do México, o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E prossegue com a terceira etapa, o E-Prix de Miami, no final de semana de 30 e 31 de janeiro de 2026, no Autódromo Internacional de Miami, localizado no Hard Rock Stadium. 

IA, mensageria inteligente e segurança redefinem a experiência do cliente no Brasil, aponta Sinch

A Sinch, líder global em mensageria e comunicações digitais, avalia que a inteligência artificial está acelerando uma mudança profunda na forma como empresas brasileiras se relacionam com seus clientes. A combinação entre IA, mensageria digital e segurança da informação vem estabelecendo um novo padrão de experiência do cliente, baseado em personalização em escala, eficiência operacional e confianç

Pesquisas recentes indicam uma evolução relevante na percepção dos consumidores em relação ao atendimento e à comunicação das marcas, com maior sensação de reconhecimento individual e interações mais contextualizadas. Esse movimento reflete o avanço do uso da inteligência artificial na experiência do cliente, especialmente em canais digitais e conversacionais.

Ao mesmo tempo, o avanço da IA intensifica as discussões sobre confiança e uso responsável de dados. Consumidores demonstram crescente cautela em relação às próprias informações pessoais e esperam que empresas que utilizam tecnologias como IA generativa e agentes inteligentes atuem com responsabilidade, ética e transparência ao longo de toda a jornada.

A transparência sobre o uso de agentes de IA torna-se um fator central da experiência do cliente. Segundo o Salesforce, 72% dos consumidores consideram importante saber se estão interagindo com um agente de inteligência artificial, especialmente à medida que essas soluções passam a assumir um papel mais ativo no atendimento e na comunicação com as marcas.

A aceitação dos agentes de IA varia conforme o tipo de interação. Ainda de acordo com o Salesforce, 46% dos compradores empresariais afirmam que trabalhariam com um agente de IA para obter atendimento mais rápido, enquanto 38% dos clientes se sentem confortáveis com a criação de conteúdo personalizado por agentes inteligentes. Por outro lado, apenas 17% se mostram confortáveis com agentes de IA tomando decisões financeiras em seu nome, indicando limites claros para a atuação da tecnologia na experiência do cliente.

Para Mario Marchetti, diretor-geral da Sinch na América Latina, o desafio das empresas não está apenas na adoção da tecnologia, mas na forma como ela é aplicada ao relacionamento com o cliente

“A inteligência artificial permite escalar a personalização e tornar a comunicação muito mais relevante, mas ela só gera valor real quando vem acompanhada de transparência, segurança e respeito ao consumidor. À medida que os agentes de IA passam a interagir diretamente com as pessoas, construir confiança se torna tão importante quanto a tecnologia em si”, afirma.

Nesse cenário, a Sinch observa que canais conversacionais como SMS, WhatsApp, RCS e notificações automatizadas se consolidam como pontos estratégicos de contato entre marcas e consumidores, especialmente quando integrados a soluções de IA capazes de interpretar contexto e intenção em tempo real, com governança e segurança.

Para a Sinch, o futuro da experiência do cliente será cada vez mais conversacional, personalizada e orientada por confiança, com a mensageria inteligente atuando como elo central entre tecnologia, dados e relacionamento humano.

Omnichannel em 2026: como atrair e fidelizar o consumidor?

Durante anos, o discurso foi claro: quanto mais presença, melhor. Estar no Instagram, WhatsApp, e-commerce, app e no físico era sinônimo de modernidade. Em 2026, contudo, esse discurso pode não fazer mais sentido e inclusive, ser bem perigoso para os negócios que queiram se destacar. Uma boa estratégia omnichannel deixou de ser sobre presença em massa, e passou a ser sobre relevância nos meios estratégicos para cada público-alvo. 

Vivemos em um ambiente tecnológico pujante, acelerado e extremamente volátil. A cada ano, surgem novas ferramentas, formatos de interação e possibilidades de comunicação entre empresas e consumidores – o que faz com que muitos negócios acreditem que o sucesso está diretamente relacionado a estar presente em todos os canais disponíveis. O que não é verdade. 

O mercado passou a assumir que as empresas modernas e digitais precisam estar disponíveis para seus clientes em todos os canais, e essa narrativa criou uma pressão interna nas empresas para se adequar a essa visão e nunca ter sua comunicação rotulada como “desatualizada”. Essa visão, além de equivocada, empurra empresas para decisões que geram perigos graves, como investimentos desnecessários em tecnologias que seus clientes não utilizam; e implementações apressadas sem integração com a jornada do consumidor. 

Quais as consequências disso tudo? Experiências desconectadas, onde canais até existem, mas não conversam entre si; levando a clientes esquecidos quanto à sua real necessidade, quando a estrutura operacional não acompanha a promessa de atendimento. No fim, o excesso de canais se transforma em custo, ruído e má experiência.   

A nova era em que vivemos pede escolhas mais maduras. Ao invés de responder às pressões do mercado, as empresas devem priorizar as necessidades reais dos seus consumidores. A melhor estratégia nesse sentido é aquela que atende o cliente com eficiência e fluidez, mantém o custo operacional baixo, entende o papel e as particularidades de cada canal, e conecta jornadas de forma contínua e resolutiva. 

A omnicanalidade não diz respeito a amplitude, mas sim à estratégia, coerência e integração. Aquelas que realmente entenderem essa relação tendem a colher frutos bem maduros. Segundo um relatório do Capital One Shopping, consumidores omnichannel proporcionam um retorno sobre o investimento 30% maior ao longo da vida útil do produto, em comparação com aqueles que utilizam apenas um canal de compra. 

Dentre as frentes que tendem a ganhar força este ano, capazes de abrir grandes possibilidades para empresas que querem evoluir sua comunicação, o RCS é uma grande oportunidade – ainda mais, com sua chegada oficial ao IOS, ampliando sua capilaridade global. O canal vem se consolidando como uma alternativa robusta para experiências conversacionais enriquecidas, com recursos ideais para aquisição, orientação, envio de conteúdos multimídia, até mesmo transações rápidas e seguras. 

Com a autenticação de chamadas por meio do Stir/Shaken, a qual permite que o dispositivo do consumidor exiba a marca da empresa emissora da ligação, o canal volta a ganhar credibilidade, tirando-o da categoria de chamadas suspeitas para contatos mais rápidos, diretos e extremamente resolutivos. Uma oportunidade poderosa para reabilitar o uso da voz com segurança e confiança.   

E, mantendo seu ritmo de soluções tecnológicas inovadoras, está o WhatsApp, que continua sendo o mais utilizado pelos brasileiros. Hoje, além das interações tradicionais com mensagens, botões e fluxos automatizados, traz um avanço relevante: a possibilidade de realizar chamadas de voz dentro da própria jornada de atendimento – o que permite que um atendente eleve a conversa quando necessário; que o cliente receba suporte em tempo real, sem sair do canal; e que o atendimento ganhe velocidade e resolutividade em momentos críticos. 

Empresas que querem liderar — não apenas acompanhar — a transformação da comunicação em 2026, devem entender que o cliente não quer mais uma marca “em todos os lugares”, mas que resolva seu problema sem atrito, repetição ou frustração. As que insistirem na antiga narrativa de excessiva presença nos meios disponíveis, permanecerão em um paradoxo letal à sobrevivência de qualquer negócio: nunca estivemos tão disponíveis — e nunca foi tão difícil entregar uma boa experiência. 

Carlos Feist é Diretor de Inovação da Pontaltech.