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Agentic Commerce: por que o varejo deve se preparar para essa tendência?

O varejo sempre foi uma indústria de etapas. Do momento em que um consumidor sente uma necessidade até o clique final no botão “comprar”, existe uma jornada repleta de filtros, comparações de preço, dúvidas sobre frete e, muitas vezes, desistências causadas por fricções desnecessárias. Quanto a isso, a NRF 2026 deixou um recado: descoberta, transação e relacionamento estão virando processos mediados por Agentic Commerce. 

O conceito trata-se da evolução da jornada de compras no e-commerce mediada pela Inteligência Artificial. Isso significa que, atualmente, a tecnologia sai do papel de uma simples assistente que responde e passa a ser a agente que executa. Durante o encontro em Nova York, essa tendência foi descrita como uma mudança da compra que era, até então, guiada por filtros, para interações orientadas por intenção, tendo o agente de IA como auxiliador direto. 

E, quanto a isso, o Agentic Commerce traz uma grande provocação: como a marca irá se posicionar quando o cliente não for um humano navegando por um layout atrativo, mas um algoritmo buscando dados estruturados? 

Para o varejista, o desafio deixa de ser puramente estético e passa a ser, mais do que nunca, operacional e de dados. Se o catálogo de produtos tem atributos inconsistentes, o agente de IA simplesmente ignorará aquela opção. Ou seja, no mundo agêntico, a “verdade do dado” é a única moeda de troca. 

Entretanto, mesmo sendo esta a próxima grande revolução para o varejo digital, o mercado ainda não trata essa autonomia total como consenso. Há, naturalmente, uma resistência cultural, marcada pelo fato de que muitos gestores temem perder o controle sobre a jornada da marca ou o contato direto com o consumidor. 

Contudo, é preciso enfatizar que o foco do setor deve ser a redução da fricção. O consumidor moderno está exausto de microdecisões. Sendo assim, delegar compras recorrentes ou a busca por itens específicos para um agente de IA não é perder o cliente, mas ganhar a sua lealdade pela conveniência. 

Para que isso funcione, as etapas devem atender a um cronograma rigoroso. Afinal, não há como implementar o Agentic Commerce sobre uma base de dados desorganizada. Deste modo, é necessário que o sistema de gestão esteja integrado com as regras de negócio e com informações de estoque em tempo real, bem como as demais áreas como, por exemplo, contas a pagar e receber, precisam conversar entre si sem ruídos. 

Embora falar sobre uma tendência tenha um tom futurístico, o Agentic Commerce não se trata de previsão, mas de uma realidade. Na NRF 2026, o Google apresentou o Universal Commerce Protocol (UCP) como um padrão aberto para viabilizar compras de ponta a ponta a partir de superfícies de IA (como o AI Mode na Busca e o app Gemini). Além disso, a empresa também mostrou o Agent Payments Protocol (AP2), que permite que agentes de IA façam pagamentos seguros pelos usuários. 

A pergunta que fica para os líderes do varejo não é se essa tecnologia será adotada, mas se a infraestrutura atual é capaz de suportar uma transação que acontece em segundos, sem intervenção humana. Hoje, o futuro do e-commerce é menos sobre navegação e mais sobre intenção. Por isso, aqueles que tratarem seus dados com o mesmo zelo que tratam suas vitrines serão os novos líderes desse mercado invisível, mas onipresente. 

Tailan Oliveira é CRO da ALFA. 

Startups: Liderança feminina está presente em 255 empresas no portfólio da Bossa Invest

O avanço do empreendedorismo feminino tem redesenhado o ecossistema global de inovação e de startups. Hoje, as mulheres representam quase metade das pessoas que iniciam novos negócios no mundo, refletindo uma mudança estrutural na dinâmica empresarial. No Brasil, esse movimento também ganha escala. Estima-se que mais de 10 milhões de mulheres estejam à frente de empresas no país, número que cresce de forma consistente ao longo dos últimos anos. No universo das startups, o avanço ainda enfrenta barreiras históricas de acesso a capital, mas já mostra sinais claros de transformação. Empresas fundadas ou cofundadas por mulheres representam cerca de 20% das startups em operação, e o número de rodadas de investimento envolvendo lideranças femininas tem aumentado gradualmente, sobretudo em áreas como tecnologia, saúde, educação e serviços digitais. Ao mesmo tempo, estudos de performance indicam que startups com mulheres no time fundador tendem a apresentar maior eficiência na gestão de capital e crescimento sustentável, fator que tem ampliado o interesse de investidores por negócios liderados por empreendedoras. Esse cenário tem impulsionado redes de investimento, programas de aceleração e comunidades de inovação focadas em ampliar a presença feminina no empreendedorismo de alto impacto.

À medida que mais mulheres assumem posições de liderança na criação de empresas inovadoras, cresce o interesse de investidores por negócios fundados ou liderados por empreendedoras, ampliando a diversidade de ideias, modelos de gestão e soluções tecnológicas no ecossistema de inovação. Esse movimento já pode ser observado em diferentes portfólios de investimento no Brasil. O avanço da presença feminina no empreendedorismo também começa a ganhar espaço dentro do mercado de venture capital. À medida que mais mulheres assumem posições de liderança na criação de empresas inovadoras, cresce o interesse de investidores por negócios fundados ou liderados por empreendedoras, ampliando a diversidade de ideias, modelos de gestão e soluções tecnológicas no ecossistema de inovação. Para Paulo Tomazela, CEO da Bossa Invest, essa mudança já aparece de forma concreta dentro do próprio ecossistema de investimentos. “Hoje temos 255 startups do portfólio da Bossa Invest fundadas ou lideradas por mulheres, o que mostra como o empreendedorismo feminino tem avançado também no universo das startups. Quando ampliamos a diversidade dentro do ecossistema, ampliamos também a capacidade de resolver problemas reais da sociedade. Startups lideradas por mulheres trazem novas perspectivas de gestão, de mercado e de desenvolvimento de produtos. Esse movimento fortalece o ecossistema e cria empresas mais resilientes e inovadoras”, afirma.

crescimento da presença feminina no ecossistema de inovação tem provocado uma mudança gradual na forma como investidores avaliam oportunidades de negócio. Startups fundadas ou lideradas por mulheres vêm ganhando maior visibilidade e demonstrando capacidade de escalar modelos de negócio em diferentes setores. Esse movimento contribui para ampliar a diversidade de soluções no mercado e fortalece um ambiente de inovação mais dinâmico, no qual diferentes perspectivas de gestão e desenvolvimento de produtos passam a ter espaço dentro do universo das startups. “O empreendedorismo feminino tem mostrado uma capacidade consistente de geração de valor. Cada vez mais vemos mulheres criando empresas escaláveis, estruturando modelos de negócio sólidos e resolvendo problemas relevantes da economia real. Essas fundadoras costumam trazer uma visão muito estratégica de gestão, de construção de equipe e de desenvolvimento de produtos. Quando o ecossistema passa a apoiar mais mulheres empreendedoras, ele não apenas amplia a diversidade, mas também fortalece a qualidade das soluções que chegam ao mercado. Investir em fundadoras é investir em inovação, em crescimento sustentável e em um ambiente empresarial mais equilibrado e competitivo”, completa Claudia Rosa, Investidora da Bossa Invest.

No Dia Internacional das Mulheres, NordVPN alerta: 91% das brasileiras já foram alvo de golpes financeiros online 

No Dia Internacional das Mulheres, a NordVPN chama a atenção para um dado alarmante sobre a realidade digital feminina no Brasil: 91% das mulheres já enfrentaram pelo menos uma tentativa de golpe financeiro online nos últimos dois anos. O levantamento revela a dimensão do problema, seus impactos financeiros, emocionais e sociais.  

De acordo com o estudo, cada mulher foi alvo, em média, de 15 tentativas de fraude no período analisado. Dessas, cinco ocorreram diretamente pelo WhatsApp, que se consolidou como a principal porta de entrada para criminosos digitais. O dado ganha ainda mais relevância quando se considera que 21% das brasileiras utilizam o aplicativo por sete horas ou mais por dia.  

Os golpes mais comuns direcionados ao público feminino incluem links para páginas falsas de login, mencionados por 43% das entrevistadas. Em seguida aparecem pedidos falsos de dinheiro, fingindo ser parentes ou amigos (32%), lojas virtuais fraudulentas (32%), mensagens de falsos centros de suporte ou bancos (31%) e falsas ofertas de emprego (30%). Golpes envolvendo boletos e pagamentos via PIX também atingem 26% das mulheres. 

No ambiente específico do WhatsApp, o padrão se repete. Links de login falsos lideram com 22%, seguidos por pedidos de dinheiro enviados por supostos conhecidos, com 20%. A combinação entre alta exposição digital e engenharia social sofisticada cria um cenário de vulnerabilidade constante.  

“Os dados mostram que as mulheres estão cada vez mais expostas a golpes digitais sofisticados, especialmente em plataformas de comunicação amplamente utilizadas no dia a dia. A segurança online deixou de ser apenas uma questão técnica e se tornou um tema essencial de proteção pessoal, privacidade e bem-estar.”, afirma Marijus Briedis, CTO da NordVPN.   

Perder dinheiro e dados  

Os impactos vão além das perdas financeiras e atingem também o bem-estar emocional das vítimas. Cerca de 19% relataram piora no estado psicológico após o incidente. Outras consequências incluem bloqueio ou roubo de contas em redes sociais (11%), perda de dados pessoais (11%) e vazamento de informações privadas, como fotos e mensagens (8%).  

Segundo a pesquisa, 30% das mulheres chegaram a perder dinheiro em decorrência dessas fraudes. Entre as vítimas, 45% tiveram prejuízos de até R$ 250, 26% perderam entre R$ 251 e R$ 750, e outros 26% registraram perdas superiores a R$ 750.  

Apesar da gravidade do cenário, as mulheres demonstram comportamento mais cauteloso do que os homens diante de tentativas de fraude. Enquanto 40% dos homens admitem interagir com golpes, apenas 29% das mulheres afirmam ter respondido a uma abordagem criminosa. Quase metade, 49%, prefere simplesmente ignorar o contato suspeito.  

Após sofrer uma tentativa de golpe, 46% das mulheres informam seu círculo social, 37% publicam alertas nas redes sociais, 32% reportam o caso à plataforma ou ao banco e 20% formalizam denúncia à polícia. A reação coletiva e preventiva mostra uma rede de apoio ativa, mas também evidencia a necessidade de soluções estruturais.  

Embora 61% afirmem se sentir seguras ao usar o WhatsApp, a adoção de ferramentas técnicas de proteção ainda é limitada. Apenas 14% utilizam autenticação multifator e 22% ativam bloqueios de conversa por PIN ou mensagens temporárias. O contraste entre sensação de segurança e práticas efetivas de proteção reforça a importância da educação digital contínua.  

“Os impactos dos golpes digitais não se limitam ao prejuízo financeiro — eles afetam diretamente a confiança, o bem-estar emocional e a sensação de segurança das vítimas. Embora muitas mulheres já adotem comportamentos preventivos, ainda existe uma lacuna importante na utilização de ferramentas técnicas de proteção. Investir em educação digital e incentivar o uso de recursos como autenticação multifator e proteção de dados pessoais são passos essenciais para reduzir riscos e fortalecer a segurança online”, explica Briedis.  

Mulheres e segurança digital  

Para ampliar a compreensão desse cenário, a NordVPN também analisou dados globais do estudo NPT’25 (National Privacy Test). A pontuação média feminina foi de 52%, considerando vida digital cotidiana (47%), conscientização sobre privacidade (47%) e capacidade de lidar com riscos digitais (64%).  

Os dados mostram pontos fortes importantes. 96% das mulheres sabem criar senhas fortes e 94% identificam corretamente ofertas suspeitas de serviços de streaming. Além disso, 92% compreendem quais permissões devem ou não conceder a aplicativos, e 89% entendem como dispositivos podem ser infectados por malware.  

Ainda assim, lacunas técnicas preocupam. Apenas 6% sabem proteger adequadamente a rede Wi-Fi doméstica. Somente 5% compreendem plenamente os riscos de privacidade ao utilizar ferramentas de inteligência artificial no trabalho. Apenas 9% entendem quais metadados são coletados por provedores de internet.  

No total, apenas 5% das participantes foram classificadas como “Cyber Stars”, o nível mais alto de domínio em privacidade digital. A maioria, 59%, está no grupo das “Cyber Adventurers”, enquanto 33% são consideradas “Cyber Tourists”. Esses dados indicam que há consciência, mas ainda falta aprofundamento técnico.

Just Cavalli chega ao Shop2gether e reforça expansão do portfólio de marcas internacionais

Referência em moda premium no Brasil, o Shop2gether segue expandindo sua curadoria internacional e reforça seu posicionamento no mercado com a chegada da Just Cavalli ao portfólio. A novidade marca mais um passo estratégico do e-commerce na ampliação de sua seleção de marcas italianas, reconhecidas pelo design autoral, lifestyle sofisticado e relevância global.

Conhecido por sua excelência em curadoria, o Shop2gether se destaca por selecionar marcas que combinam inovação, identidade e estética contemporânea, conectando o consumidor brasileiro às principais referências da moda internacional. A plataforma vai além do produto, oferecendo uma experiência de moda pautada por conteúdo, narrativa e estilo.

A entrada da Just Cavalli fortalece a presença de grifes italianas de peso no e-commerce, que já reúne nomes icônicos como Versace Jeans Couture, Emporio Armani, Diesel e Etro. O portfólio inicial da marca na plataforma contará com bonés, cuecas, camisetas, jaquetas e uma seleção de tênis, traduzindo o DNA jovem, urbano e contemporâneo da Just Cavalli.

“Integrar a Just Cavalli é um passo estratégico para ampliar nossa curadoria internacional e reforçar o posicionamento do Shop2gether como referência em moda premium e estilo contemporâneo”, afirma Rafael Castello, CCO do Icomm Group

O crescimento consistente desse portfólio reforça a autoridade do Shop2gether na curadoria de marcas que unem tradição e modernidade, traduzindo o espírito do luxo contemporâneo.

Checkout sem senha: Pix com biometria promete menos fricção e mais proteção ao consumidor

O ano de 2026 pode se consolidar como mais uma etapa na evolução do sistema de pagamentos instantâneos no Brasil. Em 2025 o Pix registrou mais de 276 milhões de transações em um único dia e agora empresas apostam na autenticação facial e digital como a nova estratégia para burlar fraudes, diminuir fricções e elevar a confiança do consumidor em um cenário cada vez mais digital.

Ao mesmo tempo que a modalidade trouxe alta adesão e crescimento, com ela também vieram novos desafios: o aumento de golpes envolvendo o meio de pagamento. Nesta semana mesmo, a Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo deflagraram uma mega operação envolvendo fraudes de INSS e clonagem de chaves Pix onde foi determinado o bloqueio de até R$100 milhões em 86 contas bancárias de pessoas e empresas ligadas ao esquema.

Isso é apenas parte do escopo, já que relatórios de mercado apontaram cerca de 28 milhões de golpes envolvendo o PIX em 2025, de acordo com um relatório da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP), o reflete o aumento da sofisticação dos crimes digitais.

É nesse contexto que a biometria pode ganhar protagonismo.

“O Pix por Biometria vai muito além da tentativa de aumento da conversão. Ele entrega uma experiência de pagamento nativa, segura e instantânea, construída sobre a infraestrutura do Open Finance e pensada para eliminar fricções no momento mais decisivo da jornada: o checkout. Ademais, a tecnologia vem para fortalecer a segurança ao adicionar uma camada de autenticação baseada em características únicas do usuário, como a biometria facial ou digital. Diferente de senhas ou códigos enviados por SMS, a biometria é intransferível e reduz o risco de fraudes e de golpes de engenharia social”, afirma João Fraga, CEO da Paag. “Quando o consumidor consegue autenticar uma transação com a própria digital ou reconhecimento facial, reduzimos etapas, diminuímos o abandono de carrinho e elevamos o nível de proteção.”

A biometria, especialmente quando combinada com tecnologias de detecção de prova de vida (liveness detection) e análise comportamental, tem sido apontada como uma das principais barreiras contra fraudes automatizadas e tentativas de engenharia social. Globalmente, pesquisas indicam que o número de usuários de pagamentos biométricos deve ultrapassar 3 bilhões até 2030, demonstrando uma tendência irreversível de adoção.

No Brasil, casos práticos já mostram impacto relevante. A Jeitto, aplicativo de crédito e consumo voltado às classes C e D, em parceria com o Serasa Experian, mostrou um salto significativo em eficiência operacional e inclusão financeira após modernizar a jornada de abertura de contas e concessão de crédito com a solução de Biometria Facial da maior datatech do Brasil. De acordo com os dados divulgados, a taxa de aprovação automática de contas saltou de 76% para 95,7%, representando um ganho de 20 pontos percentuais ao reduzir o tempo de validação e ampliação do acesso ao crédito

“A verdadeira inovação acontece quando segurança e conveniência deixam de ser opostas”, complementa Fraga. “O desafio não é eliminar completamente as fraudes — isso é impossível em qualquer sistema financeiro — mas aumentar o custo para o fraudador sem prejudicar a experiência de quem paga todos os dias.”, revela Giovana Albuquerque, Group Product Manager da Paag.

Especialistas alertam que o cenário de fraude também evolui rapidamente, inclusive com uso de inteligência artificial e tentativas de falsificação biométrica. Por isso, o próprio Banco Central vem implementando atualizações no sistema, como aprimoramentos no Mecanismo Especial de Devolução (MED) e maior integração entre instituições para rastrear valores desviados.

Para Tironi Paz Ortiz, CEO da Imply Tecnologia, empresa especializada na implementação de reconhecimento facial, a tecnologia representa uma mudança estrutural na forma como as transações digitais serão validadas nos próximos anos. “O reconhecimento facial não é apenas uma camada adicional de segurança, mas um novo padrão de autenticação para o sistema financeiro. Quando integrado a tecnologias de prova de vida e inteligência analítica, ele dificulta fraudes sofisticadas, inclusive aquelas impulsionadas por inteligência artificial, e ao mesmo tempo torna a jornada mais fluida. O futuro do Pix e dos meios de pagamento passa por soluções que combinem identidade digital forte, rastreabilidade e experiência sem fricção”, conclui o executivo.

Nesse ambiente dinâmico, o PIX por biometria se posiciona não apenas como inovação incremental, mas como parte de um movimento estrutural que redefine como os brasileiros interagem com dinheiro.

Mastercard e Sicredi fecham parceria para ampliar a transparência e a segurança nas compras digitais com a Ethoca Clarit

A Mastercard anuncia parceria com o Sicredi para oferecer aos seus associados uma experiência digital mais transparente e segura por meio da solução Ethoca Consumer Clarity™, tecnologia que já está presente no Brasil, mas agora passa a ser integrada ao aplicativo do Sicredi.

Com a nova funcionalidade, os associados da instituição financeira cooperativa passam a ter acesso a detalhes completos de suas compras diretamente no aplicativo e na fatura do cartão, como nome reconhecível do estabelecimento cadastrado na solução, data, valor da transação e recibos digitais – disponíveis por até 90 dias. A solução ajuda a reduzir dúvidas sobre lançamentos, minimiza possíveis chargebacks – um mecanismo de proteção que permite aos consumidores contestarem transações por motivos como fraude ou problemas com produtos ou serviços -. e melhora a experiência com os meios de pagamento digitais, ao proporcionar mais transparência às informações.

“A parceria com o Sicredi representa um avanço importante no uso da tecnologia Ethoca Clarity no Brasil. Segundo estudo da Ethoca, a solução já demonstrou uma redução significativa na quantidade de chargebacks abertos por engano, além de aumentar a satisfação do consumidor. Estamos felizes em trabalhar com uma instituição tão relevante para o mercado financeiro brasileiro e contribuir para o aprimoramento contínuo da jornada digital dos associados Sicredi”, afirma Marcio Soares, Vice-Presidente Sênior de Instituições Financeiras da Mastercard Brasil.

Transformação digital com impacto real

O Ethoca Clarity é parte de uma rede global de colaboração que conecta mais de 5.100 emissores e 10.000 varejistas em diversos setores. Ao compartilhar dados enriquecidos das transações, a solução tem se destacado por:

  • Reduzir fraudes e disputas indevidas;
  • Diminuir custos operacionais relacionados a estornos;
  • Aumentar a confiança e a satisfação dos consumidores;
  • Melhorar a eficiência dos canais de atendimento.

“No Sicredi, temos o compromisso de oferecer soluções que tornem a experiência dos nossos associados cada vez mais intuitiva e transparente com a perspectiva de potencializar a educação financeira, essencial para impulsionar o desenvolvimentodas regiões onde estamos presentes. A integração da tecnologia Ethoca Consumer Clarity™ ao nosso aplicativo reforça esse direcionamento, ao permitir que os associados tenham mais clareza sobre suas compras e maior controle sobre seus gastos. Essa parceria com a Mastercard é mais um passo na nossa jornada de inovação e aprimoramento contínuo dos nossos serviços digitais”, ressalta Thiago Rossoni, diretor executivo de Produtos e Serviços do Sicredi.

Benefícios para o consumidor e o ecossistema

  • Mais segurança: menos fraudes e estornos indevidos;
  • Transparência nas compras: informações claras e detalhadas de cada transação;
  • Recibos digitais: acessíveis por até 90 dias;
  • Menos dúvidas e mais confiança: melhora significativa na jornada do cliente digital.

A adoção da solução pelo Sicredi amplia o alcance da tecnologia no Brasil e reforça o compromisso da Mastercard em investir em inovação para tornar os pagamentos digitais mais seguros, simples e confiáveis.

Assaí Atacadista fecha parceria com Mercado Livre e acelera disputa no varejo alimentar online

O varejo alimentar brasileiro, que movimentou mais de R$1 trilhão em 2023 segundo a Associação Brasileira de Supermercados, entra em uma nova fase com a parceria firmada entre Assaí Atacadista e Mercado Livre para vendas online a partir do segundo trimestre. 

A operação terá início no Sudeste, com cerca de 400 itens não perecíveis, como produtos de higiene e limpeza. O Assaí será responsável por abastecer os centros de distribuição, enquanto o marketplace cuidará da armazenagem, separação e entrega ao consumidor final.

O movimento ocorre em meio à expansão consistente do comércio eletrônico. Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico indicam que o e-commerce nacional superou R$185 bilhões em faturamento em 2023. O Mercado Livre, por sua vez, registrou receita líquida superior a US$14 bilhões na América Latina no último ano, consolidando sua posição como principal plataforma da região.

Para Marcelo Marani, fundador e CEO da Donos de Restaurantes, escola de capacitação para empresários do foodservice, a parceria representa uma mudança estrutural no setor. “Quando uma rede do porte do Assaí entra de forma organizada em um marketplace, ela reconhece que o comportamento de compra mudou. O consumidor quer conveniência, preço competitivo e entrega rápida. Isso obriga todo o segmento a rever estratégia e operação”, afirma.

Além da venda ao consumidor final, as mais de 300 lojas do Assaí poderão utilizar o Mercado Livre Negócios para compras de insumos operacionais. Clientes do programa de fidelidade terão direito a cashback nas aquisições realizadas na rede. A integração conecta atacado, varejo e marketplace em um mesmo ecossistema digital.

Pressão sobre o setor supermercadista

A entrada do atacarejo em marketplaces amplia a concorrência com supermercados tradicionais e redes regionais que ainda concentram vendas no modelo físico. Segundo a NielsenIQ, o consumidor brasileiro prioriza formatos que combinem preço e conveniência, o que fortalece tanto o atacarejo quanto as plataformas digitais.

Marani avalia que a transformação exige preparo técnico. “Marketplace não é simplesmente abrir uma conta e esperar vender. É preciso dominar precificação, logística, gestão de estoque e margem. Caso contrário, o custo da plataforma pode comprometer o resultado”, diz.

Para fornecedores, a escala aumenta, mas também cresce a exigência por padronização, prazos e integração tecnológica. Para operadores físicos, a integração entre estoque da loja e centros de distribuição passa a ser decisiva.

O que muda na prática para o consumidor

A mudança mais visível está na rotina de compra. Antes, uma família que buscasse preços mais baixos em itens de higiene e limpeza precisava ir até uma unidade física do atacarejo, muitas vezes adquirindo grandes volumes. Com a parceria, o consumidor poderá acessar o aplicativo do Mercado Livre, incluir no carrinho produtos do Assaí, como arroz, detergente ou papel higiênico, junto com outros itens vendidos na plataforma, e receber tudo em casa.

Isso reduz o deslocamento, amplia a comparação de preços em tempo real e pode gerar cashback. Na prática, o modelo favorece reposições mais frequentes e compras fracionadas, alterando o padrão tradicional de abastecimento mensal.

“O consumidor está cada vez menos disposto a separar onde compra alimentos e onde compra outros produtos. Ele quer resolver tudo em um único ambiente digital, com previsibilidade e rapidez. Quem entender isso sai na frente”, conclui Marani.

A parceria reforça a consolidação dos marketplaces como infraestrutura central do varejo brasileiro e amplia a pressão competitiva sobre todo o segmento alimentar. Para empresas do setor, a digitalização deixa de ser diferencial e passa a ser requisito de permanência no mercado.

Logística reversa: por que ela se tornou fundamental para o varejo?

No primeiro trimestre de 2025, o valor total arrematado em leilões de produtos oriundos da logística reversa cresceu 750% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Kwara, plataforma especializada na gestão e intermediação de ativos. O avanço reflete uma mudança no varejo. As devoluções e estoques fora de linha deixam de ser apenas custo e passam a integrar estratégias de recuperação de valor.

De acordo com a Invesp, cerca de 30% dos produtos comprados online são devolvidos, um índice muito superior ao observado em lojas físicas, onde a taxa é de apenas 8,89%. Esse volume representa não apenas um desafio logístico e financeiro para as empresas, mas também um impacto ambiental relevante. O cenário abre espaço para iniciativas que transformem devoluções em oportunidades de negócio.

Novos destinos para produtos que retornam ao varejo

À medida que o volume de devoluções cresceu, o varejo passou a repensar o destino dos produtos que não retornam ao fluxo tradicional de vendas. Em vez de tratar esses itens como um problema a ser resolvido no fim da operação, empresas começam a incorporá-los a estratégias mais amplas de logística reversa, com foco em eficiência, reaproveitamento e valor ao longo da jornada do produto.

Nesse cenário, soluções como leilões online e plataformas especializadas na revenda de ativos vêm ganhando espaço. Elas permitem que produtos devolvidos, fora de linha ou excedentes encontrem novos compradores de forma organizada e transparente, reduzindo o tempo em estoque e evitando perdas que se acumulam ao longo do tempo. Para o varejista, isso significa mais fluidez operacional; para o mercado, uma extensão do ciclo de vida desses itens.

“O varejo começou a perceber que o retorno não precisa ser um caminho único”, afirma Thiago da Mata. “Existem diferentes destinos possíveis para esses produtos, e a revenda por canais alternativos ajuda a tornar esse processo mais rápido e estruturado.”

Segundo dados da Kwara, o valor total arrematado em leilões de itens oriundos da logística reversa cresceu 750% no primeiro trimestre de 2025, na comparação com o mesmo período de 2024.  

A Casas Bahia, por exemplo, utiliza a plataforma para dar vazão a produtos devolvidos, itens fora de linha e excedentes de estoque, transformando o que seria um passivo em recuperação de valor.

O peso financeiro das devoluções no varejo

O crescimento do comércio eletrônico tornou esse desafio mais visível. Enquanto no varejo físico as trocas costumam ser pontuais, no ambiente digital as taxas de devolução são significativamente maiores. 

Dados mostram que, em alguns segmentos, elas chegam a representar até um quarto das kvendas realizadas, especialmente em períodos como Black Friday e pós-festas. Grandes varejistas como Casas Bahia, por exemplo, precisam lidar com volumes expressivos de devoluções especialmente nesses períodos.

Cada item devolvido exige transporte, conferência, armazenagem e uma decisão rápida sobre seu destino. Quando isso não acontece, o produto perde valor com o tempo e passa a ocupar espaço que poderia estar gerando receita.

“O estoque parado pode passar despercebido no dia a dia da operação, mas ele influencia diretamente a eficiência do negócio”, explica Thiago da Mata. “Enquanto o produto não tem um destino claro, ele ocupa espaço, consome capital e demanda acompanhamento. Quando a empresa consegue decidir mais rápido se aquele item volta ao mercado, é revendido ou redistribuído, o impacto financeiro tende a ser muito menor.”

Logística reversa como parte da economia circular

Esse movimento se conecta de forma direta à agenda de sustentabilidade e economia circular, cada vez mais presente nas decisões do setor. Ao priorizar a redistribuição e a revenda, as empresas reduzem o descarte e ampliam o uso de recursos que já estão em circulação, diminuindo o impacto ambiental associado à produção de novos itens.

“Quando a empresa tem visibilidade sobre o que retorna, ela consegue tomar decisões mais conscientes”, destaca Thiago. “Isso facilita o reaproveitamento, a revenda ou o direcionamento desses produtos para outros mercados, em vez de simplesmente descartá-los.”

Um tema que atravessa operação, marca e experiência

Com o varejo cada vez mais digital e orientado à experiência do consumidor, a logística reversa não se restringe mais a uma questão somente operacional e passa a dialogar com reputação, sustentabilidade e relacionamento com o cliente. A forma como a empresa lida com devoluções, estoques e destinos de produtos passa a refletir seus valores e sua capacidade de adaptação.

“O fluxo inverso passou a fazer parte da experiência como um todo”, conclui Da Mata. “Organizar esse processo é uma maneira de operar melhor e, ao mesmo tempo, criar novas possibilidades e obter lucro a partir de algo que antes era visto apenas como um ponto de atrito.”

O que é logística reversa?

De forma objetiva, logística reversa é o processo que organiza o caminho de volta dos produtos após a venda ou o uso. No varejo, isso envolve desde devoluções feitas por consumidores até estoques fora de linha, itens com pequenas avarias e excedentes que perderam espaço nas prateleiras. Quando esse fluxo não é bem estruturado, o impacto aparece rápido no estoque e no caixa.

“A devolução é um processo natural no varejo. O desafio está em organizar o fluxo seguinte”, diz Thiago da Mata, CEO da Kwara, plataforma especializada na gestão e intermediação de ativos. “Muitas empresas estão justamente nesse momento de estruturar melhor como lidar com o volume de produtos que retorna. Quando esse processo ganha clareza, é possível evitar acúmulos e preservar valor.”

Mercado de logística investe em gestão de risco para traçar rotas seguras contra roubo de cargas

O Brasil registra mais de 10 mil roubos de cargas por ano, de acordo com a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística). Só no primeiro semestre de 2025, as ocorrências cresceram em praticamente 25%. A criminalidade tem exigido das transportadoras trabalharem com gestão de risco, no limite, com o objetivo de traçar rotas mais seguras e adotar outras estratégias para escapar da criminalidade.

Engana-se quem pensa que os ataques acontecem principalmente em locais ermos. Ao contrário. Segundo levantamento da plataforma de logística Nstech, os trechos urbanos de rodovias no país lideram as ocorrências. Quando o recorte dos dados é sobre as unidades da federação, São Paulo, com 35,4% dos prejuízos gerados por roubo de carga; Rio de Janeiro, com 21,9%; e Paraná, com 7,5% são os estados mais problemáticos.

“É justamente nessa região onde se concentra nossa atuação, temos de focar em segurança. Investimos na implementação de um sistema de rastreamento, denominado SSW. Com ele, acompanhamos os detalhes de todas as etapas do processo de transporte”, informa o CEO do DL4 Group, Diogo de Oliveira, transportadora com matriz em Curitiba e que atende fabricantes e distribuidores de alimentos e produtos de limpeza. Aliás, esses itens estão entre os mais cobiçados pelos ladrões, dada a facilidade de revenda. O relatório da Nstech indica que um terço do prejuízo no Brasil com roubo de carga decorre de cargas alimentícias.

Além da tecnologia, inteligência humana. Para percorrer rotas mais seguras, a transportadora aposta na contratação de motoristas locais em perímetros urbanos, como da região metropolitana do Rio de Janeiro. Como moradores das áreas onde as entregas têm de ser feitas, esses profissionais conhecem trechos mais visados, e sabem encontrar trajetos alternativos e ao mesmo tempo seguros, argumenta o CEO.

As rotas são definidas também para escapar do períodos do dia mais arriscados. O mesmo ‘report’ da Nstech indica que, em vias urbanas, horários pela manhã são os preferidos pela criminalidade, para suas investidas contra veículos de carga. A quinta-feira, ainda de acordo com o mesmo estudo, é o dia da semana predileto.

A prioridade da transportadora passa a ser, então, realizar entregas, quando possível, no período da tarde. Uma determinação interna, aparentemente simples, tem-se mostrado eficaz: fixar em 15 minutos o tempo de permanência dos motoristas e veículos nos pontos de descarga. O estacionamento por período curto dá menor margem a investidas criminosas, explica Oliveira.

“Esse conjunto de estratégias, composto pelo mapeamento de regiões de alto risco, pela contratação de motoristas que são da própria região mapeada e meta de 15 minutos para operação de descarga, comprovadamente reduziu o índice de roubo para quase zero nos locais tidos como mais problemáticos – mais precisamente, um índice de 0,03%”, informa o CEO do DL4 Group.

Medidas mais incisivas também não são dispensadas. Por exemplo, a adoção de escolta armada – embora, ressalva Oliveira, isso ocorra em apenas 5% da demanda, e em casos de cargas de alto valor agregado. A transportadora dispõe ainda de uma equipe de call center, para atendimento de motoristas especialmente nos transportes para a região metropolitana do Rio de Janeiro.

Com a expertise adquirida, a DL4 projeta, inclusive, ampliar sua atuação para o interior fluminense. O grupo vive uma fase de crescimento – em 2025 alcançou a marca histórica de R$ 1 milhão de faturamento mensal.

Estudo indica que tutoria com IA pode gerar até dois anos adicionais de aprendizagem

Plataformas de tutoria que incorporam inteligência artificial generativa podem produzir ganhos de aprendizagem equivalentes a até dois anos adicionais de escolaridade convencional quando estruturadas com desenho pedagógico definido e supervisão humana. A conclusão integra análise publicada pela Brookings Institution sobre experimentos conduzidos nos Estados Unidos, Reino Unido e Nigéria.

Um dos estudos citados, conduzido na Nigéria com apoio do Banco Mundial, avaliou o uso de assistentes baseados em grandes modelos de linguagem para apoiar o aprendizado de inglês ao longo de seis semanas. O grupo que utilizou a ferramenta registrou melhora de 0,31 desvio padrão no desempenho geral e 0,23 desvio padrão especificamente em inglês. A análise de custo-efetividade estimou que o impacto equivale a 1,5 a 2 anos adicionais de escolaridade tradicional, com custo aproximado de US$ 48 por aluno no período analisado.

A publicação também reúne evidências de ensaios conduzidos em Harvard e no Reino Unido que indicam ganhos adicionais quando a IA é utilizada em modelo híbrido. Em experimentos supervisionados por tutores humanos, estudantes demonstraram maior capacidade de resolver problemas inéditos e corrigir erros conceituais, com desempenho semelhante ou superior ao de tutoria exclusivamente humana.

Segundo a análise, os resultados mais consistentes ocorrem quando a tecnologia é utilizada com abordagem socrática, geração adaptativa de perguntas e mecanismos de verificação de precisão. A instituição ressalta que a IA, isoladamente, não garante ganhos: o desenho pedagógico e a supervisão docente são apontados como fatores centrais.

O debate ganha relevância em contextos de escassez de professores e da necessidade de ampliar o acesso a apoio individualizado. Modelos híbridos, nos quais sistemas automatizados oferecem suporte estruturado e profissionais acompanham o processo, vêm sendo testados como alternativa para escalar a tutoria com controle pedagógico.

No Brasil, iniciativas que combinam tecnologia e acompanhamento humano vêm ganhando espaço como alternativa para ampliar o acesso a suporte educacional individualizado. A plataforma TutorMundi é um exemplo: oferece monitoria online, plantões de dúvidas e aulas particulares 24 horas, com suporte de tutores humanos para todas as matérias, incluindo inglês. A inteligência artificial da plataforma atua como assistente de estudo, guiando o aluno a encontrar respostas e corrigir redações, mas sempre com a opção de acionar um tutor humano quando necessário. Com mais de 1,2 milhão de atendimentos realizados, sendo mais de 500 mil apenas em aulas particulares, o TutorMundi ilustra como a integração de IA e mediação humana pode apoiar o aprendizado de forma estruturada e escalável.

A análise da Brookings indica que a eficácia da tutoria com IA depende menos da tecnologia em si e mais da forma como ela é integrada ao processo educacional, com critérios de personalização, qualidade de feedback e acompanhamento humano. A experiência internacional e nacional reforça que o futuro da tutoria pode combinar inteligência artificial e mediação humana de maneira estruturada e pedagógica. O caso brasileiro mostra que a inovação tecnológica, quando combinada com mediação pedagógica estruturada, pode ampliar o acesso ao aprendizado individualizado e de qualidade.