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Último dia de Prime Day: como conseguir os melhores descontos no maior evento anual da Amazon

Hoje acontece o último dia do Prime Day da Amazon, um dos eventos de compras mais aguardados do ano. A ação, que reúne grandes descontos em diversas categorias, ganhou força nos últimos anos e já se tornou uma data expressiva para o varejo global. Em 2024, o evento movimentou mais de US$ 14 bilhões em vendas, um crescimento de 11% em relação ao ano anterior. No Brasil, a quinta edição da campanha impulsionou um aumento de 71% no tráfego da Amazon, em comparação com os seis dias anteriores ao evento.

Para os consumidores aproveitarem melhor o evento, o Cuponation – maior plataforma agregadora de cupons de desconto do Brasil – reuniu as principais ofertas disponíveis na plataforma durante o período. Confira:

Destaques do Amazon Prime Day 2025 no Cuponation:

  • Até 40% de desconto em produtos exclusivos da Amazon, com frete grátis no Prime e sem valor mínimo;
  • Cupons de até 25% de desconto em milhares de produtos direto da Amazon;
  • Até R$ 350 de desconto em dispositivos Amazon como Echo Dot, Fire Stick e Kindle;
  • Echo Pop (última geração) com até 29% de desconto;
  • Echo Show 8 (última geração) com até 29% de desconto;
  • Até 46% OFF em móveis;
  • Até 70% OFF em livros selecionados;
  • Até 54% OFF em itens gamers;
  • Até 80% OFF em utensílios de cozinha;
  • Até 70% OFF em brinquedos e jogos;
  • Até 80% OFF em produtos de beleza.

Todos os cupons disponíveis no Cuponation são testados e atualizados em tempo real, garantindo que funcionem e tragam economia para o consumidor.

“O Prime Day é uma das datas mais relevantes para o varejo online brasileiro e nosso papel é ajudar o consumidor a aproveitar ao máximo esse momento encontrando os melhores descontos. Reunimos as melhores ofertas em um só lugar, com cupons válidos e atualizados em tempo real, para que o consumidor consiga economizar de forma inteligente e prática”, comenta Maria Fernanda Antunes Junqueira, cofundadora e Managing Director do Cuponation na América Latina.

A plataforma agrega cupons ativos e atualizados diariamente para mais de 700 marcas, conectando consumidores a ofertas reais e facilitando a economia durante eventos sazonais como o Prime Day. Com navegação intuitiva e categorias segmentadas, o Cuponation se posiciona como um aliado estratégico para quem quer comprar com inteligência e praticidade.

4 estratégias de assinaturas que dobram a renovação e aumentam faturamento anual em até 40%

Negócios que adotaram o modelo de assinaturas com estratégias bem definidas de recorrência conseguiram dobrar a taxa de renovação de clientes e aumentar em até 40% o faturamento médio anual, segundo análise da Betalabs Tecnologia. O levantamento envolveu mais de mil empresas de diferentes setores que utilizam a plataforma da companhia para vendas recorrentes.

Para Luan Gabellini, cofundador da Betalabs e especialista em vendas recorrentes, a assinatura é um modelo capaz de transformar a relação entre marca e consumidor. “Mais do que vender todo mês, trata-se de oferecer conveniência, segurança e senso de pertencimento. As empresas que investem em relacionamento contínuo e experiências exclusivas retêm clientes por muito mais tempo”, afirma.

Confira as 4 estratégias essenciais para vender todos os meses sem depender de promoções constantes:

1. Transformar produto ou serviço em plano
Não dá para vender recorrência se o cliente não entende o que está assinando. O primeiro passo é criar planos claros, seja de entrega mensal de produtos, acesso a um serviço ou benefícios exclusivos. Precisa parecer uma assinatura real, não só uma venda parcelada.

2. Oferecer plano anual com parcelamento
Essa é uma virada de chave: quando o cliente fecha um plano anual parcelado em 12x, o negócio conquista previsibilidade de receita e o cliente fica mais engajado. Isso reduz a taxa de cancelamento e aumenta o LTV sem necessidade de descontos agressivos.

3. Criar senso de comunidade ou pertencimento
Assinatura vai além da entrega. Quando o cliente sente que faz parte de algo maior — como um clube exclusivo, acesso antecipado, brindes ou conteúdos VIP, ele valoriza mais o que está pagando e continua pagando.

4. Usar tecnologia para manter o relacionamento vivo
Não adianta assinar e sumir. As marcas com maior retenção são aquelas que utilizam régua de relacionamento, notificações personalizadas e fazem o cliente lembrar constantemente que está recebendo valor pelo que paga.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o mercado de clubes de assinatura no Brasil cresceu 32% em 2023, refletindo mudanças no comportamento de consumo e a busca por mais conveniência e personalização. Para apoiar empresas que desejam aproveitar essa tendência de forma sustentável, a Betalabs desenvolveu um guia gratuito com as principais estratégias adotadas por negócios recorrentes.

O conteúdo, baseado em dados reais de mais de mil empresas, está disponível no blog e no Instagram da companhia. “Criamos esse material para mostrar que vender por assinatura não é apenas uma tendência, mas um modelo sólido que exige estratégia, relacionamento e visão de longo prazo”, afirma Gabellini.

Nova IA brasileira promete cortar 15% do gasto de energia no varejo

Às vezes, o desperdício de energia acontece sem que ninguém perceba. Uma porta de Câmara fria que ficou entreaberta, um ar-condicionado que continua funcionando mesmo quando todo mundo já deixou o trabalho, uma luz acesa onde não precisava estar ou um simples setpoint errado em um controlador. Pode parecer pouco, mas, quando falamos de supermercados e grandes varejistas, esses “pequenos deslizes” se transformam em milhões de reais perdidos todos os anos. Além do custo com energia, esses hábitos reduzem a vida útil dos equipamentos, que acabam trabalhando mais do que deveriam — o que significa mais manutenção, mais trocas e mais prejuízo.

Nesse contexto, o NEO Estech, plataforma de inteligência de dados aplicada à gestão e monitoramento de equipamentos, anuncia o lançamento do NEO Lume, uma inteligência artificial própria para análise de dados e suporte técnico, que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana. Na prática, a tecnologia realiza de forma automatizada o monitoramento de refrigeração, ar-condicionado, consumos de energia e água, gerador de energia e sistemas anti-incêndio, agindo de forma preditiva e proativa.

Entre outras ações, a IA será capaz de interpretar os dados dos sensores monitorados, facilitando a tomada de decisão. Enquanto o NEO Estech monitora automaticamente os equipamentos e abre chamados em caso de anomalias, o NEO Lume permite que o usuário interaja diretamente com essas informações por meio de linguagem natural. Será possível, por exemplo, perguntar: “Quais equipamentos possuem chamados abertos há mais de três dias?”“Quais os equipamentos passam mais tempo com a porta aberta?”, reportar bugs ou ainda solicitar alterações em escalas e configurações do sistema durante a conversa. A IA entende o contexto, identifica a instalação de origem e torna a interpretação dos dados muito mais acessível e prática.

Segundo o CEO do NEO Estech, Sami Diba, a tecnologia é resultado direto de mais de cinco anos de operação e obtenção de dados, também coletados com tecnologia própria. A empresa já atua em grandes redes como Carrefour, Atacadão, Savegnago, Tauste e Confiança. Esse histórico permitiu o desenvolvimento de um modelo treinado com base em casos reais, documentos técnicos, manuais e milhares de interações humanas acumuladas ao longo do tempo.

“A gente sabe que o varejo opera no detalhe — e, muitas vezes, são justamente esses detalhes que passam despercebidos. Foi com base neles que criamos o Lume. Ele entende o contexto, aprende com o dia a dia e devolve inteligência prática para o cliente. Se antecipa aos problemas, evita desperdícios e contribui diretamente com a saúde financeira do negócio. Criar o Lume foi uma decisão estratégica: não apenas pelo ganho em eficiência, mas porque escalar atendimento técnico de qualidade, com essa abrangência, seria impossível apenas com pessoas”, afirma Sami Diba, CEO do NEO Estech.

A IA poderá atender em cinco idiomas — português, inglês, espanhol, francês e italiano — assim como as demais soluções da empresa. De acordo com o CEO, o objetivo é auxiliar na estratégia de internacionalização da startup, que já está presente em seis países.

3 dicas para impulsionar downloads de apps e cortar custos de aquisição

Em um cenário dominado por milhares de novos apps lançados diariamente, a diferenciação pode estar nos detalhes. Segundo Leandro Scalise, CEO da RankMyApp, plataforma referência em inteligência de dados e otimização de aplicativos, ajustes diários e estratégicos, baseados em dados, são capazes de elevar a visibilidade nas lojas e ampliar significativamente o número de downloads orgânicos, ao mesmo tempo em que reduzem os investimentos em mídia paga.

Para Scalise, a chave está na consistência e na atenção aos detalhes: “Quando falamos em otimização de apps, não se trata apenas de grandes atualizações ou reformulações completas. Ajustes diários, baseados em dados, garantem que o app continue relevante e atraente para os usuários”, explica.

Confira três dicas práticas que podem gerar resultados expressivos:

1. Ajuste palavras-chave com frequência
As palavras-chave utilizadas no título, na descrição e nos campos estratégicos de um app devem ser constantemente monitoradas. Pequenas alterações, baseadas no volume de buscas, concorrência e tendências do público, podem melhorar o posicionamento orgânico e aumentar a taxa de descoberta na loja.

2. Atualize descrições e criativos de forma estratégica
Telas de apresentação, ícones, vídeos de demonstração e descrições precisam refletir o que há de mais atual no app e também dialogar com os feedbacks dos usuários. Além de transmitir profissionalismo, essas atualizações contribuem para a melhora do ranking, já que os algoritmos valorizam apps atualizados regularmente.

3. Monitore métricas de comportamento dentro do app
A taxa de retenção, o tempo médio de uso e a jornada dos usuários oferecem pistas importantes sobre pontos de melhoria. Com base nesses dados, é possível priorizar correções, implementar funcionalidades mais atrativas e planejar atualizações que aumentem o engajamento e as conversões.

Scalise destaca que, além de aumentar a visibilidade, essas otimizações diárias ajudam a reduzir o custo de aquisição de usuários. “Ao melhorar o posicionamento orgânico, o app passa a receber mais tráfego qualificado, o que diminui a necessidade de investimentos altos em mídia paga para alcançar novos downloads”, afirma. “Em um cenário de milhares de novos aplicativos lançados diariamente, investir em ações contínuas de otimização pode ser o diferencial para o crescimento sustentável no mercado”. 

Como a IA está redefinindo a jornada de compra B2B

A inteligência artificial não é só uma tendência no universo B2B, é uma realidade que está revolucionando toda a jornada de compra entre empresas. Desde a prospecção automatizada até o fechamento mais preciso de contratos, a IA tem potencializado resultados, reduzido ciclos de venda e redefinido o papel dos profissionais de marketing e vendas.

Para Hélio Azevedo, mentor do Sales Clube, maior comunidade de vendas do Brasil, a inteligência artificial está encurtando distâncias e ampliando o nível de personalização das interações entre empresas. “A IA está permitindo previsibilidade e eficiência nunca antes visto no mercado B2B. O que antes dependia de intuição e processos manuais, hoje pode ser automatizado, testado e otimizado em tempo real”, afirma.

Segundo o executivo, ferramentas de IA generativa estão sendo utilizadas para criar conteúdos personalizados em larga escala, enquanto algoritmos de machine learning ajudam a prever comportamentos de compra com mais precisão. “Hoje conseguimos entender o momento de compra com base em sinais digitais que seriam imperceptíveis sem a IA. Isso muda completamente a forma como abordamos nossos potenciais clientes.”

Outro ponto destacado por Azevedo é o impacto na construção de confiança durante a jornada. “Com dados bem estruturados e automações inteligentes, conseguimos criar jornadas mais fluidas e relevantes, com menos atrito. Isso gera confiança mais rapidamente, que é um fator crucial no B2B.”

Entre os principais impactos da IA na jornada B2B, estão:

  • Geração de leads mais qualificados, com base em análise de dados comportamentais;
  • Conteúdo hiper personalizado, criado em tempo real para diferentes perfis de decisores;
  • Automação de follow-ups, com interações mais precisas e contextualizadas;
  • Predição de churn e oportunidades, apoiando estratégias de pós-venda e expansão.

Helio reforça que, embora a IA seja uma aliada poderosa, ela não substitui o fator humano. “A tecnologia é um meio, não o fim. As empresas que combinarem o uso inteligente de IA com um time bem treinado, focado em escuta ativa e geração de valor, estarão na frente.”

Para ele, o futuro das vendas B2B já começou e passa por quem souber usar os dados, a tecnologia e a inteligência de forma integrada e estratégica.

Fora da Faria Lima, Clubes de Networking se expandem para a América Latina

Com 99% das empresas brasileiras classificadas como pequenas e médias, e 78% dos seus líderes apontando o networking como principal fonte de novos negócios, um movimento crescente vem transformando a forma como os empresários acessam conhecimento, conexões e oportunidades: a ascensão dos clubes de networking fora dos grandes centros financeiros.  Em um país continental como o Brasil, a maioria dos empreendedores não está na Faria Lima, e nem tem acesso fácil ao mesmo tipo de capital, formação ou visibilidade. Mas isso não significa que não estejam prontos para escalar. Pelo contrário, eles querem o que antes era privilégio de poucos: educação prática, visibilidade e rede de alto nível.  Essa busca por crescimento e qualificação tem sido observada com mais força em cidades médias e polos regionais, que concentram milhares de empresas em ascensão e alto potencial de escala. 

No Brasil, 41,7% dos empresários apontam o investimento em educação como a melhor estratégia para enfrentar períodos de instabilidade e manter a competitividade. Em paralelo, cresce a quantidade de grupos, comunidades e plataformas que oferecem imersões, mentorias e eventos voltados à geração de negócios, combinando relacionamento de alto nível com conteúdo aplicável ao dia a dia das PMEs. Na América Latina, o fenômeno é ainda mais amplo. A região já conta com mais de 100 milhões de pessoas envolvidas com empreendedorismo, e tem registrado uma explosão de eventos empresariais com foco em capacitação e relacionamento. Países como México, Chile, Argentina e Colômbia vêm incorporando o networking como ferramenta de desenvolvimento econômico, muitas vezes associando mentorias, imersões e conteúdos práticos à criação de comunidades empresariais. Em 2024, a América Latina ultrapassou 76 milhões de conexões 5G, acelerando a digitalização dos negócios e a integração entre mercados.

É nesse contexto que o Grupo X se consolidou como um dos principais hubs de educação empresarial do Brasil, com presença internacional e atuação em países como México, Argentina, Uruguai, Chile e Inglaterra.  Com um faturamento de R$ 30 milhões nos últimos 12 meses167 mil negócios impactados e R$ 350 milhões gerados por seus alunos, a proposta é clara: tirar o empreendedor do isolamento regional e colocá-lo no mapa da nova economia. “Networking não é só trocar cartões. É trocar visão, aprender com quem já errou e acertou, e crescer mais rápido junto. “Temos muitos bilionários espalhados pelo país que não têm acesso às conexões. O Brasil não é a Faria Lima”, afirma Jorge Kotz, CEO do Grupo X. Para ele, a força dos clubes de networking revela uma nova elite empreendedora que não nasce do topo, mas da base. São empresários que cresceram nos bastidores, longe dos holofotes de São Paulo ou Brasília, e que agora têm ferramentas reais para escalar. “A força dos clubes de networking revela uma nova elite empreendedora que não nasce do topo, mas da base. E que, agora, tem ferramentas para escalar”.

ADSPLAY anuncia aquisição da Pixel Roads

 A ADSPLAY, hub de mídia que oferece soluções do topo ao fundo do funil, anuncia a aquisição da startup Pixel Roads (que passa a se chamar apenas Pixel), especializada na integração de canais de mídia digital com múltiplos formatos de anúncios em sistema integrado, simples e intuitivo. Com a negociação, a ADSPLAY fortalece seu ecossistema de tecnologia e de performance e prevê um crescimento de 35% ainda este ano.  

Edu Sani, CEO da ADSPLAY, comenta que o principal objetivo da aquisição é complementar o ecossistema de soluções da empresa. “Hoje, atuamos com serviços de mídia programática focados em awareness e branding, além de performance com afiliados. A Pixel, que está em rápido crescimento (de 2023 a 2024 cresceu 150%), entra como braço de tecnologia, essencial para ganharmos escala e atendermos um perfil de cliente que busca autonomia e flexibilidade na operação”, destaca. 

A ADSPLAY passa a oferecer aos clientes um portfólio completo de soluções on-line, o que anteriormente era realizado com empresas e ferramentas disponíveis no mercado. “Tínhamos o desejo de fortalecer nossas soluções proprietárias e, com a chegada da Pixel, ganhamos um time experiente de programadores e uma base sólida para desenvolver nossas próprias tecnologias, ampliando nossa autonomia, velocidade de entrega e diferenciação no mercado”, comenta Sani. 

Com a aquisição da Pixel, a ADSPLAY busca oferecer produtos diferenciados que transformem o mercado das agências e dos clientes, além do dia a dia dos profissionais de mídia. Como protagonistas na transformação digital de mídia, ADSPLAY se posiciona como um hub de tecnologia e performance para marcas e agências que buscam mais inteligência, autonomia e escala em suas campanhas.

Para Sani, parceiros e clientes só têm a ganhar com essa aquisição. “Essa movimentação permite ampliar nosso portfólio de serviços e entregar mais valor aos clientes, seja por meio de produtos white label, ferramentas de automação, novos modelos de mensuração ou análises preditivas”. E acrescenta: “Também vamos acelerar o time-to-market de soluções que estavam em fase piloto e agora ganham mais robustez técnica”. 

Bruno Oliveira, ex-CEO da Pixel Roads, assume como COO (Chief Operating Officer) da ADSPLAY, e comenta que o objetivo é seguir em movimento, com coragem para inovar e com talento para construir. “Será mais do que uma integração de empresas, pois é uma soma de visões, de pessoas e de propósito”, finaliza. Leandro Navatta, cofundador da Pixel, assume como CTO (Chief Technology Officer) na ADSPLAY. 

A ADSPLAY passa a ter 80 colaboradores, somando os profissionais de ambas as empresas.

Você sabe o que é split payment e quando ele vai valer pra sua empresa?

O instrumento do “split payment” (pagamento fracionado) previsto para 2027, para combater sonegação e garantir arrecadação mais eficiente, é um dos pilares da reforma tributária, regulamentada neste ano. Esse mecanismo vai impactar diretamente o fluxo de caixa das empresas, o que exige, desde já, preparação para lidar com a nova realidade.

De forma simplificada, o “split payment” é um sistema em que os tributos são segregados no momento do pagamento, indo diretamente para os cofres públicos sem passar pela conta da empresa. Significa o fim de atrasos no recolhimento e da complexidade das guias de impostos. “É um sonho para o governo e um pesadelo logístico para quem gerencia o fluxo de caixa”, afirma o tributarista Lucas Ribeiro, fundador e CEO da ROIT, empresa líder em soluções para a Reforma Tributária.

Na avaliação de Ribeiro, o “split payment” coloca o Fisco “na posição de coproprietário do caixa das empresas”. Ele compara a mudança representada pelo novo instrumento com a provocada quando do surgimento do “Sped” (Sistema Público de Escrituração Digital). “É uma mudança tão drástica quanto aquela. A diferença é que agora o impacto é direto e diário.”

Os impactos no fluxo de caixa

De acordo com Ribeiro, as empresas que já enfrentam desafios para equilibrar entradas e saídas o “split payment” pode acender um sinal de alerta. A segregação automática dos impostos reduz o valor líquido que fica disponível na conta da empresa. E isso não é apenas uma mudança técnica – é uma mudança estratégica.

“Imagine que, antes, o imposto ficava ‘estacionado’ no caixa por algumas semanas até o vencimento da guia. Agora, ele será deduzido instantaneamente. Resultado? Menos capital de giro e maior dependência de crédito”, detalha Ribeiro.

Uma pergunta crucial: como sobreviver?

Empresas que já trabalham com margens apertadas precisam repensar estratégias agora, recomenda o tributarista. Renegociação de prazos com fornecedores, aumento da eficiência operacional e otimização de custos serão indispensáveis para enfrentar essa nova realidade. Além disso, o uso de tecnologias avançadas para gestão financeira e tributária se tornará obrigatório.

Se a empresa não dominar os dados da sua operação, o ‘split payment’ pode se transformar em um fardo insustentável. Ferramentas de Invoice-To-Pay e simuladores de fluxo de caixa integrados com o ‘split’ são soluções que ajudarão as empresas a enxergar o futuro antes que ele vire problema”, orienta Lucas Ribeiro.

Benefícios e desafios

Embora a promessa de acabar com a sonegação fiscal seja atraente – e positiva para o equilíbrio econômico do país -, os desafios não podem ser ignorados. Ribeiro lista alguns deles:

Benefícios

  • Redução da sonegação fiscal e da concorrência desleal.
  • Simplificação do recolhimento de tributos.
  • Maior previsibilidade tributária para governos e empresas.

Desafios

  • Redução da liquidez imediata.
  • Dependência de sistemas robustos para gestão em tempo real.
  • Necessidade de maior capital de giro para empresas com alto volume de tributos.
  • Conciliação complexa entre as operações na competência versus caixa.

Se o “split payment’ é inevitável, a preparação será o grande divisor de águas. As empresas que dominarem os números, ajustarem seus processos e investirem em tecnologia avançada sairão na frente, ressalta o CEO da ROIT. “Na guerra de gestão que está por vir, quem tiver os dados nas mãos ditará as regras do jogo. O “split payment” não é o fim, mas o começo de uma nova era na gestão empresarial.”

Ribeiro acrescenta: “Então, a pergunta final permanece: sua empresa terá caixa para o “split payment” ou ficará refém de empréstimos e juros? A hora de agir é agora. Quem espera pela tempestade não se prepara para navegar.”

Expansão do Retail Media e Trade Marketing impulsiona contratações no Brasil

O mercado de Trade Marketing e Retail Media vive um momento de expansão e profissionalização no Brasil. Dados do eMarketer apontam que os investimentos em retail media devem crescer 36% em 2025 na comparação com 2024, e alcançar um salto de 165% até 2028. Nesse mesmo período, o Brasil concentrará 40% do valor previsto para a América Latina, reforçando o potencial desse canal para aproximar marcas e consumidores de forma mais estratégica e personalizada.

Essa tendência marca a evolução do trade marketing, que deixa de ser apenas operacional para se tornar cada vez mais analítico e tecnológico, amparado por dados e roteirização inteligente. Varejistas e indústrias percebem o ponto de venda como um meio poderoso para engajar o shopper e potencializar vendas, integrando trade, mídia e dados num ciclo virtuoso.

É nesse cenário que a Gi Group Holding, multinacional italiana de soluções em recursos humanos, reforça seu papel estratégico por meio da C2C – Close to Consumer, divisão especializada na terceirização da força de vendas para empresas B2B e B2C. Alinhada a essa mudança no mercado, a C2C registrou um crescimento de 108% nas contratações para o trade marketing entre 2023 e 2024 — passando de 2.229 para 4.640 colaboradores alocados no setor.

Esse crescimento reflete a expertise da C2C em identificar, profissionalizar e administrar equipes que atuam em marketing, trade marketing e vendas — incluindo consultores, repositores, promotores, supervisores, coordenadores e analistas operacionais. Por trás dessas iniciativas, a Gi Group Holding prioriza a capacitação e o engajamento dessas equipes, entendendo o capital humano como o motor indispensável para que cada ponto de venda gere resultados tangíveis e fortaleça a conexão entre marca e shopper.

“Investimos em tecnologia e pessoas para oferecer uma entrega mais estratégica e integrada aos nossos clientes. Nosso objetivo é ajudar empresas a atuarem com mais assertividade, personalizando campanhas e engajando equipes que entendem o comportamento do shopper”, afirma Priscila Thiemi Yamashita Ramos, nova Head comercial da C2C.

No primeiro semestre de 2025, mais de 2 mil profissionais da área foram contratados, e a estimativa é que mais de 5 mil vagas sejam abertas no segundo semestre.

Assim, a Gi Group Holding segue ampliando sua presença e desenvolvendo novos modelos operacionais para tornar o trade marketing mais humano, eficiente e conectado às reais demandas do mercado.

Do feed à compra: o crescimento do Social Commerce na venda de moda online em 2025

O caminho entre visualizar um post no Instagram e concluir uma compra nunca foi tão curto. Em 2025, de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o comércio eletrônico brasileiro deve crescer 10% e atingir um faturamento de R$ 224,7 bilhões, impulsionado por um fenômeno em plena ascensão: o social commerce, ou comércio pelas redes sociais. A tendência está redefinindo a maneira como lojas virtuais se relacionam com seus consumidores, de pequenos empreendedores a grandes marcas.

De acordo com dados da Hootsuite, 58% dos consumidores brasileiros já consideram fazer compras diretamente nas redes sociais neste ano. Esse movimento tem transformado o Instagram, o TikTok e até o WhatsApp em canais completos de descoberta, interação e conversão, especialmente em setores como moda, beleza, alimentação, artigos para casa e tecnologia pessoal. A loja virtual deixa de ser um destino isolado e passa a funcionar em sinergia com o ambiente social, como parte de uma jornada de compra mais fluida.

Do post ao pedido em poucos toques

A jornada tradicional, que começava com uma busca no Google e terminava em um checkout de e-commerce, agora começa cada vez mais com um post sugerido, uma live, um link em bio ou um story patrocinado. A combinação entre conteúdo visual, engajamento social e facilidade de compra tem tornado as redes sociais uma extensão natural da loja virtual.

Essa integração vem sendo potencializada por recursos como catálogos de produtos no Instagram Shopping, vitrines interativas no TikTok, bots de atendimento no WhatsApp e links diretos para pagamento em plataformas como Mercado Pago e Pix. Marcas que entendem essa dinâmica conseguem converter usuários ainda na fase de descoberta, aproveitando o impulso de decisão e reduzindo etapas da jornada de compra.

A loja virtual no centro da operação

Mesmo com a ascensão do social commerce, a loja virtual permanece como núcleo da operação de vendas. É nela que ficam centralizadas informações de estoque, controle de pedidos, processamento de pagamentos e gestão de clientes. As redes sociais funcionam como portas de entrada dinâmicas, mas é a loja virtual que sustenta a escalabilidade e a credibilidade do negócio.

Por isso, o investimento em integrações se tornou indispensável. Plataformas de e-commerce modernas permitem sincronizar produtos com catálogos sociais, automatizar pedidos que chegam por redes e manter o cliente atualizado sobre entregas — tudo sem sair do ecossistema digital. A fluidez entre canais é o que diferencia negócios competitivos dos que ainda operam de forma fragmentada.

Vídeos, lives e creators: novos motores de vendas

Com o social commerce, o conteúdo passou a desempenhar papel direto na conversão. Vídeos demonstrativos, transmissões ao vivo com promoções e parcerias com influenciadores se tornaram gatilhos de venda altamente eficazes, especialmente em segmentos como cosméticos, gadgets, alimentos artesanais, artigos esportivos e decoração.

A apresentação de um produto em tempo real — seja por um vendedor, creator ou representante da marca — cria um senso de urgência e confiança que acelera o fechamento da compra. Muitas lojas virtuais têm investido em lives de lançamento e conteúdos colaborativos como parte estratégica de seus calendários de vendas.

Personalização e agilidade como trunfos

Com dados comportamentais extraídos das próprias redes, as marcas conseguem personalizar a experiência do cliente de forma mais precisa. Isso se traduz em anúncios segmentados, recomendações personalizadas na loja virtual e comunicações mais assertivas. Ferramentas de IA também auxiliam na automação de mensagens, funis de vendas e ajustes em tempo real no estoque ou no catálogo.

A agilidade é outro diferencial decisivo. Marcas que conseguem adaptar rapidamente suas campanhas, responder aos comentários e ajustar preços conforme a demanda são as que melhor aproveitam o ritmo acelerado do social commerce.

O que esperar do e-commerce em 2025

Com o crescimento de dois dígitos no horizonte e o comportamento digital cada vez mais voltado à conveniência, o comércio online tende a se tornar mais híbrido e multimodal. Lojas virtuais que se integram de forma natural às redes sociais tendem a colher os melhores resultados, independentemente do segmento em que atuam.

Para o consumidor, a promessa é de uma experiência de compra mais integrada, rápida e adaptada aos seus hábitos. Para os empreendedores, o desafio será dominar ferramentas, dados e estratégias que unam branding, conteúdo e conversão — tudo isso em uma vitrine que cabe na palma da mão.