Inspirado pelo Pix, a Colômbia lançou o próprio meio de pagamentos instantâneos, o Bre-B, que segue as mesmas características principais do sistema brasileiro: interoperabilidade, disponibilidade 24 horas por dia, 7 dias por semana, e liquidação imediata. A operação em larga escala começa hoje após duas semanas de testes, iniciados em 23 de setembro. Desde o primeiro dia, empresas internacionais já podem oferecer o Bre-B aos clientes colombianos por meio do EBANX. Para facilitar esse acesso, a empresa fez uma parceria com a MOVii, a primeira banktech da América Latina, que fornece infraestrutura completa de pagamentos de emissão e adquirência para indivíduos e empresas.
Mais de 30 milhões de pessoas já se cadastraram para usar o Bre-B, de acordo com o Banco de la República, o banco central da Colômbia. Esse número representa 76% da população adulta do país. Ao mesmo tempo, apenas 18% têm acesso a cartões de crédito, segundo o último relatório da instituição. Dados do Banco Mundial mostram que a Colômbia tem uma das menores taxas de penetração de cartões de crédito na América Latina. Esse número permanece estável desde 2022. Enquanto isso, a parcela de colombianos que fazem transações online continua a crescer, indicando um aumento na preferência local por métodos de pagamento alternativos para compras pela internet.
Com a Black Friday se aproximando, estudo da Kobe Apps analisa como o comportamento do consumidor vem evoluindo e quais estratégias impactam vendas, conversão e fidelização. No Brasil, a data movimentou R$ 9,3 bilhões em 2024, representando um crescimento de 10,5% em relação a 2023. O faturamento acumulado de quinta e sexta-feira (28 e 29 de novembro) atingiu R$ 5,97 bilhões, sendo R$ 4,27 bilhões apenas na sexta-feira, um aumento de 8,4% frente ao ano anterior.
O levantamento da Kobe Apps, plataforma de criação e gestão de aplicativos para o varejo, mostra que a preferência pelo mobile continua crescendo, com 73% das compras sendo realizadas via smartphones, e com 88% dos consumidores pesquisando produtos diretamente nos sites e aplicativos das lojas antes de finalizar a compra. Na plataforma da Kobe, os aplicativos registraram tíquetes médios 50% maiores em relação aos sites responsivos, destacando o impacto do mobile na rentabilidade.
Setores tradicionais, como eletrônicos e eletrodomésticos, mantém liderança, mas categorias como moda, beleza e produtos para casa têm apresentado crescimento acima da média. Além disso, a intenção de gasto dos consumidores aumentou 43%, reforçando o potencial da Black Friday não apenas como um pico de vendas, mas como uma oportunidade estratégica para aquisição qualificada e fidelização de clientes.
De acordo com dados da própria plataforma, os clientes da Kobe Apps registraram R$ 89 milhões em vendas na Black Friday de 2024. Para este ano, a projeção é de que o volume ultrapasse R$ 500 milhões, considerando o aumento da base de clientes e a média mensal de faturamento registrada em 2025. “Na prática, novembro representa mais que o dobro do faturamento médio mensal dos aplicativos, consolidando a data como o maior pico de vendas do varejo digital”, afirma Bruno Bulso, COO da Kobe Apps.
A Black Friday deixou de ser apenas um dia de descontos e hoje é tratada como uma temporada que movimenta todo o mercado. Em 2024, o e-commerce brasileiro faturou R$9,3 bilhões no período, segundo estimativa da Neotrust Confi, e a expectativa é de novo crescimento em 2025. Com o digital no centro das decisões, o desafio das marcas vai além de preços: é preciso conquistar atenção em um ambiente saturado e preparar canais e equipes com antecedência.
“Muitas empresas ainda operam em modo confusão geral, deixando para montar campanhas na última hora e dependendo da mídia paga. Esse improviso eleva custos, compromete a experiência de compra e afeta a reputação da marca. O segredo do sucesso está em estruturar bem as três fases — pré-lançamento, lançamento e pós-lançamento”, afirma Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs, plataforma líder em gestão de mídias sociais na América Latina.
Etapa 1: Pré-lançamento (13 de outubro a 15 de novembro)
O executivo reforça a relevância do pré-lançamento. “Com cinco semanas de duração, esta é a fase mais importante para preparar o terreno. O objetivo não é vender de imediato, mas atrair e aquecer a base de potenciais clientes, gerando leads qualificados”. Entre as ações recomendadas estão conteúdos direcionados, como listas de dicas, reações a tendências e respostas às perguntas mais buscadas pelos usuários.
Outro ponto central é a captação de contatos. A integração de CRM e API de conversão permite coletar dados primários, reduzindo a dependência de anúncios pagos. Formatos como Lead Ads também ajudam por facilitarem o preenchimento de informações e permitirem contato rápido via WhatsApp. Complementam essa etapa a auditoria da reputação online, o estímulo ao conteúdo gerado por usuários (UGC) e o trabalho com influenciadores digitais.
Etapa 2: Lançamento (16 a 28 de novembro)
Com o evento em andamento, o foco passa a ser a conversão. A disputa pela atenção é intensa e os custos de mídia sobem, por isso o público aquecido previamente ganha protagonismo.
O Live Shopping é uma das estratégias mais eficazes, unindo entretenimento, demonstração de produtos e interação em tempo real. Outra prioridade são os anúncios em formatos como Reels, otimizados por inteligência artificial, que aumentam a performance das campanhas. Além disso, o atendimento rápido é essencial: o brasileiro espera respostas em até 1 minuto no WhatsApp e em 10 minutos no Instagram, exigindo equipes preparadas para não perder vendas para a concorrência.
Etapa 3: Pós-lançamento (29 de novembro a 6 de dezembro)
O período após a Black Friday deve ser usado para fidelizar compradores e esgotar estoques. Uma das recomendações é utilizar o CRM para identificar quem comprou e criar campanhas de remarketing com ofertas de cross-selling ou up-selling, como sugerir uma blusa para quem adquiriu uma calça.
Programas de fidelidade, como cashback exclusivo para a próxima compra, ajudam a estender a relação com o cliente e estimular indicações. Já a criação de grupos exclusivos, como “melhores amigos” no Instagram, pode ser uma forma eficiente de engajar consumidores de alto valor com promoções diferenciadas e comunicação direta.
“O pós é decisivo, pois é nesse momento que a marca pode transformar uma compra isolada em um relacionamento contínuo. Quem aproveita essa fase aumenta o valor do cliente e cria oportunidades de indicação e recorrência”, destaca Kiso.
A Black Friday 2025 será uma corrida intensa por atenção e conversão. Empresas que começarem cedo, estruturarem suas etapas e entenderem os hábitos do público terão vantagem decisiva na maior temporada de compras do ano. “A marca que tratar a Black Friday como parte da sua estratégia anual vai transformar vendas pontuais em crescimento sustentável”, conclui Kiso.
A Oracle desenvolveu o estudo “A NovaEra da IA: da inovação aos resultados reais”, que apresenta um panorama sobre o impacto e as oportunidades geradas pela Inteligência Artificial na América Latina. O relatório aponta que a adoção estratégica da GenAI pode acelerar a inovação e transformar o mercado, com potencial de adicionar até US$ 1 trilhão ao PIB da região até 2038, segundo dados da Accenture.
O levantamento revela que 80% dos bancos brasileiros já utilizam IA generativa, resultando em um aumento médio de 11,4% na eficiência operacional. Até 2027, 25% do orçamento de TI das maiores empresas da região será destinado a IA. Esses avanços indicam que a tecnologia está não apenas modificando processos internos, mas também reconstruindo a forma como as empresas atuam em setores estratégicos, como saúde, varejo e serviços financeiros.
Outro dado de destaque é o impacto da IA no mercado de trabalho, com potencial de transformar até 40% das horas de trabalho na região, o que reforça a urgência da requalificação para capacitar profissionais às novas demandas. Esse cenário exige um equilíbrio entre inovação, cultura corporativa e desenvolvimento, pilares que a Oracle promove por meio de sua conexão com startups, hubs de inovação e grandes corporações.
Marcelle Paiva, Vice-Presidente do Data & AI Hub da Oracle para a América Latina, destaca que a região vive um momento único. “Mais do que uma transformação tecnológica, a IA é uma oportunidade de reposicionar empresas e mercados. Ao conectar startups, inovação e grandes empresas, estamos vendo soluções criativas e eficazes que já estão redefinindo setores como saúde e serviços financeiros no Brasil.”
Para mais informações sobre o estudo “A NovaEra da IA: da inovação aos resultados reais” e os insights apresentados, acesse o link.
Neste 5 de outubro, Dia do Empreendedor, há ainda mais motivos para celebrar: nunca foi tão viável transformar ideias em negócios. Com os avanços da inteligência artificial (IA), qualquer pessoa com um smartphone pode iniciar um empreendimento sem precisar de equipamentos caros ou formação técnica. Ferramentas baseadas em IA estão ajudando a transformar atividades paralelas em negócios prósperos, tornando o empreendedorismo mais acessível e inclusivo do que nunca.
De acordo com uma pesquisa realizada com 720 usuários da ferramenta de edição de imagens com IA, Photoroom, nos Estados Unidos e Reino Unido, a IA centrada no ser humano está possibilitando que donos de pequenas empresas e freelancers alcancem a independência financeira.
Hoje, nos EUA, 99,9% das empresas são pequenas, e no Reino Unido, 99,05%. A Geração Z, em particular, está remodelando o futuro do trabalho: 93% dos jovens dessa geração demonstram interesse em empreender e 75% planejam abrir seus próprios negócios.
“A IA está transformando o cenário para novos empreendedores, reduzindo e transformando o obstáculo financeiro e capacitando pessoas comuns a criar e gerenciar seus negócios”, afirma Matthieu Rouif, CEO e co-fundador da Photoroom.
Democratização da tecnologia
A ascensão da IA está revolucionando o cenário empresarial, tornando-se essencial para pequenas empresas e atividades secundárias. Ferramentas que antes eram exclusivas de grandes corporações agora estão disponíveis para qualquer pessoa, democratizando o acesso a tecnologias avançadas.
Segundo a pesquisa, 33% dos empreendedores usam o ChatGPT para gerar ideias de campanhas, enquanto 87% dos usuários da Photoroom utilizam a plataforma para criar fotos de produtos com qualidade profissional. Outras ferramentas populares incluem CapCut, Mailchimp e Mojo, que auxiliam na criação de vídeos, automação de marketing por e-mail e aprimoramento de conteúdo para redes sociais.
O impacto é claro: as pequenas empresas que adotam essas ferramentas de IA relatam uma melhoria significativa em produtividade, economia de tempo e aumento nas vendas. De acordo com a Câmara de Comércio dos EUA, uma em cada quatro pequenas empresas que adotaram IA observou melhorias no desempenho de marketing e comunicação, além de um aumento considerável nos lucros.
Como a Photoroom está ajudando os empreendedores a alcançarem a independência financeira
A Photoroom tem sido uma ferramenta essencial para empreendedores superarem desafios e impulsionarem seus negócios. Um exemplo é Nick Hawkins, fundador da The 1994 Candle Co., que começou sua empresa de velas durante a pandemia. Apesar de ser fotógrafo, ele encontrava dificuldades com as ferramentas de edição tradicionais, que eram caras e complexas. Ao adotar a Photoroom, Nick conseguiu criar imagens de alta qualidade de forma rápida e acessível, o que resultou em um aumento de 40% nas vendas nos primeiros três meses.
Outro exemplo de sucesso é Sarah, que fundou a Cowgirl Clutch, um negócio de bijuterias, aos 15 anos. Sem experiência em marketing e com recursos limitados, Sarah encontrou na Photoroom a ferramenta ideal para criar imagens atraentes e profissionais. Aos 18 anos, ela já tinha alcançado independência financeira, algo que não imaginava conseguir em tão pouco tempo.
No Brasil, Bel Demétrio, começou a criar bolsas femininas exclusivas durante a pandemia, transformando um hobby em um negócio lucrativo. Inicialmente, ela enfrentava dificuldades para capturar fotos de qualidade profissional que destacassem seu trabalho artesanal. Durante sua jornada, Bel testou diversas plataformas de edição, mas foi a Photoroom que conseguiu unir o visual artesanal ao profissionalismo nas imagens, resultando em um aumento significativo de interações no seu perfil do Instagram e, consequentemente, nas vendas. Hoje, ela usa a versão Pro da Photoroom para otimizar a apresentação visual de suas peças e planeja lançar um site com fotos editadas no aplicativo.
Outro exemplo brasileiro é a trajetória de Débora Campos, uma artesã carioca que se estabeleceu em Hortolândia para se dedicar à sua maternidade, e também enfrentou dificuldades para capturar fotos atraentes de seus produtos devido à falta de fundos adequados. Após descobrir a Photoroom, seus resultados mudaram completamente: agora consegue preparar fotos em apenas 20 minutos, o que não só melhorou a apresentação de seus trabalhos, mas também impulsionou suas vendas e o número de seguidores em até 30%.
“Com a Photoroom, minhas fotos começaram a receber muitos elogios, e eu não preciso mais gastar com anúncios pagos”, afirma Débora, que recomenda o aplicativo a amigos e ressalta a importância de uma boa foto para transmitir credibilidade e atrair clientes.
Essas histórias comprovam o impacto positivo da IA na vida de pequenos empreendedores, permitindo que transformem suas ideias em negócios prósperos com recursos acessíveis e fáceis de usar.
O impacto econômico do empreendedorismo
Além do benefício óbvio de usar a Photoroom para aumentar a qualidade de suas imagens (76%), os entrevistados relataram que o acesso a ferramentas de edição de fotos com IA teve um impacto significativo em várias áreas dos seus negócios.
53% dos usuários destacaram a economia de tempo como um dos principais benefícios, permitindo-lhes dedicar mais tempo a outras atividades cruciais para o crescimento de suas empresas. 32% mencionaram a economia de dinheiro, evitando gastos com serviços profissionais caros, enquanto 15% observaram um aumento nas vendas, resultado da melhoria na apresentação de seus produtos.
As pequenas empresas não apenas incentivam a inovação, mas também são o eixo central da economia global. De acordo com a Small Business Administration dos EUA, pequenas empresas representam 40% do PIB americano e são responsáveis por 63% dos novos empregos criados desde 1995.
Com o apoio de ferramentas como a Photoroom, os empreendedores estão não só superando barreiras, como também economizando dinheiro. 78% dos usuários relataram uma economia de até US$ 500 por mês com serviços de fotografia, enquanto 22% economizam até US$ 1.000. Isso, por sua vez, está impulsionando o crescimento e permitindo que mais pessoas atinjam seus objetivos financeiros.
IA e o futuro do empreendedorismo
À medida que as ferramentas de IA continuam a evoluir, elas desempenham um papel decisivo na promoção da inovação, da criatividade e do crescimento econômico. Pequenos negócios representam uma parte significativa das economias dos EUA e Reino Unido, gerando empregos e contribuindo para o PIB. Com o auxílio da IA, a próxima geração de empreendedores tem a oportunidade de prosperar, moldando um novo futuro para o trabalho e o comércio.
“A IA pode substituir empregos em grandes empresas, mas ela vai desbloquear as pequenas empresas, estimulando o crescimento econômico e criando novos empregos” finaliza Matthieu Rouif.
Segundo o CEO, o compromisso da Photoroom é continuar desenvolvendo recursos acessíveis, que permitam aos empreendedores ultrapassarem barreiras e alcançarem a liberdade financeira. Com a IA, o poder está nas mãos de quem deseja transformar sua paixão em uma pequena empresa próspera.
Sobre a Photoroom
A Photoroom foi fundada em 2019 e, nos últimos seis anos, conquistou um nicho no espaço da fotografia comercial. A Photoroom obteve sucesso pela primeira vez com seu removedor de fundo, o melhor da categoria. Agora, expandiu sua oferta para incluir um editor de fotos em lote e ofertas de IA generativas e agora a automação de Visual Ads.
Com o objetivo de empoderar empresas de todos os portes, a Photoroom oferece uma solução all-in-one para criar imagens de produto em escala, ajudando marcas a acelerar a produção de visuais de alta qualidade.
Processando mais de 7 bilhões de imagens por ano, a Photoroom está disponível em dispositivos móveis, na Web e através de uma API em mais de 180 países. A aplicação Photoroom foi descarregada mais de 300 milhões de vezes. A Photoroom está sediada em Paris e conta com uma equipa global de mais de 100 funcionários. Para obter mais informações sobre a Photoroom, acesse www.photoroom.com e o Instagram @Photoroom.Brasil.
A Adobe apresentou o LLM Optimizer, solução pioneira que ajuda empresas a monitorar e otimizar como suas marcas aparecem nas respostas geradas por modelos de inteligência artificial. O lançamento ocorreu durante o Adobe Innovation Day, encontro que reuniu cerca de 150 líderes de diversos setores para discutir o impacto da inteligência artificial na transformação digital. Durante o evento, a empresa compartilhou sua visão sobre como IA, criatividade e marketing se entrelaçam para moldar a próxima era da experiência digital.
O evento trouxe keynotes, demonstrações práticas e paineis de discussão que mostraram como as empresas podem combinar inovação tecnológica e estratégia de negócios para se posicionar em um mercado em rápida transformação. Ganharam destaque os conceitos de Agentic AI, com orquestração de agentes inteligentes e autônomos, e soluções que fortalecem a presença das marcas em ambientes mediados por modelos de linguagem (LLMs).
O novo cenário digital exige novas estratégias: ferramentas de IA generativa, como os LLMs, já se consolidam como porta de entrada para quem procura conteúdos, produtos e serviços. Pesquisas indicam que até 2028 o tráfego orgânico tradicional pode cair em até 50% com a migração das buscas para assistentes de IA.
“Estamos diante de uma transformação histórica: a busca deixa de ser uma lista de links para se tornar um diálogo contínuo com a inteligência artificial. A missão da Adobe é fazer com que a IA esteja a serviço das empresas e das pessoas, de forma ética, confiável e criativa, ajudando a transformar dados em valor. O LLM Optimizer representa um passo decisivo nesse caminho, garantindo que as marcas ocupem seu espaço nesse novo ambiente de interação mediado por IA”, afirma Mari Pinudo, Country Manager da Adobe no Brasil.
Entre soluções apresentadas e discussões sobre o futuro, o Adobe Innovation Day deixou claro o posicionamento da empresa: unir tecnologia e criatividade para redefinir a forma como marcas e consumidores se conectam.
Camila Miranda, Head de Marketing para a América Latina da Adobe e responsável pelo evento, reforçou o papel do encontro como marco regional: “A estratégia da Adobe é expandir a aplicação da inteligência artificial em escala global, e a América Latina tem um papel fundamental nessa jornada. A região reúne mercados dinâmicos, com alto potencial de adoção de novas tecnologias, e o Brasil é peça-chave para impulsionar essa transformação”.
A Venture Builder SX Group, referência na criação e aceleração de negócios, está em busca de empresas e startups que resolvem grandes desafios do varejo digital. A Venture Pitch 2025 está em busca de Sales Tech, empresas de infraestrutura para e-commerce, pagamentos e logística e organizações que criem soluções de IA aplicadas a negócios, oferecendo um suporte operacional completo para escalar a operação em até 24 meses.
A proposta do SX Group é um investimento em inteligência e execução. O programa selecionará até duas empresas para receber um pacote de serviços full-stack, desenhado para fortalecer as bases do negócio e prepará-lo para um crescimento sustentável.
“Muitas empresas quebram por falhas na execução, não por falta de dinheiro em caixa”, afirma Guilherme Camargo, CEO da SX Group. “É por isso que nosso aporte é em inteligência e ‘mão na massa’. Entramos juntos na operação, da estratégia de marketing ao financeiro, para garantir que os fundadores construam um negócio realmente escalável, com processos eficientes e uma cultura forte.”
O diferencial do programa é o “suporte full-stack”, que inclui:
Assessoria contínua por até 24 meses nas áreas financeira, comercial, marketing/produto, tecnologia e visão estratégica para M&A.
Infraestrutura física com até 6 posições no SX CoWork, em São Paulo.
Mentoria direta dos sócios do SX Group, com acompanhamento prático.
Acesso à rede de contatos qualificada do SX Group com parceiros, executivos e investidores.
A parceria com o SX Group se traduz em um crescimento acelerado e mensurável para as startups. Já no primeiro ano, a combinação de aceleração comercial, acesso a uma vasta rede de clientes e otimização do modelo de negócio impulsiona a receita em uma média de 80% a 120%. Com o suporte contínuo em frentes como estratégia e tecnologia, esse crescimento se multiplica de 3 a 5 vezes em dois anos. O resultado é um forte impacto no valor de mercado: o valuation das startups cresce entre 150% e 200% no primeiro ano, consolidando métricas de negócio, posicionamento e governança.
“Há uma evolução média de 10 pontos percentuais na margem de lucro em até 18 meses, principalmente pela otimização de processos, negociação com fornecedores e aplicação de tecnologia para ganho de eficiência. Até o momento, a taxa média de sobrevivências é de 100% até o momento para as empresas”, completa o executivo.
Para participar do Venture Pitch 2025, as empresas precisam atender aos seguintes pré-requisitos obrigatórios:
Possuir CNPJ ativo.
Apresentar faturamento anual a partir de R$500 mil.
Ter empreendedores 100% dedicados à operação da empresa.
Ter um modelo de negócio validado ou em validação com tração inicial.
Serão priorizados negócios B2B ou B2B2C. As inscrições vão até 31 de outubro de 2025 e devem ser feitas através do formulário na página oficial.
O processo seletivo é composto por quatro etapas:
Inscrição (até 31/10): fase eliminatória com preenchimento de formulário.
Entrevista (15/11 a 30/11): bate-papo com os selecionados e o comitê do SX Group.
Avaliação (01/12 a 10/12): assessment inicial realizado em parceria com a Invistia.
Resultado Final (15/12): anúncio da(s) empresa(s) escolhida(s) e início dos trâmites legais.
A Venture Builder ainda abre espaço para empresas de Educação, entretenimento digital e games e HealthTechs com foco em bem-estar.
A Saint-Gobain assinou um acordo definitivo com o grupo brasileiro GG10, proprietário da marca G-Haus, para a venda da Tumelero, uma rede de varejo especializada em materiais de construção, com forte presença na região Sul do Brasil.
Atualmente, a Tumelero opera 16 lojas e 1 centro logístico no Rio Grande do Sul, emprega cerca de 580 pessoas e gerou uma receita de aproximadamente R$ 240 milhões em 2024.
O Grupo GG10, com sede em Dois Irmãos (RS), atua no varejo e na distribuição de materiais de construção por meio da marca G-Haus.
A transação está prevista para ser concluída até o final de 2025 e está sujeita à aprovação das autoridades antitruste.
Essa operação faz parte da estratégia contínua da Saint-Gobain de aprimorar seu portfólio de negócios, em linha com seu plano estratégico global.
Sobre a Saint-Gobain
Líder global em construção leve e sustentável, a Saint-Gobain projeta, fabrica e distribui materiais e serviços para os mercados de construção e indústria. Suas soluções integradas para a reforma, construção leve e descarbonização da construção e da indústria, são desenvolvidas por meio de um processo de inovação contínua e promovem sustentabilidade e performance. O grupo, celebrando seus 360 anos em 2025, segue mais comprometido do que nunca com seu propósito, “Making the World a Better Home”.
€46,6 bilhões em vendas em 2024 no mundo.
Mais de 161 mil colaboradores, presentes em 80 países.
Compromisso em alcançar a Neutralidade de Carbono até 2050.
No Brasil: 56 fábricas, 54 centros de distribuição, 2 mineradoras, 66 lojas, 5 escritórios, 1 centro de pesquisa e desenvolvimento e mais de 12 mil colaboradores.
Com o segundo semestre batendo à porta, não faltam marcas investindo em marketing digital, mídia paga e automações de ponta. O que falta, para muitas delas, é resultado real. Mesmo com orçamentos robustos, os números seguem abaixo do esperado, e a conexão genuína com o público está cada vez mais rara.
Nesse “vácuo” de conexão, o live marketing mostra sua força; afinal, se o digital não dá conta sozinho, é hora de sair do feed. Em vez de aparecer na timeline, como todas as outras marcas do mercado, aquelas que querem ser lembradas estão criando experiências no mundo real, que envolvem, emocionam e geram conversa.
“Em um ambiente saturado por mensagens digitais genéricas, o live marketing traz experiências ao vivo, que priorizam a interação direta com o público e se destacam por gerar proximidade e memórias duradouras. O consumidor de 2025 busca, além de campanhas bem produzidas, presença, diálogo e experiências que façam sentido no seu dia a dia”, afirma Ramon Prado, sócio e CEO da HUSTLERS.BR, agência especializada em Live Marketing e Estratégia Digital.
A seguir, ele destaca como gerar impacto direto nos resultados da empresa ainda este ano com a ajuda do live marketing. Confira:
1- Experiências sensoriais
Ações imersivas se destacam pela capacidade de envolver o público por meio de estímulos visuais, sonoros e táteis, que transformam a interação com a marca em vivência concreta. Essas experiências, normalmente presentes em eventos corporativos, ativações em espaços públicos e pontos de venda, aumentam o tempo de permanência no local, incentivam o compartilhamento espontâneo nas redes sociais e fortalecem o posicionamento da marca.
Um cenário que simula o universo de um novo produto, por exemplo, pode fazer com que o simples ato de experimentar o item seja marcante, reforçando atributos da empresa, como inovação, criatividade ou sustentabilidade. Com isso, além de consolidar a imagem da marca, essas ações geram lembrança e amplificação orgânica da mensagem junto ao público.
2- Narrativas ao vivo e storytelling interativo
Integrar storytelling ao vivo em ativações, lançamentos e eventos cria jornadas que comunicam de forma clara o posicionamento da marca. Roteiros bem estruturados, com personagens e participação ativa do público, ampliam o engajamento ao tornar a audiência parte da história. Essa dinâmica fortalece o vínculo com a marca, fazendo com que a mensagem seja vivenciada e sentida, e não apenas ouvida.
As marcas podem criar um espetáculo ao vivo que acompanha a jornada de um personagem enfrentando desafios, enquanto o público é convidado a interagir em momentos-chave, decidindo rumos da história ou compartilhando suas próprias experiências relacionadas ao tema.
3- Participação ativa do público
Em vez de espectadores passivos, os consumidores assumem um papel central nas ações, influenciando conteúdos e desdobramentos em tempo real. Essa lógica de co-criação, aplicada em eventos presenciais, ativações itinerantes e experiências digitais, reforça o vínculo emocional e o senso de pertencimento entre marca e audiência.
Um exemplo disso seria uma ativação itinerante de alguma marca de bebidas, em que os participantes pudessem votar em diferentes sabores a serem lançados, influenciando a produção futura do produto enquanto compartilham suas impressões nas redes sociais em tempo real.
4- Integração entre físico e digital: o modelo híbrido consolidado
A consolidação do formato híbrido amplia o alcance e a relevância das ações de live marketing. Ao integrar recursos presenciais e digitais, as marcas conseguem oferecer experiências mais completas, personalizadas e conectadas com os hábitos do público.
Por exemplo, uma marca de cosméticos pode organizar um evento presencial para o lançamento de produtos, enquanto simultaneamente realiza uma live interativa onde consumidores de diferentes regiões participam, fazem perguntas em tempo real e recebem recomendações personalizadas via chat. Essa combinação fortalece a construção de relacionamentos duradouros e posiciona o live marketing como estratégia de negócio, não apenas uma ação pontual.
José Caodaglio decidiu empreender aos 47 anos, depois de uma carreira consolidada como executivo em gigantes como Oracle e SAP. Em vez de seguir o caminho tradicional das startups, ele criou a ColmeIA, apostando na combinação de experiência técnica e ousadia empreendedora. Foram quatro anos sem renda, três pivotagens e inúmeros ajustes até acertar o modelo: uma plataforma completa de atendimento digital. “A rodada de investimentos aconteceu, para surpresa de ninguém, literalmente quando não dependíamos mais dela. Mas teve uma importância enorme, tanto para uma validação criteriosa de mercado quanto para nos permitir arriscar mais e almejar voos mais rápidos”.
A virada aconteceu quando percebeu que, apesar do crescimento das ferramentas de atendimento digital, a experiência do usuário seguia ineficiente. “Mesmo com grandes plataformas, o cliente não era bem atendido. Percebia que aconteciam erros simples, que eu poderia resolver. Entendi, assim, que eu poderia resolver isso e entregar mais do que a concorrência. Um exemplo que gosto de usar é o do carro com ar-condicionado. Ninguém percebe que precisa dele até ter um ar-condicionado no veículo. Vi nisso uma oportunidade clara: fazer melhor, do nosso jeito, com tecnologia inteligente pensada desde a raiz”, explica.
Foi assim que surgiu a IA modular da ColmeIA. José simplifica a forma de trabalho da companhia com a lógica de um atendimento médico “Ninguém espera que um médico possa abranger todas as disciplinas da medicina, pois não seria eficiente em nenhuma delas. Mas era o que, por algum motivo, o mercado espera de suas AIs. Cada vez mais informação, que significa cada vez menos eficiência. Por isso criamos um sistema multi agente com diferentes perfis especializados, e somos os únicos que possuem esse modelo de orquestração.”
Com esse modelo, a empresa alcançou escala: foram 129 mil atendimentos em 2021, 995 mil em 2022, 7,5 milhões em 2023 e mais de 10 milhões em 2024. Em 2025, já são mais de 10 milhões apenas no primeiro semestre. Tudo isso com uma equipe de cerca de 85 colaboradores e um único aporte financeiro, de R$ 25 milhões.
A ColmeIA atende empresas de diversos setores, como saúde, franquias, bancos, instituições financeiras e varejo. Hospitais, redes de clínicas, franqueadoras e operadoras já utilizam a IA da empresa para agendamento de consultas, marcação de exames, emissão de boletos e consultas automatizadas. Tudo via WhatsApp, com integração a ERPs e CRMs. Um dos cases da companhia, é o Banco Mercantil, referência nacional quando se fala em transformar um canal em negócio no Brasil.
Para reforçar sua confiança na própria tecnologia, José lançou o Desafio ColmeIA: qualquer empresa pode trazer um concorrente para um piloto de 30 dias. Se o concorrente tiver melhor desempenho, o cliente fecha com ele. Se a ColmeIA vencer, ela fecha o contrato. A empresa ainda banca o custo do piloto, desde que o cliente contrate quem tiver melhor resultado. O meu desejo com isso foi partindo de uma experiência que tive. A ideia é que os players concorram entre si e mostrem os motivos que as empresas devem fechar negócios com seus fornecedores. É assim que provamos, na prática, a eficiência do que construímos”, afirma.
O presente e o futuro
Atualmente, a ColmeIA está na versão 5.0 de sua plataforma e lançou novos módulos voltados a Agentes, marketing de performance, CRM, atendimento por voz e pagamentos digitais. A visão é ambiciosa: tornar-se a maior empresa de tecnologia da América Latina, sem depender de grandes fundos internacionais, mas com inovação real, resultado mensurável e um time altamente especializado. “Temos coragem de expor nossa plataforma contra qualquer player nacional ou internacional, desde que a demanda seja sofisticada. Quanto mais serviços digitais sua empresa necessita, maior será o ganho que a ColmeIA pode entregar”.
“A jornada foi longa, intensa e pessoal. Empreender com quase 50 anos, depois de uma vida estável, exige mais que coragem. Exige acreditar na sua ideia e resiliência diante dos nãos. Hoje, olho para trás e vejo que cada noite em claro valeu a pena. Criamos algo do zero, só nosso. E que muda a vida de milhões de empresas e pessoas”, finaliza José.
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session
woocommerce_snooze_suggestions__
Allows dashboard users to dismiss Marketplace suggestions, if enabled.
2 days
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Nome
Descrição
Duração
sbjs_session
The number of page views in this session and the current page path
30 minutes
sbjs_udata
Information about the visitor’s user agent, such as IP, the browser, and the device type
session
sbjs_first
Traffic origin information for the visitor’s first visit to your store (only applicable if the visitor returns before the session expires)
session
sbjs_current
Traffic origin information for the visitor’s current visit to your store
session
sbjs_first_add
Timestamp, referring URL, and entry page for your visitor’s first visit to your store (only applicable if the visitor returns before the session expires)
session
sbjs_current_add
Timestamp, referring URL, and entry page for your visitor’s current visit to your store
session
sbjs_migrations
Technical data to help with migrations between different versions of the tracking feature