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Da mídia à conversão: como o varejo evoluiu em 2025 e o que esperar de 2026

O varejo digital iniciou 2025 em meio a margens pressionadas e custos de aquisição mais altos. Nesse cenário, o Retail Media ampliou as possibilidades de monetização, enquanto a Inteligência Artificial ganhou força como ferramenta central da produtividade. A combinação dessas tecnologias vem reforçando a sustentabilidade financeira do e-commerce e elevando a precisão na tomada de decisão.

A adoção do Retail Media mantém ritmo acelerado. Na América Latina, o segmento deve movimentar US$ 2,6 bilhões em 2025, segundo a eMarketer, com o Brasil representando 40% desse total, o equivalente a US$ 1,06 bilhão. O avanço reflete a estratégia de varejistas que utilizam dados proprietários e audiências qualificadas para ampliar receitas e aumentar a relevância das campanhas ao longo da jornada de compra.

Para Alexandre Mendes, sócio-CMO da Lope Digital Commerce, o movimento deu início a uma nova etapa no setor. “O varejo, antes visto somente como um canal de vendas, atua agora como um veículo de mídia robusto, monetizando inventário e dados. Quando essas informações são integradas às campanhas, a comunicação ganha precisão e o retorno aumenta”, afirma.

O modelo também aproxima marcas e consumidores nos momentos mais determinantes da jornada. O uso combinado de comportamento de navegação, histórico de compras e disponibilidade de estoque permite ações mais assertivas e fortalece a influência do varejo na decisão final.

Paralelamente, a Inteligência Artificial progride com impacto direto nas operações. Um estudo da consultoria Strand Partners, encomendado pela AWS, aponta que 40% das empresas brasileiras já utilizam IA e, dessas, 96% registraram ganhos de produtividade, enquanto 95% reportaram aumento de receita. A tecnologia já orienta a gestão de estoque, as previsões de demanda e o atendimento, reduzindo rupturas e ampliando a eficiência.

“A IA se tornou uma ferramenta estruturante, que ajusta níveis de inventário, melhora previsões sazonais e conecta toda a operação às expectativas do consumidor. Esse alinhamento é decisivo para gerar fidelização”, explica Mendes.

Com consumidores menos tolerantes a falhas, a integração entre Retail Media e IA passa a moldar diretamente o desempenho do e-commerce. As ferramentas permitem redesenhar calendários promocionais com base em dados reais, sincronizando disponibilidade, campanhas e comunicação para diminuir riscos e melhorar a experiência.

A expectativa para 2026 é de amadurecimento do setor, sustentado por dados proprietários, eficiência operacional e monetização de audiência. Varejistas que consolidarem estratégias tecnológicas robustas devem conquistar vantagem competitiva em um ambiente cada vez mais pressionado por resultados.

Integração entre vendas online, produção e logística: como manter eficiência no crescimento do negócio

Em um mercado cada vez mais digital e competitivo, integrar vendas online, produção e logística tornou-se um desafio estratégico para empresas que buscam crescimento sem perder eficiência operacional. A convergência entre esses três pilares é essencial para atender clientes com rapidez, qualidade e consistência, além de otimizar custos e recursos internos.

Segundo Carla Hladczuk, administradora, sócia e gestora da Uled Luminosos, a chave para essa integração está na gestão coordenada e na adoção de ferramentas que conectem todas as áreas da empresa. “É fundamental que vendas, produção e logística conversem entre si. Quando cada área opera de forma isolada, surgem atrasos, retrabalhos e perdas de oportunidade. A integração permite antecipar demandas, planejar a produção de forma precisa e organizar a logística para entregas rápidas e confiáveis”, explica.

Uma das estratégias apontadas pela especialista é o uso de sistemas integrados de gestão (ERP) que permitam centralizar informações sobre pedidos, estoque, produção e transporte. Além disso, o monitoramento em tempo real de indicadores de desempenho ajuda a identificar gargalos e otimizar processos, garantindo que a empresa mantenha qualidade e eficiência, mesmo em períodos de maior demanda, como o que estamos agora, com a chegada do Natal.

Outro ponto crítico é o planejamento logístico alinhado à produção. Para evitar excesso de estoque ou falta de produtos, empresas bem-sucedidas utilizam previsões de vendas e análises de histórico de demanda para ajustar a produção e programar rotas e estoques de forma estratégica. “A eficiência operacional não é apenas uma questão de tecnologia, mas de cultura organizacional. Equipes precisam trabalhar de forma colaborativa e com foco em resultados integrados”, afirma Hladczuk.

Empresas que conseguem alinhar vendas online, produção e logística estão mais preparadas para crescer de forma sustentável, reduzir custos operacionais e oferecer uma experiência de compra consistente aos clientes. No contexto atual, em que consumidores valorizam rapidez, confiabilidade e conveniência, a integração entre áreas é um diferencial competitivo estratégico, que posicionará quem sairá na frente.

Ultraconveniência e emoção: iFood Ads cria projetos especiais com Coca-Cola e Hellmann’s para Natal

Chegou uma das épocas mais mágicas do ano: o Natal! Para a data, o iFood Ads, vertical de negócios e publicidade da plataforma, realiza duas ativações exclusivas: uma em colaboração com a Coca-Cola e outra com Hellmann’s, trazendo a emoção do período natalino promovido pelas marcas para uma experiência imersiva no app. Com o objetivo de conectar marcas icônicas aos 60 milhões de consumidores do iFood, a vertical de publicidade da plataforma criou experiências para impulsionar a personalização de rótulos dos produtos e engajar clientes ao espírito natalino de cada campanha.

Dezembro é um momento favorável ao consumo de refrigerantes: a plataforma aponta que em 2024 houve um crescimento de 26% em GMV durante o mês no departamento de Refrigerantes. O dado foi observado em relação à média dos demais meses do ano, com 38,24% dos carrinhos de pedidos sendo acompanhados com chocolate, item muito comprado para as festas de fim de ano. Aproveitando esse momento, o iFood criou a “Vila de Natal Coca-Cola”, uma página especial interativa onde é possível engajar em diferentes ativações, como a “Oficina dos Sonhos”, onde o consumidor pode criar uma arte de embalagem para personalizar suas compras e seus presentes adquiridos pelo delivery.

Outra seção é a “Estação das Estrelas”, onde é possível aproveitar ofertas exclusivas de produtos Coca-Cola no iFood. Já a “Casa do Papai Noel” garante uma imersão por completo na temática e quem está do outro lado da tela confere mensagens e cupons para transformar as festas de fim de ano em um momento ainda mais especial – e econômico. A ação fica disponível ao longo do mês e é um convite do iFood e da Coca-Cola para que seus consumidores chamem a família e os amigos para curtirem juntos a magia do Natal. Para aproveitar a ativação, no acesso ao app, é só tocar na barra “busca” e conferir o vídeo animado. Ao tocar nele, o usuário será direcionado para a experiência da “Vila de Natal Coca-Cola”.

“Nossa missão no iFood Ads é ir além da simples publicidade, conectando o consumidor a marcas que são ícones, especialmente em momentos importantes como o período natalino. As parcerias com Coca-Cola e Hellmann’s neste Natal são a prova de como nosso canal é estratégico para que essas marcas participem de forma relevante e emocional na mesa dos brasileiros, transformando a época festiva em experiências de consumo memoráveis”, comenta Ana Duarte, Diretora Comercial do iFood Ads.

“O Natal faz parte da história e da memória afetiva da Coca-Cola, sempre associado à união, ao compartilhamento e à celebração dos encontros. Ao longo dos anos, temos buscado estar presentes nesses momentos de forma cada vez mais relevante, respeitando as tradições da data e criando experiências que convidam as pessoas a viver o espírito natalino. A ‘Vila de Natal Coca-Cola’ no iFood se soma a esse legado ao oferecer uma jornada que combina emoção, personalização e conveniência, conectando a marca aos rituais de consumo típicos das festas de fim de ano”, afirma Catarina Lopes, Diretora de Marketing para Coca-Cola.
 


Personalizando desculpas de Natal no iFood
E como o fim de ano é conhecido por trazer mais sabor para as mesas brasileiras, Hellmann’s preparou uma ativação focada no emocional, em parceria exclusiva com o iFood. Inspirada pelo insight cultural de que as festas de fim de ano podem ter tensões familiares e entre amigos, a marca leva a ação “Paz no Potinho” direto para a casa do consumidor. A iniciativa permite que os consumidores comprem potes da Verdadeira Maionese com rótulos personalizados e mensagens bem-humoradas, que funcionam como pedidos de desculpas para situações rotineiras que geram estresse, acompanhados de convites para almoços de domingo marcados pela reconciliação.

A parceria é estratégica em um período de forte crescimento da categoria de maioneses e molhos no delivery. O iFood Ads observou um aumento expressivo de 20% em GMV em dezembro de 2024, comparado à média do ano. Na análise, a ultraconveniência se mostrou essencial para as compras de última hora: na semana que antecedeu o Natal, quase metade dos compradores (47,5%) eram estreantes na categoria, reforçando o papel estratégico do iFood para conectar a marca ao consumidor em momentos de alta urgência e relevância cultural. Além disso, 18% desses novos consumidores retornaram para comprar entre 27 e 31 de dezembro, refletindo aprovação imediata dos produtos e tendência de recompra para montar pratos no Réveillon.
 


“As festas de fim de ano são momentos de encontros entre amigos, familiares e em sua grande maioria acompanhamentos de uma boa refeição juntos, mas sabemos também que estes encontros muitas vezes vêm acompanhados de polêmicas, que divertidamente chamamos de “tretas”. Sabemos que, às vezes, um simples gesto pode ser o primeiro passo para uma reconciliação. Com essa ação, queremos transformar o nosso conceito de ‘Paz no Potinho’ em algo real e acessível, que leva afeto e leveza para dentro da casa dos consumidores e destas celebrações. E fazer isso ao lado do iFood, que é um parceiro estratégico e conectado com os momentos que importam, potencializa ainda mais essa entrega. Juntos, queremos mostrar que até os pequenos atritos podem terminar em um bom almoço de domingo, com salada de maionese na mesa e Hellmann’s como elo de união”, afirma Carolina Riotto, CMO da Unilever Alimentos no Brasil.

Reforçando o conceito da campanha “Com Hellmann’s, o domingo fica tudo de bom”, unindo afeto e gastronomia a experiência de personalização no app oferece frases como “Desculpa reclamar da uva passa na comida. Te levo um pacote no almoço de domingo”; “Desculpa por ter perdido o seu pote. Bora marcar um almoço neste domingo?”; “Foi mal pelo vácuo. Vou te dar toda a atenção no almoço de domingo”. A ação está disponível com exclusividade para consumidores da cidade de São Paulo por meio das lojas Daki no iFood. Ao comprar o tradicional pote de 500g de maionese Hellmann’s, o consumidor pode escolher entre 10 diferentes versões de rótulos com frases divertidas.

Especialistas revelam principais tendências de IA para 2026

Com a inteligência artificial avançando cada vez mais e se tornando mais presente no dia a dia, muito é debatido sobre como será daqui para frente. Pensando nisso, especialistas comentam sobre as tendências que esta tecnologia deve seguir em 2026. Confira:

Para Marcelo Abreu, CTO do Venturus, a IA deve evoluir até uma Inteligência Artificial Geral (AGI), que é capaz de aprender, compreender e executar qualquer tarefa intelectual humana. Segundo o especialista, em 2026 esta tecnologia deve começar a se desenvolver: “Além de progredirem continuamente por autoaperfeiçoamento, as AGIs são capazes de compreender e desempenhar qualquer tarefa intelectual típica da mente humana. Diferente das IAs atuais, especializadas em funções específicas, ela busca desenvolver sistemas com capacidade de raciocínio, adaptação e tomada de decisão em múltiplos contextos”

A perspectiva de Abreu sobre o avanço rumo a sistemas mais gerais convive, no curto prazo, com mudanças já muito concretas no dia a dia das empresas. É nesse contexto que Allan Paladino, CEO da Lastro, destaca tendências de adoção e maturidade da IA em 2026:

“Vejo dois movimentos claros para 2026. Primeiro, a adoção de IA pelas empresas seguirá acelerando e aquelas que ainda não incorporarem essas tecnologias vão começar a sentir de forma mais evidente o impacto de ficar para trás. Segundo, vamos entrar em uma segunda fase da maturidade em IA, na qual ela passa a permear processos mais complexos e estratégicos, atuando em colaboração direta com as equipes e ampliando a capacidade humana, não substituindo.”

De acordo com Ricardo Scarpari, cofundador da Vetto AI, plataforma que conecta pesquisadores e especialistas da América Latina a projetos globais de inteligência artificial, o cenário da IA no mundo corporativo começa a mudar em 2026: “O que travou a IA em escala no ambiente corporativo foi duplo: ela ainda errava demais para muitas aplicações práticas e o ritmo de evolução era tão acelerado que não havia incentivo para investir em produção. No ano de 2026, os modelos ficam ‘bons o suficiente’ para enterprise e a melhoria passa a ser mais incremental no core das aplicações.” 

A partir disso, Scarpari afirma que a disputa passa a ser definida por dados proprietários, que determinam quem personaliza melhor, errar menos e capturar mais valor.

Segundo Nicolas Silberstein Câmara, CTO e fundador da Firecrawl, plataforma open source que transforma páginas desestruturadas da internet em dados legíveis por sistemas de inteligência artificial (IA), o próximo ano será marcado por uma consolidação do uso estratégico da tecnologia nas empresas, com foco em automação avançada e maior eficiência operacional.

“Em 2026, as principais tendências de IA apontam para a adoção crescente de agentes autônomos capazes de executar tarefas complexas, o avanço de modelos altamente especializados por setor e a transformação da IA em infraestrutura central das empresas, orientando decisões e operações de forma contínua”.

Para Rodrigo Murta, CEO e cofundador do Looqbox, plataforma de IA que atua como um “ChatGPT corporativo”, facilitando a consulta e análise de dados dentro das empresas, o próximo ano será um ponto de virada na forma como humanos e máquinas interagem no cotidiano, ampliando a presença da tecnologia em diferentes ambientes. “2026 marcará a união do virtual com o real: assistentes em escala no digital e os primeiros passos dos robôs assistentes domésticos no mundo físico”.

Nicole Grossmann, matemática e economista com especialização em inteligência artificial e interação humano–computador pelo Georgia Tech, afirma que 2026 será marcado pela transformação da IA em infraestrutura de trabalho, automatizando tarefas operacionais e ampliando a eficiência das equipes. “A IA deixa de ser um produto isolado e passa a operar nos bastidores, criando apresentações, relatórios e conteúdos a partir de um único prompt, enquanto profissionais assumem a curadoria e as decisões que realmente movem o negócio”.

Já para Rodrigo Gava, CTO e co-CEO da VULTUS, na discussão sobre tendências de AI para 2026, um risco que não dá mais para tratar como detalhe é a assimetria que ela cria na segurança cibernética. “A AI está derrubando a barreira de entrada para ataques: conhecimento virou commodity, disponível e instantâneo. É como o Keanu Reeves em Matrix dizendo “I know kung fu”, só que, no nosso mundo, esse “download de habilidade” significa jogar um código-fonte numa LLM e sair com hipóteses de exploração, engenharia reversa e variações de ataque que antes exigiam horas de trabalho especializado. Em escala, isso acelera campanhas e democratiza técnicas antes restritas a grupos muito maduros.

O resultado para 2026 tende a ser mais ataques, mais rápidos e com maior impacto. A parte desconfortável é que a AI defensiva não avança no mesmo ritmo: o adversário adota na hora, enquanto empresas precisam comprar, validar, homologar, treinar time, governar e passar por GMUD. O adversário vem “marcando mais gols” usando AI do que as defesas cibernéticas.

Nesse cenário, deepfakes viraram um vetor central: já saíram da desinformação e entraram forte em fraudes e engenharia social de alta precisão, com voz e vídeo. Com modelos multimodais cada vez melhores e geração em tempo real, a tendência é que a detecção humana fique menos confiável, “ver para crer” vira uma armadilha. E ainda tem um gap de preparação: muitas empresas seguem presas a campanhas básicas de phishing por e-mail, sem simular esses novos riscos.

O recado é simples: legitimidade de mídias digitais NÃO pode mais depender de percepção humana. É preciso validar identidade, emissor, canal e contexto; checar postura do dispositivo e risco da transação; e simular adversários continuamente. No fim, a disrupção da AI empurra a cibersegurança a executar o básico muito bem, mas com uma margem de erro muito menor”.

Segundo Fernanda Weiden, CPTO da Caju, o próximo ano será marcado por uma nova etapa de maturidade no uso da inteligência artificial dentro das empresas. “Em 2026 vamos ver mais criação e integração de agentes de IA que possibilitam experiências autônomas para workflows que antes dependiam de um humano. Além disso eu vejo também uma grande oportunidade em IA como catalizador de produtividade humana. Se antes era necessário termos humanos para realizar análises complexas de dados, hoje é possível democratizar esse tipo de análise, e assim mais áreas de negócio tomarem mais decisões informadas por dados sem a necessidade de pessoas especializadas neste tipo de análise. Em desenvolvimento de software ainda estamos numa curva de aprendizado Sabemos que IA cria soluções de zero para um então veremos mais e mais produtos explorando este potencial, e logo será mais útil também em avanço e manutenção de bases de código existentes”.

Para Felipe Giannetti, executivo responsável pela expansão da StackAI no Brasil, o próximo ano marca a passagem da AI como ferramenta para AI como infraestrutura. “Em 2026 veremos a consolidação de modelos realmente multimodais, capazes de integrar texto, imagem, áudio e vídeo e trazer uma compreensão muito mais rica para aplicações corporativas. Ao mesmo tempo, os sistemas agenticos evoluem para executar processos completos com autonomia e integração nativa aos softwares das empresas, reduzindo ciclos e carga manual. Com agentes mais capazes e modelos mais eficientes, o mercado entra na lógica da abundância, em que a AI remove gargalos históricos e impulsiona a produtividade em escala”.

Vendas de Natal: Como a IA pode ajudar a otimizar a performance via marketplaces

Após uma Black Friday aquecida, o Natal está chegando, e continua a ser um dos períodos mais aguardados pelo varejo online, e responsável por impulsionar as vendas do último trimestre. Para se ter uma ideia dessa importância, de acordo com dados da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom), o setor deve faturar R$ 26,82 bilhões durante o período, representando um crescimento de 14,95% em relação a 2024.

Mas, junto com o aumento no volume de pedidos, crescem também os desafios especialmente para vendedores que não se preparam adequadamente para a alta demanda.

Para Rodrigo Garcia, diretor-executivo da Petina Soluções Digitais- startup especializada em gestão de vendas via marketplaces- o Natal é, ao mesmo tempo, uma “oportunidade de ouro” e um teste de maturidade para quem vende em marketplaces. “É fundamental estar pronto para o aumento no volume de acessos, logística e atendimento eficientes, ou se corre o risco de transformar o melhor período do ano em ‘tiro no pé’. Com consumidores mais exigentes e concorrência intensa, é preciso evitar erros operacionais e estratégicos, e hoje a IA se tornou uma aliada poderosa para otimizar cada etapa da operação”, avalia.

Pensando nisso, Garcia listou os 5 erros que mais comprometem a temporada natalina nos marketplaces, e como a IA pode preveni-los:

1. Negligenciar a preparação do estoque

O cálculo incorreto da demanda ainda é um dos deslizes mais frequentes. A falta de produtos ou atrasos nas entregas não só frustram o cliente como prejudicam a reputação da loja.

“Sistemas de previsão de demanda baseados em IA analisam histórico de vendas, sazonalidade, tendências de mercado e até movimentações de concorrentes para gerar projeções muito mais precisas. A IA também identifica rupturas de estoque iminentes e sugere ajustes automáticos com fornecedores”, indica o especialista.

“Se planejar o estoque meses antes sempre foi essencial, hoje a IA permite prever picos de demanda com muito mais assertividade”, complementa Garcia.

2. Ignorar a qualidade dos anúncios

Fotos fracas, descrições incompletas e títulos genéricos reduzem a taxa de conversão e prejudicam o ranqueamento nos algoritmos dos marketplaces.

Ferramentas de IA otimizam títulos e descrições automaticamente, sugerem palavras-chave mais buscadas e até avaliam a qualidade de imagens, indicando ajustes para aumentar a atratividade.

“Os marketplaces funcionam como buscadores. Anúncios completos e atrativos agora facilmente aprimorados pela IA, aumentam significativamente a visibilidade”, destaca Garcia.

3. Falhar na comunicação e no atendimento

Mensagens genéricas, alto tempo de resposta e falta de personalização prejudicam a experiência de compra.

Chatbots inteligentes e CRMs com IA entendem dúvidas, priorizam mensagens, respondem automaticamente com contexto e personalizam a comunicação conforme o perfil do consumidor. Além disso, sistemas de IA podem prever reclamações e antecipar soluções.

“Em datas de alto volume, atender rápido faz toda a diferença. A IA mantém a proximidade com o cliente sem comprometer a eficiência”, orienta o diretor-executivo.

4. Subestimar a importância do pós-venda

Focar apenas na conversão e esquecer o acompanhamento da experiência pós-compra compromete a fidelização.

A IA automatiza mensagens de acompanhamento, identifica possíveis problemas com entregas antes que o cliente reclame e sugere ofertas personalizadas para recompra. Ela também analisa sentimentos nas avaliações para detectar padrões de insatisfação.

“O pós-venda é o berço da fidelização, e a IA permite que isso aconteça de forma escalável e inteligente”, afirma Garcia.

5. Errar nos cancelamentos de pedidos

O aumento dos cancelamentos, por fraudes, inconsistências cadastrais, falhas no pagamento ou problemas internos, prejudica indicadores de reputação e competitividade.

Ferramentas antifraude baseadas em IA validam informações do cliente em segundos. Sistemas internos inteligentes identificam falhas de estoque, atrasos na separação e outros gatilhos de cancelamento antes que o pedido seja afetado. A IA também recomenda ações preventivas para reduzir perdas.

“Cada pedido cancelado afeta o faturamento e reputação. A IA ajuda a minimizar erros internos e evita que vendas sejam perdidas à toa”, explica Garcia.

Evitar esses erros é essencial para garantir um Natal de vendas fortes e clientes satisfeitos. “Em um cenário em que cada clique conta, a atenção aos detalhes, agora potencializada pela Inteligência Artificial, é o que diferencia um carrinho abandonado de uma venda de sucesso. Quem se prepara com antecedência e usa as ferramentas certas colhe os melhores resultados”, conclui.

Novo índice vai medir avanço das Marcas Próprias no e-commerce brasileiro

A ABMAPRO e a plataforma MI7 prepararam o lançamento do Índice Nacional de Marcas Próprias (INMP), que apresentará mensalmente um panorama detalhado do comportamento das principais redes varejistas em relação às suas marcas próprias no e-commerce. O indicador trará dados sobre variedade de itens, variação de preços, composição de cestas e disponibilidade online.

“O lançamento do INMP será um passo decisivo para ampliar a transparência e a força das Marcas Próprias no Brasil. Pela primeira vez, o mercado terá um retrato contínuo, estruturado e comparável da evolução do setor, iniciando com números inéditos de um canal de venda até então não monitorado como o on line, mas em breve será estendido à venda física com dados dos mais diversos canais de venda onde a Marca Própria se faz presente ”, afirma Neide Montesano, presidente da ABMAPRO.

“O INMP nasce apoiado em tecnologia de monitoramento diário, com mais de 7 milhões de itens rastreados por dia. Isso permite acompanhar tendências com precisão e antecipar movimentos estratégicos para varejistas e indústria”, diz Aderson Gomes, líder de inovação da MI7.

Na edição SIMP 2025, Aderson Gomes, responsável pelo desenvolvimento de novos produtos e inovação da MI7, expôs a quantidade de itens Marca Própria (MP) no e-commerce à venda nos canais Farma e de alimentos e produtos diversos no Atacado e Varejo, por marca de redes, num total de 7 milhões de itens pesquisados por dia.

Entre as redes monitoradas, Carrefour, Pão de Açúcar e Angeloni apresentam a maior oferta de itens de Marca Própria no e-commerce.

Juntas, concentram mais de 4.800 produtos de MP em estoque, com participação entre 8,4% e 8,9% de seus portfólios totais online.

REDE         QUANTIDADE PRODUTOS LOJAS    PRODUTOS MP

CARREFOUR                19.200                                1755 (8,4%)

PÃO DE AÇUCAR          17.777                                1642 (8,5%)

ANGELONI                  14.661                                1424 (8,9%)

O INMP vai listar e detalhar essa movimentação, destacou Aderson Gomes.

O novo índice também acompanhará a variação de preços entre Marcas Próprias e marcas tradicionais. Em categorias como Limpeza, a MP apresentou maior variação. Já em Perfumaria e Mercearia, mostrou-se mais estável, reforçando seu papel como alternativa competitiva e acessível.

O monitoramento da MI7 identificou mudanças importantes no comportamento digital do consumidor brasileiro:

        •       60% já compram alimentos e bebidas online;

        •       75% usam aplicativos de varejo para comprar ou pesquisar produtos;

        •       31% compram frequentemente na mesma loja virtual.

Acesso

O INMP será atualizado mensalmente e estará disponível para jornalistas, varejistas, indústria e demais profissionais do setor. O objetivo é fortalecer a inteligência de mercado e apoiar decisões estratégicas em um cenário de rápida expansão das Marcas Próprias no Brasil.

Top 5 tendências que irão moldar a indústria e o varejo em 2026

O ano de 2025 foi marcado pelo boom de tecnologias avançadas guiadas por Inteligência Artificial (IA). A indústria, de modo geral, especificamente o setor varejista, observou e acompanhou as mudanças do consumidor, como, por exemplo, sua forma de se relacionar, consumir e comprar. A fronteira entre o espaço físico e o cenário online foi superada e a experimentação das novas ferramentas inteligentes convenceu grande parte das empresas, mas a maioria segue presa em pilotos isolados, com retorno limitado. Essa é a grande virada de 2026: escalar tecnologia com coerência, administração e lucro, transformando as tendências de mercado em uma necessidade estratégica. 

É justamente essa transição da fase de testes para a implantação em escala que traduz o principal desafio enfrentado pelas organizações do mundo inteiro. Embora o valor da IA já seja capturado, a percepção do impacto ainda está em construção. Segundo a pesquisa global “The State of AI 2025”, conduzida pela McKinsey, apenas 39% das empresas atribuem qualquer nível de impacto do lucro à IA. Para Danilo Rocha, Diretor de Vendas Brasil da Yalo, especialista em integração de IA em canais conversacionais e agentes inteligentes focados na indústria, com dados abundantes e maturidade das ferramentas, em 2026 o mercado será moldado por tendências que ganharam ainda mais força, já que, ainda de acordo com o relatório, 80% dos entrevistados afirmam definir a eficiência como um objetivo de suas iniciativas de IA, além de estabelecerem o crescimento e a inovação como medidores adicionais do impacto. 

Novo comportamento do consumidor supera “Crise da Confiança” 

De acordo com o relatório “NIQ’s 2026 Consumer Outlook”, da NielsenIQ, a cautela e a percepção de valor moldaram profundamente o comportamento do consumidor que enfrentou transformações significativas ao longo dos anos. O estudo afirma que 95% dos consumidores definem a confiança como elemento fundamental para escolher uma marca. “Apesar da crescente cautela do consumidor, as marcas podem conquistar a lealdade construindo confiança e oferecendo valor além do preço”, disse Marta Cyhan-Bowles, diretora de comunicações e chefe de marketing global COE da NIQ. 

De fato, o que antes podia se resumir em “comprar por impulso”, agora é repensado e avaliado sobre a intenção real por trás de uma compra. Outro levantamento da Euromonitor International revelou que a confiança se tornou ativo estratégico, uma vez que 57% dos consumidores avaliados pesquisaram exaustivamente sobre produtos e serviços antes de realizar uma compra em 2024. O foco foi do preço, único e exclusivamente avaliado, para a confiabilidade, alinhando conveniência, experiência e coerência como os próprios valores dos consumidores. 

Agentes inteligentes de IA 

Os agentes inteligentes de IA continuarão sendo a principal força motriz para 2026, evoluindo da função de possibilitar ganhos operacionais através da análise de dados e de gestão da logística, para impulsionar a expansão de forma controlada, estabelecendo novos padrões de governança e maximizando o retorno sobre o investimento (ROI). No levantamento da McKinsey, 62% dos entrevistados disseram que suas organizações estão pelo menos experimentando agentes de IA e 88% relataram uso regular de IA em pelo menos uma função de negócios.  

O Gartner prevê que, até 2026, 40% das aplicações empresariais contarão com agentes de IA dedicados a tarefas específicas, contra menos de 5% em 2025, ou seja, eles serão elementos fundamentais para escalar a conversação e o atendimento, permitindo interações valiosas e personalizadas com milhões de clientes de forma simultânea e imediata. A grande oportunidade que a tendência traz é de que os assistentes virtuais não respondem apenas às perguntas que recebem, mas antecipam necessidades, sugerem produtos adequados e executam transações completas em nome do consumidor. Danilo alerta que “o desafio é garantir que essa comunicação seja fluida e o mais natural possível”. 

Relacionamento inteligente e ascensão conversacional 

O executivo da Yalo adianta que, em 2026, saber apenas o nome do cliente não será mais o suficiente para um atendimento de valor. “A indústria e o varejo precisarão entender o contexto real do consumidor, antecipando o desejo, oferecendo o produto ideal, no momento perfeito”. Sendo assim, uma das principais tendências de uso será a personalização estratégica, focada em compreender o comportamento do consumidor e do parceiro de negócio em tempo real para fornecer soluções sob medida, tanto na jornada quanto na otimização da cadeia de suprimentos. “O objetivo é ir além da simples automação, buscando construir um relacionamento inteligente e sólido por meio de conversas com histórico e antecipação das necessidades, visto que a inércia ou a irrelevância serão penalizadas com a perda de atenção”, finaliza.  

Conversação por voz e o fim das interfaces tradicionais  

De acordo com o relatório “How the World Does Digital” (2024) da PYMNTS Intelligence, que examinou os comportamentos digitais de mais de 67.000 consumidores em 11 países (representando cerca de 50% do PIB global), a interação por voz já é um meio de compra estabelecido. A pesquisa revela que 17,9% da população em geral utiliza a tecnologia de voz para realizar compras pelo menos uma vez por semana. A tendência é liderada pela Gen Z, já que 30,4% dos jovens fazem compras por voz semanalmente, utilizando assistentes virtuais e dispositivos digitais, indicando a consolidação da conversação por voz como um canal crucial de vendas.  

“A conversação por voz avança como um meio de compra e suporte crucial, uma vez que o uso da voz para pesquisa, compra e serviço ao cliente elimina a necessidade de digitar ou navegar por menus complexos, acelerando o ciclo de compra e melhorando a satisfação. Isso reforça a importância de canais diretos e integrados, além de inclusivos, que funcionem como uma única vitrine, facilitando a fluidez da jornada”, explica Danilo. 

Crescimento das vendas por canais integrados e populares 

O avanço do chat commerce,impulsionado pela IA, redefiniu o relacionamento B2B, conectando grandes marcas a milhões de pequenos e médios varejistas via canais amplamente utilizados como o WhatsApp. Ao automatizar toda a jornada de compra – do pedido à personalização de ofertas e gestão de relacionamento – a Inteligência Artificial garante que o pequeno empreendedor possa, por exemplo, repor seu estoque de forma rápida e intuitiva, 24 horas por dia durante os setes dias da semana.  

O Gartner projeta que, até o ano que vem, quatro em cada dez interações digitais ocorrerão por voz ou linguagem natural, tornando a comunicação com máquinas mais fluida que a navegação por menus ou cliques. Essa tendência se reflete em canais como o WhatsApp, que cresce em países emergentes e redefine o relacionamento entre grandes marcas e microvarejistas. Para Danilo, esse é o próximo campo de disputa do varejo: “O cliente não quer apenas ser atendido rapidamente. Ele deseja ser compreendido. A personalização só tem potencial de conversão quando reflete contexto e timing.” 

“A visão do impacto da IA dentro das organizações precisa ir além para que o desafio da implantação seja vencido com estratégia e inteligência. Mais do que tratar a tecnologia como motor de transformação, redesenhando fluxos de trabalho e acelerando a inovação, é urgente superar as velhas propagandas de interrupção. Estará na frente o negócio que se adaptar ao novo comportamento do consumidor, ofertando um produto ou serviço que nem ele mesmo sabia que precisava tanto naquele exato momento”, finaliza Danilo Rocha, Diretor de Vendas Brasil da Yalo, plataforma inteligente de vendas impulsionada por agentes. 

Estudo da Getnet aponta consolidação do serviço de delivery com faturamento estimado de R$79 bi e ticket médio 12% maior que o presencial

O mercado brasileiro de delivery de alimentos está em franca expansão, mostrando-se um polo de inovação e novos modelos de negócio. Um estudo de Inteligência Comercial da Getnet, realizado a partir de informações do setor, revela que a atividade segue em ritmo acelerado, impulsionada pela incorporação do serviço na rotina diária do consumidor.

De acordo com o levantamento, o faturamento do setor para este ano está projetado em aproximadamente R$ 79 bilhões, o que representaria um crescimento de cerca de 12,7% em relação a 2024.

Por sua vez, o ticket médio do delivery foi de R$ 66,21 por refeição em 2025, valor 12% superior ao do consumo presencial em restaurantes.

O estudo da Getnet aponta ainda que o volume de pedidos mensais continua em alta, ultrapassando os 150 milhões, um crescimento de 24% em relação ao ano passado.

Segundo o levantamento, o serviço de delivery já está presente em aproximadamente 80% dos estabelecimentos e responde por cerca de 20% do faturamento de bares e restaurantes. As preferências de consumo, como lanches, comida brasileira e marmitas, indicam que o delivery se tornou um hábito diário para refeições práticas.

“O delivery deixou de ser uma alternativa e se tornou um pilar estratégico de faturamento para bares e restaurantes no Brasil. Os dados mostram que a digitalização do consumo já é um fator determinante para a saúde financeira do varejo de alimentos”, diz Luciano Ferrari, vice-presidente comercial, marketing e clientes da Getnet.

“Depois de se popularizar durante a pandemia, o mercado de entregas agora vive uma fase de competição intensa. As empresas que lideram o setor estão diversificando, investindo em novos serviços como soluções financeiras e entregas muito rápidas. Além disso, novos concorrentes de fora do país estão chegando, trazendo tecnologia avançada e modelos de sucesso global”, destaca Luciano Ferrari.

Na avaliação do executivo, diante da nova fase, “o futuro do delivery se moldará pelos players que dominarem as estratégias de excelência operacional e tecnológica.”

Os principais erros cometidos no marketing para deixar em 2025

Todo ano, o marketing e a publicidade deixam lições importantes para o mercado, e em 2025, não foi diferente. Em um cenário marcado por excesso de informação, uma ditadura do imediatismo, novas tecnologias e consumidores cada vez mais críticos, muitas marcas erram ao confundir presença com relevância, volume com estratégia e tecnologia com propósito. 

Para Caroline Ferrari, Diretora de Novos Negócios Corporativos da Octopus, agência consagrada no mercado de publicidade e propaganda, repetir esses erros em 2026 pode custar muito mais do que visibilidade e comprometer reputação, confiança e, principalmente, resultados. 

“Um dos principais equívocos deste ano foi apostar em tendências sem alinhamento com a essência da marca. Vimos empresas correndo para usar inteligência artificial ou novos formatos apenas para ‘não ficar de fora’, sem estratégia clara, narrativa consistente ou métricas bem definidas”, analisa Ferrari. Segundo ela, a falta de planejamento e a urgência, transformaram boas ferramentas em ações vazias, com baixo impacto real no negócio.

Outro erro recorrente foi a comunicação genérica, principalmente num período onde o consumidor buscou identificação, personalização e diálogo. “Vimos muitas campanhas insistirem em mensagens amplas, pouco humanas e desconectadas do contexto social e cultural. Marcas que falaram com todo mundo acabaram não falando com ninguém. O público espera conversas relevantes, posicionamento claro e empresas que entendam suas dores e valores”, destaca.

Caroline também aponta o excesso de foco em performance imediata como um problema crítico. “Vimos que este ano foi marcado por uma obsessão por cliques, leads e resultados de curto prazo, em detrimento da construção de marca. Performance sem branding é insustentável. Em 2026, será essencial equilibrar dados com criatividade e visão de longo prazo”, afirma.

A falta de integração entre canais e equipes também está na lista de falhas, segundo a especialista. Estratégias fragmentadas, campanhas desalinhadas e comunicação desconectada entre online e off-line comprometeram a jornada do consumidor. Para a executiva, o próximo ano exige uma visão verdadeiramente integrada. “Não é mais sobre estar em todos os canais, mas sobre contar uma história única, coerente e contínua em todos os pontos de contato”, pontua. 

Para 2026, Caroline Ferrari defende um marketing mais consciente, estratégico e humano. “O aprendizado de 2025, para mim, é muito claro: marcas precisam menos de fórmulas prontas e mais de inteligência, escuta ativa e coragem para fazer escolhas. Quem entender isso agora sai na frente”, conclui.

Gouvêa Experience leva Delegação Internacional para a NRF 2026 com agenda exclusiva e imersão estratégica em Nova York

A Gouvêa Experience, referência há mais de três décadas em conteúdo, inteligência e desenvolvimento estratégico para o varejo, anuncia a Delegação Internacional Gouvêa Experience para a NRF Retail’s Big Show 2026 que acontece de 11 a 13 de janeiro, em Nova York (EUA). A jornada completa, realizada entre os dias 8 e 14 de janeiro, começa com um Study Tour exclusivo com visitas a operações icônicas de varejo, consumo, distribuição, tecnologia, inovação, experiências e serviços, proporcionando contato direto com os modelos de negócio mais avançados do mundo. Para completar a imersão, o Gouvêa Score atua como curadoria estratégica da NRF, pontuando e direcionando as palestras mais relevantes para executivos de varejo, consumo e serviços, garantindo foco no que realmente gera impacto para o mercado brasileiro.

Reconhecida como a mais relevante delegação brasileira rumo à NRF, a Gouvêa Experience entrega um programa diferenciado, com curadoria avançada, experiências exclusivas, agenda proprietária e suporte completo, consolidando-se como a iniciativa nacional mais completa voltada à leitura estratégica do varejo global.

Roteiro diferenciado

A Delegação inicia sua programação com uma reunião de abertura no escritório do Google em Nova York, um dos ambientes corporativos mais inovadores do mundo. O encontro será conduzido por um representante da companhia que compartilhará visões sobre tecnologia, comportamento do consumidor, inovação e os movimentos que estão moldando o futuro do varejo global.

A escolha do Google como ponto de partida reforça o posicionamento premium da delegação, estabelecendo desde o primeiro dia uma experiência de alto nível, focada em provocar novas perspectivas, estimular conexões estratégicas e ampliar o repertório dos executivos antes mesmo do início oficial da NRF.

Curadoria com o Gouvêa Score

Um dos grandes diferenciais da delegação é o uso da Gouvêa Score, ferramenta que analisa, ranqueia e recomenda as palestras mais relevantes da NRF a partir do contexto brasileiro. Com essa metodologia, os participantes conseguem direcionar seu tempo para conteúdos com real potencial de impacto em seus negócios, maximizando o aproveitamento do evento.

Study Tour exclusivo

O Study Tour Gouvêa Experience 2026 oferece acesso privilegiado a algumas das operações mais inovadoras de Nova York, incluindo visitas técnicas realizadas antes da abertura ao público. Nesse roteiro confirmadas visitas a marcas e empresas como Louis Vuitton, Puma, Lego Store, Ulta Beauty, Petco, Kiehl’s, Wilson Flagship, The RealReal, Nordstrom Local, Brooklyn Brewery, Capgemini, LinkedIn, Monday, além da futurista tm:rw Store (See You Tomorrow).

A programação inclui ainda almoços técnicos especiais como no Time Out Market – Union Square, que integra gastronomia, lifestyle e discussões estratégicas sobre consumo e experiência.

Visita guiada

Durante a NRF, a delegação conta com uma visita guiada especializada pela Expo conduzida por profissionais que estudam previamente as inovações, tecnologias e lançamentos mais relevantes. O percurso é desenhado para ser aplicado à realidade do mercado brasileiro, proporcionando uma imersão incomparável em relação a outras delegações nacionais.

Jornada de conteúdo

Em Nova York, além da NRF, os executivos participam do Retail Executive Summit (RES), um evento proprietário da Gouvêa Experience realizado no último dia da delegação na sede do TikTok com foco na tradução prática das tendências globais.

A jornada termina no Brasil com o Retail Trends Pós-NRF 2026, em São Paulo, um evento exclusivo que consolida os principais aprendizados, insights estratégicos e as perspectivas para o varejo nacional a partir da NRF.

Experiência premium

O pacote da delegação inclui Full Conference Pass, acesso integral à Expo, Innovation Lab, Startup Zone e Consumer Product Showcase, além de kit exclusivo, encontro preparatório online, reunião de boas-vindas em Nova York, visitas técnicas, jantares de relacionamento, shuttle exclusivo para o Javits Center, wrap-up estratégico final e ingresso para o Retail Trends Pós-NRF 2026.

A hospedagem oficial será no Hotel Park Lane, em frente ao Central Park, com café da manhã exclusivo e assistência permanente. Para quem contrata o aéreo com a Primetour, agência integrada à Gouvêa Ecosystem, há ainda Concierge Travel 24 horas.

Relevância multissetorial

Embora tenha foco no varejo, a delegação é relevante para indústrias, empresas de tecnologia, bens de consumo, serviços aos clientes e organizações que atuam no ecossistema varejista, reunindo executivos de todo o Brasil e promovendo networking qualificado entre lideranças.

Patrocinadores

A Delegação Internacional Gouvêa Experience NRF 2026 conta com o patrocínio de Infor, Capgemini, Único, Monday, Méliuz e Salesforce, empresas que compartilham o compromisso com inovação, tecnologia e evolução do varejo.