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Agência Comunicado lança marketplace de serviços com IA

Agência Comunicado, com mais de 15 anos de experiência no atendimento a grandes empresas nacionais e internacionais, apresenta ao mercado seu marketplace de serviços de Comunicação com IA (Inteligência Artificial). A plataforma foi desenvolvida com o objetivo de otimizar e agilizar a contratação de serviços essenciais de comunicação estratégica para o mercado corporativo, simplificando processos historicamente complexos e demorados.

O cenário atual exige que a comunicação corporativa seja executada com velocidade máxima. A proliferação de canais digitais e o risco constante de crises reputacionais demandam uma resposta imediata e coordenada. Por isso, o time por trás do marketplace garante o envio de propostas detalhadas no mesmo dia para serviços críticos como Gestão de Mídias Sociais, Assessoria de Imprensa e Gerenciamento de Crises. A equipe de especialistas está disponível 24/7 e o processo de aquisição pode ser feito via WhatsApp, garantindo a eliminação da burocracia.

O fluxo digital do marketplace não apenas acelera a contratação, mas também oferece transparência completa sobre os valores e escopos dos projetos. O cliente obtém visibilidade imediata dos custos e do cronograma, permitindo decisões estratégicas mais rápidas. Essa eficiência é crucial para gestores que necessitam de soluções de alto impacto, mas não podem aguardar semanas por um planejamento. A plataforma opera como um ponto único de acesso à experiência multidisciplinar da agência.

Arquitetura da Reputação e Comunicação Generativa

O diferencial da Agência Comunicado reside na aplicação da Arquitetura da Reputação aliada à Comunicação Generativa. Essa fusão estabelece um uso estratégico e responsável da Inteligência Artificial para ir além da simples divulgação, focando na construção e proteção de longo prazo da imagem da marca.

A Arquitetura da Reputação funciona como um framework estratégico que abrange:

Diagnóstico Preditivo: Uso de IA para mapear tendências de mercado, riscos de crise e percepções de público.

Planejamento de Narrativa: Desenvolvimento de storytelling otimizado para os algoritmos de busca e IA generativa (GEO – Generative Engine Optimization).

Execução OmnichannelProdução, coordenação e distribuição de conteúdo nos canais de mídia social e imprensa.

Monitoramento Estratégico: Análise contínua do impacto da comunicação, da marca cliente, concorrentes e mercado.

O conceito de Comunicação Generativa assegura que os modelos avançados de linguagem utilizados pela agência não apenas ajudem na criação de conteúdo, mas garantam a profundidade estratégica, autenticidade na voz da marca e otimização para as novas demandas dos mecanismos de busca generativos. A agência utiliza a IA para adequar a voz da marca e porta-vozes, segmentar públicos com alta precisão e antecipar cenários de crise por meio de análises preditivas.

“Nossa abordagem utiliza a IA como parceira criativa e estratégica, capaz de amplificar a autenticidade das marcas e reduzir o ruído. O marketplace materializa essa filosofia, oferecendo acesso transparente a cada camada da Arquitetura da Reputação que construímos com tecnologia e consciência”, afirma Cecilia Loreto Mack, diretora da Agência Comunicado, reforçando o compromisso com a inovação aliada à ética.

Denis Augusto Mack, sócio e desenvolvedor da plataforma, acrescenta: “A inteligência artificial está no núcleo operacional do nosso marketplace. Não se trata de um recurso cosmético, mas da estrutura que nos permite entregar soluções com maior precisão e alinhamento, garantindo que a comunicação seja sempre um ativo estratégico para as empresas.”

A plataforma disponibiliza a contratação de pacotes integrados ou serviços avulsos, incluindo Marketing de Influência, Gestão de Ads, Media Training, Conteúdo Editorial otimizado para SEO Generativo, Produção de Vídeos, Clipping e Consultoria em Comunicação. A plataforma opera como um ponto único de acesso à experiência multidisciplinar da agência, e passará também a incorporar serviços de parceiros confiáveis em outros serviços de comunicação, além dos que já estão disponíveis no marketplace, garantindo um portfólio ainda mais completo e integrado para o cliente.

Experiência Multidisciplinar e Atuação Nacional

A Agência Comunicado mantém um time multidisciplinar composto por jornalistas, cientistas de dados, estrategistas de branding e especialistas em gestão de crise. Essa composição garante que as soluções entregues combinem a perspicácia da comunicação tradicional com a eficiência e o poder analítico trazido pela tecnologia.

A atuação nacional e internacional da agência, com experiência comprovada desde 2008 e atendimentos a clientes dos mais diferentes setores B2B e B2C (Agro, Beleza, Construção, Cultura, Consumer Marketing, E-Commerce, Educação, Eventos, Farma, Food Service, Hospitalar, Indústrias, Logística, Seguros, Tecnologia, Serviços, Turismo e Varejo), reforça seu posicionamento como referência em comunicação com propósito.

Solução de IA personaliza experiência do consumidor com leitura inteligente de dados

Uma solução desenvolvida para o Chatbot da Perdigão, marca de alimentos mais escolhida pelos lares no Brasil¹, é a primeira do mundo do setor de alimentos a ler conteúdos de áudios, fotos e mensagens de texto compartilhados pelos usuários para a identificação de ingredientes e, a partir das informações coletadas, criar receitas personalizadas. Com execução da marca Perdigão e das áreas de Marketing e CRM da MBRF em parceria com a Marketdata&Match, DTI e WPPFLOW, a ferramenta busca aprimorar a experiência do consumidor ao conectar tecnologia e conveniência de forma natural, com maior praticidade e acessibilidade.

“A MBRF tem como compromisso permanente a qualidade e as necessidades dos consumidores — é isso que mantém nossas marcas como sinônimo de confiança e excelência. A Perdigão é exemplo dessa trajetória. Manter-se relevante por mais de 90 anos exige inovação constante, e é esse espírito pioneiro que guia cada evolução da marca, inclusive em sua frente digital. Com essa nova solução, a Perdigão reforça sua vocação para inovar e aprimorar a experiência dos consumidores, unindo tecnologia, sabor e relações humanas de forma intuitiva e inspiradora”, afirma Luiz Franco, diretor de Marketing e Inovação da MBRF.

A jornada do consumidor começa com o reconhecimento de informações enviadas pelos usuários via Chatbot Perdigão. Se a interação ocorre via áudio, a tecnologia utiliza o recurso Speech-to-Text da Google Cloud Platform, que realiza a transcrição automática das falas. Em seguida, o modelo Gemini 2.5 Flash, também da Google Cloud, analisa o conteúdo e identifica padrões importantes, personalizando a experiência. Neste processo, o sistema destaca elementos-chave como ingredientes mencionados, tipo de ocasião, número de pessoas e tempo disponível para preparo.

Na interação via imagem, a tecnologia vai além do reconhecimento básico de ingredientes. O modelo implementado é capaz de identificar detalhes visuais, gerando insights não apenas úteis para criar sugestões culinárias, como também para compreender preferências de comportamento e consumo.

Após coletar e interpretar todas as informações, o sistema utiliza a API da Perdigão para buscar e entregar a receita mais adequada ao perfil e ao contexto de cada usuário. Para Ramon Finelli, diretor de Novos Negócios da DTI, a novidade eleva a experiência do consumidor a um patamar inédito, liderando globalmente a convergência entre o marketing conversacional e a inteligência artificial para transformar o consumo em uma experiência personalizada, interativa e que reduz o desperdício de alimentos. “Essa solução evidencia como a inteligência artificial tem o poder de transformar interações cotidianas, agregando valor à jornada de consumo ao oferecer experiências mais práticas, personalizadas e conectadas às necessidades do público,” finaliza Ramon.

Plataforma de gestão para o varejo mobile ultrapassa 3 mil clientes e planeja triplicar base em 2026

A MercadoPhone, plataforma SaaS de gestão criada especialmente para lojas de smartphones, vem se consolidando como a principal solução de automação e controle para o varejo mobile no Brasil. O sistema, lançado em março de 2023, já ultrapassou a marca de 3 mil clientes ativos e mantém um crescimento orgânico consistente — a base de usuários aumentou 95% apenas por meio de indicações e busca espontânea, com uma média de 200 novas adesões mensais. O resultado reflete o foco da empresa em funcionalidades exclusivas e em uma operação escalável voltada às demandas específicas do segmento.

Desenvolvida para atender as particularidades desse nicho, a plataforma oferece recursos que simplificam a gestão fiscal, comercial e operacional das lojas, integrando áreas como controle de estoque, cadastro de produtos, emissão fiscal e assistência técnica. O sistema permite o cadastro de IMEI, número de série, capacidade de armazenamento e status do aparelho junto à Anatel, além de um módulo completo de suporte técnico com consulta de IMEI para verificar histórico de bloqueio por perda, roubo ou furto.

De acordo com o fundador e CEO da MercadoPhone, Maycon Richart, o propósito da empresa é democratizar a tecnologia de gestão e levar às lojas de smartphones o mesmo nível de controle e automação antes restrito a grandes redes varejistas. “Criamos uma solução que entende a linguagem e as dores do lojista de smartphones. Em média, em apenas três dias após a contratação, o cliente já tem uma operação organizada, com controle total de estoque, vendas e assistência técnica”, explica. 

A MercadoPhone oferece três planos de assinatura – Plus, Pro e Pro Max – com versões mensais e anuais. As diferenças estão no número de logins e nas funcionalidades adicionais, como assinatura digital e consulta de IMEI ilimitadas, além de uma plataforma de CRM integrada ao ERP. O plano Pro Max é o mais completo da linha e voltado a lojas que buscam alto volume de automação e integração de dados.

Entre os diferenciais da plataforma está a IA Blue, um automatizador de pós-venda que utiliza inteligência artificial para manter o relacionamento contínuo entre loja e cliente. O sistema envia mensagens personalizadas via WhatsApp em diferentes intervalos após a compra – 1, 7, 15, 30, 60, 90, 180 dias e até um ano – além de felicitações de aniversário, convites e promoções. As mensagens variam conforme o histórico de compras e tipo de produto, aumentando o engajamento e o retorno do cliente à loja. “Com a IA Blue, o lojista nunca perde o contato com seu público. É um pós-venda automatizado, humano e inteligente, e tem gerado resultados reais de novas vendas”, destaca o CEO. 

Atualmente, a equipe da empresa conta com 25 profissionais, sendo 11 dedicados ao suporte, onboarding e atendimento ao cliente, cinco voltados ao desenvolvimento do produto e os demais distribuídos entre as áreas comercial, financeira e de marketing. A estrutura atual, segundo Maycon, está preparada para suportar a expansão prevista para 2026.  “Nosso crescimento até agora foi quase totalmente orgânico. Entramos em 2026 com processos maduros, equipe eficiente e produto validado. Estamos preparados para escalar com qualidade e continuar entregando valor ao lojista”, reforça.

Carrinhos cheios, poucas vendas: o que o varejo online ainda pode aprender sobre desistência

Carrinhos cheios, poucas vendas. No comércio eletrônico, essa é uma realidade que ainda tira o sono de muita gente. A cena é familiar: o cliente escolhe, compara, coloca o produto no carrinho… e some. Segundo o E-commerce Radar, mais de 80% das compras iniciadas no ambiente online não chegam ao fim. Um número que fala por si e revela um dos maiores gargalos do varejo digital, que é o abandono do checkout, o famoso “abandono de carrinho”.

Durante muito tempo, o mercado tratou esse comportamento como algo inevitável. Mas, quando a taxa de desistência chega a quatro em cada cinco compras, fica claro que o problema não é o consumidor, é a experiência. Custos adicionais inesperados, prazos de entrega pouco competitivos e processos de pagamento longos ou confusos estão entre os principais motivos para o abandono. E isso não é apenas perda de venda; é perda de relacionamento.

Nos últimos anos, no entanto, tenho visto uma mudança de rota. Cada vez mais empresas estão entendendo que recuperar uma venda não é insistir, é conversar. E o WhatsApp tem se tornado o canal mais poderoso para isso.

Temos acompanhado casos surpreendentes com o Dispara Aí, nossa plataforma de automação e marketing conversacional. Um cliente do setor de e-commerce, por exemplo, alcançou uma taxa de conversão de 27% em apenas quatro semanas após adotar fluxos inteligentes de atendimento via WhatsApp. Outro, que testou a ferramenta em uma campanha sazonal, registrou 32% de aumento nas vendas recuperadas.
Mas o mais interessante é o que vem depois, pois as empresas não só vendem mais, mas também passam a entender melhor o comportamento dos clientes, otimizam processos e ganham previsibilidade.

O segredo está na velocidade e na personalização. Em e-commerce, cada segundo conta. Um lead quente que não é respondido na hora esfria e vai para o concorrente. Com fluxos automatizados e gatilhos inteligentes, conseguimos responder no momento certo, nutrir o interesse e acelerar o fechamento da compra, mesmo com equipes enxutas.

Vejo os fluxos automáticos de WhatsApp como o novo balcão digital do varejo. Eles dão boas-vindas, enviam lembretes de carrinho, disparam ofertas no tempo exato e personalizam as mensagens de acordo com o perfil e o comportamento de cada consumidor. A automação permite escalar sem perder o toque humano — e isso, no fim das contas, é o que faz diferença.

Hoje, o Dispara Aí processa mais de 16 milhões de mensagens por mês, está presente em 15 países e conta com 650 mil usuários. Por trás desses números, há uma mudança de cultura: estamos aprendendo que atender rápido é importante, mas atender com propósito é o que converte.

E, à medida que nos aproximamos de datas como a Black Friday e as festas de fim de ano, esse aprendizado se torna estratégico. Afinal, o carrinho cheio não garante venda, mas uma boa conversa pode transformar interesse em faturamento.

No fim, o e-commerce não é sobre cliques. É sobre conexão. E, quando essa conexão acontece no canal certo, com a mensagem certa, a distância entre um carrinho cheio e um pedido fechado fica bem menor.

Por Cesar Baleco, CEO da IRRAH TECH

A nova era do boca a boca: como fidelizar clientes no mundo digital

Durante décadas, o sucesso de um pequeno negócio dependia do famoso “boca a boca”. Um bom atendimento, um cliente satisfeito e a recomendação pessoal eram suficientes para garantir novos fregueses. Mas, nos últimos anos, essa dinâmica mudou. O boca a boca não desapareceu: ele foi digitalizado. Hoje, quem decide quais negócios aparecem primeiro não é mais a conversa entre amigos, e sim o algoritmo.

O novo boca a boca acontece no Google, onde os clientes são atraídos pela nota de avaliação e pela proximidade geográfica, e não mais apenas por indicações diretas. A escolha de um salão, clínica ou barbearia muitas vezes começa com uma busca “perto de mim”, seguida pela análise das notas e dos comentários. Essa combinação de visibilidade, localização e reputação se tornou o novo formato de recomendação, em que o algoritmo amplia o alcance do boca a boca tradicional, sem substituí-lo. Os novos influenciadores do consumo local não são apenas criadores de conteúdo, mas clientes comuns. Cada avaliação, comentário e foto publicada em um perfil de negócio tem o poder de influenciar dezenas (às vezes centenas) de decisões de compra. Para os negócios locais, isso significa que cada atendimento é também uma oportunidade de conquistar destaque nas buscas e atrair novos clientes.

O algoritmo, nesse contexto, atua como um megafone: ele amplifica a experiência positiva (ou negativa) de cada cliente. Por isso, um perfil bem avaliado, com respostas rápidas e atualizações constantes, vale tanto quanto uma boa vitrine física. A confiança continua sendo o ativo central, mas agora é construída publicamente. O consumidor atual é mais exigente, criterioso e racional. Ele busca evidências antes de escolher: lê avaliações recentes, observa fotos reais, compara preços e prioriza conveniência. Um estudo da IEOM Society (2020) mostrou que a qualidade percebida e a confiança explicam mais de 70% da fidelidade do cliente em serviços. Já uma pesquisa da FGV EAESP (2022) apontou que os brasileiros valorizam empresas transparentes e consistentes, mais do que aquelas que apenas se comunicam bem. A confiança, portanto, é conquistada por meio da experiência e mantida pela coerência. Fidelizar clientes hoje vai muito além do bom serviço. Envolve oferecer uma jornada digital sem atrito: agendamento fácil, lembretes automáticos, respostas rápidas no WhatsApp e pós-atendimento atencioso. Esses pequenos gestos digitais constroem a percepção de profissionalismo e cuidado. Na prática, isso se reflete em menos faltas, mais retornos e melhores avaliações. É a gestão eficiente transformando o relacionamento em reputação e fidelização.

Ainda assim, muitos pequenos negócios e autônomos tratam a presença digital como algo secundário. Perfis desatualizados, ausência de respostas e fotos reais e falta de integração entre canais são erros que minam a confiança. A presença digital deve ser planejada com o mesmo cuidado que o atendimento presencial, pois é ela que hoje constrói credibilidade antes mesmo do primeiro contato.

A próxima etapa da fidelização será marcada por três pilares: inteligência artificial, personalização e automação. A IA permitirá identificar padrões de comportamento, sugerir ações em períodos de baixa demanda e personalizar comunicações de acordo com o histórico do cliente. A automação, por sua vez, garantirá constância e eficiência, mantendo o relacionamento ativo sem perder o toque humano.

No fim, fidelizar clientes na era digital continua sendo sobre confiar, ouvir e cuidar, mas agora com a ajuda de dados, algoritmos e automação. O boca a boca nunca foi tão poderoso. Só que, hoje, ele fala a língua do digital.

*Davi Iglesias é CEO da Gendo, plataforma de agendamento online e gestão voltada para micro, pequenas e médias empresas.

Marketing digital precisa se antecipar para as vendas de final de ano

A época de ouro do comércio está se aproximando, com a Black Friday e, claro, a maior de todas as datas: o Natal. Mas um erro se repete todos os anos: a falta de preparação.

Segundo Thiago Andrade, gestor de redes sociais da KAKOI Comunicação, o tempo pode ser amigo ou inimigo das vendas digitais, a depender do nível de como cada empresa usou seus ativos digitais:

Vamos imaginar uma loja de roupas, por exemplo. Se deixar para a última hora, não haverá estratégia, nem landing page, nem mesmo configuração de anúncios para incrementar os resultados. Dá para fazer? Dá! Mas o gasto e o esforço serão muito maiores”, conta Andrade.

Somente no período de festas de 2024, segundo dados da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), as vendas digitais alcançaram aproximadamente R$ 26 bilhões, um crescimento de 20% em relação a 2023.

Andrade conta que o período mínimo ideal de antecedência para as vendas de fim de ano é de 60 dias. Nesse período, a marca define os “produtos de ataque”, cria a landing page (página de vendas direta), monta os anúncios e planeja os posts.

“Quando trabalhamos com estratégia, todos os pontos devem estar alinhados. Fazer ações isoladas custa caro, é pouco eficaz e traz a sensação de falta de resultado. Se a verba é limitada, o ideal é começar agora e concentrar as vendas em um período menor. Assim, o resultado irá aparecer. Nesse caso, o marketing vira receita de bolo”, finaliza Andrade.

Um em cada três negócios recorre a crédito para estoques da Black Friday e Natal

Já estamos no último trimestre do ano e nesse período o mercado de crédito corporativo no Brasil ganha fôlego extra, especialmente o relacionado a empresas de pequeno e médio porte. Isso porque muitas delas aceleram a busca por liquidez para reabastecer estoques e impulsionar as operações até o encerramento do ano fiscal.

Estudos mostram que este momento é uma janela importante de movimentação financeira no país, em que as empresas têm recorrido cada vez mais a financiamentos para aproveitar datas estratégicas, como Black Friday e Natal — períodos decisivos para fechar o ano com resultados positivos.

De acordo com números da M3 Lending, a procura por financiamentos por parte de pequenas e médias empresas cresceu 30% no quarto trimestre de 2024 em relação à média dos períodos anteriores, em um ritmo que tende a se manter ao longo de 2025.

Para atender à essa alta demanda por recursos, fintechs vêm conquistando espaço, oferecendo alternativas mais ágeis e desburocratizadas às empresas que precisam de respostas rápidas quando se fala em crédito, além de taxas de juros mais competitivas em comparação a muitos bancos.

Os números do mercado comprovam. A pesquisa Fintechs de Crédito Digital 2025, realizada pela PwC Brasil e pela Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), mostra um aumento de 68% no volume de crédito no Brasil em 2025. As empresas que fazem parte da Associação alcançaram R$ 35,5 bilhões, consideravelmente superior ao ano anterior, que foi de R$ 21,1 bilhões. Além disso, o número de clientes pessoa jurídica atendidos pelas fintechs cresceu 67%, com destaque para micro e pequenas empresas, que representam 71,7% da base de clientes PJ. Foi observado também um avanço na presença entre empresas de maior porte, com cerca de 800 clientes com faturamento superior a R$ 300 milhões.

Para se ter uma ideia desse movimento, somente a M3 Lending, que atua com crédito para pequenas e médias empresas, liberou mais de R$ 20 milhões em 2024, com destaque para operações de capital de giro. A projeção é disponibilizar R$ 31 milhões em crédito até o final deste ano, sendo R$ 10 milhões apenas no último trimestre.”

O CEO enfatiza o aspecto sazonal e estratégico do período: “Outubro é um dos meses mais decisivos para empresas de médio porte que buscam capital de giro. Elas estão se preparando para a alta do consumo no fim do ano e precisam de capital para estocar e manter o caixa saudável. Nosso papel é oferecer crédito descomplicado, em um processo rápido e objetivo, para que elas possam focar na operação e no crescimento”, afirma Gabriel Sousa César, CEO da M3 Lending.

Na M3, é possível emprestar até R$ 500 mil de uma única vez. Diferente de um banco convencional,  o dinheiro não vem do próprio banco, mas de investidores que aplicam seus recursos na plataforma. Pelo aplicativo, eles analisam as oportunidades disponíveis e escolhem em quais negócios desejam investir. A partir do aporte, passam a ser remunerados conforme as parcelas pagas pelas empresas que receberam o crédito. “As aplicações começam em R$ 250 e estão abertas tanto para pessoas físicas quanto jurídicas”, explica a fintech.

E a modalidade deve crescer ainda mais: embora não haja projeções específicas para 2025, é possível observar tendências que podem influenciar o cenário do crédito digital no próximo ano. O Banco Central do Brasil, por meio do Relatório de Política Monetária, projeta uma inflação de 3,6% até o final de 2026, o que pode indicar um ambiente econômico mais estável que favoreça o crescimento do crédito.

Com esse horizonte, a M3 Lending projeta chegar a 2029 movimentando R$ 600 milhões em transações. “Com tecnologia e entendimento do motivo para o financiamento, conseguimos oferecer condições de crédito melhores ao cliente, até 50% superiores aos concedidos por instituições financeiras tradicionais”, afirma a companhia.

Mais de 6 milhões de acessos chegam aos e-commerces via ChatGPT e transformam jornada de compra

A forma como consumidores brasileiros descobrem produtos e realizam compras online passa por uma mudança profunda. Um estudo da Cadastra em parceria com a Similarweb mostra que ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, estão redesenhando o caminho até o consumidor e alterando a lógica do marketing digital no país.

A pesquisa, intitulada “O Futuro da Busca: como a IA generativa está redefinindo o caminho até o consumidor”, analisou o comportamento de busca e tráfego online entre janeiro de 2023 e agosto de 2025. O levantamento aponta que o ChatGPT concentra 99% do mercado nacional de ferramentas generativas e gerou mais de 6,1 milhões de visitas de referência para os dez maiores e-commerces brasileiros. O Mercado Livre lidera com 1,8 milhão de acessos, seguido por OLX (914 mil) e Amazon (840 mil). Magalu, Shopee e Temu completam o ranking, evidenciando que a IA já se tornou um canal central na jornada de descoberta de produtos, reduzindo a dependência das buscas tradicionais.

A plataforma da OpenAI acumula mais de 310 milhões de visitas mensais, crescimento de 124% em 12 meses. O Perplexity, segundo colocado, registrou pouco mais de 2 milhões de acessos — ainda longe do alcance do ChatGPT, mas com alta de 131%. Esses números indicam que o consumidor brasileiro migra gradualmente para fluxos de consumo mediados por IA, com impacto direto em estratégias de visibilidade online.

Esse avanço marca o início da chamada busca conversacional preditiva, em que consultas funcionam como diálogos contínuos, com mais detalhes e contexto. Enquanto buscas tradicionais no SEO têm, em média, quatro palavras, as interações com IA chegam a 23 palavras e sessões superiores a sete minutos. Nesse ambiente, palavras-chave perdem força e ganham relevância respostas objetivas, estruturadas e contextuais — essenciais para que marcas sejam citadas como fontes confiáveis pelos modelos.

O Brasil já ocupa a terceira posição no tráfego global dessas plataformas, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. Entre janeiro e agosto de 2025, o Google registrou queda de 0,88% no tráfego nacional, chegando a 38,57 bilhões de visitas; no mesmo período, o ChatGPT cresceu 71,9%, alcançando 1,97 bilhão de acessos e concentrando 67% do tráfego entre os principais chatbots do país. Em 12 meses, aumentou 260,7% em audiência, com média de 252,9 milhões de visitas mensais e 24,1 milhões de visitantes únicos. Tendências semelhantes aparecem nos EUA: usuários que utilizaram o ChatGPT por quatro meses passaram a clicar 26% menos em links do Google.

O impacto dessa mudança no desempenho dos e-commerces já aparece nos dados. Nos Estados Unidos, quase 60% dos consumidores usam IA generativa para tomar decisões de compra online. No Brasil, os dez maiores e-commerces receberam mais de 6 milhões de visitas originadas no ChatGPT entre 2023 e 2025. A tecnologia encurta a jornada, reduz o intervalo entre descoberta e decisão de compra e tende a acelerar ainda mais esse processo com a chegada do Instant Checkout, que permitirá transações diretas dentro da plataforma.

O público mais ativo é jovem: usuários entre 18 e 34 anos representam quase 60% da base do ChatGPT. Setores distintos revelam padrões próprios. No varejo farmacêutico, o uso da IA se concentra em comparações de preços; na moda, marketplaces de produtos usados, como o Enjoei, recebem forte volume de tráfego; no segmento de viagens, apps de mobilidade como Uber superam plataformas de hospedagem e passagens, indicando preferência por soluções imediatas.

Para Hygor Roque, Head of Marketing daDivibank, otimizar conteúdos para IA generativa exige clareza, estrutura e precisão. “O desafio não é apenas aparecer, mas ser reconhecido como referência confiável, transformando visibilidade em conversão e consolidando presença de marca em um cenário digital em rápida transformação”, afirma. Caso tenha interesse na pauta, basta me avisar que faço a ponte com a executiva.

Empreendedor que construiu um império a partir de cortes de 3 reais ensina como preparar uma Black Friday de resultados

A Black Friday, marcada para o dia 28 de novembro, é uma das datas mais competitivas do varejo mundial. Para o empreendedor, barbeiro e educador Elias Torres, o “Seu Elias”,  o maior desafio das marcas não está apenas em vender mais nesta data, mas também é o momento de olhar para o que fizemos no ano, o que ficou no papel e o que realmente queremos levar para 2026.

Reconhecido por transformar cortes de 3 reais em um ecossistema de negócios, com serviços premium, universidade profissionalizante, linha de cosméticos própria e eventos de grande porte, Seu Elias defende que a previsibilidade é inimiga da criação. “As pessoas não agem com base no pensamento lógico. O comportamento humano é emoção, impulso e desejo. Quem aprende a surpreender, conquista”, diz.

Para ele, o sucesso nas vendas, especialmente na Black Friday, depende menos de planilhas e mais da capacidade de criar experiências que encantem. “Trabalhar com precisão traz segurança, mas pode matar a inspiração. Encantamento, ousadia e emoção são fontes de energia para o negócio”, resume.

O empresário lista dez passos práticos para quem deseja ter uma Black Friday de resultado, com emoção e conexão genuína com o consumidor:

1. Transforme o desconto em experiência

“Não é o preço que vende, é o valor da experiência. Se o cliente lembrar de como se sentiu, ele volta”, afirma. Elias sugere que marcas criem experiências personalizadas, como cortes exclusivos, brindes surpresa ou interações diretas nas redes sociais.

2. Vá além da lógica

“A previsibilidade move o mundo, mas não move as pessoas.” Elias recomenda ações que fujam do óbvio, como desafios, lives, lançamentos inesperados e atendimentos fora do padrão.

3. Relacione-se como gente, não como marca

“Mensagem automática não encanta ninguém.” O empresário defende o uso de canais diretos, WhatsApp e redes sociais, para gerar proximidade com o consumidor, com mensagens personalizadas e linguagem humana.

4. Prepare o time para encantar

Para ele, o atendimento é o coração de qualquer campanha. “Treinar a equipe é preparar quem vai entregar o que a marca promete. Gente inspirada transforma o cliente.”

5. Cuidado com o estoque, mas não perca o ritmo

A gestão deve ser precisa, mas sem engessar o negócio. “Planejar é essencial, mas flexibilidade é o que mantém a operação viva”, ensina.

6. Entregue mais do que promete

“Hoje, o público quer marcas que contam histórias e cumprem o que dizem. Não basta dizer, é preciso entregar o melhor.” Elias reforça que transparência e coerência fortalecem a confiança.

7. Invista em presença digital de verdade

Com a geração Z liderando o consumo online, ele recomenda foco em conteúdo real. “Não é sobre aparecer, é sobre conectar. A geração Z quer sentir que está falando com alguém, não com um anúncio.”

 8. Aposte em cashback e benefícios inteligentes

O empresário reconhece o poder de ferramentas financeiras bem aplicadas. “Cashback e entrega grátis funcionam quando o cliente sente que a marca o valoriza, não quando parecem truques de venda.”

9. Cuide do pós-venda com o mesmo carinho

“Venda é o começo da relação, não o fim.” Elias orienta que o pós-venda inclua agradecimentos personalizados e contato proativo, não apenas pesquisas automáticas.

10. Revise, aprenda e recomece

“Todo novembro é um espelho. É quando a gente entende o que funcionou e o que precisa ficar no passado.” O empreendedor defende que a análise dos resultados da Black Friday deve servir para planejar o próximo ciclo com propósito.

Para Seu Elias, o segredo de um bom negócio está na mistura entre precisão e sensibilidade. “O mundo moderno se apoia em marcas fortes, produtos sólidos e estratégias tangíveis, mas as pessoas ainda compram com o coração. É por isso que eu digo que o lucro é importante, mas o encantamento é o que sustenta a marca.”

Comportamento do consumidor: lojas físicas viraram provadores e compras acontecem no digital, revela pesquisa da Serasa Experian

O brasileiro está mudando a lógica do varejo: as lojas físicas deixam de ser o destino final das compras para se consolidarem como espaço de mostruários, experimentação e relacionamento. De acordo com a pesquisa “Consumidor do Futuro”, realizada pela Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, 59,4% dos consumidores acreditam que os pontos de venda servem mais para expor produtos do que para efetivamente vender. Entre os mais jovens, esse comportamento é ainda mais evidente: 63,5% da Geração Z e 61,4% dos Millennials compartilham dessa visão.

Para a CMO da datatech, Giovana Giroto, isso reforça o papel do varejo presencial como espaço de confiança e prova, mesmo diante do avanço do digital: “O consumidor brasileiro não abandonou as lojas físicas, mas passou a atribuir a elas um novo papel, o de espaço de confiança, onde pode experimentar, comparar e ter contato direto com os produtos. Essa mudança mostra que o varejo não desaparece no digital, mas se reinventa para atender expectativas diferentes em cada canal”, afirma.

A mudança não significa o abandono do presencial: 74,9% dos brasileiros ainda preferem experimentar roupas, calçados e itens físicos em loja antes da compra. Já quando o assunto é a compra de eletrônicos e eletrodomésticos de maior valor, 65,4% optam pelo online, evidenciando a maturidade do comércio eletrônico. Em contrapartida, para situações que exigem suporte, como trocas e devoluções, o atendimento humano ainda é determinante, com 47,2% dos consumidores escolhendo o contato presencial ou com especialistas. Para os consumidores, esse é o momento em que o contato físico agrega valor, destacando a importância de jornadas híbridas, em que online e offline se complementam. Veja abaixo uma tabela que detalha como os brasileiros escolhem entre o físico e o digital:

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O digital como principal elo com as marcas

Se as lojas físicas se tornam vitrines, o digital é onde a compra e o relacionamento de fato acontecem. O estudo mostra que 86% dos consumidores preferem receber ofertas em canais digitais e 79% usam a internet para buscar informações sobre produtos e serviços. 

Ainda segundo a executiva da datatech, os resultados da pesquisa indicam que a transformação digital já não é mais uma opção, mas uma necessidade, e que a chave agora é a personalização. “O consumidor já está no digital e quer ser reconhecido em cada interação. As lojas físicas se transformaram em espaços de experimentação, mas a compra e o relacionamento acontecem no online. Nesse sentido, o desafio para as marcas é usar dados, inteligência e sensibilidade para gerar consideração de marca e oferecer experiências realmente relevantes e significativas. Temos visto boa parte dos nossos clientes B2B apostando nessa tendência e segmentando, cada vez mais, as melhores audiências com informações que vão além do interesse para transformar ativação em conversão real de negócio”, declara.

Segmentação além do interesse

A pesquisa reforça a importância da segmentação além do interesse. Hoje, a Serasa Experian dispõe de diferentes camadas de informação que ajudam as empresas não apenas a identificar quem está inclinado a comprar online, mas também a compreender a real capacidade de pagamento desses consumidores, seu score de crédito, quantos cartões possuem, entre outras afinidades. Essa visão integrada do comportamento e do perfil financeiro permite que marcas construam jornadas mais relevantes e seguras.