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Sebrae RS abre inscrições para certificação das Salas do Empreendedor em 2026

As Salas do Empreendedor do Rio Grande do Sul poderão se inscrever, a partir de 16 de março, no processo do Selo Sebrae de Referência em Atendimento 2026, certificação nacional que avalia e reconhece a qualidade dos serviços prestados. As inscrições seguem até 16 de abril, pelo site oficial do programa. No Estado, a etapa estadual concede os selos Bronze, Prata e Ouro, enquanto as Salas que atingirem 100% da pontuação avançam para a fase nacional, na qual concorrem ao Selo Diamante, o mais alto nível de reconhecimento.

O processo de avaliação será realizado ao longo de 2026. A certificação estadual está prevista para o final do ano, enquanto a etapa nacional ocorrerá no primeiro semestre de 2027. A metodologia é padronizada em todo o país e combina critérios qualitativos e quantitativos, como avaliação do atendimento presencial e remoto, inclusive com aplicação de cliente oculto, gestão e organização de processos internos, uso de ferramentas digitais, incentivo à participação dos pequenos negócios em compras públicas, presença digital e capacitação contínua das equipes.

No RS, a rede conta atualmente com 232 Salas do Empreendedor, responsáveis por atender cerca de 87% das micro e pequenas empresas. Em 2025, foram realizados 146.725 atendimentos. No último ciclo de certificação, 23 Salas conquistaram o Selo Ouro, 19 receberam o Prata e 15 o Bronze. Os resultados da categoria Diamante ainda serão divulgados.

Para Jadiel Ferraz Klaus, Analista de Desenvolvimento Territorial e Educação Empreendedora e Gestor Estadual das Salas do Empreendedor do Sebrae RS, o processo funciona como instrumento de qualificação da gestão pública municipal e sinaliza o compromisso do município com o desenvolvimento econômico local. “A certificação não é apenas um reconhecimento. Ela orienta melhorias, fortalece o ambiente de negócios e estimula a profissionalização do atendimento ao empreendedor”, afirma. 

De acordo com o analista, além do reconhecimento institucional, o Selo impacta diretamente na dinâmica econômica das cidades. Ele explica que “a padronização de procedimentos, a melhoria dos fluxos de atendimento e o estímulo à participação em compras públicas ampliam o acesso ao mercado e reduzem entraves para quem quer empreender. Municípios que estruturam melhor suas Salas tendem a criar ambientes mais competitivos e atrativos para novos investimentos”.

Manter esse padrão, no entanto, exige esforço contínuo. Ainda segundo Klaus, desafios como equipes enxutas, alta demanda e necessidade permanente de capacitação tornam a certificação uma ferramenta de organização e planejamento. “Participar do Selo é uma oportunidade de diagnóstico e evolução. Quem ganha é a gestão municipal, os empreendedores e a comunidade”, conclui.

SERVIÇO

Selo Sebrae de Referência em Atendimento 2026 – Certificação Nacional das Salas do Empreendedor 

Inscrições: De 16 de março a 16 de abril de 2026 

Linkhttps://inscricao.sistemaselosebrae.com.br/#/selo/diagnostico 

Reforma Tributária inaugura novo momento para empresas no Brasil

A implementação dos pontos da Reforma Tributária abre um novo capítulo para as empresas que operam no Brasil. Não se trata apenas de uma mudança técnica no sistema de arrecadação, mas de uma transformação estrutural, que impacta modelos de negócio, margens, precificação, cadeia de fornecedores e estratégias de crescimento.

Depois de décadas convivendo com um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, o Brasil caminha para um modelo que promete simplificação, mais transparência e redução de distorções. A unificação de tributos sobre o consumo e a busca por não cumulatividade ampla apontam para um ambiente mais racional. No entanto, a transição será longa, gradual e repleta de ajustes.

Hoje, mais de 90% das empresas brasileiras são micro e pequenas, responsáveis por parcela significativa da geração de empregos. Para elas, qualquer alteração tributária representa impacto direto no fluxo de caixa e na competitividade. Grandes empresas também precisarão revisar contratos, cadeias logísticas e estruturas societárias, ou seja, ninguém ficará indiferente.

Vejo, nesse cenário, três grandes tendências que já se desenham. A primeira é a intensificação do planejamento tributário estratégico. Com novas regras, surgem novos enquadramentos, oportunidades e riscos. Empresas precisarão simular cenários, reavaliar regimes e entender como a tributação no destino afetará sua operação.

A segunda é a digitalização acelerada da gestão fiscal. A complexidade da fase de transição exigirá controles mais robustos, cruzamento de dados em tempo real e capacidade de adaptação rápida a regulamentações complementares. Processos manuais não serão suficientes.

A terceira é a ampliação do papel consultivo da contabilidade. O contador deixa de ser apenas responsável pelo cumprimento de obrigações acessórias e assume protagonismo como orientador estratégico. Ele será o elo entre a legislação e a tomada de decisão empresarial.

No entanto, é preciso atenção. A fase de convivência entre o modelo atual e o novo sistema pode gerar insegurança jurídica, aumento temporário de custos operacionais e dúvidas interpretativas. As empresas que não se prepararem podem enfrentar riscos de autuações, perda de competitividade ou decisões equivocadas de investimento.

Por isso, a Reforma Tributária exige preparo, estratégia e responsabilidade. Mais do que entender novas regras, é hora de orientar, simplificar o que é complexo e apoiar negócios em uma transição que será longa e decisiva.

Nesse contexto, vejo que a tecnologia deixa de ser suporte e passa a ser infraestrutura essencial. Softwares de gestão com inteligência artificial permitem automatizar cálculos, acompanhar mudanças regulatórias, gerar simulações tributárias e oferecer análises preditivas. Com dados organizados e inteligência aplicada, decisões deixam de ser reativas e passam a ser estratégicas.

Nós seguimos ao lado dos contadores e empreendedores, investindo em informação, tecnologia e ferramentas que tragam segurança nesse processo. Nosso compromisso é transformar complexidade em clareza, dados em estratégia e obrigação em oportunidade.

O Brasil está mudando. E quem constrói o futuro precisa estar pronto para liderar essa transformação. A Reforma Tributária não é apenas um desafio regulatório — é uma oportunidade histórica de modernização. Cabe a nós escolher se seremos espectadores ou protagonistas desse novo momento.

*Mauricio Frizzarin é fundador e CEO da QYON Tecnologia, empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares para gestão empresarial com inteligência artificial. Frizzarin cursou Tecnologia de Software e Marketing, OPM (Owner/President Management) na Harvard Business School, Executive Education em Inteligência Artificial na University of California, Berkeley e em Fintech em Harvard – www.qyon.com 

Jequiti evolui digitalização do seu modelo de negócio com o lançamento do aplicativo Revenda Jequiti

Jequiti, empresa do Grupo Silvio Santos, anuncia uma nova etapa na digitalização de seu modelo de negócio com o lançamento do Revenda Jequiti. A plataforma foi criada para ampliar o acesso ao empreendedorismo digital, permitindo que qualquer pessoa venda produtos da marca de forma simples, conectada e integrada ao ambiente online.

Desenvolvido em parceria com a UP Vendas, o aplicativo reúne funcionalidades que facilitam a rotina de quem empreende com a marca, como gestão de estoque, pedidos e vendas, além da possibilidade de administrar produtos novos ou de estoque próprio. A plataforma também conta com integração com live commerce, ampliando as oportunidades de venda em tempo real. A iniciativa fortalece a rede de consultoras e abre espaço para novos empreendedores, aumentando o alcance da marca e tornando o modelo de venda mais ágil e conectado.

Entre as inovações está a tecnologia Tap to Pay, que transforma o celular em uma maquininha de pagamento por aproximação. Com isso, a Jequiti se torna uma das primeiras empresas de venda direta do Brasil a implementar essa solução, reforçando seu posicionamento em inovação e na modernização do empreendedorismo no setor, ao mesmo tempo em que mantém comissões e incentivos atrativos.

“Com o Revenda Jequiti, avançamos na digitalização do nosso modelo de negócio e ampliamos as oportunidades para quem deseja empreender com a marca. A plataforma foi pensada para facilitar a gestão das vendas, expandir o alcance dos nossos produtos e fortalecer nossa rede de consultoras e novos empreendedores em um ambiente simples e acessível”, afirma Eduardo RibeiroCEO da Jequiti.

O projeto, já disponível nas principais lojas de aplicativos iOS e Android, inicia sua fase piloto em regiões selecionadas do estado de São Paulo, com o objetivo de testar funcionalidades e aprimorar a experiência da plataforma. A expectativa é expandir a iniciativa para novas regiões a partir do segundo trimestre, ampliando gradualmente o acesso à solução em todo o país.

Pico de vendas no Dia do Consumidor pode pressionar estruturas de atendimento 

O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, consolidou-se como uma das principais datas do calendário do comércio brasileiro. Para 2026, a expectativa é de crescimento no volume de vendas, impulsionado por campanhas promocionais e pela ampliação dos canais digitais de compra. Com mais pedidos, aumenta também o fluxo de contatos ao longo da jornada de compra, o que coloca em foco a capacidade das empresas de atender em escala e a capilaridade dos canais de relacionamento com o consumidor.

O desempenho registrado em 2025 ajuda a dimensionar o impacto do período. Dados da Neotrust indicam que o e-commerce faturou R$ 8,3 bilhões na Semana do Consumidor, com alta de 13,6% na comparação anual. Com o aumento das vendas, empresas do setor relatam maior volume de interações ao longo do processo de compra. Plataformas de chat, aplicativos de mensagens e sistemas de atendimento online concentram o contato com o consumidor desde a decisão até o pós-venda. Em operações pensadas para a rotina do varejo digital, esse volume adicional expõe limites de capacidade e de organização dos fluxos de atendimento.

“Datas promocionais como o Dia do Consumidor mudaram a dinâmica do atendimento. O volume de mensagens cresce no mesmo ritmo das vendas, mas a operação nem sempre está preparada para funcionar nesse regime concentrado”, afirma Marcos Guerra, especialista em tecnologia e mensageria corporativa do Grupo Ótima Digital.

Durante o processo de compra, a busca por respostas rápidas se intensifica. Perguntas sobre validade das ofertas, formas de pagamento e prazos logísticos se concentram nos canais digitais e passam a influenciar a decisão do consumidor. Em operações pouco integradas, o aumento no tempo de resposta tende a ocorrer nos períodos de maior demanda, com impacto sobre a conversão.

“Em cenários de alta demanda, o tempo de resposta passa a ter impacto direto na conversão. Estruturas que não estão integradas ou preparadas para priorização de atendimentos tendem a gerar filas, perda de contexto e abandono da jornada pelo consumidor”, explica o especialista.

Já após a compra, o fluxo de contatos se mantém elevado. Atualizações sobre status de entrega, confirmação de pagamento e orientações sobre troca e devolução passam a concentrar parcela relevante das interações. A ausência de comunicação estruturada nesses pontos amplia o número de contatos iniciados pelo consumidor e estende o impacto operacional da campanha para além do período de vendas.

Para Guerra, o Dia do Consumidor passou a ser usado por empresas como referência para avaliar a maturidade das estruturas de atendimento digital. “O que aparece nesse período mostra como a operação funciona sob pressão. Quando o atendimento não está organizado para absorver esse volume de mensagens, os gargalos ficam visíveis rapidamente”.

Nos últimos anos, o planejamento para datas promocionais passou a integrar a organização operacional do e-commerce. A projeção de volume de contatos, a definição de níveis de serviço compatíveis com o período e a coordenação entre áreas como marketing, tecnologia e atendimento fazem parte da preparação para o evento. A intenção é alinhar a promessa feita ao consumidor durante a campanha com a capacidade real de resposta da operação.

Nesse contexto, a automação tem sido usada para organizar o fluxo de interações em escala. A triagem inicial de mensagens e o atendimento de demandas recorrentes reduzem a pressão sobre equipes responsáveis por casos que exigem análise específica e ajudam a manter a operação dentro da capacidade prevista nos picos de demanda.

A leitura de indicadores operacionais durante o período promocional tem orientado ajustes nas edições seguintes do evento. Métricas como tempo médio de resposta, volume de interações por canal e taxa de abandono de conversas ajudam a dimensionar gargalos e a orientar mudanças na organização dos canais de atendimento.

Na avaliação de Guerra, o Dia do Consumidor passou a funcionar como um ponto de observação da relação entre vendas e atendimento no e-commerce. “O volume de mensagens acompanha o crescimento das vendas. Quando a estrutura não acompanha esse movimento, o impacto aparece primeiro no atendimento e acaba refletindo no resultado da própria campanha”.

Digitalização financeira do varejo permite melhor desempenho diante do aumento das vendas no Dia do Consumidor

O Dia do Consumidor (15/03) consolidou-se como a “Black Friday do primeiro semestre” para o varejo no Brasil. A preparação para a data exige reforço de estoque, fôlego para o fluxo de caixa, organização financeira e agilidade nos pagamentos. Neste sentido, a inclusão financeira digital se estabelece como agente que auxilia a fortalecer as operações dos restaurantes, principalmente em datas nas quais é observado um aumento na demanda para o empreendedor.

Uma pesquisa da Ipsos-Ipec, realizada a pedido do iFood com 2.400 restaurantes de todo o país, mostra que o uso de serviços financeiros já é uma realidade para a maioria dos estabelecimentos. Segundo o levantamento, 78% dos entrevistados possuem conta bancária ou utilizam serviços de instituições financeiras para o negócio, evidenciando um alto nível de bancarização no setor, impulsionado pela digitalização dos meios de pagamento.

O que evidencia que a bancarização é a base para a profissionalização da gestão financeira e auxilia a suportar a complexidade do aumento do volume das operações em grandes eventos de consumo. Essa estrutura permite que o restaurante organize suas finanças com antecedência, promova jornadas de pagamento fluídas e evite gargalos durante o pico de vendas de março devido ao Dia do Consumidor.

Conforme a pesquisa Ipsos-Ipec, os recursos de crédito são destinados principalmente à modernização, compra de equipamentos/tecnologias e reformas, além do pagamento de contas em atraso e abertura de novas unidades, em menor escala. Olhando para os próximos 12 meses, 32% dos entrevistados acreditam que precisarão de crédito.

Diante dessa evolução financeira digital, a personalização baseada em inteligência de dados representa o próximo nível, especialmente na preparação para o aumento do consumo que a data promove no varejo nacional. O iFood Pago combina análise preditiva para disponibilizar crédito adequado às necessidades dos restaurantes com a Maquinona, solução que integra transações presenciais e delivery, com ferramentas que permitem a fidelização de consumidores.

O movimento de personalização baseada em dados reflete uma mudança mais ampla no mercado financeiro para PMEs. Apenas o iFood Pago já concedeu R$ 2,83 bilhões em crédito a mais de 66 mil empreendedores, indicando a importância das soluções serem adequadas às especificidades de cada negócio. A agilidade e segurança na jornada de compra são essenciais para a satisfação do cliente, principalmente em momentos de grande demanda com o dia do consumidor, desde a escolha do produto ao checkout.

Neste sentido, outro produto que contribui para o empreendimento lidar com datas comemorativas, principalmente as que envolvem grande demanda do varejo, é a Maquinona do iFood Pago, que oferece diferenciais para as transações, já que além de ser uma solução de pagamentos, auxilia a transformar o alto fluxo de demanda sazonal em oportunidade de fidelização desse público, por meio de campanhas personalizadas, como cupons de recompra e cashback, enviados logo após o pagamento.

Metodologia

Estudo quantitativo com entrevistas realizadas por ligação telefônica realizado pela Ipsos-Ipec a pedido do iFood com abrangência nacional entre 02 a 14 de outubro, 03 a 19 de novembro e 02 e 12 de dezembro de 2025. Foram realizadas 2400 entrevistas com restaurantes parceiros do iFood, com 800 casos por mês. Margem de erro de 2 p.p. para 2400 entrevistas considerando 95% nível de confiança.

Compra híbrida ganha força na jornada do consumidor

A fronteira entre os canais físico e digital está desaparecendo para o consumidor que já vive em um ecossistema em que a consistência da informação se torna essencial para uma experiência fluida e confiável. Essa é uma das conclusões da pesquisa “Tendências dos consumidores”, realizada em todo o País pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

A pesquisa mostra que a preferência dos consumidores em escolher os produtos de seu interesse por meio de canais físicos e digitais de forma simultânea – jornada omnichannel – está consolidada e aumenta ano a ano em setores do varejo como alimentos e bebidas, eletroeletrônicos, vestuário, calçados e têxtis, saúde e bem-estar.

O aumento do modelo híbrido para escolha de compras, porém, passa por um critério muito mais importante, segundo a pesquisa. A confiança do consumidor nas informações dos produtos. Ao entrevistar 4 mil consumidores nas cinco regiões do País, a pesquisa constata que a busca pela informação dos itens que desejam se concentra na embalagem para 61%, no site do fabricante para 56%, no site ou aplicativo de lojas e marketplace para 36%, nos aplicativos que leem QR Code ou códigos de barras para 33%, e redes sociais para 31%.

Os resultados consolidam um comportamento mais flexível, no qual o consumidor escolhe onde comprar de acordo com a necessidade, conveniência e contexto do momento. É a evidência de que o consumidor valoriza informações de qualidade, sustentadas pela tríade acurácia, completude e integridade, independentemente do canal consultado. Isso reforça a importância da padronização e da transparência ao longo da cadeia.

Em síntese, o movimento híbrido se consolida porque dialoga diretamente com as expectativas atuais como flexibilidade, acesso a informações confiáveis, experiência aprimorada e autonomia para escolher o melhor caminho de compra em cada situação. Essa tendência confirma que o futuro do consumo não está em um único canal, mas na integração inteligente de todos eles. A qualidade da informação, a padronização e a consistência tornam-se diferenciais essenciais para orientar decisões mais seguras e satisfatórias.

Modelo da Mitsubishi são destaque entre automóveis disponíveis em plataforma de venda direta da Copart

Copart, referência na compra e venda de veículos, disponibilizou para compra uma seleção de utilitários e SUVs da marca Mitsubishi. Os automóveis integram o portfólio de carros ofertados na plataforma Compre Agora, modalidade de venda direta que permite aos usuários adquirir veículos imediatamente pelo site da companhia. A iniciativa amplia o acesso a modelos de diferentes categorias, desde veículos voltados para o trabalho até opções premium de alta performance.

Entre as opções da montadora japonesa disponíveis, destacam-se unidades da picape L200 Triton, o SUV tecnológico Eclipse Cross e o sofisticado Pajero Sport. No mercado atual, uma L200 Triton Sport seminova tem valor de Tabela Fipe avaliado em 214.979,00 reais, enquanto o Eclipse Cross está avaliado em 141.666,00 reais. Já o topo de linha Pajero Sport apresenta uma avaliação de 242.445,00 reais, consolidando-se como uma oportunidade para quem busca robustez e luxo com pronta entrega.

Além das oportunidades da montadora Mitsubishi, modelos da Mercedes-Benz também estão disponíveis para compra direta por meio da plataforma “Compre Agora”. Entre as opções está a Classe C 180 1.6 16V Turbo 2019, com tabela Fipe avaliada em 132.120,00.

Já os motoristas que buscam opções de automóveis populares também podem contar com a plataforma de venda direta da Copart. Entre os modelos disponíveis estão Chevrolet Onix Plus 2020/2021, com tabela Fipe avaliada em 60.652,00, Caoa Chery Tiggo 5X 2022/2023, com tabela Fipe avaliada em 110.492,00 e Hyundai HB20S 2022, com tabela Fipe avaliada em 63.294,00.

Beleza na Web incentiva descoberta de produtos em nova etapa da Semana do Consumidor

O cronograma da Semana do Consumidor da Beleza na Web avança nesta sexta-feira com foco total no pilar de descoberta. A iniciativa proposta pela marcabusca transformar o ato da compra em uma jornada de teste, oferecendo ferramentas para que o público conheça novas fórmulas, ativos e texturas antes de incorporá-los definitivamente à rotina de autocuidado.

A estratégia central desta etapa reside na entrega de valor por meio da vivência prática. Ao realizar pedidos a partir de R$ 199, a consumidora recebe um kit de experimentação selecionado, permitindo o contato direto com diferentes categorias do portfólio da plataforma. O movimento reforça o papel da marca como um hub de curadoria, onde a decisão de compra é amparada pela experiência real de uso.

No ambiente do aplicativo, a jornada ganha um elemento de personalização adicional. Ao atingir a faixa de R$ 329, a plataforma permite que a usuária selecione um produto em tamanho regular de sua preferência. Essa mecânica de “escolha e descubra” visa promover autonomia na jornada de beleza, garantindo que o benefício recebido seja exatamente aquele que melhor se adapta às necessidades e desejos de cada perfil.

O paradoxo da IA: por que sistemas mais “inteligentes” podem errar mais

Imagine que você precisa resolver um problema de cobrança e, logo em seguida, tirar uma dúvida técnica sobre um produto. Você preferiria falar com um “faz-tudo” que sabe um pouco de cada coisa ou com um especialista dedicado a cada assunto? No universo da Inteligência Artificial, esse é o dilema que define o futuro do atendimento ao cliente.

Enquanto a ideia de uma única IA superinteligente que resolve tudo parece saída da ficção científica, a realidade corporativa aponta para um caminho diferente. Segundo a Sinch, líder global em comunicação em nuvem, apostar em um único agente “generalista” pode ser uma receita para o desastre.

Fábio Costa, Diretor Sênior de Inteligência Artificial da Sinch, é direto: “Quando você amplia demais o escopo, aumenta também o espaço de incerteza”. Em outras palavras, quanto mais assuntos uma IA tenta cobrir, maior a chance de ela dar respostas vagas, cometer erros ou ter as famosas “alucinações”.

A alternativa que ganha força é a criação de um “time de especialistas”: uma arquitetura com múltiplos agentes de IA, cada um treinado para ser mestre em um domínio específico, um para vendas, outro para suporte técnico, um terceiro para cobranças, e assim por diante.

Essa arquitetura traz vantagens importantes. A primeira é precisão. Um agente focado em um único domínio tende a compreender melhor o contexto e gerar respostas mais confiáveis. A segunda é governança e segurança. Quando o escopo de atuação é bem definido, torna-se mais fácil estabelecer limites de acesso a dados e regras operacionais. Por fim, há ganhos de eficiência. Agentes especializados costumam operar com modelos de linguagem menores e mais rápidos, o que reduz custos computacionais e melhora o tempo de resposta.

A chave da orquestração

Claro, ter uma equipe de especialistas não adianta se eles não conversam entre si. É aqui que entra o grande desafio: a orquestração.

Para que o cliente não tenha que repetir a mesma história a cada nova pergunta, é preciso um “cérebro” central. Essa camada de orquestração funciona como um maestro, que primeiro entende a necessidade do cliente e depois passa a conversa para o especialista certo, garantindo que todo o contexto da jornada seja preservado.

“Uma boa orquestração transfere todo o histórico relevante da conversa”, destaca Costa. “Se a interação começou no WhatsApp e migrou para o e-mail, o contexto vai junto”. É isso que garante uma experiência fluida e inteligente, evitando a frustração de recomeçar do zero a cada passo.

No fim das contas, a construção de uma IA eficiente vai muito além do código. Exige design, estratégia e um foco incansável na experiência do cliente. A escolha da arquitetura é decisiva, mas montá-la do zero é uma jornada complexa e cheia de armadilhas.

É nesse ponto que a escolha de um parceiro tecnológico se torna crucial. Mais do que um fornecedor, as empresas precisam de um especialista que já tenha trilhado esse caminho, que entenda as nuances da orquestração e que ofereça uma plataforma robusta para acelerar a criação e o gerenciamento desses múltiplos agentes.

Buscar essa expertise não é um sinal de fraqueza, mas de inteligência estratégica. Permite que a empresa se concentre no que faz de melhor, seu próprio negócio, enquanto confia a complexidade da IA a quem vive e respira essa tecnologia. Afinal, o futuro do atendimento pertence não a um gênio solitário, mas a um time de especialistas bem orquestrado. E para reger essa orquestra, nada melhor que um maestro experiente.

Cloud, SaaS e on-premises: sem governança, a conta da TI sai mais cara

A transformação digital acelerou de forma significativa nos últimos anos. A adoção de modelos híbridos, que combinam infraestruturas locais (on-premises), cloud pública e soluções SaaS, tornou-se prática comum em organizações de diferentes portes e setores. Essa evolução trouxe ganhos evidentes em agilidade, escalabilidade e inovação. Mas também trouxe um desafio estrutural: como garantir controle e previsibilidade em um ecossistema tecnológico cada vez mais distribuído.

Segundo dados da IDC, o mercado de cloud deverá ultrapassar 1 bilhão de euros até 2026, com as soluções SaaS representando a maior fatia do investimento. Esse crescimento confirma a maturidade digital do tecido empresarial português, mas também evidencia a crescente complexidade da gestão tecnológica. Quanto maior a dispersão de serviços e fornecedores, maior a dificuldade em assegurar visibilidade sobre custos, contratos, licenças e ativos digitais.

Em um modelo tradicional, baseado majoritariamente em infraestruturas próprias, os investimentos em TI eram relativamente previsíveis. Hoje, com recursos contratados sob demanda e modelos de assinatura distribuídos por múltiplas áreas da organização, a despesa tecnológica tornou-se variável e, muitas vezes, fragmentada. Sem uma estrutura clara de governança, é comum surgirem custos inesperados, duplicação de serviços e subutilização de licenças.

É nesse contexto que a governança de TI assume um papel estratégico. Mais do que um conjunto de procedimentos técnicos, trata-se de estabelecer mecanismos de controle que assegurem transparência, responsabilidade e alinhamento com os objetivos do negócio. Ter visibilidade consolidada sobre o consumo de cloud, contratos SaaS e infraestruturas on-premises é hoje uma condição essencial para garantir eficiência financeira.

A experiência mostra que uma parte relevante da despesa em cloud resulta de recursos subutilizados ou mal dimensionados. A ausência de monitoramento contínuo impede a identificação tempestiva de desvios de consumo e reduz a capacidade de negociação com fornecedores. Por outro lado, a proliferação de soluções contratadas diretamente por diferentes departamentos — fenômeno frequentemente chamado de “shadow IT” — aumenta o risco de redundâncias e fragiliza o controle orçamentário.

Para as empresas portuguesas, esse cenário tem implicações diretas na competitividade. Em um ambiente econômico desafiador, marcado por pressão sobre margens e necessidade de investimento em inovação, a previsibilidade financeira tornou-se um ativo estratégico. A capacidade de antecipar custos, otimizar recursos e fundamentar decisões com base em dados concretos diferencia organizações mais resilientes e sustentáveis.

A governança eficaz de ambientes híbridos se apoia em três pilares fundamentais. Primeiro, o mapeamento integral dos ativos tecnológicos, garantindo uma visão consolidada de contratos, licenças e infraestruturas. Segundo a implementação de ferramentas de monitoramento e análise de custos em tempo real, que permitam identificar desvios e oportunidades de otimização. Terceiro, a definição clara de responsabilidades e políticas internas de uso, assegurando disciplina e alinhamento estratégico.

É importante destacar que a governança de TI não é apenas uma questão financeira. Em um contexto europeu cada vez mais rigoroso em relação à proteção de dados, soberania digital e exigências regulatórias, o controle sobre onde os dados estão armazenados e como os acessos são gerenciados é determinante para mitigar riscos operacionais e reputacionais.

Em um mercado em que a tecnologia deixou de ser apenas suporte para se tornar motor de crescimento, a visibilidade sobre os investimentos digitais é um fator de vantagem competitiva. Organizações que conseguem transformar dados operacionais em inteligência de gestão fortalecem sua capacidade de decisão e ganham margem para investir de forma mais estratégica.

A complexidade dos ambientes híbridos não deve ser vista como um obstáculo, mas como uma oportunidade para estruturar melhor a governança tecnológica. Em um cenário descentralizado, o verdadeiro diferencial não está apenas na adoção de tecnologia, mas na capacidade de gerenciá-la com rigor, previsibilidade e visão estratégica.

*Paulo Amorim é engenheiro Mecânico Nuclear pela Universidade de Utah (EUA), MBA pela BYU Marriott School of Business, CEO e fundador da K2A Technology Solutions.