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Retenção de talentos: o caminho para o sucesso

Percebo que a retenção de talentos tem sido um desafio cada vez maior para grande parte das empresas – não só em tecnologia, mas de maneira geral -, que precisam lidar com pessoas de diferentes gerações no time e que muitas vezes perdem colaboradores com um potencial enorme por razões que poderiam ter sido evitadas. E por que será que isso vem aumentando?

O que tenho notado, especialmente após a pandemia, é uma ‘exploração velada’ dos funcionários, oferecendo condições de trabalhos inadequadas, um ambiente tóxico – para usar o jargão da moda -, com salários abaixo do mercado e, muitas vezes, sem benefícios. Hoje, as pessoas possuem mais possibilidades no mercado e não aceitam que tenham que desempenhar muitas funções sem serem remuneradas adequadamente por isso.

A insatisfação pode surgir a partir de várias razões, mas quando mexemos com o bolso, o “buraco é ainda mais embaixo”. Sem contar que os colaboradores, em especial, os mais jovens, não costumam aguentar calados algumas imposições que são feitas e, por essa razão, acabam sendo taxados como preguiçosos ou que não querem trabalhar. E sabemos que muitas vezes, não é verdade.

De acordo com o relatório de 2024 realizado pela Talent Trends, empresa de recrutamento e seleção da Michael Page, cerca de 28% dos brasileiros, mesmo estando satisfeitos em seus empregos, buscam ativamente novas oportunidades. Esse dado, somado ao aumento da insatisfação salarial – que passou de 39% para 52% em um ano -, sinaliza uma insatisfação crescente no mercado de trabalho.

Muitas vezes, a liderança perde ótimos funcionários por besteira, pois não quis aumentar o salário ou dar algum benefício – mesmo percebendo que existe mérito naquele colaborador,  ou porque impôs condições que mais prejudicam do que ajudam. Essas pequenas coisas acabam desgastando as pessoas, que passam a buscar outras oportunidades de trabalho, para que possam sair da empresa em que estão e começarem em outro serviço.

As companhias precisam estar cada vez mais cientes de que devem mudar algumas condutas para que consigam atrair e, principalmente, reter talentos que já fazem parte da equipe. É importante destacar que não estou falando que os gestores devem fazer tudo que os colaboradores querem, mas precisam ter escuta ativa para conseguir fornecer melhores condições de trabalho no geral e possibilidades de crescimento.

Sim, o salário ou a remuneração financeira é importante, mas mesmo um bom salário, uma hora cansa, a depender do ambiente de trabalho, que é basicamente definido pela liderança e a forma com que se faz gestão. Neste sentido, utilizar uma ferramenta como os OKRs – Objectives and Key Results (Objetivos e Resultados Chaves) -, pode ajudar neste processo. Você deve estar se perguntando: por quê?

A ferramenta propõe que os integrantes do time façam parte da construção das metas, dos objetivos e dos resultados que devem ser alcançados no final do ciclo, o que além de ser importante para a evolução da empresa, fará com que cada colaborador se sinta mais valorizado, pois propicia que eles visualizem como seu trabalho impacta o todo. Isso aumenta muito o engajamento dos colaboradores e será uma turbinada nos esforços para alcançar os resultados almejados.

Mercado imobiliário pode ser opção favorável para investidores iniciantes, mas requer atenção à riscos burocráticos

Considerado um dos melhores setores para se aplicar, o mercado imobiliário apresenta condições otimistas para novos investidores. Seja em fundos imobiliários, compra do imóvel próprio ou até mesmo empreendimentos em construção, o ramo apresenta retornos consolidados e um potencial crescente de valorização. No entanto, a primeira experiência pode ser traumática se não bem embasada.

Isso porque ao adquirir um imóvel, muitos compradores analisam somente a estrutura e o estado de entrega, desconsiderando questões burocráticas. Administradoras de mais de 60 CNPJs imobiliários e sócias do Simas e Hütner Advocacia, as advogadas Dra. Suellenn Simas e Dra. Renata Hütner, citam pontos que devem ser analisados durante as negociações.

Especialista em contratos, Hütner defende que a ação exige planejamento jurídico para garantir o sucesso da movimentação e ressalta a importância da confecção e do conhecimento contratual. “O contrato é a base da segurança jurídica de qualquer compra imobiliária. Ele deve ser detalhado, claro e preciso ao proteger os interesses das partes envolvidas. Infelizmente, muitas pessoas só percebem a importância disso quando já estão enfrentando problemas”, explica.

Especializada em direito imobiliário e empresarial, Simas alerta que o primeiro passo para garantir a segurança do negócio é a análise documental, que exige atenção minuciosa diante ao que diz a lei. “A empolgação pode fazer com que o comprador ignore detalhes importantes. Sem uma análise cuidadosa da situação estadual e de eventuais restrições judiciais, há um grande risco de problemas futuros. O barato pode sair caro”.

Quais cuidados devem ser tomados?

Em casos de imóveis usados, deve-se atentar à matrícula do imóvel, certidões de venda, impostos, documentações registradas e vistorias, além de um levantamento da procedência do vendedor. Já em imóveis na planta, o cuidado deve ser redobrado. As advogadas orientam que a reputação da construtora e as condições de contrato são os primeiros pontos a serem analisados. É também recomendado que o investidor mantenha posse de todo o material publicitário, a fim de garantir a entrega completa da estrutura comercializada.

O que devo levar em consideração ao escolher o imóvel?

1. Infraestrutura da região: Áreas com construções recentes e melhorias urbanas tendem a valorizar mais.

2. Acesso a transporte público e comércio: Bairros bem conectados costumam ser mais procurados para moradia e empreendedorismo.

3. Histórico de valorização: É importante verificar a média de preço dos imóveis vizinhos e a tendência de aumento ou declínio nos últimos anos.

4. Liquidez do investimento: Comprar o imóvel baseando-se somente no preço não é indicado. É fundamental analisar o crescimento da região e a liquidez do capital a longo prazo, de modo que uma possível revenda não seja prejudicada.

A dupla finaliza concordando que buscar orientação jurídica e negociar as condições com base nas assegurações legislativas auxiliam na garantia da segurança e na tranquilidade no processo de compra e aplicação, onde a prevenção é o melhor caminho para evitar problemas futuros.

Mapa da fotografia revela principais marcas do setor no Brasil

Quem está moldando o cenário da fotografia no Brasil? O Mapa da Indústria Fotográfica 2025, produzido pela Aftershoot, responde a essa pergunta ao apresentar um panorama completo das empresas que impulsionam o setor. Organizado em 14 categorias – incluindo fabricantes, softwares de edição e serviços de portfólio – o levantamento destaca os principais atores dessa indústria. 

O mercado fotográfico nunca foi tão dinâmico. Com a ascensão da inteligência artificial e a fusão entre técnicas tradicionais e digitais, fotógrafos e criadores de conteúdo buscam soluções inovadoras para otimizar seus fluxos de trabalho. O mapa surge como um guia essencial, conectando profissionais às ferramentas e tendências que estão redefinindo como a fotografia é produzida, editada e compartilhada.

O levantamento reflete a constante transformação do setor. “O Mapa da Indústria Fotográfica destaca a incrível diversidade de empresas que influenciam o cenário da fotografia. De fabricantes a desenvolvedores de software, este mapa reúne aqueles que estão inovando e criando as ferramentas que impulsionam o setor. A fotografia está em um momento de convergência entre inteligência artificial e técnicas tradicionais. Atualmente os fotógrafos não escolhem uma única solução — eles estão combinando diferentes ferramentas para desbloquear novas possibilidades criativas e otimizar seus fluxos de trabalho.” — comenta Harshit Dwivedi, fundador da Aftershoot.

Segundo Justin Benson, cofundador da Aftershoot, a especialização tem sido um fator-chave nesse movimento: “O Mapa da Indústria Fotográfica é a nossa forma de unir a comunidade, tornando mais fácil para os fotógrafos explorarem e escolherem as melhores ferramentas para o seu trabalho. Estamos observando um aumento no desenvolvimento de ferramentas especializadas para nichos específicos, o que indica que os fotógrafos estão personalizando seus fluxos de trabalho para refletir seu estilo único. Hoje, eles querem trabalhar de forma mais inteligente, não mais difícil, integrando serviços, IA e ferramentas tradicionais de maneira fluida.”

Além de orientar fotógrafos e entusiastas, este mapa também pode ser usado como um termômetro do mercado ao ajudar empresas a identificar tendências, parcerias estratégicas e novas oportunidades. Com atualizações regulares da Aftershoot, ele acompanha a evolução da indústria e garante que profissionais tenham sempre à mão um panorama atualizado das ferramentas e inovações que estão redefinindo a fotografia.

O mapa está disponível em alta resolução neste link

Maior app de livros e editoras atuam em conjunto para conquistar mais leitores

Skeelo, plataforma e comunidade de leitura, tem como missão ampliar a distribuição e o acesso a livros para milhares de pessoas. O acervo composto por mais de 5 mil títulos é constituído por meio da parceria com as principais editoras como Companhia das Letras, Grupo Editorial Record, Editora Sextante/Arqueiro, Planeta, Globo Livros, entre outras. Esses títulos são distribuídos em formato digital, no modelo de e-book, audiobook e minibook, ampliando a visibilidade das editoras e autores brasileiros e contribuindo para a formação de novos leitores.

“Desde o início da operação, o Skeelo já distribuiu mais de 11 bilhões de livros. Em 2024, acumulamos mais de 286 milhões de minutos de leitura, com destaque para casos de sucesso como o livro Sem Saída, que foi parte da maratona de leitura coletiva Skeeloween e se tornou o título mais finalizado da história do app”, explica Rodrigo Meinberg, CEO do Skeelo.

Esse engajamento não é por acaso. A curadoria do acervo é realizada por um time multidisciplinar dedicado a melhorar a experiência dos leitores.

Democratização da leitura

O modelo de negócio pioneiro da startup, oferecido como benefício por mais de 150 empresas, como Vivo, Claro, UOL, Sem Parar e Terra, sem custos adicionais aos clientes, beneficia todo o ecossistema do mercado editorial: as editoras, que alcançam novos públicos; empresas parceiras, que entregam valor agregado a seus clientes; e leitores, que têm acesso facilitado a grandes livros, trazendo novo fôlego ao setor livreiro.

“O formato de distribuição é muito simples para o usuário, basta usar o próprio celular, em qualquer lugar, para aproveitar tudo o que o Skeelo oferece. Não é necessário um dispositivo específico para ler ou ouvir os nossos conteúdos. Outro grande diferencial de outros players, é a posse definitiva do livro por parte do usuário. Uma vez que ele ganhou o livro, o arquivo será para sempre dele”, explica o CEO.

Com isso, a empresa consolida o cenário de colaboração entre a plataforma e as editoras, apresenta um modelo sustentável para o mercado e contribui para uma sociedade mais informada, inclusiva e conectada ao poder das palavras. “O discurso que brasileiro não lê é ultrapassado. Olhando para os próximos 5 anos, nós enxergamos um grande potencial de crescimento. A meta é expandir ainda mais o acervo, fortalecer parcerias com editoras e empresas para levar o benefício a um número maior de pessoas, além de investir em tecnologias que aprimorem a experiência do usuário”, conclui.

A Nova Era da IA: como o DeepSeek está moldando o amanhã

Nos últimos anos, a inteligência artificial (IA) tem avançado a passos largos, transformando diversos setores e moldando o futuro da tecnologia. Nesse cenário, o DeepSeek causou um furor no mercado, emergindo como uma inovação significativa, oferecendo soluções abertas e acessíveis em IA.

Em sua mais nova versão, o DeepSeek-R1, não apenas replica as capacidades do modelo GPT-4 da OpenAI, mas também desafia seu domínio em diversos benchmarks. Além disso, o diferencial do DeepSeek-R1 é ser um modelo de código aberto sob a licença de uso tipo MIT, tornando-se uma alternativa poderosa no campo da IA.

O DeepSeek-R1 foi desenvolvido pela empresa chinesa DeepSeek para abordar tarefas que exigem raciocínio lógico, resolução de problemas matemáticos e tomada de decisão em tempo real. Esse modelo foi projetado para demonstrar o processo de decisão lógica, e um dos seus principais diferenciais é permitir que os usuários acompanhem seu processo de tomada de decisão. Essa característica replica o processo de decisão e raciocínio humano, o que é especialmente valioso para aplicações onde a transparência no raciocínio é essencial.

Notadamente o DeepSeek foi desenvolvido em um momento em que restrições internacionais limitaram o acesso da China aos equipamentos de ponta para IA. E para contornar essas barreiras, a empresa precisou buscar alternativas para maximizar o uso dos recursos disponíveis, o que levou à criação de soluções inovadoras. Como resultado, o DeepSeek-R1 permite a utilização do hardware existente, garantindo eficiência sem depender de infraestrutura altamente especializada.

Tradicionalmente, os modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs), como o GPT-4, Claude e Llama, apresentam desafios para a sua adoção mais ampla como, por exemplo, altos requisitos computacionais, necessidade de uma infraestrutura complexa comparável a supercomputadores, e dependência de aceleradores de IA de alto desempenho. Esses fatores aumentam significativamente os custos de desenvolvimento e operação, tornando esta tecnologia inacessível. No entanto, a história mostra que inovações disruptivas frequentemente superam essas barreiras, reduzindo custos e ampliando o acesso.

Assim, o DeepSeek exemplifica esse padrão, demonstrando que até mesmo as empresas incumbentes que dominam esse mercado, podem ser desafiadas e não se encontram confortavelmente protegidas pela sua liderança tecnológica. O impacto foi significativo no setor, e estima-se que as empresas líderes do setor tenham perdido US$ 1 trilhão em valor agregado de mercado, devido à concorrência emergente de modelos abertos e mais acessíveis.

Por outro lado, a disseminação do DeepSeek também gerou preocupações em alguns governos. Países como Itália, Tailândia, Coreia do Sul e Austrália impuseram restrições ao uso dos seus aplicativos, especialmente por funcionários públicos. Nos Estados Unidos, medidas semelhantes foram adotadas, baseadas em preocupações de segurança, semelhante às restrições aplicadas a empresas como Huawei e TikTok.

Vale ressaltar que essas restrições se aplicam aos aplicativos e à página web, mas não necessariamente ao modelo em si. Contudo, especialistas em segurança, como as empresas Seekr e Enkrypt AI, alertam sobre potenciais vulnerabilidades do modelo, que ainda precisam ser mais investigadas.

De uma forma geral, assim como ocorreu com a computação pessoal, a internet e a computação em nuvem, os LLMs estão a caminho de se tornarem uma tecnologia mais acessível. Com novas soluções que reduzem custos e simplificam a infraestrutura, a adoção desses modelos deve acelerar, impactando profundamente diversos setores.
Olhando para o futuro, modelos mais compactos, como o DeepSeek, podem ser ideais para a implementação em ambientes de enclaves de computação confidencial (Trusted Enclave). Esses ambientes permitem o processamento completamente seguro e criptografado de dados sensíveis, garantindo integridade e privacidade—o que é essencial, para agentes de aprendizado protegidos por privacidade (PPML).

Isso é fundamental para atender à crescente demanda por agentes autônomos de IA em aplicações que lidam com dados confidenciais, garantindo eficiência e segurança. À medida que a IA se torna cada vez mais central para a economia e a segurança global, é necessário infraestruturas confiáveis e seguras para atender a demanda por agentes de IA em aplicações sensíveis que requerem segurança e confiança.

Nesse cenário, a RT-One está trazendo um avanço estratégico com a construção do primeiro data center focado em IA no Brasil, na cidade de Maringá, Paraná. Essa iniciativa busca fortalecer a infraestrutura de computação do país, impulsionando inteligência artificial e cibersegurança em nível nacional.

Com uma infraestrutura otimizada para a IA e computação confidencial, a RT-One e seus parceiros tecnológicos estão trazendo soluções avançadas em IA para o Brasil, garantindo alto desempenho e proteção de dados sensíveis.

Em resumo, o DeepSeek representa um avanço significativo no campo da inteligência artificial, oferecendo uma alternativa poderosa e acessível aos modelos dominantes. Seu impacto já é evidente no mercado global, acelerando a democratização da IA e levantando debates sobre segurança, regulamentação e infraestrutura tecnológica.

A RT-One está alinhada com essa revolução, preparando-se para um futuro onde IA, segurança de dados e soberania digital caminham juntas, com o potencial de transformar diversos setores e aplicações. Ao fortalecer a infraestrutura tecnológica do Brasil, a RT-One busca promover a inovação no país, criando a fundação para avanços na pesquisa e no desenvolvimento de novas tecnologias e garantindo maior autonomia digital.

Fernando Palamone é executivo com mais de 30 anos no gerenciamento de tecnologias em mercados globais como EUA, Europa e Ásia, com passagens pela Intel, Cisco, VMware, IBM entre outras.

Boas práticas financeiras impulsionam o crescimento de pequenas empresas

A gestão financeira é um dos principais desafios enfrentados por pequenos empresários. Muitas vezes, a falta de organização e controle sobre os recursos disponíveis pode levar a dificuldades que comprometem o crescimento e até a sobrevivência do negócio. No entanto, quando bem executada, uma boa gestão financeira pode ser o diferencial que transforma uma empresa regional em um caso de sucesso.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae, 50% das pequenas empresas fecham as portas antes de completar cinco anos de atividade, e a má gestão financeira é apontada como uma das principais causas. O estudo revela que muitos empreendedores não separam as finanças pessoais das empresariais, além de não realizarem um planejamento adequado para o futuro. Esses dados mostram que, sem um controle eficiente, até mesmo negócios promissores podem não alcançar seu potencial máximo.

Samuel Modesto, especialista em gestão empresarial e mentor de negócios, reforça a importância de uma visão estratégica para o sucesso financeiro. “Muitos empresários focam apenas no faturamento e esquecem que o lucro real depende de um controle rigoroso das despesas. Além disso, é fundamental ter um planejamento que inclua reservas para imprevistos e investimentos futuros. Sem isso, qualquer crescimento pode ser passageiro”, explica. Ele ainda destaca que a falta de atenção a detalhes como fluxo de caixa e custos fixos pode levar a decisões equivocadas, como cortes em áreas essenciais ou investimentos desnecessários.

Planejamento financeiro como base para decisões estratégicas

Um dos primeiros passos para uma gestão financeira eficiente é o planejamento. Definir metas claras, tanto de curto quanto de longo prazo, ajuda a direcionar os recursos de forma mais assertiva. Por exemplo, um pequeno comércio que deseja expandir suas operações pode começar com um plano de redução de custos operacionais, como a renegociação de contratos com fornecedores ou a adoção de tecnologias que otimizem processos.

Outro ponto importante é a separação entre as finanças pessoais e empresariais. Muitos empreendedores cometem o erro de utilizar o caixa da empresa para cobrir despesas pessoais, o que pode gerar um desequilíbrio financeiro. Criar uma conta exclusiva para o negócio e estabelecer um pró-labore fixo são medidas simples, mas que fazem toda a diferença.

Controle de caixa e o impacto no dia a dia

O controle de caixa é outra ferramenta essencial para a saúde financeira de uma empresa. Saber exatamente quanto entra e sai do caixa permite identificar padrões de gastos, evitar desperdícios e tomar decisões mais informadas. 

Para Samuel Modesto, esse controle deve ser diário. “O fluxo de caixa não pode ser negligenciado. É ele que vai mostrar se a empresa está gerando lucro ou apenas sobrevivendo. Além disso, com um controle detalhado, é possível identificar oportunidades de melhoria e investimento”, afirma.

Um exemplo prático é o de uma pequena padaria que, ao analisar seu fluxo de caixa, percebe que parte de seus produtos está sendo desperdiçada devido à má gestão de estoque. Com ajustes no processo de compras e produção, a empresa consegue reduzir custos e aumentar sua margem de lucro.

A importância de reservas e investimentos

Por fim, a criação de uma reserva financeira é um passo que muitas pequenas empresas ignoram, mas que pode ser decisivo em momentos de crise. Ter um fundo de emergência garante que a empresa consiga enfrentar imprevistos, como quedas nas vendas ou aumento de custos, sem comprometer suas operações. Além disso, parte dos lucros deve ser reinvestida no negócio, seja em infraestrutura, capacitação da equipe ou expansão.

Samuel Modesto finaliza com um conselho para os empreendedores. “A gestão financeira não é apenas sobre números, mas sobre visão e disciplina. Quem consegue enxergar além do presente e planejar com cuidado está mais preparado para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que surgem no caminho”, conclui.

Entrega rápida no e-commerce de flores: como garantir a satisfação dos clientes?

A velocidade da entrega tornou-se um fator decisivo para a experiência do consumidor no e-commerce. De acordo com uma pesquisa recente da Capterra, a rapidez na entrega é o critério mais importante para os clientes, superando preço e atendimento. O levantamento revelou que 56% dos entrevistados associam a satisfação com uma loja ao prazo de envio, enquanto 64% são influenciados pelo tempo estimado para receber o pedido. No segmento de flores, a urgência é ainda mais relevante, pois se trata de um produto perecível e frequentemente adquirido para ocasiões especiais. A entrega de plantas exige cuidados específicos para garantir que os arranjos cheguem ao destino em perfeitas condições. A refrigeração adequada, entre 1°C e 7°C, e a umidade controlada são fatores essenciais para manter a qualidade do produto. Além disso, embalagens apropriadas não apenas protegem a estrutura das flores, mas também ajudam a preservar sua durabilidade.

Outro ponto fundamental é a escolha de transportadoras confiáveis, especialmente para empresas que atendem a diferentes regiões do país. O uso de hubs logísticos descentralizados pode otimizar o processo, reduzindo prazos para envios e garantindo que os produtos cheguem com frescor ao consumidor final. Caso ocorra algum dano durante o transporte, políticas de reenvio imediato demonstram compromisso com a satisfação do cliente e ajudam a fidelizar o público.

Mudança no perfil do consumidor

mercado tem passado por transformações significativas nos últimos anos, impulsionado pelo crescimento do e-commerce e pela mudança no perfil do consumidor. Durante a pandemia, a busca por flores aumentou tanto para presentear pessoas queridas quanto para decorar ambientes domésticos. Além disso, a compra online democratizou o acesso a arranjos florais, ampliando a faixa etária dos consumidores.

Antes, a maior parte dos compradores tinha mais de 35 anos, mas hoje há uma participação expressiva de jovens a partir dos 18 anos, que adquirem arranjos, vasos e buquês para diversas ocasiões. Esse comportamento reforça a necessidade de oferecer um portfólio diversificado e um serviço de frete ágil para atender às demandas do público.

Crescimento do setor e desafios logísticos

O setor de floricultura tem apresentado um crescimento expressivo no Brasil. Um estudo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), em parceria com o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), apontou que o PIB do segmento saltou de R$ 10 bilhões em 2017 para R$ 18,4 bilhões em 2022, um aumento de 83,4%. O mercado interno absorve 97,5% da produção, com São Paulo concentrando 75% da oferta e respondendo por 55% do consumo nacional.

Apesar do avanço, o segmento enfrenta desafios logísticos, especialmente devido às mudanças climáticas e à necessidade de aprimoramento na distribuição. A adoção de tecnologias de rastreamento em tempo real, automação de processos logísticos e ampliação de parcerias estratégicas são medidas essenciais para garantir eficiência nos envios. Com o consumidor cada vez mais exigente, oferecer rapidez e qualidade na entrega de flores pode ser o diferencial para o sucesso no mercado.

Os principais motivos para a desinstalação de aplicativos em 2025

Quando um usuário baixa um aplicativo, a expectativa é que a experiência seja intuitiva, funcional e satisfatória. No entanto, muitas vezes, essa jornada é interrompida antes mesmo de o usuário explorar todo o potencial da plataforma. Essa é uma realidade que Leandro Scalise, CEO da RankMyApp e especialista em marketing móvel, acompanha de perto. Buscando entender as razões por trás desse comportamento, Scalise realizou um levantamento e identificou os cinco principais fatores que levam os usuários a desinstalarem aplicativos em 2025.

O primeiro ponto crítico, segundo a análise do profissional, é a usabilidade do aplicativo. Muitos usuários desinstalam um aplicativo porque a interface não é intuitiva o suficiente. Se a navegação for confusa, o design parecer ultrapassado ou a experiência for marcada por lentidão, as chances de abandono aumentam. “A primeira impressão conta muito, e se um usuário precisa de muito esforço para entender como usar um app, ele dificilmente continuará com ele instalado”, explica Scalise.

A falta de suporte eficiente é outro motivo que aparece com frequência na análise. Quando um usuário encontra um problema e não consegue resolvê-lo de forma rápida e fácil, a frustração se instala. Ele destaca que, sem um canal de atendimento acessível e responsivo, a tendência é que os usuários prefiram buscar alternativas no mercado a insistirem em um aplicativo que não oferece suporte adequado.

Falhas técnicas e bugs recorrentes também figuram entre os principais fatores para a taxa de cancelamento. Aplicativos que apresentam erros constantes ou travamentos inesperados geram uma experiência negativa e fazem com que os usuários percam a confiança no serviço. Scalise destaca que esse é um dos problemas mais fáceis de mitigar, desde que as empresas adotem uma abordagem proativa na correção de falhas e na atualização contínua do sistema.

Outro fator apontado é a experiência de onboarding, ou seja, o primeiro contato do usuário com o aplicativo. Se esse processo for demorado, burocrático ou não demonstrar valor rapidamente, a taxa de abandono aumenta. A relação mostra que uma introdução simplificada e interativa pode reter mais usuários e reduzir significativamente as desinstalações nos primeiros dias.

Por fim, Scalise identificou que a falta de personalização e comunicação segmentada também impacta negativamente a retenção. Aplicativos que enviam notificações genéricas ou irrelevantes acabam sendo ignorados ou, em alguns casos, irritam o usuário. Estratégias baseadas no comportamento do usuário, como notificações push personalizadas e campanhas direcionadas, podem fazer toda a diferença para manter o engajamento.

Para o C-Level, entender os motivos da desistência do serviço não é apenas uma questão de analisar números, mas de interpretar comportamentos e ajustar estratégias para melhorar a experiência do usuário. “O churn elevado indica que os esforços de aquisição não estão resultando em retenção, o que pode comprometer o crescimento do negócio. Ao corrigir os principais pontos de atrito, é possível transformar a experiência do usuário e garantir resultados sustentáveis”, afirma Leandro.

A apuração do executivo reforça que, no cenário competitivo dos aplicativos, a retenção se tornou um fator determinante para o sucesso. “Empresas que buscam crescimento sustentável precisam olhar além da captação de novos usuários e investir em melhorias contínuas para garantir que aqueles que baixam o aplicativo permaneçam ativos e engajados”, ressalta o executivo. 

LWSA abre mais de 60 vagas de emprego em diversas áreas

A LWSA, ecossistema de soluções digitais para empresas de todos os tamanhos, está com 69 vagas de emprego abertas para diversos níveis e áreas de atuação. As oportunidades abrangem os setores de tecnologia, financeiro, jurídico, negócios e comunicação, reforçando o compromisso da empresa em atrair talentos qualificados para impulsionar a inovação e o crescimento do setor digital.

Há vagas para Especialista em Segurança da informação, Analista de Planejamento Financeiro Pleno e Analista Jurídico cm Privacidade de Dados Sênior, na LWSA, além de posições nas marcas da empresa como Bling, com Associate Product Manager Pleno, Tray com Analista de Metodologia Ágeis Pleno ou Vindi para Coordenadora de Desenvolvimento, entre outras posições. Confira os detalhes e todas as vagas aqui. Os profissionais irão atuar de forma presencial, híbrida ou remota nos estados de São Paulo (capital e Marília), Belo Horizonte (MG), Bento Gonçalves (RS) e Curitiba (PR).

De acordo com Otávio Dantas, vice-presidente de Gestão, Estratégia e Pessoas da LWSA, as contratações reforçam áreas estratégicas da empresa e suas unidades e são importantes para os planos de crescimento da holding, levando em conta também critérios de diversidade.  “Acreditamos que a diversidade de talentos e perfis fortalece nossa cultura e impulsiona a inovação. Além disso, essas contratações irão nos ajudar a manter a qualidade de nossos produtos e serviços, bem como se alinham ao nosso plano de expansão dos negócios da LWSA”, afirma. 

Benefícios

O pacote de benefícios das vagas inclui assistência médica e odontológica, vale-refeição ou alimentação, auxílio home office, seguro de vida, auxílio-creche, day off, participação nos lucros e parcerias com instituições de ensino e bem-estar. Além disso, a empresa disponibiliza espaços de convivência e relaxamento, como sala de jogos e massagem, além de parcerias para atividades físicas e qualidade de vida.

A LWSA foi reconhecida pelo Índice TEVA de Mulheres na Liderança e pelo instituto Great Place to Work (GPTW) nas categorias Mulher e Raça, destacando-se por suas iniciativas de diversidade e inclusão, com foco especial na representatividade feminina. Desde 2019, a empresa mantém um Comitê de Inclusão & Diversidade, que atua em sete frentes, incluindo Mulheres e LGBTQIAPN+. 

ABcripto lança Programa de Autorregularização Tributária para empresas de criptoativos se adequarem à Receita Federal

A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) anunciou, nesta quarta-feira (26), durante o Crypto Tax Reporting Summit, o lançamento do Programa de Autorregularização Tributária. A iniciativa é voltada para exchanges, tokenizadoras, plataformas de infraestrutura criptoeconômica e outras prestadoras de serviços de criptoativos, oferecendo suporte para que essas empresas se adequem às exigências da Receita Federal (RFB), incluindo a DeCripto e Instrução Normativa RFB nº 1888/2019. O Programa visa garantir maior segurança jurídica, previsibilidade regulatória e a padronização no cumprimento das obrigações impostas ao setor da Criptoeconomia. 

Segundo Tiago Severo, Vice-Presidente Jurídico e Autorregulação na ABcripto, a iniciativa representa avanço importante para o mercado cripto no Brasil. “O Programa foi estruturado no âmbito do pilar da autorregulação da ABCripto, com o objetivo de que qualquer ator de mercado, associado ou não, possa ter soft landing quanto à adequação de novas normas editadas pela RFB”, afirma Severo.  

O Programa ocorre em duas etapas. Na primeira, a empresa responde questionário eletrônico, assessment, e, depois, participa de entrevista com os Coordenadores do Programa, cujo objetivo é identificar Gap Analysis.  

Na segunda etapa, a Coordenação do Programa terá como entregável o desenho de Plano de Ação personalizado, com orientações detalhadas para que a empresa esteja em total conformidade com as exigências da Receita Federal. Caso necessário, a ABcripto e seus consultores poderão acompanhar a empresa em entrevistas com a Receita Federal, prestando suporte técnico e jurídico. 

As empresas interessadas devem preencher formulário eletrônico disponível no site da ABcripto e firmar contrato de adesão ao Programa (Termo Adesão). Estima-se que entre 30 e 45 dias da assinatura do Termo de Adesão a empresa aderente terá seu Plano de Ação customizado. 

O programa conta com uma estrutura de preços baseada no porte e no regime tributário da instituição pleiteante. Empresas de menor porte, enquadradas no Simples Nacional, terão condições diferenciadas, enquanto negócios que operam sob o regime de Lucro Real ou Lucro Presumido seguirão outro modelo. Grandes grupos empresariais com operações internacionais contarão com suporte adaptado às suas necessidades, considerando desafios como transações intragrupo e remessas internacionais. 

As inscrições já estão abertas, e empresas interessadas podem obter mais informações sobre o Programa de Autorregularização Tributária acessando o site da ABcripto neste link