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ServiceNow e OpenAI colaboram para aprofundar e acelerar os resultados da IA nas empresas

ServiceNow, a torre de controle de IA para reinvenção de negócios, e a OpenAI anunciam uma colaboração estratégica e aprimorada para impulsionar experiências de IA assertivas e acelerar os resultados de IA nas empresas. O acordo viabiliza uma colaboração profunda entre consultores técnicos da OpenAI e engenheiros da ServiceNow, que utilizarão seus modelos de ponta. Isso proporcionará aos clientes acesso direto a recursos inovadores, soluções de IA personalizadas da ServiceNow, construídas e alinhadas aos seus planos estratégicos, além de oferecer maior velocidade e escalabilidade sem a necessidade de desenvolvimento sob medida. A ServiceNow desenvolverá tecnologia de reconhecimento de fala direta usando modelos da OpenAI para superar barreiras linguísticas e oferecer interações mais naturais. Com os modelos mais recentes da OpenAI, incluindo o GPT-5.2, a ServiceNow abrirá uma nova classe de automação com IA para as maiores empresas do mundo.  

“A ServiceNow lidera o mercado de fluxos de trabalho com inteligência artificial, definindo o padrão empresarial para resultados de IA no mundo real”, diz Amit Zavery, presidente, diretor de operações e diretor de produtos da ServiceNow. “Com a OpenAI, a ServiceNow está construindo o futuro das experiências com esta tecnologia: implementando IA que executa ações de ponta a ponta em ambientes empresariais complexos. À medida que as empresas passam da fase de experimentação com IA para a implementação em escala, elas precisam do poder de vários líderes trabalhando juntos para entregar resultados melhores e mais rápidos. Unir nossas respectivas tecnologias proporcionará valor mais rápido para os clientes e formas mais intuitivas de trabalhar com IA.” 

“A ServiceNow está ajudando as empresas a incorporarem IA ativa em fluxos de trabalho seguros, escaláveis e projetados para gerar resultados mensuráveis”, diz Brad Lightcap, diretor de operações da OpenAI. “Com os modelos de ponta da OpenAI e os recursos multimodais da ServiceNow, empresas de todos os setores se beneficiarão de uma inteligência que gerencia o trabalho de ponta a ponta, mesmo nos ambientes mais complexos.”  

Coinovação que impulsiona adoção mais rápida e fácil por parte do cliente 

Com o lançamento acelerado de novos modelos de IA, grandes empresas precisam de ajuda para manter seus fluxos de trabalho alinhados com as inovações mais recentes. Integrar os modelos da OpenAI à plataforma de IA da ServiceNow complementa o banco de dados de gerenciamento de configuração (CMDB) da ServiceNow que opera no cliente, oferecendo também acesso nativo e integrado à inteligência para embasar ainda mais as ações a serem tomadas nos fluxos de trabalho. A torre de controle de IA da ServiceNow fornece camada de governança e orquestração, oferecendo às organizações uma visibilidade centralizada de como os modelos são aplicados nos fluxos de trabalho, como interagem com os dados e sistemas corporativos e como as ações orientadas por IA são executadas em escala de forma controlada e auditável. Por exemplo: 

  • Agentes de voz speech-to-speech em tempo real: Com a OpenAI, a ServiceNow está trabalhando em agentes de IA de fala para ter uma fala em tempo real que podem ouvir, raciocinar e responder naturalmente, sem intermediação de texto. Por exemplo, um usuário pode falar em seu idioma de preferência e receber uma resposta instantânea de um agente de IA que abre um caso, aciona uma aprovação e orquestra as próximas etapas sem atraso de tradução — reduzindo a latência, preservando o significado e eliminando transferências desnecessárias. 
  • Automação aprimorada: Os modelos de uso de computador da OpenAI desbloqueiam uma nova classe de automação de TI para os clientes da ServiceNow, permitindo interações com sistemas. Ao transformar documentos não estruturados em dados acionáveis, essa capacidade estende a automação segura e contextualizada para mais ambientes — permitindo a orquestração autônoma de ferramentas de trabalho como o e-mail e o chat, a automação de sistemas legados (incluindo mainframes) e maior eficiência em cenários de TI complexos. 

Geração de impacto da IA com sucesso comprovado 

Este acordo continua os esforços de longo prazo da ServiceNow para oferecer aos clientes a opção de acessar os modelos da OpenAI para: 

  • Assistência de IA que permite aos funcionários fazerem perguntas em linguagem natural e obter respostas claras e práticas por meio de recursos de conversão de voz em texto; 
  • Resumo e geração de conteúdo com tecnologia de IA para incidentes, cases, artigos de conhecimento e interações de serviço — ajudando as equipes na resolução de problemas com mais rapidez e menos esforço manual; 
  • Ferramentas para desenvolvedores e administradores que transformam intenções em fluxos de trabalho, lógica e automação, acelerando drasticamente a criação e atualização de processos para negócios; 
  • Buscas e descobertas inteligentes que extraem as informações certas de todos os sistemas corporativos sempre quando necessário. 

A ServiceNow viabiliza mais de 80 bilhões de fluxos de trabalho por ano. Em parceria com a OpenAI, a empresa oferece aos clientes novos recursos inovadores que permitem automação e fluxos de trabalho ainda mais avançados em diversos setores e casos de uso. 

Start Growth amplia atuação e passa a investir em startups de Retail Tech, IndTech, FoodTech e PetTech

A expansão recente dos investimentos em tecnologia no Brasil tem deslocado o interesse de fundos para verticais antes pouco atendidas pelo ecossistema. Levantamento da Distrito mostra que, somente em 2024, soluções voltadas ao varejo, indústria, alimentação e mercado pet movimentaram mais de R$ 3,8 bilhões em aportes. Esse salto impulsionou a Start Growth, gestora fundada em 2014, a ampliar oficialmente sua tese para quatro novos segmentos: Retail Tech, IndTech, FoodTech e PetTech. A mudança atende à demanda de startups que já validaram seus produtos e agora buscam capital e apoio operacional para escalar.

Segundo Marilucia Silva Pertile, cofundadora da Start Growth e mentora de startups, a decisão vem após observar o crescimento acelerado desses setores em métricas de digitalização, demanda por eficiência e expansão de consumo. “Essas verticais evoluíram muito rápido e hoje representam oportunidades robustas para negócios altamente escaláveis. Nosso interesse é apoiar fundadores que já provaram a dor que resolvem e precisam estrutura para ganhar tração”, afirma.

Os números reforçam o movimento. No varejo, o comércio digital brasileiro deve ultrapassar R$226 bilhões em vendas em 2025, segundo dados da ABComm. No setor industrial, o relatório Global Smart Industry Survey aponta que 74% das empresas planejam ampliar investimentos em automação e análise de dados. A área de alimentação segue em expansão contínua: estudo da Euromonitor projeta que o mercado global de FoodTech deve crescer mais de 42% até 2027, impulsionado por segurança alimentar, logística e soluções inteligentes. Já o mercado pet brasileiro, o segundo maior do mundo de acordo com o IPB, bateu R$76 bilhões em faturamento anual, com forte procura por serviços digitais e gestão de saúde animal.

Com a ampliação da tese, a Start Growth passa a buscar startups que atuam diretamente nesses setores com modelos SaaS, uso intensivo de dados, automação e foco em eficiência operacional. Marilucia destaca que o objetivo não é apenas acompanhar tendências, mas apoiar segmentos em que a tecnologia é fator crítico para expansão. “O que nos move é a maturidade do mercado. Cada uma dessas verticais apresenta dores muito claras, prontas para serem resolvidas com tecnologia. Quando existe problema real, existe espaço para escala”, explica.

Na nova fase, a gestora avaliará soluções que contemplem desde plataformas de omnicanalidade e logística para varejo até sistemas de predição industrial, marketplaces de alimentos, tecnologias para rastreabilidade, nutrição e saúde pet, além de ferramentas de gestão especializada. A executiva reforça que, independentemente do setor, três critérios permanecem inegociáveis: tração validada, clareza no modelo de monetização e capacidade de execução dos fundadores. “Startups que não dominam seus indicadores, como CAC, LTV e churn, dificilmente conseguem escalar. Nosso papel é entrar quando há potencial concreto e ajudar a estruturar a próxima etapa”, diz.

A tese ampliada será incorporada aos próximos batches de investimento da Start Growth, que mantém ritmo acelerado de seleção. A gestora utiliza o Start Growth Method, estrutura que combina capital, operação e inteligência de mercado para acelerar negócios em até dois anos e prepará-los para novas rodadas. “O mercado está mais seletivo, mas as oportunidades estão aí para quem resolve dores reais. Esses quatro setores reúnem demandas urgentes e espaço de crescimento. Nossa expansão acompanha essa realidade”, conclui Marilucia.

SuperFrete supera 10 milhões de envios e acelera crescimento de pequenos negócios no Brasil

A SuperFrete, plataforma logística voltada para pequenos e médios empreendedores, encerra 2025 com novos recordes operacionais. A empresa ultrapassou a marca de 10 milhões de envios realizados e mantém um ritmo acelerado, com dois envios a cada meio segundo em sua plataforma. Para 2026, a empresa projeta novas parcerias estratégicas, expansão do portfólio de produtos logísticos e o fortalecimento das soluções para vendedores que buscam eficiência na operação.

Com presença em todas as regiões do país, a companhia atende mais de 150 mil empreendedores por mês, apoiando centenas de milhares de pequenos e médios negócios que dependem de logística eficiente e acessível para competir no e-commerce.

O avanço também se reflete no fortalecimento do ecossistema da empresa, que hoje reúne mais de 30 plataformas parceiras, incluindo marketplaces, ERPs e ferramentas de gestão. Desde sua fundação, a empresa consolidou-se como uma das maiores expansão no setor.

O resultado é sustentado por um time que já conta com mais de 160 colaboradores, com destaque para a liderança diversa: mais de 60% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, um diferencial no setor de tecnologia e logística.

“Nosso propósito é democratizar o acesso à logística no Brasil, permitindo que qualquer empreendedor consiga vender mais e melhor. Os números deste ano reforçam a força dessa missão e o impacto direto que geramos na economia real”, afirma Victor Maes, CEO da SuperFrete.

Infracommerce aponta início do ano como janela estratégica para o varejo

Com o encerramento do período de maior aquecimento do varejo, o início do ano marca uma nova etapa para o comércio brasileiro, caracterizada por ajustes no ritmo de consumo e pela abertura de oportunidades estratégicas para os varejistas. Segundo a Infracommerce, líder em soluções de full commerce na América Latina, a movimentação mais moderada típica dos primeiros meses do ano é um comportamento sazonal já conhecido do setor e pode ser aproveitada como um momento propício para otimização de operações, fortalecimento do relacionamento com o consumidor e estímulo a novas jornadas de compra.

Tradicionalmente, após eventos como Natal e Black Friday que concentram os maiores volumes de vendas do calendário varejista, os consumidores passam a adotar escolhas mais planejadas e racionais. Esse cenário abre espaço para estratégias focadas em conveniência, economia e previsibilidade, fatores cada vez mais valorizados no processo de decisão de compra.

Nesse contexto, soluções logísticas ganham protagonismo. Após o pico de entregas no fim do ano, a retirada em loja desponta como uma alternativa eficiente, combinando agilidade, redução de custos e melhor experiência para o consumidor, além de minimizar o impacto do frete, um dos principais motivos de abandono de carrinho no e-commerce.

“Para potencializar os resultados no início do ano, a Infracommerce recomenda que os varejistas invistam em ações promocionais, saldões para renovação de estoque e na priorização de categorias com demanda característica do período, como materiais escolares, itens de viagem e ventilação. O reforço dos canais digitais, com ofertas personalizadas e jornadas de compra mais fluidas, também se destaca como um diferencial competitivo”, afirma Gerson Ferreira, Head de Client Success da Infracommerce.

Outro movimento comum do período é o aumento nas trocas e devoluções dos presentes de Natal. Com comunicação clara e uso de tecnologias e automações com IA, esse fluxo pode ser convertido em uma oportunidade de fidelização, estimulando novas compras e fortalecendo a relação com o consumidor. “Aqui o segredo é reduzir o atrito e resolver rapidamente a dor do consumidor”, afirma Gerson Ferreira.

Infracommerce ressalta ainda que o uso estratégico de dados, aliado a ações de performance e eficiência logística, é fundamental para sustentar as vendas, reduzir perdas e otimizar os resultados do varejo em um momento que, embora marcado por ajustes no consumo, oferece amplo potencial para inovação e crescimento.

Correios lançam megaoperação nacional de leilões digitais de imóveis a partir de fevereiro

Os Correios iniciam, a partir de fevereiro, uma ampla e estruturada operação de leilões de imóveis próprios, com certames recorrentes e realizados integralmente em ambiente digital. A estratégia busca ampliar o acesso de investidores e do público em geral a oportunidades imobiliárias distribuídas por diferentes regiões do país.

A primeira etapa da operação ocorre já em fevereiro, com leilões programados para os dias 12 e 26, por meio da plataforma da Vip Leilões. Ao longo do ano, os certames passarão a acontecer de forma contínua, com periodicidade regular.

Neste início, os imóveis ofertados estão localizados nos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo. O portfólio contempla ativos de perfis variados, com lances iniciais que partem de R$ 14 mil e podem chegar a R$ 190 milhões, atendendo desde pequenos investidores até grandes players institucionais.

A quantidade de imóveis já disponibilizadas para alienação nos leilões já passa de 60 unidades, que serão incluídos nos leilões a partir das liberações e preparações comerciais dos mesmos. Por isso, a recomendação é acompanhar continuamente o site da leiloeira, onde constam as informações atualizadas, descrições completas dos lotes e condições específicas de cada oferta.

Entre os diferenciais do modelo adotado está a condição especial para quitação antecipada: compradores que efetuarem o pagamento integral em até 30 dias ficam isentos de qualquer reajuste sobre o saldo devedor, o que pode representar ganho financeiro relevante em operações de maior valor.

“Assumir a responsabilidade por esta importante liquidação de ativos dos Correios é um marco importante para a Vip Leilões. Trata-se de um projeto de grande porte, com recorrência mensal, que amplia significativamente as oportunidades para investidores e reforça nosso posicionamento como uma das principais referências do setor no Brasil”, afirma Vicente Paulo, leiloeiro Oficial responsável pelos leilões e com mais de 29 anos de experiencia em grandes alienações como essa.

A participação nos certames é aberta a pessoas físicas e jurídicas, com vendas realizadas pelo critério de maior oferta, sempre em conformidade com as regras estabelecidas em edital.

Mais informações sobre os imóveis disponíveis, condições de participação e cronograma completo dos leilões podem ser consultadas no site oficial:
http://www.correios.vipleiloes.com.br/

32ª edição Fórum ILOS acontece em agosto (2026)

O principal encontro de líderes de logística e supply chain do Brasil, o Fórum ILOS acontecerá nos dias 19 e 20 de agosto de 2026, em São Paulo. Organizado pelo Instituto de Logística e Supply Chain, o Fórum ILOS trará em sua 32ª edição mais de 50 horas de conteúdo com visão de futuro, em um ambiente projetado para gerar debates profundos e negócios relevantes aos participantes.

“O Fórum ILOS reúne os principais executivos de logística e supply chain das maiores empresas do Brasil. Os encontros são de alto nível, com discussões com profundidade, visão estratégica e aplicabilidade real”, destaca a chairwoman do evento e sócia-executiva do ILOS, Maria Fernanda Hijjar.

Em 2025, o Fórum ILOS recebeu em torno de 500 empresas, distribuídas entre indústrias, prestadores de serviços logísticos, empresas de tecnologia da informação, consultorias, varejistas e outros segmentos da economia. Dentre os participantes estavam, por exemplo, líderes da Amazon, Mercado Livre, Coca-Cola, Natura, Samsung, Hinode, Bayer, General Mills, Reckit, Pepsico, Ultragaz e Leroy Merlin.

Para a edição de 2026, o Fórum ILOS contará com mais de 100 palestrantes nacionais e internacionais. Na pauta estarão os principais temas que vêm movimentando o setor, a serem abordados em apresentações simultâneas nos cinco palcos do evento ao longo dos dois dias. Abaixo alguns assuntos a serem abordados:

1. Panorama do transporte rodoviário de cargas – Piso mínimo de frete, segurança no transporte, disponibilidade de motoristas de caminhão;

2. Custos logísticos

3. A multimodalidade como alavanca de eficiência;

4. Operações logísticas transformadoras;

5. Logística internacional;

6. Tecnologia e automação na logística;

7. A descarbonização da cadeia de suprimento;

8. Os impactos da reforma tributária no real state brasileiro

SERVIÇO:

Fórum ILOS 2026 & Expo.Logística
19 e 20 de agosto de 2026
Golden Hall do Sheraton WTC, São Paulo – SP

Saiba mais em: www.forumilos.com.br
(21) 3445-3000 | (11) 3847-1909
Ou no e-mail foruns@ilos.com.br

Nuvei aponta 15 tendências de Pagamento que vão redefinir como o comércio funciona em 2026

O setor de pagamentos deixou definitivamente de ser apenas uma infraestrutura operacional para se tornar um dos principais motores estratégicos do comércio global. Essa é a principal conclusão do panorama “15 tendências de Pagamento que vão redefinir como o comércio funciona em 2026, elaborado a partir da visão dos líderes globais da Nuvei. Segundo executivos da Nuvei, 2026 marca um claro ponto de inflexão para o setor. Avanços em inteligência artificial, a consolidação dos pagamentos em tempo real, a evolução regulatória e mudanças profundas no comportamento do consumidor estão levando as empresas a repensarem o papel dos pagamentos em suas estratégias tecnológicas, financeiras e de crescimento. O que antes era tratado como um tema tático passa a ser estrutural. “O debate deixou de ser sobre um meio de pagamento específico e passou a ser sobre como desenhar ambientes flexíveis, resilientes, inteligentes e com alto nível de controle financeiro”, avaliam.

A seguir, um compilado das 15 tendências que devem moldar o setor de pagamentos e o varejo global em 2026, com base na experiência prática dos líderes da Nuvei nas áreas de IA, produto, risco, tesouraria, parcerias, turismo, métodos de pagamento e estratégia global.

Tendência 1: Comércio mediado por agentes se torna realidade

Em 2026, o chamado agentic commerce deixa de ser apenas conceitual e passa a operar em ambientes reais. Agentes digitais começam a influenciar a descoberta de produtos, a comparação de ofertas e o início das transações, exigindo que empresas repensem estrutura de produtos, transparência de preços e jornadas de checkout para atender não apenas consumidores, mas também agentes que atuam em seu nome. “2026 é o ano em que o comércio mediado por agentes se torna real. Os agentes do consumidor vão avançar mais rápido do que o restante do ecossistema, e quem se adaptar cedo terá uma vantagem clara”, afirma Hilla Peled, SVP de IA e Ciência de Dados

Tendência 2: O checkout se torna um sistema de receita

Cada decisão no checkout — etapas, autenticações ou opções de pagamento — tem impacto direto na conversão e no valor do cliente ao longo do tempo. Em 2026, o checkout deixa de ser uma página estática e passa a operar como um sistema vivo, que se adapta em tempo real ao comportamento do cliente, contexto do dispositivo, sinais de risco e desempenho dos meios de pagamento. “A performance do checkout se acumula rapidamente. Quem o trata como sistema, e não como tela, sai na frente”, diz Damien Cramer, SVP e Head Global de Travel

Tendência 3: Checkout liderado por redes passa de experimento a expectativa

Experiências como Paze e Konek avançam gradualmente do status de novidade para padrão esperado. A familiaridade do consumidor com identidade, tokenização e autenticação habilitadas pelas redes cria um nível de confiança no momento do pagamento. “Pagamentos sem atrito continuam liderando a experiência do consumidor e impulsionando escala para os comerciantes”, afirma Steve Vincent, SVP e Head Comercial da Nuvei na América do Norte.

Tendência 4: Orquestração se torna exigência liderada pelos comerciantes

Para grandes varejistas, orquestração de pagamentos deixa de ser diferencial e se torna requisito mínimo. Roteamento multiadquirente, smart retries e otimização de aprovações passam a ser expectativas básicas. “Os comerciantes esperam que seus parceiros de pagamento melhorem ativamente os resultados. Apenas processar transações já não é suficiente”, destaca Raphael Tetro, SVP de Contas Estratégicas.

Tendência 5: Resiliência e visibilidade financeira ganham prioridade

No setor de viagens, estratégias de pagamento evoluem para garantir resiliência operacional e controle financeiro. Ambientes distribuídos aumentam a flexibilidade, mas fazem de reconciliação, transparência e visibilidade requisitos estratégicos. “Em escala, a performance do pagamento importa, mas visibilidade financeira e confiança importam tanto quanto”, afirma Jacqueline Ulrich, SVP e Head de Travel Payments na Europa.

Tendência 6: Pagamentos B2B entram em uma era de controle de custos

À medida que os pagamentos B2B se digitalizam, o custo assume papel central. Cartões trazem velocidade e automação, mas também custos mais altos. Em 2026, empresas combinam estrategicamente cartões e transferências bancárias integradas — como ACH e SEPA — buscando eficiência econômica e operacional. “Nos pagamentos B2B, 2026 é sobre ter as ferramentas certas para maximizar tanto os benefícios econômicos quanto operacionais dos pagamentos digitais. Dados mais ricos, cobranças em conformidade e transferências bancárias integradas oferecem às empresas alavancas reais para gerenciar custos sem sacrificar eficiência.”, afirma Murray Sharp, SVP Pagamentos B2B.

Tendência 7: Economia dos cartões devolve poder aos comerciantes

A expectativa de acordos regulatórios envolvendo Visa e Mastercard nos EUA, esperados para o fim de 2026, deve ampliar a flexibilidade dos comerciantes na gestão de custos de aceitação, com decisões em tempo real sobre aceitar, direcionar ou sobretaxar transações. “Isso é aceitação seletiva de cartões em escala. Os adquirentes que se prepararem cedo liderarão”, avalia Christine Scappa, General Manager da Nuvei na América do Norte.

Tendência 8: Open Banking e pagamentos em tempo real se tornam operacionais

Setores que exigem velocidade e irrevogabilidade, como games, passam a adotar de forma mais ampla transferências bancárias e Request to Pay, reduzindo custos, fraudes e melhorando fluxo de caixa. “Os pagamentos devem desaparecer no fundo da experiência de compra. Velocidade e certeza tornam isso possível”, afirma Warren Tristram, SVP, Head de iGaming.

Tendência 9: Neobancos expõem limitações do modelo tradicional de cartões

Os Neobancos estão aproveitando infraestruturas de pagamentos em tempo real e métodos alternativos para desafiar a economia tradicional dos cartões. Construídos sobre infraestrutura moderna e livres de sistemas legados, conseguem experimentar de forma mais agressiva como o dinheiro se move e como o valor é entregue aos consumidores. “Os neobancos estão provando que infraestruturas mais baratas, combinadas a marcas fortes, podem mudar o comportamento de pagamento”, Guillaume Conteville, CMO.

Tendência 10: Stablecoins redefinem estratégia de capital e inteligência de balanço patrimonial

Stablecoins deixam de ser apenas infraestrutura de pagamento e passam a integrar a estratégia de capital das empresas, permitindo gestão dinâmica de liquidez, liquidação mais rápida e previsibilidade financeira. “Stablecoins estão mudando como as empresas pensam sobre liquidez. Não são apenas uma forma mais rápida de movimentar dinheiro. São uma forma mais inteligente”Bryce Jurss, VP, Ativos Digitais.

Tendência 11: Métodos de pagamento locais continuam decisivos para crescimento global

Apesar da escala das plataformas globais, os pagamentos permanecem profundamente locais. Consumidores continuam confiando em métodos familiares, como transferências bancárias, carteiras digitais e esquemas regionais e essa confiança tem impacto direto na conversão e na percepção de credibilidade das marcas. Em 2026, o desafio para as empresas deixa de ser apenas adicionar métodos locais e passa a ser escolher os mais relevantes para cada mercado e jornada. Poucas opções limitam o alcance, opções demais geram fadiga, frustração e abandono no checkout. “Marcas globais vencem quando conseguem parecer locais no momento do pagamento”Adina Pop, SVP, Métodos de Pagamento Globais.

Tendência 12: Dados de pagamento evoluem para inteligência de negócios

Os dados de pagamento deixam de ser apenas registros históricos e passam a se consolidar como uma das fontes mais precisas de inteligência de negócios. Em 2026, informações transacionais em tempo quase real passam a orientar decisões estratégicas relacionadas a precificação, personalização, desempenho de autorizações, prevenção a fraudes e expansão geográfica. Empresas mais maduras estão migrando de análises retrospectivas para insights preditivos, usando dados de pagamento para entender onde há atrito, perda de margem ou oportunidades de crescimento. “Os dados de pagamento mostram como o comércio realmente funciona, não como imaginamos que funcione”, Advait Sinha, SVP, Gestão de Produtos.

Tendência 13: Novos métodos europeus enfrentam o teste da adoção real

Soluções como Wero e Revolut Pay ganham visibilidade, mas precisam provar impacto concreto em conversão, custo e experiência no checkout para escalar de forma sustentável. “O cemitério de pagamentos está cheio de grandes nomes. A adoção sempre é o verdadeiro teste”, Steffan Jones, SVP, Experiência do Cliente.

Tendência 14: Stablecoins se consolidam como camada operacional da tesouraria

Empresas globais passam a usar stablecoins para centralizar liquidez, movimentar recursos entre países e explorar novas formas de eficiência financeira, reduzindo dependência de estruturas bancárias tradicionais. “Stablecoins estão evoluindo para uma camada operacional do tesouro. Elas permitem que empresas globais centralizem a liquidez, movimentem fundos mais rapidamente através das fronteiras e desbloqueiam eficiência sem renunciar ao controle.”, Damon Burk, diretor Sênior, Ativos Digitais.

Tendência 15: Compliance se transforma em vantagem competitiva

Em vez de freio ao crescimento, compliance passa a ser visto como diferencial operacional, permitindo expansão mais rápida, onboarding ágil e maior confiança regulatória. “Compliance funciona melhor quando está integrado à operação, e não como uma barreira no final do processo. Em 2026, essa integração se torna uma verdadeira vantagem competitiva”, afirma Noam Grinberg, diretor de Riscos.

Pagamentos como camada habilitadora do comércio moderno

A conclusão desse panorama é de que, em 2026, a grande transformação não está em um único meio de pagamento, mas na forma como empresas desenham estratégias que equilibram flexibilidade, resiliência, inteligência e controle. À medida que os ecossistemas se tornam mais complexos, o papel dos provedores de pagamento evolui para habilitar arquiteturas lideradas pelos comerciantes, integradas a ecossistemas mais amplos e orientadas à criação de valor de longo prazo.

No fim das contas, as melhores experiências de pagamento são aquelas que o consumidor quase não percebe, mas das quais os negócios dependem completamente. Acompanhe aqui o Panorama com as Tendências para Pagamentoshttps://www.nuvei.com/br/postagens/15-payment-trends-that-will-redefine-how-commerce-works-in-2026

Delivery inteligente para 2026: 80% dos consumidores esperam opções de entrega no mesmo dia

Com o avanço da tecnologia e a consolidação do e-commerce, o delivery se tornou a maneira mais utilizada para a realização de uma compra. Apenas alguns cliques são necessários para que o seu pedido chegue diretamente na sua casa.

No delivery, independente de onde você esteja, é possível garantir um produto de maneira rápida e fácil. Em 2026, a tendência é o crescimento contínuo dessa funcionalidade, visto que já é consolidada em praticamente todas as lojas e franquias, desde as menores até as redes mais famosas.

De acordo com o levantamento da Capital One Shopping, divulgado pela Smartroutes, aproximadamente 80% dos consumidores esperam opções de entrega no mesmo dia, pressionando redes varejistas e plataformas de delivery a terem soluções mais avançadas para atender aos prazos sem comprometer a qualidade e os custos.
 

Para acompanhar a alta volumetria das demandas, o delivery precisa se tornar mais inteligente. Hoje, a gestão manual é praticamente inviável pelo aumento dos pedidos e a expansão da logística no Brasil. Em 2026, a projeção é de que soluções baseadas em dados e automação ganhem mais espaço para garantir a satisfação na entrega”, diz André Mortari, CEO da LET’s, empresa especializada em entregas orquestradas.

Plataformas de gestão logística integradas despontam como tendência, como no caso do Max SalesCloud, que é solução SaaS, centralizando vendas, pedidos, entregadores e informações operacionais em um único ambiente digital. O sistema é o controle da operação logística. Também deve-se considerar a inteligência artificial como um dos principais diferenciais, à medida que essa tecnologia evolui, a expectativa é que as operações logísticas avancem no mesmo ritmo.

Outro ponto que precisa ser fundamentado para o novo ano, é a gestão orientada por dados, porque relatórios e dashboards permitem que os seus gestores acompanhem os indicadores como tempo médio de entrega, taxa de sucesso e desempenho por região, além das ferramentas como mapas de calor e geolocalização ajudarem a identificar erros logísticos rapidamente. Com maior controle, os ajustes são feitos à tempo de se transformarem em reclamações.

A expectativa para os próximos meses é que o delivery avance como resposta à demanda. “O varejista precisa ir além e investir em um sistema capaz de orquestrar a operação logística. Plataformas que assumem o “trabalho bruto” da operação ajudam a atender às expectativas de um consumidor exigente, e a satisfação do cliente é essencial para o sucesso do seu negócio”, finaliza André.

Por onde começar a implementar IA nas empresas?

Com o uso de tecnologias digitais cada vez mais disseminado, a adoção de Inteligência Artificial (IA) pela empresas passa de tendência a necessidade estratégica. De acordo com Mauricio Frizzarin, fundador e CEO da QYON Tecnologia – empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares de gestão com Inteligência Artificial – destaca que pequenas, médias e grandes empresas têm, agora, a oportunidade de transformar seus processos internos, com ganhos concretos em eficiência, redução de custos e qualidade na tomada de decisões.

Dados recentes mostram que a adoção de IA nas empresas brasileiras cresceu de forma significativa — principalmente no setor industrial, mas com impactos que se estendem à contabilidade, finanças e gestão corporativa. Conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2022 e 2024, o uso de IA pelas indústrias teve um crescimento de 163%, passando de 16,9% para 41,9% no período. Além disso, entre as companhias que declararam adotar tecnologias avançadas, a IA já aparece como uma das mais relevantes, embora outras, como computação em nuvem e Internet das Coisas, mantenham amplo uso.

Segundo estudo de 2025, realizado pela KPMG Brasil, 86% das empresas nacionais afirmam utilizar IA de algum modo em seus processos corporativos. Contudo, o mesmo estudo revela que a confiança nas decisões tomadas por IA ainda é um desafio: apenas 55% dos respondentes declaram se sentir confortáveis com a tomada de decisão baseada em IA. Outro levantamento recente aponta que apenas 17% das empresas brasileiras consideram seus dados internos totalmente acessíveis e adequados para uso em IA, evidenciando que a governança de dados e qualidade da informação continuam sendo barreiras concretas à adoção mais madura da tecnologia.

No cenário global, pesquisas como a de 2025 da consultoria McKinsey & Company indicam que muitas empresas já utilizam IA em múltiplas funções – desde marketing e vendas, finanças corporativas até P&D – embora poucas tenham escalado esses projetos de forma ampla. Entre as organizações que relatam impacto, 39% dizem que a IA já contribui para o lucro antes de juros e impostos (EBIT), ainda que muitas vezes de forma modesta. Por outro lado, uma parcela significativa aponta melhoria em inovação, satisfação do cliente e diferenciação competitiva.

Diante desse cenário, Frizzarin elenca seis passos essenciais para empreendedores e empresários que desejam adotar IA de forma estratégica — com base em evidências e melhores práticas:

-Mapear processos internos e identificar gargalos claros: antes de qualquer investimento, é essencial diagnosticar quais áreas consomem mais tempo e recursos – contabilidade, controle financeiro, atendimento, gestão administrativa, estoque, etc. A IA deve ser aplicada onde há oportunidade de impacto real e mensurável.

-Assegurar dados de qualidade e governança da informação: a adoção de IA depende de dados acessíveis, organizados e confiáveis e, de acordo com estudos, apenas 17% das empresas têm dados plenamente utilizáveis para IA. Isso demonstra que muitos empreendimentos ainda precisam estruturar sua base de dados antes de avançar.

-Definir objetivos claros e métricas de sucesso: como estabelecer metas como aumento de eficiência, redução de retrabalho, automatização de tarefas contábeis/financeiras, melhoria de previsibilidade de caixa, relatórios mais precisos, ou suporte à tomada de decisão. Com objetivos claros, torna-se possível avaliar o retorno sobre o investimento em IA.

-Selecionar ferramentas apropriadas e compatíveis com o porte da empresa: há soluções de IA acessíveis e modulares para automação contábil, análise financeira, forecasting, chatbots para atendimento e sistemas de apoio à decisão. Para pequenas e médias empresas, o ideal é começar com ferramentas de menor complexidade e custo, mas com possibilidade de escalabilidade conforme a empresa cresce.

-Capacitar equipes e fomentar uma cultura de inovação orientada a dados: o treinamento e a adaptação das pessoas são aspectos tão importantes quanto a tecnologia. Segundo pesquisas recentes, muitas empresas no Brasil já investem em capacitação em IA, especialmente as de médio e grande porte. Garantir que colaboradores entendam os benefícios, saibam usar as ferramentas corretamente e interpretem os dados gerados é fundamental para sucesso da implementação.

-Monitorar resultados, ajustar e evoluir continuamente: a adoção de IA não é um evento único, mas um processo contínuo. É necessário acompanhar métricas, mensurar ganhos (eficiência, economia, agilidade, precisão), e ir refinando o uso da tecnologia — além de escalar sua aplicação para novas áreas da empresa conforme a maturidade do negócio.

“Vale a pena investir em IA em diversas funções, que vão do marketing à gestão administrativa, finanças e contabilidade, dada a versatilidade da tecnologia, que é viável inclusive para empresas menores, que podem começar com aplicações mais simples e alcançar ganhos relevantes. Assim, torna-se possível preparar a companhia para saltos de eficiência e competitividade ao longo do tempo. Em um momento de transformação digital acelerada, empresas que adotam IA obtêm vantagens na automação, na precisão de processos e na tomada de decisão, fatores decisivos para competitividade e sustentabilidade no longo prazo”, finaliza Mauricio Frizzarin, CEO da QYON Tecnologia.

SuperFrete anuncia parceria com a Loja Integrada e amplia soluções logísticas para o e-commerce

SuperFrete, plataforma que conecta empreendedores às melhores opções de frete, anuncia uma nova parceria estratégica com a Loja Integrada, uma das principais plataformas de e-commerce do país. A integração é apresentada oficialmente durante o NA KOMEA, evento promovido pela Loja Integrada que reúne cerca de mil lojistas e empreendedores digitais, e marca um novo passo na ampliação das soluções logísticas disponíveis para quem vende online.

Com a nova integração, lojistas que utilizam a Loja Integrada passam a contar com mais facilidade na gestão de fretes, acesso a diferentes opções de envio e um fluxo logístico mais simplificado. A iniciativa fortalece o ecossistema de e-commerce ao conectar tecnologia, inovação e logística em uma única jornada, reduzindo etapas operacionais e facilitando o dia a dia dos empreendedores.

A parceria reforça o posicionamento da SuperFrete, ampliando o acesso a soluções logísticas de forma prática e integrada às principais plataformas de venda online. “Nosso objetivo é estar cada vez mais presente na rotina do lojista, simplificando processos que antes eram complexos e dando mais acesso e previsibilidade para quem vende online. A parceria com a Loja Integrada reforça nosso compromisso em criar soluções cada vez mais integradas e centradas no lojista.”, afirma Livia Rigueiral, CPO da SuperFrete.

Durante o NA KOMEA, a startup marca presença com um estande pensado para mostrar, na prática, como a logística pode se tornar um diferencial competitivo para pequenos e médios negócios digitais.

Entre as novidades está uma máquina de autoatendimento para postagens. A solução, que está em fase de testes em locais de fácil acesso e grande fluxo comercial, tem como objetivo reduzir filas e funciona como um ponto de apoio logístico para os lojistas. A iniciativa integra o movimento da empresa de buscar alternativas complementares para ampliar e facilitar o acesso aos serviços de envio, oferecendo mais praticidade aos clientes e contribuindo para a eficiência da coleta.