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56,8% dos brasileiros preferem fazer compras pelo celular, revela pesquisa global da Sinch

Às vésperas da Black Friday, período de maior movimentação do comércio eletrônico, cresce também a atuação de criminosos digitais. O número de páginas falsas – sites clones ou que simulam promoções da Black Friday – ativas no período pré-Black Friday em 2024 foi três vezes maior do que o monitorado no mesmo período em 2023, segundo estudo da Branddi. Essas páginas falsas se passavam por marcas fortes e reconhecidas – como Amazon, Mercado Livre, Nike etc. Os segmentos mais impactados foram moda e vestuário (30,2%), e-commerce/marketplaces (25,1%) e suplementos (14,3%).

Segundo dados da Febraban, os golpes mais comuns no Brasil envolvem clonagem de aplicativos de mensagens, falsas promoções e falsas centrais telefônicas. A Sinch, líder global em comunicação omnichannel, reforça que esses ataques vêm se sofisticando, incorporando tecnologias como spoofing, disparos automatizados, engenharia social e até mesmo deepfakes de voz e imagem.

Entre os riscos identificados estão golpes que utilizam clonagem de aplicativos de mensagens e SMS falsos, criminosos que se passam por bancos, empresas de logística ou varejistas, além de práticas de phishing, quando falsas centrais telefônicas tentam roubar dados sensíveis. “Também se destacam promoções enganosas com links maliciosos que exploram o fator de urgência para induzir cliques, uso de ERBs clandestinas capazes de interceptar sinais e comprometer comunicações, e a aplicação crescente de tecnologias de inteligência artificial para simular voz e imagem de pessoas conhecidas”, destaca Liz ZorzoGerente Global de Antifraude.

A Sinch atua de forma ampla no combate a fraudes, oferecendo plataformas proprietárias de antifraude, firewalls de segurança, análise de comportamento e tráfego em tempo real, device fingerprinting e parcerias com operadoras para bloqueio de rotas não autorizadas. Além disso, disponibiliza ferramentas de autenticação em dois ou múltiplos fatores (2FA/MFA), via SMS, WhatsApp, RCS, e-mail ou voz, garantindo que as comunicações entre empresas e consumidores sejam seguras e verificáveis.

No ambiente corporativo, a empresa recomenda a adoção de canais verificados, políticas de segurança claras e treinamento contínuo de equipes contra-ataques de engenharia social, além da implementação de mecanismos de validação de mensagens e canais oficiais de denúncia para consumidores.

Para os usuários finais, as orientações envolvem nunca interagir com links ou números recebidos em mensagens não solicitadas, desconfiar de comunicações com tom de urgência ou promessas irreais, verificar remetentes, checar a linguagem e buscar sempre contato direto com as empresas por canais oficiais, como aplicativos ou números impressos em cartões. Também é importante manter redes sociais privadas e evitar atender chamadas de números desconhecidos.

“O grande destaque das nossas soluções é manter o tempo de resposta competitivo e seguro, mesmo em cenários complexos, como operações fora dos grandes centros. Conseguimos consolidar cargas, reduzir o tempo de logística reversa e, sobretudo, garantir comunicações seguras para empresas e consumidores”, adiciona a Liz Zorzo.

Para os próximos anos, a expectativa é de que fraudes se tornem ainda mais sofisticadas, com o uso de inteligência artificial para ataques hiperpersonalizados e o crescimento de deepfakes aplicados a roubos de identidade. Nesse cenário, a Sinch mantém equipes dedicadas de segurança e antifraude que desenvolvem continuamente novas funcionalidades baseadas em machine learning, assegurando que suas soluções evoluam na mesma velocidade que as ameaças.

Decisão do STF sobre ICMS pode encarecer operações e mudar regras do e-commerce

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir, em julgamento com repercussão geral, se marketplaces e empresas que intermedeiam pagamentos podem ser responsabilizados pelo recolhimento do ICMS em vendas realizadas por terceiros, nos casos em que o vendedor não emite nota fiscal ou descumpre obrigações legais. De acordo com a Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro, a medida pode gerar até R$ 5 bilhões adicionais por ano aos cofres do Estado. Apesar do potencial positivo de reforçar a arrecadação para cada estado, a proposta é vista com cautela, pois pode impor custos elevados às plataformas digitais, transferindo a elas riscos que originariamente caberia aos vendedores, além de abrir espaço para que cada estado estabeleça regras próprias, criando insegurança jurídica e dificultando a atuação das empresas em âmbito nacional.

A ausência de fundamento na legislação atual para atribuir essa responsabilidade demonstra que os Estados, ainda que sob justo pretexto, vêm transferindo sua incumbência fiscalizatória aos contribuintes. Isso impacta diretamente os custos de conformidade das plataformas, sobretudo porque muitas operam em nível nacional ou até global. “O assunto tem sido tratado de forma simplista sob o viés regulatório, com evidente transferência de ônus fiscalizatório às plataformas de marketplace que, em muitos casos, sequer são contribuintes do ICMS”, afirma Felipe Wagner de Lima Dias é sócio responsável pela área tributária do escritório Marcos Martins Advogados

Segundo o especialista, é preciso prestar atenção nos três principais possíveis impactos deste movimento:

  1. Desafios jurídicos e de compliance – O STF precisa endereçar se a legislação estadual tem base para responsabilizar marketplaces. Caso avance nessa linha, seria necessária uma norma nacional uniforme para evitar insegurança jurídica e custos desproporcionais. Alternativamente, poderiam ser exigidos padrões mínimos de compliance, como já ocorre em outras situações de fiscalização tributária.
  2. Impactos nos modelos de negócio e na competitividade – Embora a decisão não deva redesenhar toda a economia do e-commerce, pode elevar custos e tarifas cobradas pelas plataformas, que precisam investir em mecanismos de controle e endurecer regras de cadastro e uso. Isso pode reduzir o acesso de pequenos e médios vendedores ao ambiente digital, sobretudo em operações menos estruturadas.
  3. Custo da conformidade e agilidade do setor – Caso haja responsabilização, a conciliação entre arrecadação e eficiência deverá vir da automação e de soluções tecnológicas. Plataformas podem investir em sistemas de inteligência artificial e integração de dados fiscais para monitorar notas, validar cadastros e reduzir riscos de responsabilização. Sem esse suporte tecnológico, há risco de maior burocracia e perda da flexibilidade que caracteriza o e-commerce.

A decisão do STF poderá ser um marco para a regulação do comércio eletrônico no Brasil. Se, por um lado, pode trazer maior segurança jurídica e uniformidade, por outro, levanta preocupações sobre aumento de custos, barreiras de acesso para vendedores e maior complexidade operacional para marketplaces.

“O papel do marketplace sempre foi aproximar vendedores e compradores em ambiente digital. Ainda que esses modelos tenham evoluído para oferecer serviços como frete, meios de pagamento e até ferramentas fiscais, isso não os torna corresponsáveis pelos tributos de terceiros, assim como um shopping não responde pelos impostos de seus lojistas”, opina Dias.

Amazon Brasil fortalece segmento premium e fragrâncias com a chegada da loja oficial da Giorgio Armani

A Amazon Brasil anuncia a chegada da loja oficial da Giorgio Armani para completar seu vasto portfólio, oferecendo aos seus clientes uma maior variedade de itens oficiais no segmento de beleza premium. O Brasil se torna apenas o terceiro país, após Estados Unidos e Japão, a contar com a presença oficial da marca na Amazon, reforçando a importância estratégica do mercado brasileiro. Este movimento reforça o compromisso da Amazon Brasil em proporcionar uma curadoria de marcas premium, uma experiência de compra personalizada e entrega conveniente.

Com um portfólio de fragrâncias icônicas, como Acqua di Gio, Sì e My Way, a chegada da marca a loja não apenas enriquece a seleção da Amazon, mas também assegura que cada produto da marca disponível atenda aos rigorosos padrões de qualidade e autenticidade estabelecidos em parceria, garantindo que os consumidores brasileiros recebam itens originais, somada a uma experiência elevada de marca.

“A chegada de Giorgio Armani, através das suas linhas de fragrâncias, ao nosso catálogo é um marco significativo para o segmento de luxo na Amazon Brasil. Estamos entusiasmados em expandir nossa seleção com uma marca global tão desejada, sempre priorizando a autenticidade e a confiança para aprimorar continuamente a oferta de produtos para os nossos clientes.”, afirma Duda Cyreno, Diretora de consumíveis na Amazon Brasil.

Segundo Marina Torres, Diretora Geral da L’Oréal Luxo no Brasil – Grupo detentor da licença da marca de beleza de luxo Giorgio Armani no Brasil -, a iniciativa é um marco na agenda de conexão estratégica com o consumidor brasileiro. “O Grupo L’Oréal está na vanguarda da digitalização da jornada do consumidor de beleza. Através da parceria com a Amazon, expandimos nossa presença com uma loja oficial da icônica marca Giorgio Armani Beauty. Nela, o consumidor tem acesso a uma experiência exclusiva e elevada de marca, somada à praticidade de se estar em uma loja em que ele já possui o hábito de acessar. Em um país de tamanho continental como o Brasil, o canal digital tem uma relevância ainda maior”, complementa a executiva.

Nesse sentido, a rede logística da Amazon permite que os produtos cheguem a clientes em todo o Brasil, com a Garantia de A a Z e o suporte que a Amazon oferece, especialmente em um segmento tão exigente como o premium. Para os membros Prime, essa conveniência é amplificada pela entrega gratuita e pelos demais benefícios de compras e entretenimento, reforçando o valor de uma assinatura pensada para facilitar e enriquecer o dia a dia dos nossos clientes.

Cinco dicas essenciais de IA e visão computacional para o varejo

A inteligência artificial (IA) e a visão computacional estão revolucionando o varejo, oferecendo soluções inovadoras para aumentar vendas, otimizar operações e reforçar a segurança. Segundo levantamento da Central do Varejo, realizado entre abril e junho de 2024 com 307 varejistas brasileiros, 47% já utilizam IA, enquanto 53% ainda não implementaram essa tecnologia, embora muitos estejam atentos às suas possibilidades.

Claudio Jr., CEO e fundador da Riverdata, RetailTech especializada em tecnologia para o varejo, reforça a importância dessas ferramentas: “A inteligência artificial e a visão computacional não são apenas tecnologias de ponta para grandes redes. Elas podem ser estratégicas e acessíveis para negócios de todos os tamanhos, ajudando a melhorar a experiência do cliente, aumentar a produtividade da equipe e reduzir riscos”, afirma. 

A tecnologia da Riverdata transforma câmeras de segurança em sensores inteligentes capazes de mapear o comportamento do consumidor e monitorar a segurança das lojas. “Com essas ferramentas, varejistas conseguem entender melhor o fluxo de clientes, otimizar o layout das lojas e, ao mesmo tempo, proteger seus ativos”, explica. A empresa atua em operações de diferentes portes em todo o Brasil, fornecendo informações e dados estratégicos que ajudam na gestão de lojas físicas.

Com base nessa experiência, o especialista compartilha cinco dicas práticas para que varejistas aproveitem ao máximo a inteligência artificial e a visão computacional:

1) Mapear o comportamento do cliente em loja

A IA analisa o fluxo de clientes, identifica áreas de maior interesse e prevê padrões de compra. Com essas informações, é possível otimizar o layout da loja, posicionar produtos estrategicamente e criar experiências personalizadas para os consumidores.

2) Aumentar a produtividade da equipe com insights de fluxo

A visão computacional monitora o desempenho da equipe, identifica gargalos e sugere melhorias nos processos. Isso ajuda a alocar recursos de forma mais eficiente e aumentar a produtividade da operação.

3) Monitorar a segurança de forma proativa

A IA detecta comportamentos suspeitos, identifica possíveis furtos e alerta a equipe de segurança em tempo real, protegendo ativos e reduzindo perdas.

4) Adaptar tecnologia para qualquer tamanho de negócio

Soluções de IA e visão computacional não são exclusivas de grandes redes. Existem opções escaláveis e acessíveis, que podem ser implementadas por negócios de todos os portes.

5) Antecipar tendências e criar experiências personalizadas

A IA analisa dados de vendas, identifica tendências de consumo e prevê o comportamento dos clientes. Com essas informações, varejistas podem oferecer experiências personalizadas, aumentando engajamento e vendas.

Após anos acompanhando a transformação digital do varejo, Claudio Jr., ressalta a importância de adotar ferramentas estratégicas para não ficar para trás: “O varejo que não incorporar inteligência artificial e visão computacional agora corre o risco de ficar atrás. Com mais de uma década implementando essas tecnologias em operações de todos os tamanhos, posso afirmar que quem adota essas ferramentas estrategicamente aumenta produtividade, reduz perdas e entrega experiências melhores aos clientes”, conclui.

Franquias digitais ganham força e permitem empreender em gastronomia sem loja física

O mercado brasileiro de delivery de comida movimentou cerca de R$ 105 bilhões em 2024, segundo dados da consultoria Statista e segue em expansão com previsão de crescimento de dois dígitos até 2026. Esse cenário favorável tem aberto caminho para novos formatos de negócio, especialmente os que dispensam pontos de rua e reduzem custos iniciais.

É nesse contexto que surge o modelo da Tastefy, plataforma que opera cozinhas compartilhadas e possibilita a entrada de empreendedores no setor gastronômico sem a necessidade de investir em um endereço próprio. A proposta é simples: dentro de uma única estrutura física, várias marcas funcionam em paralelo, compartilhando equipe, equipamentos e logística. Para quem deseja empreender, isso significa menos burocracia, investimento inicial mais baixo e a oportunidade de começar com uma operação totalmente voltada ao delivery.

O sistema de franquias do grupo permite que novos franqueados escolham entre diferentes marcas culinárias já consolidadas, enquanto a gestão de produção, insumos e tecnologia é centralizada. Dessa forma, o franqueado foca na estratégia e no crescimento, enquanto a empresa cuida da retaguarda operacional.

Com a popularização dos aplicativos de entrega e a mudança dos hábitos de consumo, modelos como esse representam uma alternativa para quem busca abrir um negócio próprio, mas quer evitar os riscos e custos de uma loja de rua. A tendência, apontam especialistas, é que formatos de operação enxuta e digital sigam ganhando espaço e democratizando o acesso ao mercado de alimentação.

Com avanço de 31%, Mercado Livre reforça liderança e redefine o jogo do e-commerce no Brasil

Mesmo com a concorrência cada vez mais acirrada, o Mercado Livre deve encerrar 2025 ampliando sua vantagem no comércio eletrônico brasileiro. Projeções do UBS BB indicam que a empresa elevará sua participação de 40% para 44% neste ano, reforçando um protagonismo que já dura mais de uma década.

O avanço ocorre em um contexto de forte expansão do setor: o e-commerce brasileiro deve movimentar cerca de R$ 414 bilhões em 2025, um crescimento de 18%, representando 14,2% do varejo total. Dentro desse cenário, o desempenho do marketplace argentino se destaca. O banco estima que o volume transacionado na plataforma suba de R$ 140 bilhões para R$ 183 bilhões, uma alta de 31%.

A trajetória de crescimento consistente desde 2021 tem permitido à companhia sustentar uma vantagem competitiva baseada em escala logística, eficiência operacional e integração de serviços financeiros. Ao mesmo tempo, o Mercado Livre vem ampliando sua rede de centros de distribuição e investindo em tecnologia para acelerar entregas, um diferencial que tem dificultado o avanço de concorrentes. “O consumidor hoje aceita trocar rapidez por preço, e isso pressiona os concorrentes a repensar suas estratégias”, diz Rebecca Fischerco-fundadora e Chief Strategy Officer (CSO) da Divibank.

Entre os concorrentes, a Shopee continua sendo o nome mais dinâmico. A plataforma asiática deve saltar de 15% para 17% de participação no mercado nacional, consolidando-se como o segundo maior player do país. O crescimento é expressivo: no início da pandemia, a empresa respondia por apenas 2% das vendas online.

Na terceira posição, a disputa entre Amazon e Magazine Luiza segue equilibrada, com participações estimadas em 10% e 11%, respectivamente. A gigante americana tem reforçado sua infraestrutura no Brasil, enquanto a varejista brasileira aposta na digitalização do varejo físico e em novos formatos de marketplace.

O avanço do Mercado Livre mostra que o e-commerce no Brasil caminha para uma fase de consolidação concentrada, na qual poucos grandes grupos dominam a infraestrutura e a relação com o consumidor final. A competição permanece intensa, mas o ritmo de crescimento da empresa argentina indica que, ao menos por enquanto, o trono do varejo digital segue firme nas mãos do Meli.

Pamplona lança plataforma de e-commerce B2B e amplia canais digitais

A Pamplona Alimentos, especialista em carne suína há 77 anos, acaba de anunciar sua nova plataforma de e-commerce B2B, criada para atender clientes corporativos e centralizar o acesso a todo o portfólio da marca em um ambiente digital único. A iniciativa faz parte da estratégia da fabricante de ampliar a presença nos canais online e simplificar o processo de compra, permitindo que parceiros comerciais encontrem produtos e informações em um mesmo espaço.

O novo portal se destaca por oferecer preços de acordo com a forma de aquisição de cada item, prazos de entrega ajustados e condições de pagamento através do cartão de crédito, podendo parcelar as compras, ou pix. Até o fim de outubro, o primeiro pedido pelo site conta com um desconto de 5%, mediante o uso do cupom PAMPLONA5.

“O lançamento do e-commerce B2B reforça nosso compromisso em ampliar o relacionamento com clientes por meio de soluções tecnológicas e inovadoras, que simplificam o processo de compra e garantem acesso a todo o nosso portfólio. Queremos oferecer ferramentas que atendam às necessidades de quem confia nos nossos produtos e está ao nosso lado diariamente”, afirma Cleiton Pamplona Peters, diretor Comercial da companhia.

O atendimento do novo portal já está disponível em diferentes regiões. Em Santa Catarina, abrange o Oeste, Planalto Serrano, Vale do Itajaí, Norte, Grande Florianópolis e Litoral Norte. No Paraná, a cobertura inclui a Região Metropolitana de Curitiba, Norte Central, Centro-Oriental e Noroeste do estado. No Rio Grande do Sul, a plataforma atende a Região Metropolitana de Porto Alegre, Vale do Sinos e Região Sul. Já em São Paulo, contempla a Região Metropolitana da capital, Grande ABC, Baixada Santista e municípios do interior próximos à cidade de São Paulo.

Acesse o novo portal aqui e confira as novidades.

Novo portal institucional

A Pamplona também anuncia a atualização do seu site institucional, que passa a contar com um novo formato de navegação, mais moderno e intuitivo, e a inclusão de conteúdos relacionados ao consumo de alimentos, como dicas de receitas. Essa iniciativa amplia o acesso a informações da empresa e fortalece sua presença digital em diferentes pontos de contato com o público.

Isso porque o portal funciona como um canal estratégico de relacionamento, oferecendo acesso rápido a informações e conteúdos atualizados. Além de facilitar a experiência do usuário, o novo site da fabricante contribui para reforçar a identidade corporativa, apoiar ações de comunicação e ampliar a visibilidade da marca nos meios digitais.

Investimentos em marketing de influência aumentam 171% em relação a 2024, aponta pesquisa

A nova pesquisa da CreatorIQ revelou que os investimentos em marketing de influência aumentaram 171% em relação a 2024, confirmando que o setor entrou oficialmente na chamada “era da eficácia”. Segundo o estudo, que ouviu 1.723 marcas, agências e criadores em 17 indústrias e 9 regiões, 71% das organizações afirmaram ter aumentado seus investimentos em marketing de influência no último ano e, em grande parte, realocando verbas antes destinadas a publicidade digital tradicional. E a tendência é uma expansão ainda maior, já que 73% das empresas de médio porte e 85% das corporações afirmam que planejam aumentar seus aportes em marketing de influenciadores nos próximos cinco anos.

O levantamento mostra ainda que 64% dos profissionais do setor disseram que os aumentos de orçamento vieram de canais pagos ou digitais, reforçando a tendência de substituição de anúncios tradicionais por estratégias com influenciadores. Em média, as marcas investem US$ 2,9 milhões anuais em programas de criadores, enquanto as agências destinam US$ 4,4 milhões. Em empresas de grande porte, esse número sobe para entre US$ 5,6 e 8,1 milhões por ano.

Na avaliação de Fabio Gonçalves, diretor de talentos brasileiros e norte-americanos da Viral Nation e especialista em marketing de influência há mais de dez anos, o aumento expressivo dos investimentos tem relação direta com a maturidade do mercado e a comprovação de resultados mais sólidos.

“Estamos vivendo um momento em que o marketing de influência deixou de ser uma aposta experimental e passou a ser uma disciplina estratégica dentro das empresas. As marcas perceberam que, quando há alinhamento entre criador, público e mensagem, o retorno é mensurável e real. É por isso que vemos uma migração consistente de verba dos meios tradicionais para o Creator Marketing”, explica.

A pesquisa da CreatorIQ também reforça essa percepção: quase sete em cada dez marcas afirmaram que mais do que dobraram o ROI (Retorno sobre o investimento) de suas campanhas com criadores, com quase quatro em cada dez relatando um ROI mais que triplicado. As estratégias que mais impulsionaram retorno incluem impulsionamento de conteúdo de criadores (39%) e posts patrocinados com influenciadores (38%), enquanto o tradicional gifting/seeding caiu para 20%.

Outro ponto de destaque é a profissionalização do setor. Segundo o relatório, 59% das marcas de grande porte e 57% das marcas de médio porte já operam com estruturas centralizadas de influenciador, conhecidas como “Centros de Excelência”. Ainda de acordo com a CreatorIQ, as empresas líderes do setor dedicaram mais da metade (54%) de seus orçamentos de marketing para os influenciadores. Para Fabio, esses dados comprovam que o mercado de influência atingiu um novo patamar: o da eficiência e da responsabilidade estratégica.

“O setor entrou definitivamente na era da eficácia. Hoje, o sucesso não depende só de alcance ou estética: depende de performance, mensuração e relacionamento de longo prazo. As marcas estão mais exigentes, priorizando criadores que entendem de dados, conhecem seu público e sabem gerar conversão real. O influenciador não é mais apenas um canal de visibilidade — ele é parte da engrenagem de negócio”, explica.

Apesar da alta de investimentos, o especialista destaca que o momento exige preparo: “Os números mostram crescimento, mas também deixam claro que o mercado vai exigir cada vez mais profissionalismo. Criadores que não tiverem estrutura, estratégia e constância podem ficar para trás, porque as marcas estão investindo mais, mas também cobrando mais. É um amadurecimento natural do setor”, completa.

Nesse novo cenário, o papel das agências torna-se ainda mais essencial. Segundo Fabio, a Viral Nation, que é referência global em gestão e marketing de criadores, já vem se adaptando para atender a essa demanda crescente de forma estratégica e sustentável. “Na Viral Nation, trabalhamos para preparar os criadores para essa nova fase do mercado, em que resultado e autenticidade caminham juntos. Desenvolvemos o branding pessoal dos talentos, estruturamos oportunidades comerciais, oferecemos suporte de dados e performance, e ajudamos nossos creators a transformarem engajamento em negócio. Esse é o futuro do marketing de influência: um ecossistema sustentável, eficaz e profissionalizado, onde marcas, agências e criadores crescem juntos”.

A pesquisa completa pode ser acessada em: https://www.creatoriq.com/white-papers/state-of-creator-marketing-trends-2026.

Americanas e Kimberly-Clark inauguram espaço Huggies ® em modelo Store in Store 

A Americanas dá mais um passo em sua estratégia de retail media com um novo modelo Store in Store, em parceria com a Kimberly-Clark, dona de marcas como Huggies®, Intimus®, Plenitud® e Poise®. A iniciativa marca a inauguração do primeiro espaço exclusivo da marca Huggies® dentro das lojas da Americanas, nos shoppings Interlagos, SP Market e Market Place, em São Paulo. A ativação ficará exposta de setembro de 2025 até início de 2026, reforçando o relançamento da linha de fraldas com uma nova tecnologia.

O conceito Store in Store (loja dentro da loja) vem ganhando força como tendência no varejo, ao oferecer experiências mais personalizadas e convenientes para o consumidor. Segundo estudo da Brazil Panels, empresa de pesquisa de mercado, esse formato está entre as principais apostas do setor para 2025, por permitir que marcas ampliem sua presença física com baixo custo operacional e alto impacto de marca.

“Enxergamos os formatos de Store in Store como uma oportunidade estratégica para o nosso planejamento de retail media. Essa tendência não só amplia nosso sortimento, mas também melhora a experiência do cliente, monetiza melhor cada metro quadrado e fortalece a presença das marcas parceiras, além de proporcionar uma experiência de compra diferenciada”, afirma Rayana Coutinho, gerente comercial de retail media da Americanas. 

O espaço Huggies® estará posicionado dentro da categoria de fraldas e contará com um visual planejado, reunindo toda a linha de higiene infantil da marca: fraldas, lenços umedecidos, shampoos, condicionadores e sabonetes. A proposta é fazer o consumidor perceber que as trocas de fralda e banho podem se transformar em uma experiência acolhedora e cuidadosa.

“A escolha da Americanas está totalmente alinhada ao momento de transformação do portfólio da marca Huggies. Além da sua conexão com o consumidor brasileiro, compartilhamos o compromisso de oferecer experiências relevantes e atender às necessidades das famílias, com o objetivo de gerar impacto e comunicar os diferenciais de cada produto. Essa iniciativa também exerce um papel educativo, que nos aproxima dos nossos consumidores em um ambiente pensado para acolher, promover cuidado e facilitar a jornada de compra”, afirma Bruno Sparapani, Gerente-Executivo de Marketing de Huggies.

Para celebrar o lançamento, a varejista promoverá uma live commerce com o apresentador Davi Lopes, reforçando a conexão entre conteúdo, experiência e conversão. Com essa iniciativa, a companhia reforça seu papel como hub de experiências e soluções, alinhado às novas demandas do consumidor e às transformações para os próximos anos.

CRM: a engrenagem que une tradição e inovação no varejo

De vendas simples anotadas em cadernos até os sistemas mais avançados de inteligência artificial, uma coisa é certa: a tecnologia muda, mas a essência humana não. Com essa perspectiva, a professora e especialista em marketing, Jholy Mello, apresenta em CRM no varejo: do Seu Zé à era das IAs a transformação do comércio ao longo dos anos. Por meio da figura simbólica do “Seu Zé” e seu bloco de notas, ela mostra como a tradição e inovação caminham juntas para transformar marcas e sustentar estratégias indispensáveis ao varejo contemporâneo.  

Considerado o alicerce dos negócios, CRM (Customer Relationship Management) é uma filosofia de gestão que coloca o cliente no centro das decisões, segmentando perfis e personalizando experiências para transformar interações em vínculos duradouros. Segundo a autora, quando bem aplicada, essa estratégia impacta diretamente as vendas, amplia a rentabilidade e fortalece a fidelização, tornando-se peça-chave para a competitividade no mercado atual. Neste sentido, entende-se ser uma metodologia central que conecta marcas às reais necessidades e emoções das pessoas.  

O CRM não é sobre saber o nome. É sobre saber o não dito. Sobre olhar para o cliente e captar o que nem ele formulou ainda. O Mapa de empatia é sair do “quantos anos tem?” e ir para “o que faz essa pessoa levantar da cama?”. No mundo dos dados, o Mapa de empatia é o que transforma um cadastro em um ser humano.
(CRM no varejo: do Seu Zé à era das IAs, p. 31) 

Ao mesclar histórias pessoais, metáforas do cotidiano e exemplos reais, Jholy Mello traduz conceitos complexos em situações práticas. A Amazon aparece como referência em personalização, antecipando desejos de compra. A Nike usa dados para construir comunidade e engajamento em torno do estilo de vida. Já a Sephora fideliza clientes com programas de pontos e ofertas sob medida. Cada um desses cases de grandes marcas servem como orientação para pequenos e médios varejistas sobre segmentação, jornada do cliente, uso de aplicativos, automação e social commerce — estratégia em que o consumidor não precisa ir até o site ou aplicativo para realizar a compra.  

CRM no varejo: do Seu Zé à era das IAs é um guia sobre como a tecnologia pode potencializar processos e decisões, mas as relações humanas, cuidado, memória e confiança continuam sendo a chave para o sucesso. “Enquanto a maior parte dos livros foca em processos corporativos, modelos B2B, gestão, vendas ou branding, esta obra traz uma proposta inédita: mostrar o CRM como a espinha dorsal do varejo”, conclui a autora.  

FICHA TÉCNICA 

Título: CRM no varejo  
Subtítulo: Do Seu Zé à era das IAs  
Editora: Dialética  
Autora: Jholy A. Mello
ISBN: 978-65-270-7669-8  
Páginas: 171
Preço livro físico: R$ 74,90 (Loja Editora Dialética) e R$ 123,52 (Amazon)
Preço ebook: R$ 52,43 (Kindle