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Pix por aproximação no celular: rapidez e segurança para os seus pagamentos

O Pix por aproximação1 na Samsung Wallet possibilita que os usuários Galaxy2 realizem pagamentos de forma rápida e segura, removendo etapas comuns como alternar visualizações entre diferentes aplicativos.

Após registrar uma conta de banco listado na Wallet, é possível pagar via Pix via aproximação, código QR ou usando a opção “copia e cola”. Com isso, não é necessário ter aplicativos de bancos instalados no dispositivo, promovendo uma maior segurança das suas informações pessoais.

O Pix por aproximação na Samsung Wallet está disponível em uma variedade de dispositivos Galaxy, incluindo os novos Galaxy A57 5G e A37 5G.

A Samsung Wallet é a carteira digital da Samsung que reúne, em um único aplicativo, diferentes funcionalidades do dia a dia, como pagamentos por aproximação via Samsung Pay3, gerenciamento de senhas com o Samsung Pass4 e acesso ao Samsung Rewards, programa de benefícios que acumula pontos para até 30 pagamentos por mês. Os pontos acumulados podem ser trocados por descontos e vantagens em canais oficiais da marca e de parceiros.

A solução permite armazenar cartões de crédito e débito, cartões de fidelidade, ingressos, chaves digitais no smartphone e, agora, vincular contas bancárias para pagamento via Pix, tudo com conveniência e praticidade. A experiência da Samsung Wallet é protegida pela plataforma de segurança Samsung Knox, que utiliza múltiplas camadas de proteção, incluindo criptografia e autenticação biométrica.

Para mais informações, visite a Samsung Newsroom Brasil ou Samsung.com/br.

1 Consulte condições de uso, limites e funcionalidades em samsung.com/br/apps/samsung-wallet. A Samsung não é uma instituição financeira, utilizando o Banco Itaú como Iniciador de Transações de Pagamentos (ITP) no âmbito do Open Finance. Pode haver limitação na informação visualizada diretamente na Samsung Wallet sobre as operações de Pix, em caso de dúvida, consulte diretamente o aplicativo da sua instituição financeira.

2 Compatível com Galaxy S26 Series, Galaxy S25 Series, S 25 Slim, S25 FE, S24 Series, S24 FE, S23 Series, S23 FE, S22 Series, S21 Series, S21 FE, S20 Series, S20 FE, S20 FE 5G, Galaxy S10, S10e, S10 Lite, Galaxy S9 Series, Galaxy Z Fold5, Z Fold4, Z Fold3, Z Fold2, Z Fold, Z Flip7, Z Flip7 FE, Z Flip6, Z Flip5, Z Flip4 5G, Z Flip3 5G, Z Flip, Galaxy A Series, Galaxy M Series, Galaxy Note20 Series, Galaxy Note10 Series, Galaxy Note9. Para mais informações sobre compatibilidade e modelos suportados, consulte o link: samsung.com/br/support/apps-services/saiba-mais-sobre-a-samsung-wallet.

3 O Samsung Pay é compatível com a maioria dos terminais de pagamento, permitindo que os usuários façam pagamentos com um smartphone (via Pix, crédito ou débito) ou smartwatch (crédito e débito) compatível da Samsung em qualquer lugar que aceite pagamentos com cartão usando a tecnologia NFC e Pix. Verifique os dispositivos compatíveis, bem como mais detalhes em: samsung.com/br/apps/samsung-wallet/faq.

4 A disponibilidade da Samsung Wallet e do Samsung Pass e de seus recursos pode variar de acordo com o país/região, o modelo do dispositivo, a operadora e a versão do firmware e estão sujeitos a alterações.

Faturamento das PMEs cresce 1T2026, com setores em ritmos distintos

O Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs) mostra que a movimentação financeira real média das pequenas e médias empresas brasileiras registrou crescimento de 4,5% no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Com isso, o índice apresenta o terceiro avanço trimestral, consecutivo, superando o fraco desempenho do mercado no primeiro semestre do ano anterior.

O IODE-PMEs funciona como um termômetro da atividade econômica das empresas com faturamento anual de até R$ 50 milhões, acompanhando cerca de 750 atividades econômicas distribuídas entre os setores de Comércio, Indústria, Infraestrutura e Serviços.

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A relativa melhora do desempenho das PMEs em determinados segmentos tem como base alguns pilares importantes do cenário macroeconômico. Do ponto de vista dos custos, observou-se um alívio significativo para os empreendedores no período recente, especialmente nos três primeiros meses de 2026, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Tendo como base o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), calculado pela FGV, observamos uma trajetória relevante de arrefecimento das pressões inflacionárias: o acumulado em 12 meses passou de 8,58% ao final do primeiro trimestre de 2025 para os atuais -1,83% no encerramento dos três primeiros meses do ano.

Apesar da tendência geral observada no índice ao longo do último ano, é importante destacar que a alta nos preços dos combustíveis em março, decorrente da guerra no Irã, impõe um novo desafio às PMEs, sobretudo pela pressão de custos no curto prazo em diversas cadeias produtivas.

Sob a ótica da demanda, a resiliência do mercado de trabalho — com o desemprego ainda em níveis historicamente baixos (5,8% no trimestre encerrado em fev/26) e rendimentos reais significativamente acima dos observados no período pré-pandemia (+13% em mar/26 em relação à média de 2019), além de trajetória recente de crescimento — contribui para sustentar o consumo das famílias.

Por outro lado, a confiança dos consumidores, teve menor contribuição para o desempenho positivo das PMEs no período recente. Segundo a Sondagem do Consumidor da FGV IBRE, o índice de confiança apresentou, no entre janeiro e março de 2026, um recuo médio de 1,1% ao mês na série dessazonalizada. Apesar do avanço da renda, a queda da confiança de consumidores prejudica as decisões de consumo e investimentos.

As condições restritivas de crédito continuam a frear PMEs mais sensíveis aos juros, mantendo a pressão sobre o mercado no médio prazo. Na reunião mais recente do Copom (Comitê de Política Monetária) em março/26, o colegiado reduziu a meta da Selic em 0,25 p.p. para 14,75% a.a., iniciando o ciclo de corte de juros, após o período de 9 meses com a taxa em seu nível mais alto das últimas duas décadas. O colegiado adotou um tom cauteloso devido às incertezas geopolíticas no Oriente Médio, abrindo a possibilidade para uma redução mais contida da taxa. Assim, apesar do início dos cortes, pode-se dizer que os juros no país seguem em níveis altos e com risco de observarmos uma trajetória de queda apenas amena no curto prazo.

A manutenção de taxas de juros elevadas na economia brasileira por um período prolongado já produz efeitos colaterais claros no ambiente de negócios, refletidos tanto na desaceleração da atividade quanto no forte aumento dos índices de inadimplência entre pessoas físicas e jurídicas no período recente. Esse contexto afeta as PMEs por dois canais: na demanda, ao reduzir o consumo e o acesso ao crédito; e nos custos, ao encarecer o capital de giro e elevar a inadimplência, pressionando margens.

Do ponto de vista setorial, os resultados recentes do IODE-PMEs voltam a evidenciar diferenças significativas de desempenho entre os segmentos, diferente do que havia sido observado no segundo semestre de 2025. O setor industrial apresentou o avanço mais expressivo no primeiro trimestre, com as PMEs registrando uma expansão de 9,7% no faturamento médio real em relação ao mesmo período do ano anterior, sustentando a posição de principal componente positiva do índice.

O bom desempenho recente das PMEs industriais foi disseminado entre os diferentes segmentos da indústria de transformação: dos 23 subsetores acompanhados, 19 apresentaram resultados positivos no trimestre, com destaque para Fabricação de máquinas e equipamentos, Fabricação de papel e produtos de papel, Fabricação de produtos de madeira e Metalurgia.

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As PMEs do setor de serviços, por sua vez, tiveram desempenho estável no primeiro trimestre, interrompendo o avanço verificado no segundo semestre de 2025, em que registrou crescimento médio de 4,4%. Diferentemente do setor industrial, o IODE-Serviços apresentou, nos últimos meses, um desempenho mais concentrado em atividades específicas, com destaque para Atividades profissionais, científicas e técnicas (notadamente Serviços de arquitetura e engenharia), Saúde humana e serviços sociais e Transportes.

Ainda assim, é importante destacar a manutenção de um desempenho mais fraco em segmentos relevantes para o universo das PMEs, com ênfase em Alimentação e Educação, que seguem enfrentando maior dificuldade de recuperação no início de 2026.

No setor de Comércio, o índice aponta que o faturamento médio real das PMEs encerrou o primeiro trimestre de 2026 com leve retração de -0,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, configurando o quinto recuo consecutivo do setor na ótica trimestral. Na análise desagregada dos principais segmentos, observam-se resultados mistos: enquanto o atacado se manteve no campo positivo e o varejo estável, o comércio de veículos experimentou forte recuo.

Entre os setores com desempenho negativo, as PMEs de Infraestrutura mantiveram a tendência de retração no período recente, registrando queda de 1,0% no primeiro trimestre, após avanço de 1,2% no quarto trimestre de 2025. Como já apontado nas divulgações anteriores do índice, o resultado negativo ao longo do ano reflete a desaceleração da cadeia da construção civil, especialmente diante do contexto de juros elevados no país — fator que desestimula investimentos —, impactando atividades como Serviços especializados para a construção e Construção de edifícios. Ainda assim, a performance positiva do segmento de Descontaminação e gestão de resíduos contribuiu para evitar uma retração ainda mais acentuada do setor como um todo no período.

Por fim, o IODE-PMEs também permite uma análise regional do desempenho das pequenas e médias empresas brasileiras. No primeiro trimestre de 2026, o índice revela que o mercado de PMEs permaneceu em território positivo na região Sudeste (+3,8% YoY). O resultado é expressivo não apenas por se tratar da região que concentra a maior parte das empresas ativas do país, mas também por reforçar a tendência de recuperação do mercado observada desde o 3T2025.

Os dados regionalizados mais recentes do IODE-PMEs também indicam a manutenção do crescimento em boa parte do país: no Sul (+7,7% YoY), Nordeste (+7,3%) e Centro-Oeste (+9,5% YoY). Por outro lado, observou-se, em média, uma leve retração na região Norte (-0,6% YoY).

Projeção de crescimento do IODE-PMEs em 2026 é revisada para 2,2% após piora na inflação e Selic

Os resultados mais fracos observados no mercado de PMEs no início de 2026, somados à deterioração das perspectivas de curto prazo para a inflação e para a Taxa Selic, levaram a uma revisão baixista da projeção do IODE-PMEs para o ano. A estimativa passou de +2,9% para +2,2% frente a 2025 — ano em que o índice registrou crescimento discreto de 1,2%. Ainda assim, mesmo diante dessa revisão e de novos desafios no ambiente de negócios, o cenário de crescimento moderado das PMEs em 2026 permanece.

Apesar de um contexto econômico desafiador, marcado pela manutenção de juros em patamares historicamente elevados e por novos choques externos, os principais agentes de mercado não projetam interrupção da atividade econômica doméstica. De acordo com a mediana das expectativas do Boletim Focus do Banco Central, o PIB deve crescer 1,9% em 2026, indicando desaceleração em relação aos anos anteriores.

Em meio ao elevado grau de incerteza, a resiliência da renda das famílias e do mercado de trabalho deve sustentar o consumo no curto prazo — um dos principais motores para as PMEs. Se, por um lado, a inadimplência elevada e a confiança volátil pressionam o consumo, por outro, o baixo nível de desemprego e a continuidade da expansão dos rendimentos reais favorecem a renda disponível. No primeiro bimestre de 2026, os rendimentos reais do trabalho ficaram 5,3% acima do mesmo período de 2025. Nesse contexto, o reajuste real do salário mínimo contribui para esse movimento, ainda que amplie os desafios fiscais.

Pelo lado do crédito, o cenário segue adverso para o empresário. A expectativa é de manutenção de juros elevados ao longo do ano. A intensificação das tensões no Oriente Médio, com a guerra no Irã, elevou os preços internacionais do petróleo e pressionou a inflação global de combustíveis. No Brasil, o impacto foi rapidamente observado: o IPCA de março de 2026 registrou altas expressivas nos preços do diesel (+13,9%) e da gasolina (+4,59%). Esse movimento preocupa, pois, além de comprometer a renda das famílias, encarece cadeias produtivas relevantes, como a de alimentos.

Nesse contexto, as expectativas de inflação têm sido revisadas para cima, alcançando recentemente 4,8%, acima do teto da meta para o ano. Em resposta, as projeções para a Selic também avançaram, com expectativa de 13% ao final de 2026 — acima dos 12,25% projetados no início do ano.

Em síntese, o ambiente inflacionário global mais adverso impõe desafios adicionais às PMEs no curto prazo, com maior pressão de custos, crescimento mais lento da demanda e crédito caro e restrito. A Sondagem Omie de abril de 2026 reflete esse cenário: os empresários demonstram visão predominantemente cautelosa, projetando estabilidade ou crescimento apenas marginal para seus negócios.

Diante disso, 2026 exige maior prudência dos empreendedores, em um ambiente marcado por elevada incerteza e volatilidade macroeconômica, tanto no cenário doméstico quanto internacional. Soma-se a isso o calendário eleitoral no segundo semestre, que tende a reforçar uma postura mais conservadora nas decisões de investimento. Mais do que acompanhar as pesquisas eleitorais, será fundamental que o empresário compreenda os desafios do próximo governo, especialmente no campo fiscal.

Por fim, além do cenário macroeconômico desafiador, os empresários também começam a lidar com a maior transformação estrutural da economia brasileira em décadas: a Reforma Tributária. Embora seus efeitos em 2026 ainda sejam limitados — especialmente para micro e pequenas empresas —, o momento exige preparação e entendimento das mudanças futuras. A Sondagem Omie revela um dado preocupante: cerca de metade das PMEs ainda não iniciou ou está em estágio muito inicial de preparação para a Reforma. Com o avanço da transição e a proximidade de marcos relevantes, o tempo para planejamento se reduz, elevando o risco de perda de competitividade para uma parcela significativa do mercado.

Apps de compras crescem até 43% antes do Dia das Mães e reforçam papel do mobile na decisão de compra

A proximidade do Dia das Mães já movimenta de forma significativa o uso de aplicativos no Brasil. Dados da Adjust mostram que, nos 14 dias que antecedem a data, as instalações de apps de compras cresceram até 43%, com destaque para a categoria de compras. Aplicativos de e-commerce registraram alta de 20%, enquanto plataformas de cupons e ofertas avançaram 5%.

O engajamento dos usuários também se intensificou no período. Aplicativos de mensagens registraram aumento de 154% em sessões, reforçando seu papel no compartilhamento de recomendações, na organização das compras e outras mensagens condizentes com a data. Já os apps de mapas e navegação cresceram 24%, refletindo o aumento da circulação de pessoas.

Os dados indicam que o comportamento do consumidor vai além da compra direta, envolvendo uma jornada mais ampla, que inclui pesquisa, comparação e interação social antes da decisão final.

“O Dia das Mães é um momento-chave em que o mobile se torna o principal ponto de contato entre marcas e consumidores. Os aplicativos acompanham toda a jornada, da descoberta à conversão, passando por pesquisa e interação entre pessoas”, afirma Fernando Cabral, Director of Growth LATAM da Adjust.

A tendência acompanha o desempenho mais amplo do e-commerce no período. Em 2025, as vendas de Dia das Mães cresceram 9,2%, alcançando R$ 1,9 bilhão, segundo levantamento das plataformas Tray e Bling, da LWSA. Entre as categorias com maior destaque estão eletrônicos, moda e beleza. A jornada de compra também se mostra cada vez mais híbrida, com consumidores transitando entre marketplaces, lojas online e varejo físico.

Na comparação com a média anual, o Dia das Mães também impulsiona categorias específicas de aplicativos. Apps de receitas registraram crescimento de 170% nas instalações, enquanto aplicativos de mensagens tiveram aumento de 125% em sessões, reforçando o caráter social e familiar da data.

Para os varejistas, o cenário reforça a importância de estratégias omnichannel orientadas por dados. A capacidade de acompanhar o comportamento do usuário em diferentes momentos e plataformas é fundamental para capturar demanda e maximizar resultados.

Amazon lança a maior campanha de marca da sua história no Brasil para o maior evento esportivo do planeta

A Amazon Brasil anuncia sua maior campanha de marca, reforçando o compromisso de longo prazo com o país. A empresa se torna Patrocinadora Oficial das Seleções Brasileiras de Futebol (masculina, feminina e de base) e lança um plano integrado que inclui campanha, ativações nos jogos, centenas de criadores de conteúdo e caixas de entrega tematizadas, levando o clima de futebol até a porta dos clientes.

O movimento reflete a estratégia da Amazon de se conectar cada vez mais com os brasileiros. Com operações em expansão acelerada por todo o país, a empresa escolhe o futebol — a maior paixão esportiva do Brasil — para se posicionar ao lado de milhões de torcedores que vivem e vibram pela Seleção. A conexão acontece em todos os momentos: seja para preparar a casa e receber amigos, encontrar produtos que demonstrem apoio à equipe, ou torcer com toda a emoção.
 

Esse é um passo importante na nossa história no Brasil. O futebol é a linguagem que conecta todos os brasileiros e nos tornarmos patrocinadores da Seleção Brasileira em um ano como esse, é reforçar que cada vez mais queremos fazer parte da vida dos nossos clientes. A campanha traduz exatamente isso: uma conexão verdadeira, abrangente e presente em cada momento da jornada do torcedor“, explica Lillian Dakessian, Diretora de marca e comunicação da Amazon.

A campanha integrada: “Traz a torcida que a Amazon traz o resto”:

No coração da comunicação está uma verdade que todo brasileiro reconhece: a cada quatro anos, até quem não liga tanto para futebol se transforma no torcedor mais apaixonado da sala. Criada pela AlmapBBDO, a campanha celebra esses torcedores e posiciona a Amazon como a marca que viabiliza essa transformação convidando os a trazerem sua torcida pra Seleção, que a Amazon traz todo o resto que eles precisarem – seleção de produtos, conveniência e preço baixo. Os filmes, em versões de 15″, 30″ e 45″, trazem situações como o homem que troca a TV pequena por uma de 65 polegadas e a vizinha que reclamava do barulho e agora comemora gol pela janela.

Partimos de um personagem que todo mundo reconhece: aquelas pessoas que não ligam tanto para o futebol, mas que, em momentos como esse, viram o torcedor mais engajado da sala. Com isso, nossa ideia foi mostrar como essa ‘transformação’ vai acontecendo e eles vão se entregando no dia a dia”, explicam Daniel Trimer e Guto Merino, criativos da AlmapBBDO.

Os KVs da campanha contam com ilustrações inspiradas em pinturas de rua que trazem seis personagens brasileiros diversos representando nossos consumidores torcendo pelo Brasil — incluindo o icônico vira-lata caramelo.
 
O plano ganha corpo em todos os canais. Mais de 400 criadores de conteúdo como Lucas Rangel, Brino, Matheus Costa e Fausto/Menzinho, serão ativados ao longo do período em Instagram, TikTok e YouTube, além de conteúdo original no PodPah, levando a conversa da Copa para o digital em tempo real. Na rua, a marca ocupará espaços de mídia exterior digital em todo o país. E na casa dos clientes, duas tiragens exclusivas de caixas de entrega circularão pelo Brasil — uma com o selo oficial da CBF, outra ilustrada com nossas torcedores. Até a fita adesiva carrega o selo de Patrocinadora.

Dia das Mães 2026: Rappi Turbo entrega flores em até 10 minutos e amplia opções de presentes

Com a proximidade do Dia das Mães — uma das datas mais relevantes para o varejo brasileiro — o Rappi reforça sua operação para atender à alta demanda por presentes e celebrações. Para quem deseja surpreender com flores, o Rappi Turbo, serviço de entregas ultrarrápidas em até 10 minutos, oferece buquês frescos e selecionados diretamente no app, combinando praticidade e agilidade.

Entre sábado (9) e domingo (10), usuários do Rappi na cidade de São Paulo encontrarão no Turbo quatro opções de buquês em embalagens especiais, com preços que variam entre R$ 79 e R$ 349. Também estarão disponíveis combos promocionais, com flores acompanhadas de chocolates e vinhos — com entrega em até 10 minutos em cerca de 80 bairros da capital paulista, além de algumas regiões da Grande São Paulo.

“Queremos reforçar para o nosso usuário que o compromisso do Rappi Turbo é se manter como aliado nas datas importantes, oferecendo conveniência, rapidez e uma experiência sem fricção na hora de presentear”, comenta Rodolfo MontanhA, General Manager do Rappi Turbo no Brasil.

Todas as flores disponíveis no Rappi Turbo são provenientes de Holambra (SP), conhecida como a Capital Nacional das Flores. Para garantir o frescor dos buquês, os arranjos serão armazenados em compartimentos que preservam sua durabilidade, em locais com temperatura controlada.

Segundo estimativas da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Dia das Mães movimenta bilhões de reais no varejo brasileiro todos os anos, consolidando-se como a segunda data mais importante para o setor, atrás apenas do Natal. Nesse cenário, a conveniência ganha ainda mais protagonismo na decisão de compra dos consumidores.

OPÇÕES DE PRESENTES PARA A MAMÃE

Além das flores no Turbo, o Rappi também reforça seu portfólio de presentes para o Dia das Mães, reunindo uma série de ofertas em diferentes categorias ao longo do mês de maio, com descontos que chegam a até 50% em itens selecionados.

Os presentes e lembranças para a mamãe ganham destaque no período, principalmente na vertical de Shopping, que oferece diversas opções ao alcance da palma da mão. Itens de lojas de cosméticos como Sephora, Granado, Dudah! e Ge Beauty, além de chocolates da Cacau Show e Kopenhagen, fazem parte da lista de sugestões para agradar todos os estilos de mãe.

Na mesma seção do app, também estão disponíveis diversas floriculturas com entrega rápida (em até duas horas) na cidade de São Paulo, como: I Love Flowers, Tete Castanha, Claratí Flores e Plantas, Verbena Flores, Flower Bar, Itaim Flores, Flores da Lira e Penno Flores.

O papel da IA empática na geração de insights para vendas emocionais 

Carnaval, Páscoa, feriados…são muitas as datas que têm impacto direto na vida das pessoas e, claro, também nos fluxos de vendas. Um belo exemplo é o Dia das Mães, uma das datas que mais movimenta as vendas online, e quando o consumo deixa de ser apenas racional. Ele passa a ser guiado por memória, afeto, culpa, celebração e até ausência.

É nesse território, historicamente subjetivo e difícil de mensurar, que a inteligência artificial começa a ganhar uma nova camada de relevância: a empatia orientada por dados. Nesse sentido, mais do que prever comportamentos, a IA agora começa a interpretar sentimentos, e isso muda completamente a forma como as marcas vendem.

Durante todos os anos que atuo no ecossistema digital – e-commerce e marketplaces, o mercado tratou a personalização como sinônimo de eficiência: recomendar produtos com base em histórico de compras ou navegação. Mas datas emocionais, como o Dia das Mães, exigem mais. Para ser estratégicos nela, não basta saber o que o consumidor compra, é preciso entender por que ele compra (e em que estado emocional ele está).

A IA empática surge justamente nessa evolução: cruzando dados comportamentais, contexto e sinais indiretos (como linguagem, timing e interação) para inferir intenção emocional. Nesse tipo de datas, há padrões emocionais recorrentes e altamente exploráveis quando bem interpretados, sendo:

  • A busca por “presentes que representem gratidão”
  • O consumo de última hora carregado de urgência emocional
  • O aumento de compras para figuras maternas não óbvias (avós, madrastas, etc.)
  • A sensibilidade maior a narrativas do que a preço

Aqui a IA consegue contribuir e identificar esses padrões antes mesmo do pico, transformando dados em sinais acionáveis. Não se trata, portanto, de reagir à demanda, mas de antecipá-la com profundidade e propósito. Como vocês sabem, gosto de “mão na massa”, então a aplicação prática disso não está apenas em recomendar produtos, mas em redefinir estratégias:

  • Comunicação mais sensível ao contexto –  Ajuste de tom para diferentes perfis emocionais (celebração vs. saudade, por exemplo)
  • Curadoria mais inteligente – Sugestões que fazem sentido simbólico, não só funcional
  • Timing de abordagem – Identificação do momento ideal para impactar (antes da decisão ou na urgência)
  • Ofertas mais coerentes – Menos foco em desconto e mais em valor percebido

Empatia, nesse cenário, deixa de ser uma qualidade humana exclusiva, e passa a ser uma capacidade analítica e geradora de insights relevantes. Como em todos os aspectos da vida, existe, no entanto, um ponto crítico: quando a tentativa de empatia soa genérica ou automatizada demais, o efeito pode ser o oposto. Ou seja, o consumidor percebe e rejeita a marca. Por isso, o papel da IA não é substituir a sensibilidade humana, mas amplificá-la com escala e precisão.

Por isso, antes de qualquer passo, é preciso entender que as vendas emocionais exigem inteligência, não só tecnologia. Se antes a emoção era intangível, hoje ela começa a ser modelada, interpretada e aplicada. E isso não significa reduzir sentimentos a números, mas sim usá-los como inteligência de negócio.

No fim do dia, as marcas que vão se destacar não serão as que mais automatizam,
mas as que melhor entendem o que está por trás de cada compra. Porque, especialmente em datas emocionais, ninguém compra só um produto. Compra significado.

*Mariana Mantovani é especialista em Marketplace e E-commerce, e fundadora da Boost Marketplace, empresa especializada em turbinar e impulsionar resultados de vendas nos maiores marketplaces do mercado. Com mais de 15 anos de experiência no ecossistema digital, Mariana sempre atuou em empresas de referência como Netshoes, Electrolux, Mercado Livre e RD Saúde, com foco em e-commerce, marketplaces, liderança de times de performance, e desenvolvimento de negócios.

A guerra pela conversão: o que está por trás do sucesso nas vendas em marketplace

O varejo digital brasileiro atravessa uma transformação em 2026, impulsionada pela automação inteligente e pela exigência de agilidade. Segundo o estudo “Comércio social: definição, estatísticas e tendências”, publicado pela Hostinger, 35% dos consumidores relataram utilizar suporte via chatbot em jornadas de compra recentes. O levantamento confirma que a assistência automatizada nos sitesdeixou de ser promessa para se consolidar como uma das ferramentas de maior preferência do público. A ferramenta vem se aperfeiçoando ao longo dos anos, e ainda segundo os dados, as inovações baseadas em Inteligência Artificial dominam a trajetória de escolha, com 26% dos usuários engajando ativamente em recomendações personalizadas por algoritmos, superando recursos emergentes como assistentes de voz (15%) e realidade aumentada (14%).

Para Tiago Vailati, CEO e cofundador da Loopia, plataforma especializada em agentes de IA, o sucesso do varejista moderno está na capacidade de alinhar a operação à demanda por interações imediatas. “Aquele que não oferece atendimento instantâneo e unificado no lugar onde o cliente já está, acaba perdendo a venda para a concorrência em questão de segundos. O consumidor atual não aceita mais esperar por uma resposta; ele busca resolutividade em tempo real”, explica o executivo. É justamente para sanar esse gargalo que a Loopia desenvolveu a plataforma de chat commerce 360º capaz de integrar atendimentos em marketplaces, e-commerces e redes sociais em um único ambiente.

A tecnologia é movida por agentes de IA que centralizam todas as interações em uma só tela, automatizando tarefas e monitorando a operação durante 24 horas por dia. Essa combinação de automação e inteligência aplicada gera resultados concretos para o mercado, proporcionando aumento de até 50% na taxa de conversão dos lojistas, com a marca de 92% dos atendimentos resolvidos de forma autônoma pela IA e um tempo médio de resposta de apenas 30 segundos. O sistema permite que o público-alvo tenha escala sem perder a personalização, atacando diretamente a principal dor do varejo multicanal: a fragmentação das mensagens.

Essa eficiência operacional marca o que Tiago define como novo estágio de maturidade tecnológica. “Entramos na Era do Comércio Agêntico, onde a IA deixa de atuar apenas por meio de interações passivas, como os chatbots tradicionais, e passa a operar com agentes inteligentes capazes de guiar o consumidor e tomar decisões ao longo da jornada. O ano de 2026 exigirá um crescimento focado em eficiência e nossa missão é transformar dados em inteligência aplicada, unificando a operação de múltiplos canais para impulsionar os resultados de forma escalável”, conclui o CEO.

Jadlog inaugura hub logístico de última geração e dá um salto histórico dobrando sua capacidade e acelerando entregas em todo o país

Jadlog, uma das principais transportadoras de cargas fracionadas do e-commerce e do mercado B2B do País, inaugura hoje (07/05), em São Paulo, o novo Hub logístico, que permitirá dobrar sua capacidade operacional de processamento. O empreendimento é resultado de um investimento de mais R$ 200 milhões, o maior já realizado pela a Jadlog em seus 20 anos de trajetória. O novo hub conta com tecnologias e equipamentos de última geração, incluindo um sorter de 310 metros de comprimento e o uso de Inteligência Artificial em diversas etapas da operação.

“Depois de crescer dez vezes em volume movimentado desde a aquisição da Jadlog pelo grupo Geopost, em 2016, estamos realizando o investimento mais relevante da nossa história, com o objetivo de ampliar as nossas instalações, a capacidade operacional e trazer o que há de mais avançado em tecnologia”, afirma Bruno Tortorello, CEO da Jadlog. “A nossa nova sede nos permitirá operar com padrões elevados de intralogística, fortalecendo a operação da nossa malha nacional de distribuição, formada por mais de 500 franquias, 17 filiais e a rede Pickup, de 4 mil pontos comerciais parceiros de bairro”.

Instalado em uma área de cerca de 20 mil m², o hub conta com 87 docas, cerca de 2 mil m² de mezanino para os escritórios e 5 mil m² de área de apoio.
 

O novo sorter – equipamento que automatiza a triagem de mercadorias – tem capacidade para movimentar encomendas de até 35 kg e foi projetado para operar em alta velocidade, podendo processar 18 mil volumes por hora, aumentando significativamente a produtividade e reduzindo falhas e retrabalho. Entre os seus principais diferenciais, estão o alto nível de automação, a precisão na leitura e separação dos volumes, o layout flexível e a integração com os sistemas de gestão da Jadlog.

“O uso das novas esteiras e do sistema de classificação automatizado permitirá um aumento expressivo do volume de encomendas processadas por hora, duas vezes maior do que a capacidade atual”, observa Tortorello.

Segundo o CEO da Jadlog, a automação elimina gargalos no fluxo interno e garante maior regularidade, velocidade e previsibilidade na operação, especialmente em períodos de pico como a Black Friday.

O empreendimento vai contribuir diretamente para a redução dos prazos de entrega para o B2C e B2B, ao acelerar as etapas de triagem e despacho. Isso irá impactar positivamente o lead time total, permitindo entregas mais rápidas e maior previsibilidade nos prazos.

Tecnologias específicas

Entre as tecnologias específicas, estão os scanners de alta velocidade, sistemas avançados de leitura automática de códigos e soluções de visão computacional, que ampliam a precisão da triagem, aumentam a velocidade de processamento e reduzem erros operacionais.

Ferramentas de digitalização e inteligência artificial serão aplicadas na leitura automática de volumes, análise de dados operacionais, apoio à tomada de decisão, balanceamento de fluxo e previsão de demandas.

O novo Hub irá operar com sistemas de gerenciamento de armazéns (WMS) de última geração, integrados aos sistemas corporativos da Jadlog, permitindo controle em tempo real das operações, rastreabilidade total e otimização contínua do fluxo interno.

Construção sustentável

Pensado para acompanhar a estratégia de sustentabilidade da Jadlog e de seu controlador, a Geopost, o novo Hub foi construído com infraestrutura preparada para minimizar impactos ambientais, otimizar recursos e reduzir emissões. Possui iluminação em LED de alta eficiência, sistemas de automação para controle do consumo energético e equipamentos projetados para reduzir o gasto de energia. Também foi projetado para apoiar, de forma progressiva, a operação e a expansão da frota de veículos elétricos da Jadlog.

Na unidade serão adotadas práticas de gestão responsável de resíduos, com foco na segregação correta, reciclagem de materiais, reaproveitamento de embalagens e redução do uso de plástico. O projeto do novo Hub contempla soluções para uso racional da água, incluindo dispositivos de redução de consumo e reaproveitamento sempre que possível. Pelas iniciativas implementadas, a Jadlog receberá o selo prata de certificação LEED para o novo empreendimento.

Dia das Mães: os dados que explicam o desafio do varejo em 2026

De acordo com o Unified Commerce Benchmark (UCB) 2026 para a América Latina, desenvolvido pela Manhattan Associates em parceria com a Incisiv, 37% das capacidades que diferenciavam varejistas em 2024 já se tornaram básicas em 2026, enquanto a maturidade média em comércio unificado na região avançou de 31% para 48% em apenas dois anos. Ainda assim, apenas 11% das empresas são consideradas líderes nesse modelo, evidenciando um gap relevante na execução.

Ou seja, ao mesmo tempo em que cresce a maturidade do comércio unificado e o uso de inteligência artificial, aumentam também as expectativas por jornadas mais rápidas, integradas e sem fricção. Esse descompasso se soma a outros fatores típicos de datas comemorativas, como a necessidade de contratações em janelas curtas e a disputa por atenção e conversão em múltiplos canais digitais.

Para Stefan Furtado, Gerente Regional da Manhattan Associates, esses dados ajudam a explicar por que datas como o Dia das Mães ampliam a pressão sobre o varejo. “Quando vemos que mais de um terço das capacidades já virou requisito básico e que só 11% das empresas conseguem operar como líderes, fica claro que a maior parte do varejo ainda está correndo para acompanhar o nível de exigência do consumidor. Em datas como o Dia das Mães, esse descompasso aparece com mais força, principalmente na disponibilidade de estoque, prazos de entrega e consistência entre canais”, afirma.

O UCB também mostra que 65% dos consumidores da América Latina já esperam jornadas de compra mais rápidas e com menos fricção, o que reforça a necessidade de operações mais ágeis e integradas. “O dado de expectativa do consumidor combinado com o avanço de maturidade — de 31% para 48% — mostra que houve evolução, mas não na mesma velocidade da demanda. Isso exige das empresas uma capacidade maior de execução em tempo real, principalmente em momentos de pico, quando qualquer falha impacta diretamente a conversão”, completa o executivo.

Contratações temporárias refletem dinâmica mais ampla do varejo

O avanço do trabalho temporário no Brasil também ajuda a explicar a importância das datas sazonais para o varejo. A expectativa da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem) é de que cerca de 800 mil vagas sejam abertas ao longo de 2026, impulsionadas principalmente por períodos de maior demanda no comércio.

Dentro desse calendário, o Dia das Mães aparece como um pico mais concentrado. Em 2025, a data gerou cerca de 25,9 mil vagas temporárias, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), com foco em funções de vendas e atendimento. Nesses casos, o curto intervalo de contratação aumenta a pressão sobre a eficiência dos processos seletivos.

“Dia das Mães é um teste de estresse para qualquer operação de recrutamento. O volume aparece de uma vez, o prazo é curto e o gestor quer as vagas preenchidas ontem. A pergunta que separa quem passa por esse pico com tranquilidade de quem entra em modo apaga-incêndio é simples: você já tinha os dados organizados antes da demanda chegar? Porque quando a sazonalidade bate na porta, não dá tempo de arrumar a casa. Escalar contratação em janelas curtas exige que a estrutura já esteja de pé. Isso se planeja em março, não em maio”, afirma Augusto Frazão, CEO da InHire.

Redes sociais como canal de venda

Quando a disputa por atenção e conversão se intensifica no varejo, as redes sociais assumem papéis cada vez mais complementares, mas ainda desiguais em termos de resultado financeiro. Dados do Reportei mostram que, apesar do crescimento acelerado do TikTok como plataforma de descoberta e influência, a Meta (Instagram e Facebook) continua sendo o principal motor de conversão nas campanhas. Em média, ações na Meta geraram retorno até 20 vezes maior do que no TikTok, refletindo um ecossistema mais maduro de mídia paga e estratégias de performance já consolidadas. “O TikTok é extremamente eficiente para gerar interesse e engajamento, mas a conversão ainda acontece majoritariamente na Meta, que oferece mais previsibilidade e ferramentas robustas para otimização de campanhas”, explica Renan Caixeiro, co-fundador e CMO do Reportei.

Ao mesmo tempo, o avanço do TikTok Shop e o fortalecimento de conteúdos orgânicos indicam uma mudança relevante no comportamento do consumidor, que passa a descobrir produtos de forma mais espontânea e integrada ao entretenimento. Esse cenário exige uma estratégia mais sofisticada por parte das marcas, combinando canais de topo de funil com plataformas de conversão mais eficientes. Além disso, a inteligência artificial tem ganhado protagonismo na operação de marketing: outro levantamento do Reportei aponta que mais de 80% dos profissionais já utilizam IA no dia a dia, principalmente para geração de ideias, produção de conteúdo e análise de dados. “Em datas como o Dia das Mães, em que timing e criatividade fazem diferença, a IA se torna uma aliada importante para escalar testes, personalizar campanhas e responder mais rápido às tendências de consumo”, completa Caixeiro.

Uso de IA avança no varejo e amplia potencial de personalização em datas sazonais

O Dia das Mães reforça a necessidade de o varejo brasileiro converter o aumento de tráfego em eficiência operacional e vendas qualificadas. Nesse cenário, a inteligência artificial se consolida como uma ferramenta estratégica, conforme aponta a pesquisa realizada pela Zucchetti Brasil em parceria com a Central do Varejo, no segundo semestre de 2025. O levantamento indica que 59% das empresas já utilizam a tecnologia, impulsionadas pela urgência de ampliar a produtividade e a competitividade diante de margens de lucro pressionadas. Atualmente, o foco reside na jornada do consumidor, com aplicações em marketing e conteúdo (57%) e atendimento (54%) liderando o setor, enquanto a personalização da experiência (31%) sinaliza um amadurecimento no uso de dados para retenção de clientes.

Por outro lado, os números revelam um hiato de oportunidade em frentes estruturais. Embora essenciais para o sucesso logístico de datas sazonais, áreas como previsão de demanda (17%) e logística e entrega (12%) ainda registram baixa adesão. Esse contraste sugere que o varejo brasileiro está na fase inicial de integração da IA, priorizando o contato direto com o público antes de avançar para a otimização da cadeia de suprimentos.
 

O potencial de expansão é nítido, uma vez que 90% dos varejistas pretendem ampliar investimentos nos próximos meses, visando ganhos de produtividade que já são percebidos por 87% dos atuais usuários. Para Bernardo Rachadel, CTO da Zucchetti Brasil, esse movimento tende a se intensificar especialmente em datas sazonais. “O varejo já avançou ao incorporar inteligência artificial em pontos de contato diretos com o consumidor, mas datas sazonais como o Dia das Mães deixam ainda mais evidente a necessidade de evoluir na personalização e na leitura de comportamento. Nesse contexto, quanto mais o varejista consegue antecipar preferências e ajustar a comunicação em tempo real, maior é a chance de oferecer experiências relevantes, escalar vendas, e, ao mesmo tempo, garantir eficiência operacional para atender aos picos de demanda”, afirma.

O desafio imediato, portanto, é a capacitação, citada por 60% das empresas não usuárias como o primeiro passo para integrar a tecnologia de ponta a ponta na estratégia de negócio.

Loggi amplia integrações em 75% e expande conexões logísticas no e-commerce brasileiro de PMEs

Loggi, empresa brasileira que está transformando a logística por meio da tecnologia, aumentou em 75% o número de integrações com plataformas do ecossistema de e-commerce no último ano, expandindo de 28 para 49 plataformas integradas, cobrindo assim 90% do mercado do varejo online no Brasil, para as pequenas e médias empresas (PMEs). 

A estratégia busca integrar a logística ao ambiente onde os lojistas já operam, centralizando a gestão de pedidos, fretes e rastreamento em um único sistema e reduzindo a complexidade operacional. 

A partir dessas integrações, os lojistas podem cotar fretes, gerar etiquetas, despachar pedidos e acompanhar entregas diretamente nas plataformas, de forma automatizada.

Entre as plataformas que estão conectadas estão Shopify, WooCommerce, Olist, Bling, Magazord, Melhor Envio, Nuvem Envio, Tray, Frete Rápido, Frenet, WBuy, Irroba, entre outras.

“Hoje, a Loggi está integrada às principais plataformas e ERPs que movimentam o e-commerce no Brasil, conectando desde pequenos empreendedores até grandes operações. Com a ampliação das integrações, nos consolidamos como a solução mais conectada do e-commerce no país para PMEs, viabilizando operações mais rápidas, fáceis e eficientes. Nosso objetivo é ser o principal parceiro do e-commerce brasileiro, facilitando o acesso à logística de qualidade”, ressalta Isadora Vecchi, diretora de Desenvolvimento de Novos Negócios da Loggi.

A expansão das integrações faz parte da estratégia da Loggi de fortalecer seu ecossistema digital e ampliar a eficiência da operação logística no país.

Como integrar uma plataforma na Loggi

A Loggi permite a integração de forma totalmente automatizada, em apenas alguns cliques. Hoje a Loggi é a única a disponibilizar conexão self service.

Para realizar a integração, basta acessar o guia disponível no site da Loggi, que orienta o passo a passo das configurações. Caso a plataforma desejada não esteja listada, ela pode ainda não estar integrada ou estar em desenvolvimento.

A integração com a Loggi é gratuita e o custo se aplica apenas aos envios realizados. Além disso, algumas plataformas parceiras podem ter cobranças próprias ou limitações conforme o plano contratado, sendo recomendável consultar diretamente o suporte da plataforma.

Para conferir todas as integrações, clique aqui.