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E-commerce: desafio agora é fazer o cliente voltar, defende executivo

Por muito tempo, a principal preocupação das operações de e-commerce foi o aumento da conversão. Melhorar a velocidade do site, reduzir o abandono de carrinho e otimizar o checkout também se tornaram prioridades. Agora, um novo desafio ganha espaço: transformar compradores ocasionais em clientes recorrentes.

Durante sua participação no Fórum E-commerce Brasil 2026, Mariana Vicente, Head de Parcerias da BonifiQ, destacou que a tecnologia continua sendo essencial na captação e nas vendas, mas deixou de ser o principal diferencial competitivo.

“É muito difícil mobilizar um cliente que teve uma experiência negativa em uma plataforma lenta. A performance da plataforma e a velocidade impactam diretamente a conversão, mas elas não são o que fidelizam. A plataforma ajuda a cumprir a venda e isso faz com que depois a gente tenha motivos para continuar a relação”.

Um dos exemplos citados pela BonifiQ envolve um varejista do segmento de eletrônicos. Cerca de 90% do faturamento vinha da venda de notebooks, um produto que possui um ticket expressivo, mas que tem um ciclo de troca muito longo. Em vez de tentar elevar ainda mais o ticket médio, a estratégia foi desenvolver um programa de benefícios voltado aos acessórios da marca, aumentando a recorrência de compras.

“O objetivo não era reduzir o ticket médio, mas diminuir a dependência pontual que ele tinha. Nesse caso, o ticket médio desse cliente diminuiu, mas criamos incentivos para que o consumidor retornasse três, quatro ou cinco vezes, aumentando diretamente o LTV daquele cliente.”

Para Mariana, esse tipo de estratégia representa uma mudança de mentalidade no varejo digital. Em vez de medir apenas conversões imediatas, empresas passam a acompanhar indicadores relacionados ao relacionamento com o consumidor ao longo do tempo.

A executiva destaca que essa evolução também exige uma infraestrutura tecnológica preparada para suportar novas estratégias.

“Estabilidade não significa apenas manter o site no ar. Ela cria a base para integrar tecnologias, personalizar jornadas e implementar novas iniciativas de crescimento. Sem isso, qualquer estratégia fica limitada”.

Na avaliação de Mariana, o futuro do e-commerce será cada vez menos pautado por vendas isoladas e cada vez mais pela capacidade das marcas de manter clientes ativos, engajados e recorrentes. Com isso, a fidelização deixa de ser uma ação promocional para ocupar um papel estratégico no crescimento sustentável das operações digitais.

Hackers estão usando falsas promessas de emprego na Meta, Disney, Coca-Cola e Spotify para roubar usuários

A unidade de pesquisa de Inteligência de Ameaças da NordVPN anuncia que encontrou uma sofisticada campanha de phishing direcionada a candidatos a emprego, que se passa por algumas das empresasmais reconhecidas do mundo. A operação explora os nomes de gigantes globais como Meta (e suas subsidiárias, como Facebook e WhatsApp), Disney, Coca-Cola e Spotify para roubar as credenciais do Facebook das vítimas e sequestrar suas contas.

A investigação revelou uma operação em várias etapas. Nela, os atacantes utilizam domínios ocultos (“HUB”), mecanismos de ativação de links de referência e interfaces realistas de anúnciosde emprego para guiar as vítimas por um caminho cuidadosamente construído. A etapa final as redireciona para uma página falsa de login do Facebook, projetada para capturar suas credenciais.

“Candidatos a emprego são particularmente vulneráveis ​​porque já estão acostumados a compartilhar informações pessoais e seguir instruções de contatos desconhecidos”, afirma Domininkas Virbickas, diretorade produtos da NordVPN. “Essas campanhas se aproveitam dessa confiança usando comunicações refinadas e portais de carreira falsos convincentes, praticamente indistinguíveis dos verdadeiros.”

A campanha começa com um e-mail frio, geralmente enviado por meio de serviços legítimos como o Google AppSheet para burlar os filtros de spam. Essas mensagens parecem refinadas e profissionais,com gramática impecável e um tom que imita abordagens reais de recrutamento. As listas de contatos provavelmente são compiladas por meio de coleta automatizada de dados de plataformas como o LinkedIn ou obtidas a partir de vazamentos de dados anteriores.

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O link no e-mail direciona as vítimas para um domínio “HUB” (como careers.meta-findyourjob[.]com). Esses sites são projetados com um mecanismo de evasão integrado. Se alguém, seja um analistade segurança ou um scanner automatizado, visitar o domínio diretamente, verá apenas uma página genérica e inerte, sem nenhuma funcionalidade interativa.

Desse modo, o conteúdo malicioso só é ativado quando o site é acessado por meio de um link de referência específico incorporado no e-mail de phishing. Esse link de referência funciona comouma chave, desbloqueando um botão clicável “Buscar uma vaga” que, de outra forma, permaneceria oculto.

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Assim que a vítima clica no link, ela é redirecionada para um domínio intermediário que simula um portal legítimo de vagas de emprego. A interface permite que os usuários naveguem por vagasaparentemente confiáveis ​​da marca falsificada, reforçando a ilusão de que estão participando de um processo seletivo real.

Exemplos incluem plus.jobfusion-mt[.]com e official.professionlaunch-mt[.]com para a Meta, careers.coca-contactnow[.]info para a Coca-Cola, connect.spotifycareerapply[.]com para o Spotify ejobquest.wdcfuturesteps[.]com para a Disney.

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A armadilha se fecha quando a vítima clica em “Candidatar-se” ou “Enviar candidatura”. Em vez de um formulário de candidatura a emprego, ela é redirecionada para uma página de phishing queexige que ela faça login via Facebook para “prosseguir com a candidatura”. Essa página foi projetada para capturar as credenciais do Facebook da vítima, dando aos atacantes controle total da conta e, potencialmente, de todos os serviços vinculados a ela.

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A campanha destaca uma tendência crescente de atacantes que usam marcas confiáveis ​​e contextos profissionais como armas para burlar o ceticismo natural das vítimas. Como o fluxo do phishing imita um processo de recrutamento real deforma tão precisa, até mesmo usuários cautelosos podem ser pegos de surpresa.

A NordVPN indica 3 ações que os usuários devem fazer ao receber qualquer tipo de e-mail com vagas de emprego:

  • Verificar o URL antes de inserir quaisquer credenciais. Empresas legítimas hospedam páginas de carreiras em seus domínios oficiais, não em sites de terceiroscom nomes incomuns. O mesmo se aplica a solicitações de login em redes sociais. Os botões “Entrar com o Facebook” em plataformas legítimas sempre redirecionarão você para o domínio oficial facebook.com. Se a página de login estiver hospedada em um URL desconhecido,provavelmente se trata de uma tentativa de phishing.
  • Ativar a autenticação multifator (MFA) em todas as contas de redes sociais. Mesmo que as credenciais sejam comprometidas, a 2FA pode impedir que os invasoresobtenham acesso.
  • Nunca confie em ofertas de emprego não solicitadas que chegam por e-mail ou aplicativos de mensagens, especialmente aquelasque pressionam você a agir rapidamente.

Metodologia:

O processo investigativo usou metodologias de pesquisa pública (OSINT – inteligência de fontes abertas) e a consequente necessidade de corroborar e validar os dados obtidos por meio de referênciascruzadas.

Em particular, o núcleo da nossa estratégia de coleta de dados incluiu o uso de “dorks” específicos (strings de busca avançadas) aplicadas aos principais mecanismos de busca genéricos, bemcomo a utilização de mecanismos de busca especializados para indexar domínios, websites e dispositivos expostos na internet. Entre essas ferramentas especializadas, fizemos uso extensivo de mecanismos de busca para a Internet das Coisas (IoT) e plataformasde serviços semelhantes ao Shodan, como Fofa.io e Shodan.io. Essas ferramentas nos permitiram identificar não apenas os domínios, mas também os serviços e portas expostos, revelando potenciais vulnerabilidades ou exposições não intencionais.

O objetivo principal desta metodologia de pesquisa em camadas era duplo:

  • Para obter a visão mais exaustiva e completa possível do panorama das entidades digitais envolvidas.
  • Para identificar com precisão os domínios que foram efetivamente comprometidos, indo além da mera identificação de domínios teoricamente vulneráveis.

Essa análise detalhada garantiu que as conclusões fossem baseadas em dados verificados e que o perímetro dos sistemas comprometidos fosse delimitado com a máxima precisão possível.

Eletroeletrônicos tiveram 50% de crescimento em vendas no 8.8 da Shopee

A Shopee, marketplace que conecta vendedores e consumidores, registrou um crescimento de mais de 50% nas vendas de eletroeletrônicos no 8.8 da Shopee, na comparação com a mesma data do ano passado. Entre os principais itens de interesse dos consumidores, as televisões registraram mais de 12 mil pedidos. O desempenho reforça a consolidação das datas duplas na plataforma como eventos cada vez mais aguardados pelos usuários.

“Em seis anos no Brasil, realizamos mais de 68 datas duplas e distribuímos mais de R$ 420 milhões em cupons nessas campanhas. Esses números reforçam a força da Shopee em conectar vendedores, grandes marcas e consumidores por meio de uma experiência de compra fácil, segura e divertida”, disse Felipe Piringer, diretor de marketing da Shopee.

Além dos eletrônicos, a categoria de utilidades domésticas e ferramentas teve grande destaque na data, ultrapassando a marca de 179 mil itens vendidos. Dentre os produtos mais procurados — frequentemente escolhidos para apresentar no Dia dos Pais —, destacam-se lavadoras de alta pressão, parafusadeiras elétricas, máquinas de solda e kits de chaves.

O clima de celebração em família também impulsionou itens de consumo pontual: os barris de cerveja registraram um pico isolado na data, com um crescimento de 197 vezes em relação à média habitual.
 

Social Commerce

O pilar de Social Commerce também bateu recordes durante o 8.8. Com mais de 33 mil transmissões ao vivo realizadas na data, as Shopee Lives registraram um salto superior a 80% no volume de pedidos em comparação com a edição anterior (7.7).

Curiosidades do 8.8

A campanha, que distribuiu R$ 18 milhões em cupons, revelou tendências curiosas no carrinho dos brasileiros. Os campeões de vendas em termos de volume foram: amaciante de roupas de 5L e jogos de toalhas de algodão.

Com o encerramento do 8.8, a Shopee Brasil se prepara para dar sequência ao calendário de datas duplas do segundo semestre com o 9.9 Super Shopping Day.

Wicomm lança plataforma de SEO baseada em IA

A Wicomm, consultoria especializada em e-commerce e performance digital, lança a Ártemis, nova plataforma de SEO baseada em inteligência artificial. Criada para centralizar automações, análises, relatórios e agentes inteligentes em um único ambiente, a Ártemis transforma processos manuais em fluxos escaláveis orientados por IA e um mascote exclusivo. A plataforma foi construída para acelerar operações, ampliar a capacidade dos times e otimizar estratégias de tráfego orgânico, permitindo análises mais rápidas e decisões mais assertivas. 

“A inteligência artificial vem mudando a forma como as empresas trabalham dados, identificam oportunidades e tomam decisões estratégicas. Com a Ártemis, reunimos tecnologia e inteligência para tornar as operações de SEO mais eficientes e preparadas para uma nova realidade do mercado digital”, afirma Felipe Coelho, CEO da Wicomm. 

Com atuação integrada desde a base tecnológica até estratégias de aquisição, conversão e fidelização, a companhia atende marcas de grande porte como Iguatemi, Rede Américas, Zema e Black Skull. Além disso, possui 20 soluções proprietárias de inteligência artificial aplicadas a áreas como SEO, tecnologia, Business Intelligence (BI) e User Experience (UX), desenvolvidas para ampliar a profundidade das análises e apoiar decisões mais rápidas e assertivas no ambiente digital. Reconhecida pelo mercado, a companhia possui o selo Great Place to Work e foi premiada no CRO Awards. 

Como o e-commerce está mudando o foco da conversão para a recorrência

Por muito tempo, a principal preocupação das operações de e-commerce foi o aumento da conversão. Melhorar a velocidade do site, reduzir o abandono de carrinho e otimizar o checkout também se tornaram prioridades. Agora, um novo desafio ganha espaço: transformar compradores ocasionais em clientes recorrentes.

Durante sua participação no Fórum E-commerce Brasil 2026, Mariana Vicente, Head de Parcerias da BonifiQ, destacou que a tecnologia continua sendo essencial na captação e nas vendas, mas deixou de ser o principal diferencial competitivo.

“É muito difícil mobilizar um cliente que teve uma experiência negativa em uma plataforma lenta. A performance da plataforma e a velocidade impactam diretamente a conversão, mas elas não são o que fidelizam. A plataforma ajuda a cumprir a venda e isso faz com que depois a gente tenha motivos para continuar a relação”.

Um dos exemplos citados pela BonifiQ envolve um varejista do segmento de eletrônicos. Cerca de 90% do faturamento vinha da venda de notebooks, um produto que possui um ticket expressivo, mas que tem um ciclo de troca muito longo. Em vez de tentar elevar ainda mais o ticket médio, a estratégia foi desenvolver um programa de benefícios voltado aos acessórios da marca, aumentando a recorrência de compras.

“O objetivo não era reduzir o ticket médio, mas diminuir a dependência pontual que ele tinha. Nesse caso, o ticket médio desse cliente diminuiu, mas criamos incentivos para que o consumidor retornasse três, quatro ou cinco vezes, aumentando diretamente o LTV daquele cliente.”

Para Mariana, esse tipo de estratégia representa uma mudança de mentalidade no varejo digital. Em vez de medir apenas conversões imediatas, empresas passam a acompanhar indicadores relacionados ao relacionamento com o consumidor ao longo do tempo.

A executiva destaca que essa evolução também exige uma infraestrutura tecnológica preparada para suportar novas estratégias.

“Estabilidade não significa apenas manter o site no ar. Ela cria a base para integrar tecnologias, personalizar jornadas e implementar novas iniciativas de crescimento. Sem isso, qualquer estratégia fica limitada”.

Na avaliação de Mariana, o futuro do e-commerce será cada vez menos pautado por vendas isoladas e cada vez mais pela capacidade das marcas de manter clientes ativos, engajados e recorrentes. Com isso, a fidelização deixa de ser uma ação promocional para ocupar um papel estratégico no crescimento sustentável das operações digitais.

Mercado de tecnologia dos EUA deve abrir mais de 317 mil oportunidades por ano até 2034

O mercado de tecnologia dos Estados Unidos deve manter uma demanda elevada por profissionais qualificados ao longo dos próximos anos. Segundo projeções do Departamento de Trabalho americano (BLS, na sigla em inglês), o país deverá registrar, em média, 317,7 mil oportunidades por ano em ocupações ligadas à computação e à tecnologia da informação entre 2024 e 2034. O número considera tanto a criação de postos de trabalho quanto a substituição de profissionais que mudam de carreira ou deixam a força de trabalho.

A procura é impulsionada pela expansão da inteligência artificial, da computação em nuvem, da análise de grandes volumes de dados, da automação e da segurança digital. Além de crescer em ritmo superior ao de diversas outras atividades econômicas, o setor oferece remunerações acima da média.

Por exemplo, em maio de 2024, o salário mediano anual da área de tecnologia da informação foi de US$ 105.990, mais que o dobro da mediana de US$ 49.500 registrada para o conjunto das profissões norte-americanas.

Para Leda Almeida, CEO da AG Immigration, escritório de advocacia imigratória, a expansão do setor ajuda a colocar profissionais de tecnologia no centro da disputa internacional por talentos.

“Os Estados Unidos possuem um dos ecossistemas tecnológicos mais desenvolvidos do mundo e continuam demandando profissionais capazes de atuar em áreas estratégicas, como inteligência artificial, segurança cibernética, desenvolvimento de software, análise de dados e infraestrutura digital. Esse cenário pode representar oportunidades para brasileiros com formação sólida, experiência relevante e resultados comprovados ao longo da carreira”, afirma.

Ciência de dados e segurança cibernética lideram crescimento

Entre as ocupações com maior perspectiva de expansão estão os cientistas de dados. O Departamento de Trabalho projeta crescimento de 34% no número de empregos da área entre 2024 e 2034, com aproximadamente 23,4 mil oportunidades anuais. 

Outro destaque é a segurança cibernética. O emprego de analistas de segurança da informação deverá crescer 29% no mesmo período, com cerca de 16 mil oportunidades por ano. De acordo com o órgão, a demanda é estimulada pelo aumento da frequência e da complexidade dos ataques virtuais, pela adoção de inteligência artificial e pela necessidade de proteção de novas tecnologias e infraestruturas digitais.

Já o grupo formado por desenvolvedores de software, analistas de qualidade e testadores deverá crescer 15% até 2034. A projeção é de aproximadamente 129,2 mil oportunidades anuais, enquanto a remuneração mediana dos desenvolvedores de software alcançou US$ 133.080 em maio de 2024. Segundo o BLS, a procura está relacionada à expansão da inteligência artificial, da Internet das Coisas, da robótica, da automação e do desenvolvimento de produtos conectados.

Nos cargos de liderança, o cenário também é positivo. O emprego de gerentes de sistemas de informação e tecnologia deverá avançar 15% até 2034, com cerca de 55,6 mil oportunidades por ano.

Profissionais estrangeiros ocupam espaço relevante no setor

A presença de talentos internacionais já é parte importante da estrutura tecnológica dos Estados Unidos. Dados da National Science Foundation mostram que, em 2023, os nascidos fora do país representavam 38,8% dos profissionais de computação e matemática com mestrado e 58,3% daqueles com doutorado.

No mesmo ano, os Estados Unidos possuíam aproximadamente 36 milhões de trabalhadores em ocupações STEM — ciência, tecnologia, engenharia e matemática —, o equivalente a 25% da força de trabalho do país. Entre 2013 e 2023, o número de trabalhadores desse conjunto de áreas cresceu 26%, segundo a National Science Foundation.

A relevância da tecnologia na contratação de estrangeiros também aparece nos dados migratórios. No ano fiscal de 2025, as ocupações relacionadas à computação corresponderam a 62% dos beneficiários de petições H-1B aprovadas, formando a maior categoria profissional do programa, conforme relatório do USCIS. O levantamento abrange profissionais de todas as nacionalidades e diferentes tipos de petições, incluindo novos empregos, extensões e alterações.

Experiência profissional pode ser decisiva

Apesar das oportunidades, a existência de demanda no mercado não garante, por si só, a aprovação de um visto ou de uma solicitação imigratória. Cada categoria possui critérios próprios, e fatores como formação acadêmica, experiência, posição ocupada, remuneração, liderança, participação em projetos relevantes, publicações, prêmios, contribuições técnicas e impacto profissional podem ser considerados, dependendo da estratégia adotada.

“Não existe um processo único para todos os profissionais de tecnologia. Um desenvolvedor, um especialista em inteligência artificial, um executivo de TI e um pesquisador podem apresentar trajetórias e possibilidades completamente diferentes. A análise precisa considerar o conjunto da carreira, as evidências disponíveis e os requisitos legais de cada categoria”, explica Leda.

Entre as classificações que podem aparecer em análises envolvendo profissionais qualificados estão o visto O-1, destinado a pessoas com habilidade extraordinária; e categorias de imigração baseada em emprego, como EB-1 e EB-2. A eventual compatibilidade depende das qualificações do profissional e das circunstâncias específicas do caso.

Para a CEO da AG Immigration, o planejamento deve começar antes mesmo da apresentação de uma petição.

“O profissional precisa compreender que uma boa trajetória não se resume ao cargo que ocupa. É necessário organizar documentos e demonstrar, de maneira objetiva, sua atuação, seus resultados e a relevância das contribuições realizadas. Quanto mais cedo esse histórico for estruturado, mais clara e responsável poderá ser a avaliação das alternativas”, conclui.

SEO deixa de ser o único fator para a descoberta de marcas na era da inteligência artificial

A confirmação da OpenAI, na quinta-feira (6), da expansão dos anúncios do ChatGPT para o Brasil inaugura uma nova etapa para o marketing digital. Mais do que abrir um novo espaço para publicidade, a novidade pode acelerar uma mudança na forma como consumidores pesquisam produtos, serviços e empresas nos próximos anos. Para especialistas, o movimento indica que as marcas precisarão construir autoridade não apenas para aparecer nos mecanismos de busca tradicionais, mas também para serem compreendidas e recomendadas pelas plataformas de inteligência artificial.

Para Hugo Silveira, especialista em vendas, estrategista de crescimento e cofundador do Grupo HRZ, holding especializada em crescimento empresarial, aceleração comercial e aumento de receita, o principal impacto dessa novidade não está na mídia, mas na mudança de comportamento que ela pode estimular.

“Durante muito tempo, a principal preocupação das empresas foi aparecer nas primeiras posições do Google. Com a inteligência artificial ganhando espaço na rotina das pessoas, a tendência é que parte dessa busca migre para conversas com plataformas como o ChatGPT. Isso faz com que as empresas precisem pensar em como serão interpretadas e recomendadas também pela IA”, afirma Hugo.

Segundo o especialista, o SEO continuará sendo importante, mas deixará de ser suficiente para garantir relevância digital. “O desafio passa a ser construir uma presença digital sólida, baseada em informações confiáveis, conteúdos relevantes e consistência. A inteligência artificial tende a privilegiar fontes que demonstrem autoridade, e isso amplia a importância da reputação digital das empresas”, ressalta.

Construir autoridade passa a ser tão importante quanto investir em mídia

Caso essa transformação avance, marketing, relacionamento e tecnologia deverão trabalhar de forma ainda mais integrada. A simples presença na internet tende a deixar de ser suficiente para que uma marca seja encontrada pelas plataformas de inteligência artificial.

Para João Vinas, engenheiro, empresário, especialista em CRM, automação comercial e inteligência artificial aplicada a vendas, sócio do Grupo HRZ, a tendência é que esses sistemas utilizem diferentes sinais de confiabilidade antes de apresentar uma resposta ao usuário. “Não basta uma empresa estar presente na internet. A tendência é que conteúdos consistentes, informações atualizadas, boa reputação e organização dos dados aumentem a relevância da marca dentro das plataformas de IA. É uma construção que envolve marketing, CRM, experiência do cliente e relacionamento”, destaca.

Segundo o especialista, essa transformação exige que as empresas organizem melhor seus ativos digitais. “A inteligência artificial trabalha conectando informações de diferentes fontes. Quanto mais estruturada e consistente for a presença digital de uma empresa, maiores tendem a ser as chances de ela aparecer como referência quando essas plataformas responderem às perguntas dos usuários. É uma mudança que exige planejamento desde agora”, acrescenta.

Na avaliação de João, esse processo também reduz a distância entre estratégia comercial e produção de conteúdo. “Cada conteúdo publicado, cada interação com clientes e cada informação disponível sobre a empresa passa a contribuir para a construção dessa autoridade digital. A presença online deixa de ser apenas uma vitrine e passa a funcionar como um ativo estratégico para alimentar os modelos de inteligência artificial”, afirma.

A inteligência artificial pode encurtar a jornada de compra

Se essa mudança de comportamento ganhar escala, a jornada de compra também poderá passar por uma transformação. Hoje, um consumidor normalmente pesquisa um tema no Google, visita diferentes sites, compara avaliações, consulta redes sociais e somente depois decide pela compra.

Com a inteligência artificial, boa parte desse caminho poderá ser reduzida a uma única conversa. Para Iury Borges, estrategista de vendas, criador do método Venda 10X e sócio-diretor do Grupo HRZ, essa tendência tende a alterar a forma como consumidores descobrem marcas e tomam decisões.

“É possível que, cada vez mais, as pessoas iniciem a busca por produtos ou serviços fazendo perguntas diretamente para uma inteligência artificial. Em vez de navegar por vários sites, elas poderão receber uma resposta estruturada com recomendações, comparações e explicações em uma única conversa. Isso muda completamente a forma como as empresas disputarão atenção no ambiente digital”, afirma Iury.

Segundo ele, essa possibilidade também amplia o papel estratégico da produção de conteúdo. “Durante muito tempo, muitas empresas produziram conteúdo pensando apenas em gerar visitas para o site. Se a inteligência artificial passar a intermediar essa relação com o consumidor, esse conteúdo precisará responder dúvidas reais, organizar conhecimento e transmitir confiança. A tendência é que isso passe a influenciar diretamente a forma como uma marca será apresentada pelas plataformas de IA”, explica o estrategista de vendas.

O conteúdo passa a disputar espaço também nas respostas da IA

Na avaliação dos especialistas, essa transformação não significa o fim dos mecanismos de busca tradicionais, mas amplia a responsabilidade das empresas na construção de autoridade digital.

A lógica deixa de ser apenas conquistar cliques e passa a envolver a produção de conteúdos consistentes, informações atualizadas, presença digital organizada e relacionamento contínuo com os consumidores.

Segundo Hugo Silveira, as empresas que começarem esse processo agora terão mais facilidade para acompanhar a evolução do mercado. “Não se trata apenas de uma mudança na publicidade. O comportamento das pessoas pode mudar, e isso altera a forma como elas encontram empresas, pesquisam soluções e tomam decisões. Quem começar a construir autoridade desde já estará mais preparado caso esse modelo realmente se consolide”, destaca.

A próxima disputa será pela confiança

Assim como o Google redefiniu a forma como empresas passaram a disputar visibilidade na internet há mais de duas décadas, a inteligência artificial pode inaugurar um novo ciclo de transformação digital.

Na avaliação dos especialistas do Grupo HRZ, a expansão dos anúncios do ChatGPT representa apenas um dos primeiros movimentos dessa mudança, que tende a aproximar ainda mais tecnologia, marketing e estratégia comercial.

“A próxima disputa não será apenas por quem aparece primeiro em uma busca. Ela poderá acontecer também entre as empresas que conseguirem ser reconhecidas pela inteligência artificial como fontes confiáveis de informação. É uma mudança que começa agora e que poderá redefinir a presença digital das marcas nos próximos anos”, conclui Hugo Silveira.

Clube Wine lança “Passaporte Wine” com viagens e cashback para assinantes

Pensando em promover experiências para além dos vinhos, o Clube Wine, maior clube de assinatura de vinhos do mundo, acaba de lançar a campanha “Passaporte Wine”. Quem participar da ação concorre a uma viagem internacional toda semana e recebe 100% do valor pago (R$19,90 ao mês) como cashback para comprar vinhos de sua preferência no aplicativo Wine Vinhos. 

A aposta do Clube Wine com o “Passaporte Wine” reflete a tendência de experience economy. Ao oferecer sorteios de viagens e cashback integral, a marca transforma um produto de consumo recorrente, como o vinho, em um hub de experiências exclusivas.

Como funciona na prática

Cada assinatura de Passaporte Wine equivale a um número da sorte para participar da ação promocional, que segue os sorteios oficiais da Loteria Federal. Para participar, cada CPF pode acumular até 10 assinaturas.

Cada assinatura do Passaporte Wine concorre a uma viagem internacional por semana, para destinos na América do Sul e na Europa. Os ganhadores recebem, com direito a acompanhante, passagens aéreas de ida e volta, hospedagem, alimentação (café da manhã e duas refeições por dia) e seguro-viagem.

E os benefícios não param por aí! Além do sorteio, semanalmente os clientes que aderirem à campanha ganham uma ação “Raspe e Ganhe”, em que concorrem a 50 kits de vinhos. 

Flexibilidade e experiência

“Mais do que ofertar rótulos de vinhos, queremos que a jornada dos assinantes não se limite à entrega da WineBox, mas que se estenda ao ecossistema completo da Wine, transformando o ato de degustar um vinho em um ponto de partida para vivenciar uma experiência de enoturismo em países icônicos no mundo dos vinhos”, afirma Denise Salamondac, Head do Clube Wine.

Para mais informações e regulamento: https://www.wine.com.br/clubewine/campanha/sorteio-passaporte/ .

Novo livro de Rafael Rez mostra como aproveitar o potencial da IA nas decisões de consumo

A inteligência artificial já alterou a forma como as pessoas pesquisam, descobrem informações e tomam decisões de compra. Em vez de navegar por dezenas de sites, comparar diferentes fontes e analisar informações por conta própria, consumidores recorrem às respostas produzidas por ferramentas de IA.  
 
Essa mudança impacta profundamente a jornada do cliente e desafia empresas a repensarem a maneira como constroem autoridade e conquistam visibilidade no ambiente digital. É sobre essa transformação que trata GEO – Decisões influenciadas pela IA, novo livro de Rafael Rez, publicado pela DVS Editora.

A obra propõe uma reflexão sobre o impacto da inteligência artificial na relação entre consumidores, conteúdo e marcas. Ao mesmo tempo em que esclarece como funcionam os grandes modelos de linguagem (LLMs), o autor demonstra por que compreender o comportamento humano continua sendo a principal vantagem competitiva em um cenário dominado pela IA.

Dividido em três partes, o título reúne conceitos de neurociência, economia comportamental, marketing e tecnologia para explicar por que as pessoas estão delegando decisões às inteligências artificiais. Segundo Rez, esse comportamento não representa uma ruptura com a forma como o cérebro humano funciona, mas uma consequência natural da tendência de economizar esforço cognitivo ao confiar em sistemas capazes de organizar informações e apresentar respostas prontas. 

A partir dessa perspectiva, o autor aprofunda o conceito de Generative Engine Optimization (GEO), disciplina voltada à otimização de conteúdos para plataformas de IA. Ao contrário de pensar apenas em mecanismos de busca tradicionais, a proposta é compreender como os modelos de linguagem selecionam informações, identificam sinais de autoridade e decidem quais conteúdos serão utilizados para formular suas respostas. 

Além da fundamentação conceitual, a obra apresenta aplicações práticas para empresas e profissionais de marketing. Entre os temas abordados estão a estruturação de conteúdos com maior potencial de citação pelas inteligências artificiais, frameworks editoriais, técnicas de SEO adaptadas aos ambientes de IA, boas práticas de governança e recomendações sobre segurança e compliance. O objetivo é oferecer um caminho para que organizações possam produzir conteúdo relevante em um cenário em que o clique deixa de ser o principal indicador de sucesso.

Outro destaque do livro é a discussão sobre mensuração de resultados. Se grande parte da jornada de decisão acontece dentro das plataformas de inteligência artificial, métricas tradicionais deixam de contar toda a história. Para responder a esse desafio, Rafael Rez propõe um novo modelo de avaliação baseado em três pilares — presença, cobertura e base de conteúdo — acompanhado de um processo contínuo de diagnóstico e otimização das estratégias digitais. 

Baseado em pesquisas acadêmicas, dados de mercado atualizados e na experiência prática do autor em projetos de conteúdo e SEO para grandes marcas, a obra oferece uma leitura voltada a empresários, executivos e profissionais que precisam compreender como a inteligência artificial está redefinindo a descoberta de informações, a construção de autoridade e a tomada de decisões.

Mais do que apresentar uma nova face da tecnologia, GEO – Decisões influenciadas pela IA mostra que, em um ambiente em constante transformação, entender o comportamento humano continua sendo o elemento central para construir estratégias capazes de gerar relevância e influência.

Ficha técnica 

Título: GEO – Decisões influenciadas pela IA 
Autoria: Rafael Rez 
Editora: DVS Editora 
ISBN: 978-65-5695-190-4 
Páginas: 240 
Preço:R$ 87,00 
Onde encontrarAmazon e principais livrarias do Brasil 

OpenAI lança ChatGPT Ads e inaugura uma nova fase da publicidade digital

A disputa pela atenção do consumidor na internet acaba de ganhar um novo capítulo. Depois de duas décadas em que Google e Meta concentraram grande parte dos investimentos em publicidade digital, a OpenAI iniciou os testes do GPT Ads, modelo de anúncios integrado ao ChatGPT que pode alterar a forma como pessoas descobrem produtos, pesquisam serviços e tomam decisões de compra. A novidade inaugura um terceiro ecossistema de mídia digital, baseado na intenção manifestada durante uma conversa com a inteligência artificial, e não apenas em buscas ou no comportamento de navegação.

Para Hugo Silveira, especialista em vendas, estrategista de crescimento e cofundador do Grupo HRZ, holding especializada em crescimento empresarial, aceleração comercial e aumento de receita, a mudança vai além do lançamento de uma nova plataforma de anúncios. “O consumidor não quer mais apenas encontrar informação. Ele quer resolver um problema com rapidez. Quando a inteligência artificial passa a indicar produtos ou serviços dentro da própria conversa, a jornada de compra fica mais curta e tende a ser mais objetiva. Isso muda completamente a lógica da publicidade digital”, afirma.

A movimentação acontece em um momento de rápida expansão da inteligência artificial generativa. Segundo o AI Index Report 2026, da Universidade Stanford, o uso dessas ferramentas segue crescendo entre consumidores e empresas, enquanto a consultoria McKinsey aponta que a IA já faz parte da estratégia de grande parte das organizações no mundo. A publicidade acompanha essa mudança de comportamento.

Até então, a jornada digital normalmente começava em mecanismos de busca ou redes sociais. Com a inteligência artificial, parte dessa pesquisa tende a acontecer dentro de uma única conversa, que reúne informações, compara alternativas e reduz etapas até a decisão de compra.

Um terceiro ecossistema de mídia

Na avaliação de Iury Borges, estrategista de vendas, criador do método Venda 10X e sócio-diretor do Grupo HRZ, Google, Meta e OpenAI passam a ocupar papéis diferentes na jornada do consumidor. “O Google continua sendo o principal canal para quem já sabe o que procura. A Meta desperta interesse durante a navegação. O ChatGPT cria um terceiro momento, em que a recomendação acontece enquanto o consumidor conversa e busca entender qual é a melhor solução para a sua necessidade. Não é uma substituição, mas uma nova etapa na jornada de descoberta”, destaca.

O especialista acredita que a mudança também tende a beneficiar consumidores ao reduzir o excesso de informações durante uma pesquisa. “Hoje muitas pessoas precisam abrir diversas abas, comparar avaliações e pesquisar em vários lugares antes de decidir. Se a inteligência artificial conseguir organizar essas informações de forma transparente e relevante, a experiência poderá ser mais simples. Ao mesmo tempo, será fundamental deixar claro quando uma recomendação tiver caráter comercial”, explica Iury.

A jornada de compra deixa de ser linear

A mudança também altera a forma como consumidores descobrem produtos e tomam decisões. Hoje, um usuário normalmente pesquisa um tema no Google, visita diferentes sites, compara avaliações, consulta redes sociais e somente depois decide pela compra. Com a inteligência artificial, boa parte desse caminho pode acontecer dentro de uma única conversa, reduzindo o tempo entre a pesquisa e a decisão.

Segundo Iury Borges, essa tendência torna a experiência mais rápida, mas também aumenta a responsabilidade das empresas em fornecer informações confiáveis. “O consumidor ganha tempo porque deixa de navegar entre dezenas de páginas para receber uma resposta estruturada. Ao mesmo tempo, isso aumenta a importância da credibilidade da marca. Empresas com informações superficiais ou desencontradas terão mais dificuldade para aparecer nas recomendações da inteligência artificial”, destaca.

O que muda para anunciantes

Para as empresas, a chegada do GPT Ads representa mais do que um novo canal de mídia. A mudança está na forma como as marcas passam a disputar atenção. Em vez de depender apenas de palavras-chave ou segmentações de público, elas precisarão conquistar relevância dentro de conversas mediadas por inteligência artificial.

João Vinas, engenheiro, empresário, especialista em CRM, automação comercial e inteligência artificial aplicada a vendas, sócio do Grupo HRZ afirma que esse novo ambiente exigirá estratégias diferentes das utilizadas até agora. “Não basta investir em mídia. As empresas precisarão construir autoridade, organizar melhor suas informações e produzir conteúdo capaz de responder às dúvidas do consumidor. A inteligência artificial tende a recomendar quem demonstra mais relevância e confiabilidade”, afirma.

Na avaliação do especialista, negócios que enxergarem a inteligência artificial apenas como mais um espaço para anúncios correm o risco de repetir estratégias desenvolvidas para outros ambientes, sem considerar que a lógica da recomendação passa a ser baseada no contexto da conversa.

O que empresas precisam observar antes de investir

Embora o lançamento desperte interesse do mercado, especialistas recomendam cautela antes de ampliar investimentos.

“A plataforma ainda passa por um processo natural de amadurecimento. As empresas precisam acompanhar a evolução da mensuração dos resultados, dos formatos disponíveis e avaliar se esse canal faz sentido para seus objetivos de negócio”, afirma João Vinas.

Segundo joão, outro ponto importante será acompanhar indicadores como custo de aquisição, qualidade do tráfego e retorno sobre investimento antes de ampliar o orçamento destinado ao novo ecossistema.

Na avaliação dos especialistas do Grupo HRZ, a chegada da OpenAI não substitui Google Ads nem Meta Ads. A tendência é que os três ecossistemas convivam de forma complementar, atendendo diferentes momentos da jornada do consumidor.

“O maior erro é enxergar o GPT Ads como um substituto das plataformas atuais. O mercado passa a contar com um terceiro ecossistema de mídia digital, baseado na intenção conversacional. As empresas que compreenderem o papel de cada ambiente e integrarem essas estratégias estarão mais preparadas para competir nos próximos anos”, conclui Hugo Silveira.