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5 estratégias para tornar a logística do e-commerce mais confiável


No cenário cada vez mais competitivo do comércio online, a logística deixou de ser apenas um fator operacional para se tornar um elemento estratégico na construção da reputação das marcas. A velocidade permanece importante, mas a confiança, traduzida em previsibilidade, transparência e capacidade de resolução de problemas, é o que realmente fideliza o cliente e diferencia as empresas no mercado. Entregas fora do prazo, informações imprecisas e processos de devolução burocráticos podem comprometer toda a experiência de compra e, em última instância, prejudicar as vendas.

Para Alvaro Loyola, country manager da Drivin no Brasil, uma logística confiável deve ser construída com base em cinco pilares fundamentais: visibilidade em tempo real, automação inteligente, escalabilidade operacional, gestão proativa de devoluções e integração tecnológica. “No cenário atual, o consumidor até aceita esperar um pouco mais. O que ele não tolera é não saber onde está seu pedido ou não conseguir resolver uma devolução com facilidade”, afirma Loyola.

Confira abaixo cinco estratégias essenciais para tornar a logística do e-commerce mais confiável:

Visibilidade em tempo real

A base de uma operação logística eficiente é a visibilidade completa de cada etapa do processo, desde o recebimento do pedido até a entrega final. Com acesso a dados atualizados em tempo real, é possível antecipar atrasos, corrigir desvios e manter o cliente informado com precisão. “Um painel de controle centralizado reduz incertezas e permite que a equipe atue de forma proativa, melhorando a experiência do consumidor”, explica Loyola.

Automação inteligente de processos

Tecnologias que automatizam tarefas como a roteirização de pedidos, a comunicação com transportadoras e a geração de documentos ajudam a eliminar gargalos e reduzir a margem de erro humano. A automação também garante mais agilidade e controle operacional, mesmo em momentos de alta demanda. “A automação traz consistência e eficiência, o que é essencial em um ambiente tão dinâmico como o e-commerce”, reforça o executivo.

Antecipação da demanda e escalabilidade operacional
Datas sazonais, como Black Friday e Natal, impõem desafios logísticos adicionais. A operação deve ser escalável e preparada para absorver picos de volume sem perder qualidade. Planejamento prévio, análise de dados e reforço de recursos são indispensáveis. “Simular cenários de alta demanda permite ajustes estratégicos que evitam colapsos operacionais em momentos críticos”, destaca Loyola.

Gestão proativa de devoluções

Devoluções fazem parte da rotina do comércio online e precisam ser tratadas como uma extensão da experiência de compra. Roteiros logísticos reversos, pontos de coleta e comunicação clara com o cliente tornam o processo mais simples e transparente. “Uma boa experiência pós-venda pode ser mais impactante que a própria compra. É um momento decisivo para ganhar – ou perder – a confiança do consumidor”, aponta o especialista.

Integração de sistemas e plataformas

A operação logística envolve múltiplos atores e tecnologias. A integração entre sistemas de gestão, plataformas de e-commerce, transportadoras e centros de distribuição é essencial para garantir a fluidez das informações e reduzir falhas. “Empresas que investem nesse modelo oferecem mais previsibilidade e reduzem ocorrências, a exemplo de pedidos incorretos ou promessas de entrega não cumpridas”, afirma Loyola.

Construir uma logística confiável é um processo contínuo, que exige investimento em tecnologia, inteligência de dados e foco na experiência do cliente. “Mais do que entregar produtos, as marcas precisam oferecer confiança. Isso se constrói com processos bem estruturados e soluções que conectam todos os elos da cadeia logística”, finaliza Alvaro Loyola.

MEI e o nanoempreendedor: vale a pena migrar para a nova categoria em 2026?

A Reforma Tributária sancionada neste ano criou a figura do nanoempreendedor, uma nova categoria pensada para abranger profissionais de baixa renda que trabalham por conta própria e possuem faturamento bruto anual abaixo de R$ 40,5 mil reais – ou seja, até 50%  do teto em vigência para os microempreendedores individuais (MEI), atualmente em R$ 81 mil. A proposta traz a possibilidade de redução de impostos e obrigações mais simplificadas, sem a necessidade de um CNPJ, mas como só passa a valer a partir de janeiro de 2026, o cenário ainda é cercado de dúvidas como, por exemplo, a quais benefícios esses trabalhadores terão acesso. Mas para quem já é MEI e, eventualmente, possui um faturamento inferior ao proposto para a nova categoria, vale a pena migrar para nanoempreendedor para pagar menos impostos?

Kályta Caetano, head de Contabilidade da MaisMei, que auxilia a gestão de negócios de microempreendedores individuais por meio de um SuperApp, avalia que essa questão depende de aspectos como a atividade exercida pelo MEI e as pretensões de expansão do negócio. “Considerando que um profissional autônomo com um padrão de faturamento anual abaixo de R$40,5 mil esteja registrado como MEI apenas para se formalizar e garantir benefícios previdenciários, e esses benefícios sejam mantidos para o nanoempreendedor, pode, sim, valer a pena. Porém, o MEI não apenas já traz uma carga tributária pequena e simplificada, como dá margem para que o empreendedor invista em seu negócio e adote práticas de gestão que possibilitem ganhos maiores. Ou seja, mesmo que em determinado ano ele tenha uma receita bruta abaixo de R$40,5 mil, caso almeje elevar o seu potencial de faturamento no próximo ciclo o ideal é que se mantenha como MEI”, afirma. 

Atualmente, o valor da contribuição mensal (DAS-MEI) para os microempreendedores individuais varia de R$75,90 a R$81,90, dependendo da atividade exercida pelo empreendedor. Entre outros benefícios importantes garantidos ao MEI ativo, estão o salário-maternidade, auxílio-reclusão, auxílio por incapacidade temporária (antes conhecido como auxílio-doença), pensão por morte e o direito à aposentadoria.

Já o nanoempreendedor, a princípio, terá isenção do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que integram a proposta do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual da reforma tributária. Isso não significa, porém, que a categoria não terá que pagar impostos a partir do próximo ano. Há expectativa pela definição, por exemplo, de quais contribuições previdenciárias esses trabalhadores terão que pagar para acessar benefícios previdenciários.

Entre as profissões que podem aderir ao novo regime estão artesãos, vendedores, ambulantes, diaristas, entre outros prestadores de serviços. Trabalhadores informais como os mototaxistas também poderão aderir. 

Kályta Caetano ressalta que os motoristas de aplicativos e entregadores terão um regime especial dentro da categoria “nanoempreendedor”, o que, neste caso, pode ser mais vantajoso. “Como essas atividades têm custos operacionais muito altos, a nova legislação irá permitir que apenas 25% do faturamento bruto seja considerado para fins de enquadramento. Isso significa que esses profissionais poderão faturar até R$ 162 mil por ano, desde que esse percentual equivalente não ultrapasse R$ 40,5 mil”, explica a especialista da MaisMei. 

Ausência de CNPJ

Outro ponto que vale a pena ser considerado é que os nanoempreendedores poderão atuar como Pessoa Física, sem a necessidade do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica para regularizar suas atividades. Nesse caso, Kályta Caetano reforça que as pretensões de crescimento dos negócios devem ser levadas em conta. “Além de passar maior credibilidade ao negociar com terceiros, ter um CNPJ traz vantagens como emitir notas fiscais, comprar veículos com descontos, a possibilidade participação em licitações e o acesso a serviços financeiros e planos de saúde com melhores condições. Portanto o MEI é uma excelente ferramenta para quem deseja economizar com esses gastos e, ao mesmo tempo, garantir que seus negócios sejam ampliados de forma sustentável”, diz. 

Sem o CNPJ há, ainda, o risco de tributação maior no Imposto de Renda. “Como Pessoa Física, o nanoempreendedor não tem acesso à tributação simplificada do MEI (valor fixo mensal). Portanto, pode ser tributado com base na tabela progressiva do IR, o que leva a alíquotas de até 27,5%, pois o valor que ele pode faturar e receber enquanto Pessoa Física é superior ao teto da isenção do IRPF (R$33.888,00) em 2025”, explica Kályta Caetano.

Como a IA pode ajudar pequenos varejistas a competir com gigantes do e-commerce

Oferecer uma experiência personalizada e eficiente deixou de ser um diferencial exclusivo das gigantes do e-commerce. Com o avanço e a democratização das ferramentas de Inteligência Artificial, pequenos e médios varejistas já conseguem competir com as grandes plataformas, entregando jornadas de compra mais inteligentes, aumentando a conversão e fidelizando clientes. 

De acordo com levantamento da McKinsey & Company, empresas que adotam soluções de personalização com base em IA observam, em média, um aumento de até 40% na receita proveniente de ações personalizadas. Além disso, 71% dos consumidores esperam experiências mais personalizadas das marcas com as quais interagem, segundo relatório da Salesforce. Esses dados evidenciam um movimento claro: entender e antecipar as necessidades do consumidor é hoje fator decisivo para quem quer se manter competitivo, especialmente no ambiente digital. 

Se, no passado, investir em tecnologia de ponta parecia privilégio das grandes marcas, hoje startups especializadas têm tornado o acesso mais democrático. Um exemplo é a ShopNext.AI, plataforma voltada para o varejo, que desenvolve soluções de Inteligência Artificial Generativa personalizadas para pequenos e médios e-commerces. Segundo dados da empresa, negócios que adotaram suas soluções registraram, em média, um aumento de 25% nas taxas de conversão e 30% mais retenção de clientes. 

“A Inteligência Artificial está permitindo que pequenos lojistas entreguem experiências altamente personalizadas, criem conteúdos sob medida e entendam melhor o comportamento de seus consumidores. Isso era algo que antes parecia distante da realidade das PMEs. Hoje, com as ferramentas certas, é possível competir com grandes marketplaces em termos de experiência e eficiência”, afirma Pedro Duarte, CEO da ShopNext.AI. 

Tendência de Mercado 

Estudos apontam que a IA será ainda mais estratégica para pequenos varejistas nos próximos anos. De acordo com a consultoria Gartner, até 2027, cerca de 70% das interações de clientes no e-commerce serão mediadas por tecnologias de IA, incluindo chatbots, assistentes virtuais e ferramentas de personalização. 

Exemplo disso é que, entre as aplicações mais comuns da IA para pequenos e médios varejistas, estão chatbots de atendimento, geração automática de descrições de produtos, sistemas de recomendação personalizada e ferramentas preditivas para gestão de estoque e campanhas de marketing. A automação desses processos permite não apenas ganhos de eficiência, mas também mais tempo para que empreendedores foquem no crescimento do negócio. 

Dicas para varejistas 

O especialista Pedro Duarte reuniu dicas práticas para pequenos varejistas que querem começar a usar IA no dia a dia: 

  • Comece pelo básico: invista primeiro em ferramentas simples, como chatbots e assistentes virtuais para atendimento, que já oferecem ganhos rápidos em eficiência. 
  • Personalize seu e-commerce: utilize IA para criar recomendações personalizadas de produtos e melhorar a experiência do cliente em cada etapa da jornada de compra. 
  • Otimize seu tempo: automatize tarefas repetitivas, como geração de descrições de produtos e gestão de estoque, para se dedicar mais à estratégia e ao crescimento. 
  • Use dados a seu favor: implemente soluções que ajudem a entender melhor o comportamento do consumidor e prever demandas futuras. 
  • Teste e ajuste: comece com projetos menores, meça resultados e faça ajustes constantes para garantir que a tecnologia esteja, de fato, gerando valor para o seu negócio.

Minancora lança e-commerce próprio e amplia canais de venda ao consumidor final

A Minancora, uma das marcas mais tradicionais da indústria farmacêutica brasileira, acaba de lançar seu e-commerce oficial: minancora.shop. A nova plataforma reúne todo o portfólio de produtos da marca, incluindo kits exclusivos e edições especiais, e foi desenvolvida para facilitar o acesso dos consumidores à linha completa da empresa.

Com mais de 110 anos de história, a Minancora tem ampliado sua atuação no ambiente digital, acompanhando as mudanças no comportamento de consumo e investindo em canais que estreitam o relacionamento com o público. “O lançamento da loja online é um passo importante na nossa estratégia de digitalização e aproximação com os consumidores. Queremos oferecer mais comodidade e acesso ao nosso portfólio completo, com a credibilidade de sempre”, afirma Dra. Lourdes Maria Duarte, gestora presidente da marca.

Apesar da novidade, a empresa reforça que os produtos continuam sendo amplamente comercializados em farmácias de todo o país e nos marketplaces parceiros, canais que seguem como pontos importantes de distribuição e visibilidade da marca. O e-commerce vem, portanto, como uma opção complementar, oferecendo uma jornada de compra direta, segura e com benefícios exclusivos.

Entre os itens disponíveis na loja virtual estão os clássicos da marca, como a pomada, além de produtos das linhas de cuidados com a pele, tratamento para acnes, entre outros, que vêm conquistando diferentes gerações de consumidores brasileiros.

Sim, é verdade! O celular está ouvindo as conversas e transformando tudo em anúncios

Certamente todos já foram surpreendidos por uma situação inusitada na qual, após conversar sobre algo aleatório, que não é do cotidiano e, logo após, navegando pela internet ou acessando o e-mail se deparar com uma propaganda relacionada com aquilo que conversava e então questionar se o telefone é capaz de ouvir as conversas.

Para saber se isso realmente acontece ou se não passa de uma coincidência, pesquisadores da NordVPN criaram um experimento para desvendar esse ‘mistério’ da era digital. Para isso, temas como animais favoritos, países aleatórios e itens de moda foram discutidos intencionalmente próximos aos aparelhos para medir o tempo até que aparecessem anúncios relacionados.

E o resultado foi certeiro! Após conversas sobre certos assuntos, os pesquisadores passaram a receber anúncios patrocinados, de destinos de viagem a ONGs de proteção animal. Portanto, sim, o celular ouve tudo para oferecer anúncios personalizados.

Mas isso não é ilegal? Não. Sabe aqueles termos de uso que é preciso clicar na caixinha e dizer “Eu concordo”? Pois bem, desde que o usuário tenha consentido com o uso de dados pessoais nos aplicativos, as big techs podem sim escutar as conversas e usar os dados para oferecer propagandas.

A NordVPN alerta que qualquer pessoa pode fazer esse teste e recomenda revisar as permissões dos apps instalados.

Mas como isso funciona? O microfone embutido dos celulares permanece ativo o tempo todo, pronto para escutar comandos de voz para assistentes virtuais — que também captam conversas de fundo para gerar anúncios personalizados com base no que se fala.

Para flagrar essa tecnologia em ação, um membro da equipe falou sobre destinos turísticos aleatórios, como a Arábia Saudita. Poucos dias depois, anúncios do Booking.com sobre hotéis em AlUla começaram a aparecer no Facebook.

Outro pesquisador mencionou o tema “orangotangos” repetidamente e, no dia seguinte, recebeu anúncios de instituições de caridade voltadas à causa animal.

4 passos para saber se o celular está espionando

  • Escolha um tema único

Fale sobre algo que nunca pesquisou ou comentou perto do celular.

  • Converse sobre o tema

Durante alguns dias, mencione o assunto com palavras-chave próximas ao celular.

  • Use o celular normalmente

Não pesquise nem interaja com conteúdos sobre o tema testado. Apenas fale.

  • Observe os anúncios

Preste atenção nos anúncios nos próximos dias. Se o tema surgir, seu celular pode estar ouvindo.

Dicas de privacidade 

“A maioria já viu um anúncio sobre algo que só foi falado, nunca pesquisado. Isso é um alerta: seu dispositivo pode estar acessando mais dados do que deveria”, afirma Marijus Briedis, CTO da NordVPN.

Para evitar isso, Briedis recomenda 6 dicas para manter sua privacidade no smartphone:

  • Baixe apenas de lojas oficiais: apps fora da Google Play ou App Store podem conter malwares.
  • Revise permissões regularmente: desconfie de apps que pedem acesso ao microfone, câmera ou localização sem motivo claro.
  • Gerencie os dados de assistentes de voz: apague o histórico de voz da Alexa ou do Google com frequência.
  • Use um bom VPN: o NordVPN criptografa seus dados e protege conexões públicas.
  • Atualize sempre: versões antigas do sistema têm brechas que facilitam ataques.
  • Ative ferramentas nativas de segurança: como autenticação em dois fatores e backups criptografados.

Vianews mapeia caminho para executivos liderarem era da Inteligência Artificial

Cada vez mais, a Inteligência Artificial (IA) transforma o cenário corporativo, trazendo eficiência, precisão e inovação para a tomada de decisões. Executivos que incorporam IA às suas estratégias conseguem não apenas otimizar processos, mas também aprimorar sua comunicação e fortalecer a posição de suas empresas no mercado.

Em e-book lançado recentemente, a Vianews, agência de comunicação integrada para a América Latina, apresenta um guia definitivo para C-levels e gestores que desejam potencializar sua estratégia com Inteligência Artificial.

O material desmistifica a aplicação da IA no ambiente executivo, focando em resultados concretos, por meio de três pilares fundamentais para alavancar a performance:

  1. Análise de Dados e Estratégia: Transforme dados brutos em decisões inteligentes, antecipando tendências e maximizando oportunidades.
  2. Otimização Operacional: Automatize tarefas burocráticas e otimize processos, liberando tempo valioso para o que realmente importa.
  3. Comunicação e Posicionamento: Aprimore discursos, personalize mensagens e gerencie crises com mais eficiência, fortalecendo a imagem da sua empresa.

O e-book também apresenta metodologias práticas para interagir com IA, incluindo a “Anatomia de um Prompt Eficiente”, que deve conter quatro elementos fundamentais: contexto detalhado, objetivo claro, estilo e formato específicos, e exemplo de referência.

Entre os frameworks destacados estão:

  • C.O.T (Chain of Thought): Pensamento passo a passo para respostas estruturadas
  • P.A.R.A (Persona, Ação, Restrição, Ajustes): Personalização para o perfil executivo
  • R.E.C (Refine, Especifique, Contextualize): Aperfeiçoamento contínuo das respostas

Além disso, o material enfatiza práticas essenciais como validar respostas com fontes confiáveis, ajustar prompts para refinar resultados e manter a autenticidade na comunicação. Entre os principais cuidados estão evitar copiar respostas sem revisão crítica, usar prompts genéricos ou incluir informações sigilosas da empresa.

Visão estratégica para o futuro

O ebook projeta que líderes do futuro precisarão desenvolver pensamento crítico para validação, dominar a criação de prompts eficientes, incorporar IA na estratégia de inovação e equilibrar automação com inteligência humana. A proposta é que a IA funcione como amplificador da capacidade executiva, não como substituto da liderança humana.

Anexo prático com prompts prontos

O material inclui uma lista organizada de prompts editáveis para uso imediato em estratégia e visão de negócios, transformação digital e IA, inovação e novos modelos, liderança e gestão de pessoas, gestão de crises e riscos, além de crescimento e expansão.

“Nossa expertise em inovação e transformação digital nos permite apresentar um conteúdo prático e atualizado, focado no que realmente faz a diferença para os tomadores de decisão”, diz Thiago Frêitàs, especialista em IA da agência Vianews.

Para baixar o ebook completo, acesse aqui.

W Premium Group e Kaspersky oferecem acesso gratuito às salas VIP em nova campanha de proteção digital

Em um cenário em que as viagens e a conectividade fazem parte do dia a dia de milhões de brasileiros, a necessidade de segurança digital acompanha o viajante em cada etapa do trajeto. Com esta proposta, o W Premium Group, líder em serviços de hospitalidade em aeroportos do Brasil, e a Kaspersky, referência global de cibersegurança e privacidade digital, anunciam o lançamento de uma parceria que alia tecnologia de proteção de dados e conforto premium nos aeroportos.

A iniciativa, válida até 30 de setembro de 2025, vai proporcionar aos clientes que adquirirem o plano Kaspersky Premium acesso gratuito às salas do W Premium Group. O benefício poderá ser utilizado até 31 de dezembro de 2025 e garante ao cliente uma experiência VIP nos principais aeroportos do Brasil, com conforto, estrutura de qualidade e serviços que tornam a espera pelo voo mais agradável e segura.

Mais do que uma ação promocional, a campanha reflete o compromisso do W Premium Group e da Kaspersky com o estilo de vida moderno do viajante. Com mais de uma década de atuação e presença em aeroportos de grande fluxo no Brasil, o W Premium Group oferece salas VIP independentes em todo o país e também no exterior, que combinam sofisticação, eficiência e tranquilidade. Já a Kaspersky tem quase 30 anos de experiência na proteção online de consumidores, pequenas e médias empresas e grandes corporações. 

O acesso às salas VIP concedido pela campanha da Kaspersky inclui:

  • Alimentação variada, além de bebidas quentes e frias à vontade;
  • Espaços para relaxar, trabalhar ou ler;
  • WI-FI;
  • Tomadas e infraestrutura para recarga de dispositivos;
  • Atendimento acolhedor e discreto;
  • Ambientes climatizados e com design contemporâneo.

“Essa campanha é o encontro perfeito entre dois mundos que, até pouco tempo atrás, pareciam distantes: o da proteção digital e o da hospitalidade premium. Mas hoje o passageiro exige ambos. Ele quer relaxar antes de um voo e, ao mesmo tempo, manter seus dados protegidos em redes públicas. Unimos forças com a Kaspersky porque acreditamos que segurança e conforto caminham juntos, especialmente para o novo perfil de viajante brasileiro: digital, exigente e em constante movimento”, disse o Head de Marketing e Novos Negócios do W Premium Group, Felipe Storni.

Já com o plano Kaspersky Premium, os usuários contam com:

  • VPN ilimitada, ideal para acessar redes públicas de wi-fi (como as de aeroportos e hotéis) com privacidade e segurança, protegendo-se de cibercriminosos;
  • Antivírus premiado e atualizado constantemente contra aos golpes mais recentes;
  • Gerenciador de senhas inteligente, que cria, armazena, protege e preenche automaticamente o acesso a serviços online com códigos únicos e fortes – e a pessoa precisa memorizar apenas uma senha-mestre.
  • Cofre seguro para armazenar documentos, como passaportes, vistos e comprovantes de viagem, enquanto os originais ficam seguros na hospedagem; 
  • Proteção multiplataforma, com cobertura para Windows®, macOS®, Android™ e iOS®, essencial para quem viaja com laptop, celular e tablet;
  • Assistência técnica 24h, com suporte especializado, inclusive em português, para solucionar qualquer questão no caminho.

“Por ser um povo alegre, o brasileiro é muito ativo na internet e redes sociais, mas também somos negligentes com nossa segurança online. A parceria com o W Premium Group mostra um benefício importante de ter a proteção em todos os dispositivos: o conforto. É importante verificar se um site ou rede Wi-Fi é segura, mas em uma viagem queremos relaxar e aproveitar – e é aqui que cuidamos que a experiência online seja tranquila e sem surpresas”, destaca Leonardo Castro, diretor de e-commerce da Kaspersky na América Latina.

Informações:

Período da campanha: até 30 de setembro de 2025

Resgate do acesso VIP: até 31 de dezembro de 2025

Benefício: Um acesso gratuito às salas do W Premium Group

Onde comprar: https://www.kaspersky.com.br/lp/wplounge

Global lança CRM de cobrança com chatbot IA para atendimento

A Global – Hub de Soluções de Relacionamento e Cobrança e maior recuperadora de crédito B2B do país, acaba de lançar a solução Global+, CRM para a gestão de cobranças e contas a receber, que já conta com o recurso de Inteligência Artificial e chatbot para atendimento. A plataforma foi desenvolvida internamente pela empresa.

“Estamos trazendo para o mercado uma solução que alia automação, personalização e tecnologia de ponta, permitindo às empresas uma redução expressiva de inadimplência e perdas financeiras. O Global+ chega para apoiar o crescimento sustentável dos negócios, melhorando a previsibilidade e controle sobre as operações financeiras”, afirma Rafael Medeiros, Diretor Executivo B2B da Global.

O Global+ foi desenhado para atender as necessidades específicas do mercado brasileiro, permitindo que as empresas gerenciem todas as etapas do contas a receber e da cobrança preventiva de forma simples, ágil e automatizada. Com recursos inéditos como chatbot de IA integrado, a ferramenta oferece atendimento automatizado, personalizado e humanizado, garantindo maior eficiência operacional e aumento significativo na recuperação de créditos.

Entre os principais diferenciais da solução está a integração nativa com os principais ERPs do mercado, possibilitando a unificação dos processos financeiros e a eliminação de retrabalho. A plataforma ainda oferece dashboards analíticos em tempo real, criação de réguas de acionamento totalmente automatizadas e personalizáveis, além de flexibilidade para negociação, permitindo diferentes meios de pagamento como PIX, boleto e cartão.

Integração com IA: tecnologia acessível

O chatbot IA, desenvolvido especificamente para esta solução, automatiza e agiliza o processo de negociação, proporcionando uma experiência mais fluida e humanizada. Em casos mais complexos, o chatbot direciona automaticamente o atendimento para um profissional da empresa, garantindo eficiência e eficácia no processo de cobrança.

A solução conta também com um portal de negociação exclusivo, envio de notificações automatizadas via SMS, WhatsApp e e-mail, integração direta com a Serasa para negativações e relatórios detalhados que fornecem uma visão estratégica sobre a carteira de contas a receber. O portal pode ser totalmente customizado de acordo com a identidade visual de cada empresa.

Além disso, o Global+ também tem integração nativa com a cobrança terceirizada da própria Global, permitindo envio automatizado de títulos para equipes especializadas em cobrança preventiva e extrajudicial.  

Com mais de 30 anos no mercado, a Global já recuperou R$ 3 bilhões em créditos nos últimos cinco anos e realizou mais de 680 milhões de acionamentos no mesmo período, atendendo mensalmente a uma base de mais de 5,1 milhões de devedores. Atualmente, mais de 120 grandes clientes terceirizam seus processos financeiros com a empresa, que já soma mais de 2,5 mil clientes com operações financeiras saudáveis no Brasil.

Como a criação de vídeos com IA pode ajudar pequenas empresas?

A inovação da IA finalmente conseguiu chegar em um nível que ultrapassou todas as expectativas que pessoas de fora do campo poderiam ter no passado. Há pouco tempo, com a introdução do Google VEO 3 no mercado, a criação de vídeos com qualidade de nível altamente profissional se tornou possível, não sendo necessário nada além do seu computador, internet e a assinatura do software. Levando em conta a dificuldade que a maioria das pequenas empresas possuem na criação/contratação de profissionais de captação para conseguirem vídeos que transpareçam profissionalismo, a inteligência artificial surge como uma grande oportunidade no âmbito de startups e pequenas empresas.

“A primeira impressão é a que fica”. Esse é um famoso ditado popular no cotidiano do brasileiro e que, de fato, é real. Solomon Asch, psicólogo gestaltista, ganhou destaque por suas pesquisas acerca da construção de impressões – tendo conseguido, ao longo das pesquisas, comprovar que a informação apresentada em primeiro lugar exerce influência mais significativa na avaliação de alguém do que os dados recebidos posteriormente.

É evidente que isso não só funciona para opiniões de pessoas, mas também para entidades e empresas. Por isso, a pior coisa que uma marca, principalmente as de pequeno porte, pode realizar, é causar uma má primeira impressão em um lead. Nesse sentido, tentar se apresentar da melhor forma possível é um “must do” dentro da área de empreendimento e branding, principalmente dentro de redes sociais, onde, rapidamente, o contato com o consumidor pode ser unilateralmente bloqueado por ele.

Dentro das redes sociais, os vídeos têm cada vez mais ganhado o spotlight dos algoritmos e de seus criadores, com a intenção de manter o usuário dentro da plataforma onde ele se encontra. Segundo um estudo da Vidico, como prova disso, os Reels atingem, em média, 30,81% de alcance – o dobro dos demais formatos de conteúdo, ressaltando como esses formatos estão sendo cada vez mais consumidos e, nisso, entra a oportunidade de surpreender e causar admiração em seu público-alvo através de um primeiro contato com uma produção audiovisual de alta qualidade.

É evidente a extrema relevância do primeiro contato com as pessoas, principalmente pelas marcas que buscam crescimento. E, com o crescimento dessas ferramentas de criação de vídeos realísticos através de inputs realizados pelo usuário, há uma chance ainda maior de cativar e aumentar o engajamento orgânico que sua marca tem com seus consumidores, criando uma conjuntura extremamente favorável para que a IA comece a ser aplicada para a criação de conteúdos inusitados e que não poderiam ser captados/concebidos de maneira comum por empresas que não possuem muitos recursos para serem investidos na área.

Campanhas mais criativas, interessantes, curiosas e que transparecem a ideia de uma megaprodução estão nas palmas das mãos dos profissionais e setor de marketing de startups e empresas que estão começando a caminhar agora, podendo desenvolver criações que gerem uma ótima imagem da empresa nos olhos do público, favorecendo, diretamente, em seu branding e, por consequência, em seu reconhecimento e destaque no mercado.

Produtos digitais ganham status de ativos estratégicos e impulsionam receitas recorrentes no Brasil

Os produtos digitais passaram a ocupar um lugar de destaque na nova economia brasileira. De e-books e cursos online a mentorias e plataformas com tecnologia embarcada, esses ativos intangíveis deixaram de ser apenas canais de renda pontuais para se tornarem bens com valor escalável, capacidade de monetização contínua e, sobretudo, potencial de negociação em aquisições e fusões corporativas.

Segundo Thiago Finch, fundador da Holding Bilhon, referência no mercado de lançamentos digitais, “os produtos digitais não são mais simples conteúdos”. São ativos com fluxo de caixa previsível, margem alta e grande capacidade de valorização. Por isso, já são tratados como patrimônio vendável em acordos estratégicos entre empresas “, diz. 

Ele explica que a nova geração de infoprodutos não depende de exposição constante nem de lançamentos barulhentos para gerar receita. “Hoje, é possível faturar com previsibilidade, mesmo nos bastidores”, afirma.

Dados da Grand View Research projetam um crescimento médio anual de 12,8% no mercado global de automação de marketing até 2030. Esse avanço reforça a relevância de modelos que integram tecnologia, personalização e escalabilidade que são características centrais dos produtos digitais modernos. No Brasil, plataformas como a Clickmax, criada por Finch, permitem estruturar toda a jornada de vendas em um único ambiente, desde a aquisição do lead até o pós-venda automatizado.

O segredo para transformar um produto digital em ativo duradouro está na construção de um ecossistema. Isso inclui não apenas o produto em si, mas também os canais de aquisição, os fluxos de automação, as estratégias de engajamento e o posicionamento da marca. “Um funil bem desenhado, com personalização baseada em comportamento do usuário, torna o produto digital um organismo vivo, que se adapta e continua gerando receita mesmo sem lançamentos frequentes”, explica Finch;

Um levantamento da McKinsey aponta que 71% dos consumidores esperam interações personalizadas e se frustram com comunicações genéricas, dado que justifica o uso de inteligência artificial e análise de dados como fundamentos para a criação de experiências digitais mais rentáveis.

Além da escalabilidade, os infoprodutos passaram a integrar negociações corporativas de alto impacto. A Holding Bilhon, grupo de empresas liderado por Finch, já utiliza produtos digitais como parte de seu “valuation” em acordos com investidores e parceiros estratégicos. “Um curso online com alta taxa de conversão, prova social consolidada e estrutura automatizada pode valer tanto quanto uma loja física. Ele gera fluxo de caixa, tem audiência proprietária e pode ser replicado globalmente. Isso atrai fundos e empresas em busca de ativos rentáveis e líquidos”, afirma Finch.

Essa visão tem se refletido também em aquisições de plataformas digitais por empresas de tecnologia e educação. A lógica é simples, quanto mais consolidado e previsível o desempenho do produto digital, maior seu valor de mercado. A valorização dos produtos digitais também está diretamente ligada à construção de marca e reputação online. 

Para Finch, a percepção de valor do cliente é um dos fatores mais determinantes na conversão e na longevidade do negócio. “No digital, confiança é o maior ativo. E ela se constrói com consistência, presença e entrega. Um bom produto digital não é só conteúdo, é marca, experiência e relacionamento”, revela.

Ainda de acordo com a McKinsey, empresas que investem em transparência e personalização podem aumentar suas receitas em até 15%, reforçando a tese de que branding e performance são hoje indissociáveis.

A transformação dos produtos digitais em ativos estratégicos marca uma nova fase da economia criativa. Eles não apenas geram renda e autoridade, como podem ser vendidos, transferidos ou integrados a estruturas empresariais maiores. E mais do que nunca, os criadores passaram a ser também gestores de patrimônio digital.

E esse movimento é irreversível. “A era dos lançamentos barulhentos está cedendo espaço à construção silenciosa de valor. Quem entende isso, constrói ativos que trabalham por anos, mesmo quando o criador já não está mais à frente das câmeras”, conclui Finch.