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Senior Sistemas apresenta nova plataforma de produtividade empresarial com IA

Mais de 80% das empresas devem incorporar inteligência artificial para automatizar processos até o fim deste ano, segundo a consultoria Gartner. Atenta a esse movimento e pioneira na aplicação de IA e IA generativa em sistemas de gestão no Brasil, a Senior Sistemas — uma das maiores desenvolvedoras de software do país — lança o Senior Flow.

A plataforma nasce num momento promissor, já que é grande a busca do mercado em otimizar processos, reduzir custos e aumentar a produtividade utilizando inteligência artificial. Seu propósito converge justamente nesta direção: através de automação e IA eliminar trabalhos manuais que comprometam a eficiência operacional, dando mais recursos e tempo para a pessoa tomar as decisões mais adequadas.

O Senior Flow se destaca no mercado por oferecer uma plataforma agnóstica de hiperautomação, que integra ferramentas de produtividade, inteligência artificial e sistemas de gestão, proporcionando uma jornada única e fluida para as empresas. 

“Estamos empolgados com a evolução das ferramentas de automação e determinados a liderar esse mercado. Desenvolvemos uma solução low-code nativa nos sistemas da Senior, com integração simples e eficiente com outras plataformas de gestão de mercado. Tudo isso é potencializado por inteligência artificial, o que amplia as possibilidades de uso e, naturalmente, melhora os resultados e o ROI. A versatilidade da solução, aliada à facilidade de implementação, permite sua expansão rápida para todas as áreas da empresa, com agilidade e menor custo”, afirma Alencar Berwanger, diretor-executivo de RI e Novos Negócios da Senior Sistemas.

Quando implementadas, as ferramentas do Senior Flow podem apresentar ganhos de até 60% na eficiência operacional. No portfólio estão soluções para automação como o BPM, SIGN, GED, além do CONNECT – um potente integrador de sistemas.

A nova unidade de negócios representa um avanço estratégico nas soluções de automação da companhia, que já acumula mais de meio bilhão de dados processados, atendendo com este tipo de ferramenta mais de 1.500 empresas de médio e grande porte, distribuídas por diversos setores da economia.

“O Senior Flow incorpora recursos de IA que se conectam diretamente aos processos de negócio, acelerando a execução de tarefas, como o enriquecimento e validação de dados. Mais do que impulsionar a transformação digital, a ferramenta acelera as operações, dando mais assertividade e rapidez na tomada de decisão. Por exemplo, em uma integração entre uma plataforma de e-commerce e um ERP, um agente de IA pode automaticamente analisar o crédito do cliente no momento do cadastro e enviar essa informação ao ERP, eliminando a necessidade de intervenção humana e ampliando a automação e transformação digital das empresas”, diz Berwanger.

Inovação com foco em produtividade

As soluções do Senior Flow permitem fazer a gestão de tarefas centralizada e no mesmo cockpit, criando fluxos de trabalho automatizados e conectando ambientes heterogêneos — o que torna os processos mais simples e com menos fricção. “Desenvolvemos o Senior Flow com escalabilidade, segurança e governança, oferecendo ferramentas integradas ao longo de toda a jornada do sistema de gestão, facilitando o uso e a gestão das operações”, destaca Rafael Liberato, Head de Negócios da unidade.

O Business Process Management (BPM) automatiza fluxos de trabalho e otimiza os processos de negócios, proporcionando mais controle, redução de custos e maior eficiência. Além disso, centraliza as tarefas e oferece indicadores de desempenho para gestão e tomada de decisão, permitindo também a integração dos processos com agentes de IA, que trazem mais autonomia e agilidade nos processos. Nos últimos 12 meses são quase 5000 processos automatizados, que juntos somam mais de 12 milhões de atividades executadas.

Já o SIGN, permite a assinatura digital de documentos com reconhecimento facial, garantindo autenticidade jurídica e segurança contra fraudes. A solução registra mais de 2 milhões de documentos assinados anualmente, reduzindo em até 80% o tempo para conclusão de contratos.

O GED ajuda as empresas na sua jornada de armazenamento de arquivos, proporcionando segurança, compliance e controle rigoroso de documentos críticos, como contratos e registros de colaboradores. Por exemplo, em cases reais de clientes da Senior foi possível economizar até 12 milhões de folhas de papel e cerca de 6 milhões de cartuchos de impressoras no período de um ano.

Por fim, o CONNECT permite a integração ágil entre plataformas on-premise ou na nuvem (SaaS), oferecendo visibilidade em tempo real e controle sobre as operações. “A solução inclui monitoramento ativo, que alerta os clientes sobre qualquer incidente e promove governança de dados e processos por meio de padrões rigorosos de integração”, explica Rafael Liberato, Head de Negócios do Senior Flow. 

Além disso, o CONNECT incorpora agentes de inteligência artificial nos fluxos de integração, aumentando a agilidade e a inteligência dos processos. 

“A culpa é do CEO”: até onde isso é verdade?

No tabuleiro de xadrez corporativo, a peça do CEO, muitas vezes, é a que cai primeiro. Afinal, quando uma empresa enfrenta cenários difíceis como uma crise, queda nos lucros ou um projeto que fracassa, é a cabeça deste executivo que costuma ficar na mira como o culpado pela situação. É claro que alguns erros podem levar à demissão de um profissional, porém, em uma cadeira tão importante como essa para comandar o sucesso do negócio, ter uma gestão mais rígida nesse sentido pode dificultar seu progresso e conquistas, algo que precisa ser repensado para aquelas que quiserem alcançar resultados cada vez melhores.

A famosa frase de que “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades” se encaixa perfeitamente ao CEO. Isso porque, se alguma meta é batida pelas equipes, a boa liderança e comando por parte deste executivo é celebrada. Entretanto, se um prejuízo é notado, ele é quem costuma ser o primeiro questionado e responsabilizado pela falha. Uma saia justa de todos que ocupam essa ponte solitária da pirâmide.

Para piorar, segundo uma pesquisa da Harvard Business Review, 55% dos CEOs reconhecem vivenciar crises moderadas, porém significativas, de solidão. Ou seja, além de muitos não sentirem que têm uma rede de apoio internamente em sua jornada, o fato de estarem inseridos em um ambiente corporativo com uma cultura organizacional rígida que não tolera o erro cria enormes barreiras para a progressão empresarial, gerando receios em estabelecer estratégias e processos diferentes que possam gerar danos bastante negativos que levem à sua demissão.

Se uma organização deseja registrar bons resultados, seu mindset de gestão deve ser o oposto, permitindo e incentivando que o CEO inove, arrisque e tente, mesmo sabendo da possibilidade de que não dê certo. Uma cultura que estimula o risco em função de resultados extraordinários e busca alternativas para isso, sabendo que terão acertos ou erros, pode registrar um crescimento muito mais significativo e destaque frente aos concorrentes.

Assim, mesmo que, no final do dia, o executivo acabe, de fato, sendo cobrado pelo que pode não ter sido o resultado esperado, ainda haverá uma maior chance de que construa estratégias e resoluções mais eficazes em conjunto com suas equipes, sem barrar ideias criativas por medo de fortes represálias. Algo que deve ser alinhado com máxima clareza e transparência desde o primeiro contato entre as partes.

Ao mesmo tempo em que existem executivos com um perfil mais audacioso, sempre há aqueles mais conservadores em suas tomadas de decisão. Nenhum deles está mais certo do que o outro, uma vez que cada um encontrará um ambiente mais propício e adequado ao seu estilo para que se sinta confortável em realizar suas funções.

Por isso, é fundamental que, ao receber uma nova proposta, o CEO busque compreender, ao máximo, a cultura dessa empresa, seu estilo de gestão e se há um alinhamento e coerência com o seu próprio perfil e anseios profissionais. É preciso ter muita sagacidade neste momento inicial, conversando, também, com aqueles que trabalham no local para analisar a maior quantidade possível de percepções sobre aquela organização.

O próprio executivo precisa ser proativo em descobrir essas respostas, assegurando que os ideais de ambas as partes estão alinhados e evitando, com isso, um choque de perfil que traga insatisfações para todos os envolvidos. Desta forma, as chances de ter um melhor rendimento em seu cargo serão, certamente, maiores, estando em um local que tenha aderência ao seu estilo e no qual consiga se flexibilizar para atingir as metas desejadas.

Nenhuma empresa deseja ver que seus resultados estão sendo prejudicados, mas, nem sempre, um erro cometido deve justificar uma demissão de um CEO. Cada caso deverá ser muito bem analisado e ponderado, para que saibam como se recuperar diante de um cenário preocupante tendo um bom capitão que guie frente aos novos horizontes a serem explorados para o crescimento corporativo próspero.

Como transformar fracassos em negócios de sucesso?

Quando se fala em empreendedorismo no Brasil, ainda persiste uma ilusão perigosamente romantizada: a de que paixão, coragem e persistência bastam para fazer um negócio prosperar. Na prática, porém, a realidade é mais dura. De acordo com o Sebrae, 50% das empresas fecham as portas nos primeiros cinco anos de atividade. Isso significa que, para muitos, o fracasso não é uma possibilidade remota, mas um desfecho comum. O problema é que a maioria dos empresários não está preparada para lidar com ele de forma produtiva.

Em um país que carece de educação formal voltada à gestão empresarial, é comum que empreendedores iniciem suas jornadas com conhecimento limitado sobre planejamento estratégico, liderança ou modelagem de negócios. Muitos ainda confundem uma boa ideia com um plano viável. E quando a execução não gera os resultados esperados, o sentimento de fracasso se instala como uma sentença definitiva.

Mas, e se o fracasso não fosse o fim? E se ele fosse, na verdade, o primeiro estágio da maturidade empresarial? Errar é inevitável. Persistir no erro é opcional. O fracasso, quando bem compreendido, se torna uma poderosa ferramenta de aprendizado e reposicionamento. Porém, para que isso ocorra, é preciso mudar o modelo mental. É preciso sair do lugar de vítima das circunstâncias e assumir o papel de protagonista do próprio crescimento.

Empresas não falham apenas por falta de vendas ou capital. Elas colapsam por falta de clareza, de direção e de liderança estruturada. A maioria dos erros fatais está ligada à ausência de estratégia: posicionamento frágil, métricas equivocadas, decisões tomadas no improviso e gestão focada apenas na operação.

A Harvard Business Review classifica o ciclo de vida de uma empresa em cinco estágios: existência, sobrevivência, sucesso, burocratização e maturidade. Cada fase exige habilidades diferentes do líder. E, muitas vezes, o que levou o negócio até um certo ponto é justamente o que o impede de crescer a partir dali. O que era coragem se transforma em rigidez. O que era envolvimento total se torna dependência. O que era agilidade se converte em caos.

Nesse contexto, o fracasso pode ser o sinal mais claro de que é hora de mudar. De parar de tentar “fazer mais” e começar a “pensar melhor”. De sair do piloto automático e assumir uma postura mais estratégica.

Mas isso não se faz sozinho. O empresário que acredita que precisa resolver tudo por conta própria está condenado a repetir seus erros com mais sofisticação. A chave da virada está em buscar ambientes que desafiem sua forma de pensar. Conselhos consultivos, masterminds estruturados, mentorias especializadas e diagnósticos profundos ajudam a identificar os pontos cegos que estão travando o crescimento.

Muitas vezes, o problema não está na equipe, no mercado ou na concorrência. Está no modelo mental que ainda rege as decisões. É comum encontrar empresários com alto faturamento, mas baixa rentabilidade. Com grande volume de trabalho, mas sem tempo para pensar. Com orgulho da marca, mas medo do futuro. Isso revela uma gestão que opera no limite, sustentada por esforço pessoal, e não por estrutura.

A maturidade empresarial começa quando o líder entende que não é sobre trabalhar mais, e sim sobre trabalhar com mais inteligência. Quando ele se permite sair da urgência e entrar na estratégia. Quando ele para de buscar soluções milagrosas e começa a construir sistemas que sustentam o crescimento de forma consistente.

Para isso, é essencial desenvolver três pilares: clareza, estrutura e conexão. Clareza sobre onde está e aonde quer chegar. Estrutura para que o negócio funcione com autonomia. E conexão com outros líderes que já superaram desafios semelhantes e podem acelerar sua curva de aprendizado.

Não existe empresa madura com um líder imaturo. E a imaturidade, nesse caso, não tem relação com idade ou tempo de mercado, mas com a capacidade de refletir, se reposicionar e construir legados, não apenas faturamento.

O fracasso não precisa ser temido. Precisa ser compreendido. Ele mostra onde está o limite do modelo atual. Ele revela que o que te trouxe até aqui não te levará adiante. E ao invés de ser escondido, deve ser usado como combustível para o redesenho de um novo ciclo.

Toda empresa que hoje é referência passou por momentos de instabilidade. O que as diferencia é que, em algum ponto da jornada, seus líderes decidiram parar de operar no improviso e começaram a construir com consciência. Saíram do papel de bombeiros e assumiram o de arquitetos do crescimento.

Portanto, se você está atravessando um período difícil, talvez o que falte não seja esforço. Seja direção. Seja coragem de pensar diferente. Porque empresas que crescem com estrutura não dependem de sorte, e sim de método.

E-Comply revoluciona Seguro Cibernético com IA e precificação justa

Em um momento em que o risco cibernético se tornou uma das maiores ameaças às organizações, a E-Comply — joint venture formada pela ESCS e pela Comply Solution — apresenta ao mercado brasileiro uma solução que promete transformar como os seguros cibernéticos são avaliados e precificados.

O novo sistema desenvolvido pela empresa utiliza inteligência artificial, algoritmos de Machine Learning e uma metodologia de assessment contínuo e automatizado, alinhada aos principais frameworks internacionais de segurança. O resultado é um cálculo de prêmio mais justo, técnico e baseado em evidências atualizadas — um avanço importante em um setor onde a subjetividade ainda é comum na análise de risco.

Segundo Allan Kovalscki, CEO da E-Comply, o grande diferencial da solução está na objetividade do processo. “Nosso sistema avalia continuamente o nível de maturidade em cibersegurança da organização segurada, com base nos domínios de risco definidos pela seguradora. Isso reduz o risco de sinistros, melhora a resposta técnica e aumenta a precisão na definição do prêmio.”

Através de algoritmos baseados em machine learning interpreta dados coletados sobre políticas, tecnologias, vulnerabilidades e processos, uma vez que a IA pode analisar uma grande variedade de dados, auxiliando no cálculo dinâmico do prêmio do seguro. 

O sistema cruza dados técnicos com benchmarks de mercado, comportamentos históricos semelhantes e aplica modelos estatísticos como árvores de decisão, regressões logísticas e redes neurais. Tudo isso para gerar pontuações de risco atualizadas e confiáveis.”

Construída com base nos modelos de segurança da informação, como o NIST CSF v2 (2024), CIS Controls, ISO/IEC 27001/27002, ISO 27701 e requisitos da LGPD/GDPR. “Cada domínio que avaliamos é mapeado diretamente para essas normas, o que garante não apenas excelência técnica, mas também compliance regulatório para o segurado e a seguradora”, destaca Kovalscki.

Além disso, a ferramenta classifica a maturidade em níveis, de acordo com a estrutura do CMMI, o qual trata-se de um modelo para medir e melhorar a maturidade dos processos de uma organização, com foco em entregar produtos e serviços de forma previsível, eficiente e com qualidade controlada, oferecendo uma visão clara da evolução do cliente ao longo do tempo.

Com arquitetura modular e API aberta, o sistema pode ser facilmente integrado às plataformas de seguradoras, sistemas de gestão de risco (GRC), ITSM e repositórios de políticas. Isso torna a ferramenta um componente estratégico não apenas na subscrição, mas também no monitoramento da postura de segurança durante a vigência do contrato. “Ao acompanhar a manutenção dos controles, entregamos um instrumento de governança contínua, com impacto direto na redução de riscos e custos para o mercado segurador.”

Outro ponto destacado pelo executivo é o potencial da ferramenta no que tange à expansão do mercado nacional de seguros cibernéticos, ainda pouco explorado. A solução da E-Comply elimina barreiras técnicas para seguradoras e permite a criação de produtos customizados por setor, nível de maturidade ou porte da empresa — incluindo pequenas e médias.

Isso abre espaço para o desenvolvimento de produtos inovadores, como apólices modulares, específicas por setor ou por nível de maturidade, além de facilitar a adequação a requisitos regulatórios mínimos (como os exigidos por ANS, Susep e Bacen) e a futuras normas técnicas sobre seguros cibernéticos”, afirma.

A plataforma também se atualiza de forma constante, incorporando bases como CVE/CVSS e fontes de Cyber Threat Intelligence (CTI). Assim, o score de ameaça e os relatórios gerados refletem o cenário do ambiente digital, o que aumenta a confiabilidade dos dados usados na subscrição e precificação.

Criamos uma ferramenta pioneira no mundo que automatiza o cálculo do prêmio, entrega valor técnico real e democratiza o acesso a seguros cibernéticos no Brasil“, conclui Kovalscki.

Pagamentos por WhatsApp e mídias sociais: a revolução na segurança da experiência do cliente

Pagamentos via aplicativos de mensagens já são realidade em boa parte do mundo — e tudo indica que devem se tornar o principal canal de transações nos próximos anos. Essa mudança de comportamento é impulsionada por uma combinação de fatores: aumento do uso de chatbots, avanços em inteligência artificial, integração de sistemas de pagamento nas plataformas de conversa e, claro, a busca por mais conveniência por parte dos consumidores. 

“O consumidor atual quer resolver tudo na mesma janela onde conversa com amigos e família. Se pode agendar, tirar dúvidas e comprar ali mesmo, por que mudar de ambiente para pagar?”, questiona Mario Marchetti, diretor-geral da Sinch para a América Latina, empresa referência em soluções de comunicação conversacional na nuvem. 

A proposta dos pagamentos por chatbot, ou conversational commerce, é justamente essa: permitir que o cliente tenha toda a jornada de compra dentro do mesmo aplicativo de mensagens. Do atendimento ao pós-venda, passando pela oferta, recomendação e pagamento, tudo acontece em um único fluxo conversacional. 

Plataformas como WhatsApp, Instagram, Messenger e Telegram já oferecem soluções integradas. No Brasil, o WhatsApp Pay ganhou força com a liberação pelo Banco Central para pagamentos entre empresas e clientes — permitindo o uso de Pix, crédito e pré-pago. 

Segundo Marchetti, essa mudança representa um salto na experiência de consumo. “Com menos etapas, menos fricções e mais personalização, as taxas de conversão aumentam, os custos operacionais caem e o cliente sai mais satisfeito.” 

Segurança de ponta protege usuários e empresas 

Muitos consumidores preferem pagar diretamente em aplicativos como o WhatsApp ou Instagram, onde se sentem mais seguros, do que serem redirecionados para sites externos. O simples fato de uma nova janela ser aberta para o pagamento pode gerar desconfiança, especialmente quando o usuário não reconhece o site ou teme por fraudes. Esse tipo de fricção tende a reduzir a taxa de conversão e a confiança na marca. 

A adoção desses sistemas vem acompanhada de investimentos robustos em segurança. “A confiança do usuário é o fator mais importante nesse ambiente”, destaca o executivo da Sinch.  

Entre as tecnologias utilizadas para a proteção do consumidor estão: 

  • Criptografia de ponta a ponta: protege os dados trocados nas conversas e nas transações. 
  • Tokenização: substitui os dados reais do cartão por códigos que não podem ser reutilizados. 
  • Autenticação multifator (MFA): exige senha, PIN ou biometria para autorizar o pagamento. 
  • Conformidade regulatória: como a LGPD no Brasil e os padrões internacionais PCI DSS. 

Marcas verificadas dentro de apps de mensagens transmitem mais credibilidade e eliminam etapas desnecessárias — o que simplifica o processo e fortalece o relacionamento com o consumidor. “Oferecer uma experiência fluida e protegida é essencial para manter a confiança e a fidelidade do cliente”, reforça Marchetti. 

Essas camadas de proteção são fundamentais especialmente em mercados como o brasileiro, onde o WhatsApp é usado por mais de 90% da população conectada, segundo a Statista. 

Além de melhorar a experiência do cliente, os pagamentos por chatbot oferecem ganhos operacionais para as empresas. É possível automatizar etapas, reduzir a dependência de call centers e ampliar a capacidade de atendimento. 

Ao mesmo tempo, essa modalidade favorece a inclusão financeira: milhões de pessoas que não têm conta bancária tradicional, mas usam smartphones, agora conseguem acessar serviços, fazer compras e pagar diretamente por aplicativos. 

“Empresas de todos os tamanhos, indo de uma grande rede ao microempreendedor — podem se beneficiar dessa tecnologia. A barreira de entrada é baixa e o retorno costuma ser rápido”, reforça Marchetti. 

Exemplo no setor de saúde: o caso da mexicana Salud Digna 

Um bom exemplo de como esses pagamentos podem transformar setores inteiros vem da rede mexicana Salud Digna, que implementou pagamentos via WhatsApp e em poucos meses, os resultados foram expressivos: 

  • Adoção do canal cresceu 273%; 
  • 44% dos agendamentos passaram a ser pagos diretamente pelo WhatsApp; 
  • A instituição conseguiu atender 33% mais clientes do que via call center; 
  • Exames de alta complexidade, como ressonância magnética e tomografia, agora são pagos e agendados no próprio app. 

“O setor de saúde, que tradicionalmente é mais rígido em inovação, está enxergando os benefícios reais do modelo conversacional”, comenta Marchetti. 

GenAI e o futuro dos pagamentos 

O avanço da inteligência artificial generativa (GenAI) também promete ampliar o potencial dos pagamentos por chatbot. Tecnologias como o ChatGPT já testam experiências de compra assistida por IA, com sugestões de produtos, respostas personalizadas e até finalização de transações com apoio de parceiros como a Stripe. 

O mercado global de IA generativa aplicada ao e-commerce, que em 2023 era avaliado em US$ 2,58 bilhões, deve ultrapassar os US$ 18,8 bilhões até 2032, com uma taxa média de crescimento anual de 24,3%, segundo a Precedence Research. A expectativa é que soluções como IA detectem fraudes em tempo real, personalizem ofertas e reduzam custos com atendimento. 

Pagamentos por chatbot representam mais do que uma comodidade. São uma evolução natural no caminho da integração entre atendimento, marketing, venda e pagamento, tudo dentro do canal no qual o consumidor já está ativo. 

“A grande revolução não é apenas tecnológica, é de mentalidade. É entender que as conversas são o novo ponto de venda”, resume Marchetti. 

Quando as tendências de consumo mudam, as marcas precisam responder com marketing

Roupas e carros estão em alta. Essa é a conclusão de um estudo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) sobre o varejo brasileiro para trimestre de junho a agosto de 2025. O crescimento é expressivo: 5,71% no setor de tecidos, vestuário e calçados e 4,72% no setor de veículos, motos, partes e peças. Para Jéssica Fahl Ribeiro, especialista em gestão ágil, marketing e inovação, o marketing é a ferramenta ideal para ajudar o consumidor a tomar a decisão da compra. Além disso, em qualquer cenário, de alta busca ou baixa procura, inclusive os de crise econômica, as empresas devem reforçar o posicionamento de marca.

“O marketing impacta o comportamento do consumidor. E quando temos um consumidor mais exigente, mais criterioso, é preciso ajudá-lo a tomar a decisão de compra, mostrando as entregas do produto, os benefícios e vantagens, além de potencializar a confiança”, ressalta Jéssica. De acordo com ela, diversos são os fatores que afetam a procura do consumidor por um determinado produto. Na avaliação do Ibevar, a alta em relação a roupas e carros pode refletir tanto uma melhoria nas expectativas econômicas quanto um movimento de reposição de estoques domésticos represados em períodos anteriores.

Nesse sentido, a especialista avalia que quanto mais a empresa deixar claro ao consumidor os benefícios de determinado produto, mais as vendas serão potencializadas. “Se a empresa perceber que é hora de ajudar o cliente a economizar, pode desenvolver estratégias de descontos. Ou mostrar a economia que o produto oferece, mostrando o rendimento e a durabilidade maiores. Isso tudo é argumento para trazer o cliente para a compra”, ressalta Jéssica. Segundo ela, criar combos promocionais também pode ser uma alternativa.

Por outro lado, existem setores que enfrentam uma retração na procura por produtos, como o segmento de livros, jornais, revistas e papelaria (-7,44%) e móveis e eletrodomésticos (-1,72%). No primeiro caso, conforme o Ibevar, a tendência é a digitalização e a mudança dos hábitos de consumo que vêm há anos. Já no segundo, a cautela é em relação a compras de maior valor agregado. “Nesse momento em que há produtos que são mais buscados e produtos que são menos, ou seja, em qualquer cenário, é preciso reforçar o posicionamento de marca, reforçar a identidade, os valores. Justamente porque quando o consumidor está inseguro, também fica criterioso.”

Brasil atinge 64 milhões de CNPJs, esgota sistema e cria formato com letras para 2026

O Brasil superou a marca de 64 milhões de CNPJs registrados, um número 7,72% maior do que o verificado no mesmo período do ano anterior, aponta a segunda edição do estudo “CNPJs do Brasil”, da BigDataCorp. Olhando apenas para empresas ativas, o crescimento foi ainda maior: 16,11%, saindo de 21,8 milhões de estabelecimentos para 25,3 milhões.

Esse rápido avanço, no entanto, trouxe uma nova realidade: a iminência do esgotamento do modelo atual de CNPJ, composto apenas por números. Como resposta direta a essa expansão, a Receita Federal anunciou que, a partir de julho de 2026, o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) terá um novo formato, que incluirá letras e números. A medida visa ampliar a quantidade de combinações possíveis e garantir a continuidade do registro de novas empresas no país.

“A implementação do CNPJ alfanumérico visa garantir a continuidade das políticas públicas e assegurar a disponibilidade de números de identificação, sem causar impactos técnicos significativos para a sociedade brasileira”, afirmou o órgão em comunicado.

MEIs e “Pejotização” impulsionam alta

A expansão que motiva a mudança é especialmente visível no segmento das micro e pequenas empresas. As microempresas individuais (MEIs) cresceram 20,90% nos últimos 12 meses e já são 78,74% dos CNPJs ativos no país. Pequenas empresas familiares, com dois ou mais sócios da mesma família, são a segunda maior categoria, representando 9,75% do total. Ao todo, 88,49% das organizações brasileiras são micro ou pequenas empresas familiares.

Thoran Rodrigues, CEO da BigDataCorp, destaca que o crescimento é resultado de duas grandes tendências. “Primeiramente, temos o forte fenômeno da ‘pejotização’. Muitas pessoas que antes eram empregadas com carteira assinada passaram a atuar como prestadoras de serviços, estruturando suas atividades como empresas”, explica.

Essa transformação é observada no crescimento de empresas que declaram “promoção de vendas” ou “apoio administrativo” como suas atividades principais. Juntas, elas representaram 6,76% dos CNPJs abertos ao longo de 2024.

“A formalização de pequenos negócios, especialmente aqueles vinculados à chamada ‘gig economy’, é a segunda grande tendência”, complementa Rodrigues. Atividades no setor de transporte de passageiros e cargas, além de serviços como cabeleireiros e manicures, também tiveram participação expressiva nas aberturas de empresas.

O Futuro do CNPJ: O que Muda com o Formato Alfanumérico?

A transição para o novo modelo está prevista para julho de 2026 e será implementada de forma progressiva. Abaixo, entenda os principais pontos da mudança:

Como é o CNPJ hoje e como ficará?

  • Atualmente: A estrutura possui 14 números (oito para identificação da empresa, quatro para indicar matriz ou filial, e dois dígitos verificadores).
  • Novo Formato: Manterá os 14 caracteres, mas será alfanumérico. Os oito primeiros dígitos (identificação) e os quatro seguintes (matriz/filial) poderão combinar letras e números. Os dois dígitos verificadores ao final continuarão a ser exclusivamente numéricos.

Quem será afetado pela mudança?

A mudança valerá apenas para novas inscrições e para a inclusão de filiais a partir de julho de 2026. Para quem já está registrado no CNPJ, nada muda: o número permanecerá o mesmo e não será necessária nenhuma alteração cadastral. O processo de inscrição também não sofrerá alterações.

Como as empresas deverão se adaptar?

A principal adaptação será tecnológica. As empresas precisarão atualizar seus softwares e rotinas internas (como sistemas de emissão de notas fiscais) para processar o novo formato de CNPJ. Os sistemas deverão ser capazes de validar tanto os registros numéricos antigos quanto os novos alfanuméricos. Essa adaptação poderá gerar custos para os empreendedores, mas será essencial para evitar falhas na emissão de documentos fiscais e na comunicação com clientes e fornecedores.

Apesar do crescimento, mortalidade empresarial aumenta

Apesar do boom de aberturas, o estudo da BigDataCorp também revelou um aumento na mortalidade empresarial. Proporcionalmente, mais empresas encerraram suas atividades em 2024 do que em qualquer ano anterior, com exceção de 2021, auge da pandemia.

Grande parte dessa mortalidade está relacionada a um reajuste do mercado. Observou-se, por exemplo, um fechamento desproporcional de empresas no setor de preparação de alimentos para entrega, que havia crescido exponencialmente entre 2020 e 2022. Ao longo de 2024, 1,66% de todos os negócios encerrados atuavam nessa área.

“Essa aceleração nos fechamentos, quando combinada com o aumento das aberturas, aponta para uma maior volatilidade no mercado brasileiro, com empresas menos longevas e mais churn”, finaliza o executivo.

No B2B, os leads são pessoas e o marketing precisa acordar para isso

Apesar de todo o avanço em automação, dados e Inteligência Artificial, o marketing B2B ainda comete um erro básico: esquece que está vendendo para pessoas, não para organogramas. Muitos discursos seguem centrados em funcionalidades técnicas, jargões corporativos e benefícios vagos, ignorando o que realmente move uma decisão de compra.

Antes de vender sua solução, entenda uma coisa: no marketing B2B, as decisões não são puramente racionais.

Por trás de cada lead, há um profissional real, com pressões, inseguranças e ambições. E se a sua marca não tocar nessas motivações humanas, ela pode passar despercebida, mesmo tendo o melhor produto do mercado.

Reúno abaixo as cinco realidades que o marketing B2B moderno não pode ignorar, com aplicações práticas que podem mudar o jogo na sua comunicação:

  1. As pessoas querem parecer competentes

No mundo corporativo, ninguém quer parecer desinformado. Profissionais valorizam marcas que os ajudam a se posicionar melhor diante da liderança, da equipe ou dos clientes.

Aplique na prática: produza conteúdos com dados exclusivos, benchmarks relevantes e insights que possam ser levados para a próxima reunião. Gere prestígio, não só informação.

  1. Eles estão sem tempo

Seu público está sobrecarregado. Se sua solução economiza minutos, horas ou dias, isso é argumento central — não secundário.

Aplique na prática: demonstre com comparativos de antes/depois, destaque ganhos operacionais e reduza a complexidade do seu discurso. Clareza vende.

  1. Precisam mostrar resultado

Toda solução B2B precisa justificar investimento. Mesmo quando o ROI direto não é óbvio, há sempre ganhos indiretos em faturamento, retenção ou eficiência.

Aplique na prática: use estudos de caso, indicadores tangíveis e provas sociais. Valor é o que o cliente ganha, não o que você entrega.

  1. Querem evitar problemas

A dor move mais do que o prazer. Mostrar como sua solução previne retrabalho, multas ou crises pode ter mais impacto do que prometer crescimento.

Aplique na prática: destaque riscos evitados, falhas comuns que sua oferta elimina e consequências reais da inação.

  1. Desejam crescer

Profissionais não querem apenas resolver tarefas. Eles querem evoluir como líderes, como especialistas, como pessoas.

Aplique na prática: invista em conteúdo educativo, eventos, mentorias e comunidades. Ser lembrado como parceiro de crescimento gera lealdade.

Como transformar essas motivações em estratégia real

Abaixo, uma tabela-resumo para aplicar esses conceitos no dia a dia do marketing:

Talvez o problema não seja o seu canal. Nem o seu budget. Talvez seja a sua mensagem.

No marketing B2B, os leads são pessoas. E as pessoas compram por ego, por tempo, por dinheiro, por medo e por ambição. Ignorar isso é seguir criando campanhas que não conversam com ninguém.

Explorar essas motivações humanas pode ser o que falta para sua marca deixar de ser ignorada e finalmente ser escolhida.

IA e automação para uma nova era de eficiência nas operações empresariais

A Inteligência Artificial (IA) não é mais um conceito futurista é uma realidade que transforma a eficiência e a competitividade no mundo todo. Com a automação inteligente orientada por IA, as empresas podem otimizar operações, cortar custos e aprimorar a experiência do cliente. Para empresários, líderes de TI e entusiastas da inovação, entender como essas soluções transformam os processos de negócios é essencial.

No cenário de negócios acelerado e competitivo de hoje, a excelência operacional é fundamental para manter a agilidade e alcançar um crescimento sustentável. Para ter um processo de ponta, a automação inteligente utiliza tecnologias de IA, como visão computacional, Processamento de Linguagem Natural (NLP), Aprendizado de Máquina (ML) e IA Generativa (GenAI). Por meio de uma abordagem abrangente, essa vertical garante integração perfeita à Automação Robótica de Processos (RPA), garantindo monitoramento contínuo e um foco baseado em dados para maximizar a eficiência e o ROI.

Como isso muda os processos de negócios?

A adoção da automação com tecnologia de IA está mudando fundamentalmente a forma como as empresas operam e direcionam seus serviços. Com o uso de modelos preditivos e processamento de linguagem natural, conseguimos identificar padrões de comportamento, antecipar necessidades e entregar respostas mais precisas e em tempo real.

Esse tipo de inteligência aplicada reduz o tempo de atendimento, melhora a assertividade na comunicação e diminui os atritos ao longo da jornada. Sem contar que, ao automatizar o que é repetitivo, as equipes podem se dedicar em situações que realmente exigem empatia, negociação ou criatividade. O resultado é um ganho em eficiência, mas também em percepção de valor por parte do cliente.

A automação orientada por IA analisa dados em tempo real, fornecendo insights práticos que ajudam as empresas a tomar decisões com mais rapidez. Além disso, podem lidar com volumes maiores de trabalho sem aumentar os custos proporcionalmente, facilitando o dimensionamento das operações e o atendimento às crescentes demandas.

De acordo com um estudo da IBM, 41% das empresas brasileiras já incorporam alguma forma de inteligência artificial em suas operações, consequência de um maior interesse e busca por automação, eficiência e escalabilidade.

Desafios na implementação da automação de IA

Um dos maiores desafios está na estrutura de dados. A IA precisa de insumos de qualidade para entregar bons resultados, porém em alguns casos as empresas enfrentam dificuldades em organizar essas informações de forma acessível, integrada e contextualizada.

Outro ponto é a adaptação entre áreas. Para que uma automação realmente funcione do ponto de vista da experiência, é necessário que a ferramenta esteja alinhada com os objetivos do negócio, a estratégia de atendimento e a infraestrutura de tecnologia. Quando isso não acontece, os resultados tendem a ser limitados ou desconectados da realidade do cliente. Além disso, existe o desafio de equilibrar eficiência com empatia e garantir que a jornada continue humana, fluida e relevante. A IA deve ser uma ponte, não uma barreira.

Outra questão fundamental é a proteção e a segurança de dados, visto que as empresas processam grandes volumes de dados sensíveis. É crucial implementar medidas de segurança robustas para garantir a integridade e a confidencialidade das informações. Esses desafios demonstram que um planejamento cuidadoso e a adaptação contínua são necessários para colher todos os benefícios da tecnologia.

O futuro da automação de IA

A automação impulsionada por IA está revolucionando a forma como as empresas operam, proporcionando eficiência, precisão e inovação incomparáveis. À medida que os setores continuam a adotar essa combinação de IA e automação, as oportunidades de crescimento e transformação são ilimitadas.

O futuro da automação inteligente é imensamente promissor, pois capacita as organizações a otimizar seus processos, fazer escolhas com maior riqueza de dados e se manter à frente da concorrência em um cenário cada vez mais dinâmico e impulsionado pela tecnologia.

Total Express destaca Manaus e Belém como hubs estratégicos para e‑commerce na Amazônia

A Total Express, com mais de três décadas de atuação e referência em soluções logísticas no Brasil, consolida sua presença na Amazônia ao transformar Manaus e Belém em hubs logísticos de alta performance para o crescente mercado de e-commerce regional. Em Manaus, a proximidade ao Polo Industrial e os incentivos da Zona Franca impulsionam um fluxo contínuo de mercadorias, respaldado por processos aduaneiros ágeis. Desde dezembro de 2023, a abertura da rota aérea entre Guarulhos e Manaus reduziu o tempo de transporte de 14 para apenas 3 dias, elevando em cinco vezes a volumetria atendida na capital amazonense.

Em Belém, as obras de dragagem do canal do porto, com conclusão prevista para novembro de 2025, permitirão a chegada de navios de maior porte, gerando economia de escala e maior rapidez na movimentação de carga. A integração entre os modais rodoviário, hidroviário e aéreo cria uma malha eficiente para alcançar municípios isolados da região, diversificando alternativas de transporte conforme a urgência e o perfil de cada entrega.

Para o last mile, o trecho final da entrega de um produto até o consumidor, a companhia investe em centros de distribuição locais e uma rede de pontos PUDO (Pick‑Up & Drop‑Off), além de veículos leves adaptados às ruas urbanas e ribeirinhas. Um sistema de inteligência artificial otimiza roteiros em tempo real, assegurando transparência e cumprimento rigoroso dos SLAs mesmo em períodos de pico, como Black Friday.

Ciente dos desafios ambientais da Amazônia, a empresa adota monitoramento climático avançado e prioriza o uso de modais menos poluentes, equilibrando eficiência operacional e respeito ao ecossistema. Essa abordagem sustentável minimiza riscos de atrasos por fatores climáticos e fortalece o compromisso da Total Express com práticas responsáveis.

“Nosso compromisso é ampliar o acesso logístico de ponta a ponta no Brasil, respeitando as particularidades regionais. A Amazônia é uma prioridade e, com essas iniciativas, conseguimos reduzir prazos, otimizar custos e, ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento econômico local”, destaca Marcus Vinicius Tadim, Head Comercial da Total Express.

Em parceria com a Suframa, prefeituras e associações locais, a empresa expande sua infraestrutura de armazenagem e promove treinamentos para equipes regionais. Clientes contam ainda com dashboards em tempo real e webinars informativos, garantindo visibilidade plena das operações e ajudando marcas a planejar estoques e campanhas com base em dados precisos.

Com mais de 30 anos de experiência, a Total Express reafirma sua liderança em soluções logísticas para e‑commerce no Brasil, unindo inovação, sustentabilidade e excelência no atendimento a empresas de todos os portes.