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Amazon e Latam Cargo expandem rede de entregas aéreas via Brasília para acelerar distribuição de pacotes em nove estados brasileiros

A Amazon anuncia o lançamento de Brasília (BSB) como novo hub aéreo em parceria com a LATAM Cargo Brasil, afiliada de cargas do Grupo LATAM, marcando mais um avanço na sua malha logística no país. A iniciativa faz parte dos investimentos contínuos da Amazon no Brasil, que já conta com mais de 300 centros logísticos — incluindo um centro de distribuição em Brasília inaugurado no ano passado e outros 10 centros logísticos pela região, além de mais de 42 rotas aéreas estabelecidas com parceiros que entregam em diversos estados.

A escolha estratégica de Brasília — o segundo principal hub da LATAM no Brasil — aproveita a posição geográfica privilegiada da capital federal e a extensa capacidade de voos da LATAM, que pode alcançar todas as regiões brasileiras de forma mais eficiente, particularmente zonas de difícil acesso logístico nas regiões Centro-Oeste e Norte. Esta vantagem logística fortalece o compromisso da Amazon em oferecer serviço confiável e cada vez mais rápido em todo o território nacional.

Com o lançamento, a Amazon estabelece rotas aéreas diretas de Brasília para nove destinos nas regiões Centro-Oeste e Norte, incluindo Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Amapá, Roraima, Pará, Tocantins, Rondônia e Acre. Em conformidade com os padrões de segurança e as regulamentações da aviação civil brasileira, 100% dos pacotes passam por triagem de raio-X nos terminais de carga antes de serem carregados nas aeronaves.

”A expansão em Brasília possibilita adicionarmos milhares de pacotes por dia à rede aérea brasileira, apoiando o crescimento contínuo das nossas entregas rápidas, inclusive em períodos de alta demanda. Além disso, otimiza o fluxo de outros aeroportos do país, encurtando prazos de entrega. Os clientes Amazon Prime das regiões Centro-Oeste e Norte se beneficiam de entregas grátis em até 2 dias, via rotas aéreas diretas, para uma seleção de milhões de produtos nacionais e importados”, afirma Alex Cristiano de Paula, líder de transportes aéreos na Amazon Brasil.

“O segundo principal hub da LATAM no Brasil está em Brasília, o que fortalece nossa posição estratégica e amplia nossa capacidade de conectar o país com eficiência. Estamos muito satisfeitos com a expansão da parceria da LATAM Cargo com a Amazon, que reforça a atuação alinhada às transformações do mercado e à crescente demanda por soluções logísticas ágeis e seguras”, afirma Otávio Meneguette, diretor da LATAM Cargo Brasil

Com mais de 100 novos centros inaugurados somente em 2025, a Amazon realiza entregas porta a porta para consumidores em uma ampla variedade de destinos — das regiões ribeirinhas da Amazônia às favelas de São Paulo e do Rio de Janeiro, ampliando o acesso ao e-commerce e à conveniência do dia a dia de todos os brasileiros.

Somos obcecados pelos nossos clientes — e é essa obsessão que nos impulsiona a continuar inovando e elevando o patamar do e-commerce no Brasil. Estamos investindo no país para oferecer flexibilidade e conveniência reais, independentemente de onde nossos clientes estejam. Seja em 15 minutos, no mesmo dia em uma janela de horário agendado ou consolidado em um único dia da semana com o ‘Seu Dia de Entregas Amazon’, os brasileiros podem contar com a Amazon de diferentes formas.” — Ricardo Pagani, Diretor de Operações, Amazon Brasil

O fim do funil de marketing tradicional: por que branding e performance estão se fundindo

Durante muito tempo, o marketing funcionou como uma espécie de linha de montagem. Primeiro você construía marca, depois gerava interesse, e só então convertia em venda. Era organizado, previsível e, principalmente, confortável. Cada etapa tinha seu papel, seuresponsável e sua métrica. O branding cuidava da percepção, a performance cuidava do resultado. E, no papel, tudo fazia sentido. O problema é que o consumidor nunca se comportou exatamente assim. E agora, no ambiente digital, isso ficou impossível de ignorar.

Hoje, as pessoas não seguem um caminho linear. Elas descobrem uma marca em um vídeo curto, pulam para o Google, checam opiniões, são impactadas por um anúncio, esquecem, voltam dias depois, clicam, abandonam, retornam… e, em algum momento, decidem. Esse processopode durar semanas ou acontecer em poucos minutos. E o mais importante: ele não respeita mais nenhuma lógica de funil que a gente desenhou em PowerPoint. O que mudou não foi só o comportamento do consumidor. Foi o contexto inteiro em que ele toma decisões.

No digital, cada ponto de contato precisa carregar mais responsabilidade. Um anúncio não pode ser só um empurrão final. Muitas vezes, ele é o primeiro contato. Um post orgânico não é só engajamento, ele pode ser decisivo para a compra. Uma página de produtonão é apenas funcional; ela comunica valores, transmite confiança e constrói percepção. Tudo virou, ao mesmo tempo, construção de marca e oportunidade de conversão. E isso embaralha completamente a separação clássica entre branding e performance.

Porque, na prática, um bom criativo de mídia paga hoje faz as duas coisas ao mesmo tempo. Ele precisa chamar atenção, gerar identificação, transmitir uma ideia de marca e ainda provocar ação imediata. Se ele só performa, mas não constrói percepção, o custode aquisição sobe com o tempo. Se ele só constrói marca, mas não gera ação, ele perde relevância no ambiente onde tudo é mensurável. Não existe mais espaço para escolher um lado.

As próprias plataformas aceleraram essa fusão. Algoritmos não trabalham com a lógica de funil. Eles não querem saber se aquele usuário está no topo ou no fundo. Eles priorizam o que tem maior probabilidade de gerar interação naquele momento. Isso significaque a mesma peça pode impactar alguém que nunca ouviu falar da marca e, ao mesmo tempo, converter alguém que já estava pronto para comprar. E não se controla isso completamente, você responde a isso.

Essa mudança trouxe uma consequência importante: a criatividade deixou de ser um complemento e virou o centro da estratégia. Antes, você podia compensar um criativo mediano com segmentação e investimento. Hoje, isso não escala. O criativo é a mídia e é eleque determina se alguém vai parar, prestar atenção, se interessar e agir. E isso exige uma visão diferente, porque não dá mais para tratar campanhas de performance como algo puramente técnico. Elas são, cada vez mais, expressão direta da marca.

Ao mesmo tempo, dados nunca foram tão importantes, mas também nunca foram tão mal interpretados. Medir tudo não significa entender tudo. Se você olha só para métricas de curto prazo, começa a otimizar para cliques, e não para construção de valor. E aí entraem um ciclo perigoso: cada vez mais investimento para manter o mesmo resultado, com cada vez menos diferenciação. Por outro lado, ignorar dados em nome de uma visão mais “institucional” também não se sustenta, porque o ambiente digital cobra eficiência o tempointeiro. O jogo mudou porque não é mais sobre escolher entre emoção e número. É sobre fazer os dois coexistirem na mesma execução.

No fundo, o que estamos vendo não é exatamente o fim do funil, mas a perda da sua utilidade como ferramenta de decisão. Ele continua existindo, mas deixou de ser algo que a marca controla e passou a ser algo que acontece dentro da cabeça do consumidor, de formadinâmica e imprevisível. Tentar forçar o comportamento das pessoas dentro de etapas rígidas virou menos eficiente do que construir presença consistente ao longo de toda a jornada.

Isso muda também a forma como as empresas se organizam. A divisão entre times de branding e performance começa a fazer menos sentido quando ambos estão, na prática, trabalhando sobre os mesmos ativos, os mesmos canais e, muitas vezes, os mesmos criativos. Odesafio deixa de ser “quanto investir em cada etapa” e passa a ser “como garantir coerência e impacto em cada ponto de contato”.

Porque, no final, é isso que o consumidor percebe. Não existe, para ele, diferença entre o anúncio, o post, o site ou o e-mail. Tudo faz parte de uma única experiência. E é essa experiência integrada que constrói valor (ou destrói).

Talvez a principal mudança seja aceitar que o marketing deixou de ser um processo sequencial e virou um sistema vivo, onde tudo influencia tudo o tempo inteiro. Isso exige menos apego a estruturas antigas e mais capacidade de adaptação. Exige parar de pensarem etapas e começar a pensar em intensidade, consistência e relevância. O funil não desapareceu,  só deixou de ser visível para quem está do lado de cá.

E quem continuar planejando como se ele ainda fosse o centro de tudo vai, aos poucos, perceber que não está perdendo eficiência por falta de investimento, mas está perdendo porque está olhando para o problema com um modelo que já não explica mais o que estáacontecendo.

*Francisco Cantão é CEO da Proxy Media, empresa especializada em geração de tráfego qualificado para ações estratégicas de marketing – e-mail: proxymedia@nbpress.com.br

Estudo revela que 76% dos anunciantes registram ganhos de performance com IA agêntica

A Taboola, líder global em oferecer performance em escala para anunciantes, divulgou os resultados de um novo estudo intitulado ”A Vantagem Agêntica no Marketing de Performance: garantindo crescimento incremental além de Search e Social”.

Embora a Inteligência Artificial já tenha otimizado a performance em canais de busca e mídias sociais, os profissionais de marketing questionam cada vez mais como alcançar um crescimento incremental fora desses meios. Com base na opinião de mais de 200 líderes seniores de marketing de grandes anunciantes e agências globais, o estudo explora justamente sobre como as marcas estão abordando a performance em um cenário cada vez mais orientado por dados e automação, demonstrando que os anunciantes estão adotando soluções de IA de forma acelerada e buscando aplicar essas capacidades fora dos ecossistemas fechados.

“Por anos, a publicidade de performance esteve concentrada em buscas e redes sociais, mas os estrategistas de marca sabem que o crescimento real não vem de fazer mais do mesmo”, afirma Adam Singolda, CEO e fundador da Taboola.

Destaques da pesquisa:

  • A IA agêntica está gerando vitórias, mas os benefícios estão restritos aos walled gardens*. 76% dos anunciantes já relatam uma melhora significativa na performance com soluções de IA, mas o sucesso está concentrado nas plataformas de busca e redes sociais.
  • 80% afirmam que aumentariam imediatamente seus investimentos em anúncios na Open Web se existissem soluções agênticas comparáveis, com 86% dispostos a alocar até 25% de seu orçamento de performance nessa transição.
  • O principal obstáculo é a integração aos fluxos de trabalho atuais. Enquanto apenas 9% dos anunciantes com gastos entre US$ 300 mil e US$ 499 mil/mês citam a integração como barreira, esse número salta para impressionantes 74% em empresas que investem entre US$ 1 milhão e US$ 4,9 milhões mensais.

“Este estudo deixa claro que os anunciantes desejam os mesmos sistemas de IA always-on que transformaram esses canais aplicados agora à Open Web — sistemas que aprendem continuamente, tomam decisões em tempo real e geram resultados mensuráveis”, complementa Singolda.

Recentemente, a Taboola anunciou o Realize+, uma solução agêntica que utiliza dados proprietários e IA para escalar a performance através de um Motor de Decisão (que realoca investimentos em tempo real) e um Gerador de Elementos (que automatiza criativos e segmentação). A companhia agora expande a fase beta do Realize+ para ajudar anunciantes a impulsionar resultados em escala.

Estudo completorealize.com/performance-agentic-ai-report/ 

*Walled Gardens são plataformas digitais que mantêm controle total sobre o conteúdo e os dados, restringindo a integração com sistemas externos.

O novo dilema do varejo: onde — e como — vender agora?

A expansão dos canais digitais transformou o que era uma decisão operacional em um dos principais dilemas estratégicos do varejo. Se antes bastava equilibrar e-commerce próprio e marketplaces, o avanço do social commerce adicionou uma terceira frente, mais dinâmica e orientada por conteúdo, em que descoberta, engajamento e conversão acontecem no mesmo lugar e em poucos segundos.

Esse movimento tem levado varejistas a recalibrarem suas estratégias de presença digital, considerando variáveis como margem, custo de aquisição, perfil de público e controle sobre dados. A questão central deixa de ser apenas presença e ganha contornos mais estratégicos, ligados à função de cada canal na operação e aos impactos diretos sobre eficiência e rentabilidade.

As pequenas e médias empresas (PMEs) movimentaram R$ 19,4 bilhões em vendas no segundo trimestre de 2025, considerando lojas próprias e marketplaces, segundo dados da LWSA. O volume evidencia a relevância desses canais, mas também a necessidade de maior precisão nas escolhas diante da pulverização de pontos de contato com o consumidor.

“Marketplaces trazem escala, o e-commerce próprio garante margem e controle, e o social commerce acelera a descoberta. O erro é tratar os três da mesma forma. Cada um responde a uma lógica distinta de geração de valor”, afirma Alexandre Mendes, Sócio-CMO da Lope Digital Commerce.

No social commerce, plataformas combinam entretenimento, influência e compra em uma única jornada, reduzindo etapas e incentivando decisões por impulso. Essa dinâmica é sustentada pela confiança: estudo da Nielsen indica que 92% dos consumidores confiam mais em recomendações de pessoas que seguem nas redes sociais do que em propagandas tradicionais.

Recursos como o checkout nativo, no qual o consumidor finaliza a compra sem sair da plataforma, e o live commerce, que une transmissão ao vivo e oferta em tempo real, mostram como esse modelo comprime a jornada a poucos cliques.

O custo de aquisição, no entanto, tende a ser mais volátil, influenciado por algoritmos, sazonalidade de conteúdo e performance de criadores, o que exige monitoramento mais frequente e menor dependência de um único canal.

Em contrapartida, o e-commerce tradicional opera em uma lógica mais racional e estruturada, em que o consumidor pesquisa, compara e decide com mais tempo e intenção. Já os marketplaces concentram essa dinâmica em torno do preço, com ambientes de alta competitividade nos quais a visibilidade depende de posicionamento de oferta e volume de avaliações.

Cada canal exige abordagens distintas de precificação, comunicação e operação, além de diferentes níveis de investimento e retorno esperado. Para o varejo, isso implica abandonar a expansão indiscriminada em favor de um portfólio mais disciplinado, construído a partir de escolhas deliberadas e alinhadas à estratégia do negócio.

“Na prática, o varejista que tenta estar em todo lugar ao mesmo tempo acaba sem dominar lugar nenhum. Margem cai, operação complica e a marca perde consistência. O ganho está em escolher bem, não em escolher muito”, diz o executivo.

O novo dilema do varejo está na capacidade de orquestrar os canais de venda de forma integrada, equilibrando alcance, rentabilidade e construção de relacionamento com o consumidor.

De O Diabo Veste Prada à vida real: provadores virtuais avançam no varejo de moda

Na divulgação da sequência de O Diabo Veste Prada, que tem estreia marcada para 30 de abril, uma das ações de marketing trouxe um provador virtual como parte da experiência digital. No conteúdo, criado pelo Google, os personagens Amari e Nigel (interpretados por Simone Ashley e Stanley Tucci) utilizam a ferramenta na busca pelo look ideal.

Durante o vídeo, a dupla escolhe uma produção para um evento. Ao pesquisar por algo “chique e digno de passarela”, Nigel recorre ao recurso para visualizar diferentes opções diretamente no corpo de Amari, tornando o processo mais prático e visual.

Embora a tecnologia apareça no contexto da campanha, soluções como essa já fazem parte da realidade do varejo. A Renner, maior varejista de moda do país, é um exemplo. A companhia implementou em seu e-commerce um provador virtual com inteligência artificial (IA) que permite simular o caimento das peças em diferentes perfis e contextos.

“A tecnologia foi desenvolvida para reduzir barreiras na jornada do cliente. Ao oferecer uma experiência assistida que aproxima o ambiente digital da experimentação da loja física, traz mais segurança na decisão”, afirma o Chief Digital Officer (CDO) da companhia, Flavio Reis.

A funcionalidade possibilita que o cliente visualize as roupas a partir de uma imagem de referência, de forma simples e rápida. O objetivo é apoiar a escolha por meio de maior familiaridade com o produto, comparação visual e inspiração de combinações.

Os resultados já demonstram impacto: cerca de 500 mil pessoas utilizaram a solução, com aumento na taxa de conversão entre usuários que acessaram o recurso em comparação aos que visualizaram os mesmos itens sem a ferramenta.

A inovação está disponível nos canais digitais da marca.

Amazon anuncia a 12ª Edição da Book Friday com descontos de até 70% em Livros, eBooks e ofertas em Dispositivos Kindle

A indústria editorial brasileira vive um dos seus melhores momentos. Segundo dados da NielsenIQ BookScan, referência global em monitoramento do mercado editorial, o setor vendeu 16,4 milhões de livros no primeiro trimestre de 2026 — 2,2 milhões de unidades a mais do que no mesmo período do ano anterior, um crescimento de 16,2%, movimentando quase R$ 893 milhões no trimestre.

É nesse cenário que a Amazon anuncia a 12ª edição da Book Friday, seu maior evento anual dedicado a livros no Brasil. De 11 a 18 de maio, mais de 58 mil títulos terão descontos de até 70%, entre livros físicos, eBooks e títulos de autores independentes publicados via Kindle Direct Publishing (KDP), com entrega rápida para 100% dos municípios brasileiros.

A Book Friday é o momento em que milhões de leitores encontram sua próxima grande leitura com descontos de até 70% e entrega rápida em todo o Brasil. São mais de 58 mil títulos — impressos e digitais — reunidos para tornar a leitura mais acessível e conveniente do que nunca,” afirma Ricardo Perez, diretor de varejo da Amazon Brasil.

O esquenta, exclusivo para membros Amazon Prime, acontece de 11 a 13 de maio, com descontos de até 50% em livros de Kindle Unlimited pelo valor de R$ 2,99 por três meses. A partir das 10h do dia 14 de maio, a Book Friday abre para todos os clientes com descontos de até 70% em livros e eBooks, cupons exclusivos no app de até 50% off, além da oferta de Kindle Unlimited por dois meses.

Mais do que um evento promocional, a Book Friday reflete o compromisso contínuo da Amazon com o segmento literário brasileiro. Em 2026, o número de autores que autopublicam de forma independente pelo Kindle Direct Publishing (KDP) cresceu 28% em relação a 2025 — ampliando a diversidade de vozes e conectando novos escritores a leitores em todo o país.

A Amazon também investe na descoberta de talentos por meio do Prêmio Kindle de Literatura, que em 2026 celebra sua 11ª edição, do Prêmio Kindle Vozes Negras, voltado para escritores negros, e do Prêmio Kindle de Literatura Jovem, dedicado a obras com temática jovem-adulto. Para quem prefere ouvir, o Audible oferece uma biblioteca crescente de audiolivros e podcasts.

Ofertas Especiais e Dispositivos Kindle:

De 11 a 13 de maio, durante o período de esquenta, membros Prime terão acesso a promoções e a uma oferta especial no Kindle Unlimited, garantindo três meses de acesso por apenas R$ 2,99. Para os assinantes do Kindle Unlimited, há ainda um cupom especial com R$100 de desconto para a compra de um novo dispositivo. Para os assinantes do Kindle Unlimited, há ainda um cupom especial com R$100 de desconto para a compra de um novo dispositivo. Os dispositivos Kindle também estarão com preços especiais:

  • Kindle Paperwhite Signature: de R$ 1.199 por R$ 959 (20% de desconto)
  • Kindle Colorsoft 16GB: de R$ 1.499 por R$ 1.049 (30% de desconto)
  • Kindle Colorsoft 32GB: de R$ 1.649 por R$ 1.479 (10% de desconto)

Confira outros destaques do evento:

Entre os mais de 58 mil títulos em promoção, estão obras de alta demanda com descontos expressivos:

  1. A empregada (Livro 1): Bem-vinda à família — de R$ 59,90 por R$ 36,20 (40% de desconto)
  2. Assistente do Vilão — de R$ 69,90 por R$ 38,11 (45% de desconto)
  3. Verity — de R$ 59,90 por R$ 33,23 (45% de desconto)
  4. Do dia para a noite — Livro de colorir oficial Bobbie Goods — de R$ 39,90 por R$ 13,00 (67% de desconto)
  5. A hora da estrela: Edição comemorativa — de R$ 44,90 por R$ 22,98 (49% de desconto)
  6. Melhor do que nos filmes — de R$ 59,90 por R$ 41,00 (32% de desconto)
  7. A morte é um dia que vale a pena viver — de R$ 54,90 por R$ 28,85 (47% de desconto)
  8. A hipótese do amor — de R$ 64,90 por R$ 38,29 (41% de desconto)
  9. Nunca minta — de R$ 59,90 por R$ 28,73 (52% de desconto)
  10. Nada pode me ferir — de R$ 64,90 por R$ 34,79 (46% de desconto)

Clássicos e obras premiadas também aparecem com destaque:

  • Um defeito de cor — de R$ 119,90 por R$ 65,37 (45% de desconto)
  • Uma vida pequena — de R$ 99,90 por R$ 47,39 (53% de desconto)
  • O sol é para todos — de R$ 69,90 por R$ 37,90 (46% de desconto)
  • Mulheres que correm com os lobos — de R$ 109,90 por R$ 62,69 (43% de desconto)
  • Biblioteca Nietzsche — Box com 4 livros — de R$ 119,00 por R$ 57,00 (52% de desconto)

O que fez sucesso na Book Friday 2025

Na edição anterior, os títulos mais vendidos mostraram a diversidade de interesses dos Leitores brasileiros — de livros de colorir a ficção contemporânea e clássicos da literatura:

  • Do dia para a noite — Livro de colorir oficial Bobbie Goods (Bobbie Goods)
  • Imperfeitos (Christina Lauren)
  • Dias quentes — Livro de colorir oficial Bobbie Goods (Bobbie Goods)
  • Melhor do que nos filmes (Lynn Painter)
  • Cute & Comfy Coloring Book for Adults (CAMELOT. EDITORA)
  • Não é como nos filmes — Melhor do que nos filmes vol. 2 (Lynn Painter)
  • Jantar secreto (Raphael Montes)
  • A cabeça do santo (Socorro Acioli)
  • Verity (Colleen Hoover)
  • Tudo é rio (Carla Madeira)

Membros Amazon Prime desfrutam de vantagens adicionais, incluindo frete grátis e rápido para todo o país em milhões de produtos elegíveis, acesso a uma vasta seleção de eBooks, audiolivros, revistas, quadrinhos e mangás sem custo adicional, além de outros benefícios exclusivos de compras e entretenimento. Para mais informações, acesse: amazon.com.br/prime.
 

Para conferir todas as ofertas e saber mais sobre a 12ª edição da Book Friday, visite Link

Estudo global revela que a América Latina é o mercado que mais acelera em comércio unificado

A América Latina está emergindo como o mercado que mais acelera em comércio unificado no mundo, combinando evolução rápida de capacidades com modelos inovadores de operação. É o que revela o Benchmark de Comércio Unificado Global 2026, estudo conduzido pela Manhattan Associates em parceria com a Incisiv, que analisou mais de 400 varejistas em EMEA (Europa, Oriente Médio e África), América Latina e América do Norte.

O estudo aponta que a América Latina foi a região com maior evolução global em maturidade de fulfillment (o processo desde a consulta no ponto de venda até a entrega de um produto ao cliente), com avanço de 26 pontos percentuais em relação a 2024 — o maior salto entre todas as regiões analisadas. Esse progresso contribuiu para elevar o nível global dessa capacidade e reflete uma transformação operacional significativa na região.

Embora ainda enfrente desafios estruturais, como infraestrutura fragmentada e menor maturidade histórica em e-commerce, a região vem reduzindo rapidamente a distância em relação a mercados mais consolidados e, em alguns casos, criando abordagens próprias que podem antecipar tendências globais.

“A América Latina está mostrando que restrições não necessariamente limitam a inovação, elas podem acelerar soluções mais criativas e eficientes”, afirma Stefan Furtado, gerente regional da Manhattan Associates. “O que vemos na região é um varejo extremamente adaptativo, que encontra formas de conectar canais e atender o consumidor de maneira fluida mesmo em cenários mais complexos.”

Crescimento acelerado e inovação prática

Esse avanço da América Latina está diretamente ligado à adoção de modelos mais ágeis e orientados ao consumidor, como o uso intensivo de dispositivos móveis ao longo da jornada, a expansão de meios de pagamento alternativos e o atendimento e vendas via plataformas de mensagem, como WhatsApp.

Esse conjunto de práticas evidencia uma abordagem mais pragmática da omnicanalidade, menos dependente de estruturas legadas (sistemas e processos antigos que ainda sustentam o negócio, mas dificultam inovação e integração) e mais focada em resolver rapidamente as necessidades do consumidor.

“Diferente de mercados mais maduros, onde a transformação muitas vezes depende de sistemas complexos já existentes, na América Latina vemos uma capacidade maior de experimentar e implementar soluções de forma mais direta”, diz Furtado. “Isso acelera a evolução e cria experiências que, muitas vezes, são mais próximas do que o consumidor realmente espera.”

O avanço da região acontece em um contexto desafiador para o varejo global. De acordo com o estudo, os custos logísticos aumentaram mais de 20% nos últimos três anos, enquanto os consumidores passaram a exigir entregas mais rápidas, maior flexibilidade e experiências cada vez mais personalizadas. Ao mesmo tempo, a jornada de compra se tornou mais fragmentada: mais de 66% dos consumidores utilizam dois ou mais canais antes de concluir uma compra.

Comparação global: forças distintas entre regiões

O estudo reforça que não existe um único modelo de maturidade em comércio unificado, já que cada região apresenta pontos fortes distintos. A América do Norte (NOAM) lidera em personalização, uso de dados e execução das etapas de shopping e checkout, enquanto a EMEA se destaca pela consistência operacional, pelo fulfillment cross-border e pelo forte alinhamento regulatório. Já a América Latina aparece como a região que mais rapidamente evolui, com destaque para inovação adaptativa e novos modelos de engajamento.

Apesar dessas diferenças, há uma convergência importante: varejistas que conseguem conectar a jornada de ponta a ponta apresentam resultados significativamente superiores. O estudo mostra que empresas mais maduras em comércio unificado alcançam até o dobro da taxa de crescimento em comparação com seus pares menos desenvolvidos.

O futuro do varejo pode vir da América Latina

Mais do que apenas reduzir a distância em relação a mercados mais avançados, a América Latina começa a se posicionar como um possível laboratório para o futuro do varejo, especialmente em áreas como comércio conversacional, pagamentos alternativos e experiências mobile-first.

Para Furtado, essa mudança de percepção é inevitável: “A América Latina deixa de ser vista apenas como uma região em desenvolvimento e passa a ser observada como um espaço de experimentação e inovação real. Muitas das soluções que surgem aqui têm potencial de escala global.”

O levantamento também mostra que apenas 7% dos varejistas globais atingiram um nível considerado líder em unified commerce, enquanto 33% ainda permanecem em estágios básicos. Ao mesmo tempo, 38% das capacidades que diferenciavam líderes em 2024 já se tornaram padrão até 2026.

MadeiraMadeira inaugura CD em Ribeirão Preto e expande malha logística no interior paulista

A MadeiraMadeira, maior plataforma de casa e decoração da América Latina, inaugurou esta semana seu novo centro de distribuição (CD) em Ribeirão Preto/SP. Com 2.600 m² de área operacional, a unidade representa um investimento de aproximadamente R$ 600 mil e integra o plano contínuo de expansão da malha logística da companhia.

O movimento acompanha o desempenho do interior paulista, praça que tem registrado índices de crescimento acima da média e ganhado ampla relevância nos resultados da empresa. O novo CD deve ampliar a capacidade de entrega da MadeiraMadeira em toda a região, com raio de atendimento de 110 km a partir de Ribeirão Preto, abrangendo desde a cidade de São Carlos até Franca.

“A logística é o que transforma a promessa da MadeiraMadeira em realidade para o cliente. Com o novo CD em Ribeirão Preto, ampliamos nossa presença em uma região estratégica do interior paulista e reforçamos nossa capacidade de entregar com mais agilidade e confiabilidade para quem compra com a gente. Esse movimento faz parte de um plano contínuo de expansão e reflete o compromisso da companhia em construir uma malha logística à altura do crescimento do negócio”, reforça Fábio Fadel, COO da MadeiraMadeira.

A inauguração em Ribeirão Preto, entretanto, não é um movimento isolado. Nos próximos meses, a MadeiraMadeira prevê a abertura de um novo CD em São José do Rio Preto e a expansão da unidade de Jundiaí, ambas em São Paulo, com aumento de área e capacidade operacional para atender com maior qualidade às demandas do interior paulista.

Novo comportamento do consumidor em 2026 exige logística inteligente para garantir competitividade no varejo brasileiro

O varejo digital brasileiro vive uma transformação profunda em 2026, impulsionada por um consumidor que prioriza, acima de tudo, a conveniência e o imediatismo. Dados consolidados de mercado indicam que a logística deixou de ser uma etapa puramente operacional para se tornar o principal motor de decisão de compra e fidelização: de acordo com levantamentos de comportamento do consumidor (como PwC e CX Trends), quase metade dos brasileiros (48%) afirma que abandona o carrinho de compras se houver taxas de entrega elevadas. Além disso, a baixa tolerância a falhas é um fator crítico, já que uma única experiência ruim de entrega é suficiente para que 50% dos clientes troquem de plataforma. Nesse cenário, a velocidade não é mais um diferencial, mas uma exigência básica, elevando a importância da “confiança emocional” construída através da consistência das entregas e da transparência total no rastreamento.

Para Ross Saario, CEO da Intelipost, especialista em inteligência logística orientada por dados, o momento exige uma mudança de mentalidade por parte dos gestores para que o varejo sobreviva a esse novo padrão de exigência. “Em 2026, a logística deixou de ser o fim de um processo para se tornar o início da próxima venda. O consumidor não aceita mais dados fragmentados ou incertezas; ele busca previsibilidade. Por isso, nossa aposta estratégica é unificar o supply chain através de inteligência de dados, permitindo que o varejista antecipe demandas e transforme a entrega no seu maior argumento de retenção de clientes”, afirma o executivo.

Para sustentar esse ritmo, as empresas enfrentam o desafio da descentralização da demanda, exigindo uma infraestrutura mais distribuída e resiliente em regiões além do eixo tradicional de São Paulo. As estratégias que definem os líderes de mercado este ano incluem o uso de inteligência artificial para previsão de demanda, a expansão de centros de distribuição urbanos para reduzir o tempo na última milha e a implementação de modelos como locker points e veículos autônomos. Segundo levantamentos de experiência do cliente realizados por consultorias como a PwC, a logística bem executada impacta diretamente a saúde financeira, elevando a satisfação do consumidor em até 80% quando prazos e integridade das embalagens são rigorosamente cumpridos.

Para se sobressair nesse cenário de alta complexidade, a Intelipost consolidou sua atuação através da Logistics Intelligence Platform (LIP), uma evolução do TMS tradicional que funciona como a espinha dorsal tecnológica do ecossistema. Ao unificar as operações da Intelipost, Pegaki e Agile, a plataforma elimina os silos de informação e oferece uma visão de 360° de toda a jornada do pedido. Esse diferencial permite que o varejista não apenas gerencie fretes, mas orquestre estrategicamente múltiplos canais e modais de entrega com visibilidade absoluta e em tempo real.

Outro diferencial competitivo da companhia reside na aplicação prática de IA Agentic para a resolução proativa de problemas. Enquanto ferramentas convencionais apenas notificam atrasos, a inteligência da Intelipost é capaz de antecipar gargalos operacionais antes que eles impactem o consumidor final. Com o maior tráfego logístico do país, a empresa transforma bilhões de pontos de dados em insights acionáveis, garantindo que grandes marcas alcancem escala com rentabilidade e mantenham o padrão de agilidade exigido pelo mercado em 2026.

Em um ecossistema que deve movimentar R$ 260 bilhões no Brasil em 2026, segundo projeções de crescimento do setor de e-commerce , a integração de tecnologia e dados não é mais uma opção, mas a única via para atender ao novo padrão de exigência do consumidor digital. As empresas que falham em entregar previsibilidade perdem espaço para infraestruturas altamente tecnológicas e centradas no cliente, que entendem que a logística eficiente é o fator decisivo para a recompra e a sustentabilidade do negócio no longo prazo.

Pagamentos com cartões crescem 8,3% no primeiro trimestre de 2026 e movimentam R$ 1,1 trilhão

As transações com cartões de crédito, débito e pré-pagos somaram R$ 1,1 trilhão no primeiro trimestre de 2026, registrando crescimento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da Abecs, associação que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento.

Na análise por modalidade, o cartão de crédito liderou tanto em volume quanto em crescimento, movimentando R$ 810,2 bilhões, alta de 12,8%. O cartão de débito somou R$ 236 bilhões (-2,4%), enquanto o cartão pré-pago registrou R$ 94,5 bilhões, crescimento de 1%.

Quantidade de transações

No primeiro trimestre de 2026, foram realizadas 11,7 bilhões de transações com cartões, crescimento de 3% em comparação com o mesmo período de 2025. Em média, os brasileiros realizaram 132 milhões de pagamentos por dia.
 

O cartão de crédito também liderou em número de operações, com 5,4 bilhões de transações (+7,6%), seguido pelo débito, com 4 bilhões (-1,3%), e pelo pré-pago, com 2,3 bilhões (+0,4%).

Pagamentos por aproximação seguem em expansão

Os pagamentos por aproximação (tecnologia NFC) continuam em forte crescimento no País. No primeiro trimestre de 2026, a modalidade movimentou R$ 504,8 bilhões, alta de 19,3% em relação ao mesmo período de 2025.
 

A tecnologia já representa 74,8% das transações presenciais com cartões no Brasil, consolidando-se como a inovação de maior capilaridade. Além disso, pesquisa da Abecs com o Datafolha indica que 72% dos brasileiros utilizam pagamentos por aproximação, sendo que 64% fazem uso frequente (sempre ou quase sempre).
 

Compras não presenciais e pagamentos recorrentes

As compras realizadas pela internet e outros canais remotos movimentaram R$ 310,5 bilhões no primeiro trimestre, com crescimento de 18,8%. Em comparação com o período pré-pandemia (1T20), o uso do débito em compras não presenciais cresceu 359,8%, enquanto o crédito avançou 247%.

Dentro desse ecossistema digital, os pagamentos recorrentes — modelo de cobrança automática para serviços contínuos e assinaturas (como streamings, academias, clubes de assinatura e softwares) — somaram R$ 41,7 bilhões, um crescimento de 36% na comparação anual. O volume dessa modalidade é impulsionado majoritariamente pelo cartão de crédito, que responde por R$ 39,9 bilhões do total, enquanto o débito movimentou cerca de R$ 1 bilhão e o pré-pago aproximadamente R$ 0,9 bilhão.

Tecnologia Tap on Phone

A modalidade Tap on Phone, que permite que smartphones e tablets aceitem pagamentos por aproximação diretamente, funcionando como terminais de venda sem a necessidade de maquininhas tradicionais, movimentou R$ 27,1 bilhões no trimestre, com crescimento de 114,6%.
 

Em dois anos, o crescimento acumulado dessa tecnologia foi de 1.188,8%. Por modalidade, o crédito respondeu por R$ 25,4 bilhões (+115,6%), o débito por R$ 1,2 bilhão (+105,4%) e o pré-pago por R$ 0,5 bilhão (+92,6%), facilitando a digitalização de pequenos negócios.

Parcelado sem juros (PSJ)

Sobre a estrutura das compras no cartão de crédito, o parcelado sem juros (PSJ) — instrumento fundamental para o financiamento do consumo — representou 43,2% do valor total transacionado na modalidade (R$ 390,5 bilhões). O consumo à vista no cartão de crédito foi a maior fatia, com 56,5% (R$ 511,4 bilhões). Entre as compras parceladas, 62,4% são realizadas em até seis vezes.

Gastos no exterior (cross border)

O uso de cartões por brasileiros no exterior totalizou US$ 5,3 bilhões (R$ 27,9 bilhões) no primeiro trimestre de 2026, uma expansão de 37%. Por modalidade, o cartão de crédito respondeu por R$ 21,7 bilhões (+22,6%), o débito por R$ 3 bilhões (+98,6%) e o pré-pago por R$ 3,2 bilhões (-8,7%).
 

A Europa foi o destino com maior volume de gastos, com R$ 11,7 bilhões (+19,9%), seguida pelos Estados Unidos, com R$ 9,7 bilhões (+10,9%).

Uso do cartão por setores

Os dados apontam que a penetração dos meios eletrônicos de pagamento continua avançando em diversas categorias. No varejo, o uso do cartão teve crescimento mais acentuado nos segmentos de eletrônicos e eletrodomésticos (+21,4%), livrarias e afins (16,3%), vestuário e acessórios (+13,2), autopeças (+12,2) e alimentação (12%).

No setor de serviços, a expansão do uso dos cartões foi liderada por pagamentos a profissionais liberais (+25,1%), educação básica (+21,9)serviços médicos (+19,3%), companhias aéreas e afins (+19,2%) e seguros (+13,7).

Análise regional

O Sudeste liderou o volume transacionado com cartões, com R$ 574 bilhões (+4,3%), seguido pelo Sul, com R$ 158,9 bilhões (+8,2%), Nordeste, com R$ 135,8 bilhões (+1,7%), Centro-Oeste, com R$ 82,1 bilhões (+1,5%), e Norte, com R$ 41 bilhões (+1,1%).