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E-commerce acelera integração de criptomoedas: solução chega para simplificar pagamentos digitais

O comércio eletrônico vive um novo ciclo de transformação com a adoção crescente de criptomoedas como forma de pagamento. De acordo com o Relatório de Adoção de Criptomoedas e Sentimento do Consumidor 2025, 27% dos vendedores online nos Estados Unidos e 42% na Índia já oferecem essa alternativa aos clientes, movimento que sinaliza uma tendência global também no Brasil.

Além de taxas de transação mais baixas — em média abaixo de 1%, contra 2% a 4% cobrados por cartões de crédito —, a tecnologia blockchain elimina o risco de chargeback fraudulento. “As transações em cripto são irreversíveis e seguras, oferecendo tranquilidade ao comerciante e ampliando seu alcance para consumidores de qualquer país, sem barreiras de câmbio ou restrições bancárias”, destaca Ricardo Dantas, CEO da Foxbit.

Para superar os desafios técnicos da implementação, a Foxbit lançou o Foxbit Pay, solução de pagamentos que permite a qualquer loja virtual aceitar Bitcoin e outras criptomoedas de forma simples e segura. Entre os diferenciais, estão:

  • Conversão automática para reais, reduzindo a exposição à volatilidade;
     
  • Checkout intuitivo em desktop e mobile, aumentando a taxa de conversão;
     
  • Integração facilitada com APIs e plugins para as principais plataformas de e-commerce;
  • Liquidação rápida em reais, direto na conta da empresa.
  • “O Foxbit Pay torna a integração tão simples quanto a de um gateway de cartão de crédito, eliminando barreiras técnicas e operacionais”, afirma Dantas.

A empresa acredita que a adoção antecipada será um diferencial competitivo. “Os empresários que iniciarem essa jornada agora estarão melhor posicionados para capturar oportunidades no ecossistema cripto. Começar com uma solução simples e expandir conforme a demanda cresce é a estratégia mais segura e eficaz”, conclui o CEO.

6 usos de IA para criar vitrines personalizadas e aumentar conversão nas vendas de final de ano

As vendas de fim de ano sempre foram um termômetro do varejo, mas nos últimos anos, esse período passou por uma transformação profunda impulsionada pela inteligência artificial. Em vez de vitrines estáticas e campanhas massificadas, o mercado entrou na era da hiperpersonalização, na qual cada consumidor recebe uma experiência única baseada em dados, contexto e comportamento em tempo real. Para varejistas que buscam conversão, diferenciação e eficiência, a IA deixou de ser tendência e se tornou o motor central das jornadas de compra.

Para Thiago Hortolan, CEO da Tech Rocket, spin-off de Revenue Tech da Sales Rocket, com soluções de IA para escalar toda a jornada de vendas, as vitrines personalizadas representam um avanço decisivo ao aproximar dados e experiência de consumo. “O uso estratégico da IA permite que as marcas criem pontos de contato mais inteligentes, relevantes e ajustados ao momento de cada usuário, potencializando tanto o engajamento quanto a conversão”, completa.

A seguir, o especialista destaca os seis pilares que sustentam essa nova fronteira da tecnologia aplicada à receita:

1. Vitrines dinâmicas em tempo real
A IA identifica padrões de navegação, tempo de permanência e sinais de intenção para reorganizar a vitrine instantaneamente. Em datas de alta demanda, essa adaptação contínua reduz fricção, mantém o consumidor engajado e aumenta a probabilidade de compra ao exibir produtos compatíveis com o momento da jornada.

2. Recomendações preditivas e contexto de consumo
Modelos preditivos combinam histórico de compra, buscas recentes, sazonalidade e tendências para exibir sugestões que façam sentido para cada perfil. Essa curadoria personalizada, naturalmente mais relevante, pode elevar em até 20% a taxa de cliques em produtos recomendados durante campanhas de fim de ano, quando a intenção de compra atinge o pico.

3. Criação automatizada de vitrines por perfil de consumidor
A IA categoriza o usuário em segundos (indeciso, comparador, explorador, comprador rápido), e adapta a vitrine com base nesse comportamento. Isso inclui destacar avaliações, organizar coleções temáticas, direcionar ofertas ou simplificar caminhos de compra. Cada perfil recebe um fluxo pensado para diminuir dúvidas e acelerar a conversão.

4. Personalização por canal, dispositivo e microclima de compra
A experiência é ajustada conforme o local de navegação: app, mobile, desktop ou marketplace. Ademais, a IA considera variáveis como horário, localização, demanda logística, clima e padrões culturais regionais. Assim, a vitrine deixa de ser apenas um espaço visual e se torna um ambiente estratégico, conectado ao contexto real do consumidor.

5. Testes automatizados e evolução contínua
A IA conduz centenas de micro testes simultâneos para identificar quais combinações visuais, produtos ou gatilhos funcionam para cada público. Enquanto equipes humanas levariam dias para analisar resultados, ela otimiza a vitrine em minutos, permitindo ajustes precisos durante toda a campanha de fim de ano.

6. Integração com modelos de propensão à compra e abandono
Ao detectar sinais de hesitação ou possível abandono, como navegação lenta, troca de abas ou rolagem irregular, a IA reorganiza a vitrine para reter o usuário com produtos mais atrativos, provas sociais ou benefícios adicionais. Da mesma forma, quando identifica forte intenção de compra, destaca elementos que aceleram a decisão, como urgência, estoque limitado ou ofertas personalizadas.

Nova tendência do varejo: online merge offline (OMO)

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor de varejo do Brasil registrou, em 2024, o maior crescimento das vendas em 12 anos, com aumento de 4,7%, sendo este o oitavo ano de expansão e no ritmo mais intenso desde 2012 (+8,4%).

Esses dados apenas corroboram o que já sabemos na prática: o varejo (digital ou físico) é uma das grandes forças motrizes da economia nacional.  O segmento foi (e continua sendo) altamente impactado pelas transformações digitais, demandando adaptações velozes e eficazes dos players no Brasil.

É nesse cenário que vemos surgir o conceito de OMO, ou online merge offline. Trata-se, em linhas gerais, da fusão entre o mundo online e físico para oferecer experiências de compra integradas e sem fricção para o cliente final.

Se antes apostávamos nossas fichas no omnichannel, onde o foco era estar presente em diferentes canais, agora a ideia é que não haja mais uma distância entre esses mundos. Ou seja, a loja física passa a ser tão digital quanto o e-commerce, e o ambiente online deixa de ser apenas uma plataforma de transação para se tornar também um espaço de experiência e jornada de vendas.

Assim como toda mudança, apostar no OMO exige mudanças e atenção a pontos importantes, como avaliar opções de tecnologias integradas (sistemas de gestão, CRM e logística conectados); desenvolver uma cultura centrada no cliente, colocando conveniência e experiência no centro das decisões; e, claro, promover treinamento constante das equipes, já que a jornada híbrida muda o papel do vendedor, que passa de operador de caixa para consultor de experiência.

Por fim, o consumidor híbrido não é uma tendência passageira e deve se intensificar nos próximos anos (e de forma cada vez mais veloz). Portanto, o online merge offline passa a ser um movimento estratégico que redefine o varejo. Onde estará posicionado seu negócio nesse cenário?

*Bruno Padredi: com mais de duas décadas de atuação no mercado de eventos corporativos, Bruno já promoveu mais de 600 eventos para CEOs e C-Levels das principais organizações brasileiras. Como fundador da B2B Match, está à frente da mais exclusiva e impactante plataforma de relacionamento e geração de oportunidades do ecossistema de negócios nacional, desenvolvendo eventos e experiências que já impactaram mais de dois mil tomadores de decisão. 

IA só converte quando parece “gente”, afirmam especialistas

No ambiente corporativo, existe uma linha tênue entre o uso da Inteligência Artificial (IA) e a satisfação dos clientes. Se, por um lado, a IA entrega resultados, não tira férias e consegue lidar com muitos atendimentos simultâneos, por outro, os consumidores ainda sentem falta do toque humano. O relatório Customer Service Trends 2025, publicado pelo portal The Future of Commerce, reforça esse cenário: 60% dos entrevistados afirmam que se sentem frustrados ao perceber que estão falando com uma IA; 58% dizem que trocariam de marca caso não exista uma forma simples de falar com um atendente humano.

“Frases como ‘desculpe pela espera’ ou ‘vou verificar isso para você’ fazem diferença”, comenta Jenifer Calvi, Head de Produto e Negócios da Irrah Tech. “Quanto mais humana a IA parecer, maiores são as chances de criar conexão, gerar confiança e, principalmente, converter”.

Segundo a especialista, a comunicação robotizada, quando o agente não demonstra tom humano e empático, é um dos principais erros cometidos pelas empresas. “Você não quer que o cliente sinta que está falando com uma máquina sem emoção. Respostas secas e excessivamente formais afastam pessoas”, acrescenta.

Outras falhas estruturais também comprometem resultados. A falta de propósito é uma delas. “Sem uma função clara, o agente vira uma caixa-preta. Cada objetivo exige regras, fluxos e conteúdos diferentes. Pense em métricas simples: taxa de resolução, tempo médio de atendimento, conversão de leads. Sem metas, você não sabe se o agente ajuda ou atrapalha”, afirma Jenifer.

O uso de dados ruins é outro ponto crítico. Além de gerar respostas insatisfatórias, a falta de preparo provoca contradições, comprometendo o atendimento, a conversão de leads e até tarefas simples.

“A falta de integração também é uma dor comum. Ter um agente simpático no site não basta. Se ele não sabe preços ou não consegue agendar no calendário, vira conversa vazia. Agentes isolados quebram fluxos”, explica. Jenifer exemplifica: “Imagine um cliente perguntando sobre um pedido e o bot respondendo com suposições. Isso gera retrabalho para o time e frustra o cliente”.

No ranking de erros, ela destaca ainda a ausência de monitoramento contínuo. Depois de publicado, o agente de IA precisa de manutenção diária. “É preciso acompanhar a performance desde o primeiro dia. Pequenas melhorias semanais geram grandes resultados no longo prazo”.

Soluções atualizadas e desenvolvidas especialmente para a criação de agentes conversacionais completos, como o GPT Maker, da IRRAH Tech, plataforma especializada na criação de agentes inteligentes customizados para negócios de todos os portes, surgem para preencher esses gaps. O produto vem se destacando por transformar IAs tradicionais em assistentes capazes de reproduzir linguagem natural, personalidade de marca e comportamentos mais próximos aos de um humano.

A ferramenta permite que empresas treinem seus próprios atendentes digitais, que aprendem com conteúdos internos, ajustam o tom de voz e até incorporam regionalismos. Presente em mais de 70 países, o GPT Maker foi criado para atender diversos setores, do varejo à saúde. “O chatbot funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana. Ele identifica o perfil do público em tempo real e ajusta automaticamente tom e estilo de linguagem, otimizando a interação, fortalecendo o relacionamento e aumentando a proximidade com o usuário”, destaca Jenifer.

A plataforma também facilita a ingestão de documentos e permite controlar quais dados são priorizados, evitando repetições de informações incorretas, tudo isso sem exigir código. Além disso, oferece integração com WhatsApp, Instagram e sites, além de integração via API. O GPT Maker conta ainda com painéis de análise, histórico de conversas e recursos para testes. “O futuro do atendimento não é substituir pessoas, mas potencializar interações”, conclui a especialista.

Black Friday 2025: e-commerce fatura mais de R$ 4 bi

O comércio eletrônico brasileiro encerrou a Black Friday com faturamento de R$ 4,76 bilhões, em um crescimento de 11,2% em comparação a 2024, segundo dados da plataforma Hora a Hora da Confi Neotrus. Esse resultado representa o melhor desempenho da data desde 2021, quando o e-commerce bateu recordes em meio ao isolamento da pandemia.

O levantamento apontou ainda que as categorias que mais faturaram foram as TVs, com faturamento de R$443,2 milhões, smartphones, que faturou R$388,7 milhões, e as geladeiras/refrigeradores, com mais de R$273,2 milhões em faturamento.

Além de refletir a relevância da data, o cenário de alta demanda e faturamento também concretiza o potencial do e-commerce para alavancar vendas e impulsionar receitas. No Brasil, dois varejistas que operam com a Topsort, plataforma que desenvolve soluções e conecta marcas e consumidores de forma inteligente, com base em dados e decisões em tempo real, apresentaram resultados significativos. As transações superaram projeções — um deles atingiu volume transacionado cerca de dez vezes acima da média mensal — e os negócios renderam lucros com monetizações mais assertivas em momentos de maior audiência.

O cofundador e CTO da Topsort, Francisco Larraín, explica que “a Black Friday é o período em que a inteligência operacional do varejo é realmente testada. Neste ano, os resultados mostram que quem opera modelos baseados em IA e leilões inteligentes ganhou velocidade de decisão, eficiência e maior aproveitamento”.

O executivo destaca que um dos desafios apresentados por um dos clientes foi a dificuldade de escalar toda a operação de mídia, marcada por processos manuais e falta de infraestrutura para sustentar períodos de alta demanda. Com a integração concluída em poucas semanas pela Topsort, a rede varejista passou a atuar com mais de 3 mil anunciantes, automatizou decisões críticas e chegou preparada para operar em pico de tráfego. O resultado foi que o volume transacionado atingiu cerca de dez vezes a média mensal, com metade do investimento concentrado na semana crítica.

Larraín detalha também que, no segundo cenário, outro varejista registrava forte tráfego ao longo de novembro, mas baixa conversão em mídia, sinalizando ineficiências no leilão. Com os algoritmos de leilão e a otimização automática da Topsort, as campanhas passaram a priorizar inventário de maior retorno. Como resultado, o período foi monetizado com mais eficiência, com melhor captura de demanda e investimento direcionado aos espaços de maior performance.

“A Black Friday mostra na prática porque construímos a Topsort com base em uma arquitetura AI-first. Quando a pressão aumenta, é a inteligência no nível do leilão que permite decisões rápidas, campanhas eficientes e monetização em semanas, e não em anos. O retail media, nesse contexto, vira crescimento real, transformando dados em resultado”, afirma Larraín.

AnaMid disponibiliza gratuitamente Guia de Boas Práticas para contratação de Influenciadores Digitais

Nos últimos anos, o marketing de influência se tornou um dos pilares mais poderosos da comunicação digital, mas o crescimento acelerado do setor trouxe também novos desafios: falta de transparência, contratos frágeis e práticas pouco profissionais. Pensando nisso, a AnaMid (Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital) lançou o Guia de Boas Práticas para Contratação de Influenciadores Digitais, um material que pretende ser referência para a atuação ética e eficiente nesse ecossistema. 

O documento reúne diretrizes, métricas e recomendações para orientar marcas, agências e criadores de conteúdo sobre como estruturar parcerias de forma segura e transparente, em conformidade com as normas do CONAR (Conselho Nacional Autorregulamentação Publicitária) e outras legislações vigentes. 

De acordo com o guia, o influenciador deve ser tratado como um parceiro estratégico de negócio, não apenas como um canal de divulgação. “Nosso objetivo é ajudar o mercado a profissionalizar suas relações e garantir que a publicidade digital seja sempre clara e responsável”, afirma Rodrigo Neves, presidente da AnaMid. 

Entre os temas abordados, estão a diferença entre criadores e influenciadores, critérios de seleção de perfis, métricas e KPIs para medir performance, além de boas práticas na identificação de conteúdos patrocinados. O material também alerta para riscos de campanhas direcionadas a crianças e reforça a importância de combater a desinformação. 

Mercado estimado em milhões de dólares  

A Creator Economy, deve movimentar US$ 470 bilhões até 2027, segundo estimativas da Goldman Sachs, é hoje uma das principais forças econômicas da comunicação digital. Além disso, segundo levantamento da influency.me, o Brasil ocupa a segunda maior fatia global de posts patrocinados (14,5%), atrás apenas dos EUA (22,7%) Nesse cenário, o guia da AnaMid busca equilibrar inovação e responsabilidade, promovendo um ambiente mais confiável e sustentável para marcas, agências e influenciadores.  

“O Brasil é hoje um dos mercados mais ativos do mundo em marketing de influência, já são mais de dois milhões de criadores de conteúdo atuando profissionalmente nas redes. Esse volume mostra o potencial do setor, mas também evidencia a necessidade urgente de termos diretrizes claras, éticas e transparentes para as parcerias entre marcas e influenciadores. O guia nasce justamente com esse propósito: ajudar o mercado a crescer com responsabilidade, segurança jurídica e respeito à confiança do público”, explica o presidente da AnaMid. 

Comitê de Influenciadores Digitais  

O Guia de Boas Práticas foi desenvolvido pelo Comitê de Influenciadores Digitais da AnaMid, grupo que atua na criação de diretrizes, na promoção de boas práticas e na profissionalização do ecossistema de influência digital no país. Ele é formado por executivos que são referência no mercado de comunicação e influência: 

  • Rodrigo Neves, CEO da VitaminaWeb e presidente da AnaMid 
  • Magda Paz, diretora da 7 Marketing 
  • Fernando Souza, consultor, professor e palestrante na FS Consultoria 
  • Rodrigo Mauger, sócio-diretor de Negócios e Projetos na Agência Fillet 
  • Phelipe Barros, gerente de Estratégia e Influência na Sioux Digital 1:1 

“O comitê é um espaço de construção coletiva. Reunimos diferentes olhares do ecossistema, de gestores, agências e criadores de conteúdo, para propor soluções reais que façam o mercado evoluir de forma ética e sustentável”, finaliza Rodrigo.  

O Guia de Boas Práticas para Contratação de Influenciadores Digitais está disponível gratuitamente no site da associação e é indicado tanto para quem atua diretamente com criadores digitais quanto para profissionais de comunicação, jurídico e marketing. Acesse o guia completo aqui.

Vendas de fim de ano: 7 estratégias certeiras para turbinar sua loja virtual

Com a chegada das vendas de fim de ano focadas nas festas, como Natal e confraternizações, lojistas de e-commerce encaram a alta temporada do varejo online. Mas, segundo o especialista  Thiago Muniz, o segredo do sucesso não está apenas em promoções sazonais, e sim, em estratégias contínuas de otimização e relacionamento com o cliente ao longo de todo o ano.

Segundo o levantamento “Black Friday 2025 – A Black além do preço”, realizado pela MindMiners, 9 em cada 10 consumidores pesquisam antes de comprar. Além disso, 71% dos brasileiros pretendem gastar até R$ 1 mil, o que reforça um comportamento mais racional e planejado.

“As datas de final de ano, como Black Friday, Natal e as confraternizações de final de ano, são oportunidades únicas de conversão, mas os lojistas que limitam suas estratégias apenas a essas datas estão deixando dinheiro para trás nos outros 10 meses do ano”, alerta o especialista em vendas, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e CEO da Receita Previsível, Thiago Muniz.

Cenário do e-commerce no Brasil 

O comércio eletrônico brasileiro segue em expansão e se consolidou como um dos mais promissores do mundo. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a projeção do faturamento no e-commerce brasileiro até 2029 é de 350 bilhões de reais.

Outro ponto relevante é a crescente influência dos criadores de conteúdo no comportamento de compra. Dados da Rakuten Advertising revelam que 61% dos consumidores (no Brasil e globalmente) realizaram compras motivadas por recomendações de influenciadores nos últimos seis meses. No Brasil, 83% já compraram produtos acima de R$ 100 indicados por influenciadores, sendo que 38% chegaram a gastar mais de R$ 500.

 Esses números mostram que o consumidor digital está mais atento, informado e exigente, e que competir nesse ambiente requer planejamento contínuo, experiências personalizadas e excelência operacional.

Além disso, o mercado digital brasileiro apresenta um cenário cada vez mais competitivo. No que diz respeito às marcas mais lembradas pelos consumidores durante o período de promoções, a Magalu lidera com 22%, seguida por Casas Bahia (16%), Americanas (13%), Shopee e Amazon (12%), Mercado Livre (9%), Samsung (7%), Electrolux, Nike e Shein (3%), segundo a pesquisa da MindMiners.

Outro dado que chama a atenção no levantamento é a ascensão meteórica da Shopee, que surgiu no Brasil em meados de 2019 e em apenas 6 anos já alcançou marcas tradicionais brasileiras e internacionais. Com número de menções próximo às Americanas, é evidente a força da construção da marca nos últimos anos.

“O caso da Shopee demonstra que não são apenas os gigantes estabelecidos que conseguem se destacar. Lojas menores e médias podem sim competir, desde que implementem as estratégias certas de forma consistente”, analisa Muniz.

Dicas práticas para maximizar resultados no e-commerce

Para ajudar empreendedores a maximizarem seus resultados nas vendas de final de ano, Thiago Muniz, reuniu sete dicas práticas que podem ser implementadas imediatamente em qualquer loja virtual:

  1. Otimize a velocidade do site: a velocidade de carregamento é um dos principais fatores que impactam a taxa de conversão. Conforme o Think with Google, 53% dos usuários abandonam um site mobile se ele demorar mais de 3 segundos para carregar. “Investir em hospedagem de qualidade e compressão de imagens é fundamental para manter os visitantes engajados. Um site rápido transmite confiança e reduz o abandono de carrinho”, orienta Muniz.
  2. Simplifique o processo de checkout: cada campo adicional no formulário de compra reduz a taxa de conversão. Segundo o Baymard Institute, a taxa média de abandono de carrinho no e-commerce é de 69,8%. Oferecer checkout simplificado, pagamento via PIX, autopreenchimento de dados e opção de compra como convidado pode elevar as conversões rapidamente. O PIX, por exemplo, já é o meio de pagamento mais utilizado no país por 73% dos brasileiros, segundo levantamento da MindMiners. 
  3. Invista em descrições de produto completas: no ambiente online, o cliente não pode tocar ou testar o produto, por isso, informações detalhadas são essenciais. “Descrições completas, com dimensões, especificações técnicas, fotos em alta resolução e vídeos, reduzem dúvidas e devoluções, além de fortalecer o SEO do site”, completa Thiago.
  4. Implemente urgência e escassez de forma ética: informar estoque limitado, prazo de entrega diferenciado ou oferta por tempo determinado estimula a decisão de compra,  desde que de forma transparente e verdadeira. Estratégias enganosas, além de ilegais, comprometem a reputação da marca. 
  5. Crie um programa de relacionamento pós-venda: reter clientes é muito mais rentável do que conquistar novos. Um estudo da Harvard Business Review indica que adquirir um novo cliente pode custar de 5 a 25 vezes mais do que manter um atual.  Ademais, dados da Bain & Company mostram que um aumento de 5% na taxa de retenção pode elevar os lucros entre 25% e 95%. “Investir em e-mails de acompanhamento, pesquisas de satisfação, ofertas exclusivas e programas de fidelidade para transformar compradores ocasionais em clientes recorrentes”, destaca Muniz.
  6. Use provas sociais estrategicamente: avaliações de clientes, número de vendas realizadas e selos de segurança aumentam a confiança do consumidor. Conforme a Spiegel Research Center, a probabilidade de compra de um produto com cinco avaliações é 270% maior do que a probabilidade de compra de um produto sem comentários. “Mostre comentários reais, responda avaliações e incentive clientes satisfeitos a compartilharem suas experiências”, acrescenta.
  7. Personalize a experiência de navegação: a personalização é uma das principais tendências do e-commerce. Dados da Epsilon mostram que 80% dos consumidores têm maior probabilidade de fazer negócios com uma empresa que oferece experiências personalizadas. Além disso, 44% dos consumidores afirmam que provavelmente se tornarão compradores recorrentes após uma experiência personalizada positiva. Use dados de comportamento e histórico de compras para criar recomendações personalizadas, vitrines dinâmicas e comunicação segmentada.

Visão de longo prazo

Segundo Thiago Muniz, o erro mais comum entre lojistas é focar exclusivamente em vendas pontuais sem construir um sistema sustentável. “A diferença entre lojas virtuais que sobrevivem e as que prosperam está na previsibilidade. Quando você implementa processos consistentes de otimização, análise de dados e relacionamento com o cliente, as vendas deixam de ser uma loteria e se tornam um resultado esperado”, explica o CEO da Receita Previsível.

A recomendação do especialista é que lojistas dediquem pelo menos 20% do seu tempo para análise de métricas e otimização contínua, tratando a loja virtual como um sistema que pode e deve ser constantemente aprimorado.

“Vendas de fim de ano e o período do Natal são excelentes oportunidades para testar estratégias em escala. O que funciona nessas épocas deve ser adaptado e mantido ao longo do ano. O sucesso no e-commerce não é sobre ter um mês bom, é sobre construir doze meses consistentes”, finaliza Muniz.

Grupo Fika Frio integra ecossistema de tecnologias TOTVS e amplia eficiência em operação

O Grupo Fika Frio, referência em sorvetes e polpas de frutas, aprimorou suas operações de backoffice e manufatura com o apoio de um ecossistema completo de soluções da TOTVS, maior empresa de tecnologia. Com mais de 40 anos de mercado, o Grupo Fika Frio é pioneiro na fabricação de sorvetes em Alagoas e referência consolidada no processamento de frutas na região Nordeste. A companhia produz e distribui mais de 140 produtos nas linhas de sorvetes, picolés e polpas de frutas, atendendo a mais de 4.000 pontos de venda em 150 municípios de Alagoas, Sergipe e Pernambuco, incluindo as maiores redes de supermercados da região.

O ecossistema de tecnologias TOTVS se tornou o pilar central das operações do Grupo Fika Frio. O TOTVS Backoffice – Linha Protheus integra a gestão de diferentes áreas da empresa, desde o controle de estoque – que antes era um desafio – até a gestão de compras, com cotações dinâmicas, aprovação por alçada e pedidos automáticos conforme estoque e produção. Ainda na gestão administrativa financeira, o TOTVS Transmite assegura a conformidade legal e o cálculo preciso de impostos, resolvendo antigas dificuldades; e o TOTVS Assinatura Eletrônica apoia e centraliza a gestão e execução de assinaturas eletrônicas, com segurança, agilidade e validade jurídica.

Alberto Cabús, diretor-presidente do Grupo Fika Frio, destaca a importância da parceria com a TOTVS: “A decisão de integrar as soluções TOTVS foi estratégica para o nosso crescimento. Antes, tínhamos sistemas isolados e processos manuais que geravam retrabalho. Com a TOTVS, centralizamos a gestão em um único ERP, o que trouxe uma integração sem precedentes entre os setores, agilidade nas operações e um melhor aproveitamento dos nossos recursos. É um passo fundamental para a nossa segurança da informação, conformidade com a LGPD e para a adoção de boas práticas de mercado.”

Complementando os sistemas de gestão do backoffice, o TOTVS Manufatura – Linha Protheus faz o controle completo da produção, enquanto o TOTVS Manutenção de Ativos – Linha Protheus otimiza a gestão dos equipamentos fabris.

Para a gestão de pessoas, o sistema TOTVS RH, integrado ao ERP, garante agilidade e segurança no Departamento Pessoal e Financeiro, com a folha de pagamento sendo processada automaticamente e em lote. Já os sistemas TOTVS RH Clock In e o App Meu RH modernizam o controle de ponto e a comunicação com os colaboradores.

“Essa integração nos permite ter uma visão holística e confiável de toda a operação, desde a entrada de insumos até a distribuição dos produtos finais. Os ganhos em agilidade, redução de desperdícios e maior segurança operacional são evidentes”, complementa Alberto.

Com mais de 250 colaboradores, o Grupo Fika Frio possui capacidade diária de 100 mil picolés, 40 mil litros de sorvete e 10 toneladas de polpas. Aliando tradição, qualidade e sustentabilidade, a Fika Frio utiliza energia verde renovável e mantém a missão de entregar “O Melhor Sorvete do Nordeste” a um preço justo.

Angela Gheller, diretora de produtos para Manufatura da TOTVS, comenta sobre o sucesso da implementação: “O Grupo Fika Frio é um exemplo inspirador de como a tecnologia pode ser um diferencial competitivo para empresas que buscam não apenas otimizar suas operações, mas também se preparar para o futuro. A capacidade do nosso ecossistema de soluções de integrar e centralizar processos complexos de manufatura e gestão é crucial para empresas como a Fika Frio, que têm foco em qualidade e sustentabilidade. É gratificante ver como a TOTVS contribui para o crescimento sustentável e a inovação de um cliente tão relevante no Nordeste.”

73% das grandes empresas já usam IA generativa e pressionam PMEs a modernizar marketing

A adoção acelerada da inteligência artificial generativa está mudando o modo como empresas brasileiras analisam resultados de marketing e tomam decisões comerciais. Um relatório global da Adobe de outubro de 2025 mostra que 73% das grandes companhias já integram modelos de IA às rotinas de mensuração e projeção de vendas, e esse movimento pressiona pequenas e médias empresas a reverem métodos tradicionais. O crescimento dos investimentos também acompanha a tendência anunciada por Google e Meta, que lançaram novas APIs para leitura preditiva de campanhas e reorganizaram seus modelos de anúncios com base em inteligência multimodal. Em um cenário em que métricas como ROI e CAC precisam ser lidas em tempo real, cresce o desafio de transformar dados brutos em ação prática.

CEO da Datta Büsiness, Cintia de Freitas, observa que o mercado brasileiro ainda opera com defasagem entre execução e análise, o que limita a eficiência das equipes de marketing. “As empresas investem cada vez mais em mídia, mas grande parte ainda não entende como interpretar variações de performance enquanto as campanhas estão rodando. A IA só entrega resultado quando existe processo e método para transformar informação em decisão rápida”, afirma a executiva.

A combinação de IA generativa com automação avançada deve se intensificar em 2026, especialmente após os anúncios de Amazon Ads e Microsoft Advertising, que incluíram modelos preditivos integrados às plataformas e ampliaram a capacidade de análise de grandes volumes de dados com menos intervenção humana. O movimento das big techs pressiona empresas brasileiras a migrar para soluções que permitam monitoramento imediato de indicadores, personalização em escala e ajustes dinâmicos de campanhas. De acordo com o Gartner, profissionais de marketing que dominam leitura de dados e atuação assistida por IA serão responsáveis por até 40% do crescimento incremental de receita das empresas que adotarem modelos de análise contínua.

Para Cintia, a transição já deixou de ser opcional e se tornou um ponto de competitividade no país. Ela defende que o próximo ciclo de transformação digital dependerá da capacidade das empresas de integrar IA ao cotidiano das equipes e não apenas às grandes decisões de planejamento. “O futuro do marketing brasileiro será definido por quem conseguir usar inteligência artificial de forma prática e orientada a resultado. A tecnologia só faz sentido quando melhora a margem, reduz desperdício e fortalece a tomada de decisão”, conclui.

Oracle anuncia resultados financeiros do segundo trimestre do ano fiscal de 2026

A Oracle Corporation (NYSE: ORCL) anunciou hoje os resultados do segundo trimestre do ano fiscal de 2026. As Obrigações de Desempenho Remanescentes (RPO) tiveram alta de 438% ano a ano em dólares, alcançando US$ 523 bilhões. A receita trimestral total teve alta de 14% em dólares e 13% em moeda constante, totalizando US$ 16,1 bilhões. A receita de nuvem cresceu 34% em dólares e 33% em moeda constante, atingindo US$ 8,0 bilhões. Já a receita de software caiu 3% em dólares e 5% em moeda constante, somando US$ 5,9 bilhões.

O lucro operacional GAAP do 2T foi de US$ 4,7 bilhões. O lucro operacional não GAAP foi de US$ 6,7 bilhões, alta de 10% ano a ano em dólares e 8% em moeda constante. O lucro líquido GAAP foi de US$ 6,1 bilhões. O lucro líquido não GAAP foi de US$ 6,6 bilhões, alta de 57% em dólares e 54% em moeda constante. O lucro por ação GAAP no 2T foi de US$ 2,10, alta de 91% em dólares e 86% em moeda constante. O lucro por ação não GAAP foi de US$ 2,26, alta de 54% em dólares e 51% em moeda constante.

As receitas diferidas de curto prazo foram de US$ 9,9 bilhões. Nos últimos 12 meses, o fluxo de caixa operacional foi de US$ 22,3 bilhões, alta de 10% em dólares.

“As Obrigações de Desempenho Remanescentes (RPO) aumentaram em US$ 68 bilhões no 2T — alta de 15% sequencialmente, chegando a US$ 523 bilhões — impulsionadas por novos compromissos de Meta, NVIDIA e outros,” disse Doug Kehring, Diretor Financeiro da Oracle. “O lucro por ação GAAP cresceu 91% para US$ 2,10, e o não GAAP cresceu 54% para US$ 2,26. Ambos foram positivamente impactados por um ganho pré-impostos de US$ 2,7 bilhões com a venda da participação da Oracle na nossa empresa de chips, a Ampere.”

“A Oracle vendeu a Ampere porque não acreditamos mais que seja estratégico continuar projetando, fabricando e usando nossos próprios chips em nossos datacenters em nuvem,” disse Larry Ellison, Chairman e CTO da Oracle. “Estamos agora comprometidos com uma política de neutralidade de chips, trabalhando de perto com todos os nossos fornecedores de CPUs e GPUs. Continuaremos comprando as GPUs mais recentes da NVIDIA, mas precisamos estar preparados para implantar quaisquer chips que nossos clientes desejem. Muitas mudanças vão ocorrer na tecnologia de IA nos próximos anos e precisamos permanecer ágeis.”

“A Oracle é muito boa em construir e operar datacenters de alto desempenho e custo eficiente,” disse Clay Magouyrk, CEO da Oracle. “Há anos investimos em IA e na construção de software autônomo em nuvem. O Oracle Autonomous Database e o Oracle Autonomous Linux têm sido essenciais para reduzir trabalho humano e erro humano em nossos datacenters. Como nossos datacenters são altamente automatizados, podemos construir e operar mais deles. A Oracle tem mais de 211 regiões ativas e planejadas no mundo — mais do que qualquer concorrente de nuvem. Já construímos mais da metade dos 72 datacenters Oracle Multicloud que serão incorporados às nuvens da Amazon, Google e Microsoft. Estamos comprometidos com a Neutralidade Multicloud porque acreditamos que nossos clientes devem poder rodar seus bancos de dados Oracle na nuvem que preferirem. Essa estratégia está dando muito certo. Nosso negócio de banco de dados Multicloud é o que mais cresce — alta de 817% no 2T.”

“Treinamento de IA e venda de Modelos de IA são grandes negócios,” disse Mike Sicilia, CEO da Oracle. “Mas acreditamos que há uma oportunidade ainda maior — incorporar IA em uma variedade de produtos. A Oracle está em uma posição única para incorporar IA nas três camadas dos nossos produtos de software: nosso software de datacenter em nuvem, nosso software de banco de dados e análise autônomos e nosso software de aplicações. Todos esses negócios já são grandes — a IA vai torná-los ainda melhores e maiores. A IA nos permite automatizar processos complexos de múltiplas etapas que eram impossíveis de automatizar antes. A IA está nos permitindo automatizar originação de crédito e quantificação de risco para bancos e clientes. Está nos permitindo ajudar médicos a diagnosticar e cuidar de pacientes e gerenciar processos de reembolso entre provedores e pagadores de saúde. Todos os cinco principais modelos de IA estão na Oracle Cloud. Temos enormes vantagens sobre nossos concorrentes em aplicações.”

O conselho de administração declarou um dividendo trimestral em dinheiro de US$ 0,50 por ação ordinária em circulação. O pagamento será feito aos acionistas registrados no fechamento do mercado em 9 de janeiro de 2026, com data de pagamento em 23 de janeiro de 2026.

  • Uma lista de clientes que adquiriram serviços Oracle Cloud durante o trimestre estará disponível em com/customers/earnings.
  • Uma lista de inovações técnicas e anúncios recentes está disponível em com/news.
  • Para saber o que analistas de mercado têm dito sobre os produtos e serviços da Oracle, acesse com/corporate/analyst-reports.

Teleconferência e Webcast de Resultados

A Oracle realizou hoje uma teleconferência e webcast às 16h (horário central dos EUA) para discutir os resultados. O webcast ao vivo e a reprise estarão disponíveis no site de Relações com Investidores da Oracle em oracle.com/investor.


Sobre a Oracle
A Oracle oferece suítes integradas de aplicações, além de infraestrutura segura e autônoma na Oracle Cloud. Para mais informações sobre a Oracle (NYSE: ORCL), visite oracle.com.


Marcas Registradas
Oracle, Java, MySQL e NetSuite são marcas registradas da Oracle Corporation. A NetSuite foi a primeira empresa de nuvem — inaugurando a nova era da computação em nuvem.


Declaração de “Safe Harbor”
As declarações neste comunicado relacionadas a planos futuros, expectativas, crenças, intenções e previsões — incluindo nossos planos de manter a neutralidade de chips, nossa capacidade de construir e operar datacenters de alta performance e custo eficiente, ampliar a construção de datacenters, a oportunidade de crescimento proporcionada pela incorporação de IA em nossos produtos e os benefícios gerais da IA — são “declarações prospectivas” sujeitas a riscos e incertezas materiais.

Riscos que podem afetar nossos resultados incluem: nossa capacidade de desenvolver novos produtos e serviços, integrar aquisições e aprimorar nossas ofertas existentes, incluindo produtos de IA; gestão de soluções complexas de nuvem e hardware; capacidade de prever e garantir capacidade de datacenter; erros significativos de codificação ou fabricação; riscos associados a aquisições; volatilidade de negócios; riscos relacionados a contratos governamentais; condições econômicas, políticas e de mercado; falhas de TI; problemas de privacidade e segurança de dados; ciberataques; processos legais desfavoráveis; e leis e regulações complexas e mutáveis.

Discussões detalhadas sobre esses riscos estão disponíveis nos nossos registros na SEC, incluindo os relatórios mais recentes no Form 10-K e Form 10-Q, na seção “Fatores de Risco”. Os documentos estão disponíveis online na SEC ou pelo departamento de Relações com Investidores da Oracle, pelo telefone (650) 506-4073, ou clicando em SEC Filings no site de Relações com Investidores da Oracle em oracle.com/investor.

Todas as informações neste comunicado são válidas até 10 de dezembro de 2025. A Oracle não assume obrigação de atualizar declarações à luz de novos fatos ou eventos futuros.