Início Site Página 79

Metas para 2026: o que priorizar para viver um ano mais leve, organizado e florido?

O início de um novo ano costuma ser associado à ideia de recomeço. Janeiro marca um momento propício para rever hábitos, redefinir prioridades e organizar a vida com mais intenção. Para 2026, ganha força a busca por metas que ultrapassam o desempenho profissional e passam a contemplar bem-estar, equilíbrio emocional, relações mais saudáveis e um cotidiano visualmente mais agradável, contexto no qual a presença de flores no dia a dia surge como um recurso simples para tornar a rotina mais leve e acolhedora.

O cuidado com a saúde emocional se consolida como um dos pilares das metas para o ano. Dedicar tempo ao silêncio, à reflexão e ao autocuidado deixou de ser encarado como luxo e passou a fazer parte de uma rotina equilibrada. Práticas como a escrita reflexiva, a meditação e atividades criativas contribuem para organizar pensamentos, reduzir a ansiedade e valorizar conquistas cotidianas. Nesse contexto, as relações pessoais também ganham destaque. Em meio a agendas sobrecarregadas e ao uso excessivo de telas, o tempo de qualidade se torna cada vez mais relevante. Estar presente, fortalecer vínculos e investir em gestos simples de afeto, como o hábito de presentear e manter a casa com flores, ajudam a construir relações mais consistentes e significativas.

No campo profissional, a palavra-chave para 2026 tende a ser clareza. Organização não significa rigidez, mas definição de prioridades e melhor gestão do tempo. Planejar a semana, estabelecer limites e incluir pausas estratégicas são práticas que ajudam a reduzir a pressão cotidiana e aumentam a produtividade no longo prazo. Ambientes de trabalho mais agradáveis, com iluminação adequada e elementos naturais, influenciam o bem-estar e a concentração.

Nesse movimento de planejamento, símbolos ganham espaço. Arranjos de flores e plantas, especialmente no início do ano, carregam significados associados a renovação, prosperidade, harmonia e proteção. A escolha das cores e espécies costuma seguir intenções específicas. Tons claros estão associados à tranquilidade e aos novos começos; amarelos e dourados remetem à prosperidade e às oportunidades; verdes evocam saúde e equilíbrio; vermelhos e rosas dialogam com vitalidade e relações afetivas. Mais do que seguir regras rígidas, o importante é alinhar o ambiente aos objetivos que se deseja priorizar ao longo do ano.

Na prática, definir metas para um novo ano envolve olhar para a rotina como um todo. Cuidar da casa, organizar o trabalho, manter a saúde emocional em dia e fortalecer relações são ações complementares. Assim como no cultivo de um jardim, resultados consistentes dependem de atenção contínua, ajustes ao longo do caminho e escolhas feitas com intenção. Ao transformar metas em hábitos, o ano tende a se tornar mais produtivo, leve, organizado e visualmente inspirador.

O que é IA conversacional

Todos os consumidores esperam um suporte rápido e personalizado às suas demandas, não importando o canal que escolheram para iniciar um diálogo com uma marca. Não à toa, com mais conversas acontecendo e em cada vez mais plataformas, essas marcas enfrentam dificuldades em oferecer experiências confiáveis em escala. É por isso que muitas delas estão se voltando para a IA conversacional – que mais do que uma ferramenta de inteligência artificial, representa toda uma estratégia abrangente de atendimento ao cliente, de forma inteligente.

Mas afinal, o que é a IA conversacional? Com tantos novos termos e ferramentas surgindo atualmente, graças à revolução da IA iniciada nos últimos anos, nem sempre fica claro o que é o quê, e acima disso, quais as funcionalidades e possibilidades de cada ferramenta. No caso da IA conversacional, estamos falando da tecnologia normalmente conhecida por estar por trás das interações entre clientes e marcas, mas que se parecem com as humanas, mesmo sendo realizadas por uma IA. Ela é usada no contexto de proporcionar um suporte mais inteligente e rápido por telefone, WhatsApp, chat e outros canais digitais. 

Entender como a IA conversacional funciona é fundamental para revelar todo o seu potencial. Em sua essência, a estratégia de IA conversacional usa modelos avançados para analisar a linguagem natural, interpretar a intenção do cliente e automatizar ou aprimorar as interações em vários canais.

A IA possui autonomia para atender a um cliente que inicia um diálogo, mas também pode direcionar a conversa para um agente humano, caso seja necessário um toque humano na conversa, acima de tudo preservando o contexto para o agente humano.

Esse agente, além de receber o histórico com pontos importantes da conversa, pode analisar a situação de acordo com o termômetro de sentimento do cliente, já avaliado pela IA, além de saber no que se focar, seguindo as recomendações da IA. 

Esse processo permite que as empresas ofereçam experiências eficientes e conectadas em escala, ao mesmo tempo em que tornam cada interação mais inteligente, independentemente do canal ou da complexidade da pergunta do cliente.

IA conversacional versus chatbot

Ao explorar as soluções de suporte digital, muitas pessoas se perguntam sobre a diferença entre IA conversacional e a tecnologia de chatbot. Embora esses termos às vezes sejam usados de forma intercambiável, eles representam níveis muito diferentes de capacidade e valor.

Os chatbots tradicionais operam com uma intenção simples e preditiva. Eles dependem principalmente de conteúdo predefinido e árvores de decisão ao oferecer respostas prontas a perguntas previsíveis. Isso os torna adequados para casos de uso básicos ou repetitivos, como responder a perguntas frequentes em um site, onde a conversa não precisa se adaptar ou evoluir. Sua capacidade de simular conversas humanas é limitada, pois não podem gerar linguagem que pareça natural ou entender o contexto fora de um conjunto fixo de cenários.

A IA conversacional, por outro lado, é sensível ao contexto. Ela utiliza machine learning e o processamento de linguagem natural para entender a intenção, lembrar-se das interações anteriores e até mesmo aprender e melhorar com o tempo. Em vez de apenas seguir um roteiro predefinido, a IA conversacional pode ajustar as respostas com base no histórico, no sentimento e no fluxo da conversa, fazendo com que as interações pareçam muito mais naturais e intuitivas. Ela também pode orquestrar dados de fora de suas conversas, como CRM, OSS/BSS, histórico de tráfego da Web e muito mais. Essa é a visão de 360 graus que a maioria das empresas luta para produzir.

Esses sistemas podem entender a intenção, resolver o contexto e até raciocinar em meio a interações de várias etapas, o que os torna ideais para jornadas mais complexas dos clientes. Outra diferença importante é a capacidade de compreender e lembrar o contexto. Enquanto os chatbots oferecem apenas uma compreensão simples e têm pouca capacidade de raciocínio, a IA conversacional pode rastrear o histórico da conversa, aproveitar a experiência no assunto e personalizar as respostas com base no contexto. Isso leva a conversas que se pareçam mais com as humanas.

As melhores plataformas de IA conversacional oferecem flexibilidade real para personalização dos fluxos de trabalho, canais e integrações para atender às necessidades de negócios. Além disso, permitem uma configuração rápida e fácil e uma expansão rápida para colocar novas automações ou canais em operação em semanas, não meses. Isso significa menos espera e impacto mais imediato na experiência do cliente e na eficiência operacional.

À medida que sua empresa cresce ou suas operações de suporte se tornam mais complexas, sua plataforma de IA conversacional deve ser dimensionada sem complicações. Procure uma infraestrutura pronta para empresas que ofereça suporte a altos volumes de interações, equipes globais e comunicações omnichannel sem comprometer o desempenho ou a confiabilidade. A escalabilidade garante que sua plataforma continue sendo uma base sólida para a inovação no futuro.

*Conteúdo adaptado por José Eduardo Ferreira, Vice-Presidente Regional de Vendas para a América Latina da Twilio, do material original “O que é IA conversacional? A estratégia da Twilio para um suporte mais inteligente, escrito por Ravleen Kaur, da Twilio.

Uso de IA em fraudes de identidade dispara 300% e coloca e-commerce em alerta, revela Veriff

A fraude digital segue pressionando empresas de tecnologia, finanças e e-commerce em escala global. Segundo o Relatório de Fraude de Identidade 2026, que acaba de ser publicado pela Veriff, 4,18% de todas as tentativas de verificação realizadas em 2025 foram fraudulentas, o equivalente a uma em cada 25 interações digitais, mantendo o patamar elevado pelo terceiro ano consecutivo.

O dado ganha relevância em meio à crescente sofisticação dos ataques. Em relação a 2024, o uso de mídias digitais geradas ou manipuladas por inteligência artificial cresceu 300%, indicando que a IA se consolidou como um dos principais catalisadores da fraude online.

Para Andrea Rozenberg, diretora de mercados emergentes da Veriff, a fraude se transformou em um problema estrutural da economia digital. “O avanço da IA reduziu custos, aumentou a escala e permitiu que ataques altamente sofisticados fossem executados com muito mais eficiência”. 

Quanto às soluções para evitar esse tipo de crime, ela alerta que uma única ferramenta nunca será o suficiente para combater a ameaça multifacetada de fraudes que existe no mundo digital. “Estamos sempre atentos aos novos comportamentos e usamos inteligência artificial treinada em padrões globais de fraude que analisa comportamento, dispositivo e contexto da sessão para identificar riscos. Casos sensíveis também passam por revisão humana, garantindo precisão, segurança e conformidade regulatória”, explica Andrea.

América Latina acelera e acende alerta

Na América Latina, os dados mostram uma aceleração relevante. Em 2025, as tentativas de fraude no setor de pagamentos cresceram 48%, enquanto as fintechs registraram aumento de 23,4%, refletindo o ritmo acelerado de digitalização financeira.

A falsificação de identidade, prática em que fraudadores se passam por outra pessoa para acessar ou solicitar de forma ilícita contas e serviços digitais, respondeu por 86% dos ataques na região. Passaportes, documentos de residência e identidades nacionais concentram as maiores taxas de fraude, reflexo direto da ampla aceitação desses documentos em processos digitais. Embora essas táticas sejam conhecidas, a inteligência artificial ampliou significativamente o alcance ao viabilizar a automação em escala industrial e acelerar a criação de identidades sintéticas usadas para infiltrar sistemas digitais.

No Brasil, dados do Veriff Fraud Index 2025, pesquisa baseada na experiência de consumidores, reforçam a gravidade do cenário. Cerca de 26% dos brasileiros relataram ter enfrentado fraudes cinco vezes ou mais nos últimos 12 meses, percentual superior ao observado nos Estados Unidos (15%) e no Reino Unido (10%). O impacto financeiro também é expressivo: quase 40% dos entrevistados afirmaram ter sofrido prejuízos acima de US$ 251 (R$ 1,3 mil), enquanto aproximadamente 5% relataram perdas superiores a US$ 5 mil (R$ 26 mil) em um único golpe.

E-commerce e finanças lideram riscos

O estudo aponta os marketplaces online como o segmento mais exposto. Em 2025, sites de e-commerce registraram taxa líquida de fraude de 19,2%, cerca de cinco vezes acima da média global, além de altos níveis de fraude autorizada.

Já o setor financeiro manteve-se entre os principais alvos, com fraude líquida superior a 5,5%, índice 30% acima da média internacional, impulsionado principalmente por ataques baseados em IA e deepfakes.

Segundo a Veriff, o cenário reforça a necessidade de modelos contínuos de verificação de identidade, capazes de combinar automação, inteligência artificial e análise humana para mitigar riscos em um ambiente econômico cada vez mais digital e interconectado.

“Notamos uma tendência nesse sentido em 2023 e em 2024, mas em 2025 o número de ataques de fraudes em sites de e-commerce disparou. Por, em grande parte, não contarem com regulamentação e lidarem com transações globais na casa de trilhões de dólares, esses sites são um alvo tentador para fraudadores”, alerta Andrea.

Seguros deixam de ser custo e passam a gerar receita para transportadoras, aponta 88i

Tradicionalmente tratado como um item obrigatório de custo, o seguro começa a assumir um novo papel no setor de transporte e logística: o de indutor de eficiência, confiança e geração de receita. É o que mostra a experiência da 88i – seguradora digital especializada no ecossistema de mobilidade, logística e e-commerce – ao estruturar soluções de seguro integradas à operação das transportadoras.

Em muitos casos, a contratação de seguros é exigência legal ou condição imposta por grandes embarcadores.  Grandes empresas, por exemplo, só operam com transportadores que tenham cobertura adequada. Nesse contexto, o seguro deixa de ser apenas um requisito regulatório e passa a ser um fator de acesso a novos contratos e volumes maiores de carga. “Quando o embarcador confia no transportador, ele amplia a operação. O seguro funciona como um elemento de credibilidade”, aponta a empresa.

Ao redesenhar a lógica tradicional, a 88i afirma ser possível reduzir em até 30% o custo do seguro, dependendo do histórico de sinistros da transportadora. A diminuição do custo, combinada ao aumento do volume transportado, altera diretamente a equação financeira do negócio. Em vez de pressionar margens, a proteção passa a apoiar o crescimento.

Um dos diferenciais da 88i está na oferta de seguros que podem ser repassados pela própria transportadora a diferentes elos da cadeia. É o caso do seguro de renda voltado a entregadores autônomos, que garante indenização temporária em caso de afastamento, com base na média de rendimentos dos últimos 28 dias. A solução tem impacto direto na relação entre plataforma e profissional. Segundo a empresa, o engajamento voluntário desses trabalhadores cresce cerca de 15% quando o benefício está disponível.

“O entregador costuma operar em mais de uma plataforma, com valores de diária semelhantes. O seguro de renda cria um vínculo adicional. Ele tende a se dedicar mais à empresa que oferece essa proteção, o que aumenta produtividade e fidelização”, explica o CEO da 88i, Rodrigo Ventura. Como o valor da indenização está atrelado à renda média, o profissional também é incentivado a ampliar sua produção.

Outro eixo é o seguro de proteção de mercadorias, que pode ser contratado de forma flexível, seja por carga, por CNPJ ou por parte da operação, e pode ser revendido pela transportadora ao cliente final ou ao embarcador. Em operações de e-commerce e drop shipping, onde a pressão por redução de custos logísticos é crescente, oferecer um seguro mais barato do que o disponível no mercado se torna um diferencial competitivo.

Na última milha, onde predominam modelos mais flexíveis e veículos terceirizados – desde carros de passeio até motos -, a 88i desenvolveu coberturas específicas para roubo, furto e danos de carga. A empresa tem a Uber como uma de suas principais parceiras nessa modalidade e afirma já ter alcançado 10,1 milhões de clientes protegidos nesse segmento.

Redução de fraudes

A digitalização do seguro embarcado também tem efeito direto na redução de fraudes. Ao cruzar dados da operação em tempo real, vindos de TMS, aplicativos, geradores de etiquetas e do próprio consumidor final, cria-se o que a empresa chama de “duas fontes da verdade”. Com menos incerteza, o risco não precisa ser embutido no preço, tornando o serviço mais competitivo. O pagamento das indenizações ocorre de forma digital, diretamente em carteiras eletrônicas.

Segundo a 88i, o foco em um nicho ainda pouco atendido explica o ritmo acelerado de crescimento da empresa. Entre 2021 e 2025, a 88i contabilizou 30 milhões de apólices emitidas. O crescimento foi de 1.500% em 2021, 450% em 2022, 440% em 2024 e de 193% em 2025. “As soluções tradicionais são engessadas e, muitas vezes, apenas impõem custos ao transportador. A proposta aqui é diferente: olhar a cadeia inteira e usar o seguro como ferramenta de eficiência”, afirma Ventura.

Ao integrar embarcadores, marketplaces, transportadoras, sistemas de gestão e o consumidor final, o seguro deixa de ser um item isolado e passa a compor estratégias mais amplas de negócio. A lógica, segundo a empresa, é criar um ambiente de confiança mútua, no qual todos os elos (contratantes, prestadores de serviço e consumidores) se beneficiam.

Nesse novo arranjo, o seguro deixa de ser apenas uma despesa prevista no cálculo do frete e passa a ampliar a capacidade de fechar contratos, acessar novos clientes e sustentar o crescimento das operações em um setor cada vez mais competitivo.

6 dicas para vender online em 2026

O ano de 2026 deve impor desafios para quem vende online, segundo diagnóstico do Bling, plataforma que reúne soluções de gestão, serviços financeiros, logística, entre outros, para PMEs que atuam no e-commerce. Neste ano, Copa do Mundo, eleições e o início da transição para o novo regime tributário sobre o consumo, trazem impactos às vendas, pois influenciam o comportamento do consumidor. 

De acordo com Marcelo Navarini, diretor do Bling, nesse cenário, o planejamento anual, algo indispensável a qualquer empresa, torna-se ainda mais obrigatório, pois permitirá ao empreendedor se preparar para as oscilações de demanda previstas para o ano e também aproveitar as oportunidades trazidas por estes tipos de eventos. “Começar o ano sem um planejamento mínimo compromete a sustentabilidade e, em muitos casos, o futuro do negócio. É nessa etapa que a empresa organiza seus objetivos e conecta operação, finanças e vendas em um mesmo raciocínio de gestão”, explica.

O diretor do Bling reuniu seis dicas para o empreendedor planejar seu ano e garantir bons negócios durante este ano.

  1. Faça um diagnóstico do seu negócio: comece analisando como seu negócio se comportou no último ano. Identifique o que deu certo e onde há espaço para melhorias. Essa análise deve incluir aspectos como: fluxo de caixa, vendas e atendimento ao cliente, sempre analisando o que funcionou e o que não deu certo.
  2. Defina metas simples e realistas: estabeleça objetivos para o ano que sejam claros, específicos e dentro das possibilidades do seu negócio como, por exemplo, aumentar o faturamento em 20%, reduzir custos fixos em 10%, comercializar novas categorias de produtos ou desenvolver novos serviços.
  3. Planeje suas ações com simplicidade: para atingir seus objetivos, desenhe um plano prático e acessível, organizando suas finanças, definindo prioridades – se o orçamento estiver limitado, escolha focar nas ações que trarão maior retorno, e use cronogramas práticos com ações em etapas semanais ou mensais.
  4. Inclua outras áreas importantes no planejamento: para pequenos negócios, o planejamento deve ser prático, considerando a realização de um inventário simples para controle de estoque, ações de marketing de baixo custo com redes sociais e promoções criativas e foco no atendimento ao cliente. 
  5. Acompanhe os resultados regularmente: monitore faturamento mensal, volume de vendas, lucro líquido e satisfação com feedback dos clientes e use as informações para melhorar e adaptar o planejamento.
  6. Planeje e gerencie o negócio com ferramentas digitais: soluções como o Bling ajudam a centralizar informações financeiras e operacionais, automatizar processos, reduzir tarefas manuais e aumentar a produtividade. No caso do Bling, há ainda integração com marketplaces como Temu e Shopee, além de plataformas como Instagram e TikTok Shop, permitindo a operação das vendas e entregas em um único ambiente.

Dispara Aí anuncia integração com a API oficial do WhatsApp

A Dispara Aí, plataforma de automação no WhatsApp presente em mais de 15 países, passou a operar com a API oficial mantida pela Meta. A homologação marca um avanço importante, condição que aumenta a estabilidade e reduz riscos operacionais da ferramenta.

A adoção da API oficial pelo Dispara Aí ocorre em um momento em que a agilidade no atendimento se tornou determinante para resultados comerciais em todo o mundo. Dados do InsideSales mostram que responder um possível cliente nos primeiros cinco minutos pode elevar a conversão em até 21 vezes em comparação com atendimentos iniciados após 30 minutos.

Segundo a empresa, por possuir servidores distribuídos, a Meta é capaz de reduzir quedas, atrasos e falhas no envio de mensagens. Além disso, é projetada para grandes volumes, oportunizando o envio de centenas de milhares de conteúdos por dia sem riscos de banimentos e com priorização de entrega. 

“Ao contrário das alternativas não oficiais, a API homologada garante operação compatível com todas as diretrizes do aplicativo. Ela permite integrar sistemas, automatizar tarefas e gerenciar grandes volumes de mensagens com escalabilidade e profissionalismo, sem riscos de perda repentina do número da empresa”, afirma Luan Mileski, head de produto e negócios do Grupo Irrah Tech.

Segundo Luan, ferramentas não oficiais enviam mensagens como um “usuário comum”, apresentando falhas constantes. Quando o WhatsApp atualiza sua infraestrutura, essas soluções paralelas costumam travar, deixando empresas horas ou até dias sem atendimento. Já a API oficial mantém continuidade operacional mesmo durante atualizações, além de seguir integralmente as normas da Meta e as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). “A comunicação via WhatsApp se tornou indispensável para empresas de todos os portes. A homologação nos permite entregar estabilidade, qualidade e conformidade”, completa Mileski.

O Dispara Aí faz parte do grupo paranaense Irrah ech, que possui um ecossistema próprio de produtos digitais, automações e integrações inteligentes, sempre com foco em autonomia tecnológica e redução de processos manuais. Hoje, a Irrah Tech atua globalmente, levando inovação para operações de diferentes portes e segmentos, com soluções baseadas em IA e comunicação avançada que impulsionam performance, produtividade e crescimento sustentável.

“A integração reforça o nosso posicionamento como solução estratégica para empresas que utilizam o WhatsApp como canal de vendas, suporte e relacionamento”, conclui o head de produto, complementando que a novidade acompanha o crescimento da plataforma, que atingiu 16 milhões de mensagens enviadas por mês e uma base superior a 650 mil usuários.

Logística reversa em alta: trocas no início do ano impulsionam o recommerce no Brasil

O mês de janeiro vem registrando, nos últimos anos, um movimento que tem transformado a rotina do varejo: o aumento expressivo das solicitações de trocas e devoluções de produtos após o período de festas de fim de ano. De acordo com a National Retail Federation (NRF), em parceria com a Happy Returns, os varejistas estimam que a taxa de devoluções no período de festas de fim de ano seja, em média, 17% maior do que a taxa anual de devoluções, refletindo o impacto direto do pós-festas sobre as operações do varejo.

Em 2024, as compras online em todo o mundo durante as festas de final de ano atingiram um recorde de 1,2 biliões de dólares, um aumento de 3% em relação ao ano anterior, conforme dados da Salesforce, a partir de uma análise de dados agregados da atividade de 1,5 mil milhões de consumidores em mais de 89 países. A mesma pesquisa aponta que houve um aumento de 28% na taxa de devoluções em comparação com o ano anterior.

O fenômeno, intensificado pelas compras de Natal e Black Friday, tem impulsionado a relevância da logística reversa e fortalecido a cadeia de recommerce, a recomercialização de produtos devolvidos. Esse cenário reflete uma combinação de fatores, como a mudança de hábito do consumidor, a expansão acelerada do e-commerce e a exigência por experiências de compra mais completas e transparentes.

De acordo com dados da Invesp, cerca de 30% dos produtos comprados online são devolvidos, percentual significativamente superior ao registrado no varejo físico, onde a taxa gira em torno de 8,89%. Já a Associação Brasileira de Empresas de Reciclagem de Pneus Inservíveis (Abrerpi) estimava que o setor de logística reversa cresceria 10% ao ano, com potencial de movimentar aproximadamente R$ 140 bilhões até o fim de 2025.

Para Thiago da Mata, CEO da Kwara, marketplace especializado na venda de ativos, esse cenário tem impacto direto na operação logística e, principalmente, na gestão de estoque dos varejistas. 

“A maior dor não está no transporte, mas no custo do estoque parado. O varejista fica com o armazém cheio de produtos devolvidos, sem tempo de reiniciar o ciclo para colocar o item novamente à venda. O pós-festas, especialmente janeiro, concentra um volume muito maior de trocas e devoluções, o que pressiona diretamente estoque, logística e caixa. E é quando esse fluxo não é bem gerido que ele vira custo para a empresa. Porém, ao adotar uma estratégia de logística reversa e recommerce, esses produtos voltam a gerar valor e eficiência para o varejo”, analisa.

Crescimento das trocas no pós-Natal: mais do que sazonalidade

O aumento do fluxo de trocas e devoluções logo após o Natal vai além de um movimento sazonal. Ele é reflexo direto do volume recorde de compras concentrado no último trimestre do ano — impulsionado por Black Friday, presentes e bonificações — aliado a um consumidor cada vez mais pragmático e consciente de seus direitos.

“O recommerce ajuda o varejista a recuperar valor de produtos devolvidos que, de outra forma, ficariam parados ou seriam até mesmo descartados, gerando impacto financeiro e ambiental. Com um processo bem estruturado, é possível reduzir perdas, liberar capital imobilizado em estoque e melhorar a eficiência da operação como um todo, transformando um custo inevitável em uma alavanca de resultado.”, afirma Thiago da Mata.

O papel da logística reversa no Brasil hoje

Na prática, a logística reversa é definida como o conjunto de ações destinadas a recolher produtos usados ou devolvidos e reinseri-los no ciclo produtivo ou dar a eles uma destinação ambientalmente adequada. No Brasil, o conceito é um dos pilares da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), marco legal que promove a economia circular e busca reduzir a pressão sobre aterros e a geração de resíduos.

Esse movimento tem gerado impactos que vão além da eficiência operacional do varejo e alcançam diretamente o meio ambiente. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 85% das indústrias brasileiras já adotam práticas de economia circular, enquanto 68% das empresas acreditam que essas iniciativas contribuem para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

Na mesma direção, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima que manter materiais por mais tempo na economia por meio de reutilização, reaproveitamento ou reciclagem pode reduzir em até 33% as emissões de dióxido de carbono incorporadas aos produtos.

Segundo Thiago da Mata, essa mudança estrutural também ampliou a aceitação do consumidor por produtos oriundos dessa mesma característica. “Os leilões digitais de logística reversa têm ampliado as possibilidades para produtos devolvidos ao conectá-los de forma eficiente à economia circular. Esse modelo contribui para a formação de um mercado secundário mais estruturado, oferecendo liquidez organizada para o varejo e novas oportunidades de acesso para quem compra”, observa.

Segundo dados da Kwara, o valor total arrematado em leilões de itens oriundos da logística reversa cresceu 750% no primeiro trimestre de 2025, na comparação com o mesmo período de 2024. No recorte semestral, a evolução também foi consistente: entre o primeiro e o segundo semestre de 2024, o crescimento foi de 4,8 vezes. Ao longo de 2024, a empresa realizou mais de 100 leilões, somando mais de 200 mil itens leiloados em 13 estados brasileiros.

Recommerce: oportunidade de ativos devolvidos

A logística reversa é a base que sustenta o avanço do recommerce, um mercado que converte devoluções em novas oportunidades de consumo. Com processos mais ágeis e estruturados, os produtos retornam rapidamente ao mercado ainda em excelente estado e com valor comercial.

“O fortalecimento da logística reversa permite recuperar itens praticamente novos, como geladeiras, sofás ou notebooks devolvidos dentro do prazo de arrependimento e reinseri-los no mercado de forma eficiente”, explica o CEO da Kwara.

Esse modelo amplia a oferta e a diversidade no mercado secundário e contribui para consolidar a confiança do consumidor em produtos seminovos ou recondicionados, especialmente quando comercializados por canais organizados, como os leilões online. Para o varejista, esses canais vêm se firmando como ferramentas estratégicas para liberar estoque ocioso e recuperar valor.

“Antes, a preocupação era quanto custaria descartar um produto. Hoje, a discussão passa a ser quanto ele ainda pode gerar de receita”, resume Thiago.

Logística reversa e recommerce como alavancas para o varejo no pós-festas

No período pós-festas, a logística reversa assume um papel central ao permitir que o volume elevado de devoluções seja reorganizado e rapidamente reinserido no mercado. Com processos bem estruturados, esse fluxo contribui para maior eficiência operacional e sustenta a expansão do recommerce, transformando produtos devolvidos em ativos com potencial de reaproveitamento.

De acordo com Thiago da Mata, a integração entre logística reversa e recommerce fortalece um modelo de economia circular mais consistente no varejo brasileiro, com os produtos circulando entre diferentes consumidores ao longo do tempo, preservando valor comercial e ampliando sua vida útil.

“Esse modelo reduz desperdícios, otimiza o uso de recursos e melhora a eficiência da operação. Para o varejo, dominar todo o ciclo — da venda ao reaproveitamento dos produtos devolvidos — amplia a capacidade de geração de valor ao longo do tempo”, afirma o executivo.

Com o crescimento contínuo do e-commerce e a consolidação da combinação Black Friday e Natal como importantes catalisadores de devoluções, mercados secundários e leilões digitais tendem a ganhar ainda mais relevância. Esses canais oferecem liquidez, ampliam o acesso a produtos e reforçam o recommerce como uma estratégia sustentável de geração de valor no pós-festas.

Geladeiras e refrigeradores são os eletrodomésticos usados mais vendidos por meio da OLX em 2025

Levantamento da OLX, maior marketplace de classificados de produtos usados do país, aponta que a geladeira/refrigerador são os eletrodomésticos de segunda mão que lideram em comercializações por meio da plataforma, entre janeiro e novembro, com 41,8% de participação. O fogão/cooktop ocupa a vice-liderança, com 21%, e o ar-condicionado a terceira colocação, com 14,4%.

“Nosso ambiente digital aproxima consumidores que se identificam com uma nova mentalidade de valorização de bens seminovos e usados no Brasil. Produtos para a casa, como eletrodomésticos, evidenciam como os usuários já reconhecem as vantagens financeiras dos itens de segunda mão”, explica Flávio Passos, VP de Autos e Bens de Consumo do Grupo OLX. “Os itens também são uma ótima oportunidade para obter renda extra. A pesquisa Perfil do Vendedor, realizada pela OLX, mostra que os brasileiros entrevistados estimam arrecadar, em média, R$ 2 mil com a venda de itens sem uso, o que já faz a diferença no orçamento”, complementa.

Categorias mais procuradas

A geladeira/refrigerador também foram os mais procurados no período, com 44%, seguido pelo ar-condicionado, com 18,4%, e fogão/cooktop, com 17,2% de participação.

Mais anunciados

A geladeira/refrigerador também lideram dentre os anunciados, com 31,2%, mas com menos folga em relação ao segundo colocado, o ar-condicionado, que tem 22,1% de share. Em terceiro está o fogão/cooktop, com 19,2%.

Como fazer uma compra online com mais segurança

  • Não divulgue seus dados pessoais nem seu número de celular;
  • Desconfie de preços ou ofertas muito abaixo do mercado;
  • Verifique na plataforma informações sobre o vendedor, como tempo de conta, registro da empresa, se for o caso, e licenças;
  • A OLX oferece a opção Garantia da OLX, serviço pelo qual é possível pagar a compra pela plataforma, sem precisar efetuar transferências para terceiros. Assim que o pagamento é confirmado pela OLX, o comprador recebe uma mensagem de confirmação diretamente no chat do anúncio;
  • Sempre peça a nota fiscal do item que está negociando. Desta forma, há certeza da legalidade da procedência do produto e, caso ainda esteja na garantia, é possível ter acesso à assistência técnica oficial;
  • No caso de uma compra ou entrega presencial, escolha lugares movimentados, como praças, shoppings ou estações de metrô. Se possível, sempre vá acompanhado de outro adulto;
  • A OLX não possui parcerias com aplicativos de mobilidade, como Uber, Rappi e 99. Para vendas e compras com a Garantia da OLX, as entregas funcionam para todo o Brasil via Correios, Jadlog, Clique e Retire, Loggi e R3 Transportes. Verifique sempre, na área logada do site ou app, seu histórico de venda e a forma como seu produto será enviado;
  • A OLX nunca solicita códigos de confirmação ou de segurança, seja por telefone, e-mail, chat ou aplicativos de mensagens. Se você receber algum contato em nome da OLX solicitando qualquer código ou senha, denuncie na plataforma;
  • A OLX não envia e-mails com anexos ou links que redirecionam para fora da plataforma. Caso você receba alguma comunicação do tipo, não baixe nenhum tipo de documento e não clique nos links.

Tiago Vailati lança “Chat Commerce”, primeiro livro brasileiro dedicado à nova era das vendas conversacionais

A forma de vender mudou — e a conversa voltou ao centro da experiência de compra. É a partir dessa premissa que Tiago Vailati, empreendedor com trajetória consolidada no varejo e na tecnologia e CEO da Loopia, lança Chat Commerce, o primeiro livro brasileiro dedicado exclusivamente ao tema. A obra aprofunda como as marcas podem transformar diálogos em resultados reais de negócio, unindo proximidade, inteligência e escala no atendimento ao consumidor.

Partindo da ideia de que o varejo sempre foi feito de conversas, Vailati mostra como a tecnologia, especialmente no ambiente digital, devolveu às empresas a capacidade de ouvir e responder seus clientes de maneira personalizada e eficiente. Em um cenário em que as novas gerações priorizam o diálogo na hora de comprar, o autor apresenta o Método CHAT, que combina Contexto, Humanização, Ativação e Tecnologia como pilares para transformar o atendimento em um verdadeiro motor de receita.

“A venda nunca deixou de ser um ato de confiança. O que mudou foi o formato da conversa. Hoje, as marcas que conseguem ouvir melhor, responder com contexto e agir rápido constroem relações mais fortes e vendem mais”, afirma Tiago Vailati.

Ao longo do livro, o autor compartilha aprendizados práticos, exemplos de marcas que estão à frente desse movimento e caminhos para aplicar o Chat Commerce de forma estratégica, indo além do atendimento operacional e criando relações de confiança que impulsionam vendas e fidelização. Mais do que uma tendência, o Chat Commerce é apresentado como uma mudança estrutural na forma como marcas e consumidores se conectam.

Chat Commerce é um guia prático para empreendedores, líderes de marketing, vendas e atendimento que desejam entender essa nova lógica do consumo e se preparar para um mercado cada vez mais orientado por conversas.

Serviço

Livro: Chat Commerce
Autor: Tiago Vailatti
Tema: Vendas conversacionais, varejo digital, experiência do consumidor e tecnologia aplicada a negócios
Formato: Impresso e digital
Onde comprar: Amazon
Link: Link

Marketing 2026: entre a inteligência artificial e o valor insubstituível do pensamento humano

O ano de 2026 deve marcar uma virada importante no mercado de marketing e comunicação. As transformações aceleradas pela inteligência artificial, pela mudança do comportamento do consumidor e pelo amadurecimento das plataformas digitais vão exigir que empresas adotem modelos mais inteligentes, ágeis e, sobretudo, mais humanos de se comunicar. A análise é do especialista em marketing e estratégias de negócios Frederico Burlamaqui, que ressalta: o futuro do setor não pertence aos entusiastas cegos da tecnologia, mas a quem souber equilibrar inovação com pensamento crítico.

Para Burlamaqui, a Inteligência Artificial deixa de ser apenas uma ferramenta operacional e passa a atuar diretamente no apoio às decisões estratégicas, especialmente no processamento de grandes volumes de dados, análises preditivas e leitura de cenários complexos. No entanto, ele faz uma ressalva importante: “Não somos contra a IA, mas somos absolutamente contra a substituição do capital intelectual humano. Estratégia não se automatiza. Ela se constrói”.

Segundo o especialista, há um entusiasmo excessivo do mercado em delegar à IA tarefas que exigem sensibilidade, repertório e visão de contexto. “Existe a ilusão de que a tecnologia resolve tudo. Em 2026, as marcas que se destacarão serão aquelas que usarem a IA com parcimônia, como ferramenta de apoio, e não como atalho criativo”, afirma.

Burlamaqui defende um marketing mais artesanal, no qual processos estratégicos, criação de conceitos, posicionamento de marca e produção de conteúdo permanecem essencialmente humanos. “Não utilizamos imagens geradas por IA, por exemplo. Preferimos contratar fotógrafos, equipes criativas e profissionais especializados. Redação, design e direção criativa precisam de gente, de olhar, de vivência. A IA entra onde ela realmente agrega: na análise de dados e na leitura de padrões”, explica.

Outra mudança relevante para 2026 é a personalização avançada, impulsionada pela tecnologia, mas guiada por inteligência humana. As plataformas passam a compreender contexto, preferências e momento de compra, permitindo abordagens mais precisas. Ainda assim, Burlamaqui ressalta que a personalização só funciona quando existe estratégia por trás. “O funil não desaparece, ele se adapta. Mas quem define o caminho ainda precisa ser gente”.

Com a explosão de conteúdos gerados automaticamente, ganha força o que o especialista chama de “conteúdo human-first”: narrativas reais, bastidores, vulnerabilidade e profundidade. “O consumidor percebe quando tudo é genérico. Em 2026, autenticidade deixa de ser discurso e volta a ser vantagem competitiva”, diz.

Entre outras tendências que devem ganhar força no próximo ano, Burlamaqui destaca:

  • Social Commerce 3.0 – integração entre conteúdo, venda e atendimento nas plataformas, com a IA apoiando processos, e não substituindo relações;
  • SEO multimodal – otimização para voz, vídeo e imagem, acompanhando a evolução dos buscadores;
  • Comunidades como ativo estratégico – redução da dependência de algoritmos e fortalecimento da confiança;
  • Marcas como hubs educacionais – conteúdo aprofundado, formação e autoridade intelectual;
  • Clean data – gestão ética e transparente de dados próprios diante do avanço das regulações;
  • Experiências híbridas em XR – uso consciente de ambientes imersivos para aproximar o consumidor da experiência real;
  • Marketing de impacto genuíno – propósito sustentado por ações consistentes, e não por narrativas automatizadas.

Para o especialista, 2026 será o ano em que o mercado precisará escolher entre atalhos tecnológicos e construção estratégica de longo prazo. “A IA é poderosa, mas não pensa, não sente e não cria cultura. O diferencial continuará sendo humano. Quem entender isso cresce. Quem delegar tudo às máquinas, perde identidade”, conclui.